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“A Força do Querer” turbina audiência da Globo

Bibi Perigosa

Da transformação de uma dona de casa em “rainha” do tráfico ao processo de transexualização de um homem nascido em corpo feminino, A Força do Querer ganhou o público ao escancarar dilemas humanos de forma íntima. Fenômeno de público e crítica como não era visto desde Avenida Brasil (2012), a trama das nove pautou discussões das mesas de bar à linha do tempo do Facebook. O Vida&Arte ouviu especialistas e artistas para analisar o bom desempenho da produção que chega ao fim na próxima sexta-feira, 20.

“A novela precisa tocar as pessoas através da compaixão, que é o ato de se colocar no lugar do outro. Isso a Glória Perez fez lindamente”, avalia a atriz Maria Clara Spinelli, que dá vida à personagem Mira. Ela usa como exemplo o caso do personagem Ivan (Carol Duarte). “A questão da transexualidade foi tratada de uma maneira clara e bonita. Ivan é querido por todo o público”, aponta a atriz, que é transexual. Para Maria, que na trama é melhor amiga de Irene (Débora Falabella), a autora acertou não separando os personagens de forma maniqueista. “Assim reflete muito mais a humanidade do que os mocinhos e vilões clássicos”, pondera.

Para o pesquisador de TV Julio Cesar Fernandes, mestre em Comunicação e professor de jornalismo e transmídia da Faculdade Cásper Líbero (SP), A Força do Querer compreende a atual dinâmica do telespectador. “Acredito que a TV esteja passando por uma fase que não é mais da idealização, o público não idealiza mais ser um personagem ou morar no bairro da novela. O público quer identificação”, teoriza, apontando que a obra dirigida por Rogério Gomes acertou ao acentuar os “defeitos” dos personagens.

O ator cearense Silvero Pereira, que vive Elis Miranda/Nonato na trama, aponta que essa identificação era compartilhada, inclusive, entre o elenco. “Dentro da equipe, a gente sempre comentava como essa novela também nos contagiava, mesmo estando dentro do processo e vendo os bastidores”, aponta o fundador do Coletivo As Travestidas. “Sempre conversamos sobre as personagens como telespectadores vidrados e apaixonados por telenovela. Isso sem dúvida foi o que mais curti fazer parte, pois éramos um coletivo dentro e fora das câmeras”, celebra.

*Confira no O POVO aqui.

Às favas todos os escrúpulos!!

Da Coluna Política do O POVO desta quarta-feira, assinada pelo jornalista Érico Firmo, uma boa reflexão pós-salvação do mandato do tucano Aécio Neves:

Muitos motivos e nenhuma razão envolvem a devolução do mandato de Aécio Neves (PSDB). Não, os senadores não se moveram pela percepção de que o tucano é ou pode ser inocente. Decidiram salvá-lo, primeiro, porque inúmeros parlamentares poderão estar na mesma situação amanhã ou depois. Mais de um terço dos votos por Aécio foram de investigados. Só não teve mais votos porque a bancada do PT enxerga nele um inimigo e sabe que se desgastaria com a opinião pública caso votasse pela devolução do mandato. Abstraindo o fato de ser Aécio, a maioria dos petistas discorda do afastamento, pelo mesmo motivo citado anteriormente.

A outra explicação para terem salvo Aécio é o velho toma lá, dá cá. A arcaica troca de favores. O presidente Michel Temer (PMDB) se envolveu pessoalmente nas negociações em prol do tucano. Misto de gratidão pelo passado e expectativa de retribuição futura. O PSDB está dividido sobre a denúncia contra o peemedebista. A ala pró-Temer ganhou argumento a favor. O Planalto atuou, afinal de contas, para salvar o presidente do PSDB —ainda que licenciado.

Acreditava-se que o voto aberto podia intimidar senadores, a menos de um ano da eleição. Qual nada. Eles estão preocupados com a sobrevivência imediata e nada fala mais alto que o pragmatismo, o espírito de corpo e a busca de autopreservação.

Governo quer aumentar alíquota de contribuição previdenciária dos servidores

Em contrapartida à tramitação no Congresso de um reforma de Previdência mais enxuta, a equipe econômica do Governo Federal quer apoio para conseguir aprovar o aumento de contribuição previdenciária dos servidores públicos federais. A proposta de elevação da alíquota de 11% para 14% foi anunciada há dois meses, mas enfrenta resistências do funcionalismo que tem forte poder de pressão com senadores e deputados. O projeto nem mesmo chegou ao Congresso Nacional.

O Governo considera fundamental a medida para começar a reforma no funcionalismo e quer garantias de que o projeto será aprovado até o fim do ano. Para começar a valer o aumento da alíquota, é necessário o cumprimento de um prazo de noventa dias.

Na semana passada, lideranças políticas começaram a articular com integrantes do Governo uma emenda aglutinativa, espécie de texto alternativo ao parecer do deputado Arthur de Oliveira Maia (PPS-BA) aprovado em uma comissão especial da Casa em maio.

A apresentação da emenda será feita logo após a votação da segunda denúncia contra o presidente Michel Temer (PMDB) na Câmara dos Deputados. O ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, já havia admitido em agosto a possibilidade de redução da proposta de reforma da Previdência.

O ponto inegociável, segundo o Governo, é manter a idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens. Mas as lideranças querem fazer ajustes no tempo mínimo de contribuição (de 25 anos, pelo texto da comissão) e na regra de transição.

(Agência Estado)

Sonho não Acabou – Projeto de refinaria deve ser entregue em novembro

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A planta final da refinaria para o Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp) será apresentada no próximo mês de novembro ao China Development Bank – o banco de desenvolvimento nacional do país asiático. O equipamento, negociado pelo Governo do Estado com investidores chineses, é orçado na primeira fase em US$ 4 bilhões. Outros US$ 500 milhões seriam empregados na construção de um terminal de petrolífero para atender o fluxo da unidade de refino.

“Não temos mais questões sobre o projeto com as empresas. A próxima etapa é obter o financiamento da instituição bancária. Mostraremos em novembro. A equipe técnica está trabalhando para finalizá-lo”, ressalta Antonio Balhmann, assessor especial para Assuntos Internacionais do Estado. Segundo ele, a formatação do projeto é feita por engenheiros que já atuaram em companhias de petróleo da China. Não há nenhum cearense envolvido.

O modelo do projeto, no entanto, pode sofrer alterações caso haja a necessidade de modificá-lo por eventuais pedidos do banco chinês. “As mudanças seriam pontuais, mas nada que prejudicaria a base do projeto”, afirma Balhmann. Em setembro, o Governo do Estado e a instituição financeira asiática assinaram um Memorando de Entendimento (MOU) para financiar o projeto.

A empresa responsável pelo projeto da refinaria é a Qingdao Xinyutian Chemical. Na primeira fase, o empreendimento deve refinar 150 mil barris de petróleo por dia. A segunda fase dobra a capacidade de produção para 300 mil barris/dia. O orçamento da segunda fase gira em US$ 4 bilhões, totalizando montante de U$ 8 bilhões.

A companhia também irá implantar uma petroquímica – destinada à produção de derivados advindos do combustível fóssil. São esperados investimentos de US$ 3 bilhões. Ao todo, a refinaria demandará 600 hectares. 400 hectares para as duas fases do equipamento, além de outros 200 hectares para a instalação da petroquímica. Os projetos, localizados no Cipp, ficarão na Zona de Processamento e Exportação (ZPE).

Energia solar

Balhmann destaca que investidores chineses seguem interessados em um projeto de energia solar no município de Russas. O montante a ser empregado é de aproximadamente US$ 775 milhões (em três fases). A cearense FG Soluções e a espanhola Enerside são as outras companhias interessadas na formação de um consórcio para o projeto, juntamente com o player asiático. “As empresas mantêm o interesse em adquirir o projeto para o leilão de Energia Nova em dezembro. Mas a limitação é a subestação de Russas II, que está limitada por um projeto estatal”, disse o secretário.

O equipamento interligando em Russas II pertence à Furnas, subsidiária da Eletrobras, localizado no município de Fortim. A estatal usaria, então, a subestação Russas II para escoar o montante produzido, o que inviabilizaria a margem de escoamento da energia dos projetos privados interessados na região. O parque da estatal, aliás, teve o início da geração adiado de 2016 para 2020.

(O POVO – Repórter Átila Varela)

Exportações brasileiras cresceram 15,1% em setembro

As exportações brasileiras tiveram um crescimento de 15,1% em setembro, na comparação com o mesmo período do ano passado. Já as importações cresceram 18% no período. As informações do Indicador do Comércio Exterior (Icomex) foram divulgadas hoje (17) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), no Rio de Janeiro.

Entre as três atividades econômicas pesquisadas, a principal alta no volume exportado entre setembro de 2016 e setembro deste ano foi observada na agropecuária (94,5%). As exportações da indústria extrativa cresceram 7,3% e as da indústria da transformação tiveram aumento de 5,3%.

Dentro da indústria da transformação, apenas os bens de capital tiveram queda no volume exportado (11,6%). Entre as outras quatro categorias de uso, os bens de consumo duráveis foram os que tiveram maior alta nas exportações (27,2%), seguidos pelos bens de consumo semiduráveis (10%), pelos bens intermediários (9,5%) e pelos bens de consumo não duráveis (5,5%).

Já os preços dos produtos exportados cresceram 2,7%, enquanto os preços dos importados caíram 1,5% entre setembro de 2016 e setembro deste ano.

(Agência Brasil)

Pesquisa diz que 84% da população considera o Brasil um país muito burocrático

Uma pesquisa feita pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) mostrou que a maioria da população (84%) considera o Brasil um país burocrático. Já os que consideram o país pouco burocrático somaram 9% do total. De acordo com o levantamento, 75% das pessoas acreditam que o excesso de burocracia pode ser prejudicial e um mecanismo de estímulo à corrupção. Outros 78% consideram que os entraves dificultam o desenvolvimento do país e 77% a compra de bens.

A pesquisa foi realizada em duas frentes: foram ouvidas 1200 pessoas em âmbito nacional e 452 indústrias no estado de São Paulo, entre os dias 1º e 11 de fevereiro de 2017.

De acordo com o levantamento, para 65% das pessoas entrevistadas, o combate à burocracia deve ser priorizado, com a adoção de medidas como a redução da quantidade de leis e normas vigentes, a definição de datas para mudança de suas regras ou de sua aplicação, a simplificação da linguagem e a comunicação dos custos que as novas regras devem gerar. Aqueles que concordam que o governo tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização são 36%.

As maiores dificuldades causadas pelo excesso de burocracia foram sentidas com relação ao acesso à Justiça (61%), à realização de reclamação em órgãos de defesa do consumidor (56%) e a solicitação ou cancelamento de serviços de água, luz, telefonia, internet, entre outros serviços.

Indústrias

Para 83,2% das 452 empresas participantes da pesquisa, o alto custo Brasil já foi impeditivo para o início ou a expansão de seus negócios. Para 90,2%, o excesso de burocracia dá espaço para a corrupção e para 94,7%, dificulta o desenvolvimento econômico e o ambiente de negócios no Brasil. Aqueles que consideram que a burocracia tem impacto na competitividade das empresas são 91,4%.

Para 71,5%, o governo não tem sido capaz de implementar políticas de desburocratização e 52,4% acham que não há espaço para manifestação quando há mudanças importantes nas leis e políticas que afetam o setor privado. Por isso, 75,3% consideram que as federações e associações empresariais são importantes para melhorar a relação entre a burocracia estatal e o setor privado.

A pesquisa aponta ainda que 84,3% das empresas responderam que os principais impactos da burocracia sobre as empresas são o aumento do custo de gestão dos processos empresariais, 69,5% o aumento excessivo das estruturas não ligadas diretamente à produção, e 48,2% o aumento de ações judiciais ou administrativas por erros no cumprimento das obrigações (48,2%).

Para facilitar procedimentos e reduzir gastos com burocracia, as empresas indicaram como medidas a que redução da quantidade de normas existentes (82,5%), a simplificação da linguagem (64,8%) e a informação de quanto as nova regra custará para o país (36,1%). Além disso, para criar um ambiente mais propício aos negócios, as empresas sugerem, prioritariamente, evitar a apresentação de informações repetidas ao governo (74,1%), criar um registro único de regularidade fiscal (63,7%) e estabelecer prazos máximos para que um requerimento seja concedido (42,7%).

Para o presidente da Fiesp e do Ciesp (Centro das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, a burocracia engessa a economia e rouba tempo de quem quer empreender. “É muita exigência, muita complicação. O governo não pode pesar nas costas de quem produz. É preciso simplificar para que o país retome seu desenvolvimento, fique mais competitivo e gere empregos”, afirmou.

(Agência Brasil/Foto – José Leomar)

Nota do Enem é aceita em 27 universidades de Portugal

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) fechou recentemente um convênio com o Instituto Politécnico da Maia (Ipmai), de Portugal, para que estudantes brasileiros possam usar as notas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como critério de ingresso na instituição. Com isso, já são 27 as instituições de ensino superior portuguesas que aceitam o Enem.

As instituições portuguesas que usam o exame podem definir qual será a nota de corte para o acesso dos estudantes brasileiros aos cursos ofertados. A revalidação de diplomas e o exercício profissional no Brasil dos estudantes que cursarem o ensino superior em Portugal estão sujeitos à legislação brasileira aplicável à matéria.

O primeiro convênio interinstitucional foi firmado em 2014, com a Universidade de Coimbra. Os convênios não envolvem transferência de recursos e não preveem financiamento estudantil por parte do governo brasileiro.

O Inep já tem 27 convênios com as seguintes instituições portuguesas:

Universidade de Coimbra

Universidade de Algarve

Instituto Politécnico de Leiria

Instituto Politécnico de Beja

Instituto Politécnico do Porto

Instituto Politécnico de Portalegre

Instituto Politécnico do Cávado e do Ave

Instituto Politécnico de Coimbra

Universidade de Aveiro

Instituto Politécnico de Guarda

Universidade de Lisboa

Universidade do Porto

Universidade da Madeira

Instituto Politécnico de Viseu

Instituto Politécnico de Santarém

Universidade dos Açores

Universidade da Beira Interior

Universidade do Minho

Cooperativa de Ensino Superior Politécnico e Universitário

Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias

Instituto Politécnico de Setúbal

Instituto Politécnico de Bragança

Instituto Politécnico de Castelo Branco

Universidade Lusófona do Porto

Universidade Portucalense

Instituto Universitário da Maia (Ismai)

Instituto Politécnico da Maia (Ipmai)

(Agência Brasil)

Caso Aécio Neves – Eunício diz que quer votar ainda nesta terça-feira questão do mandato

Após o impasse sobre a votação que pode reverter o afastamento do senador Aécio Neves (PSDB-MG), o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), disse que o assunto está na pauta e será colocado em votação ainda hoje (17). O presidente da Casa comentou o assunto ao chegar ao Congresso Nacional e dirigir-se para o gabinete da Presidência após cancelamento da reunião de líderes marcada para as 14h30.

Eunício não deixou claro, no entanto, como fará a chamada para a votação. Para que o afastamento do mandato parlamentar de Aécio e outras medidas cautelares sejam revertidas, é necessário que pelo menos 41 senadores da Casa votem favoravelmente ao senador.

“É o primeiro item da pauta, acabei de receber a informação que já tem mais de 45 registros de senadores e para abrir a sessão é preciso ter 41 senadores. Está em regime de urgência e, portanto, vou dar sequência à votação. Não cabe ao presidente do Congresso colocar parlamentares no plenário. Na hora em que temos mais de 41 senadores, é o que determina o regimento, eu posso abrir a sessão. E é o que farei”, disse.

A votação de hoje no Senado irá confirmar ou não decisão da Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) que, no último dia 26, afastou o senador Aécio Neves do mandato e determinou seu recolhimento noturno.

No momento, senadores do PSDB estão reunidos para deliberarem sobre o assunto. A tendência majoritária do partido é votar contra a decisão da Primeira Turma. Na tentativa de angariar apoio, o parlamentar tucano enviou uma carta aos colegas no dia de hoje defendendo-se das acusações de corrupção passiva e obstrução de Justiça feitas pela Procuradoria-Geral da República (PGR) com base nas delações premiadas da empresa J&F.

“Os 41 votos sim ou não dependem da chamada que eu fizer para manter ou revogar [a decisão do STF]. O meu entendimento, de acordo com a Constituição, é que só se delibera com 41 votos sim ou não”, afirmou Eunício Oliveira.

PT

Após uma reunião com a bancada do PT no Senado, o senador Humberto Costa (PT-PE) disse que “diante da robustez das provas” o partido vai votar pela manutenção das medidas cautelares impostas a Aécio pelo STF.

Defendendo que a votação ocorra hoje para que o Senado resolva o assunto o quanto antes, Costa negou que o PT tenha mudado de posição. Segundo ele, a manifestação anterior do partido , em que criticava Aécio, mas defendia a revisão das medidas cautelares, fazia sentido do ponto de vista da “independência dos poderes”.

“Nós nos colocamos anteriormente contra [a decisão da Primeira Turma] pelo fato nosso entendimento, pela Constituição Federal, o Supremo não poderia aplicar esse tipo de pena, mas o Senado sim. Na medida em que houve uma pacificação desse assunto e o Supremo concordou com essa visão, agora temos que discutir o mérito, ou seja se o senador cometeu ilicitudes e irregularidades que justifiquem o seu afastament”, afirmou Humberto Costa, referindo-se à decisão do Supremo, na semana passada, sobre o aval do Congresso em decisões similares.

(Agência Brasil)

Vem aí mais uma edição do Pincel de Ouro

O empresário Roberto Macedo comanda a Hidracor.

Vem aí a edição do Pincel de Ouro, uma realização da Hidracor, empresa do Grupo J. Macêdo. Vai acontecer na sexta-feira (20), em Maracanaú.  Trata-se de uma ação de relacionamento com os pintores, que podem usufruir de atividades recreativas, receber brindes, prêmios e ainda visitar a fábrica da empresa nesse município da Região Metropolitana de Fortaleza. Marcará também o Dia do Pintor.

Durante a programação, os pintores conhecerão e testarão produtos que fazem parte do portfólio Hidracor, entre eles, dois lançamentos: a nova linha de esmaltes para madeira e metais, que protege, dá brilho e decora superfícies; e o Htrio, tinta standard que oferece uma série de benefícios ao público consumidor ao aliar alta performance e baixo custo.

“Além do treinamento, os pintores participam de um campeonato de futebol com equipes criadas entre si e um churrasco de integração. Comemorar o Dia do Pintor e estar cada vez mais próximo dessa categoria profissional tão respeitada pelo público final é super importante para nós”, afirma Rodrigo Andrade, Diretor Comercial da Hidracor.

SERVIÇO

*Para participar o pintor interessado deve confirmar presença por meio do telefone (85) 3017.7440 ou do e-mail pinceldeouro@ointoagencia.com.br.

*Outras duas edições devem ocorrer ainda neste ano: nos dias 10 e 24 de novembro.

(Foto – Divulgação)

Quatro maiores bancos concentram 78,6% do crédito do País

 

Os quatro maiores bancos do país concentram a maior parte do mercado de crédito, de acordo com dados do Relatório de Estabilidade Financeira do Banco Central, divulgado hoje (17).

Em junho, Itaú-Unibanco, Bradesco, Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal detinham 78,65% de todas as operações de crédito. Em junho de 2016, essa concentração era um pouco menor – estava em 76,95%. Há quase dez anos, no final de 2007, o percentual era ainda menor: 54,67%.

De acordo com o relatório, as quatro instituições também são responsáveis pela maior parte dos ativos bancários: 72,98%, em junho deste ano. Esses bancos também detém 76,74% dos depósitos.

Em agosto, a taxa média de juros dos empréstimos às famílias ficou em 62,3% ao ano. No caso das empresas, a taxa era de 24,4% ao ano. Os empréstimos com taxas mais altas para pessoas físicas são as do cheque especial (317,3% ao ano) e rotativo do cartão de crédito (média de 397,4% ao ano).

Crédito às empresas

No relatório, o Banco Central diz que as condições mais restritivas nas concessões de empréstimos pelos bancos no país sinalizam uma “melhora prospectiva” na qualidade da carteira de crédito. Por outro lado, diz o BC, ainda há riscos relacionados ao crédito às empresas e nos bancos públicos.

“A melhora no ambiente adverso da economia real pouco se refletiu nos indicadores agregados de crédito no primeiro semestre de 2017. Todavia, na margem, observa-se alguma retomada no apetite das instituições financeiras, especialmente no que concerne às operações com garantias”.

Segundo o BC, é condição necessária para a retomada do crédito às empresas, a melhoria na capacidade de pagamento das pessoas jurídicas.

No mês passado, o BC informou que não espera mais por crescimento do crédito, este ano. A projeção para o saldo do crédito bancário foi revisada de expansão de 1% para estabilidade em relação a 2016 (R$ 3,105 trilhões).

Em agosto, o saldo do crédito total ficou em R$ 3,046 trilhões, com retração de 0,1% no mês e de 2,2% em 12 meses. No caso das pessoas físicas, o saldo ficou em R$ 1,609 trilhão, com alta de 0,7% no mês e de 4,6%, em 12 meses. No caso das empresas, houve retração de 1% no mês e de 8,8% em 12 meses, com saldo de R$ 1,437 trilhão.

(Agência Brasil)

PMDB marca data para voltar a ser MDB

O PMDB fará convenção nacional no próximo dia 7, em Brasília. Nesta manhã de terça-feira, todos os detalhes do encontro foram avaliados pelo senador Eunício Oliveira e um grupo de peemedebistas.

Entre vários pontos da agenda da convenção está mesmo o item que prevê a mudança do nome do partido. Sairá PMDB e retornará MDB.

Pena que a mudança acabe sendo só de sigla. O MDB do passado era ousado e bem mais progressista.

Criança. O Ontem e o Hoje

Com o título “Criança. O Ontem e o Hoje”, eis o que nos escreve o escritor e empresário João Soares Neto neste Mês da Criança. Confira:

“A mim me salvaram as crianças. De tanto escrever para elas,
simplifiquei-me”. Monteiro Lobato

Era uma vez um menino nascido ao meio-dia de uma sexta-feira. O mundo estava em
guerra. Não por tal razão chorava. Havia saído a fórceps do útero de mãe primípara,
por obra e graça de parteira diplomada. Seu pai só tinha 20 anos, era ciumento e não
deixou a jovem mulher ser assistida por médico. Paparicado por jovens tias maternas,
pois o casal estava com pressa de povoar o mundo. Depois dele, não veio o dilúvio,
mas oito crianças.

Uma das tias sugeriu e os seus pais aceitaram, iniciá-lo, aos quatro anos, nos estudos
em escola experimental americana. Ia só. Quem o acompanhava, ficava longe.
Infelizmente, durou pouco. Matricularam-no em ginásio formal. Um dia, não lembra a
razão, foi o último a sair do recreio para a sala de aula. De repente, o diretor puxou-o
ela orelha, ralhando. Conseguiu um telefone do próprio ginásio e ligou para o pai
contando o fato. Disse: não estudaria mais ali. Dito e feito.

Dezenas de anos passados, ele, já com netos em idade escolar, tenta aproximação de
formas diferentes. Meio sem jeito, desde o tempo de pai. Criara (seria o prenúncio de
um ficcionista?), dois personagens, a Rosinha e o Paulinho, crianças exemplos. As filhas
procuravam conhecê-los. Ele driblava com evasivas: moram um pouco distante daqui,
viajaram, estão de férias etc. Rosinha e Paulinho eram bons filhos, estudiosos e
serviram de modelo invisível para as ainda crédulas filhotas.

Agora, conta um pouco do “seu-sem- jeito” como avô. Há anos combinou com uma
filha: levaria as crianças dela para a escola. Tentava maior aproximação. Entravam no
carro ainda bocejando. Ele, o avô, colocara no toca cd músicas infantis e ia,
desafinando, solfejando com eles. A festa durou pouco mais de uma semana. Um dia,
perguntou se fazia diferença ir apanhá-los manhã cedo ou outra pessoa servia. Triste,
ouviu: tanto faz.

Domingo desses, combinou com outra filha, ir apanhar o seu primogênito para levá-lo
a uma feira de numismática. O neto, rosto cheio de protetor solar e saco com lata de
moedas repetidas. Sentados no banco da frente, cintos de segurança atados, foram
conversando ao Parque da Liberdade, no centro, a antiga Cidade das Crianças,
concepção pedagógica da professora Zilda Martins Rodrigues.

Lá, pessoas maduras fazem o escambo e a venda de moedas. Sentou-se em uma
banca. O neto, em outra. Fez as suas barganhas e, ao final, o neto queria vender, a
qualquer preço, as moedas repetidas. Arrazoou: você não está precisando de dinheiro.
Comprou novas moedas para o neto, inclusive, cédula de dólar com a cara do Mickey,
só circulante no mundo da fantasia e no dos numismatas.

Depois, foram almoçar. Antes, o neto pediu para tomar sorvete. Concordou, claro. Do
almoço provou pouco, mas bebeu duas latas do excêntrico Guaraná Jesus, hoje marca
da Coca-Cola. Mais um sorvete e tomou o caminho de volta. Papos, risos e abraços. Ficaram combinados. Voltariam à feira.

*João Soares Neto,

Empresário e membro da Academia Cearense de Letras.

MST ocupa sede do Ministério do Planejamento

Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupam, desde as 5 horas de hoje (17), o térreo do edifício-sede do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília. De acordo com líderes do movimento, mil pessoas provenientes do Distrito Federal, Minas Gerais e Goiás participam da mobilização, organizada no contexto da Jornada Nacional das Lutas de Outubro, iniciada ontem (16).

Brasília - Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupam o térreo do edifício-sede do Ministério do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília (Jo
Integrantes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) ocupam o térreo do edifício-sede do Ministério do Planejamento, na Esplanada dos Ministérios, em Brasília José Cruz/Agência Brasil.

Devido à obstrução das portarias central e privativa e da garagem, diversos funcionários da pasta aguardam, no pátio externo, a liberação do acesso aos escritórios do prédio e uma definição quanto ao início do expediente.

“A jornada tem um único objetivo: exigir do governo o descontingenciamento do orçamento da reforma agrária e da agricultura familiar de 2017 e a reabertura do orçamento de 2018 [quanto às mesmas rubricas]. A proposta que o governo tem submetido ao Congresso é o desmonte total das duas áreas. Em alguns programas, como o Programa de Aquisição de Alimentos (PAA), o corte passa de 90%”, diz Alexandre Conceição, da coordenação nacional do MST.

Conceição também informa que é esperada a adesão de quilombolas e indígenas ao ato “unitário do campo”. Outra reivindicação é relacionada à qualidade dos alimentos produzidos no país, que, na sua avaliação, estão inseridos em um modelo que privilegia a utilização do agrotóxico e, com isso, ameaça a saúde da população.

(Agência Brasil)

Chico Lopes diz que Temer escapa e que a classe política brasileira perdeu a credibilidade

O deputado federal Chico Lopes (PCdoB) disse, nesta terça-feira, que a oposição vai brigar e tentar aprovar a nova denúncia contra o presidente Michel Temer, mas, ao final, tudo não vai dar em nada. “A Câmara teve oportunidade de cassar e não cassou. Vai rolar muita grana. Infelizmente é o que prevemos”, disse o parlamentar. Temer é acusado pela Procuradoria-Geral da República por organização criminosa e obstrução da justiça.

Chico Lopes, indagado sobre uma mobilização popular como forma de pressionar a Câmara, também mostrou-se cético. Ele disse que não vê sindicato, entidade ou coisa parecida reagindo. “Nós estamos ausentes. Cadê sindicato, cadê associação? Se tivessem nas ruas, tenho certeza que poderia acontecer algo”, acentuou.

O parlamentar lamentou ainda que não haja perspectiva de futuro político para o Brasil, a a partir da sua juventude, hoje tragada pelo crack e sem engajamento em movimentos sociais, de igreja ou outro tipo de entidade. Ele concorda com a tese de que a classe política brasileira perdeu a credibilidade e que se faz necessário uma reforma política que atenda aos interesses da sociedade e não de grupos.

(Foto – Paulo  MOska)

Ao Vivo – Comissão de Constituição e Justiça discute parecer de denúncia contra Temer

A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) da Câmara discute hoje (17) o parecer do relator Bonifácio de Andrada (PSDB-MG), que recomendou a inadmissibilidade da denúncia apresentada pela Procuradoria-Geral da República contra o presidente Michel Temer e os ministros Eliseu Padilha (Casa Civil) e Moreira Franco (Secretaria-Geral da Presidência).

Temer é acusado de tentativa de obstrução de justiça e liderança de uma organização criminosa que teria a atuação de parlamentares do PMDB e dos ministros Padilha e Franco. A acusação só poderá ser investigada pelo Supremo Tribunal Federal se autorizada pela Câmara dos Deputados.

(Com Agência Brasil)

Governo libera Garantia-Safra para Minas e Ceará

O Ministério da Agricultura baixou portaria autorizando o pagamento do Programa Garantia-Safra 2016/2017 para alguns municípios de Minas Gerais e Ceará.

Em território mineiro, são 37 cidades situadas na zona do semiárido, enquanto no Ceará devem ser contemplados com a ajuda financeira os agricultores das cidades de Acopiara, Alto Santo e Quixeré.

O Garantia-Safra tem o valor de R$850,00 e é concedido em cinco parcelas de R$170,00. O benefício é para agricultores cadastrados no programa, que moram em municípios cuja perda da produção agrícola tenha sido de ao menos 50% devido à seca. O recurso pode ser retirado em qualquer agência lotérica ou bancária da Caixa Econômica Federal, de acordo com o calendário de pagamento de benefícios sociais.

(Foto – Alan Tiago Alves -G1)

Operação Lava Jato – Procuradores buscam donos de R$ 2,5 bilhões na Suiça e até na China

Com investigadores estrangeiros ampliando o confisco de dinheiro na Operação
Lava Jato, procuradores brasileiros avaliam que o término da investigação está longe de ser alcançado –apesar de recentemente o juiz federal Sergio Moro ter dito que os trabalhos
em Curitiba se aproximam do final. Isso porque as investigações devem ser estendidas para outros lugares e instâncias.

Só na Suíça, a quantidade de dinheiro bloqueado chega a mais de 1 bilhão de
francos (R$ 3,22 bilhões) neste ano, segundo dados obtidos pelo Portal UOL com o
Ministério Público em Berna.

Desse total, investigadores no Brasil apontaram que ainda desconhecem quem são
os verdadeiros donos de cerca de US$ 800 milhões (R$ 2,52 bilhões) de 800 contas
correntes bloqueadas no país europeu.

Apenas depois disso é que as futuras ações penais podem ser abertas para que se
tente buscar a devolução desse montante. O trabalho de cooperação internacional,
considerado por eles como “de formiguinha”, ainda deve se estender por outros
países, como a China.

Ainda assim, o procurador Paulo Roberto Galvão, da força-tarefa da Lava Jato em
Curitiba, destaca que R$ 769 milhões já foram recuperados aos cofres públicos do
Brasil desde o início do caso, em 2014. Falta uma análise sobre os R$ 2,52 bilhões
restantes. “Esse é um ponto que mostra o tanto que a Lava Jato precisa andar em
Curitiba e em outros locais”, afirmou.