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CDL debate nesta quarta-feira a Reforma Tributária

A Câmara de Dirigentes Lojistas de Fortaleza vai debater, a partir das 12 horas, desta quarta-feira, em sua sede, o projeto de reforma tributária aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados na última quarta-feira. O projeto é do deputado Baleia Rossi, líder do MDB, e foi baseado nas ideias do economista Bernard Appy, que defende a tese do imposto único.

Diego Martins, especialista em Direito e Processo Tributário, abordará o tema “Reforma Tributária. A salvação do Brasil?”. Também participarão Átila Lira, empresário do Grupo Construtop, e o presidente da Associação dos Contadores do Estado do Ceará, Daniel Sales.

A ação faz parte da programação do Dia Livre de Impostos, realizado em Fortaleza pela CDL Jovem, com o objetivo de deixar claro para o consumidor como a alta tributação afeta seu poder de compra.

Dia Livre de Impostos

Na quinta-feira, durante o horário normal de funcionamento, 140 estabelecimentos comerciais de Fortaleza estarão oferecendo produtos selecionados com desconto referente a taxação. “Dessa forma, o consumidor vai perceber que essa diferença é o que ele paga de imposto. Muitas vezes ele não percebe isso por conta de ser tudo embutido no preço. É essa conscientização que queremos provocar tanto em quem vende quanto em quem compra. O peso real dos tributos na vida de cada um”, explica o presidente da CDL Jovem, Cabral Neto.

Lançamentos imobiliários cresceram 4,2% no primeiro trimestre

Os lançamentos imobiliários no país tiveram aumento de 4,2% no primeiro trimestre de 2019 na comparação com o mesmo período do ano passado, aponta levantamento da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC). Em relação ao último trimestre de 2018, no entanto, houve queda de 62,5%. As vendas, por sua vez, cresceram 9,7% nos três primeiros meses do ano em relação ao primeiro trimestre do ano passado, e caíram 18,9% em relação ao último trimestre de 2018.

De acordo com a entidade, os melhores indicadores do setor são verificados nos trimestres pares, o segundo e o quarto, e por isso a diferença em relação aos meses imediatamente anteriores. “Há uma tendência clara do aumento de lançamento, do aumento de vendas [nos trimestres pares]”, disse José Carlos Martins, presidente da CBIC.

A oferta final disponível, outro indicador que compõe o levantamento, registrou queda de 8,6% em relação ao primeiro trimestre de 2018, com um total de 120.422 unidades. Desse total, 29% são de imóveis prontos, 47% em construção e 24% na planta. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve queda no número de imóveis prontos para venda, de 32% para 29%.

“Para nós é muito importante esses 3%, significam aproximadamente 3,5 mil unidades que estavam prontas, estavam no patrimônio das empresas, na dívida delas, e é importante que os imóveis prontos vão se reduzindo”, avaliou Celso Luiz Petrucci, presidente da Comissão da Indústria Imobiliária da CBIC.

Na análise por região, a maioria das unidades foi lançada no Sudeste, com 46,8% do total e foi responsável pela venda de 52,6%. Em seguida está o Nordeste, onde foram lançadas 26,6% do total de unidades e vendidas 23,1%. O Sul lançou 14,2% e vendeu 13,7% das unidades disponíveis. No Centro-Oeste foram lançadas 10,9% das unidades e vendidas, 7,9%. A região Norte reuniu 1,5% dos lançamentos e 2,4% das vendas.

O levantamento foi feito em 23 regiões em todas as partes do país, que representam 41% do mercado imobiliário.

(Agência Brasil)

VAMOS NÓS – O problema no setor é que há estoque demais e emprego de menos.

Gabriel Diniz – Velório e enterro acontecerão em João Pessoa

O cantor e compositor Gabriel Diniz que morreu nesta segunda-feira (27), aos 28 anos, na queda de um avião de pequeno porte na região da Praia do Saco, em Estância, Sergipe, no início desta tarde, terá velório em João Pessoa, na Paraíba. Ali, ele viveu desde a infância e recebeu, em abril passado, título de cidadão paraibano. O enterro também ocorrerá na Capital paraibana.

Gabriel ficou conhecido nacionalmente após lançar a música Jenifer, em janeiro deste ano. Na noite de ontem (26), o cantor fez show em Feira de Santana, na Bahia.

Além do cantor, os dois pilotos também morreram no acidente. De acordo com a Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, os três corpos foram resgatados e estão em deslocamento para Aracaju, capital sergipana, onde darão entrada no Instituto Médico Legal.

(Com Agência Brasil)

Contas externas têm saldo negativo de US$ 62 milhões no mês de abril

 

O déficit em transações correntes (compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações) chegou a US$ 62 milhões, segundo dados divulgados hoje (27), pelo Banco Central (BC). O resultado ficou próximo do registrado em igual mês de 2018: déficit de US$ 61 milhões.

De janeiro a abril, o déficit chegou a US$ 8,225 bilhões, contra US$ 9,062 bilhões em igual período do ano passado.

Entre os dados das contas externas está a balança comercial, que registrou superávit de US$ 5,539 bilhões, em abril e acumulou US$ 14,899 bilhões, nos quatro meses do ano.

Por outro lado, a conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) registrou saldo negativo de US$ 3,019 bilhões, em abril, e de US$ 9,707 bilhões, no primeiro quadrimestre.

A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), que também faz parte das transações correntes, ficou negativa em US$ 2,854 bilhões no mês passado e em US$ 14,324 bilhões, em quatro meses.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 272 milhões, em abril, e de US$ 906 milhões, em quatro meses.

Investimento estrangeiro

Em abril, o resultado negativo para as contas externas foi totalmente coberto pelos investimentos diretos no país (IDP). Quando o país registra saldo negativo em transações correntes precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior.

A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o IDP, porque os recursos são aplicados no setor produtivo. No mês passado, o IDP chegou a US$ 6,957 bilhões. Em igual mês de 2018, esses investimentos chegaram a US$ 2,970 bilhões. No primeiro quadrimestre, esses investimentos totalizaram US$ 28,069 bilhões, contra US$ 23,892 bilhões em igual período do ano passado.

(Agência Brasil)

Encceja 2019 – Inscrições terminam na próxima sexta-feira

Terminam, na próxima sexta-feira (31), as inscrições para o Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja) 2019. A inscrição é gratuita e deve ser feita pela internet. Jovens e adultos que não terminaram os estudos na idade adequada podem fazer o exame para obter a certificação de conclusão do ensino fundamental ou médio.

Os interessados no certificado do ensino fundamental precisam ter, pelo menos, 15 anos completos na data da prova. Para o certificado do ensino médio, a idade mínima exigida é 18 anos.

As provas serão aplicadas no dia 25 de agosto em 611 municípios. Serão quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, e uma redação. A nota mínima exigida para obtenção da proficiência é de 100 pontos nas provas objetivas e de cinco pontos na redação.

Os resultados podem ser usados de duas formas. Quem conseguir a nota mínima exigida em todas as provas tem direito à certificação de conclusão do ensino fundamental ou do ensino médio. Aqueles que alcançarem a nota mínima em uma das quatro provas, ou em mais de uma, mas não em todas, terão direito à declaração parcial de proficiência.

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) disponibiliza na página do Sistema Encceja apostilas com material de estudo para os participantes de nível fundamental e médio.

Edital em Libras

Uma novidade desta edição será uma versão do edital em Libras. Outra mudança é que o participante que já teve laudo médico aprovado em outras edições não precisa apresentar novo laudo durante a inscrição. Participantes surdos, deficientes auditivos e surdocegos devem indicar, durante a inscrição, se usam aparelho auditivo ou implante coclear.

Caso o interessado tenha feito a inscrição para a edição anterior e tenha faltado, será preciso justificar o motivo da ausência em 2018.

(Agência Brasil)

Artur Bruno – “Meio ambiente: condição de futuro”

Com o título “Meio ambiente: condição de futuro”, eis artigo do secretário do Meio Ambiente e Sustentabilidade do Ceará, Artur Bruno. Ele analisa o cenário atual da política ambiental do País. Não está otimista. Confira:

No dia 8 de maio último, ex-ministros do Meio Ambiente se reuniram em São Paulo para lançar um alerta à sociedade. No documento, eles lembraram que um dos grandes desafios do século XXI é a implementação do desenvolvimento sustentável, conforme aprovação da Agenda 2030, na Assembleia-Geral da ONU, com o apoio de 195 países.

Na década de 1970, o Brasil deu importantes passos na institucionalização da questão ambiental com a criação da Secretaria Especial de Meio Ambiente (Sema), em 1973, e com a Lei da Política Nacional do Meio Ambiente, em 1981, ainda no regime militar. Na Constituição Federal de 1988, o Brasil tornou-se um dos primeiros países a tratar com destaque a questão ambiental em vários dispositivos constitucionais.

Infelizmente, o atual governo federal pôs em prática uma política de…

*Confira a íntegra do artigo de Artur Bruno no O POVO aqui.

(Foto – Ethi Arcanjo).

Brasileiros gastaram menos em viagens ao Exterior em abril

Os gastos de brasileiros em viagens ao exterior estão menores. De acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (27), essas despesas totalizaram US$ 1,493 bilhão, em abril, com redução de 2,93% em relação ao mesmo mês de 2018.

Nos quatro meses de 2019, esses gastos chegaram a US$ 5,809 bilhões, uma queda de 10,22% em relação a igual período do ano passado.

As receitas de estrangeiros em viagem ao Brasil também se reduziram. Em abril, chegaram a US$ 472 milhões, com redução de 5,41% em relação ao mesmo mês do ano passado. No primeiro quadrimestre, as receitas chegaram a US$ 2,283 bilhões, 6,17% menor do que nos quatro meses de 2018.

Com esses resultados, a conta de viagens formada pelos gastos dos brasileiros e as receitas dos estrangeiros ficou negativa em US$ 1,021 bilhão em abril e em US$ 3,525 bilhões, nos quatro meses do ano.

Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, o dólar mais caro está levando à redução dos gastos de brasileiros no exterior. “Fica mais caro viajar ao exterior”.

As viagens internacionais fazem parte da conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) das transações correntes (compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações).

Em abril, as transações correntes tiveram déficit de US$ 62 milhões, resultado próximo do registrado em igual mês de 2018: déficit de US$ 61 milhões. De janeiro a abril, o déficit chegou a US$ 8,225 bilhões, contra US$ 9,062 bilhões em igual período do ano passado.

“Embora as transações tenham sido estáveis, houve pequena melhora na balança comercial e redução no déficit na conta de renda primária. Esses dois fatores foram contraposto pelo aumento no déficit na conta de serviços”, disse Rocha.

A balança comercial registrou superávit de US$ 5,539 bilhões, em abril e acumulou US$ 14,899 bilhões, nos quatro meses do ano.

A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários) ficou negativa em US$ 2,854 bilhões no mês passado e em US$ 14,324 bilhões, em quatro meses.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 272 milhões, em abril, e de US$ 906 milhões, em quatro meses.

A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) registrou saldo negativo de US$ 3,019 bilhões, em abril, e de US$ 9,707 bilhões, no primeiro quadrimestre.

(Agência Brasil)

Sobral terá parque com nome de Belchior

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O prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT), vai batizar com o nome do cantor e compositor Belchior o novo parque em construção no município em parceria com o Governo do Estado.

Depois do Parque da Lagoa da Fazenda, do Parque da Cidade e do Parque Pajeú, será entregue, nos próximos dias, o Parque Belchior, que a prefeitura constrói no entorno da antiga estação ferroviária. Belchior, bom lembrar, é sobralense.

Além da Escola Municipal de Belas Artes, que funcionará no prédio da antiga estação, a área receberá outros equipamentos que estão sendo incorporados àquela área, tais como, passarela de pedestres, pista de skate, areninha, quadra de tênis, além do novo terminal de passageiros de vans e transportes alternativos quem trazem visitantes diariamente dos distritos e cidades vizinhas.

(Foto – Divulgação)

Bolsonaro vai defender reforma da Previdência em programas do SBT

Depois de dar uma entrevista ao programa Domingo Espetacular, da Rede Record, o presidente Jair Bolsonaro voltará à televisão nesta segunda-feira.

Posando numa espécie de garoto-propaganda das suas reformas e, em especial, a da Previdência, ele grava para o SBT. Mais precisamente para o Programa do Ratinho e o The Noite, do Danilo Gentilli.

(Com Agências/Foto -Agência Brasil)

Inflação da construção civil cai para 0,09% em maio

O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M), calculado pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou inflação de 0,09% em maio.

A taxa é menor que a de abril (0,49%). O INCC-M acumula 1,36% no ano e 4,09% em 12 meses.

A taxa referente aos materiais e equipamentos ficou em 0,2%. O item que mais influenciou o índice foi o material para pintura, com alta de preços de 0,63%. Já os serviços tiveram 0,09%.

A taxa referente à mão de obra variou apenas 0,01%. A mão de obra especializada foi a que registrou maior variação (0,04%).

(Agência Brasil)

Antonio Mourão Cavalcante – “Vale a pena ver de novo?”

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Com o título “Vale a pena ver de novo?”, eis artigo de Antonio Mourão Cavalcante, professor universitário, médico e antropólogo. “Não precisamos de salvadores. Queremos gestores que sejam capazes de assumir nossos sonhos, sem embustes”, diz o texto. Confira:

Jânio da Silva Quadros foi o 22º Presidente do Brasil. Tomou posse em janeiro de 1961 e durou menos de nove meses. Renunciou. Pensava voltar triunfalmente, impondo suas idéias e projetos ao Congresso Nacional. Entretanto, ele não tinha maioria nem em seu próprio partido, a UDN. Era tido como afoito e identificado com forças progressistas. Ganhou a eleição quase na marra, um furacão. O símbolo de sua campanha era a vassoura. Ia limpar toda corrupção do país. “O homem da vassoura vem ai!” bradava o slogan de sua propaganda eleitoral. Foi ao vento, perdeu o assento! A renúncia de Jânio abriu caminho para uma longa crise institucional que culminou com o fechamento do Congresso e a tomada do poder por um golpe militar. Estávamos em março de 1964.

Depois de um longo silêncio eleitoral, criada a nova Constituição, escolhemos um novo presidente. Eleito como um verdadeiro trator: Fernando Collor de Melo, pouco expressivo governador do estado de Alagoas. Seria o reencontro do Brasil com seu próprio destino. Collor pregava a favor dos pobres, contra a corrupção. Era o líder dos descamisados!… Igualmente, um contundente discurso contra a corrupção. Pauta tão ao gosto das forças conservadoras e assunto querido da classe média urbana. Collor manifestava um desprezo para com a classe política – leia-se grandes partidos políticos – e, afronta ao Congresso Nacional. O grande sonho de Collor era enquadrá-lo à sua vontade. Fez-se vitorioso, derrotou grandes caciques da política nacional: Ulisses Guimarães, Brizola e, finalmente, Lula. Surgiu como um incômodo para o Congresso. Não demorou muito e a crise evoluiu para um processo de impeachment. Choveram denúncias encima do valente Collor de Melo. Não pode resistir e renunciou.

Agora, temos um novo governo – Jair Messias Bolsonaro – que guarda semelhanças muito fortes com estes dois antecessores. Uma candidatura que também surge sem respaldo de partido político consistente. Aliás, demonstrando desprezo pela classe política. Muito comum insinuar que todo político é ladrão. Que ele não faz acordo com a velha política. Isso, apesar dele próprio, ter estado como deputado federal por mais de 27 anos. Alimenta uma confrontação frontal com o Congresso. Surge, quase diariamente, com propostas beirando a insanidade. Tem um conjunto de suportes sociais díspares. Faz um malabarismo profético e arriscado. Parece apostar no caos. Em menos de cinco meses, já apresenta inquietantes fissuras em seu arcabouço de sustentação.

Por que somos parceiros de tão fatídica História? Aonde foi que erramos? O que falta em nosso sistema de representatividade? Por que fazemos tantas escolhas insensatas?

Primeiro. Falta uma consciência histórica que estamos – qual como o povo hebreu, descrito no Antigo Testamento – rodando em um mesmo trajeto político por anos e anos. Aborrecidos com governos anteriores, fazemos escolhas insensatas, fantasiosas, mágicas. Como é que uma criatura sozinha pode transformar a realidade de um país? Devemos executar um projeto nacional por nós mesmos, discutido e especificado. Depois, vamos escolher quem pode executar esse desiderato. Não precisamos de salvadores. Queremos gestores que sejam capazes de assumir nossos sonhos, sem embustes. Pensar nisso exige uma escolha mais sensata, sem tanto emoção sensacionalista, sem engodos e amarras.

Quem não aprende com sua própria História, tende a repeti-la em tragédia.

*Antonio Mourão Cavalcante,

Médico, antropólogo e professor universitário.

Martinho da Vila e a “Bandeira da Fé”

O cantor e compositor Martinho da Vila deixou Fortaleza na madrugada desta segunda-feira. Aqui, ele esteve se apresentand nessa noite de domingo, no Cineteatro São Luiz.

Ele percorre o País com o álbum Bandeira da Fé (Sony Music), reunindo uma banda jovem e moderna misturada à sabedoria e história de Martinho da Vila.

Martinho, em conversa rápida com a reportagem do Blog, disse estar muito feliz por percorrer o País que jamais deixou de ter espaços para o samba. Aos 81 anos, mostra vitalidade e o espírito boa praça de sempre.

Sobre o cenário político nacional, preferiu abrir uma boa gargalhada e tomar a rota do Rio.

(Foto – Paulo MOska)

Presidente da Fiec reforça apelo por reforma da Previdência Já

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A Confederação Nacional da Indústria fará reunião, nesta terça-feira, em Brasília, com o objetivo de reforçar sua pregação em favor das reformas necessárias para que o País retome o crescimento da economia.

O presidente da Federação das Indústrias do Ceará, Beto Studart, participará do encontro, na condição de conselheiro, mas, também engajado no grupo dos dirigentes de federações do Nordeste que querem celeridade principalmente na reforma da Previdência.

Em suas redes sociais, a Fiec divulga vídeo de Beto Studart sobre o assunto.

Sindicato dos Servidores de Fortaleza inicia campanha na mídia contra a Nova Previdência

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O governo Bolsonaro começou sua propaganda pró-Nova Previdência na mídia. O movimento sindical também. E batendo.

É o caso, por exemplo, do Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Fortaleza, que iniciou campanha no rádio e TV e com outdoors nas ruas, com direito a adesivaços.

A ordem é bater na reforma da Previdência e alertar a população para possíveis retrocessos, diz a diretoria do Sindifort, que faz parceria nessa ação com a Intersindical.

Mercado reduz pela 13ª vez projeção do crescimento da economia

O mercado financeiro segue reduzindo a estimativa de crescimento da economia este ano. Pela 13ª vez seguida, caiu a projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Desta vez, a estimativa foi reduzida de 1,24% para 1,23%. Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022.

Os números são do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em perspectivas de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC).

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), foi mantida em 4,07% este ano, em 4%, em 2020, e em 3,75%, em 2021 e 2022.

A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção permanece em 7,25% ao ano. Para o fim de 2021, a previsão foi mantida em 8% ao ano e para o final de 2022, segue em 7,50% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no fim de 2019 e de 2020.

(Agência Brasil)

Começa a V Semana Nacional de Conciliação Trabalhista

Começou, nesta segunda-feira, e vai até 31 de maio a V Semana Nacional da Conciliação Trabalhista, que neste ano tem como slogan “Menos Conflitos. Mais Soluções: com a conciliação o saldo é sempre positivo”. A realização é do Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), em parceria com os tribunais regionais do Trabalho de todo o país, a iniciativa tem como objetivo dar mais celeridade à solução de conflitos trabalhistas.

Durante a semana, a Justiça do Trabalho ampliará o número de audiências entre empregadores e empregados, na tentativa de obter o maior número possível de acordos.

“A solução amigável dos conflitos trabalhistas é a forma mais rápida, vantajosa e moderna para a solução dos litígios”, avaliou, em nota divulgada pelo Tribunal Superior do Trabalho (TST), o coordenador da Comissão Nacional de Promoção à Conciliação da Justiça do Trabalho e vice-presidente do TST, ministro Renato de Lacerda Paiva.

Segundo o TST, nas quatro primeiras edições do evento, foram contabilizados mais de 700 mil atendimentos, cerca de 102 mil acordos consolidados e uma movimentação de recursos superior a R$ 2 bilhões.

SERVIÇO

*Para participar da 5ª Semana, os interessados devem entrar em contato com o Tribunal Regional do Trabalho de origem. Para acessar a lista dos TRTs, clique aqui.

 

Editorial do O POVO: ” Excessos à parte, a força das ruas”

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Em Fortaleza, concentrou-se na Praça Portugal, bairro Aldeota.

Com o título “”Excessos à parte, a favor das ruas”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira. Aborda as manifestações pró-Bolsonaro desse domingo no País. Confira:

É sempre saudável a uma democracia que o povo vá às ruas manifestar sua opinião, defender suas ideias e prioridades, criticar agentes públicos dentro do limite oferecido pelo exercício pleno da cidadania. O Brasil assistiu tal fato acontecer ao longo do dia de ontem, com milhares de pessoas ocupando as ruas de cidades espalhadas pela totalidade dos estados da federação para manifestarem apoio ao governo de Jair Bolsonaro e pressionarem os poderes Legislativo e Judiciário diante de resistências que ele estaria encontrando para levar adiante uma agenda de reformas.

Fortalece o ambiente da democracia, reforçando o tema, que tudo aconteça sob a mais completa normalidade, sem alteração da vida das cidades ou registro de qualquer ato de violência. Deu-se tudo dentro da mais absoluta ordem, inclusive em relação aos eventos acontecidos em Fortaleza e nas outras cidades cearenses que registraram mobilizações em apoio ao governo e à sua pauta político-administrativa. Neste aspecto, sem dúvida, um dia como o de ontem faz o País avançar mais um passo no rumo de consolidar sua condição democrática.

O problema está na presença de manifestantes…

*Confira a  íntegra do Editorial do O POVO aqui.