Blog do Eliomar

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Dulci: Governo não quer censurar imprensa, mas desconcentrar e regionalizar

“O ministro-chefe da Secretaria-Geral da Presidência da República, Luiz Dulci, afirmou que a polêmica sobre a criação de um conselho de comunicação, ideia associada à suposta intenção do governo de fazer censura a jornais, rádios e outros meios, se deve à “incompreensão” e ao “espírito de disputa política torto”.

Ao participar do programa de rádio Bom Dia, Ministro, produzido pela Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República, em parceria com a EBC Serviços, e responder a uma pergunta sobre controle social da mídia, Dulci salientou que “em nenhum momento, o governo defendeu controle de conteúdo” e ironizou: “às vezes, há fantasmas na cabeça das pessoas. Não é só na imagem da televisão”.

Luiz Dulci foi um dos responsáveis pela realização da Conferência Nacional de Comunicação (Confecom), em dezembro do ano passado. Ele lembrou que durante a conferência, movimentos sociais, governo e empresários aprovaram a maioria das propostas por consenso.

O ministro assinalou que a legislação brasileira sobre comunicação está defasada (o Código Brasileiro de Telecomunicações, por exemplo, é de 1962) e que as normas não contemplam o ambiente atual com tecnologias como a internet e a telefonia celular.

Ele ponderou que outras áreas como saúde e segurança alimentar têm a participação da sociedade em conselhos que acompanham as políticas públicas setoriais. “Nenhum desses conselhos criou camisa de força. Por que não pode haver conselho de comunicação?”, perguntou.

A Secretaria de Comunicação Social da Presidência da República (Secom) está elaborando um anteprojeto de lei para regulamentar artigos da Constituição Federal que preveem, há 22 anos, a criação de mecanismos para evitar a concentração de propriedade no setor e estimular a produção regional e independente.

O tema foi tratado na semana passada no Seminário Internacional Sobre Convergência de Mídias, realizado Secom. A regulamentação agora poderá ser útil para as emissoras de rádio e TV. As empresas de radiodifusão temem que as empresas de telecomunicação, que já mantêm portal na internet com notícias e exploraram a televisão por assinatura, dominem o mercado.”

(Agência Brasil)

Dilma: Ministério sai até 15 de dezembro

“A presidente eleita, Dilma Rousseff, afirmou hoje ao seu vice, Michel Temer, que até o dia 15 de dezembro todo o ministério será anunciado e que o anúncio começará pela equipe econômica. A informação é de uma fonte que relatou à Agência Estado a conversa que Dilma e Temer tiveram hoje durante café da manhã.

Nesse encontro, Michel Temer negou para a presidente que o megabloco anunciado ontem na Câmara seja para pressionar por espaços por ministérios. Comandando pelo líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN), o superbloco será formado pelo PMDB, PR, PP, PTB e PSC, somando no próximo ano 202 deputados.”

Lula diz que "blocão" não aconteceu

“Em entrevista realizada na saída do Palácio do Planalto, o presidente Lula menosprezou há pouco a manobra feita pelo PMDB que anunciou a criação do “blocão” para conseguir obter maioria na Câmara.

“Primeiro que não aconteceu. Parecia que ia acontecer, mas não aconteceu”, disse Lula para em seguida emendar:

“A política é como um leito de um rio se a gente não for um desmancha ambiente, se a gente deixa a água correr tranquilamente, tudo vai se colocando de acordo com que é mais importante. Se as pessoas tentam de forma conturbada mexer na política pode não ser muito bom”.

No mesmo horário da entrevista de Lula, o presidente do PMDB e vice-presidente eleito, Michel Temer (SP), se reunia com o líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP).

Também participou do encontro, o líder do PMDB, Henrique Eduardo Alves (RN). Na saída, Vaccarezza afirmou que o PT e o PMDB são partidos da base e que devem seguir juntos.

Apesar das declarações, não há, até o momento, um pedido formal para que o PT faça parte do “blocão”.

Henrique Eduardo Alves também tentou botar panos quentes no impasse criado com a criação do blocão, mas deixou o recado de que o ideal é que ninguém se meta na seara do outro.

“Daqui a pouco estamos brigando entre nós. A pior coisa para Dilma é começar com essa divisão, que pode criar ressentimentos e seqüelas. Então vamos nos respeitar e fazer um pacto de não agressão em que ninguém se mete na seara do outro”, ressaltou Alves.

Tanto Alves quando Vaccarezza são postulantes à presidência da Câmara. O blocão foi anunciado ontem (16) por Alves e deverá ser composto com PR, PP, PTB e PSC. Juntos os cinco partidos formam uma bancada com 202 deputados, a maior da Câmara.

O acordo entre os partidos foi arquitetado entre os líderes dos cinco partidos, sem a presença do PT, na última quarta-feira (10). Ainda ontem, o líder do PP, João Pizzolatti (SC), negou que tenha firmado o acordo com o PMDB.”

(Blog do Noblat)

Semana da Conciliação – TJ do Ceará agenda 335 audiências

O Tribunal de Justiça do Ceará, por meio de sua Central de Conciliação, agendou 335 audiências para a Semana Nacional da Conciliação, que ocorrerá no período de 29 deste mês a 3 de dezembro. Segundo o desembargador José Mário Dos Martins Coelho, que coordena o setor, os preparativos para a Semana da Conciliação estão sendo feitos conforme orientações do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). “O contato com as partes está ocorrendo de forma intensa. A nossa expectativa é promover um bom índice de acordos na Justiça de 2º Grau”, disse.

Ainda segundo o desembargador, serão analisados processos que envolvem, principalmente, bancos e empresas de telefonia e de cartões de créditos. “A iniciativa de buscar soluções mostra-se cada vez mais importante, uma vez que o futuro do Judiciário brasileiro repousa na conciliação”, destacou.

Neste ano, o tema da mobilização nacional é “Conciliando a gente se entende”. O objetivo é incentivar a solução de litígios por meio de acordos.

(Site do TJ-CE)

Sarney descarta formação de "blocão" no Senado

“O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), descartou neste momento qualquer articulação do partido, no Senado, para formar um “blocão” com partidos menores e consolidar a maioria na Casa. Ontem (16), a bancada peemedebista na Câmara anunciou a criação de um bloco com PMDB, PP, PR, PSC e PTB para a próxima legislatura. O grupo reuniria 202 deputados. A assessoria do PP, entretanto, afirma que não houve qualquer conversa do PMDB com o partido nesse sentido.

“Acho que aqui não temos em vista, pelo menos até agora, ninguém tratar desse assunto de fazer bloco nenhum”, disse o presidente do Senado.

Sarney também comentou notícias veiculadas na imprensa de que a presidenta eleita, Dilma Rousseff tenha pedido ao vice-presidente eleito e presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), que atue apenas como vice e não assuma o papel de interlocutor do PMDB. Segundo ele, Temer “está imbuído” de agir como participante do governo e não como presidente do partido.

José Sarney ressaltou, entretanto, que por acumular os dois cargos “algumas vezes eles interferem um no outro” ao mesmo tempo em que garante que não é desejo de Michel Temer ser um interlocutor dos interesses do partido na formação do próximo governo. “Não acredito que a ministra Dilma tenha dado qualquer declaração nesse sentido”, afirmou o peemedebista.

O presidente do Senado disse também que não acompanhou as articulações da bancada de seu partido na Câmara e desconhece as motivações que levaram os deputados a formar o suposto bloco.

No entanto, o vice-presidente do PMDB, Valdir Raupp (RO), afirmou que as conversas no Senado para formar um bloco com os partidos pequenos para a próxima legislatura estão até “mais adiantadas que na Câmara”. Esse bloco de senadores reuniria, na Casa, o PMDB, PP, PSC e PMN, o que somaria 28 parlamentares.

No caso do PP, Raupp disse que é natural manter o bloco com o senador Francisco Dornelles (RJ), único representante do partido nesta legislatura. A partir de fevereiro de 2011, o PP terá cinco senadores.

“Um senador só não participa das comissões se não tiver integrado em um bloco partidário”, lembrou o vice-presidente do PMDB. Ele considera natural essas operações políticas para permitir mais espaço nas comissões dos partidos nanicos. Segundo ele, todas as conversas estão sob a condução do líder do partido na Casa, Renan Calheiros (AL).

Sobre a atuação de Michel Temer no governo como intermediário do partido na formação do governo, Raupp ressaltou que “ele foi colocado como interlocutor do PMDB a convite de Dilma para isso”. Valdir Raupp disse que até a posse da presidenta e de sua equipe de governo, em 1º de janeiro, “acontecerão muitas intrigas e os partidos da base não podem cair nessas intrigas”.

(Agência Brasil)

Ameaça de epidemia de dengue traz ministro da Saúde ao Ceará

O ministro José Gomes Temporão (Saúde) lançará, às 18 horas desta quarta-feira, no Palácio Iracema, campanha de combate e prevenção á dengue. Todos os prefeitos e secretários municipais de saúde foram covidados pelo governador Cid Gomes (PSB). Temporão fará uma pregação contra a dengue que ameaça epidemia em 10 Estados, entre os quais o Ceará. Isso, porque o Estado tem previsão de bom inverno a partir de janeiro. Água limpa, como se sabe, é sopa no mel para o Aedes aegipt. 

O secretário da Saúde de Fortaleza, Alex Mont’Alverne, que estará presente ao ato, informa que o Dia “D” contra o mosquito da dengue não será mais no dia 29, mas agora no próximo sábado. Na Capital cearense, são cerca de três mil casos da doença.

A pasta aproveitará a mobilização para vacinar crianças até dois anos de idade contra a meningite e pneumocócica.

Uece, UVA e Urca receberão R$ 5,8 milhões para obras de infraestrutura

Fortaleza será sede, nos próximo dias 2 e 3, do Fórum Nacional do Conselho Nacional de Secretários Estaduais para Assuntos de Ciência, Tecnologia e Inovação (CONSECTI) e Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (CONFAP). O evento contará com a presença do ministro da Ciência e Tecnologia, Sérgio Rezende, segundo informa para o Blog o coordenador do Fórum Nacional dos Secretários Estaduais de Ciência e Tecnolgia, René Barreira.

Ficou acertado que o resultado oficial do edital de 2010 da Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP), que destinou R$ 60 milhões para a infraestrutura de pesquisa nas universidades estaduais e municipais, será divulgado durante este fórum nacional na Capital cearense.

Já está certo que no Ceará três universidades serão contempladas com a verba do edital de infraestrutura de pesquisa no ano de 2010, totalizando R$ 5.823.277,00 em investimentos. São elas:  a Universidade Estadual do Ceará, que terá aporte de R$ 2.992.908,00; a UVA, que receberá R$ 1.830.369,00; e a Universidade Regional do Cariri (URCA), que ficará com R$ 1.000.000,00. Os 50% de contrapartida destes investimentos virão do Governo do Estado.

Em defesa do Conselho Estadual de Comunicação Social

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Com o título “A Comunicação é um sagrado direito da cidadania”, eis artigo do jornalista Messias Pontes sobre a polêmica em torno da criação de um conselho estadual na área da comunicação social.

“A Constituição Cidadã de 1988, a mais avançada desde a proclamação da República, insere em seu texto o sagrado direito à vida, à educação, à saúde, à moradia digna, ao lazer e à informação de qualidade. Esta é tão ou mais importante que as demais e é consagrada como cláusula pétrea.
 O constituinte de 87/88 foi sábio ao inserir na Carta Magna que é vedada toda e qualquer censura de natureza política, ideológica e artística .  E que nenhuma lei conterá dispositivo que possa constituir embaraço à plena liberdade de informação jornalística em qualquer veículo de comunicação social, observado o art. 5º, IV,V,X,XII e XIV.

Acontece que o sagrado direito à informação de qualidade, no Brasil,  vem sendo negado pelo baronato da mídia desde sempre. Aliás, a imprensa é um instrumento da classe que a possui e domina. Como instrumento da classe dominante que a quer para satisfazer os seus interesses, a informação é negada aos sem mídia.

Uma enxurrada de mentiras e desinformações invade os lares brasileiros sem dó e piedade. Uma verdadeira agressão ao cidadão (ã), um crime contra a cidadania. Mas o baronato da mídia não admite sequer que o que está inserido na Constituição seja objeto de discussão. Daí que, quando se vê ameaçado no seu secular privilégio, o baronato da mídia grita alto dizendo que se trata de censura à imprensa. E os jornalistas amestrados e os parlamentares de direita correm em seu socorro, acusando de censores justamente aqueles que sempre lutaram contra ela (censura) e defendem o direito à comunicação como um direito fundamental da cidadania.

O Seminário Internacional das Comunicações Eletrônicas e Convergência de Mídias, realizado nos dias 9 e 10 deste mês, em Brasília,por iniciativa do Governo Federal, foi praticamente ignorado e até satanizado  pela ditadura midiática. No entanto recebeu o total e irrestrito apoio do que há de mais representativo da sociedade civil: CTB, CUT, FNDC, Fenaj, Sindicato dos Jornalistas de todo o País, MST, Conselho Federal de Psicologia, Associação Brasileira de Televisão Universitária, Associação das Rádios Públicas do Brasil, Federação Interestadual dos Trabalhadores em Radiodifusão e Televisão, os 18 Conselhos Regionais de Psicologia, enfim, 56 entidades.

Todas essas entidades entendem que as experiências em curso de criação de Conselhos Estaduais de Comunicação Social no Ceará, na Bahia, em Alagoas, no Piauí, em Minas Gerais, em São Paulo e no Rio de Janeiro seja uma oportunidade ímpar para exame de formas alternativas de participação da sociedade na gestão de políticas públicas de comunicação.

Os jornalistas e radialistas amestrados e os parlamentares, notadamente os demotucanos, que só lêem a Veja e só assistem à Globo atacam ferozmente os que ousam debater a regulação da comunicação no País. Propositalmente, essa gente busca confundir liberdade de imprensa com liberdade de expressão, e não aceita a menor crítica, em especial se parte do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

Desde quando a velha mídia conservadora, venal e golpista é imune à crítica? Quem lhe outorgou o poder de criticar e não ser criticada?  O curioso é que os que hoje dizem defender a liberdade de imprensa e condenar a censura, são justamente aqueles que durante a ditadura militar (1964/1985) se calavam covardemente ou simplesmente colaboravam com os ditadores de plantão e aceitavam pacificamente a mais feroz censura à imprensa e às artes.

E o pior é que esses que condenam de forma veemente os que defendem a democratização da comunicação não se dão sequer ao trabalho de ler o que reza a Constituição Federal a respeito do assunto. Existe no Brasil um oligopólio da mídia. Diz o § 5º do art. 220 da Constituição Federal: “Os meios de comunicação social não podem, direta ou indiretamente, ser objeto de monopólio ou oligopólio”. Não mais que seis famílias controlam os veículos de comunicação no País.

A criação dos Conselhos de Comunicação Social, tão condenado pelo baronato da mídia, e que os colonistas, jornalistas amestrados e parlamentares de direita fazem coro, está também prevista na Constituição, mais precisamente no art. 224: “Para os efeitos do disposto neste Capítulo ( V ), o Congresso Nacional instituirá, como órgão auxiliar, o Conselho de Comunicação Social, na forma da lei”.

Portanto, falar em censura é desinformação ou má fé. Ou as duas coisas juntas.

Messias Pontes,

Jornalista e filiado ao PCdoB.

Dilma só muda para o Palácio Alvorada após o Natal

A presidente eleita Dilma Rousseff (PT) poderá fazer sua mudança para o Palácio da Alvorada depois do Natal. A residência oficial estará disponível a partir dessa data, porque Lula despachará em Brasília até 24 de dezembro.

Depois disso, estão previstas viagens de Lula pelo País para inaugurar e vistoriar obras. A intenção de Dilma, porém, é só mudar para o Alvorada a partir de 1º de janeiro, após a posse.

(Folha Online)

Temer agora propõe PT no "Blocão"

“Para desfazer o mal estar com Dilma Rousseff depois da criação do chamado superbloco liderado pelo PMDB na Câmara dos Deputados, o vice-presidente eleito Michel Temer propôs na manhã desta quarta-feira a inclusão do PT no grupo. A proposta foi feita em reunião com a presidente eleita na Granja do Torto.

O bloco, composto por cinco partidos (PMDB, PR, PP, PTB e PSC) e com 202 deputados federais, serviria como ferramenta para pressionar o futuro governo sobre projetos em discussão no Congresso. A aliança ainda garantiria a indicação à presidência da Câmara – cargo que ficaria com o PMDB.

Diante da insatisfação do PT, que não havia sido convidado para integrar o grupo, Temer foi discutir o papel do bloco com a presidente eleita. Ele esclareceu que o grupo servirá como base de sustentação parlamentar do governo, não como oposição.

Temer deve conversar nos próximos dias com o presidente do PT, José Eduardo Dutra, e com os deputados federais Cândido Vaccarrezza (PT-SP) e Fernando Ferro (PT-PE) para convidar a legenda a participar do superbloco.

Vaccarezza disputa com Henrique Eduardo Alves (PMDB-SP) a Presidência da casa. O mais provável é que cada um presida a Câmara durante dois anos. Mas o acordo, segundo Dutra, ainda não foi selado formalmente.

Dilma e Temer também conversaram sobre a composição da Esplanada dos Ministérios. A presidente eleita disse que até o dia 15 de dezembro apresentará os nomes indicados para compor os ministérios. A equipe econômica será a primeira a ser anunciada, de acordo com Dilma. Ela também manifestou a Temer sua intenção de aumentar a participação das mulheres no primeiro escalão do governo.”

(Veja Online)

Mega-Sena pode pagar até R$ 2 milhões nesta 4ª feira

“A Mega-Sena pode pagar até R$ 2 milhões para o apostador que acertar as seis dezenas do concurso de nº 1.231, que será sorteado nesta quarta-feira. No concurso anterior, sorteado na noite de sábado em Balsas (BA), um acertador de São Paulo levou R$ 22.383.261,66.

Confira os números de sábado: 05 – 20 – 23 – 27 – 39 – 49.

Segundo a Caixa, 161 apostadores acertaram cinco números e vão ganhar R$ 14.975,94 cada um. Outros 9,961 mil fizeram a Quadra, cujo prêmio é de R$ 345,79.”

(JB Online)

Presidente do BC diz que rombo no Panamericano é da responsabilidade de Sílvio Santos

“O presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, rebateu as críticas à instituição após o socorro de R$ 2,5 bilhões ao Banco Panamericano. Em entrevista ao jornal O Estado de S.Paulo, ele afirma que houve um mal-entendido sobre o papel da supervisão e diz que, em última instância, cabia a Silvio Santos (controlador) fiscalizar as atividades do banco.

“O único prejudicado foi o acionista controlador, que assumiu o prejuízo de acordo com a lei – corretamente – e era, em última análise, o responsável”, disse Meirelles ao jornal. Ele também criticou os controles do banco (auditorias interna e externa) e enfatizou que o BC agiu no momento certo para impedir que fossem causados prejuízos para o País e para os depositantes do banco.”

(iG)

Vereadores do PHS ameaçam deixar o partido

Os vereadores Vítor Valim e Walter Cavalcante, este presidente municipal do PHS, ameaçaram, nesta quarta-feira, durante sessão na Cãmara Municipal, em Fortaleza, deixar o partido. Isso, caso se concretize decisão do presidente nacional da legenda, Paulo Roberto, de destituir os diretórios do partido nos Estados.

Os dois vereadores não informaram o porquê dessa decisão, mas garantiram que sairão da legenda porque não vão aceitar ser comandos por um “ditador a la Hugo Chaves”, acentuou Vitor Valim.

Procurado pelo Blog, o presidente estadual e vice nacional do PHS, o deputado estadual Francisco Caminha, ainda não foi localizado.

Após "blocão", Temer conversa com Dilma

“Após formação do chamado ‘blocão’ feito ontem após uma reunião surpresa com aliados do governo Dilma e líderes do PMDB, a presidenta eleita Dilma se reuniu, nesta manhã, com o vice-presidente eleito Michel Temer (PMDB), na Granja do Torto, para uma conversa sobre a composição do futuro ministério. Após duas horas, Temer saiu do local sem falar com a imprensa. Após a saída de Temer, a coordenadora-geral do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), Miriam Belchior, chegou à Granja do Torto.

Além do PMDB, o chamado “blocão” agrega o PR, o PP, o PTB, o PSC, além de um partido nanico ainda não divulgado. Com esta configuração, que contará com 202 deputados federais (55 deputados a menos que a maioria da Câmara), o PT passa a ter a segunda maior bancada de deputados (88) e perde força parlamentar. A decisão do “blocão” foi tomada em reunião surpresa na tarde de ontem sem a presença de representantes do PT.”

(Poder Online)

Presidente do TCU vira "missionário" do controle externo

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O presidente do Tribunal de Contas da União, ministro Ubiratan Aguiar, dará palestra às 11 horas desta quarta-feira no Ministério da Defesa. Ele abordará as ações do TCU dentro do I Simpósio de controle Externo que essa pasta está promovendo.

Ubiratan tem cumprido verdadeira maratona de encontros e viagens dentro do seu objetivo de difundir a importância de se reforçar o controle externo das contas e despesas praticadas pelo setor público.

Por conta disso, ele ganhou, na última semana, em Salvador, a Medalha Luis Eduardo Magalhães, a mais alta comenda do Tribunal de Contas da Bahia, ocasião em que teve seu trabalho reconhecido por autoridades e especialistas da área de contas.

Já na próxima terça-feira, falará sobre Controle Externo para membros do Ministério Público de Pernambuco.

Presidente do Vox Populi analisa a herança política de Serra

Eis artigo de Marcos Coimbra, sociólogo e presidente do Instituto Vox Populi, que está publicado no Correio Braziliense desta quarta-feira. O título é bem sugestivo: “O Desafio dos tucanos”. Confira:

As eleições mal acabaram e são visíveis as feridas deixadas pela candidatura Serra no conjunto das oposições. Ela foi ruim para todas e, em especial, para seu partido. O PSDB foi afetado de várias maneiras.

Depois de uma derrota, é natural que os partidos levem tempo para se recuperar. Salvo, no entanto, quando são acachapantes, não é raro que elas os façam até crescer, ao revigorar o espírito de corpo de seus integrantes e fortalecer a militância. Vencer é bom, mas costuma conduzir ao comodismo e às brigas internas pelo poder. Perder, às vezes, lhes enrijece o ânimo.

Não é isso que estamos vendo na oposição. Pelo contrário, ela sai da eleição presidencial mais dividida, menos orgânica e mais enredada nos problemas que ela própria criou ao longo do ano.

Seria fácil atribuir ao ex-candidato a responsabilidade por tudo que aconteceu. Em parte, é correto cobrar dele o modo como se comportou, as escolhas de estratégia e tática, o discurso adotado. Afinal, com o centralismo e a indiferença à opinião de seus companheiros que caracterizaram a campanha Serra, só ele pode ser culpado por seus equívocos.

Mas de uma coisa não se pode incriminar José Serra: a opção por seu nome. Por mais que tivesse meios para influenciar seus correligionários, por mais que pudesse fazer com que um ou outro dos partidos da oposição o apoiassem, a decisão de torná-lo candidato não foi dele. Ou seja: o grande erro das oposições este ano foi da direção dos partidos e não seu.

Em retrospecto, é difícil entender porque houve tanta incompetência na condução do processo de escolha do nome que as oposições apresentariam.

Que Serra desejava a indicação era evidente, pois ele nunca escondeu que seu único propósito na vida (política) era chegar à Presidência. Daí, no entanto, nada deveria decorrer para o cálculo das oposições. Era no conjunto das forças oposicionistas, políticas e na sociedade, que as lideranças deveriam ter pensado, e não nas preferências e nos projetos pessoais do ex-governador. O fato de ele querer ser candidato (e ter amigos na imprensa que o defendiam) era apenas um argumento em seu favor, que não deveria ser conclusivo.

Não há lugar melhor para ver as sequelas da candidatura Serra que em São Paulo. Lá, a transição entre os governos Serra/Goldman e Alckmin acontece sob o signo de profundas discordâncias, parecidas com as que presenciamos quando os dois estavam em lugares inversos.

Quem semeia ventos, colhe tempestades. Quando assumiu o governo do estado em 2007, Serra foi tudo, menos elegante em relação a seu antecessor. Alckmin teve que ouvir, calado, as críticas de Serra à sua gestão, ainda que contasse com a aprovação de mais de 80% da opinião pública.

Agora, Alckmin devolve a fatura, na mesma moeda. O serrismo e os serristas estão indo embora e sendo substituídos por quem sempre esteve do lado do governador eleito. A turma e as ideias de Serra (que nunca contaram com respaldo popular comparável ao de Alckmin) tiveram vida curta.

Foi inútil a tentativa de atrair o futuro governador, dando-lhe, em 2009, um cargo simbólico (e secundário) no governo estadual. Embora os jornalistas tucanos achassem que Serra havia feito uma manobra de mestre, sua desconsideração não fora esquecida por Alckmin. Um dia, ele apresentaria a conta. É o que está fazendo.

Serra exibe essa mesma força desagregadora no plano nacional. Assim como não conseguiu unificar o PSDB paulista, sua atuação atrapalha a rearticulação nacional indispensável às oposições. Oferecer-se para dirigir o PSDB e se colocar como pré-candidato, desde já, à sucessão de Dilma, só serve para paralisar o partido, no momento em que precisa romper com o passado e (re)adquirir rosto contemporâneo.

Mas a pior sequela da candidatura Serra está em seus efeitos na sociedade. Ele e seus simpatizantes na grande imprensa estimularam um nível de animosidade e beligerância entre as pessoas que não cedeu depois da eleição, apesar dos gestos de conciliação da presidente eleita. A mão que ela estendeu permaneceu no ar, pois ele se recusou a aceitá-la.

Não é pequeno o trabalho que as novas lideranças da oposição têm pela frente. A primeira tarefa é acabar com a herança de Serra.

Cid Gomes reage contra "megabloco" do PMDB e convoca brasileiros a implodí-lo

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O governador Cid Gomes (PB) usou o Twitter, nas últimas horas, para reagir contra a decisão do PMDB de criar um “megabloco” na Câmara dos Deputados tendo o apoio do PR, PP, PTB e PSC. O objetivo dessa articulação, segundo lideranças partidárias, é uma atuação conjunta para a próxima legislatura.

“Os brasileiros de bem estão no dever de implodi-lo”, afirmou Cid Gomes, considerando que “a formação deste “megabloco”, melhor talvez MEDABLOCO, é uma audaciosa ameaça ao futuro governo.” Nas entrelinhas, Cid expõe o temor de ver o Governo Dilma Rousseff virar refém dos desejos do PMDB, que tem seu presidente nacional, Michel Temer, como vice-presidente. 

Esse “megabloco” foi fechado nesta terça-feira e, de acordo com lideranças, contará com 202 deputados. Contudo, o PT, principal aliado do PMDB, ainda não foi procurado para se juntar ao grupo. Na semana passada os dois partidos selaram um acordo para que nenhum “avance” sobre o território do outro na montagem do ministério da futura presidente Dilma Rousseff (PT).

Além disso, a estratégia, liderada pelo líder Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que é candidato à presidência da Casa, é isolar os petistas e ganhar força na eleição do ano que vem. Mas o PT também quer a vaga. Pela legenda, são candidatos Cândido Vaccarezza (SP), Marco Maia (RS), João Paulo Cunha (SP) e Arindo Chinaglia (SP).

PMDB fecha "megabloco" na Câmara

Um “megabloco” foi fechado nesta terça-feira entre PMDB, PR, PP, PTB e PSC visando uma atuação conjunta para a próxima legislatura na Câmara Federal. De acordo com os líderes dessas cinco legendas, o bloco contará com 202 deputados. Contudo, o PT, principal aliado do PMDB, ainda não foi procurado para se juntar ao grupo.

Na semana passada os dois partidos selaram um acordo para que nenhum “avance” sobre o território do outro na montagem do ministério da futura presidente Dilma Rousseff (PT). Além disso, a estratégia, liderada pelo líder Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que é candidato à presidência da Casa, é isolar os petistas e ganhar força na eleição do ano que vem.

Mas o PT também quer a vaga. Pela legenda, são candidatos Cândido Vaccarezza (SP), Marco Maia (RS), João Paulo Cunha (SP) e Arindo Chinaglia (SP).

(Folha Online)