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Coordenador do Núcleo do AVC do HGF é premiado durante Congresso Brasileiro de Neurologia

João José Carvalho recebendo a homenagem durante congresso em São Paulo.

O coordenador do Núcleo de Prevenção ao AVC, do Hospital Geral de Fortaleza, João José Carvalho, ganhou prêmio de Melhor Trabalho Científico apresentado, no fim de semana, em São Paulo, durante o Congresso Brasileiro de Neurologia.

“Estudamos os fatores preditivos de procura às UPAs, ao invés do hospital de referência quando de AVCs agudos”, explicou para o Blog o médico, adiantando que seu estudo já vem redirecionando as políticas pública do atendimento a pacientes com AVC no Estado.

As UPAs, segundo o estudo, se constituem na segunda instituição procurada por pacientes do gênero em Fortaleza. Quando acontece um AVC, 33% dos pacientes procuram o HGF e 27% procuram as UPAs.

(Foto – Divulgação)

Eleitor já pode emitir certidão de quitação eleitoral

A partir desta segunda-feira (15), os eleitores já podem emitir pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral, a certidão de quitação eleitoral. A certidão é um documento importante que comprova que o eleitor está em dia com a Justiça Eleitoral, e é exigido na hora de tirar o passaporte ou para assumir cargos públicos.

Também nos casos em que o eleitor perdeu o comprovante de votação, a certidão pode substituir o comprovante, já que ela é uma prova que o eleitor não possui débitos com o TSE.

A certidão pode ser obtida pessoalmente em qualquer cartório eleitoral, para isso basta levar o canhoto entregue no dia da votação do primeiro turno. Também pode ser emitida pelo site do TSE ou pelo Tribunal Regional da sua federação.

Se o eleitor preferir, ele também pode baixar o aplicativo E-titulo no celular ou no tablet e emitir o documento. A certidão de quitação eleitoral é um documento gratuito.

(Agência Brasil)

Baseado em pesquisas internas, PT aposta em contradições para tentar desconstruir Bolsonaro

Pesquisas qualitativas feitas pelo PT deram novo norte aos aliados de Fernando Haddad que buscam uma rota para desconstruir Jair Bolsonaro (PSL). Segundo a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira, integrantes da equipe do petista dizem que “não é chamando o eleitor dele de fascista” que vão minar o apoio ao candidato do PSL.

A ordem é explorar contradições de Bolsonaro e tentar apresentá-lo como mentiroso. Essa foi a linha definida na última propaganda, que expôs posições divergentes do presidenciável sobre o Bolsa Família.

O PT começou a exibir votos do capitão reformado na Câmara em projetos de interesse social para pôr em dúvida propostas que ele faz hoje.

(Foto – Reprodução de TV)

TSE nega direito de resposta a Bolsonaro contra Haddad

O ministro Sergio Banhos, do Tribunal Superior Eleitoral, negou na noite desse domingo (14), de forma liminar
(provisória), um pedido de direito de resposta apresentado pela campanha de Jair Bolsonaro (PSL) contra seu adversário Fernando Haddad (PT). A ação foi apresentada pelos advogados da campanha de Bolsonaro na noite de sábado (13). A informação é do Portal Uol.

Para a defesa do candidato do PSL, a campanha do PT fez uso de “irregularidades” em uma inserção da propaganda eleitoral veiculada na TV na sexta-feira (12), que dizia que Bolsonaro “votou contra os mais pobres, contra os direitos dos trabalhadores, contra a lei que protege as pessoas com deficiência, contra os direitos das empregadas domésticas, contra o ‘Bolsa Família”.

Os advogados acusaram a campanha petista de utilizar uma fala de Bolsonaro fora de contexto, fazendo uso de montagem e trucagem, “distorcendo as palavras do candidato na entrevista realizada”. A defesa de Bolsonaro também afirmou que, ao atribuir ao deputado federal o conceito de “alguém que despreza as empregadas domésticas e os mais pobres”, o PT estaria “estimulando o ódio de classe”.
Em sua decisão, o juiz Banhos afirmou que a propaganda do PT “expõe acontecimento amplamente divulgado pela mídia nacional”, e que, embora possa causar repercussões na disputa eleitoral, traduz fatos, imagens e falas reais.

A votação de Bolsonaro na criação do Estatuto da Pessoa com Deficiência, citado no vídeo de propaganda eleitoral do PT que foi questionado pelo deputado federal na Justiça, virou motivo de controvérsias nesse domingo. Em uma live transmitida em suas redes sociais nesta noite, Bolsonaro acusou Haddad de mentir, ao dizer que o candidato do PSL votou contra a criação do estatuto. O deputado federal disse ter votado contra uma emenda específica do projeto, e não contra a lei como um todo.

Receita Federal inicia pagamento do quinto lote de restituições do IR

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A Secretaria da Receita Federal paga hoje (15) as restituições referentes ao quinto lote do Imposto de Renda de Pessoa Física de 2018. O lote inclui restituições residuais de 2008 a 2017. As consultas foram liberadas no último dia 5. De acordo com a Receita Federal, serão pagos R$ 3,3 bilhões para 2.532.716 contribuintes. Desse total, R$ 3,157 bilhões referem-se ao quinto lote do IR de 2018, que contemplará 2.459.482 contribuintes.

A Receita Federal recebeu 29.269.987 declarações do Imposto de Renda dentro do prazo legal neste ano. O número superou a estimativa inicial, que era de 28,8 milhões de declarações.

Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada.

(Agência Brasil)

O futuro difícil do novo presidente

Com o titulo “O futuro difícil do novo presidente”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira:

As altas temperaturas da campanha presidencial têm colocado em segundo plano um fator, se não de instabilidade, ao menos de grande dificuldade para quem quer que seja eleito em 28 de outubro: a fragmentação partidária.

Nada menos que 30 legendas terão representação parlamentar na Câmara dos Deputados a partir de 2019. Em 2014 eram 25. O índice de renovação é de 52%, o maior em duas décadas, inferior apenas aos registrados nas eleições de 1990 (62%) e 1994 (56%).

Como agora, naqueles anos os brasileiros também foram às urnas movidos por um sentimento difuso de mudança que fez estragos à direita e à esquerda.

A pulverização de siglas no Congresso tem dois efeitos imediatos: a ampliação do campo fisiológico, já que dificilmente outro parâmetro poderá nortear as decisões de um arco tão vasto de agremiações, sobretudo as de pequeno porte; e os obstáculos que qualquer presidente terá pela frente a fim de construir consensos.

E aqui começam os problemas. Fazer aprovar plataformas desgastantes ou medidas impopulares cuja votação dependa do quórum máximo da Câmara vão se tornar uma tarefa árdua ao gestor da vez. A reforma da Previdência, por exemplo. Ou a revogação do teto de gastos instituído pelo presidente Michel Temer (MDB).

Como as forças majoritárias do Legislativo e os partidos tradicionais irão dividir espaço com “nanicos”, é natural que haja uma disputa mais acirrada pelo comando das comissões.

Segunda maior bancada da Câmara, com 52 eleitos, o PSL começa a reivindicar a presidência da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), posto crucial não apenas no funcionamento da Casa.

A própria chefia da Câmara estará em jogo. Os últimos anos ensinaram que, a depender de quem ocupe essa cadeira no ano que vem, o inquilino do Palácio do Planalto terá uma vida mais ou menos acidentada.

No Senado, a casa revisora, a situação não é diferente. Lá, o furacão que atravessou as eleições no dia 7 de outubro alargou o número de partidos com assento: de 15 para 20.

Das 54 vagas abertas no Senado neste ano, 46 serão preenchidas por novos parlamentares. Na Câmara, são 267 deputados de primeira viagem de um total de 513.

Ao alto grau de renovação congressual, soma-se a incerteza que cerca essas novas caras. Estarão mais alinhadas à direita, ao centro ou à esquerda? Ou, como têm se comportado Câmara e Senado historicamente, vão flutuar ao gosto dos ventos que soprem do Planalto?

Num cenário nebuloso, resta uma certeza, somente: vença quem vencer, nada faz crer que o presidente terá a vida facilitada por esse novo Congresso.

(Editorial do O POVO)

Pesquisa BTG Pactual: Bolsonaro, 59%; Haddad, 41%

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Jair Bolsonaro (PSL) está liderando a corrida presidencial com 59%, enquanto Fernando Haddad (PT) vem com 41%. É o que diz a pesquisa de mercado BTG-Pactual divulgada nesta segunda-feira. Foi feita por telefone e entrevistou dois mil eleitores com idade a partir de 16 anos nos 27 estados da federação.

Neste cenário, brancos e nulos somam 11%. Entre jovens de 16 a 24 anos, Haddad vence por 46% a 41%. Entre os que têm ensino superior, Bolsonaro vence por 63% a 25%.

Espontânea

Na pesquisa espontânea, Bolsonaro atinge 49% do total de votos (sem descontar brancos e nulos). Haddad chega a 30%. Indecisos são 10% e brancos e nulos somam outros 10%.

Na faixa até um salário mínimo, Haddad vence por 49% a 35%. Para quem ganha mais de 5 salários mínimos, Bolsonaro é o preferido por 61% (Haddad tem 30%).

A decisão de voto está na faixa dos 90% para ambos os candidatos: 94% para Bolsonaro e 89% para Haddad.

No quesito rejeição, Haddad lidera: ele é rejeitado por 54% da população. Bolsonaro é rejeitado por 38%.

Eunício culpa Cid e Ciro Gomes pela derrota nas urnas

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O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB), já sabe quem foram os responsáveis pela sua derrota no Ceará. Segundo informa a Veja Online: os irmãos Cid e Ciro Gomes.

Embora apoiado pelo governador Camilo Santana (PT), com direito a falas e encontros a seu favor, Eunício acabou perdendo para  desconhecido Eduardo Girão (Pros).

Pela campanha contrária do clã, o emedebista teve em Fortaleza apenas um terço dos votos que esperava.

(Foto – Agência Senado)

O próximo presidente não terá vida fácil

Confira o Editorial do O POVO deste sábado, com o título “Difícil começo”.

O presidente que será eleito no dia 28 de outubro, independentemente do nome que sairá das urnas, não terá vida fácil. O novo mandatário terá de administrar o País sob o mesmo sistema de governo em vigor – o chamado presidencialismo de coalizão – com um Congresso ainda mais fragmentado.

Esse sistema – que exige negociações, nem sempre republicanas, com partidos e bancadas de corporações – já mostrou o seu potencial de produzir crises em série. E, por enquanto, nada indica que será diferente, tendo em vista o resultado das eleições parlamentares, que fizeram aumentar o número de partidos na Câmara Federal e no Senado.

A nova legislatura terá 30 partidos contra as 25 siglas representadas atualmente na Câmara. Para se ter uma ideia da fragmentação, a maior bancada disporá de pouco mais de 10% dos votos da Casa. No Senado também houve crescimento na quantidade de partidos, que passaram de 16 para 21. Todas as grandes legendas encolheram, no entanto, os que mais perderam foram o MDB e o PSDB. Em direção contrária seguiu o PSL, que passou de oito para 52 deputados.

Nas eleições de 2018, começou a vigorar a cláusula de barreira, lei criada com o objetivo de reduzir a pulverização partidária, estabelecendo o fim das coligações para as eleições proporcionais a partir de 2020. Para restringir o acesso dos partidos a recursos do Fundo Partidário e ao tempo de rádio e TV, a proposta estabelece medidas com exigências gradativas até 2030.

Portanto, como se disse no início, o novo governo vai funcionar com as antigas regras. Acresça-se a isso que o presidente a ser eleito – qualquer que seja o nome preferido dos eleitores – vai encontrar um País dilacerado pelos graves conflitos ocorridos durante a campanha, que opôs de forma praticamente inconciliável os dois grupos de apoiadores.

O eleito terá de lidar com um País em que, pouco menos da metade dos eleitores, terá revelado nas urnas preferência pelo outro candidato. Ao mesmo tempo, se quiser obter algum sucesso na administração, o presidente que assumir terá de tomar medidas tão urgentes quanto impopulares, algumas delas só possíveis com emendas constitucionais, que exigem três quintos dos votos nas duas Casas Legislativas.

Assim, nada indica que o novo mandatário conseguirá, pelo menos no curto prazo, apaziguar os ânimos. Será preciso muita habilidade para pacificar o País, para que as questões econômicas e sociais passem a ser o centro dos debates, de modo a submeter os conflitos políticos e ideológicos aos interesses do País, pois é isso o que importa a todos os brasileiros.

(Editorial do O POVO)

Projeto Biblioteca Digital de Cedro é aprovado em primeiro lugar no Brasil

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Prefeito Nilson Diniz comemora.

O Ministério da Cultura divulgou o resultado final do edital de Bibliotecas Digitais 2018. Consta da página 15, do Diário Oficial da União (DOU). O município de Cedro ficou em 1º lugar na classificação geral. Dezenove bibliotecas públicas participantes do certame receberão R$ 100 mil cada para aplicar em projetos de uso de seus espaços de tecnologias de informação e comunicação no país. Ao todo, 86 inscrições.

O equipamento, instalado na Biblioteca Municipal Cândido Acrísio da Costa receberá rodas de leituras de livros digitais. Vinte turmas serão formadas para atender as comunidades leitoras das zonas rural e urbana, contando com agentes multiplicadores que garantirão a sustentabilidade do projeto e a sua cadeia de ações. O projeto terá ainda um “ônibus-biblioteca”, que circulará pelos bairros da cidade, preferencialmente nas localidades onde se registrem maiores carências de acervos.

Atividades envolvidas

Em parceria com o IFCE Campus Cedro e a Secretaria de Educação do Município, os programas envolverão leitura, práticas lúdico-pedagógicas e pesquisas eletrônicas. Uma parceria com a Escola Estadual de Educação Profissional Francisca de Albuquerque Moura vai garantir a concessão de alunos do curso de Redes de Computação para a ministração de oficinas na Biblioteca Digital. Outra parceria de interesse: em algumas entidades religiosas ocorrerão palestras de caráter ecumênico.

SERVIÇO

*Confira a publicação do Diário Oficial da União e os projetos selecionados: https://bit.ly/2ytXVne

Bolsonaro promete reforma administrativa e corte de gastos

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O candidato do PSL à presidência da República, Jair Bolsonaro, disse hoje (12), nas redes sociais, que, caso eleito, pretende fazer uma reforma administrativa para com a reduzir a remanejar “gastos desnecessários”, além de destinar recursos para as áreas essenciais e combater fraudes.

Segundo ele, o corte de gastos passará pela diminuição de estatais e ministério. E irá priorizar nomes técnicos e capacitados para chefiar as pastas, “sem pressões de viés sindicalista”.

“Muito além de fazer, vamos desfazer o sistema falido e corrupto que o PT construiu”, disse.

Bolsonaro afirmou que vai combater as fraudes em programas sociais para garantir maior renda “aos mais necessitados”. “Descentralizando recursos, estados e municípios terão maior autonomia financeira para atender as peculiaridades de cada região do país”.

Em outro post na internet, o candidato disse que “vamos combater o crime organizado e trabalhar para impedir que presos continuem controlando seus empregados de dentro dos presídios”.

Na noite de ontem (11), o candidato confirmou, também redes sociais, a criação de um superministério, que irá fundir Agricultura e Meio Ambiente.

Depois de encontro com empresários e políticos ligados ao agronegócio, Bolsonaro disse que o compromisso foi consolidado. “Tem que ser uma pessoa competente, com autoridade e que tenha iniciativa”, disse o candidato.

Antes, ele já tinha confirmado os nomes de outros integrantes de um eventual ministério. Bolsonaro admitiu também a possibilidade de não participar de debates no segundo turno por questões de estratégia, mesmo que seja liberado pelos médicos na próxima avaliação, no dia 18, para fazer campanha nas ruas e participar de debates na TV.

(Agência Brasil)

Atriz Regina Duarte vota em Jair Bolsonaro

A atriz Regina Duarte visitou o presidenciável Jair Bolsonaro ( PSL) no Rio de Janeiro, mostrou uma foto publicada pelo candidato em seu perfil no Twitter no início da tarde desta sexta-feira, 12.

Ela já vinha demonstrando apoio ao capitão reformado do Exército nas redes sociais, mas esta é a primeira vez que os dois aparecem publicamente juntos.

Em postagens recentes, Regina Duarte vem criticando o Partido dos Trabalhadores (PT) e seu candidato à Presidência, Fernando Haddad.

(Com Agência Estado/Foto – Instagram)

Que tal conferir uma exposição de quadros e esculturas feitos à base de material reciclado?

Uma exposição com quadros e esculturas todos feitos com material reciclado entrou em cartaz no Espaço Cultural do North Shopping (3º piso), no bairro São Gerardo

O nome é “Recriação” e os trabalhos foram feitos por 15 alunos do projeto “Arte Sustentável”, da Escola Estadual Dom Hélder Câmara, sob a coordenação dos professores André Cardoso e Ana Carla.

A exposição vai até 31 deste mês de outubro e, segundo o professor André, é uma experiência iniciada neste ano, gerando a chamada arte de baixo custo. Nela, por exemplo, há um ganso feito a partir do reaproveitamento das provas dos alunos.

(Fotos – Divulgação)

Eudoro Santana, ex-preso político e pai do governador do Ceará, lança alerta contra Jair Bolsonaro

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Eudor Santana, ex-parlamentar, ex-diretor-geral do Dnocs e ex-preso político, gravou vídeo em suas redes sociais pedindo votos para o candidato a presidente da República pelo PT, Fernando Haddad. Ele faz questão de deixar claro que não é petista, nem tem mais filiação partidária.

Pai do governador Camilo Santana (PT), Eudoro diz que Jair Bolsonaro, postulante a presidente pelo PSL, é um homem perigoso e que significa uma ameaça à democracia.

Fortaleza terá ato em defesa do jumento

A União Internacional Protetora dos Animais (Uipa), regional do Ceará, vai se engajar a um ato nacional contra o abate de jumentos, o que vem ocorrendo no Nordeste, segundo Geusa Leitão, da entidade.

Será neste domingo, a partir das 15 horas, na Praça dos Estressados (Beira Mar).

Geusa Leitão não adiantou números dessa matança, mas disse ser preciso chamar a atenção da população para esse caso grave.

(Foto – Arquivo)

TSE disponibiliza página para esclarecer eleitores sobre notícias falsas

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) lançou uma página na internet para ajudar a esclarecer o eleitorado brasileiro sobre as notícias falsas – ou fake news, no termo em inglês – que vêm sendo disseminadas pelas redes sociais. Para a Justiça Eleitoral, a divulgação de informações corretas, apuradas com rigor e seriedade, é a melhor maneira de enfrentar e combater a desinformação. Na página Esclarecimentos sobre informações falsas, qualquer pessoa poderá ter acesso a informações que esclarecem boatos ou notícias que buscam confundir os eleitores.

“Diante das inúmeras afirmações que tentam macular a higidez do processo eleitoral nacional, nessa página o TSE apresenta links para esclarecimentos oriundos de agências de checagem de conteúdo, alertando para os riscos da desinformação e clamando pelo compartilhamento consciente e responsável de mensagens nas redes sociais”, acrescentou o TSE.

Além de campanhas para alertar os cidadãos, a Justiça Eleitoral informou que tem encaminhado os relatos de irregularidades que chegam ao seu conhecimento para investigação do Ministério Público Eleitoral e da Polícia Federal. O objetivo é apurar eventuais crimes e responsabilizar quem difunde conteúdo inverídico.

De acordo com o TSE, até o momento, nenhuma ocorrência de violação à segurança do processo de votação ou de apuração, realizado durante as eleições de 2018, foi confirmada ou comprovada. “A Justiça Eleitoral desempenha relevante papel na consolidação da democracia em nosso país e trabalha incansavelmente para oferecer à sociedade um processo de votação seguro, transparente e ágil, garantindo efetividade à manifestação popular exercida por meio do voto”.

(Agência Brasil)

O Fenômeno Bolsonaro

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Com o título “O fenômeno Bolsonaro”, eis artigo de Antonio Jorge Pereira Júnior, doutor e mestre em Direito – USP, professor do Programa de Mestrado e Doutorado em Direito da Unifor. Ele culpa a esquerda pela ascensão bolsonarista. Confira:

De onde viria o sucesso eleitoral do candidato de um partido nanico, odiado pela grande mídia, atacado por diversos artistas, sem tempo de TV, politicamente incorreto e defensor de ideias consideradas pré-históricas pelo establishment progressista? O que nele teria atraído multidão em todos os estratos sociais, incluindo a maioria dos mais instruídos? Foi esfaqueado, e obteve mais eleitores. Repudiado em manifestações num dia, e dois dias depois aumenta a adesão a ele. Como entender o “fenômeno Bolsonaro”?

Uma possível explicação, estimado leitor, é que ele representa um certo Brasil amordaçado, e hoje conectado em rede social, que reage a um intelectualismo excludente, posicionado em lugares-tenente da sociedade nos últimos 20 anos.

Um Brasil que responde assim aos que não traduziram a vontade popular no exercício de sua atuação política, senão que se apropriaram de cargos e recursos públicos para implementar ideologia descolada dela, com ânimo de instalação definitiva no Poder. Lideranças de uma esquerda que se autoproclama tolerante e democrática, mas não admite quem pense diferente e, por isso, rotula com os piores qualificativos quem não se submete à mesma agenda ideológica.

Ora, eleição é escolha entre possibilidades concretas e projetos limitados. Nenhuma candidatura é perfeita. Nesse espectro, o primeiro turno evidencia uma maioria que se identifica com a candidatura Bolsonaro. Não são 49 milhões de pessoas racistas, homofóbicas, misóginas e fascistas, termos usados na contrapropaganda com a intenção de intimidar e depreciar.

Os eleitores do capitão, para além da caricatura, identificam nele um patriotismo genuíno, sem a instrumentalização do País para fins ideológicos que ultrapassam as fronteiras. Não reconhecem no seu grupo o afã de tomar e de se perpetuar no poder, meta declarada por um dos ícones do PT.

Valorizam o compromisso de defender a vida (90% da população é contra a liberação do aborto segundo Ibope/2017) e de lutar contra a liberação das drogas, antípodas da outra candidatura.

Também preferem o respeito à liberdade de expressão e de imprensa, sem controle de mídia, que é proposta do outro candidato. Vislumbram a continuidade da Lava Jato, enquanto o outro lado propõe redução e retaliação.

Há também os que apoiam pela perspectiva de reforma tributária e econômica, tendente a reduzir o Estado e a burocracia, e favorecer empreendedores, geradores de emprego e menos dependentes do Governo.

Há quem divise mais segurança pública na vitória do PSL, tendo Bolsonaro assumido o lado das vítimas da violência, antes de tratá-las como a causa da mesma, inversão lógica muitas vezes feita pela ideologia de extrema-esquerda.

Se tais promessas vão vingar, ou não, sendo eleito Bolsonaro, querido leitor, precisa ter bola de cristal para saber. De todo modo, elas levaram 46% dos que votaram e preferi-lo. Acho importante fazer essa reflexão, porque não me parece correto subestimar a inteligência e boa fé desse contingente. Viver a democracia é respeitar o outro, apesar de suas escolhas, e buscar compreendê-las com boa-fé.

Vale lembrar que estamos do mesmo lado da trincheira. A guerra é nossa e não entre nós.

*Antonio Jorge Pereira Júnior

antoniojorge2000@gmail.com

Doutor e mestre em Direito – USP, professor do Programa de Mestrado e Doutorado em Direito da Unifor.

Aliança Francesa de Fortaleza sob nova direção

A Aliança Francesa de Fortaleza tem novo diretor. Assumiu Marc Ellul, francês que ocupa a vaga aberta com a saída de Magali Claux, agora atuando na Itália.

“Após uma excelente coordenação da Sra. Claux, tenho a importante missão de reger as duas sedes da Aliança Francesa em Fortaleza, e com uma meta de aumentar em 20% as matrículas. Para isso, quero abrir novos cursos, como culinária francesa, cursos básicos de viagem, conversação e negócios”, afirmou, ao tomar posse, o novo diretor.

Há mais de 70 anos promovendo a língua e a cultura francesa no Estado, a Aliança Francesa de Fortaleza é uma associação sem fins lucrativos, de utilidade pública, sendo o único curso de língua francesa reconhecido pelo governo francês.

(Foto – Divulgação)

Fernando Haddad vai esconder Dilma de sua campanha

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Além de não visitar mais Lula na cadeia, na carceragem da PF em Curitiba (PR), o candidato petista a presidente da República, Fernando Haddad, pretende esconder outro “ícone” petista até dia 28: Dilma Rousseff.

É o que informa a Veja, que circula neste fim de semana.

A ex-presidente, que foi alvo de impeachment e perdeu a eleição para o Senado em Minas, não terá nenhum papel na campanha.

(Foto – Divulgação)