Blog do Eliomar

Categorias para Brasil

Cantor Beto Barbosa em ritmo de cervejão

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O cantor Beto Barbosa, aquele que foi em passado recente o “Rei da lambada”, transitou por Fortaleza nesta segunda-feira rumando para Natal (RN), onde mora. Mas de lá, ainda nesta semana, ele estará em São Paulo participando de uma festa, onde posará entre alguns destaques musicais do País. 

Beto, aliás, está de volta ao cenário dos shows embalado por comercial da cerveja Skol, onde virou parceiro do personagem “Prateado”, o metido a gostosão que se rebola divulgando o “cervejão” dessa marca. Por aqui, ele fez show na sexta-feira no Kukukaya.

O artista informou que na sexta-feira, em Curitiba, participará de um compromisso da Ambev, a responsável por várias marcas de cerveja, incluíndo a Skol.

Assembleia homenageia o Auditor de Controle Interno

A Assembleia Legislativa promoverá, nesta segunda-feira, a partir das 15 horas, no Plenário 13 de Maio, sessão solene em comemoração ao Dia Estadual do Auditor de Controle Interno. A iniciativa é do deputado João Ananias (PCdoB), que ressaltou que o serviço de auditoria “é de extrema relevância para o Estado”. Durante a solenidade serão homenageados profissionais e entidades ligadas à atividade de auditoria no Estado.

Foram convidados a participar da sessão solene o controlador e ouvidor geral do Estado, Aloísio Carvalho; o ouvidor parlamentar da AL, deputado Ronaldo Martins (PRB); a chefe de Controladoria da AL, Rose Morais. Além de representantes do Governo do Estado; da Controladoria Geral da União; dos tribunais de Contas da União (TCU); do Estado (TCE) e dos Municípios (TCM); do Ministério Público; da Associação dos Auditores de Controle Interno do Estado do Ceará (AACI); e de várias outras entidades da área.

(com Site da AL)

VAMOS NÓS – O melhor presente para o auditor de controle interno seria o Plano de Cargos e Carreiras da categoria, o que está devendo o governador Cid Gomes (PSB).

Praia do Morro Branco dando exemplo de civilidade

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Da jornalista Fátima Guimarães, ex-companheira do O POVO, este Blog recebeu a seguinte nota: 

Querido Eliomar,
 
Estive neste fim de semana na Praia do Morro Branco, em beberibe (Região Metropolitana de Fortaleza). Fiquei impressionada com a organização. É um exemplo que deveria ser seguido.

Lá, as pessoas podem caminhar na praia, tomar banho sem ser incomodados por veículos. Durante todo o dia,  cedinho, começa a fiscalização do Detran. Passa o tempo todo a viatura da PMTUR e, até o fim da tarde, uma viatura do Corpo de Bombeiros, com os salva-vidas, todos equipados. Param nas áreas onde há maior concentração de banhistas. As crianças correm da praia para a barraca, sem medo de serem atropeladas.

Acho que as boas atitudes devem sem elogiadas. Beberibe é uma cidade organizada, o trânsito funciona bem e há fiscalização.

Sem mais,

Fátima Guimarães.

PMDB, blocão e fisiologismo

Com o título “Fisiologismo de alta performance”, eis artigo assinado pelo publicitário e poeta Ricardo Alcântara, onde ele bate duro no blocão formado pelo PMDB. Confira:

Aquela sopa de letrinhas – PMDB, PR, PP, PTB e PSC – que formou na Câmara dos Deputados um bloco governista de 202 deputados, uma espécie de “Centrão do B”, é fisiologismo de alta performance.
 
O pacto: entre eles, ninguém avança no território do outro e todos, juntos, avançam no território do partido da presidente eleita. A meta: lotear a esplanada dos ministérios. O objetivo: saquear a República.
 
Depois de inventariar o estrago, a presidente eleita baixou o tom ainda recente dos palanques para mascarar com eufemismos a capitulação: fez apelo aos “companheiros” de seu partido para que reajam com “maturidade”.
 
Após oito anos desde sua rendição aos horrores da “governabilidade”, militantes do partido que era “contra tudo isso que está aí” já podem contabilizar os maus resultados consultando pesquisa recente da Fundação Getúlio Vargas.
 
Adianto os números: segundo o levantamento, do início do primeiro governo Lula até agora, a confiança dos brasileiros nos partidos políticos caiu de 21% para 8%. É de quase dois terços, a dimensão da perda.
 
Enquanto estivermos vivendo um ciclo econômico auspicioso para os países emergentes, não consta que o problema revelará a extensão do estrago. Não é novo que as sociedades aceitem pagar altos preços por sua prosperidade.
 
Contudo, mais adiante, quando o capitalismo der novos sinais de suas crises cíclicas, não é certo que as instâncias políticas tenham suficiente credibilidade para resistir como representação legitimada pela sociedade.
 
Até lá, há tempo suficiente para uma mobilização social em favor de uma ampla Reforma Política – e não apenas partidária, muitos menos eleitoral – que induza os partidos a se constituir de forma mais orgânica.
 
Ricardo Alcântara,

Publicitário e poeta.

Presidência faz "chá de panela" pró-Dilma

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“Para renovar os itens de copa e cozinha da Presidência da República, o governo federal reservou no orçamento cerca de R$ 80,8 mil nesta semana. O montante cobrirá despesas com pratos, taças, copos, xícaras, pires, jogos de talheres, garrafas térmicas, jarras, bombonieres, panelas, bules, picador de legumes, dentre outros itens que compõem o novo complexo culinário que espera a futura presidente Dilma Rousseff.

É um verdadeiro “chá de panela”, tradicional prática que tem como objetivo ajudar casais de noivos a mobiliar a cozinha.

 Além disso, a Presidência pretende comprar 29 fragmentadoras de papel um cesto removível que comporte, no mínimo, 30 litros. As máquinas sairão por pouco mais de R$ 62 mil. Não se sabe ainda que tipos de papéis serão aniquilados.”

(Site Contas Abertas)

Lula diz no rádio que Brasil está levando a sério Programa Naval

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“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse nesta segunda-feira (22), no programa de rádio Café com o Presidente, que o Brasil “está levando a sério” a indústria naval. Segundo ele, há 82 navios em construção no país e cerca de 150 novas embarcações em planejamento. “O Fundo da Marinha Mercante prevê a contratação de R$ 30 bilhões até 2014. Tudo isso demonstra claramente que o Brasil está levando a sério a indústria naval”, disse o presidente.
Lula participou da inauguração, no Rio de Janeiro, do navio Sérgio Buarque de Holanda, o terceiro dentro do Programa de Modernização e Expansão da Frota Nacional de Petroleiros (Promef). A primeira embarcação recebeu o nome João Cândido, e a segunda, Celso Furtado. O presidente disse que o quarto navio, que levará o nome de Zumbi dos Palmares, deveria ser colocado no mar ainda este ano, mas só estará pronto em março de 2011.

O presidente falou também sobre a demanda por navios de transporte, com o objetivo de diminuir o déficit de fretes que, segundo ele, é grande. “Precisamos ter navios próprios, nacionais, transportando a nossa carga, aquilo que nós produzimos, e também trazendo aquilo que nós compramos”, disse. De acordo com Lula, a indústria naval “gera muito dinheiro, gera emprego e gera conhecimento tecnológico”.

(Portal G1)

Gabrielli deve continuar presidindo a Petrobras

Gabrielli e Lula: dando uma mãozinha.

“O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à sua futura sucessora, Dilma Rousseff, que mantenha José Sérgio Gabrielli no comando da Petrobrás pelo menos durante o ano de 2011. Na avaliação de Lula, não é aconselhável mexer na cúpula da companhia no ano em que a briga pela distribuição dos royalties do petróleo da camada pré-sal incendiará o Congresso.

Dilma já teve muitos embates com Gabrielli quando era ministra-chefe da Casa Civil, mas está inclinada a aceitar a sugestão de Lula. A ideia, porém, é que Gabrielli deixe a estatal mais à frente para ocupar uma vaga no secretariado do governo da Bahia. O presidente da Petrobrás é, hoje, o nome mais citado no PT para a sucessão do governador Jaques Wagner, em 2014.

Com a tendência da manutenção de Gabrielli na estatal – que tem previsão de investimentos de R$ 91,3 bilhões para 2011 –, é provável que a diretora de Gás e Energia da Petrobrás, Maria das Graças Foster, continue no mesmo posto.

Amiga de Dilma, a engenheira química é o nome da preferência dela para substituir Gabrielli mais adiante. Além disso, no xadrez ministerial, é sempre lembrada para ocupar uma cadeira no Palácio do Planalto.”

(Estadão.com)

STJ define nesta 2ª feira listas para vagas de minstro pela OAB

“Os nomes a serem encaminhadas ao Presidente da República para a escolha dos três advogados que vão preencher as três vagas de ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ) destinadas à Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), serão definidos nesta tarde de segunda-feira. O presidente do Tribunal, Ari Pargendler, convocou sessão do Tribunal Pleno para a escolha das três listas.

A OAB apresentou 18 candidatos em três listas sêxtuplas. Ao STJ cabe agora eleger três candidatos de cada uma das listas para encaminhar à apreciação do presidente da República, que definirá os três indicados. Após a indicação do presidente, os futuros ministros passam por sabatina da Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania do Senado Federal e aprovação pelo Plenário daquela Casa Legislativa antes de serem nomeados.

As vagas a serem preenchidas são abertas com as aposentadorias dos ministros Antônio de Pádua Ribeiro, Humberto Gomes de Barros e Nilson Naves.”

(Site do STJ)

Decisão inédita do STJ beneficia empreiteiras

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“Uma decisão sem precedentes, que contraria entendimento anterior e posterior do tribunal, poupa as principais empreiteiras brasileiras da mais ampla investigação policial já desencadeada sobre irregularidades em obras públicas no país. Levantamento do STJ (Superior Tribunal de Justiça) feito a pedido da Folha mostra que é inédita a decisão da presidência do tribunal que, desde janeiro, suspendeu a Operação Castelo de Areia. A ordem para interrupção do processo levou a assinatura do então presidente do tribunal, Cesar Asfor Rocha.

A justificativa de Asfor para a decisão foi o uso de uma denúncia anônima para pedir autorização para instalar escutas telefônicas “genéricas”. A Procuradoria de São Paulo sustenta que houve investigação preliminar. Segundo a pesquisa feita pelo STJ, foram tomadas até hoje 33 decisões liminares (urgente e provisória) pela presidência do tribunal que citam denúncias anônimas.

Mas nunca o presidente da corte suspendeu uma ação penal nessas situações, exceto no caso dos empreiteiros. O pedido deles foi aceito, e a Castelo de Areia foi travada. Esse inquérito da Polícia Federal apura fraudes em concorrências, superfaturamento de contratos e pagamentos de propina, além do uso do dinheiro arrecadado pelo esquema para irrigar o caixa de partidos e mais de 200 políticos. A operação foi suspensa a pedido de uma das construtoras investigadas, a Camargo Corrêa.

Ex-presidente diz ser “absurdo” não instaurar a ação

A Folha procurou os cinco presidentes do STJ (Superior Tribunal de Justiça) que tomaram decisões favoráveis ao andamento de ações que citam denúncias anônimas, incluindo o próprio ministro Cesar Asfor Rocha. Apenas o ex-presidente Edson Vidigal atendeu o pedido de entrevista. Segundo ele, “é um absurdo que uma ação não seja instaurada porque partiu de fonte anônima, mesmo que tudo seja verdade”, disse.

Secretário de Cabral é citado em lista de repasses de empreiteira

Braço direito do governador reeleito do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral (PMDB), Wilson Carlos de Carvalho caiu na rede da Castelo de Areia -investigação da Polícia Federal que teve como foco operações supostamente irregulares da Camargo Corrêa em obras públicas. Carvalho foi coordenador da campanha de Cabral à reeleição e é seu secretário de Governo.

A pedido da Procuradoria da República de São Paulo, procuradores no Rio apuram indícios de pagamento de R$ 843,5 mil a Carvalho, em 2008, pela Camargo Corrêa, o que estaria relacionado a contratos das obras do metrô do Rio de Janeiro. A Castelo de Areia e seus desdobramentos, contudo, estão suspensos por uma liminar obtida em janeiro no STJ (Superior Tribunal de Justiça) pela empreiteira.”

(Folha Online)

Presidente do BNB coloca-se à disposição para continuar no cargo

“Estou à disposição para o que for necessário, inclusive para continuar. Porém, aguardando essa definição”, afirmou, nesta segunda-feira, o presidente do Banco do Nordeste do Brasil, Roberto Smith, ao ser indagado se continuará à frente da Instituição, já que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, seu “chefe” na área, foi confirmado no cargo pela presidente eleita Dilma Rousseff (PT).

Roberto Smith deixou claro que não está trabalhando nesse sentido, mas disse ter consciência de que, nos oito anos à frente do BNB, cumpriu sua missão. “Agora, é preciso deixar o ministro com a liberdade de escolha”, observou Smith, comemorando a manutenção da política econômica com Mantega.

O presidente do BNB terá encontro, nesta segunda-feira, em Brasília, com o secretário-executivo do Ministério da Fazenda, Nelson Machado. Informou que não teria audiência com Guido Mantega. Com Nelson, tratará de fechar algumas ações do banco para este ano, garantindo que nessa conversa não entra a sua manutenção ou não no cargo.

“Nossa agenda é e vários ponrtos e é uma continuidade do que tratamos na semana passada no Ministério da Fazenda. São assuntos que envolvem certas pendências para resolver e que dependem também do apoio do Ministério para fecharmos este mandato e não deixarmos nada solto para o próximo mandato”, disse.

Sobre as ações do banco, Smith faz uma avaliação positiva. Houve avanços no plano do microcrédito durante sua gestão, segundo adiantou, lembrando que, na semana passada, esteve com Lula. Na ocasião, ambos comemoraram que, nessa área, o banco virou modelo internacional. “O CrediAmigo, por exmeplo, nós trabnlhamos para chegar a R$ 2 bilhões de contratações. Essa é a meta e vamos chegar lá”, afirmou.

Smith, em tom de balanço, citou que, no plano geral de suas ações, o BNB obteve “excelente” posição no ranking nacional de bancos: ficou em oitavo lugar. Além disso, também acabou de fechar uma operação internacional de captação de US$ 300 milhões. “Fomos captar esses US$ 3oo milhões e acabamos tendo uma oferta de US$ 2 bilhões”. Ele destacou que essa captação foi recorde em termos de menor taxa de juros, inferior a uma captação recente da Petrobras “e que mostra  a confiabilidade do banco no plano internacional”.

Medalha para um "secretariável"

O ministro da Saúde, José Gomes Temporão, homenageará, na próxima quarta-feira, em Brasília, o presidente do Instituto Centec, Odorico Monteiro. Na ocasião, Odorico receberá a medalha da Ordem do Mérito Médico, classe Comendador, por serviços prestados à saúde brasileira.

O ato é visto como mais uma ação para reforçar a imagem de Odorico Monteiro como profissional do ramo e, principalmente, como um dos técnicos em condições de assumir, por exemplo, a pasta da Saúde estadual. Odorico, no entanto, evita falar no assunto.

Deputados e senadores querem reajuste de 18% do salário

“Ainda que reconheçam a impopularidade da medida, líderes do governo e da oposição na Câmara dos Deputados defendem reajustes nos salários para a legislatura com início em 2011, mas divergem sobre como fazê-lo. Enquanto o petista Cândido Vaccarezza (SP) alega que a Casa gasta abaixo de seu Orçamento, o tucano João Almeida (BA) prefere um corte nas verbas de gabinete para bancar o aumento.

O desejo de deputados e senadores, manifestado nos bastidores, é de elevar seus salários em pelo menos 18%, para repor a inflação dos últimos três anos. No início da atual legislatura, em 2007, não havia um reajuste definido pelos antecessores e, por isso, os congressistas acabaram decidindo quanto ganhariam já no mês seguinte. Agora serão definidos os pagamentos para parlamentares que assumem em fevereiro.

Em campanha para ser presidente da Câmara, Vaccarezza alega que é justo um aumento sem corte de verbas de gabinete –que ultrapassam R$ 60 mil por deputado–, uma vez que a Casa gasta menos do que seu orçamento. Juntos, Câmara e Senado custam mais de R$ 6 bilhões anuais aos cofres públicos. Esse custo, de acordo com a ONG Transparência Brasil, é proporcionalmente um dos mais altos do mundo.

Os salários e benefícios das autoridades em Brasília

“Nós temos uma das únicas instituições que gastam menos do que têm em orçamento e o aumento é justo”, disse o líder do governo ao UOL Notícias. “A inflação afeta os parlamentares, e se passaram quatro anos sem reposição. Não precisa haver um corte de verba de gabinete para pagar algo que já está lá, porque gastamos menos do que esses R$ 6 bilhões”, afirmou Vaccarezza, sem especificar em quanto está a diferença.

Líder do PSDB, Almeida defende corte nas verbas de gabinete e também a equiparação dos salários dos parlamentares com o dos ministros do STF (Supremo Tribunal Federal), que são o teto do funcionalismo público brasileiro. Os magistrados recebem R$ 26,7 mil, mas não contam com uma série de benefícios oferecidos aos parlamentares, como cota de passagens aéreas e as famigeradas verbas de gabinete.

Valores

“O desejo de haver essa equiparação é coletivo. É questão de justiça um deputado valer como os membros dos outros poderes”, afirma o tucano. “Alguns deputados não querem nem saber de onde vem a receita para bancar os salários. Outros, mais sensatos e que trabalham com custos, acham que tem como fazer sem aumentar a despesa. Acho que de um jeito ou de outro, vai haver aumento.”

Almeida minimiza críticas de especialistas ouvidos pelo UOL Notícias, que acusam os parlamentares de trabalharem apenas de terça a quinta-feira, enquanto os membros dos outros poderes teriam jornadas mais longas. “É conversa. O número de horas efetivas que se trabalha em Brasília é de 40 horas. As pessoas confundem trabalho parlamentar com sentar na cadeira e apertar botão. Nem tudo se resolve ali”, diz.

Após as eleições deste ano, lideranças partidárias do governo e da oposição concordaram em debater o assunto. Contam com a anuência do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, cujo salário de R$ 11,4 mil é menor do que o dos congressistas, fixado em R$ 16,5 mil.

Além do salário, os deputados recebem, por exemplo, até R$ 60 mil para contratar funcionários e ajuda de custo de, no mínimo, R$ 23 mil –incluindo passagens aéreas para os eleitos pelo Distrito Federal, que a rigor não precisariam de passagens para voltar ao Estado de origem. Caso haja reajuste nos salários, para perto de R$ 20 mil, os parlamentares não prometem reduzir despesas extras. Técnicos do Executivo já argumentaram que o aumento não está previsto no Orçamento de 2011.”

(Folha Online)

Personalidades Esportivas – Mano Menezes vem para a festa

Mano Menezes, técnico da Seleção Brasileira, será a maior atração da festa “Noite das Personalidades Esportivas”, que ocorrerá em dezembro próximo, no Marina Park Hotel. A informação foi dada pelo jornalistga Sérgio Ponte, promotor da festa, nessa noite de domingo durante o programa É GOL, da TV O POVO.

Além de Mano Menezes, outra personalidade convidada é Zico, o maior ídolo do Flamengo em todos os tempos, vindo ainda um atleta identificado com a torcida alvinegra: Victor, que foi o substituto do craque Gildo.

 

Senado fará audiência pública sobre preconceito e direitos dos homossexuais

“O poder legislativo abrirá espaço, nesta semana, para a discussão sobre preconceito e direitos dos homossexuais. O Senado Federal tratará, na quarta-feira, de casos de assassinatos de gays. Na audiência pública, estará presente a mãe do estudante baleado por um militar do Exército, no Arpoador, após ter participado da Parada Orgulho LGBT, no domingo 14 de novembro. Na quinta-feira, o debate acontecerá na Assembleia Legislativa do Rio. Um dos temas será o projeto de lei 122/2006, que propõe a criminalização da homofobia.

Neste domingo, o episódio do estudante homossexual atingido na bexiga por uma arma de fogo disparada por um soldado do Forte de Copacabana completou uma semana. Para lembrar o caso, manifestantes fizeram um protesto na orla de Ipanema. Um grupo de aproximadamente 40 pessoas caminhou das imediações da rua Farme de Amoedo até o parque Garota de Ipanema, no Arpoador, zona Sul do Rio de Janeiro, onde houve o crime. Depois seguiram para o Forte.

Na dispersão, o ex-ministro do Meio Ambiente Carlos Minc disse que conversará nesta segunda-feira com o ministro da Defesa, Nelson Jobim. Eles falarão sobre a possibilidade de se realizar um encontro entre militares do Exército, homossexuais e representantes do governo do estado para discutir cidadania e direitos humanos. A mãe do jovem baleado estava presente, agradeceu o apoio e defendeu “que os gays tenham liberdade de ser quem são”.

(Veja Online)

Simon: PT também tentou formar blocao e não pode "se fazer de santo"

“Prestes a completar 81 anos, o senador gaúcho Pedro Simon (PMDB), continua a ser uma espécie de voz dissonante no Congresso Nacional. Apesar de o PMDB integrar o núcleo do futuro governo, são públicas as diferenças de Simon com o comando nacional do partido e o senador acompanha “a distância” a concorrida disputa pela ocupação de espaços no Executivo e o controle sobre o Senado e a Câmara dos Deputados.

Isso não impede que tenha informações sobre as negociações, envie recados a seus pares e projete a participação de Lula no futuro governo. “Deve haver entre os dois uma intimidade quase como se fossem irmãos que nascem com as cabeças coladas. Ela e o Lula devem ter um compromisso de trabalhar a quatro mãos para acertar”, diz.

Simon tem postura crítica, mas é também fundador do partido (que ele prefere chamar ainda de MDB) e, na lista dos políticos mais respeitados do país, sai em defesa do PMDB quando o tema são as articulações políticas, lembrando que a sigla não é a única a se movimentar em direção a aumentar seu espaço. Simon não se furta, por exemplo, de dizer que considera legítimo o PMDB permanecer no comando do Senado, que o vice da presidente eleita, Dilma Rousseff (PT) e presidente nacional do PMDB, Michel Temer, não tem na Casa a influência da qual desfruta na Câmara dos Deputados.

“Vivemos um bom momento na economia, do ponto de vista institucional não se apresenta qualquer nuvem no horizonte e não há sinal de crise na transição de governo, que se dá dentro do mesmo partido. A questão vai ser a nossa competência política em fazer a transição”, resume o senador, sobre a pergunta que domina as rodas de conversa em Brasília. Foi sobre o momento político, a postura do PMDB e o futuro governo que ele falou ao Terra. Confira:

O senhor diz que a transição é tranquila, porque se dá dentro do PT, mas há muitos partidos aliados e o início das negociações mostra uma disputa acirrada pela ocupação de espaços. A presidente eleita, Dilma Rousseff (PT) vai conseguir administrar este cenário?

Devido ao nosso sistema político, nem o governo e nem a oposição têm maioria organizada. Quem ganhou a eleição tem maioria ampla, mas pingada em quase 20 partidos. Então, não há um sentido de unidade. Na campanha já se via isso. Agora, como Dilma fará a seleção, ainda é uma loteria. Gostei muito do primeiro discurso dela, logo após o resultado da eleição. De que os integrantes do seu governo vão precisar ter indicação, competência e compromisso com a ética. Isso é muito importante porque até agora não vi nos discursos dos líderes dos partidos preocupação com este ponto.

O senhor acredita que na prática estes requisitos serão cumpridos?

É um desafio. Tenho convicção de que a Dilma quer fazer isso. Não sei se vai conseguir. Não deveria partir dela, a presidenta. Deveria partir dos próprios partidos. Lamentavelmente, todos os partidos têm indicado gente que não possui todas estas características. No processo de transição, por exemplo, já houve a indicação daquela moça, a advogada, que está em um processo muito grave. (A advogada Christiane Araújo de Oliveira, nomeada para o governo de transição, mas que pediu demissão após ser divulgado que é ré em duas ações de improbidade na Justiça Federal de Alagoas, acusada de envolvimento com a Máfia dos Sanguessugas. Ninguém assumiu sua indicação). Graças a Deus ela renunciou. Mas foi uma demonstração de que o governo está falhando.

As disputas entre os partidos e dentro das próprias siglas não acabam aumentando as chances de que ocorram estas ‘falhas’? A tentativa de formação do blocão no Congresso, comandada pelo PMDB, não é um exemplo de que a disputa pela maior fatia de poder é o que mais pesa?

Cá entre nós, tanto o MDB como o PT estavam preparando uma coisa dessas. A primeira notícia que saiu e o que a gente esperava era que o PT preparasse. A resposta foi bem dada. Não foi o ideal, não é bom. Mas o bloco concorda que a presidência na Câmara é dois anos para o PMDB e dois para o PT. Agora, os dois estavam com esta intenção do blocão, ninguém pode se fazer de santo. Os dois querem mostrar que podem. O PT, todo mundo sabe, tem a presidenta. E o MDB está querendo pegar o máximo que pode.

O PMDB já avisou que não vai considerar Henrique Meirelles (presidente do Banco Central) e José Gomes Temporão (ministro da Saúde) como cotas suas. O partido tem condições de exigir mais ministérios?

Tem que ter muita competência para tratar desta questão. Não acredito que o MDB avance em número de ministérios porque aumentou o número de aliados. Nessa questão da cota aí, pela informação que eu tenho, estão incluindo até o Jobim (o ministro da Defesa, o também gaúcho Nelson Jobim). Só que o Jobim não há dúvida de que ele é cota do PMDB, embora também seja cota pessoal do Lula. Não é o caso do Meirelles porque ele era deputado do PSDB, ficou sem partido para ir para o Banco Central e depois assinou ficha no PMDB porque havia quem pretendesse que ele fosse o candidato a vice da Dilma. O Meirelles pode ficar ou não ficar, mas não na base da imposição. Está todo mundo botando as unhas de fora, querendo gritar mais alto, o que é um pouco triste. Os caras estão todos na base da cota do partido. E isso não é bom. Vejo com muita restrição, por exemplo, a disputa pelas indicações nos fundos de pensão, que eu acho que deveriam ser entregues a técnicos. O que é que um político quer fazer num fundo da Petrobras, da Eletrobrás, do Banco do Brasil?

Por que o senhor tem estas restrições?

Quando o presidente do PTB (o ex-deputado Roberto Jefferson) denunciou o Mensalão, essa questão foi muito debatida: o fato de que os partidos queriam o esquema da “porteira fechada”. (Na prática conhecida como porteira fechada ministérios e estatais são destinados ao partido do governo ou a aliados e os caciques partidários fazem suas indicações para a estrutura em questão). Não vejo com simpatia a porteira fechada, sou contra territórios estanques. Mas tem gente falando nisso agora de novo.

O PMDB defende qual prática? E qual papel vai desempenhar no futuro governo?

Sou uma figura estranha dentro do atual PMDB. Não tenho nenhuma convivência e é sabido que o meu estilo é diferente. Mas eu acho que está todo mundo agindo do mesmo jeito. Não é só o PMDB. É o PT, o PTB, o PDT, cada um quer pegar o melhor quinhão. Se a Dilma entrar nessa dança, coitadinha.

O senhor acredita que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva continuará fazendo uma articulação de bastidores nos quatro anos da administração Dilma? Se isso acontecer, não vai enfraquecer a figura da própria presidente?

O Lula e a Dilma estão cercados. Em um mar de gente. Mas, da forma como ela foi eleita, deve haver entre os dois uma intimidade quase como se fossem irmãos que nascem com as cabeças coladas. Ela e o Lula devem ter um compromisso de trabalhar a quatro mãos para acertar. Ela disse que irá muitas vezes bater na porta do Lula e que ele a receberá. E isso muitas vezes sem que exista divulgação nenhuma. Vai ter que haver é uma coisa de grandeza. O Lula não vai querer transformar a Dilma em cachorrinho dele. E a Dilma não vai desrespeitar o Lula. E a única coisa sobre a qual não devem conversar e nem sequer pensar é se a Dilma vai ser candidata daqui a quatro anos ou se o Lula é que vai querer ser.”

(Portal Terra)

Anac convoca empresas aéreas para discutir esquema de voos no fim do ano

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Da Agência Brasil

“Por causa do grande movimento nos aeroportos durante o fim de ano, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) se reúne amanhã (22) com os representantes das companhias aéreas, diretores da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) e técnicos da Receita Federal.

O encontro é para tratar do esquema que será montado nos terminais aéreos para evitar os transtornos causados pelo aumento de passageiros em função do período de férias nesta época do ano, segundo informou a assessoria de imprensa do órgão.

A reunião começa às 11h na sede regional da Anac, no Rio de Janeiro. Após o encontro, às 12h30, a presidente da agência, Solange Paiva Vieira, vai falar sobre o que foi decidido.

Na última quinta-feira (18), no Panamá, o presidente da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês), Giovanni Bisignani, criticou a infraestrutura aeroportuária brasileira, classificando-a de “inadequada” para atender a grandes eventos, como a Copa do Mundo de Futebol de 2014 e as Olimpíadas de 2016.

Durante um fórum promovido pela Associação de Transporte Aéreo da América Latina e Caribe (Alta), Bisignani mencionou que 13 dos 20 principais aeroportos brasileiros já operam no limite da capacidade e que nada estaria sendo feito para resolver o problema.”

(Agência Brasil)