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Juazeiro do Norte terá comitê regional pró-Dilma Rousseff

Juazeiro do Norte (Região do Cariri) será a sede do comitê interregional da candidata do PT à presidência da República, Dilma Rousseff. A informação é do coordenador-executivo da campanha no Ceará, Joaquim Cartaxo.  Segundo Cartaxo, o local servirá como ponto de mobilização e articulação direta da campanha com os 103 municípios dos Estados do Ceará, Pernambuco e Piauí, que compõe a mesorregião da Chapada do Araripe, além dos municípios do Cariri paraibano.
 
O coordenador executivo da campanha de Dilma afirmou que a escolha de Juazeiro para sediar este comitê se deu pela sua importância regional e por sua centralidade em relação aos municípios do semiárido.  
Segundo Cartaxo, o comitê ainda servirá como ponto de distribuição de material de campanha dos candidatos aos governos Cid Gomes (CE), Eduardo Campos (PE), Wilson Martins (PI) e José Maranhão (PB) e dos candidatos a senador destas coligações.

Debate da Band: O confronto de propostas

Ao final do debate da Bandeirantes, os candidatos a presidente da República deram entrevista avaliando o debate.

Dilma disse ter gostado dessa sua primeira experiência e qualificou o confronto como de alto nível. Serra também e pediu para ter novas oportunidades paraa expor outros temas. Insistiu que quer ser presidente para enfrentar a saúde.

Plínio Arruda avaliou que no debate foi muito bem, pelo que lhe disseram seus assessores. Mas bateu: chamou os três candidatos de “chapa branca” e se colocou como o diferencial.

Já Marina Silva considerou o debate importante pois com propostas colocadas. Foi um encontro bom da democracia, que foi conquistada para expor ideias, visão de mundo e suas trajetórias.

Fernando Mitre, da Rede Bandeirantes, numa avaliação da parte da emissora, considerou importante o debate, porque o Brasil conseguiu ver, em duas horas e meia,  Serra confrontando ideias com Dilma. Para ele, o debate marcou uma fase do confronto programático, da discussão programática. “Nesse sentido, o debate cumpriu muito bem sua missão”.

Fim do Debate – Serra sorriu, Dilma exaltou Lula, Marina versejou e Plínio reclamou

Dilma exaltou sua trajetória administrativa.

No último bloco do debate da Bandeirantes, Serra destacou que nunca sorriu tanto como nessa ocasião. Esse detalhe, disse ele, foi passado por sua filha no intervalo do debate. Afirmou ter gostado. Fez rápida trajetória de sua vida, lembrando ter sido aluno da escola pública e que foi perseguido pela ditadura por defender o petróleo do Brasil e a reforma agrária. Expõs ainda sua experiência política citando cargos que ocupou.

Dilma fez agradecimentos a todos e destacou o debate como importante, porque amplia a democracia. Destacou que nos últimos anos coordenou a equipe de ministros do presidente Lula, ressaltando ter sido experência maravilhosa. Exaltou Lula que llhe deu essa chance, observando também que venceu barreiras quase indisponíveis e que o povo teve ganhos. Se disse muito melhor nesse processo e confiante no futuro. Afirmou que o governo atual devolveu autoestima ao povo e que muito ainda tem que ser conquistadoe disse que as mulheres desse País estão preparadas para ser presidente do Brasil.

Marina Silva, em suas considerações finais, agradeceu a Deus em primeiro lugar e aos demais postulantes pelo esforço de todos se exporem para a população. Ela disse que não se pode deixar de reconhecer acertos dos governos e lembrou que um país que elegeu um operário, pode eleger a primeira mulher presidente, que foi seringueira. Ela encerrou com um verso.

Já Plínio de Arruda Sampaio, em sua palavra final, disse que ficou evidenciado que há um muro separando o povo brasileiro, o trabalhador, que precisa lutar e ter vontade política. Disse que está na disputa para expressar essa vontade política de superar a muralha da discriminação. Afirmou que foi discriminado no debate, assim como o telespectador.

Dilma e Serra confrontam juros e privatizações, enquanto Plínio vê contradições de Marina

Marina e contradições no discurso.

No quarto bloco, com perguntas de jornalistas como Joelmir Betting para Dilma e comentário de Serra. Ele falou sobre impostos elevados e perguntou se dá para a petista baixar juros na área privada sem forte enxugamento na área pública, no que a petista disse acreditar que o País caminha para crescimento com estabilidade. Disse acreditar na redução do endividmento público, que caiu de 60 para 41 por cento e em 2014 deve chegar a 30 por cento. Para ela, permitirá que se reduza a taxa de juros. No governo anterior, essa taxa era alta. É contra tentativa artificial de se baixar e disse defender reforma tributária que desonere investimentos e que não se cobre ICMS sobre mesmo produto entre vários Estados. Dilma disse que o Brasil começa a entrar numa reforma tributária com decréscimo.

Serra, ao comentar, disse que sai governo e entra governo e a taxa de juros continua a mais alta do mundo. Para ele, é preciso na questão tributária ter ação. Em São Paulo, disse que fez a nota fiscal paulista: as pessoas compram no varejo, eixam a nota e pedem de volta 30% (não explicou mais). A petista disse que acredita na queda de juros e que é contra spread elevado.

José Paulo de Andrade indagou sobre privatizações para Serra, no que o tucano prometeu valorizar e utilizar bem o patrîmônio público. Disse que não vai arrebentar como se viu nso Correios, por meio do loteamento, com gente que não entende nada da área e que usava o órgão para ações políticas. Prometeu estatizar as empresas que já são do governo para que fiquem servindo ao interesse público e nãoa partido ou a parlamentar, etc. Serra ressaltou ser fundamental prestar atenção na qualidade do investimento que se dá com crédito. Atualmente, o governo pega dinheiro alta e dá para o setor privado, sendo preciso ver essa questão.

Sobe FHC, disse ser um mistério porque o PT batia mas nada até agora foi reestatizado. Já Dilma disse que respeita contrato feito de forma juridicamente perfeita. Dilma falou sobre a Petrobras: ali havia deputados de outros partidos, que fazem oposição ao governo, ocupando cargos  na estatal. O tucano preferiu voltar ao caso dos Correios e prometeu fazer voltar a ser a melhor estatal do País. Serra disse que Antonio Palocci estava ali no debate e, quando ministro da Fazenda, elogiava a política econômica de FHJC e hoje é assessor da petista.

Joelmir Betting perguntou para Marina qual deve ser a prioridade: aquecimento global ou déficit de saneamento que prejudica crianças. Marina disse discordar da avaliação porque essas duas coisas não precisam ser colocadas em opoisção. A defesa das árvores, saneamento e ajuda às crianças são aspectos que devem trabalhar em conjunto e não seguir a linha da oposição meio ambiente e crianças sem saneamento. Defender meio ambiente, lembrou Marina, é defender mais empegos. Continuar contaminando o rio Pinheiros, por exemplo, é prejudiar meio ambiente e as crianças.

Já Plínio de Arruda lamentou que ali no debate havia discriminação. Mas voltando a comentar, lamentou também que Marina precisava mexer no lucro pois sem isso não há defesa real da natureza. Já Marina discordou e afirmou que o capitalista precisa de água fértil e terra boa, assim como criança e agricultor também. Marina disse que estamos diante de um imperativo ético que é salvar a vida, e nisso estão incluídos o pobre e o rico.

José Paulo de Andrade indagou por que Plínio defende ocupação de terra e é contra a construção da hidrelétrica Belo Monte e transposição do São Francisco.  Plínio disse ser contra porque é questão de distância. Defendeu ocupação de terra com direito do trabalhador e sobre a transposição é contra porque vai ser aproveitado apenas pelo agronegócio. Já Marina, comentando, disse ser a favor da diversidade econômica e social – espaço para o agronegócio, para a agricultura familiar e a favor da transposição do São Francisco com revitalização do ponto de vista ambiental. Sobre Belo Monte, defende a paralisação enquanto não se resolve a questão indígena. Plínio, por sua vez, disse que ela não precisava ter pedido demissão do Ministério do Meio Ambiente, porque é a favor de tudo. Insistiu Plínio que sua candidaturta é contra essa conciliação que os três candidatos expõem.

Serra ataca Dilma, que volta a comparações. Plínio e o tucano "hipocondríaco"

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Plínio disse que era diferente dos três.

No terceiro bloco, Marina falou que viveu nos extremos da pobreza do País e indagou para Plínio Arruda qual sua política social para o Brasil, no que ele prometeu distribuição radical da renda. Não de rendinha. A renda do lucro subiu 14 pontos e a renda do salário caiu praticamente 14 pontos. Os governos do Serra (PSDB) e da Dilma (PT) concentraram rendas. Quer acima dos mil hectares não tendo propriedade de terra para distribuir para a população rural. Quer redução da jornada para gerar mais emprego e o trabalhador não ser escravo de escala brutal. A diferença no Brasil entre rico e pobre é brutal.

Marina concordou que há grande desigualdade no País, mas disse ter advogado que as políticas sociais evoluiram. Saiu-se dos sacolões e foi para benefícios que tiraram 25 milhões de brasileiros da pobreza. Mas ela disse querer terceira fase: mais ensino profissionalizante, por exemplo.

Plínio chegou a ironizar Marina, que estaria defendendo no debate as políticas da Dilma. O candidato do PSOL disse que os três postulantes veem a questão pelo lado gerencial e o fundamental é distibuição drasticamente e que afete quem tem mais.

A postulante do PT afirmou que Lula foi um dos melhores presidentes do País. Pediu a Serra para comentar indústria naval e o Luz para Todos. Serra, sobre indústria naval, afirmou não ter  objeções e afirmou querer que não se importe tudo para se fabricar navio e que fará política para produzir as peças e não só se montar o navio. Sobre o Luz para Todos, qualificou como bom e financiado pelos consumidores, a partir de impostos na conta de luz. Lembrou que é um prolongamento do Programa Luz no campo do Governo FHC e prometeu acelerar essa iniciativa. Citou o Maranhão com necessidade desse tipo de ação. Serra aproveitou para defender a tese do mutirão de cirurgias que Dilma havia criticado anteriormente.

Em sua réplica, Dilma disse que a indústria naval estava morrendo e hoje contrata. Ela destacou o Luz para Todos do governo Lula como completamente diferente do programa de FHC. Exigia que o agricultor pagasse por energia e hoje o que se tem é avanço e combate ao deficit. Dilma aproveitou para dizer que a Apae estava entre beneficiados do Fundeb. Serra, por sua vez, reiterou que as Apaes estão em dificuldades. Bateu na tecla da necessidade de mutirões na saúde, citando prostata e catarata.

Serra voltou a perguntar a Dilma. Informou que em 2002 se fazia mutirão da saúde e hoje houve encolhimento de cirurgias de catarata, etc. Dilma afirmou não ser contra, mas ressalvou que não é política de saúde. O que deve é ampliar as cirurgias na rede. Na área de saúde, é fundamental tornar o SUS robusto. Não pode ter só unidade básica e hospital do outro, mas também clinicas especializadas e UPAS. O Samu, considerou prioritário, no que voltou a falar de indústria naval. Nada de importar de Cingapura para essa área. Citou geração de empregos na indústria naval, que cresceu muito. Serra insistiu que o governo federal parou mutirões de saúde e perguntou de novo o porquê disso. Dilma afirmou que o governo aumentou cirurgias eletivas e que faz mutirões nos Estados com verba federais. Ela disse que no passado criaram 5 milhões de empregos e hopje 14 milhões. Insistiu em compara os governos FHC e Lula.

Plínio Arruda aproveitou para irnoizar por que Serra é chamado de hipocondríaco: só fala de saúde. Indagou para Dilma sobre desigualdade social, mesmo como governo gastando tanto com Bolsa-Família, que persiste. Dilma citou números de investimentos e disse que o Basil fez a maior e mais profunda reforma agrári, pois fez 60% de assentamento. Plínio disse que o governo federal fez o mesmo que o Governo FHC em reforma agrária. Dilma insistiu que o governo assentou 46 milhões de hectares, mais que uma Suécia e nesses hectares, foram assentadas masi de 560 mil famílias, com programas da agricultura familiar, demanda par compra de alimentos por parte do governo.

Debate Band – Serra critica infraestrutura, Dilma compara gestões e fala de crack

O tucano insistiu na tese da saúde.

No segundo bloco do debate, Serra indagou Dilma sobre o trabalho das Apaes, que conheceu em Belo Horizonte, e perguntou no que o governo federal discrimina. Dilma destacou que respeita o trabalho da Apae e garantiu que o governo federal tem a posição de apoio a essas entidades, que fazem um “trabalho excepcional” no que se refere aos deficientes. Revelou que na área do MEC houve esforço para integrar essas crianças à educação. Disse não ser correto afirmar que o governo federal não olha para essa questão, observando que isso é parte do direito do cidadão. Prometeu apoio e tratamento especial, com investimentos, à acessibilidade.

Serra lamentou por que o governo federal deixou as Apaes, adiantano que cortaram ajuda em transporte para as crianças irem ás escolas e sugeriu a ela que ligue para Fernando Haddad e resolva isso. Lamentou com ela, que era ministra forte, ter deixado as Apaes serem perseguidas. Dilma discordou do tucano e disse que o governo federal se comprometeu com transporte escolar, com ajuda à criança e ao adulto excepcional foi o atual governo. Com apoio à educação e garantias à acessibilidade, destacou. Dilma considera ser importante uma política especial de educação para as Apaes, com garntia de matrícula para crianças nessa situação.

Plínio protestou sobre o blocão feito por Serra e Dilma. Plinio indagou a Serra sobre plebiscito, redução da jornada de trabalho e desmatamento. O tucano disse que há estoque de hectares à vontade para sobrar, mas o governo não distribuiu. Indo atrás de quem tem mais de mil hectares é procurar sarna pra se coçar. Não faz sentido, disse. Sobre jornada de trabalho, lembrou que Plínio estava no debate durante a Constituinte, e sugeriu que seria discussão de sindicato para sindicato e regional, com saída racional. Engessamento constitucional seria exagero. Sobre a anistia do desmatador disse ser a favor.

O candidato do PSOL reiterou que essas perguntas suas eram dos movimentos sociais. Disse que Serra era a favor de latifundio, por exemplo, no que Serra reagiu; Plínio, não brinca. O tucano aproveitou para voltar ao tema de políticas agrícolas para pequenos e médios agricultores.

Marina indagou para Dilma. Ressaltou que educação é fundamental e que pode investir até 6% do PIB nessa área, no que Marina disse que pode essa ideia ser feita de imediato. A petista disse ser viável e que cada vez mais o governo vem fazendo isso. Lembrou que vai ser crescente a necessidade de recursos para a área, buscando qualidade. Reiterou investimentos do governo federal em escolas profissionalizantes e considerou importante que as crianças tenham testado, sem a progressão, seu conhecimento até para reforçar quando não estiver adequado. Prometeu continuar interiorizando o ensino universitário. Para Marina, hoje se investe 5% do PIB em educação, estando o Chile, por exemplo, 30 anos à frente do Brasil. Bateu na tecla de mais investimentos em educação para gerar igualdade de oportunidade. Educação é a única forma de enfrentar a miséria no País.

Dilma garantiu que o Brasil tem hoje visão estatégica de educação: da creche à universidade e disse que a questão é ética, mas tem que haver comprometimento do governo investindo mais ainda no setor. Garantiu que o atual governo tem essa meta.

A candidata do PT indagou para Marina sobre o crack, um mal que afeta a juventude, o que ela fará de estatégia contra essa droga. Marina disse que só no RS tem 52 mil pessoas viciadas em crack e, por onde tem andado, ouve mães desesperadas falando que seu filho está viciado. Em apenas uma vez de uso dessa droga, a pessoa fica viciada, no que é fundamental governos federal e estadual e prefeituras, com entidades que enfrentam o prob lema, agirem numa visão estratégica. Marina informou que seu assessor de segurança havia repassado para Tarso Genro, então ministro da Justiça, proposta de combate ao crak que seria dela. Mas Marina revelou-se feliz pela implantação da proposta no RS, que seria muito semelhante à proposta de Luis Eduardo, seu assessor de segurança.

Para Dilma, tem que agir com autoridade no combate ao crack, observando as fronteiras e utilizar comunidades terapêuticas nessa luta. Marina insistiu que combate à droga não é só questão moral, mas um “adoecimento” da sociedade e de boa parte da jventude. Insistiu numa política integrada.

Debate Band – Cordialidades, mas Dilma e Serra num embate cauteloso

O primeiro a responder foi Plínio Arruda Sampaio (PSOL). A pergunta da produção foi sobre qual setor atacará imediatamente após a posse: segurança, saúde ou educação. Plínio disse que atacará os três aspectos, pois defende posturas radicais. Ele aproveitou para se apresentar e lebrar que não há só três propostas, mas a proposta do seu partido, o PSOL.

Marina Silva foi indagada sobre mesmo tema e afirmou que estava satisfeita por participar do debate. A candidata do PV revelou que educação está na base de tudo e sem ela as pessoas tem menos segurança e menos saúde, pois desinformação é responsável pelos problemas. Ela priorizará a saúde, que não pode esperar nenhum momento. Lembrou que milhões de brasileiros sofrem nas filas e afirmou ter vivenciado filas nos hospitais e falta de desatenção com a saúde pública. Revelou que vai carrear mais verbas para municípios, mobilizando o Congresso, prefeitos e governadores em favor da aprovação da emenda 29, da saúde.

Sobre qual seria sua prioridade nesses três itens, José Serra qualificou saúde, educação e segurança como três orgaos do ser humano, fundamentais. Destacou saúde, mas na segurança, prometeu combate ao crime organizado, que é cada vez mais nacional e não pode ser apenas estadual. Disse que vai criar o Ministério da Segurança. Na saúde, encurtar tempo de espera nas filas e criar centros especializados e na educação criar um milhão a mais de vagas no ensino profissionalizante e criar o Protec, o “ProUni” do ensino técnico.

Para Dilma Rousseff, no governo não tem hipótese de atender unitariamente temas, mas todos. Saúde, Segurança e Educação são os três pilares da política. Prometeu na educação priorizar qualidade do ensino, pagando bem professor e dar a esse profissional uma formação continuada, com visão integrada da creche à universidade. Tudo para formar melhor e gerar melhores empregos. Disse que vai completar o Sistema Único de Saúde.

Na fase de pergunta de um candidato para outro candidato, Serra abriu e indagou para Dilma Rousseff quais as ideias dela de forma concreta no caso da Saúde, Educação e Segurança. Dilma agradeceu e complementou respostas sobre Saúde. Ela disse ser necessário a população ter onde ir para atendimento de imediato. Vai criar 500 UPA (Unidae Pronto Atendimento), assim como tratamento dentário e reforçar tratamento da mulher e da criança antes do nascimento até o primeiro ano de vida, numa “Rede Cegonha”. Na área da Segurança, criará unidades de polícia pacificadora já implantadas no Rio e que vêm dando certo, ao lado de investimentos em urbanismo e habitação. Na Educação, ensino profissionalizantes. Lembrou que de 140 que recebeu, o governo federal criou mais 114 escolas profissionalizantes.

Serra falou de projetos seus implantados quando foi governador de S]ão Paulo. Disse que quer retomar mutirões da saúde em cirurgias e, por último, difundir o programa Mãe Paulistana (sem tempo para complementar). Já Dilma, na tréplica, considerou importante tratamento especializado, pois toda pessoa quer exame. Prometeu criar Policlínicas especializadas, ressaltando que quer cria Centros de Prevenção do Câncer. Aproveitou para dizer que não acreditar em mutirão da saúde, o que foi citado pelo postulante tucano.

Marina Silva perguntou para Serra qual a aprendizagem, experiência dos últimos 16 anos em que ficou como oposição e situação. Serra disse que houve avanços como a Constituite, que criou o SUS, o Plano Real, a consolidação de transferências de renda precedidas ao Bolsa Família. Disse que na oposição nunca foi secretário e sempre procurou dar ideias e soluções para problemas. Assegurou que nunca trabalhou para um partido ou setor, mas para todos e tratando opoisção não como inimigo, porque ninguém nesse País é dono da verdade.

Marina, que disse ter sido do PT, afirmou ter feito essa pergunta a Serra porque infelizmento, na peleja PT e PSDB, não observou o realinhamento histórico em favor do Brasil que todso querem. No caso da CPMF, por exemplo, um na situação foi contra e outra a favor que ficou contra. Para ela, a partir dessa aprendizagem é necessário todos trabalharem juntos pelo Brasil que todos querem.

Plínio de Arruda disse que observava ali muita convergência. Era hora de divergência, no que indagou se Dilma apoiava redução da jornada de trabalho sem redução de salário e sobre desmatamento. Dilma disse não concordar com medida que flexibilize desmatamento. Sobre jornada de trabalho é necessário respeito aos movimentos sociais e não é papel do governo determinar regras nessa área. Ressalvou que como o Brasil tem milhares de empresas diferenciadas, aí a discussão tem que evoluir e acha que o governo não deve correr na frente dos movimentos sociasi. Sobre limite de propriedades, não acha bom se for do Oiapoque ao Chuí.

Plínio, em sua réplica, disse que Dilma não quer anistia a quem faz desmatamento. Sobre jornada foi pra lá e pra cá. Quanto à distribuição da terra, avaliou, Dilma está fora do marco da igualdade social. Dilma afirou respeitar a posição do candidato do PSOL, mas existem situações que têm que ser respeitadas. Limite de propriedade tem que levar em conta as diferenças do País.

Dilma perguntou sobre como Serra vê diferenças do goerno FHF e Governo Lula e gerar mais empregos, no que o tucano disse que prefere olhar o que ocorre agora e o que virá para o futuro. Considerou condições de hoje e do passado diferentes e que dependem da economia mundial e ressaltou que a petista, que entende de economia, sabe disso. Serra lamntou que d0s 20 maiores aeroportos dobrasil, 19 estejam engarrafados. Disse que o Brasil em 125º lugar em matéria de portos, daí querer discutir o futuro. Ressaltou estradas em situação péssima e que prejudicam o transporte de produtos como soja.

A petista disse não achar prudente que se esqueça o passado. Disse que o Brasil chegou a 14 milhões de empregos, elevou 31 milhões à condição de classe média, lembrando o Bolsa-Família. Sobre portos, disse que os dados de Serra são de 2006.  Serra, por sua vez, sugeriu que Dilma fosse à Bahia para ver um porto congestionado em Salvador. Acha que nem a segurança autorizaria Dilma viajar de Belo Horizonte a Governador Valadares, um enorme risco. Destacou que em São Paulo ajudou a gerar muitos empregos.

Tudo pronto para o 1º debate dos candidatos a presidente da República

Começa dentro de instantes o primeiro debate dos candidatos a presidente da República. A realização é da Rede Bandeirantes e os quatro postulantes – Dilma (PT), Serra (PSDB), Marina (PSOL) e Plínio de Arruda (PSOL) já estão prontos para apresentar suas propostas e, claro, enfrentar um ou outro questionamento que possa, digamos, mexer com os nervos.

Ricardo Boechat será o mediador. São quatro blocos.

Desertificação avança no Nordeste. No Ceará, em Irauçuba

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“Marcado nos últimos meses por temporais, enchentes e tremores de terra, o Nordeste sofre com um mal silencioso que pode causar prejuízos ainda mais sérios à população que mora no semiárido: a desertificação. O processo atinge oito dos nove Estados da região, além do norte de Minas Gerais.

  • Laboratorio de Processamento de Imagens da UFAL
  • Laboratorio de Processamento de Imagens da UFALMapa mostra áreas de desertificação na região Nordeste em 1982 (primeira imagem) e em 2010. As áreas roxas são as mais afetadas pelo processo.

    Quatro já são chamadas de “núcleos de desertificação”: nas cidades de Gilbués (PI), Irauçuba (CE), Seridó (RN) e Cabrobó (PE)

Segundo estudos, o clima no semiárido está cada vez mais seco, a temperatura máxima da região tem apresentado aumento significativo e as áreas sofrem com chuvas mais intensas, mas com intervalos maiores que a média histórica. Com as mudanças climáticas, quatro áreas desertificadas já foram identificadas por análises recentes.

Segundo relatório do Programa de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos na América do Sul, realizado por um instituto ligado a OEA (Organização dos Estados Americanos), a área afetada de forma “muito grave” no Brasil chega a atingir 98.595 km², ou 10% do semiárido brasileiro. Desse total, quatro são os chamados “núcleos de desertificação”, que estão nos municípios de Gilbués (PI), Irauçuba (CE), Seridó (RN) e Cabrobó (PE), totalizando uma área de 18.743,5 km² (equivalente a 2.082 campos de futebol).

“Essa áreas já podem ser consideradas desertos e pior: estão se expandindo. Isso choca, mas é real”, afirmou o meteorologista Humberto Barbosa, coordenador do Laboratório de Análise e Processamento de Imagens de Satélites, localizado na Universidade Federal de Alagoas.

De acordo com o PAN (Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação e Mitigação dos Efeitos da Seca, ligado Ministério do Meio Ambiente), 1.482 municípios estão em área suscetível à desertificação em nove Estados (Piauí, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Pernambuco, Alagoas, Sergipe, Bahia e norte de Minas Gerais). Essa área responde por 15,7% do território brasileiro, onde moram 31,6 milhões de pessoas.

Para o PAN, entre as principais causas do avanço da desertificação no país estão o extrativismo, o desmatamento desordenado, as queimadas e uso intensivo do solo na agricultura.

“Para diminuir o avanço da desertificação são necessários medidas como conservação do solo, da água e das florestas, ações para evitar desmatamentos, queimadas, uso de agrotóxicos, e sensibilização da população, principalmente das comunidades rurais”, afirmou Humberto Barbosa.

Segundo ele, há métodos para reduzir o avanço da desertificação no semiárido. “O caminho a percorrer é longo. A lógica é defender a prevenção, e aspectos como democratização da informação, formação voltada a uma melhor compreensão sobre as terras secas, participação qualificada, além de fortalecimento institucional e das instâncias de participação”, analisou o meteorologista.”

(Portal Uol)

Projeto quer eleitor podendo ser preso às vésperas do pleito

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Tasso foi relator da matéria.

“Mudança na legislação eleitoral aprovada pela Comissão da Constituição e Justiça (CCJ) do Senado acaba com a regra que garante que nenhum eleitor será preso às vésperas das eleições. O PL 338/04, aprovado em caráter terminativo pelos senadores, terá ainda que passar pelo crivo dos deputados na Câmara, para começar a valer.

De acordo com o art. 236, do atual Código Eleitoral, é vedada a prisão de eleitores no período de cinco dias antes e 48 horas depois da eleição. Hoje, nenhum eleitor pode ser preso às vésperas do pleito, exceto nos casos de crime em flagrante, sentença que condene alguém por crime inafiançável e desrespeito a salvo-conduto. Pelas atuais regras, mesários, fiscais de partido e candidatos tem garantia de não serem presos desde 15 dias antes da eleição.

Pelo projeto aprovado no Senado, apenas candidatos a cargos eletivos, mesários e fiscais irão manter essa garantia. Os demais eleitores perdem esse direito. O autor da proposta, senador Marco Maciel (DEM-PE), justifica que a realidade do país mudou. O senador argumenta que hoje eleitores não estão mais tão suscetíveis a prisões por abuso ou ilegalidade como ocorria quando a regra foi estabelecida.

O veto à prisão de eleitores às vésperas da eleição foi introduzido pelo Código Eleitoral em 1932. A regra foi criada para inibir a atuação, especialmente, de “coroneis” que intimidavam o eleitorado mais pobre e sem instrução. Em eleições de cidades pequenas, onde dois ou três votos decidem a disputa, era comum eleitores serem preso para não exercerem o direito de voto. A proibição de prender eleitor coibia também o uso da força policial para intimidar os votantes.

“A realidade do país é hoje diversa daquela existente por ocasião da adoção da norma, quando ainda era expressivo o chamado ‘mandonismo’ local. Nos dias que correm em praticamente todo o país há uma opinião pública vigilante, meio de comunicação independente e um Ministério Público atento e ativo”, considerou em seu parecer, o relator da matéria, senador Tasso Jereissati (PSDB-CE).

* Leia a íntegra da proposta

Senado aprova admissão de paternidade em caso de recusa a teste

“O Senado aprovou nesta semana um projeto que considera admissão de paternidade a recusa do suposto pai em fazer testes, como o de DNA. A proposta segue para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. O projeto é de autoria da ex-deputada Iara Bernardi (PT-SP). No Senado chegou-se a discutir uma emenda do senador Tasso Jereissati (PSDB-CE) que previa o teste em parentes, caso o suposto pai se recusasse a fornecer material genético. A emenda, no entanto, acabou retirada pelo próprio senador.

Alencar descarta se submeter a DNA em processo de paternidadeA proposta acabou sendo aprovada apenas no que se refere à admissão de paternidade. O texto afirma que quando o suposto pai se recusa a fazer o teste há a “presunção relativa” da paternidade. A regra só vale para pedidos feitos pelo Ministério Público ou por alguém que tenha “legítimo interesse” na comprovação da paternidade. Atualmente, a regra tem sido aplicado por algumas varas de família com base em entendimentos do Superior Tribunal de Justiça (STJ).

Um caso recente que se enquadraria no espírito da nova lei é o do vice-presidente da República, José Alencar. No dia 21 de julho, o juiz da comarca de Caratinga (MG), José Antônio Cordeiro, determinou que Alencar reconheça a paternidade da professora aposentada Rosemary de Morais, de 55 anos. Durante este processo, Alencar foi intimado a fazer o teste de paternidade, mas não compareceu. Segundo seu advogado, José Diogo Bastos, o vice-presidente da República poderia se recusar a fazer o teste porque no processo não havia indícios da paternidade. Bastos afirma que a sentença foi contrária aos autos e pediu ao juiz do caso que dê publicidade a todo o processo.”

(Portal G1)

Dilma ganha no 1º turno, apesar da mídia sulista, diz sindicalista

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Anízio Melo, João Felício e Flávio Uchoa.

O ex-presidente nacional da CUT, João Felício, disse, nesta quinta-feira, em Fortaleza, que a candidata a presidente da República pelo PT, Dilma Rousseff, vai ganhar no primeiro turno, apesar da torcida contra da grande mídia nacional.

“Há uma campanha muito forte da mídia, especialmente no Sul contra ela (Dilma). Enorme preconceito, não consegue compreender as vantagens desse governo, as coisas positivas. Há uma campanha muito forte contra”, lamentou Felício, que também é o secetário-executivo do Setorial Sindical do PT Nacional.

João Felício afirmou que, mesmo com esse trabalho contra, quando ficar claro para a população que  a “Dilma é a candidata do Lula, que é a candidata que quer continuar construindo esse País, acho que vai mudar muita coisa, inclusive na Região Sul do País”, reforçou o sindicalista.

Ele avaliou como importante o resultado da pesquisa CNT/Sensus que deu Dilma com 41,5$ contra Serra, que registtru 31,5% e disse estar convicto de que a petista ganhará no primeiro turno.

“Do jeito que vai indo, vai dar primeiro turno mesmo. Há uma votação expressiva dela aqui no Nordeste e vem crescendo no Sul. Acho que a população não quer volta ao passado, mas quer continuar um projeto que está dando certo, que distribui renda, cresce e garante empregos. Vai ar primeiro turno”, reforçou Felício.

Em Fortaleza, ele está ciceroneado pelo dirigente do Sindicato Apeoc, Anízio Melo, e pelo presidente do Sindicato dos Eletrícitários do Estado, Flávio Uchoa. Felício ainda participará de uma plenária nesta noite, no Circuladô, um dos comitês pró-Dilma na Capital, para, em seguida, a militãncia acompanhar o primeiro debate entre os candidatos a presidente da República por meio de um telão.

Um café da manhã nesta sexta-feira também consta na programação de João Felício, dessa vez na sede do Sindicato Apeoc com os professores.

FMI destaca economia robusta do Brasil

“O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou comunicado no qual elogia o “quadro robusto de políticas do Brasil”, depois das consultas anuais com autoridades econômicas do país, encerradas em 14 de julho. O Fundo atribui à política governamental o crédito pela recuperação econômica rápida, depois da recessão do ano passado.

“Esse desempenho notável se baseou no quadro robusto de políticas das autoridades, baseado em responsabilidade fiscal, flexibilidade do câmbio e uma meta de inflação com credibilidade”, diz o comunicado. O FMI elogia a “reação política oportuna” à crise financeira global e encoraja os esforços atuais para desfazer as medidas de estímulo fiscal e reduzir a “rigidez dos gastos”, de modo a conseguir um superávit primário mais alto. Superávit primário é a economia que o governo faz para o pagamento de juros da dívida pública.

O relatório também destaca o vigor do setor financeiro no Brasil e diz que os bancos controlados pelo governo “desempenharam um papel crítico ao prevenir uma perda potencialmente grande de produção”, quando os bancos privados reduziram a concessão de crédito. Contudo, o documento adverte contra os “gastos quase fiscais” relacionados ao crédito público.

O FMI diz ainda que manter as expectativas de inflação em xeque deve continuar a ser a prioridade do Banco Central do Brasil e recomenda cautela diante de mais acumulação de reservas cambiais, de modo a equilibrar os riscos de apreciação cambial com os custos elevados de esterilização dos fluxos de capital relacionados às altas taxas de juro locais.

O Fundo reconhece que o real “parece sobrevalorizado” e a possível necessidade de controles “temporários” sobre os fluxos de capital, para aliviar a pressão sobre a moeda. Mas acrescenta que ajustes fiscais são necessários para tratar do problema no longo prazo.

O documento também endossa a estratégia de desenvolvimento para o longo prazo do Brasil e destaca a necessidade de mais investimentos, tanto públicos como privados, especialmente em infraestrutura, para melhorar a competitividade e o potencial de crescimento do país.”

(Agência Estado)

Sérgio Guerra diz que Sensus não é sério

“O presidente nacional do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE), disse nesta quinta-feira (5) que não comentará o resultado da pesquisa Sensus divulgada hoje pela CNT (Confederação Nacional dos Transportes). De acordo com a pesquisa, a candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, tem 41,6% das intenções de voto, contra 31,6% do candidato tucano, José Serra. A candidata Marina Silva, do PV, tem 8,5%. Para o senador, o Sensus não é uma “instituição séria”.

– Eu não comento pesquisa Sensus, o Sensus não é sério. O PSDB não comenta pesquisa do Sensus. Eleição é coisa séria e pesquisa também deve ser coisa séria.
O presidente tucano disse que o partido só analisará com calma a nova pesquisa Ibope, marcada para ser divulgada nos próximos dias.

Sobre a vantagem de 37 pontos que Dilma teria sobre Serra na região Nordeste, Guerra disse que é “normal” que a candidata petista, a exemplo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, tenha mais vantagem na região.

– O problema é o tamanho da vantagem. É irreal. Na Bahia nosso candidato a governador só perde por 15 pontos. Em Pernambuco, as pesquisas apontam 47% e 37% entre o candidato do governo e o nosso. Em Alagoas, estamos na frente. Não há possibilidade de ela ter essa vantagem.”

(R7.com)

Receita libera consulta ao 3º lote do IR na segunda-feira

“A Receita Federal do Brasil deve liberar na próxima segunda-feira (9) a consulta ao terceiro lote de restituições do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2010. Também deve ser aberta consulta a dois lotes de declarações que estavam retidas na malha fina, um de 2009 e o outro de 2008. No dia 16 de agosto de 2010, serão creditadas as restituições referentes ao exercício de 2010 (ano-base 2009) e as residuais de 2009 (ano-base 2008) e 2008 (ano-base 2007).

Quem não informou o número da conta para crédito da restituição deverá ir a uma das agências do Banco do Brasil (BB), ou ligar para qualquer agência da instituição ou para o BB Responde (4004-0001 nas capitais ou 0800-729-0001 nas demais localidades, ligação gratuita), para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança em seu nome, em qualquer banco. A consulta ao extrato de processamento da declaração poderá ser feita pela internet.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá requerê-la por meio do Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, disponível na internet. Caso o contribuinte não concorde com o valor da restituição, poderá receber a quantia disponível no banco e pedir a diferença na unidade local da Receita.”

SERVIÇO

Para saber se terá a restituição liberada nos lotes o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet ou ligar para 146 e informar o número do CPF.

(Agência Brasil)

CNT/Sensus – Dilma, 41,6%, Serra, 31,6% e Marina, 8,5%

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“Pesquisa do Instituto Sensus encomendada pela Confederação Nacional do Transporte (CNT) apontou nesta quinta-feira a liderança da petista Dilma Rousseff na corrida presidencial. Ela registra 41,6% da preferência do eleitorado, ao passo que o tucano José Serra, seu principal adversário na disputa pelo Palácio do Planalto, tem 31,6%. A ex-ministra Marina Silva (PV), por sua vez, aparece com 8,5% dos votos, conforme o levantamento.

Na simulação espontânea, quando o entrevistado aponta seu candidato a presidente sem ter acesso a uma lista com possíveis candidatos, Dilma Rousseff também ocupa a posição dianteira, com 30,4%. Neste cenário, José Serra tem 20,2% e Marina Silva outros 5,0%. José Maria Eymael (PSDC) tem 3,0%. Votos brancos e nulos são 3,8%. Eleitores indecisos são 27,9%. Apesar de não poder concorrer, o presidente Lula foi citado por 5,0% dos entrevistados.

Em um eventual segundo turno, Dilma Rousseff venceria o tucano José Serra por 48,3% contra 36,6%. Neste contexto, os votos brancos e nulos chegam a 5,7%. Os eleitores indecisos são 9,6%.

Se disputar contra a verde Marina Silva, Dilma também sairia vitoriosa com 55,7% da preferência do eleitorado. A ex-ministra do Meio Ambiente teria 23,3%. Brancos e nulos são 9,4%. Eleitores que não sabem em quem votariam são 11,7%.

Em uma terceira hipótese de José Serra e Marina Silva se enfrentarem em um eventual segundo turno, o tucano teria 50,0% dos votos, ao passo que a senadora teria 27,8%. Os brancos e nulos neste caso são 9,9%. Eleitores indecisos contabilizam 12,4%.

O levantamento CNT/Sensus mediu ainda o nível de rejeição dos três principais presidenciáveis. José Serra lidera este quesito com 30,8%, seguido de Marina Silva, com 29,7%, e de Dilma Rousseff, com 25,3%. A expectativa de vitória para as eleições presidenciais, independentemente em quem o eleitor vai votar, dá liderança, de acordo com a pesquisa CNT/Sensus, para Dilma Rousseff, com 47,1%. Serra aparece com 30,3%, e Marina Silva tem expectativa de vitória de apenas 2,2%.

Encomendada pela Confederação Nacional dos Transportes, a pesquisa foi realizada entre os dias 31 de julho e 02 de agosto, com dois mil entrevistados, e registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) em 29 de julho de 2010, sob o número 21411/2010. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.”

(Portal Terra)

Candidato a presidente do PSTU visita Fortaleza

O candidato a presidente da República pelo PSTU, José Maria de Almeida, está visitando Fortaleza nesta quinta-feira. Na agenda dele, entrevistas aos meios de comunicação de massa e visita a canteiros de obras para conversar com trabalhadores. No O POVO, ele virá às 16 horas.

Com José Maria, que virou o “eterno” candidato dessa legenda – quem sabe apostando em ter a mesma sorte que Lula, o postulante ao Governo pela legenda, Francisco Gonzaga.

TRE's concluem nesta 5º feira julgamento de registro de candidaturas

“Termina nesta quinta-feira (5) o prazo determinado para que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e os tribunais regionais eleitorais analisem todos os pedidos de registros de candidaturas para as eleições deste ano. De acordo com dados do TSE, a Justiça Eleitoral recebeu mais de 22,5 mil requerimentos de candidaturas de  políticos.

Desse total, 9,7 mil pedidos de registro ainda não haviam sido julgados até o início da noite desta quarta-feira (4), segundo dados do TSE. Em outubro, serão eleitos presidente da República, governadores dos estados, senadores e deputados federal, estadual e distrital.

Em relação à disputa pelo Palácio do Planalto, a expectativa é que o plenário do TSE conceda na sessão desta quinta os sete registros de candidatos à Presidência da República que ainda não foram analisados em plenário.

Nesta última terça-feira (3), os ministros do TSE aprovaram os registros da coligação e do candidato do PSDB à Presidência, José Serra, e seu vice, Indio da Costa (DEM-RJ). A coligação liderada pelo PT, a candidata à Presidência da legenda, Dilma Rousseff, e o vice também tiveram os pedidos deferidos.

Além de conceder os registros dos candidatos a presidente, cabe ao plenário do TSE tem até o dia 19 de agosto para julgar eventuais recursos de pedidos indeferidos pelos TREs nos estados.”

(Portal G1)