Blog do Eliomar

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Preços da gasolina e do diesel vão subir nesta quarta-feira nas refinarias

O preço da gasolina comercializada nas refinarias terá uma redução de 0,1% nesta quarta-feira (3), de acordo com informação divulgada pela Petrobras. O diesel, por sua vez, terá um aumento de 0,6%. É a primeira variação de preço dos dois combustíveis em 2018. A última oscilação ocorreu no sábado (30 de dezembro), quando a gasolina aumentou 1,9% e o diesel 0,4%.

As variações de preço fazem parte do modelo de reajustes frequentes praticados pela Petrobras, “em busca de convergência no curto prazo com a paridade do mercado internacional”, segundo a estatal.

“Analisamos nossa participação no mercado interno e avaliamos frequentemente se haverá manutenção, redução ou aumento nos preços praticados nas refinarias. Sendo assim, os ajustes nos preços podem ser realizados a qualquer momento, inclusive diariamente”, acrescenta a empresa.

O preço final ao consumidor, nas bombas, dependerá de cada empresa revendedora e dos próprios postos de combustíveis. O histórico das últimas variações praticadas pela Petrobras está disponível na página da estatal na internet.

(Agência Brasil)

Governo do Rio Grande do Norte quer prorrogação da presença das Forças Armadas no Estado

O governo do Rio Grande do Norte vai pedir a prorrogação da presença das Forças Armadas no Estado, informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta terça-feira. A missão termina no dia 12, mas a redução no número de homicídios desde a chegada dos militares, na sexta (29), será usada como argumento –os casos caíram de 18 para um na primeira madrugada de 2018.

Aliados do governador Robinson Faria (PSD) dizem que a greve de policiais também tem ligação com a disputa eleitoral deste ano. A questão salarial, afirmam, dá impulso a provável candidatura do PT ao governo potiguar e de militares reformados que estão à frente dos sindicatos da categoria.

Ceará vai se apresentar nesta terça-feira para começo da pré-temporada

O time do Ceará vai se apresentar, nesta tarde de terça-feira, no Estádio Carlos de Alencar Pinto, para o início de sua pré-temporada. Com calendário recheado, o Vovô tem pela frente cinco competições em 2018: Campeonato Cearense, Copa do Nordeste, Copa do Brasil, Fares Lopes e Série A.

Foram 14 reforços apresentados nas últimas semanas, além de oito renovações. Fernando Henrique, Ricardinho, Pedro Ken, Rafael Carioca, Pio, Elton, Rafael Pereira e Luiz Otávio renovaram. Renan, Leandro Silva, Renato, Ernandes, Bruno Pires, Denílson, Naldo, Parrudo, Javier Reina, Leandro Canhoto, Luidy, Romário, Douglas Coutinho e Felipe Azevedo contratados.

Apostas

Como fez no começo de 2017, o Ceará promove mais uma vez o laboratório de atletas. No ano que passou, um dos grandes destaques da equipe, atacante Lima, oriundo das categorias de base do Grêmio, veio como aposta e não saiu mais da equipe titular. Neste ano, quatro apostas foram anunciadas: o zagueiro Denílson, volante Parrudo, o meia Leandro Canhoto e o atacante Romário – revelado no próprio alvinegro.

Confira o elenco do Vovô

Goleiros: Éverson, Renan, Fernando Henrique
Lateral-direito: Tiago Cametá, Renato, Leandro Silva
Lateral-esquerdo: Ernandes, Rafael Carioca
Zagueiros: Bruno Pires, Denílson, Rafael Pereira, Valdo e Luiz Otávio
Volantes: Richardson, Jackson Caucaia, Raul, Pio, Naldo, Parrudo, Pedro Ken
Meias: Javier Reina, Leandro Canhoto, Ricardinho
Atacantes: Clemer, Roberto, Alex Amado, Rafinha, Arthur, Luidy, Elton, Romário, Douglas Coutinho, Felipe Azevedo.

DETALHE – Com a não permanência do meia Lima, que retornou para o Grêmio, e do atacante Leandro Carvalho, que foi vendido ao Botafogo/RJ pelo Paysandu, o time busca agora mais dois reforços ofensivos com as mesmas características dos atletas que não permaneceram.

(Repórter Matheus Victor)

PT fará inauguração do viaduto Dona Marisa Letícia que foi vetado por João Doria

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O PT vai organiza uma inauguração extraoficial do viaduto Dona Marisa Letícia, que fica na Zona Sul de São Paulo. A data: dia 15 próximo, informa a coluna Painel, da Folha de São Paulo desta terça-feira.

Segundo a direção petista, o ato será uma resposta ao prefeito João Doria (PSDB), que mandou cancelar o lançamento da obra, marcado para esta quarta-feira.  A homenagem à mulher de Lula, morta em fevereiro de 2017, foi assinada pelo prefeito interino Milton Leite (DEM).

Na Câmara Municipal paulista tramita um projeto de lei do vereador Fernando Holiday (DEM), que quer tirar o nome de Marisa Letícia do viaduto.

(Foto – Leonardo Benassatto – Folhapress)

O Brasil de 2018 – O que teremos pela frente

O ano deve marcar o desfecho de questões que se desenrolam há dois, três, até quatro anos. Será divisor de águas na política, com definição importante ainda este mês. Três pontos cruciais:

1) Julgamento de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), em janeiro.

2) Votação da reforma da Previdência, marcada para fevereiro.

3) Eleições, em outubro, com campanha a partir de agosto.

Estes três momentos definirão o futuro político do Brasil e influenciarão os anos seguintes. Observemos um a um.

Julgamento de Lula

Marcado para 24 de janeiro, é o ponto culminante, do ponto de vista político, da cadeia de acontecimentos desencadeada em 2014, com a eclosão da operação Lava Jato.

A relevância: envolve o líder das pesquisas de intenção de voto. Será determinante para definir se Lula poderá ou não ser candidato. Todo o cenário eleitoral depende dessa questão.

Possibilidades: se Lula for condenado e impedido de concorrer, a eleição muda completamente. A migração de votos é incerta e haverá muita gente de olho no voto de centro-esquerda. Ciro Gomes (PDT) tentará atrair esse eleitor. Até Geraldo Alckmin (PSDB) tenderá a aprofundar o discurso para o eleitor mais à esquerda. Por outro lado, se Lula concorre, é praticamente certo que irá ao segundo turno. A campanha, então, passa a ser uma corrida para definir quem será o anti-Lula e quem terá mais chances de batê-lo.

O prognóstico: tudo indica que Lula será condenado. O Ministério Público pedirá que o registro da candidatura seja cassado. O que tende a ser confirmado. Claro que o quadro é incerto, mas os sinais emitidos do Tribunal Regional Federal em Porto Alegre sugerem que a Justiça não permitirá que o petista seja candidato. A interrogação maior é se vão determinar a prisão de Lula ou não.

Reforma da Previdência

É a a grande tarefa a que se propôs o governo Michel Temer (PMDB). A mais importante para ele, a mais difícil de alcançar, a que mais desagrada os adversários. A intenção do Palácio do Planalto é começar a votar em fevereiro. Não será fácil e quanto mais demorar, mais complicado ficará.

O tema será uma constante na campanha, em qualquer cenário. Se a reforma for aprovada, haverá o embate entre os defensores das mudanças e os críticos que apontarão a retirada de direitos dos trabalhadores. Fotos dos parlamentares que votaram a favor serão espalhadas em outdoors. Se a reforma não for aprovada, o assunto talvez tenha peso ainda maior. Um dos assuntos centrais da campanha passará a ser a posição do futuro presidente. Com pressões intensas — contra e a favor — acerca da realização da reforma pelo governo que vier.

As Eleições

Tão imprevisível que o resultado da disputa presidencial pode ir desde alguém com o perfil de Lula, à esquerda, até o de Jair Bolsonaro (PSC). Os dois são os mais bem colocados nas pesquisas, mas parece improvável que qualquer dos dois vença. O petista tem considerável rejeição e, sobretudo, enfrenta muitos obstáculos para ser candidato. Bolsonaro tem tido dificuldade em encontrar partido e costurar condições que o tornem competitivo. De modo que poucas vezes um ano de eleição começou com tal nível de imprevisibilidade.

Oficial do 23º BC é encontrado morto em alojamento de Mossoró

Um oficial do Exército Brasileiro encontrado morto ontem em alojamento de Mossoró, no Rio Grande do Norte, era originalmente destacado no 23º Batalhão de Caçadores (23º BC), em Fortaleza. O tenente foi encontrado pela manhã em alojamento do Ginásio de Esportes Pedro Ciarlini, em Mossoró, onde funciona alojamento da “Operação Potiguar III”, que assumiu na semana passada o comando da Segurança Pública do Rio Grande do Norte.

Apesar de o Exército não ter divulgado nem o nome nem a patente do oficial, a imprensa da região confirmou que a vítima era um tenente, que foi encontrado com lesão feita por arma de fogo.

“Ainda não temos informações concretas. Mas o que já podemos informar é que não houve um crime”, disse o ministro da Defesa, Raul Jungmann, em entrevista coletiva feita na manhã de ontem em Natal. Segundo ele, o caso será investigado pelo Exército.

O tenente fazia parte de um reforço de 300 homens deslocados de Fortaleza e de Crateús para a operação do Rio Grande do Norte. Desde a semana passada, as Forças Armadas assumiram controle da segurança pública no estado, que enfrenta hoje greve de policiais militares.

Desde o início da paralisação, no dia 19 de dezembro, até a manhã de domingo (31), 94 mortes violentas haviam sido registradas no estado, a maioria na região metropolitana de Natal e Mossoró. Somente na última sexta-feira (29), antes do início da Operação Potiguar III, das Forças Armadas, 18 mortes foram contabilizadas.

No dia 30, já com os militares na rua das principais cidades, o número de mortes violentas caiu para 11. No dia 31, foram duas mortes. E após quase duas semanas registrando recordes nos índices de violência, o Rio Grande do Norte teve uma noite de réveillon considerada tranquila.

(Com Agências)

STF abre licitação para troca de carpetes por tapetes vermelhos

O Supremo Tribunal Federal abriu edital para trocar os carpetes da Corte. Serão 200 m² dos tapetes em azul para serem instalados nas salas das turmas e mais 397 m² do vermelho, para túneis de acesso, elevador privativo, para a escada do Salão Nobre e outros espaços. A informação é da Veja Online.

A própria Corte sugere que a empresa concorrente vá às instalações do STF para verificar qual é o tipo de tapete necessário. É exigido que todos sejam “idênticos” aos já instalados, para manter os padrões existentes.

Com relação aos tapetes vermelhos, pede-se ainda que todos sejam comprados no mesmo lote e da mesma empresa, porque serão instalados próximos uns aos outros e precisam ser iguais.

Novo salário mínimo impactará Prefeituras em mais de R$ 1,2 bilhão

O Projeto de Lei Orçamentária, já aprovado pelo Congresso Nacional e definido pelo presidente Michel Temer o valor de R$ 954,00 para o salário mínimo, terá consequências negativas sobre os cofres locais, alerta a Confederação Nacional de Municípios (CNM).

A entidade fez estudos e calcula que o impacto financeiro será de R$ 1,291 bilhões, referente apenas ao ano de 2018. Se for considerado o período desde 2003, quando a política de valorização do mínimo foi instituída, o valor acumulado chega a R$ 39,225 bilhões.

A preocupação do movimento municipalista reside no fato de que os municípios brasileiros abrigam mais de três milhões de funcionários, cuja remuneração está vinculada ao salário mínimo. Quando há reajuste, automaticamente o gestor municipal precisa reavaliar seu orçamento. Além disso, as aposentadorias e benefícios sociais também adotam como base os valores do mínimo.

Inicialmente, o governo federal havia sinalizado elevação do salário para R$ 979 no ano de 2018. Entretanto, recuou para R$ 965 em virtude da política de contingenciamento. Ainda assim, os Municípios de todo o país terão de enfrentar o aumento do gasto de pessoal, que poderá ser penalizado, tendo em vista os preceitos da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

SERVIÇO

*Conheça o estudo do CNM aqui.

360 empresas de médio porte já aderiram ao e-social, diz Receita

Em dezembro, 360 empresas de médio porte anteciparam a adesão ao eSocial, de acordo com a Receita Federal. No dia 8 de janeiro começa oficialmente a implantação do sistema e a adesão passa a ser obrigatória para 14 mil empresas na primeira etapa.

Segundo a Receita, todas as empresas que pediram antecipação, feita entre 4 e 20 de dezembro, integram grupos econômicos maiores, incluídos na primeira etapa do programa, ou seja, obrigados a adotar o eSocial até janeiro.

“O principal objetivo da antecipação é possibilitar um mesmo sistema de controle dos eventos trabalhistas para todas as empresas do conglomerado”, informou a Receita.

No total, as 14 mil empresas com adesão obrigatória ao eSocial em janeiro têm15 milhões de trabalhadores, um terço do total do país.

Prazos

No fim de novembro, a Receita Federal anunciou o cronograma de implantação do eSocial. A partir de janeiro de 2018, o sistema é obrigatório para entidades empresariais com faturamento no ano de 2016 acima de R$ 78 milhões. A segunda etapa terá início em 16 de julho de 2018 e abrangerá os demais empregadores, incluindo micro e pequenas empresas e microempreendedores individuais (MEIs). No caso dos entes públicos, o sistema será implantado a partir de 14 de janeiro de 2019.

As empresas que descumprirem o prazo estarão sujeitas a penalidades e multa. De acordo com a assessoria especial para o eSocial, o sistema está pronto para implantação. A adoção da adesão por fases é apenas uma forma de facilitar a adaptação das empresas.

Segundo a Receita, a expectativa é que o prazo seja cumprido. “É importante salientar que as empresas não precisam começar a transmitir seus eventos trabalhistas, dados cadastrais e tabelas no primeiro dia. O prazo para que os cadastros do empregador e as tabelas de rubricas estejam no eSocial só vence no final de fevereiro, ou seja, a empresa pode ir ajustando seus sistemas e transmitindo para a Base Nacional quando estiver com tudo ajustado”, informou o Fisco.

eSocial

O Sistema de Escrituração Digital das Operações Fiscais, Previdenciárias e Trabalhistas, batizado de eSocial, foi criado para desburocratizar e facilitar a administração de informações relativas aos trabalhadores, de forma a simplificar a prestação das informações referentes às obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas. Com o sistema, o governo pretende reduzir custos e tempo da área contábil das empresas na hora de executar 15 obrigações fiscais, previdenciárias e trabalhistas.

Com as informações coletadas por cerca de 8 milhões de empresas, será criado um banco de dados único, administrado pelo governo, abrangendo 18 milhões de empregadores e 44 milhões de trabalhadores.

(Agência Brasil)

Caucaia tem a segunda maior geração de empregos do Estado em novembro

Caucaia (Matheus Nunes) – O município de Caucaia ( Região metropolitana de Fortaleza ) ficou na segunda posição entre as cidades cearenses que mais geraram empregos
em novembro deste ano. Foram gerados 423 postos formais de
trabalho, segundo dados do Ministério do Trabalho.

O desempenho do município fez com que o Ceará fechasse o mês de novembro
em saldo positivo. Ao todo, o estado criou 2.388 empregos com
carteira assinada.

“Gerar emprego é gerar renda. É garantia de comida na mesa do nosso povo e
de que a nossa economia está bem. Esse não foi nosso primeiro resultado
positivo no ano nem será o último da nossa gestão”, avalia o
prefeito Naumi Amorim (PMB).

Salário mínimo será de R$ 954,00 a partir de 1º de janeiro

O salário mínimo em 2018 será de R$ 954, conforme decreto assinado hoje (29) pelo presidente Michel Temer. O novo salário valerá a partir de 1º de janeiro. O decreto sairá em edição extra do Diário Oficial da União ainda nesta sexta-feira.

O valor divulgado é R$ 11 menor do que o previsto inicialmente no orçamento de 2018, aprovado no Congresso no valor de R$ 965. O salário-mínimo atual é de R$ 937. O reajuste de 1,81% segue a previsão do Índice de Preços ao Consumidor (INPC).

(Agência Brasil)

Carlos Marun afirma que não abre mão de pedir apoio à reforma da Previdência

O ministro da secretaria de Governo, Carlos Marun, disse hoje (29), em Brasília, que não abrirá mão de pedir apoio à reforma da Previdência para todos os agentes públicos. Marun voltou a negar que tenha condicionado a liberação financiamentos em bancos públicos para os governadores ao comprometimento deles na busca de votos para aprovar a reforma da Previdência.

“A verdade é que não está sendo condicionado, mas também é verdade que não vamos abrir mão de pleitear o apoio dos agentes públicos e, especialmente, daqueles que estão sendo beneficiados por ações do governo”, disse, ao participar de cerimônia de assinatura da liberação de R$ 951,26 milhões em empréstimos da Caixa a campanhias estaduais de saneamento do Espírito Santo, Pernambuco, Goiás e Rio Grande do Sul.

Marun disse que não segue a cartilha do politicamente correto. “Nessa cartilha, não cabe muitas vezes a verdade, a necessidade de se falar em gratidão, mas cabe a hipocrisia e mentira”, disse. Ele comparou a nazistas quem estaria propagando “mentiras” sobre sua fala relacionada ao apoio à reforma da Previdência. “É como o nazismo em que uma mentira que se repete à exaustão e se transforma em verdade”, disse Marun.

Para o ministro foram propagadas duas mentiras. Uma delas seria a negação de que a Caixa tem como razão de existência a sua missão de “conduzir e executar políticas públicas”. “É mentira que a Caixa não existe para isso”, disse, ao lado do presidente da instituição financeira, Gilberto Occhi.

“Outra mentira é que estaria condicionando apoio a reforma da Previdência a qualquer ação governamental”, destacou. O ministro desafiou a encontrar em sua fala qualquer chantagem. “Não vão achar”, disse, durante a assinatura dos contratos.

Após participar da cerimônia, o ministro disse a jornalistas que vai pleitear apoio em conversas, tentando conscientizar sobre a necessidade de todos terem responsabilidade. “Para aprovar a reforma da Previdência temos que parar? Não. Temos que atuar e esperamos de todos os agentes públicos responsabilidade, mas não condicionando e não chantageando como, de forma de mentirosa, foi posto à população”, acrescentou. Marun garantiu que mesmo os governadores que não estão alinhados com a aprovação da reforma estão sendo beneficiados por ações do governo.

Durante a cerimônia, o governador de Goiás, Marconi Perillo, defendeu Marun. “Defendo que todo mundo ajude o Brasil e isso significa reciprocidade. Cabe a nós, que estamos sendo beneficiados com muitas ações do governo, ajudar.”

(Agência Brasil)

Feliz 2018! Temer assina MP liberando R$ 2 bilhões para municípios com dificuldade de caixa

O presidente Michel Temer assinou, nesta sexta-feira (29), medida provisória (MP) que libera R$ 2 bilhões da União para municípios que recebem recursos do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) e estão com dificuldades financeiras emergenciais. A MP ainda precisa ser aprovada pelo Congresso Nacional para ser validada como lei.

De acordo com a MP, o valor repassado a cada município será calculado conforme as regras do FPM, que considera o número de habitantes para a distribuição dos recurso e é entregue após aprovação do orçamento para esta finalidade.

O repasse deverá ser aplicado prioritariamente nas áreas de saúde e educação.

(Agência Brasil)
DETALHE – A Assessoria do Planalto confirma ter recebido ofício do presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (PMDB), que, antes de viajar para o Réveillon, solicitou esse apoio extra aos municípios. Eunício se comprometeu a dar celeridade à votação da MP, quando do retorno das atividades, em fevereiro.

Sai nova portaria sobre trabalho escravo

O Ministério do Trabalho publicou nesta sexta-feira (29) portaria que revê pontos polêmicos relativos à fiscalização e divulgação de empresas cuja atividade faz uso de trabalho em condições análogas à escravidão. Em outubro, o governo federal publicou outra portaria que alterava as regras para flagrante e a publicação da lista de empresas que teriam cometido essa prática. Na ocasião, o documento recebeu críticas de entidades nacionais e internacionais, que argumentavam que as novas regras tornavam mais díficil a fiscalização.

Com a publicação da portaria de hoje, o Ministério do Trabalho volta a adotar critérios já estabelecidos internacionalmente para definir o que vem a ser trabalho forçado, jornada exaustiva e condição degradante de trabalho, além de detalhar práticas que podem ser consideradas como retenção no local de trabalho. Comprovadas as situações previstas na portaria, o trabalhador vítima dessa prática terá o  direito ao seguro-desemprego.

A portaria anterior teve seus efeitos suspensos em outubro por meio de uma liminar concedida pela ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal (STF), sob a argumentação de que ela abriria margem para a violação de princípios fundamentais da Constituição – entre eles o da dignidade humana, do valor social do trabalho e da livre iniciativa.

Outro ponto revisto com a publicação da nova portaria está relacionado à publicização da chamada “lista suja”, contendo o nome de empresas condenadas por fazer uso de trabalho em condições análogas à escravidão.

Na portaria de outubro, essa publicação dependeria da participação de autoridades policiais na fiscalização e de um boletim de ocorrência feito por elas. Com isso, os auditores fiscais e especialistas afirmaram que teriam sua atribuição reduzida em situações de flagrante. De acordo com a portaria publicada recentemente, o Cadastro de Empregadores – a “lista suja” com a relação dos autuados em ação fiscal que tenha identificado trabalhadores submetidos a condições análogas às de escravo – será divulgado no site institucional do Ministério do Trabalho. A ressalva que a nova portaria faz é a de que essa publicação só poderá ser feita “após a prolação de decisão administrativa irrecorrível”.

Entre os conceitos apresentados pela nova portaria estão o de trabalho forçado: “aquele exigido sob ameaça de sanção física ou psicológica e para o qual o trabalhador não tenha se oferecido ou no qual não deseje permanecer espontaneamente”; o de jornada exaustiva: “toda forma de trabalho, de natureza física ou mental, que, por sua extensão ou por sua intensidade, acarrete violação de direito fundamental do trabalhador, notadamente os relacionados à segurança, saúde, descanso e convívio familiar e social”; e o de condição degradante de trabalho: “qualquer forma de negação da dignidade humana pela violação de direito fundamental do trabalhador, notadamente os dispostos nas normas de proteção do trabalho e de segurança, higiene e saúde no trabalho”.

A portaria define também que restrição, por qualquer meio, da locomoção do trabalhador em razão de dívida “é limitação ao direito fundamental de ir e vir ou de encerrar a prestação do trabalho, em razão de débito imputado pelo empregador ou preposto ou da indução ao endividamento com terceiros”. Ainda segundo a portaria, cerceamento do uso de qualquer meio de transporte “é toda forma de limitação ao uso de meio de transporte existente, particular ou público, possível de ser utilizado pelo trabalhador para deixar local de trabalho ou de alojamento”.

A vigilância ostensiva no local de trabalho é, de acordo com a portaria, “qualquer forma de controle ou fiscalização, direta ou indireta, por parte do empregador ou preposto, sobre a pessoa do trabalhador, que o impeça de deixar local de trabalho ou alojamento”. Por fim, a portaria define como “apoderamento de documentos ou objetos pessoais qualquer forma de posse ilícita do empregador ou preposto sobre documentos ou objetos pessoais do trabalhador”.

(Agência Brasil)

Taxa de desemprego cai para 12% no trimestre encerrado em novembro, diz IBGE

A taxa de desemprego no país fechou o trimestre encerrado em novembro em 12%, uma retração de 0,6 ponto percentual em relação ao trimestre anterior, quando a taxa estava em 12,6%. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, quando a taxa foi estimada em 11,9%, o quadro foi de estabilidade.

Os dados fazem parte da Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a publicação, no trimestre encerrado em novembro a população desocupada do país era de 12,6 milhões, registrando queda de 4,1% em relação ao trimestre anterior – menos 543 mil pessoas desocupadas.

Em comparação com igual trimestre do ano passado, quando havia 12,1 milhões de desocupados, houve alta no desemprego de 3,6% (mais 439 mil de pessoas).

A Pnad Contínua mostra que, no trimestre encerrado em novembro, a população ocupada era de 91,9 milhões, tendo crescido 1% em relação ao trimestre anterior – o equivalente a mais 887 mil pessoas empregadas.

Em relação ao mesmo trimestre do ano anterior, quando a população ocupada era de 90,2 milhões de pessoas, o crescimento foi de 1,9% – o equivalente a mais 1,7 milhão de pessoas.

Informalidade e comércio

O trabalho informal continuou contribuindo para a manutenção da tendência de alta do emprego que vem sendo registrada nos últimos meses e, ao lado do número de postos de trabalho gerados pela sazonalidade do comércio decorrente das festas de final de ano voltou a contribuir para a queda no desemprego no trimestre encerrado em novembro.

Em consequência, o número de trabalhadores com carteira assinada  caiu 2,5% no trimestre encerrado em novembro, comparativamente ao mesmo trimestre do ano passado (menos 857 mil pessoas com carteira assinada), embora tenha ficado estável em comparação ao trimestre imediatamente anterior (julho, agosto e setembro).

O número de empregados no setor privado sem carteira assinada cresceu 6,9% do trimestre encerrado em setembro para novembro – mais 718 mil pessoas. Já os que trabalhavam por conta própria também tiveram alta (5%), enquanto os trabalhadores domésticos cresceram 4,1% em relação ao ano passado.

A variação positiva de 0,1 ponto percentual (p.p.) do desemprego em relação ao mesmo trimestre do ano passado indica que há, por enquanto, apenas uma queda no ritmo de crescimento verificado nos meses anteriores. A desaceleração da taxa pode ser percebida pela evolução entre os trimestres fechados em novembro de 2016 (11,9%) e 2015 (9%), quando a diferença entre os resultados foi de 2,9 ponto percentual.

Desemprego

Os números indicam que, embora com número de desempregados superior ao mesmo período do ano passado, o desemprego deixou de crescer. Para o coordenador de Trabalho e Rendimento do IBGE, Cimar Azeredo, a desocupação ainda está maior que a do ano passado, mas esse crescimento desacelerou visivelmente na comparação anual. “Não estamos com um número menor de desocupados [em relação ao ano passado], mas ele desacelerou”.

O IBGE também ressaltou que os números, quando comparados com o mesmo período de 2016, evidenciam o aumento no nível de ocupação, que é o percentual de pessoas maiores de 14 anos que estão ocupadas. No ano passado, esse índice de ocupação foi de 54,1%, enquanto que neste ano a taxa alcançou 54,4%.

“O nível de ocupação cresceu porque o número de pessoas ocupadas subiu mais do que a população em idade para trabalhar”, disse.

Carteira assinada

O país fechou o trimestre encerrado em novembro último com 33,2 milhões de empregados com carteira de trabalho assinada, número que indica estabilidade frente ao trimestre anterior (junho-julho-agosto de 2017), mas no confronto com o mesmo trimestre do ano passado, significa uma queda de -2,5% – menos 857 mil trabalhadores com carteira assinada.

Por outro lado, o número de empregados sem carteira de trabalho assinada cresceu 3,8%, entre o trimestre encerrado em setembro e o encerrado em novembro deste ano – mais 411 mil pessoas na informalidade. Em relação ao mesmo trimestre do ano passado este crescimento chegou a 6,9% – mais 718 mil pessoas.

Os trabalhadores por conta própria fechou novembro em 23 milhões de pessoas, ficando estável na comparação com o trimestre junho-julho-agosto, mas crescendo 5% em relação ao mesmo período do ano passado – mais 1,1 milhão de pessoas.

Rendimento médio

Os dados  indicam que o rendimento médio real habitual do trabalhador brasileiro ficou praticamente estável, em R$ 2.142. No trimestre anterior era de R$ 2.122.

Em relação ao trimestre de junho a agosto de 2017, o rendimento médio real habitual cresceu apenas na categoria de informação, comunicação e Atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas, mais 4% – o equivalente a R$ 121. Os demais grupamentos não apresentaram variação significativa.

Na comparação com o trimestre de setembro a novembro do ano passado houve aumento apenas na categoria de Agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura, mais 4,8% – o equivalente a R$ 56).

Amassa de rendimento real habitual cresceu 2%, atingindo R$ 191,9 bilhões no trimestre encerrado em novembro – mais R$ 3,7 bilhões em relação ao trimestre de junho a agosto. Frente ao mesmo trimestre de 2016, houve aumento de 4,5% (R$ 8,2 bilhões).

(Agência Brasil)

Encontro entre Temer e Sílvio Santos fica para 2018

Como a possibilidade de a reforma da Previdência ser votada neste 2017 foi para o espaço, Michel Temer e Silvio Santos cancelaram, por ora, a ida do presidente ao programa do apresentador e dono do SBT. A informação é da Coluna Radar, da Veja Online.

A ideia de Silvio Santos era aproveitar a presença do emedebista para bater bumbo em favor das mudanças nas regras previdenciárias.

A reforma, em tese, será votada em fevereiro. Por isso, Temer e Silvio Santos ficaram de arranjar uma nova data para se encontrarem em janeiro.