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Você prevê dias sombrios para o Brasil?

Com o título “Prevejo dias sombrios” eis artigo de André Haguette, sociólogo e professor universitário. “A falta de renovação tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo leva à repetição da mesmice política”, diz o articulista em seu texto. Confira:

Prevejo dias sombrios até o final das eleições e nos meses seguintes; pergunto-me o que nos trouxe até semelhante impasse político. Uma resposta pelo menos verossímil somente pode ser buscada, em uma sociedade politicamente organizada, no escrutar das instituições que moldam o agir político. É que indivíduos não agem uns sobre os outros diretamente, mas por meio de instituições que orientam e cercam suas ações; boas instituições produzem boa política; instituições inadequadas resultam em tensões, desmandos, desespero e extremismos fundamentalistas e fascistas. Antecipo o acirramento dos extremismos com a chegada ao segundo turno de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, amarrado o eleitor numa verdadeira sinuca de bico apta a desencadear vultosos processos de cólera nos defensores de cada candidato.

Nossas instituições democráticas deixaram de produzir os frutos que de uma democracia sã se espera, a saber, uma diminuição progressiva das desigualdades sociais de todas as espécies, econômicas, sociais e culturais, provocando, em vez, o acirramento dos interesses de classes. Com efeito, de uma democracia embalada por instituições certeiras, espera-se uma constante melhora da condição social de seus membros, nas palavras de Tocqueville; espera-se progressos sociais, nas de Bernstein.

Ocorre que nosso possível avanço republicano é bloqueado por quatro institutos principais: o presidencialismo de coalizão ou de cooptação, a multiplicação de partidos políticos ocos, o baixíssimo grau de renovação da classe política e uma difusa, mas consistente, cultura política popular personalista, clientelista e messiânica. O presidencialismo de coalização obriga a alianças oportunistas, de balcão, sempre frágeis e não raramente corruptas, impedindo uma boa governança; esse presidencialismo manco foi substituído nos governos petistas por um presidencialismo de cooptação, que levou ao aparelhamento do estado e ao silêncio de movimentos sociais reivindicatórios e das análises acadêmicas críticas, tornando dispensáveis e até indesejáveis reformas profundas.

Nossos partidos são ocos, vazios de representação dos interesses da sociedade civil e de correligionários realmente engajados, bastando ver a solidão dos candidatos à Presidência, à exceção do petista. Sem consistência programática, enlameados na corrupção, nossos partidos se desmancham após as eleições constituindo bancadas de interesses corporativos. A falta de renovação tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo leva à repetição da mesmice política. Lula seria candidato pela 6ª vez; Ciro e Marina; pela 3ª; Alckmin, pela segunda vez, vindo de longos mandatos estaduais, como o Haddad, que foi prefeito. Os partidos são movidos a personalismos familiares, cujos membros pulam de galho em galho nas árvores dos cargos e dos poderes.

Somando a isso tudo uma cultura política messiânica generalizada num eleitorado voltado para interesses individuais, familísticos e corporativos, não surpreende essa onda de terror eleitoral, esse choque de classe e os extremismos da direita (Bolsonaro) e do PT. Prevejo dias sombrios, a classe média alta exalando ódios incontroláveis e os petistas fanatizados. Um choque está por vir e não sei o que dele poderá resultar de positivo para o bem comum.

André Haguette

Haddad empata com Alckmin em São Paulo, diz pesquisa

Levantamento mais recente do Paraná Pesquisas aponta: o candidato a presidente da República pelo PT, Fernando Haddad, alcançou o postulante tucano a presidente, Geraldo Alckmin, nas intenções de voto do eleitorado paulista.

A pesquisa, feita entre os dias 19 e 23 de setembro com 2002 eleitores, mostra um empate entre ambos no segundo lugar. A informação é da Veja Online.

Haddad obteve 14,7%, contra 14,4% de Geraldo Alckmin. Na liderança permanece Jair Bolsonaro (PSL) com 30,4% das preferências.

Num pelotão mais abaixo, aparecem Ciro Gomes (7,9%), Marina Silva 5% e João Amoêdo. A pesquisa, com margem de erro de 2% e nível de confiança de 95%, foi registrada no TSE com o número 01413/2018.

TIM manda nota para Blog esclarecendo sobre troca de dispositivo 3G para 4G

Sobre a troca de chip do dispositivo 3G para 4G, o que foi divulgado neste Blog, a partir de informação da própria assessoria da operadora, recebemos a seguinte nota:

A TIM esclarece que a venda ou troca regular de chips em qualquer ponto de venda da operadora tem o custo de R$ 15,00, porém, a loja do North Shopping, como citado na matéria, está realizando a troca do dispositivo 3G pelo 4G gratuitamente até o dia 27, como parte da campanha que está sendo realizada em várias cidades do Nordeste.

A TIM acrescenta que os clientes interessados na substituição gratuita podem se dirigir ainda às lojas do Shopping RioMar Papicu, do Cariri Garden Shopping, no Juazeiro, e à loja TIM Techphone, em Iguatu, até o dia 30 deste mês.

Operadora TIM

Eleições 2018 – Cerca de 2 milhões de mesários serão mobilizados em todo o País

As Eleições 2018 devem mobilizar cerca de dois milhões de mesários em todo país, sendo que a metade deles se ofereceu para o trabalho de maneira voluntária. O mesário é o representante da Justiça Eleitoral na seção de votação. Cabe a ele receber e identificar os eleitores – seja pela verificação de documentos e coleta de assinaturas ou pela verificação biométrica –, compor as mesas de votos e justificativas, fiscalizar e desempenhar tarefas logísticas e de organização da seção para a qual foi designado. A informação é da assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral.

Para atuar como mesário, o escolhido recebe treinamentos específicos e orientações de técnicos da Justiça Eleitoral, que o prepara para atuar no dia das eleições. A cada eleição, a Justiça Eleitoral convoca eleitores maiores de 18 anos e em situação regular para atuar no dia da votação.

A convocação exclui candidatos e seus parentes, ainda que por afinidade, até o segundo grau, e seu cônjuge; membros de diretórios de partidos políticos, desde que exerçam função executiva; autoridades, agentes policiais e funcionários no desempenho de funções de confiança do Executivo; e funcionários do serviço eleitoral.

O eleitor que atua como mesário, além de contribuir para a realização das eleições, tem direito à dispensa do serviço pelo dobro de dias e ao desempate em concursos da Justiça Eleitoral, quando prevista essa possibilidade no edital.

Contas externas têm saldo negativo de US$ 717 milhões em agosto

As contas externas brasileiras apresentaram resultado negativo em agosto. O déficit em transações correntes, que são compras e vendas de mercadorias e serviços e transferências de renda do país com outras nações, chegou a US$ 717 milhões, segundo dados divulgados hoje (24) pelo Banco Central (BC). O resultado do mês passado superou o déficit registrado em agosto de 2017, de US$ 320 milhões.

Nos oito meses do ano, o resultado negativo chegou a US$ 8,901 bilhões, contra US$ 3,168 bilhões em igual período de 2017.

No mês passado, o superávit comercial (exportações de bens maiores que importações) contribuiu para reduzir o resultado negativo das contas externas, ao chegar a US$ 3,356 bilhões, mas ficou abaixo do saldo registrado em agosto de 2017 (US$ 5,330 bilhões). No acumulado do ano até agosto, o superávit comercial chegou a US$ 34,735 bilhões, ante US$ 46,306 bilhões.

A conta renda primária (lucros e dividendos, pagamentos de juros e salários), que também faz parte das transações correntes, ficou negativa em US$ 1,607 bilhão no mês, e em US$ 22,980 bilhões de janeiro a agosto.

A conta de renda secundária (renda gerada em uma economia e distribuída para outra, como doações e remessas de dólares, sem contrapartida de serviços ou bens) teve resultado positivo de US$ 267 milhões no mês e de US$ 1,692 bilhão nos oito meses do ano.

A conta de serviços (viagens internacionais, transporte, aluguel de investimentos, entre outros) anotou saldo negativo de US$ 2,733 bilhões em agosto, e de US$ 22,349 bilhões nos oito meses do ano.

Investimentos

Quando o país registra saldo negativo em transações correntes, precisa cobrir o déficit com investimentos ou empréstimos no exterior. A melhor forma de financiamento do saldo negativo é o investimento direto no país (IDP), porque recursos são aplicados no setor produtivo.

Em agosto, esses investimentos chegaram a US$ 10,607 bilhões e nos oito meses do ano ficaram em US$ 44,379 bilhões. Esses resultados foram mais que suficientes para cobrir o déficit em transações correntes.

(Agência Brasil)

Termina na quinta-feira prazo para quem quer tirar segunda via do título de eleitor

Termina nesta quinta-feira (27) o prazo para o eleitor solicitar a segunda via do título no cartório eleitoral da zona onde está cadastrado. O documento não é o único aceito no pleito de outubro e o eleitor pode se apresentar com outros, desde que seja oficial com foto, como a carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira de motorista ou passaporte.

Para solicitar a segunda via do título, o eleitor deve estar em dia com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos pendentes, como multas por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais, como o de mesário, ou ainda ter recebido multas em razão de violação de dispositivos do Código Eleitoral (Lei 4.737/1965), da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e leis conexas. Multas devem ser pagas por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU) emitida pelo cartório eleitoral e podem variar de R$ 1 a R$ 35,14.

Título digital

Eleitores que estiverem com a situação regular também podem optar pela versão digital do título de eleitor que pode ser obtida gratuitamente por meio do aplicativo e-Título, disponível para smartphones gratuitamente nas lojas virtuais Apple Store e Google Play. O e-Título também serve como documento de identificação do eleitor caso ele já tenha feito o recadastramento biométrico. Isso porque a versão digital será baixada com foto, o que dispensa a apresentação de outro documento de identificação no momento do voto.

Pelo aplicativo é possível saber o local de votação e, por meio de ferramentas de geolocalização, até sua seção eleitoral. Além disso, ele também oferece serviços como a emissão de certidões de quitação eleitoral e negativa de crimes eleitorais.

O local de votação também pode ser conhecido com uma pesquisa simples no portal do TSE, por meio da seção Serviços ao eleitor “Título de eleitor”, título e local de votação. A consulta pode ser feita pelo nome do eleitor ou número do título, data de nascimento e nome da mãe. Os eleitores que perderam o prazo final do alistamento, no dia 9 de maio, não poderão votar nas Eleições de 2018. Essa foi a data limite para requererem inscrição eleitoral, transferência de domicílio, alteração de título eleitoral ou transferência para seção eleitoral especial (eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida).

(Agência Brasil)

Caetano apresenta nova queixa-crime contra pastor Marcos Feliciano

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A guerra judicial entre o cantor e compositor Caetano Veloso e o Pastor Marco Feliciano, que rendeu ações até contra o Twitter, ganhou mais um capítulo no Supremo.

Segundo informa o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo, os advogados de Caetano – Ticiano Figueiredo e Pedro Ivo Velloso, apresentaram uma nova queixa-crime contra Feliciano.

Dessa vez, por uma entrevista do deputado-pastor à rádio Jovem Pan, em março. Ao “Pânico”, Feliciano voltou a sugerir que Caetano estuprou a sua mulher, Paula Lavigne, quando ela estava com 13 anos.

Caetano acusa Feliciano de injúria e difamação.

Justiça Eleitoral vai realizar 25 pleitos modulares pelo País

Em 2018, juntamente com as Eleições Gerais em âmbito nacional e estadual, ocorrerão também Eleições Modulares pelo país, compostas por 21 pleitos municipais, três plebiscitos e uma eleição distrital que consiste na escolha do Conselho Distrital do Arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Para a Justiça Eleitoral, isso significa a preparação de cinco tipos distintos de eleições, o que exigiu a modulação do sistema da urna eletrônica pela Secretaria da Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para atender tal demanda, a STI desenvolveu o Programa de Múltiplas Eleições, que permite a programação da urna eletrônica com composições que variam conforme as exigências de cada votação. A informação é da assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral.

No primeiro turno de votação, em 7 de outubro, além das escolhas comuns a todos os brasileiros – presidente, governador, dois cargos de senador, deputado federal e deputado estadual/distrital –, os moradores de Fernando de Noronha também definirão os nomes dos sete membros que integrarão o Conselho Distrital, órgão consultivo e de fiscalização local, cuja existência é prevista na Constituição de Pernambuco. No caso, os eleitores votarão para os seis cargos disponíveis nas eleições gerais e, por último, escolherão os representantes do conselho. Será a primeira vez que a votação será realizada em conjunto em uma mesma urna. Anteriormente, a escolha do conselho ocorria em urna específica para essa finalidade.

Nos municípios de Petrópolis (RJ), Augusto Severo (RN) e Fortaleza do Taboão (TO), os eleitores participarão de plebiscitos no primeiro turno. Em Petrópolis, irão decidir se as charretes conhecidas como vitórias, que ficam em frente ao Museu Imperial para realização de passeios turísticos, poderão continuar com a atividade utilizando tração animal. Os outros plebiscitos decidirão sobre mudanças nos nomes das cidades. Augusto Severo pode ter o nome alterado para Campo Grande e Fortaleza do Taboão pode passar a ser chamada Tabocão. A exemplo da ordem de votação em Fernando de Noronha, também nessas cidades a votação quanto ao plebiscito ficará por último, após o eleitor digitar seus votos em relação aos cargos em disputa.

Em 28 de outubro, data prevista para o segundo turno, as Eleições Modulares acontecerão em 21 municípios que terão votações suplementares para escolha de novos prefeitos e vice-prefeitos. Serão escolhidos os chefes do Executivo municipal de cidades no Amazonas (Anamã e Novo Airão), Ceará (Aracoiaba e Croatá), Goiás (Turvelândia, Planaltina, Davinópolis, Divinópolis de Goiás e Serranópolis), Maranhão (Bacabal), Mato Grosso (Planalto da Serra), Rio de Janeiro (Aperibé, Iguaba Grande, Laje do Muriaé e Mangaratiba), Rio Grande do Sul (Alpestre), Santa Catarina (Vidal Ramos) e São Paulo (Araras, Rincão, Monte Azul Paulista e Monguaguá).

A modulação do sistema da urna eletrônica permitiu a composição de todas as variantes exigidas para o atendimento das especificidades de cada pleito. Por isso, a Justiça Eleitoral pôde suplantar as dificuldades técnicas e logísticas que existiam anteriormente.

Bolsonaro desafia estratégias tradicionais de campanha

Com o título “Bolsonaro desafia estratégias tradicionais de campanha”, eis artigo de Wagner Mendes, jornalista do O POVO. “O deputado federal conseguiu, através das redes sociais, reunir uma legião de seguidores que concorda com o seu pensamento. Para isso, não precisou de entrevistas na televisão, muito menos de caciques eleitorais nas regiões do País”, escreve o articulista. Confira:

Jair Bolsonaro (PSL), presidenciável que lidera todas as pesquisas de intenção de voto à sucessão de Michel Temer (MDB), desafia, até o momento, a receita tradicional para se vencer uma eleição ao Executivo no Brasil.

O capitão reformado não tem tempo de televisão, apoio de partido político com capilaridade eleitoral, palanque nos estados nem dinheiro para investimento em propagandas de difusão das ideias.

No desenho tradicional, o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, estaria com vaga garantida no segundo turno. É a candidatura que detém maior tempo na propaganda de rádio e televisão e tem dinheiro para investimento na campanha. O ex-governador de São Paulo conseguiu reunir a maior quantidade de partidos em torno da sua campanha e mostrava sinais de fortalecimento.

Tudo conduzia para o crescimento da empreitada tucana na campanha, assim como ocorreu nos últimos seis pleitos com vitória ou participação no segundo turno. Faltando duas semanas para o dia da votação, no entanto, a enorme quantidade de tempo de propaganda de Alckmin ainda não surtiu efeito. Enquanto isso, Bolsonaro se apresenta com uma candidatura competitiva filiado ao nanico PSL, que nem em sonho imaginava eleger tão cedo um presidente da República.

O deputado federal conseguiu, através das redes sociais, reunir uma legião de seguidores que concorda com o seu pensamento. Para isso, não precisou de entrevistas na televisão, muito menos de caciques eleitorais nas regiões do País.

São as correntes de WhatsApp, os vídeos no YouTube e as postagens no Facebook que popularizaram a imagem do polêmico parlamentar. A mídia tradicional acabou dando maior espaço nas últimas semanas ao candidato pela condição de presidenciável. A imagem do deputado carioca, no entanto, já se fazia conhecida sem o braço das concessões públicas.

Retomando o que ocorreu em 2014 com Marina Silva (Rede), quando chegou a liderar com folga as pesquisas de intenção de voto após o acidente com Eduardo Campos, a situação do candidato do PSL ainda não é confortável. Tudo pode acontecer em menos de duas semanas.

Caso Bolsonaro consiga ir ao segundo turno (mesmo caso não vença a eleição) já poderemos considerar que os velhos métodos para se vencer uma eleição ao Palácio do Planalto podem de fato ser substituídos por novas fórmulas.

*Wagner Mendes,

Jornalista do O POVO.

PIS/Pasep – Termina na sexta-feira prazo para cotistas com menos de 60 anos sacar o benefício

Esta é a última semana para que todos os cotistas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) saquem o benefício fora dos critérios previstos em lei. O prazo termina na sexta-feira (28). Conforme determina a Lei 13.677/2018, a partir do dia 29 de setembro os saques voltarão a ser permitidos somente para os cotistas que atendam a um dos critérios habituais: pessoas com 60 anos ou mais, aposentados, herdeiros de cotistas, pessoas em situação de invalidez ou acometidos por doenças específicas.

Cerca de R$ 17 bilhões já foram pagos aos trabalhadores que atuaram entre 1971 e 1988 na iniciativa privada (com carteira assinada) ou no serviço público, desde o início do processo de flexibilização dos saques do Fundo PIS/Pasep, em outubro de 2017, até agora. Do público potencial de 28,5 milhões de pessoas que havia em 2017, mais de 15,5 milhões de trabalhadores já receberam os recursos, ou seja, 55% do total.

As pessoas com menos de 60 anos representavam, em outubro de 2017, a maior parte dos cotistas do Fundo PIS/Pasep, somando 16,3 milhões de trabalhadores. De acordo com os últimos dados do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, até o último dia 16 cerca de 5,7 milhões de cotistas nessa faixa etária ainda não haviam se dirigido às agências da Caixa Econômica Federal ou do Banco do Brasil para buscar o benefício.

Divergências no cadastro

Dos R$ 17 bilhões já pagos aos cotistas, cerca de 8,5 R$ bilhões foram entregues aos trabalhadores por meio de depósito automático na conta corrente, ou seja, sem a necessidade de ir à agência bancária. De acordo com o Ministério do Planejamento, isso foi possível devido aos créditos feitos pelo Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal aos seus correntistas e a uma parceria envolvendo a Febraban, a Caixa, o Banco do Brasil e mais oito instituições: Bradesco, Itaú, Santander, Bancoob, Sicredi, Banestes, BRB e Mercantil.

Devido a questões de segurança e a divergências cadastrais, cerca de 5 milhões de cotistas com CPFs válidos não receberão os depósitos automáticos. Por isso, o ministério alerta que cotistas com menos de 60 anos, interessados em ter acesso imediato ao dinheiro, devem procurar as agências da Caixa e do Banco do Brasil até a próxima sexta-feira (28).

Quem tem direito

Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep. Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Têm direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os rendimentos anuais depositados nas contas de trabalhadores, instituídas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

(Agência Brasil)

AGU pede informações sobre processo de Lula para defender Brasil na ONU

A Advocacia-Geral da União pediu informações sobre a situação de Lula à Justiça Federal do Paraná. Os dados serão usados para municiar a defesa do Estado brasileiro na ação movida pelo ex-presidente no Comitê de Direitos Humanos da ONU. É o que revela, nesta segundas-feira, a Painel, da Folha de S.Paulo.

Em resposta à solicitação, o juiz da 12ª Vara Federal de Curitiba Danilo Pereira Júnior afirmou que o processo sobre o petista é público. As informações que a AGU reputar relevantes, diz ele, “podem ser extraídas por ela mesma dos presentes autos”.

No pedido, a AGU explica que o Brasil precisa demonstrar à ONU que tem dado “tratamento adequado e conforme aos direitos e garantias constitucionais e legais” a Lula. O órgão solicitou ainda que as informações fossem enviadas pela Justiça até dia 2 de outubro.

O petista alega que é alvo de um processo injusto e que seus direitos constitucionais, como a liberdade de expressão e o exercício dos direitos políticos, estão sendo infringidos. O Brasil precisa apresentar suas alegações até o fim de outubro.

Os advogados de Lula vão apresentar recurso ao TRF-4 nesta segunda (24) para que o ex-presidente possa gravar vídeos para a campanha de Fernando Haddad. A ideia é que o petista possa fazer os filmes na quinta (27), durante o horário de visitas à carceragem da PF.

(Foto – Agência Brasil)

Temer tem encontro com empresários em Nova York

O presidente Michel Temer participa hoje (24) de reunião-almoço com empresários em Nova York, promovida pela Câmara de Comércio dos Estados Unidos (US Chamber of Commerce). Em discussão, medidas para intensificar o comércio bilateral no momento em que há um acirramento entre norte-americanos e chineses.

Amanhã (25), o presidente faz o discurso de abertura da 73ª Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU). Por tradição desde 1947, o representante do Brasil é quem abre a sessão.

Em pauta, a defesa do multilateralismo, críticas ao protecionismo, a preocupação com a imigração e questões de segurança internacional.

Temer também se encontrará com o secretário-geral da ONU, o português António Guterres, e o novo presidente da Colômbia, Iván Duque, e de uma reunião com os líderes do Mercosul (bloco que reúne Brasil, Argentina, Paraguai e Uruguai, pois a Venezuela está suspensa).

Há, ainda, a expectativa de uma reunião entre representantes do Mercosul e da União Europeia. Os dois blocos negociam há 18 anos acordos para superar divergências em vários setores e incrementar o comércio.

O presidente deverá voltar para o Brasil amanhã. De acordo com a assessoria do Palácio do Planalto, Temer planeja outras duas viagens, além da ONU, antes de deixar o cargo.

Em novembro, ele vai para a Argentina, onde participará de encontro do G-20. Para o fim do mesmo mês, sua equipe estuda uma viagem ao Líbano, onde o presidente tem família. A viagem deve incluir uma parada em Marrakesh, no Marrocos.

(Agência Brasil)

Em clima de show de Alceu Valença, simpatizantes de Ciro marcam presença e protestam contra Bolsonaro

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Se depender dos que foram ao show gratuito do cantor Alceu Valença, nessa noite de domingo, no estacionamento do RioMar Papicu, em Fortaleza, o candidato Ciro Gomes (PDT) ganhará a disputa no Ceará. Pelo menos é o que se pode interpretar de dois atos ali registrados: um contra Bolsonaro…”Ele não!!” Os atos ocorreram após o show. Alceu não se pronunciou.

E um outro a favor de Ciro Gomes.

De qualquer forma, pelas pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro (PSL) continua mantendo a liderança (33%), seguido de Fernando Haddad (PT), com 23%. Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com 10%, de acordo com a BTG pactual divulgada nesta segunda-feira.

Pesquisa BTG Pactual: Bolsonaro, 33%; Haddad 23%; e Ciro, 10%

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Se a eleição fosse hoje, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) estariam no segundo turno, segundo pesquisa feita pelo BTG Pactual nos dias 22 e 23 deste mês. Na estimulada, Bolsonaro registrou 33%, Haddad, 23%, Ciro, 10%, Alckmin, 8%; Marina 5%, seguindo-se Amoêdo com 3%, Meirelles, 3%, Alvaro Dias, 2%, Outros, 1%. Há 7% que não votariam em ninguém. Brancos e nulos deu 2% e 0% não respondeu.

Por esse cenário, Ciro, que se distancia de Haddad, está empatado tecnicamente com Alckmin que, por sua vez, empata com Marina Silva.

Segundo turno

Num cenário de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, o candidato do PSL ganha: 44% a 40%. Com Ciro Gomes, Bolsonaro ficaria com 41% enquanto o pedetista marcaria 43%. Com Alckmin, Bolsonaro teria 41% e o tucano,40%.

Contra Marina Silva, o postulante do PSL obteria 46% e a candidata da Rede ficaria com 34%.

DETALHE – O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, 2.000 eleitores com idade a partir de 16 anos em todas as regiões do País. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com confiança de 95%.

Editorial do O POVO e um apelo ao bom-senso

Com o título “Um apelo ao bom-senso”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira. Aborda este momento de eleições no País. Confira:

A menos de duas semanas para o fim do primeiro turno das eleições, é natural que a pressão se eleve mais ainda na corrida presidencial e os postulantes intensifiquem as críticas, seja nas ruas, seja nos debates televisivos.

Nesta reta final, porém, cabe ao eleitor deixar de lado o componente passional, que tem sido frequentemente acionado pelos candidatos, sobretudo num ambiente de polarização política, e passe a cobrar de si e de seus pares uma desapaixonada reflexão sobre nomes e propostas.

A partir de agora, é preciso que haja um apelo ao bom-senso não somente por se tratar de uma disputa na qual um dos lados vem dando mostras de desapreço à democracia, fato condenado pelo O POVO neste espaço nas duas últimas edições.

Mas porque estas são eleições especialíssimas. As primeiras sem financiamento empresarial de campanha e após quatro anos de exposição diária de um esquema orgânico de corrupção a implicar igualmente os setores públicos e privados.

Em condições normais, o País teria a oportunidade agora de repensar práticas e fracassos de modelos políticos e econômicos que pautaram a vida pública brasileira no derradeiro quadriênio.

A divisão radical, no entanto, sequestrou a pauta das eleições, deslocando o seu eixo para um debate apaixonado entre falanges em rota de colisão.

Ao eleitor interessado no futuro do País, restou o desamparo em meio a um clima de Fla-Flu na esteira do qual as tentativas de discutir medidas reais para os impasses da nação se frustram continuamente diante do vazio de propostas.

Daí o apelo. Não somente à sensatez, mas a que o pouco tempo que ainda há até o dia 7 de outubro possa ser mais bem aproveitado pelos presidenciáveis, que dedicariam seus últimos atos de campanha não ao vale-tudo pelo voto e à exacerbação das diferenças político-partidárias.

É hora de um último chamamento à temperança como mediadora social e à racionalidade como ingrediente indispensável da interlocução entre contrários. Que se estabeleça desde já um clima de civilidade e compromisso em face das graves dificuldades que o Brasil atravessa.

É mais que o destino de partidos que está em jogo neste momento. São os próximos dez ou 20 anos, no correr dos quais todos nós, eleitores convictos ou desolados, teremos de conviver com escolhas feitas no calor da hora.

(Editorial do O POVO)

Artistas e personalidades assinam manifesto contra Bolsonaro

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Um grupo com centenas de personalidades, incluindo muitos notáveis de áreas como artes e negócios, lançou neste domingo um manifesto contra a candidatura de Jair Bolsonaro, do PSL, à Presidência da República.

Até o início da madrugada, mais de 300 nomes subscreviam o texto. Entre eles estão o oncologista Drauzio Varella; o músico Caetano Veloso; a historiadora Lilia Schwarcz; o empresário Guilherme Leal; os atores Wagner Moura, Camila Pitanga, Alice Braga e Fernanda Torres; a socióloga Maria Alice Setubal; a editora Marisa Moreira Salles; a ex-jogadora de vôlei Ana Moser; o publicitário Washington Olivetto; o cineasta Walter Salles; entre outros. Nem todos eles confirmaram o apoio em suas redes sociais ou declarações públicas.

No artigo do movimento, denominado “Democracia sim”, o grupo não recomenda voto em nenhum outro candidato, mas é enfático ao citar que “a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial”.

Diz o artigo: “Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade (…). Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários”.

Leia abaixo a íntegra do documento, disponível no site Democracia Sim (acesse aqui).

Pela Democracia, pelo Brasil

Somos diferentes. Temos trajetórias pessoais e públicas variadas. Votamos em pessoas e partidos diversos. Defendemos causas, ideias e projetos distintos para nosso país, muitas vezes antagônicos.

Mas temos em comum o compromisso com a democracia. Com a liberdade, a convivência plural e o respeito mútuo. E acreditamos no Brasil. Um Brasil formado por todos os seus cidadãos, ético, pacífico, dinâmico, livre de intolerância, preconceito e discriminação.

Como todos os brasileiros e brasileiras sabemos da profundidade dos desafios que nos convocam nesse momento. Mais além deles, do imperativo de superar o colapso do nosso sistema político, que está na raiz das crises múltiplas que vivemos nos últimos anos e que nos trazem ao presente de frustração e descrença.

Mas sabemos também dos perigos de pretender responder a isso com concessões ao autoritarismo, à erosão das instituições democráticas ou à desconstrução da nossa herança humanista primordial.

Podemos divergir intensamente sobre os rumos das políticas econômicas, sociais ou ambientais, a qualidade deste ou daquele ator político, o acerto do nosso sistema legal nos mais variados temas e dos processos e decisões judiciais para sua aplicação. Nisso, estamos no terreno da democracia, da disputa legítima de ideias e projetos no debate público.

Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.

Conhecemos amplamente os resultados de processos históricos assim. Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade. Testemunhamos os ecos de experiências autoritárias pelo mundo, deflagradas pela expectativa de responder a crises ou superar impasses políticos, afundando seus países no isolamento, na violência e na ruína econômica. Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários.

Em momento de crise, é preciso ter a clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos.

Esta clareza nos move a esta manifestação conjunta, nesse momento do país. Para além de todas as diferenças, estivemos juntos na construção democrática no Brasil. E é preciso saber defendê-la assim agora.

É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós.

Prezamos a democracia. A democracia que provê abertura, inclusão e prosperidade aos povos que a cultivam com solidez no mundo. Que nos trouxe nos últimos 30 anos a estabilidade econômica, o início da superação de desigualdades históricas e a expansão sem precedentes da cidadania entre nós. Não são, certamente, poucos os desafios para avançar por dentro dela, mas sabemos ser sempre o único e mais promissor caminho, sem ovos de serpente ou ilusões armadas.

Por isso, estamos preparados para estar juntos na sua defesa em qualquer situação, e nos reunimos aqui no chamado para que novas vozes possam convergir nisso. E para que possamos, na soma da nossa pluralidade e diversidade, refazer as bases da política e cidadania compartilhadas e retomar o curso da sociedade vibrante, plena e exitosa que precisamos e podemos ser.

Ciro usa vídeo para se defender de denúncias publicadas pelo O Globo

Em vídeo publicado na sua página do Facebook no fim da tarde deste sábado (22), o candidato à presidência pelo PDT, Ciro Gomes se defendeu das acusações de que teria recebido propina. A informação veio através de uma matéria feita pelo o Jornal O Globo publicada na mesma data. A matéria foi veiculada nos telejornais da TV Globo e o se declarou inocente.

De acordo com a reportagem, o ex-executivo da Galvão Engenharia, Jorge Henrique Marques Valença teria repassado dinheiro para Lúcio Gomes, que teria recebido R$ 1,1 milhão em dinheiro vivo e captou R$ 5,5 milhões via doação oficial para o PSB. Além disso, na delação, o ex-executivo afirmou ter repassado dinheiro em troca da liberação de pagamentos de obras no governo do Ceará durante a gestão de Cid Gomes, outro irmão do presidenciável do PDT, entre os anos de 2007 e 2014. Apesar das acusações sérias, na delação o ex-executivo diz nunca ter conhecido o candidato à presidência.

No início da gravação Ciro faz questão de destacar que as coisas estão “caminhando bem” na campanha. A partir daí, inicia a sua defesa. “No desmonte que virou a política brasileira, em que uma parte do baronato do país não quer permitir que o povo vote com equilíbrio, com serenidade, escolhendo aquilo que for o melhor projeto e a melhor proposta, Tomei conhecimento agora de uma reportagem absolutamente mentirosa do Jornal O Globo, já reproduzida nos telejornais, e eu tou me antecipando”, falou o presidenciável no vídeo publicado às 18h20min.

“Olhe nos meus olhos e leia nos meus lábios: nunca na minha vida me envolvi em qualquer tipo de corrupção ou escândalo”, argumenta o candidato, citando seus trinta e oito anos de vida pública, e suas passagens na política- ministro duas vezes, prefeito, governador e deputado.“Nunca fui processado por nenhum caso de corrupção, nunca! Nem para ser absolvido recebi qualquer tipo de acusação”, destacou.

Afirmando se tratar de uma mentira e falando como se sugerisse uma estratégia em lhe desqualificar nas vésperas da eleição, que acontecem daqui a 15 dias, o candidato defendeu seu irmão como alguém de patrimônio modesto e trabalhador. “É uma acusação que não se diz quem é que fez. Porque a mentira começa dizendo que é uma delação premiada de alguém que também diz que nunca me conheceu e que discutiu financiamento de campanha. A última eleição que eu participei foi em 2006. E se tudo isso fosse verdade, isso teria acontecido em 2012. Nós estamos em 2018, faltando quinze dias para as eleições vem com um papo desses, que ninguém assume?”, questionou o candidato.

Contra-ataque

Já no fim do vídeo, Ciro faz questão de tranquilizar seus eleitores dizendo que tomará as medidas cabíveis para repreender os que o acusam. “Não se preocupem, vai ser igual como eu sempre fiz: vou achar se algum desses canalhas tem coragem de colocar a cabeça e meter um processo nas costa dele”, e finalizou salientando a necessidade de esclarecer o ocorrido para seu eleitorado.

Veja o vídeo na íntegra

JC Online

 

Governo do Estado disponibiliza R$ 26,2 milhões para acordos de precatórios em causas trabalhistas

A Divisão de Precatórios do Tribunal Regional do Trabalho do Ceará lançou edital de abertura de processo de habilitação para credores solicitarem audiências de conciliação em processos de precatórios do Estado do Ceará (administração direta e indireta). O ente público dispõe de R$ 26.267.519,42 para celebrar os acordos. A informação é da assessoria de imprensa do TRT do Estado.

O período de habilitação para os interessados em celebrar acordos vai até o dia 1º de outubro. Também serão incluídos os pedidos formulados a partir de 19 de maio de 2018.

Como solicitar

Para solicitar a audiência, a parte deve fazer uma petição no processo do respectivo precatório, com protocolo direto no TRT/CE, situado na Avenida Desembargador Leite Albuquerque, 1.077, Aldeota, Fortaleza. O envio da petição também pode ser feito através do e-mail precatorio@trt7.jus.br.

Após protocolizado o pedido do credor informando o interesse em conciliar, o valor do crédito será atualizado e as partes intimadas para ciência.

*Confira o edital aqui.

Eleições 2018 – Seis governadores podem ganhar logo no primeiro turno. Na lista, Camilo

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A exatos 15 dias do primeiro turno das eleições deste ano, dez candidatos a governador têm chances de serem eleitos já nesta primeira fase da disputa, sendo que seis deles já ocupam o governo e buscam a reeleição. O levantamento foi
realizado pelo UOL com base nas pesquisas mais recentes divulgadas pelos institutos Ibope (para cada estado) e Datafolha (fez apenas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e Pernambuco). Além da intenção de votos total, foram analisados os percentuais de votos válidos.

Os seis governadores que lideram com folga as pesquisas e podem ser reeleitos
são: Renan Filho (MDB), em Alagoas; Rui Costa (PT), na Bahia; Camilo Santana (PT) no Ceará; Flávio Dino (PCdoB), no Maranhão; Wellington Dias (PT), no Piauí; e Mauro Carlesse (PHS), no Tocantins.

Os outros candidatos que sairiam vitoriosos já em 7 de outubro, segundo as pesquisas, são Renato Casagrande, no Pará; Ratinho Júnior (PSD), no Paraná; e Ronaldo Caiado (DEM), em Goiás.

Nesse cenário, o Nordeste é a região que mais concentra candidatos que podem ser eleitos já no primeiro turno – são eles Renan Filho, Rui Costa, Camilo, Dino e Dias.

Em todo o Brasil, 20 dos atuais 27 governadores buscam um segundo mandato, mas só metade deles aparece na frente nas pesquisas e despontam com boas chances de continuar no poder –alguns enfrentam dificuldades até em alcançar votos suficientes para chegar ao segundo turno.

*Confira a íntegra da reportagem aqui.