Blog do Eliomar

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Belchior será lembrado em Fortaleza nesta sexta-feira

A memória do cantor e compositor cearense Belchior será festejada nesta sexta-feira, a partir das 17 horas, mo Centro Cultural que leva o nome do artista. A programação vai comemorar o aniversário do artista que, se vivo fosse, completaria 72 anos, e foi elaborada pelo Instituto Iracema. Nela, lançamento de livro, debate, intervenções e shows musicais. Tudo gratuito.

A celebração terá início às 17 horas, com a palestra “Precisamos Falar de Bel: Música e Literatura na Obra de Belchior” a cargo do secretário da Cultura do Ceará, Fabiano Piúba. As cantoras e compositoras Mona Gadelha e Jord Guedes e o escritor Ricardo Kelmer participaram do encontro, que será mediado por Jorge Pieiro, também escritor.

A partir das 18 horas, a programação terá intervenções artísticas e shows musicais. O artista digital Vitor Grillo apresentará uma sessão de videomapping. Às 19 horas, o lançamento do livro “Belchior Poemas e Canções”, de Carlos Alberto Carneiro e Goreth Pimentel. Também às 19 horas, as artistas Bruna Bezerra e Emi Teixeira realizarão intervenção em lambe-lambe no prédio. No encerramento, a banda Canto Torto.

(Foto – Reprodução de TV)

A urna eletrônica e a desinformação

Com o título “A urna eletrônica e a desinformação”, eis artigo de Rodrigo Ribeiro Cavacante, secretário de Controle Interno do TRE do Ceará. Ele assegura que as urnas são seguras. “Não há dúvidas de que a evolução tecnológica veio para auxiliar a vida em sociedade”, diz o articulista. Confira:

A conversa indicava a pauta do momento: a urna eletrônica. “Sei não, sempre é possível violar”. Eu interpelei: “Você viu, no seu voto, alguma distorção? Conhece alguém, de sua confiança, que assistiu à urna burlar o voto?” A resposta é sempre negativa. Às escondidas, ou nas mídias, esses que duvidam, sem nenhuma prova, proliferam vídeos distorcidos, aviltando algo caro: a seriedade com que é feito o voto eletrônico.

Há exageros no uso digital de instrumentos. No entanto, tais desvios não podem afastar a necessidade de se viver em rede. O que estiver em desacordo com a lei precisa ser apurado, com responsabilização. Aquilo que indicou defeito na urna já tem sido objeto de apuração, estando não apenas a Justiça Eleitoral [JE], mas também os órgãos de segurança nacional, atentos.

Entretanto, tirante um ou outro, pouquíssimos mesmo, o problema que reverte a pauta em análise diz respeito a um aspecto que precisa ser visto pela grande maioria crítica: a desinformação. Os que criticam a urna e divulgam informações envoltas de factoides são os que nenhum conhecimento técnico possuem sobre a máquina eletrônica de voto. É preciso cuidado! As divulgações estão sendo apuradas. E, no palco democrático, a esse a própria sociedade já está alerta.

A democracia passa, também, pela seriedade do trabalho desenvolvido pela Justiça Eleitoral, com a tecnicidade com que é preparada a urna eletrônica, bastando, para a constatação do profissionalismo, que se dialogue com a área técnica dos TRE’s e TSE. Após o dia 7 de outubro, abriu-se uma fase de acusações em aplicativos, para as quais, por parte de milhares, não se ofertou o direito à contradita, a ser exercido pela urna. A resposta será dada no dia 28 de outubro, enquadrando-se essa máquina apuradora como uma instituição brasileira hígida, sem nem precisar de salvadores, pois há anos já deixou a sua própria marca democrática.

*Rodrigo Ribeiro Cavalcante

rodrigocavalcante@granlink.com.br

Secretário de Controle Interno no TRE do Ceará.

Vivianne Sena falará para empresários em Fortaleza

Viviane Senna, que preside o Instituto Ayrton Senna, dará palestra em Fortaleza.

Será na próxima sexta-feira, das 9 às 10h30min, no Hotel Gran Marquise, atendendo a um convite do Grupo Lide, que congrega empresários locais interessados em debater questões do interesse social.

Vivianne, apoiadora do candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, falará sobre o tema “Educação e Desenvolvimento Socioeconômico”.

(Foto – Divulgação)

Abono 2016 ainda tem disponível R$ 1,36 bilhão

O Ministério do Trabalho e Emprego informa que tem R$ 1,36 bilhão do Abono Salarial ano-base 2016 a disposição para 1,85 milhão de trabalhadores brasileiros – o que corresponde a 7,56% do total de pessoas com direito ao recurso. Os beneficiários têm até 28 de dezembro para procurar uma agência bancária e sacar o dinheiro. Inicialmente, o prazo limite era 29 de junho, mas foi prorrogado após resolução do Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat).

Tem direito ao abono salarial ano-base 2016 quem estava inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos, trabalhou formalmente por pelo menos 30 dias em 2016, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos, e teve seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

A quantia a que cada trabalhador tem direito depende do tempo que ele trabalhou formalmente em 2016. Quem esteve empregado o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é de 1/12, e assim sucessivamente.

Trabalhadores da iniciativa privada devem procurar a Caixa Econômica Federal. A consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-726 02 07. Para servidores públicos, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet ou pelo telefone 0800-729 00 01.

Fake News, Eleições e a defesa de Bolsonaro

Com o título “Fake news e eleições”, eis artigo de Leandro Vasques, advogado, mestre em Direito pela UFPE, conselheiro da Escola Nacional da Advocacia (ENA) e filiado ao PSDB do Ceará. Ele faz a defesa de Jair Bolsonaro nessa área, ao dizer no texto que “o crime só ocorre quando há contratação de pessoas para esse fim, não sendo penalmente a conduta de quem divulga tais informações de forma espontânea.” Confira:

Para o bem e para o mal, as redes sociais são indiscutíveis e irreversíveis fontes de informações, notadamente em período eleitoral. De memes compartilhados em grupos familiares a artigos de fontes duvidosas: tudo se torna matéria-prima para o “convencimento” (ou não) dos eleitores.

Nesse contexto, todos já nos deparamos com a expressão “fake news”, que nada mais são que notícias inverídicas compartilhadas como se verdadeiras fossem. Mais ainda: recebemos diariamente informações pinoquianas dos mais variados tipos, não só de cunho eleitoreiro nem oriundo de um lado específico.

Nesse sentido, a Lei das Eleições já traz, em seu artigo 57-H, o crime de “contratação direta ou indireta de grupo de pessoas com a finalidade específica de emitir mensagens ou comentários na internet para ofender a honra ou denegrir a imagem de candidato, partido ou coligação”, que prevê pena de detenção de dois a quatro anos e multa. Quem é contratado para tal fim também comete crime, sendo punível com pena de detenção de seis meses a um ano e multa. Importante esclarecer que o crime só ocorre quando há contratação de pessoas para esse fim, não sendo penalmente a conduta de quem divulga tais informações de forma espontânea.

O artigo 323 do Código Eleitoral prevê o crime de “divulgar, na propaganda, fatos que sabe inverídicos, em relação a partidos ou candidatos e capazes de exercerem influência perante o eleitorado”, o qual se limita a atos de propaganda eleitoral.

Para suprir essa lacuna legal, há diversos projetos de lei no Congresso Nacional. Dentre eles, destaca-se o PL n. 473 de 2017, do Senado, que busca tipificar a conduta de “divulgar notícia que sabe ser falsa e que possa distorcer, alterar ou corromper a verdade sobre informações relacionadas à saúde, à segurança pública, à economia nacional, ao processo eleitoral ou que afetem interesse público relevante”.

Por outro lado, o combate às “fake news” não pode perder de vista as garantias constitucionais relacionadas à liberdade de opinião e à livre manifestação. Assim, não podemos admitir que a liberdade de expressão seja excessivamente tolhida a pretexto de combater informações falsas. Temperança, pois, nem tanto ao mar, nem tanto à terra.

*Leandro Vasques

leandrovasques@leandrovasques.com.br

Advogado, mestre em Direito pela UFPE e conselheiro da Escola Nacional da Advocacia (ENA)

Eleitor que não votou no primeiro turno pode votar no segundo turno

O eleitor que não votou no primeiro turno das Eleições 2018, ocorrido em 7 de outubro, poderá votar no segundo turno, domingo, 28, desde que esteja em situação regular com a Justiça Eleitoral. Ou seja, o título eleitoral precisa se encontrar ativo, não podendo estar cancelado ou suspenso.A informação é do Tribunal Superior Eleitoral.

A Justiça Eleitoral considera cada turno de votação como uma eleição independente e o não comparecimento à primeira rodada de votação não impede o comparecimento às urnas no segundo turno. Além da escolha do próximo presidente da República, no próximo dia 28 de outubro os eleitores definirão o nome de governadores de 13 estados e do Distrito Federal, bem como os prefeitos de 19 cidades.

Exatamente por ser uma eleição independente, o eleitor ausente no primeiro turno é obrigado a justificar a ausência. A mesma regra vale para o cidadão que não votar no segundo turno. Ou seja, quem não comparecer às urnas nos dois turnos, deverá apresentar duas justificativas à Justiça Eleitoral. De qualquer modo, o eleitor que ainda não tiver justificado sua ausência no primeiro turno não está impedido de votar no segundo exatamente porque têm até 60 dias para fazê-lo.

Justificativa Eleitoral

A justificativa pode ser feita por meio de um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) que deve ser entregue pessoalmente em qualquer cartório eleitoral ou ser enviado, por via postal, ao juiz da zona eleitoral onde o eleitor está inscrito.

Os endereços dos cartórios eleitorais podem ser obtidos no Portal do TSE. O prazo para envio é de 60 dias após cada turno da votação. A RJE deve ser acompanhada de documentação comprobatória da impossibilidade de comparecimento ao pleito.

A justificativa de ausência na votação também pode ser feita por meio do Sistema Justifica. A ferramenta permite a apresentação do RJE pela internet após a eleição. Ao acessar o sistema, o eleitor deverá informar os dados pessoais, declarar o motivo da ausência às urnas e anexar documentação comprobatória digitalizada. O RJE é encaminhado para zona eleitoral a que o eleitor pertence e um código de protocolo é gerado para acompanhamento do processo.

Parceria entre BC e Justiça transfere R$ 13,9 bilhões para contas judiciais

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O sistema BacenJud, que interliga diretamente diversos tribunais do país e o Banco Central, resultou nos primeiros nove meses deste ano na transferência de R$ 13,9 bilhões para contas judiciais, referentes a bloqueios determinados em mais de 8 milhões de ordens proferidas por juízes de todo o país.

Os dados foram apresentados na manhã de hoje (24) pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Dias Toffoli, durante o primeiro seminário sobre a utilização do BacenJud, realizado em Brasília com a presença de magistrados, servidores do BC e executivos de bancos e corretoras de valores.

Toffoli ressaltou que 53% dos processos que resultam em bloqueios via BacenJud são de execução, ou seja, quando os valores são efetivamente encaminhados à parte vencedora do processo judicial. De todos os bloqueios, 56% são oriundos da Justiça do Trabalho.

“Aqui estamos falando no geral das pessoas que mais necessitam dos direitos da Justiça, empregados que não têm muitos recursos, em razão de uma situação de desemprego, que infelizmente está alto em nosso país”, disse Toffoli.

Na Justiça do Trabalho a parte vencedora de um processo tem levado em média 2 anos e 11 meses para receber o dinheiro, ante uma média de 5 anos e 6 meses para a execução de uma sentença na Justiça como um todo, segundo dados divulgados pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ).

O BacenJud é um sistema que interliga a Justiça ao Banco Central e às instituições bancárias, para agilizar a solicitação de informações e o envio de ordens judiciais ao Sistema Financeiro Nacional, via internet. Por meio da ferramenta, uma ordem judicial é repassada eletronicamente para os bancos, reduzindo o tempo de tramitação do pedido de informação ou bloqueio.

Recentemente foi ampliado o poder a atuação do BacenJud, com a inclusão de novas instituições financeiras, como cooperativas e corretoras de valores, além da possibilidade de bloqueio em mais opções de contas, como contas de investimento e aplicações financeiras.

(Agência Brasil)

O Brasil tem duas saídas: o Aeroporto ou o Liberalismo

Com o título “O Brasil tem duas saídas: o aeroporto ou o liberalismo”, eis artigo de Rodrigo Marinho, advogado, professor de Direito, mestre em Direito Constitucional, membro do conselho administrativo do Instituto Mises Brasil e filiado ao Partido Novo. Ele aborda a expectativa do Partido Novo ganhar o governo de Minas. Confira:

Os liberais tiveram significativas vitórias nas eleições de 2018, o partido Novo elegeu 8 (oito) deputados federais, além de estaduais por todo País e distrital em Brasília. Além disso, diversos candidatos que defendem a liberdade foram eleitos em vários partidos, o que dá uma esperança de que as ideias liberais sejam finalmente implantadas no Brasil.

O homem mais lúcido do Brasil – as melhores frases de Roberto Campos título do livro publicado pela editora Resistência Cultural, dizia que o “Brasil só tinha duas saídas: o aeroporto ou liberalismo”. Parece que Minas Gerais vai optar pelo liberalismo com Romeu Zema, do partido Novo.

Romeu Zema, candidato a governador pelo Novo em Minas Gerais está no segundo turno com uma possibilidade real de ser eleito. Zema é um empresário conhecido na sua região, proprietário de uma rede varejista que leva o seu nome.

A disputa parecia girar em torno de dois candidatos e dois partidos que vinham se engalfinhando há anos, Fernando Pimentel e Antônio Anastasia, PT e PSDB, respectivamente. Esses partidos vêm se revezando no controle do governo de Minas e acreditavam que isso ocorreria novamente.

O Novo participava de sua primeira eleição para o Congresso Nacional e, por conta disso, não tinha como ter os cinco deputados federais eleitos, número necessário que obrigava as TVs a convidar Guilherme Boulos, do Psol, e Cabo Daciolo, do Patriota, mas não obrigava convidar João Amoedo, salvo se fosse do interesse das emissoras, o que, obviamente, prejudicou muito o candidato à Presidência pelo Novo.

A TV Globo, a seu critério, convidou Romeu Zema, que aquela altura era o quarto colocado nas pesquisas, para o último debate da campanha para governador de Minas e ele arrebentou. Apresentou as ideias de liberdade que podem e vão mudar a realidade local e o Brasil nos anos que virão, propostas que vão diminuir o tamanho do estado, desburocratizar o dia a dia e facilitar os negócios, respeitando a liberdade individual.

Por isso, lhes afirmo, a liberdade vem com tudo em Minas Gerais e seguirá vindo em todo Brasil.

*Rodrigo Saraiva Marinho

rodrigo@marinhoeassociados.com.br

Advogado, professor de Direito, mestre em Direito Constitucional e membro do conselho administrativo do Instituto Mises Brasil.

Ziraldo deixa hospital após quase um mês de internação

O cartunista e escritor Ziraldo Alves Pinto recebeu alta na tarde de ontem (23) após quase um mês de internação. O “pai do Menino Maluquinho” estava internado no Hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, zona sul do Rio, após sofrer um acidente vascular cerebral (AVC) hemorrágico no dia 26 do mês passado.

Depois de 28 dias no hospital, a alta veio como um presente de aniversário para Ziraldo, que completa 86 anos hoje (24). O cartunista estava no Centro de Tratamento Intensivo (CTI), mas apresentou melhoras nos últimas dias, segundo boletim médico.

Sua mais conhecida criação, o Menino Maluquinho, nasceu nos anos 1980 e foi inspirado no filho do escritor. O personagem deu origem a um livro infantil campeão de vendas e a um filme de grande sucesso nos cinemas do país. O livro foi traduzido para o inglês, espanhol, basco, alemão e o italiano e teve adaptações para o cinema, teatro e televisão.

(Agência Brasil)

Emedebistas derrotados batem à porta de Temer com suas pendências eleitorais

Candidatos do MDB a governos estaduais, que foram derrotados nas urnas, já começaram a baixar no Palácio do Planalto com uma conta em aberto e um pedido de socorro. É o que informa a Coluna Radar, da Veja Online.

Eles estão apelando para que o presidente Michel Temer e seus ministros atuem junto ao partido na tentativa de terem quitadas suas dívidas da campanha.

Houve quem aparecesse com pendências de R$ 2 milhões.

(Foto – Agência Brasil)

Bolsonaro e Haddad intensificam atos nesta reta final da campanha

A quatro dias do segundo turno, os prazos do calendário eleitoral correm mais rápidos. Amanhã (25) é o último dia para atos políticos. O horário, entretanto, é mais prolongado. Os candidatos à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) têm atuado de maneiras distintas.

Haddad intensificou os atos de campanha, saindo de São Paulo rumo ao Rio de Janeiro e cidades do Nordeste. A previsão é de que até sexta-feira (26) ele ainda participe de atos em Belo Horizonte e cidades de Pernambuco, do Rio Grande do Norte e da Bahia.

Bolsonaro tem permanecido em casa, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro, onde costuma receber correligionários e simpatizantes. Ontem (23), parlamentares e prefeitos de vários partidos o visitaram para prestar solidariedade às vésperas das eleições.

No dia 26, o calendário eleitoral é claro: é o último para a veiculação de propaganda eleitoral gratuita. Porém, até sábado (27), véspera das eleições, a legislação permite propaganda “mediante alto-falantes ou amplificadores de som”, distribuição de material gráfico e a promoção de caminhada, carreata, passeata e carro de som.

No dia 28, é o dia da votação. Os eleitores devem se dirigir aos postos das 8h às 17h. No caso do Distrito Federal e de 13 estados, os eleitores escolherão o presidente da República e o governador. Apenas no Rio Grande do Norte, há uma candidata concorrendo às eleições, que é Fátima Bezerra (PT).

(Agência Brasil)

Jair Bolsonaro, um risco para a democracia?

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O jornalista Plínio Bortolotti, um dos participantes do programa Debates do POVO, da Rádio O POVO/CBN (95.5 FM), faz um comentário vapt-vupt sobre a última pesquisa Ibope relacionada à disputa presidencial.

Pelos números, Jair Bolsonaro (PSL) continua liderando a preferência do eleitorado, com 57%, enquanto o petista Fernando Haddad registra 43%.

*Confira mais sobre s Eleições 2018 na Coluna Política de Érico Firmo, do O POVO, aqui.

Cúpula da Forças Armadas teme atos de violência no País após segundo turno

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Integrantes da cúpula das Forças Armadas demonstram preocupação com a possibilidade de o clima de beligerância no país se intensificar após a eleição. É o que revela a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta quarta-feira.

Comandantes do Exército, da Marinha, da Aeronáutica e outros nomes de alta patente militar têm conversado sobre o receio de que grupos radicais, de ambos os lados, pratiquem atos de violência após o segundo turno. Os militares pregam que o próximo presidente faça da conciliação nacional prioridade após a votação no domingo (28).

O TSE pediu para as Forças ampliarem a segurança de cerca de 350 locais de votação e apuração no domingo, número menor do que o solicitado no primeiro turno, quando foram ao menos 510.

(Foto – Agência Brasil)

Grendene Fortaleza abre vaga para líder técnico

A Grendene abriu vagas para quem está cursando graduação e tem formação técnica concluída em Eletromecânica, Mecatrônica, Mecânica ou áreas afins.

Oferece vaga para Líder Técnico de Injeção em sua unidade de Fortaleza, que queira se integrar à produção da linha das sandálias Melissa. Até o fim do expediente desta quarta-feira, recebe dados dos interessados.

SERVIÇO

*Mais Informações, clique aqui.

Se eleito, Bolsonaro diz que privatizará os Correios

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O candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, voltou a falar em privatizações de empresas onerosas que encontram similares na iniciativa privada, que poderão ser privatizadas ou mesmo extintas. O candidato tranquilizou o mercado e os servidores de que tudo será feito com critério, sem que ninguém seja prejudicado.

“O que eu posso garantir ao mercado, aos funcionários e servidores é que tudo será feito com muito critério e nós buscamos o melhor para o Brasil sem levar qualquer percalço aos funcionários ou aos seus acionistas”, disse Bolsonaro, em entrevista à Rede Bandeirantes.

Perguntado se a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) poderia ser privatizada por ter dado prejuízo nos últimos anos, Bolsonaro respondeu que sim. “Seu fundo de pensão foi implodido pela administração petista, diferentemente do passado. Então, os Correios, tendo em vista não fazer um trabalho daquele que nós poderíamos estar recebendo, pode entrar nesse radar da privatização”, avaliou.

Bolsonaro falou também sobre discutir com o Congresso o fim da reeleição para a Presidência da República. “Você pode estudar. Cinco anos de mandato seria bem-vindo, mas não é comigo [caso seja eleito]. Eu não posso, no meu entender, fazer qualquer proposta onde eu seria beneficiado, não importa de que forma”.

(Agência Brasil)

Rumo aos EUA – A Marcha dos Excluídos

Com o título “Rumo aos EUA: Macha dos Excluídos”, eis o Editorial do O POVO desta quarta-feira:

O mundo acompanha, entre indiferente e compassivo – com uma inclinação cada vez maior à compaixão – a marcha de mais de 7 mil migrantes da América Central (a maior parte hondurenhos) em direção aos Estados Unidos, em busca de trabalho e sobrevivência. Os caminhantes já andaram cerca de 700 km desde que deixaram San Pedro Sula, em Honduras, no último dia 13.

Famintos e sedentos – homens, mulheres, crianças e até bebês – dependem da caridade das populações por onde passam para matar a sede e a fome. São famílias e indivíduos que fogem da desestruturação social, do desemprego, da fome e da violência física. Esta última provocada por facções criminosas que atuam no tráfico de drogas e são extremamente violentas e impiedosas. Na verdade, atuam como verdadeiro estado paralelo, ao lado das instituições oficiais, em vários países centro-americanos e também no México, onde se constituem um verdadeiro flagelo.

Essa região também é muita afetada por uma estrutura fundiária muito concentrada nas mãos de poucos – geralmente voltada para monoculturas e com grande presença do capital americano. Sem terras para cultivar e sem emprego por causa das limitações na absorção da mão de obra desse tipo de empreendimento exportador, os excluídos só têm uma perspectiva de escapar de seu beco sem saída: migrar para o “paraíso” americano, no entanto fechado às suas pretensões. Ainda mais na era Trump, que pretende mantê-lo inacessível por trás de muros e cercas vigiadas por um verdadeiro exército de fronteira.

Os americanos, na verdade, têm muita responsabilidade pela situação aflitiva em que se encontram essas populações, pois historicamente, têm sustentado a inamovibilidade das estruturas geradoras de desigualdades sociais, a partir de alianças com as classes tradicionais “terratenientes”. Nunca deixaram de se imiscuir na política interna, patrocinando ou fechando os olhos a golpes de estado, regimes de exceção e repressão aos movimentos de expressão nativa. O último desses episódios foi o golpe que depôs o presidente Manuel Zelaya, em Honduras, retomando uma prática que já estava ficando esquecida, depois da queda das ditaduras no Continente, nos anos 80 e 90.

O presidente Donald Trump tem reagido com irritação e ameaças ao avanço da coluna de migrantes. Promete retaliações tantos aos governos – acusados de inertes – como diretamente aos migrantes que faltam percorrer 1.800 Km para chegar ao muro que separa o México do El Dorado americano.

(Editorial do O POVO)

Comício de Haddad – Mano Brown dá uma de Cid e critica falha de comunicação do PT com o povo

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Em ato para demonstrar apoio da classe artística à candidatura de Fernando Haddad (PT) à Presidência da República, na noite dessa terça (23), no Rio, o rapper Mano Brown criticou o clima de festa e culpou a falha de comunicação do partido com os eleitores das classes populares pela eventual eleição de Jair Bolsonaro (PSL), que considera definida.

“Falar bem do PT para a torcida do PT é fácil. Tem uma multidão que não está aqui que precisa ser conquistada”, disse o cantor e compositor no palco montado nos Arcos da Lapa, ponto turístico do bairro boêmio do Centro da cidade.

“Não tá tendo (sic) motivo para comemorar. Tem, sei lá, quase 30 milhões de votos para alcançar. Não temos nem expectativa nenhuma para alcançar, para diminuir essa margem. Não estou pessimista, estou realista”, disse ele. “Se em algum momento a comunicação do pessoal aqui falhou, vai pagar o preço. Porque a comunicação é a alma. Se não está conseguindo falar a língua do povo vai perder mesmo”, afirmou. “Se nós somos o Partido dos Trabalhadores, tem que entender o que o povo quer. Se não sabe, volta pra base.”

“Não vim aqui para ganhar voto, porque eu acho que já está decidido”, completou.

Presente no evento, o cantor e compositor Caetano Veloso, apoiou o colega: “Eu acho que a fala de Mano Brown é muito importante, porque traz a complexidade do nosso momento”. Além deles, Chico Buarque também estava no comício.

Ao discursar, Haddad disse que entendia e respeitava as críticas de Brown. “O que ele disse é sério”, afirmou, defendendo que é preciso “dar razão” às pessoas que estão votando no rival não porque confiam nele, mas porque “estão desesperadas”. “Temos que, nesta semana, abraçar essas pessoas, que sempre estiveram conosco”, afirmou o petista.

Apesar da fala de Brown, Haddad deu um tom otimista para a reta final da campanha eleitoral. No encerramento do evento, o petista disse sentir, “desde ontem (segunda-feira)”, um clima de “virada” no ar, defendeu que se “abrace” o eleitor de baixa renda que sempre votou no PT.

(Com Veja Online/Foto – BIS)

DETALHE – Cid Gomes, senador eleito pelo PDT, cobrou, durante evento pró-Haddad, em Fortaleza, uma mea culpa do PT por ter feito “muita besteira”.

Grupo de prefeitos vai a Eunício prestar solidariedade e cobrar liberação de recursos

Um grupo de prefeitos cearenses visitou ontem, em Brasília, o senador Eunício Oliveira. Na lista, gestores de cidades como Choró, Morada Nova, Pacujá, Missão Velha e Jaguaribara.

Segundo Marconi Jucá, de Choró, que posava como espécie de porta-voz da turma, o objetivo foi prestar solidariedade ao emedebista, que não conquistou a reeleição, mas, também, lembrar das verbas prometidas para os gestores durante a campanha.

Eunício, que preside o Congresso, é o principal canal de liberação de projetos e recursos no âmbito do governo de Michel Temer para o Estado. Nenhum prefeito adiantou quanto teria de saldo nessa cobrança.

 

Eles deixaram claro que continuarão ao lado de Eunício, caso, no futuro, o emedebista repense e queira disputar mandato. Aliás, Eunício já avisou que vai entrar em tempo sabático.

(Foto – Agência Brasil)