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Bolsonaro diz que vai implantar colégio militar em cada capital do País

O presidente Jair Bolsonaro voltou a defender hoje (6) a construção de colégios militares e disse que a meta do atual governo é implantar um em cada capital do país. “O que tira um homem ou mulher de uma situação difícil em que se encontre é o conhecimento. Queremos mais crianças e jovens estudando nesses bancos escolares. Respeito, disciplina e amor à pátria são fundamentos importantes desses colégios”, afirmou.

Bolsonaro participou de cerimônia em comemoração ao 130º aniversário do Colégio Militar do Rio de Janeiro. Ele destacou a excelência do ensino e o sucesso dessas instituições nas avaliações da educação básica. “Precisamos promover uma educação que prepare nossos jovens para os desafios da quarta revolução industrial”.

De acordo com o presidente, já está em andamento a construção do maior colégio militar do Brasil, no Aeroporto Campo de Marte, na zona norte de São Paulo.

Protesto

Pais, alunos e professores dos colégios Pedro II (CPII), Aplicação e Centro Federal de Educação Celso Suckow da Fonseca ocuparam as ruas em frente ao Colégio Militar para protestar contra a redução de 36,37% no orçamento anual do CPII, anunciada na semana passada pelo Ministério da Educação.
As ruas Morais e Silva e São Francisco Xavier estavam interditadas de manhã para a visita do presidente Jair Bolsonaro. Uma das oito unidades do Pedro II no estado fica em frente ao Colégio Militar, na Tijuca, zona norte do Rio.

(Agência Brasil)

Camilo anuncia investimento de R$ 200 milhões do Grupo Votorantim no Pecém

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Marcelo Castelli e Camilo Santana.

O governador Camilo Santana (PT), que se encontra em São Paulo nesta segunda-feira, acaba de anunciar investimento para o Ceará. Bem cedo, neste blog, havíamos adiantado que viria novidade na área industrial.

“Acabo de assinar, aqui em São Paulo, acordo com o presidente da multinacional Votorantim Cimentos, Marcelo Castelli, para um investimento de R$ 200 milhões da empresa em nosso estado”, disse.

A Votorantim, conforme o governador, vai ampliar a sua fábrica no Pecém, que irá aumentar em 800 mil toneladas/ano a capacidade de produção, impulsionando “nossa economia e gerando mais emprego e renda para os cearenses”.

Para Camilo, isso mostra toda “a confiança dessa grande empresa no nosso estado”.

(Foto – Reprodução do Facebook)

Reforma da Previdência – Arcebispo de Fortaleza torce para que a matéria, como está, não passe

Do arcebispo de Fortaleza, dom José Antônio de Aparecido Tose, ao ser indagado sobre a proposta de reforma da Previdência do governo Jair Bolsonaro:

“Deus queira que, do jeito que foi colocada, não passe não! Mas, vamos esperar que aqueles que são responsáveis tenham juízo”.

Dom José encontra-se em Aparecida (SP), até a próxima sexta-feira, participando da assembleia geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que elegerá sua nova cúpula e deve divulgar carta para os brasileiros sobre o cenário atual do País.

(Foto – Arquidiocese)

Mercado financeiro reduz pela 10ª vez projeção de crescimento do PIB

O mercado financeiro reduziu pela 10ª vez seguida a projeção para o crescimento da economia brasileira este ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez caiu de 1,70% para 1,49% este ano.

Para 2020, a projeção foi mantida em 2,50%, assim como para 2021 e 2022.

Os números constam do boletim Focus, publicação semanal elaborada com base em estudos de instituições financeiras sobre os principais indicadores econômicos. O boletim é divulgado às segundas-feiras, pelo Banco Central (BC), em Brasília.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), subiu de 4,01% para 4,04% este ano. Para 2020, a previsão segue em 4%. Para 2021 e 2022, também não houve alteração: 3,75%.

A meta de inflação deste ano, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Controle da inflação

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,5% ao ano até o fim de 2019. Nesta terça e quarta-feira (8), o Comitê de Política Monetária (Copom) reúne-se para definir a taxa Selic.

Para o fim de 2020, a projeção segue em 7,50% ao ano. Para o fim de 2020 e 2021, a expectativa permanece em 8% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo.

Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar segue em R$ 3,75 no fim de 2019 e foi ajustada de R$ 3,79 para R$ 3,80 no fim de 2020.

(Agência Brasil)

Termina nesta segunda-feira prazo para eleitor faltoso evitar cancelamento do título

Termina nesta segunda-feira (6) o prazo para os eleitores faltosos nas últimas três votações evitarem o cancelamento do título.
Para isso, é preciso pagar as multas referentes às ausências, bem como comparecer a um cartório eleitoral para apresentar, além do título, um documento com foto e um comprovante de residência. O processo pode ser iniciado pela internet, no site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Para somar as três faltas, são contados também os turnos de votação. São consideradas ainda as eleições suplementares, convocadas quando o pleito oficial é anulado devido a irregularidades. Caso esteja em dúvida sobre sua situação, o eleitor também pode consultar o site do TSE.

Segundo informações do TSE, mais de 2,6 milhões de pessoas podem ter o título cancelado caso não resolvam a pendência. Desse total, apenas 93.702 regularizaram a situação desde o início do prazo, no início de março.

O cancelamento do título pode acarretar uma série de problemas. A pessoa fica, por exemplo, impedida de obter passaporte e carteira de identidade, de receber salário de função ou emprego público e de participar de concorrência pública ou administrativa estatal.

O faltoso fica ainda impossibilitado de obter empréstimos em instituições públicas, de se matricular em instituições de ensino e de ser nomeado em concurso público.

Não terão os títulos cancelados aqueles que não são obrigados a votar, sendo seu comparecimento às urnas facultativo, como as pessoas entre 16 e 18 anos e acima de 70 anos. Também não estão sujeitos à medida os portadores de deficiência a quem seja impossível ou extremamente oneroso o cumprimento das obrigações eleitorais.

Os números dos títulos cancelados começarão a ser divulgados em 24 de maio.

(Agência Brasil)

Governo fecha pacote para atrair apoio de governadores à Nova Previdência

Jair Bolsonaro está na expectativa.

O governo e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), fazem os últimos ajustes no pacote de medidas que vai formar o chamado “novo pacto federativo” para mostrá-lo a governadores em reunião na próxima quarta (8), em Brasília. É o que informa a Painel, do jornal Folha de S.Paulo nesta segunda-feira.

Hoje, o conjunto de medidas prevê a apresentação de três projetos de lei complementar que dariam mais recursos aos estados. O socorro aos governadores virá acompanhado de pedido de apoio explícito de todos eles à reforma da Previdência. Com mudanças, as novas regras de aposentadoria já teriam cerca de 270 votos na Câmara.

A equipe econômica crê que cada governador conseguiria agregar de dois a três votos a favor da medida. O pacote pró-estados será apresentado pelo senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ).

Os projetos que compõem o pacto preveem: 1) partilha de ao menos 20% da cessão onerosa do pré-sal; 2) divisão do fundo social das reservas para gastos com saúde e educação; e 3) o chamado plano Mansueto, que define novos critérios para os estados conseguirem financiamento.

(Foto – Agência Brasil)

“É hora da “limpeza” no Supremo Tribunal Federal”, diz senador Eduardo Girão

Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta segunda-feira:

O senador Eduardo Girão (Podemos) integra grupo no Congresso quer quer botar pra frente a CPI da Lava Toga, que objetiva investigar supostas denúncias envolvendo ministros do Supremo Tribunal Federal.

Para ele, é fundamental uma faxina também no STF porque ações de combate à corrupção já atingiram o Executivo, com impeachments e afastamento de presidentes, e não poupam o Poder Legislativo, com a Operação Lava Jato. “Chegou a hora de limpeza no STF, que é necessário existir.

Mas a CPI da Lava Toga é pra ontem”, diz o senador. Ele lembra que o País vive crise em todos os sentidos, mas que a “mãe de todas as crises é a crise da corrupção e tudo desemboca sempre no STF, onde não pode pairar dúvidas”.

Girão afirma: há denúncias graves contra ministros do STF.

(Foto – Mateus Dantas)

Enem 2019 – Inscrições começam a partir das 10 horas desta segunda-feira

As inscrições para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2019 começam, a partir das 10 horas (no horário de Brasília) desta segunda-feira, e podem ser feitas até o dia 17, exclusivamente pela internet, por meio da Página do Participante. As provas estão marcadas para os dias 3 e 10 de novembro (dois domingos consecutivos). A taxa de inscrição custa R$ 85 e deve ser paga até o dia 23 de maio, de acordo com o cronograma do exame.

O participante terá até o dia 17 de maio para atualizar dados de contato, escolher outro município de provas, mudar a opção de língua estrangeira e alterar atendimento especializado e/ou específico. Depois dessa data, nenhuma informação poderá ser alterada.

O candidato que precisar de atendimento especializado e específico deve fazer a solicitação durante a inscrição. O prazo para pedidos de atendimento por nome social vai de 20 a 24 de maio.

Quem já concluiu o ensino médio ou vai concluir ainda este ano pode utilizar as notas no Enem, por exemplo, em programas de acesso à educação superior, de bolsas de estudo ou de financiamento estudantil.

A prova também pode ser feita pelos chamados treineiros – estudantes que vão concluir o ensino médio depois de 2019. Neste caso, os resultados servem somente para autoavaliação, sem possibilidade de concorrer efetivamente às vagas na educação superior ou para bolsas de estudo. Esses participantes devem declarar ter ciência disso já no ato da inscrição.

Isenção

Mesmo quem solicitou a isenção da taxa precisa se inscrever. Estudantes que entraram com recurso relacionado ao pedido de isenção já podem verificar o resultado. As informações foram divulgadas na quinta-feira (2) no Sistema Enem. É necessário fazer login para acessar o resultado.

(Com Agência Brasil)

Editorial do O POVO – “Um apelo ao ministro da Educação”

Com o título “Um apelo ao ministro da Educação”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira:

O quadro é de justificada aflição entre os gestores das instituições públicas federais de ensino superior, em todo o País, com o bloqueio anunciado de 30% do orçamento previsto para o exercício financeiro de 2019. É impossível colocar em prática uma rearrumação emergencial que adeque as necessidades cotidianas a um corte de tal magnitude, o que torna real o risco de termos um sistema de ensino público inviabilizado, mantidas as circunstâncias, a partir de um período determinado do ano.

No caso do Ceará, de acordo com material assinado ontem pelo repórter Henrique Araújo, a perda chega, somada, a R$ 108 milhões em quatro instituições: UFC, IFCE, Unilab e UFCA. Um ambiente já marcado por carências e por verbas insuficientes, torna-se ainda mais desafiador a partir de decisões tomadas sem critérios claros e objetivos e dentro de uma lógica financeira linear insustentável à mais rasa das apreciações de caráter técnico que se faça.

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, pode ter suas convicções pessoais e suas críticas à forma como funciona hoje o sistema público de ensino superior no Brasil. É natural que projete, com a equipe, mudanças para adequá-lo àquilo que pensa ser o mais correto, desde que seja capaz de entender que ações bruscas e com potencial objetivo de inviabilizar as instituições vão de encontro à expectativa da sociedade, ideologias e conceitos políticos à parte. Lembre-se que apenas no caso da UFC, voltando ao exemplo cearense, são 108 cursos de graduação, outros 123 de pós-graduação e uma comunidade total diretamente envolvida, contando-se apenas alunos, professores e servidores, superior a 32 mil pessoas.

É obrigação do ministro, mais do que apenas um direito, zelar pela aplicação rigorosa de todo recurso destinado à educação, garantindo-lhe a busca do objetivo de reverter números trágicos que o País apresenta no setor. Uma realidade que até justifica o anseio de mudança que Abraham Weintraub demonstra, porque não é uma responsabilidade objetiva dele e do governo ao qual serve, mas, em qualquer circunstância, os passos nesse sentido precisam ser calculados, sob risco de, ao contrário da intenção, agravar um quadro já crítico nas circunstâncias atuais.

O governo e o ministro precisam demonstrar capacidade de ouvir vozes contrárias, considerando os aspectos técnicos da crítica e aceitando discutir ponderações sobre os efeitos nefastos de medidas radicais sobre o sistema de ensino público superior. Suspender o bloqueio orçamentário imposto às instituições atingidas e abrir um amplo debate com a sociedade seria um gesto de inteligência e de disposição de Weintraub e equipe para unir forças em torno da luta pela melhoria do ensino que as universidades em questão oferecem à população brasileira.

(Editorial do O POVO/Foto – Presidência da República)

Camilo fecha em São Paulo investimento com multinacional

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O governador Camilo Santana (PT) inicia esta semana em São Paulo.

Ali, terá encontro com o presidente global de uma multinacional que deverá anunciar um investimento de peso no Ceará. O Palácio da Abolição não dá mais detalhes. Ele deve anunciar ainda, nas próximas horas, o investimento. Há expectativas de uma nova indústria.

Na parte de tarde, ainda na Capital paulista, o governador participará de reunião com empresários na Câmara Brasil-Espanha. Ele falará para esse grupo sobre oportunidades de negócios no Ceará, principalmente na área das energias renováveis

Camilo retornará no começo da noite para a Capital cearense.

(Foto – Divulgação)

Benito di Paula e Wadonys encantam publico no Teatro RioMar

Quem foi ao show de Benito di Paula, nessa noite de domingo, no Teatro RioMar Papicu, saiu mais do que feliz.

Além de curtir os grandes sucessos do artista, conferiu ele fazendo dupla com o cearense Waldonys. Os dois dividiram o sucesso “Aquela sanfona branca”, uma homenagem de Benito a Luiz Gonzaga.

O público, que lotou o teatro, adorou esse encontro de dois nomes de responsa da MPB.

(Foto – D. Moura)

Mega-sena volta a acumular e prêmio sobe para R$ 170 milhões

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A Mega Sena voltou a acumular e a estimativa é de que pague R$ 170 milhões no próximo sorteio. Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2148, realizado na noite deste sábado, 04 de maio (04/05), pela Caixa Econômica Federal.

O próximo sorteio da Mega Sena, concurso 2149, será na quarta-feira, 08 de maio (08/05).

Os números sorteados foram neste sábado no concurso 2148, foram: 08 – 15 – 32 – 33 -58 e 59.

(Com Agências)

Cláudia Raia é uma das atrações do 12º Encontro de Mulheres Pague Menos

No 12º Encontro de Mulheres Pague Menos, que ocorrerá de 16 a 19 de maio, no Centro de Eventos, entre as atrações confirmadas está a atriz Cláudia Raia.

Ela vai falar e se apresentar no dia 18, depois do comentarista de boas práticas de saúde da Rede CBN, Márcio Atalla, e antes do show da cantora Fafá de Belém.

Cláudia Raia, a dama dos musicais brasileiros, além de estar fazendo sucesso na novela global das 7h30min, “Verão 90”, integra o júri do quadro “Show dos Famosos”, do Domingão do Faustão.

(Foto – Reprodução de TV)

400 anos é muito pouco?

Com o título “400 anos é muito tempo?”, eis artigo de Gabriela Yamaguchi, diretora de engajamento do WWF Brasil, que está no O POVO desta sexta-feira. Ela aborda campanha contra o lixo plástico. Confira: 

Vamos parar uns minutinhos para pensar… no tempo. Costumamos correr tanto no dia a dia em busca de praticidade e rapidez. Só que nessa correria a gente acaba fazendo escolhas que nos prejudicam. Por muito tempo.

Quanto você demora para tomar um suco no copo descartável? E usar cotonetes? E aquela sacola para levar as compras até em casa? Assim que acabamos de usá-los, eles podem virar a poluição que vai existir no nosso planeta por 400 anos.

O vazamento de plástico polui os rios e os mares, prejudica os ecossistemas onde vivemos e assim coloca em risco toda a vida no planeta. A produção plástica anual chegou a 396 milhões de toneladas em 2016, o que corresponde a 53 quilos por pessoa no planeta – e três de cada quatro quilos já virou poluição. No estudo publicado em março pela rede WWF (Fundo Mundial para a Natureza), “Solucionar a poluição plástica: transparência e responsabilização”, com base em dados do Banco Mundial, somos o quarto país que mais produz lixo plástico no mundo.

No Brasil, de 11,3 milhões de toneladas de lixo plástico produzidas, apenas 145 mil toneladas (1,28%) foram efetivamente recicladas, ou seja, reprocessadas na cadeia de produção. O destino de 7,7 milhões de toneladas de plástico são os aterros sanitários. Outros 2,4 milhões de toneladas são descartados de forma irregular. E um milhão de toneladas não são recolhidas pelos sistemas de coleta.

O plástico gerou avanços na sociedade. Mas o seu uso descartável está falido e precisa urgentemente ser mudado. Não basta coletar e reciclar. Precisamos também reduzir e substituir o plástico que consumimos.

A solução está nas mãos de todos os atores da cadeia de valor do plástico, incluindo produtores, setores intermediários de transformação, varejo, usuários finais, agentes de coleta e gerenciamento de resíduos sólidos, governos nacionais e subnacionais.

Por isso, a rede WWF está com uma petição para combater a poluição plástica nos oceanos que será levada aos líderes mundiais na Assembleia Geral das Nações Unidas, em setembro. Precisamos avançar com urgência na criação de um acordo global de responsabilização, incluindo compromissos claros, leis nacionais robustas e dispositivos comerciais que incentivem essa mudança.

Porque no caminho da solução, juntos, não temos tempo a perder.

*Gabriela Yamaguchi,

Diretora de engajamento do WWF Brasil.

Semana Nacional de Conciliação Trabalhista – TRT do Ceará já recebe pedidos de audiência

O Tribunal Regional do Trabalho do Ceará está recebendo pedidos de audiências para a Semana Nacional da Conciliação Trabalhista, que acontecerá de 27 a 31 deste mês de maio. O objetivo do evento, segundo a assessoria de imprensa do TRT do Estado, é realizar um mutirão para proporcionar, por meio de solução amigável, maior celeridade ao encerramento de conflitos trabalhistas, buscando alcançar o maior número possível de acordos.

Para agendar as audiências de conciliação, advogados, trabalhadores e empregadores podem procurar o Centro de Conciliação do TRT/CE (Cejusc) através do e-mail cejusc@trt7.jus.br e pelos telefones (85) 3388-9424 ou 3388-9430. Pelo site do Tribunal também é possível realizar petições. Processos em qualquer fase podem entrar na pauta de audiências.

São previstos mais de 300 processos para o período. As audiências serão realizadas no ed. Des. Manoel Arízio de Castro, no Fórum Autran Nunes, Centro de Fortaleza.

Promovida pelo Conselho Superior da Justiça do Trabalho (CSJT), em parceria com os TRTs de todo o Brasil, a edição de 2019 da Semana Nacional da Conciliação Trabalhista tem como slogan “Menos Conflitos. Mais Soluções: com a conciliação o saldo é sempre positivo”. A temática da campanha de divulgação conta com numerais e símbolos de operações matemáticas que visam mostrar, de forma objetiva, os resultados positivos que a Semana da Conciliação Trabalhista tem alcançado desde 2015.

Este é o quinto ano do evento. Nas quatro primeiras edições, foram contabilizados mais de 700 mil atendimentos, cerca de 102 mil acordos consolidados e uma movimentação de recursos superior a R$ 2 bilhões.

O coordenador da Comissão Nacional de Promoção à Conciliação da Justiça do Trabalho e vice-presidente do CSJT e do Tribunal Superior do Trabalho, ministro Renato de Lacerda Paiva, destaca as vantagens da conciliação. “A Justiça do Trabalho sempre teve em sua essência, desde a CLT de 1943, essa natureza mediadora. A solução amigável dos conflitos trabalhistas é a forma mais rápida, vantajosa e moderna para a solução dos litígios”, acredita.

Na última edição da Semana Nacional da Conciliação Trabalhista, ocorrida entre 21 e 25 de maio de 2018, a Justiça do Trabalho do Ceará realizou mais de 600 acordos e arrecadou mais de R$ 10 milhões. Ao todo, foram atendidas 3.800 pessoas nos cinco dias do evento. Os bancos foram responsáveis pelo maior número de processos na pauta de audiências. Só a Caixa Econômica Federal tentou acordos em mais de 50 processos.

Avianca demite 20 funcionários em Guarulhos

A Avianca Brasil, em processo de recuperação judicial, demitiu hoje 20 funcionários que trabalhavam no Aeroporto Internacional de Guarulhos, nos setores de check-in, despacho de voos e terminal de cargas, informou o Sindicato dos Aeroviários de Guarulhos. Ontem (2), já haviam sido dispensados pelo menos 47 trabalhadores.

Segundo o presidente do sindicato, Rodrigo Maciel, até dezembro a empresa empregava 304 funcionários no terminal de Guarulhos, número que passou para 234 em 29 de abril, quando a Avianca parou de operar. “Ontem começaram as demissões entre esses 234 que haviam sobrado. O que sabemos é que 154 permaneceriam para atender passageiros com voos comprados”.

Maciel disse que os funcionários demitidos estão sem previsão para receber as verbas rescisórias, e aqueles que ainda permanecem notam irregularidades no pagamento de benefícios, como vale alimentação e vale transporte. “Está um caos. Os funcionários estão dizendo que não trabalharão, caso não recebam”.

Avianca

Por meio de nota, sem confirmar ou citar números, a Avianca informou que, cumprindo as etapas de seu plano de recuperação judicial, e devido à diminuição de sua frota e operação, está em processo de redução do número de funcionários em todo o país.

A Avianca disse ainda que continua trabalhando para minimizar o impacto causado pelos cancelamentos dos voos e para garantir o melhor atendimento aos seus clientes. “A empresa agradece a contribuição, dedicação e profissionalismo de todos os colaboradores que estão deixando a companhia, fundamentais no suporte aos passageiros nos últimos meses”.

(Agência Brasil)

No Ceará

Em Fortaleza e Juazeiro do Norte, houve também demissões. Mas alguns funcionários ainda operam no boxe da empresa nos aeroportos, resolvendo pendências de passageiros. A empresa não divulgou número de demitidos no Ceará.

Inteligência artificial e o emprego

Com o título “Inteligência artificial e o emprego”, eis artigo de Edilberto Pontes, presidente do Tribunal de Contas do Ceará. Sobre o mote, diz ele no texto: “É uma questão em aberto e que vai necessitar um considerável esforço da sociedade e dos governos para que o desfecho seja positivo.” Confira:

Um dos debates mais intrigantes do momento é sobre o futuro do emprego. O uso intensivo da tecnologia da informação, da inteligência artificial e das máquinas que aprendem vai implicar o fim do emprego formal? São sombrias as perspectivas? A maior parte das pessoas vai precisar de transferências governamentais para sobreviver?

É uma questão em aberto e que vai necessitar um considerável esforço da sociedade e dos governos para que o desfecho seja positivo. Deixar ao sabor das forças de mercado, sem nenhuma intervenção governamental, não parece definitivamente o melhor caminho. É que as empresas buscam maximizar o lucro e para tanto vão dar preferência a modelos que reduzam os custos, sem maiores preocupações com a perda dos postos de trabalho. Relevante, portanto, o papel do setor público: embora não deva obviamente impedir o progresso tecnológico, há de assegurar que esse progresso seja inclusivo, implicando a geração de empregos de alta qualidade, com bons salários.

Em um excelente artigo (Where do good jobs come from? Project Syndicate, 26/04/19), Daron Acemoglu defende que o governo invista em educação e em tecnologias de base, a exemplo do ocorreu com a internet, cuja criação e desenvolvimento deveu-se majoritariamente a esforços governamentais. Além disso, deve criar um sistema de proteção para os trabalhadores e um sistema tributário que, entre outras funções, observe o seu papel redistributivo. O autor exemplifica com as ações governamentais do pós-guerra, em que diversos países implementaram medidas nessa direção com muito sucesso.

Pensar de forma ideológica costuma atrapalhar a adoção de boas políticas públicas. Muitos liberais vão argumentar com a resposta pronta de que o governo deve interferir o mínimo possível no atual cenário econômico. Em vez de ideologia, observar o que funciona e o que não funciona costuma ser muito mais útil. Gerar empregos de qualidade no mundo da inteligência artificial e da robótica é um grande desafio, exigindo respostas pragmáticas e efetivas.

*Edilberto Pontes,

Presidente do Tribunal de Contas do Ceará.

Confiança do empresário do comércio recua 1,5% em abril, diz CNC

O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), recuou 1,5% na passagem de março para abril. Na comparação com abril do ano passado, no entanto, houve uma alta de 9,4%.

Segundo a CNC, a queda de 1,5% de março para abril ocorreu por causa das expectativas dos empresários em relação ao futuro (-2,3%) e pelas intenções de investimentos (-1,9%). A intenção de contratar funcionários, por exemplo, caiu 4,6%.

Já a confiança no momento presente cresceu 0,4%, principalmente por causa de uma avaliação melhor em relação à situação atual do setor (0,7%).

Na comparação com abril do ano passado, a confiança na situação atual cresceu 16,7%, principalmente por causa da avaliação sobre a economia (24,9%). As expectativas cresceram 6,1% e as intenções de investimento, 7,7%.

Segundo o presidente da CNC, José Roberto Tadros, as vendas do comércio do início do ano apresentaram as maiores taxas de crescimento desde 2014, o que gerou expectativas positivas para 2019.

“No entanto, a perda na força das vendas e o ritmo das medidas que poderiam dar sustentabilidade à retomada do crescimento, como a reforma da Previdência, vêm contribuindo para um cenário de cautela do empresário, o que se reflete na queda do Icec”, disse.

(Agência Brasil)

Produção industrial do País cai 1,3% de fevereiro para março

A produção industrial brasileira recuou 1,3% na passagem de fevereiro para março, segundo dados da Pesquisa Industrial Mensal divulgados hoje (3), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No mês anterior, a indústria havia crescido 0,6%.

Foram registradas quedas em todos os tipos de comparação temporal: em relação a março do ano passado (-6,1%), média móvel trimestral (-0,5%), acumulado do ano (-2,2%) e acumulado de 12 meses (-0,1%).

Dezesseis das 26 atividades industriais pesquisadas tiveram queda na produção na passagem de fevereiro para março, com destaque para os alimentos, que recuaram 4,9%.

Outros setores que influenciaram a queda de 1,3% da indústria em março, na comparação com fevereiro, foram automotores, reboques e carrocerias (-3,2%), coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (-2,7%), indústrias extrativas (-1,7%) e outros produtos químicos (-3,3%).

Nove segmentos tiveram alta na produção e evitaram uma queda maior da indústria no período, com destaque para produtos farmoquímicos (4,6%).

Entre as quatro grandes categorias econômicas, apenas os bens de capital, isto é, as máquinas e equipamentos usados no setor produtivo, tiveram alta (0,4%). A maior queda foi observada nos bens intermediários, isto é, os insumos industrializados usados no setor produtivo (-1,5%).

Entre os bens de consumo, houve queda de 1,3% nos bens duráveis e de 1,1% nos bens semi e não duráveis.

(Agência Brasil)