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General Theóphilo chama de “maluca” a coligação que apoia a reeleição de Camilo Santana

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O general de quatro estrelas Guilherme Cals Theophilo de Oliveira passou para a reserva no último 31 de março, depois de 45 anos no Exército. Seu último posto foi o Comando de Logística, com orçamento de R$ 3 bilhões para compras de suprimentos no Brasil e no exterior.

“De sapatos a foguetes de última geração”, como ele próprio diz. Saiu com 63 anos, a vida organizada, um bom casamento, três filhos, uma neta de dois anos, Alice, e, por último mas não menos importante, uma moto Harley Davidson de 1.800 cilindradas, comprada há um ano por R$ 80 mil. Tinha tudo para aproveitar a vida, como se diz, mas virou político: é o candidato do PSDB (e do PROS) ao governo do Ceará.

O bunker do general tem sido, desde 21 de abril, o 12.º andar da torre empresarial do shopping Iguatemi, em Fortaleza, ao lado do Parque Estadual do Cocó, o quarto maior da América Latina. É a sede do poderoso grupo empresarial do senador tucano Tasso Jereissati, três vezes governador do Estado, e agora responsável pela escolha do quatro estrelas para tentar derrotar o até aqui franco favorito à reeleição, o governador Camilo Santana, do PT – apoiado pela “oligarquia Ferreira Gomes” (Cid e Ciro), como a chama o general, e por uma coligação de mais 20 partidos.

O primeiro a oferecer uma candidatura política para o chefe militar foi o prefeito tucano de Manaus, Arthur Virgilio. Convidou-o para disputar a Câmara Federal nos tempos em que era Comandante Militar da Amazônia, entre 2014 e 2016. Não rolou. Mas em março, quando passou para a reserva, Virgílio acionou Tasso Jereissati. Algumas conversas depois, o general cearense era candidato a governador.

“O meu PSDB é o do senador Tasso Jereissati, um homem honesto, de transparência, de integridade, de responsabilidade, com exemplos consolidados de gestor público”, esclarece o avô de Alice na mesa de mármore oval com vista espraiada para a vegetação exuberante do Cocó. “Quem mais apostaria na novidade de um general sem experiência nessa classe política?”

O piloto da Harley contou ao Estado algumas frases que disse ao senador Jereissati: “Não vou fazer conchavo político com ninguém”; “não aceito pressão, se eleito for”; “os cargos serão preenchidos pela meritocracia”.

São ideias que tem divulgado em entrevistas frequentes, principalmente para as rádios do interior cearense (184 municípios), em que também se declara “totalmente contra” a intervenção militar na área de segurança em curso no Rio de Janeiro. “Foi uma decisão política, para impedir que se votasse a reforma da Previdência”, diz. De 0 a 10, sua nota para o presidente Michel Temer é 5.

O general trabalha, também, com Marcos Holanda, ex-presidente do Banco do Nordeste, na elaboração do programa de governo. “Não sou político, estou político”, diz, definindo-se como “de centro”. “Eu sou estrategista, eu não sou politiqueiro”.

Seu adversário é o governador do Estado. “O Camilo perdeu a autoridade, falta gestão”, diz, com críticas genéricas e pontuais a todas as áreas do governo. “Essa coligação maluca de 21 partidos, e a política do ‘é dando que se recebe’, não vão chegar a um resultado bom”, afirma. Na eleição presidencial, o general admira o deputado federal Jair Bolsonaro (PSL), como colega, mas vai de Geraldo Alckmin (PSDB), não sabendo explicar porque a candidatura não deslanchou.

“Ainda não estudei isso a fundo”, disse o neotucano. Nascido em Fortaleza, onde a família tem raízes históricas – os Cals e os Theophilo – o general é filho do general de brigada Manuel Theophilo Gaspar de Oliveira Neto, já falecido, ativo participante do golpe militar de 64.

“Foi preso três vezes”, lembra o filho, ele próprio um entusiasta do que chama de “contrarrevolução democrática de 64”, que apoiou até o final do governo do conterrâneo Castelo Branco. “O erro do Exército foi permanecer no poder”, disse, declarando-se contra a tortura e outras práticas de exceção. Fã declarado de Castelo, lembrou-se de uma frase que atribuiu a ele: “O militar não pode ter medo de ideias novas”. César Cals, ministro no governo João Figueiredo e governador do Ceará, já falecido, é tio do agora candidato.

Currículo

Seu currículo militar inclui – além dos comandos e de 300 saltos de paraquedas – curso de antiguerrilha na Colômbia, com operações reais; atuação pela ONU nas conversações de paz da Nicarágua (“cercaram o meu carro, começaram a balançar”); curso em Genebra, Suíça, pelo órgão da ONU para desarmamento e pesquisa, em 1996; viagens ao Haiti como comandante de Logística, entre elas a do ano passado, responsável pelo repatriamento de todo o material.

Como comandante militar da Amazônia, implantou o megaprojeto Amazônia Conectada – a distribuição de 7.800 quilômetros de cabos subfluviais de fibras óticas, ao longo das calhas dos rios Negro, Solimões, Madeira, Purus e Juruá, atingindo 52 municípios. Coordenou, também, a criação do Pró-Amazônia, um projeto de apoio aos institutos de pesquisa interessados na região.

O general nada, corre no parque Cocó, cavalga a Harley, diverte-se com Alice, mantém o porte atlético em 1,71 de altura em 76 quilos. Vê-se de cara que 45 anos de disciplina militar definem uma personalidade – e que não está sendo muito fácil adaptar-se ao “estar político”. Mas ele tem se esforçado. “Eu entrei para acabar com essa mesmice que há anos nós estamos vendo no Estado”, afirma.

(O Estadão)

Fies 2018 – Estudantes já podem se inscrever para vagas remanescentes

Os estudantes que querem concorrer a uma vaga no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) devem ficar atentos aos prazos. As inscrições para as vagas que não foram preenchidas no processo regular estão abertas desde o dia 28 de maio. Os prazos variam de acordo com o perfil dos candidatos.

Para concorrer, é necessário ter 450 pontos de média e nota acima de zero na redação em qualquer edição, desde 2010, do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). Além disso, a renda familiar mensal bruta per capita não pode ultrapassar três salários mínimos, ou seja, R$ 2.862. As inscrições são feitas pela internet, no endereço http://fiesselecao.mec.gov.br.

O Fies concede financiamento a estudantes em cursos superiores não gratuitos, com avaliação positiva nos processos conduzidos pelo Ministério da Educação. Segundo o Ministério da Educação (MEC), o número de vagas totais para este ano poderá chegar a 310 mil. Dessas, 100 mil terão juro zero para os estudantes que comprovarem renda per capita mensal familiar de até três salários mínimos.

Prazos vigentes

Termina hoje (4) o prazo de inscrição daqueles que concluíram ou não o ensino superior e querem concorrer a vaga em instituição de ensino em que não estão matriculados. O prazo vale tanto para aqueles que ainda não foram beneficiados pelo financiamento estudantil, quanto para os que foram e já o quitaram.

Estão abertas as inscrições, até o dia 26 de junho, para aqueles que concluíram ou não o ensino superior, foram beneficiados ou não pelo financiamento estudantil e o quitaram e querem concorrer a vaga em instituição de ensino em que já estão matriculados.

(Agência Brasil)

Jorginho não é mais técnico do Ceará. Lisca pode ser a solução

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Jorginho não é mais o técnico do Ceará. O anúncio da saída do treinador foi feito pelo clube na madrugada desta segunda-feira, 4, em que Jorginho alegou fatores pessoais ao pedir o desligamento do clube. E para o seu lugar a diretoria do Ceará já tem um novo nome: Lisca é o favorito para assumir o comando técnico alvinegro.

A diretoria do Ceará mantém sigilo, mas o anúncio oficial de Lisca pode acontecer ainda nesta segunda-feira, 4.


O perfil motivador, o “milagre” que conseguiu em 2015 escapando do rebaixamento à Série C e a boa relação que tem com a diretoria alvinegra são alguns pontos que pesam a seu favor.

Jorginho esteve no comando técnico do Ceará por apenas 15 dias. Nesse período, foram três jogos, com três derrotas, para Grêmio (1 a 0), Chapecoense (2 a 0) e Cruzeiro (1 a 0). O time não marcou nenhum gol e sofreu cinco sob seu comando.

“Apesar do tempo muito curto de trabalho, posso dizer que tive a honra de trabalhar no Ceará Sporting Club. A decisão foi minha. Nesta segunda-feira, vou ao CT me despedir dos atletas e funcionários, que tão bem me acolheram desde a minha chegada. Desejo e espero que o clube possa reencontrar o caminho das vitórias. Pelo grupo de trabalho, pela dedicação da diretoria, e, claro, por essa torcida maravilhosa. Certamente é o maior patrimônio do Ceará, com uma média de público e participação nos jogos impressionantes. Agradeço também, de coração, ao povo cearense, sempre hospitaleiro e cordial”, disse o treinador.

(Com O POVO Online)

Junho começa com conta de luz mais cara. Em vigor a bandeira vermelha

O mês de junho começou com a conta de luz mais cara. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a bandeira tarifária fica no segundo patamar da cor vermelha, o mais alto. Com isso, as contas de energia terão cobrança extra de R$ 5 a cada 100 quilowatts-hora (kWh) consumidos.

Segundo a Aneel, com o fim do período de chuvas, os reservatórios do Sul apresentaram redução no volume, o que impacta no custo de geração de energia. Com menos água nos reservatórios, aumenta o uso de usinas termelétricas, que geram energia a um custo maior.

Em 2018 a bandeira havia ficado verde de janeiro a abril, mudando para amarela em maio.

Semana do Meio Ambiente da UFC começa nesta segunda-feira

Com o tema “Tecendo redes de sustentabilidade” começa, na próxima segunda-feira (4), a XVI Semana do Meio Ambiente da Universidade Federal do Ceará. O encontro contará com atividades práticas e teóricas até o dia 8, nos campi do Pici e do Benfica. A informação é da assessoria de imprensa da Instituição.

A programação começa às 16h, no Benfica, onde, nos jardins da Reitoria, serão plantadas palmeiras nativas. Em seguida, às 17h, o reitor Henry Campos fará a abertura oficial do evento, no espaço de convivência da Reitoria, com uma programação musical para os presentes.

A proposta da Semana do Meio Ambiente é compartilhar as experiências na área da sustentabilidade desenvolvidas por diversas instituições. A programação, disponível no site do evento, inclui, além de exposição de trabalhos, palestras sobre produção de mudas, compostagem, cultivo em pequenos espaços, dentre vários outros.

Também estão agendadas visitas a espaços como o Núcleo Regional de Ofiologia (NUROF), o Horto de Plantas Medicinais, o Orquidário, o Núcleo de Ensino e Pesquisa de Agricultura Urbana (NEPAU), entre outros localizados no Campus do Pici.

Bazar

Também faz parte da Semana a realização do Mega Bazar, de 5 a 7 de junho, com o objetivo de arrecadar recursos para promover a castração e vacinação dos animais (cães e gatos) que se encontram abandonados nos campi do Pici e do Benfica.

Essa atividade ocorrerá em parceria com o Núcleo 7 Vidas e a União Felina Consciente. Os organizadores estão aceitando doações de roupas (femininas, masculinas e infantis), acessórios, calçados, eletrodomésticos e eletrônicos.

Os postos de recebimento de doações estão no Pici, nos blocos 902 e 910 (contatos pelo telefone 85 3366 9794), e no Benfica, na Secretaria de Acessibilidade UFC Inclui (contatos pelo telefone 85 3366 7660).

Dólar termina semana cotado a R$ 3,767

O dólar comercial encerrou o pregão desta sexta-feira (1º) com alta de 0,8%, cotado a R$ 3,767. No acumulado da semana, a moeda norte-americana se valorizou 2,68% frente ao real. Na máxima do dia, a moeda dos Estados Unidos chegou a ficar em R$ 3,771.

A alta do dólar foi fortemente influenciada pelo anúncio da demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras, efeito que também se refletiu sobre as ações preferenciais da companhia, que chegaram a cair quase 14,8%.

O índice Ibovespa, principal indicador de negócio da Bolsa de Valores no país, terminou o dia com leve alta de 0,64%, com 77.239 pontos.

(Agência Brasil)

Joesley paga a 1ª parcela de multa de R$ 110 milhões em delação

No último dia do prazo, o empresário Joesley Batista, do grupo J&F, depositou hoje (1º), em uma conta judicial, o valor de R$ 11 milhões, que corresponde à primeira parcela da multa de R$ 110 milhões que está prevista em seu acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República (PGR). O pagamento começou a ser feito mesmo depois de um pedido de rescisão da colaboração, feito em setembro do ano passado pelo então procurador-geral da República, Rodrigo Janot, e reforçado em dezembro pela atual ocupante do cargo, Raquel Dodge. Para a PGR, Joesley violou cláusulas ao ocultar informações nos depoimentos que prestou.

Segundo a defesa de Joesley, o pagamento da primeira parcela da multa foi feito “a fim de demonstrar o cumprimento integral do acordo de colaboração, como já vem fazendo em relação às demais colaborações”. A manirestação dos advogados do empresário, André Luís Callegari e Ariel Barazzetti Weber, foi encaminhada ao ministro do Supremo Tribunal Federal Edson Fachin, responsável pela supervisão da delação.

O pedido de rescisão do acordo de colaboração feito pela PGR ainda não foi analisado por Fachin, motivo pelo qual a defesa alega que o contrato está plenamente vigente e continua a ser cumprido pelos colaboradores.

Entretanto, os advogados haviam pedido, no mês passado, que fosse aberta uma conta judicial para viabilizar o depósito da multa, o que não ocorreu. O empresário depositou o valor então em uma conta aberta em nome de outro colaborador do Grupo J&F, Francisco de Assis e Silva, em um esforço para não descumprir nenhuma cláusula de seu próprio contrato.

(Agência Brasil)

Citações a Temer no Twitter cresceu 7,5 vezes

Um estudo inédito da consultoria PSBI mostra que entre os dias 24 e 30 de maio foram cerca de 1,5 milhões de citações ao presidente. A informação é do O Globo.

Temer, normalmente, tem 200 mil menções num período de sete dias. No entanto, esse crescimento não é necessariamente uma notícia boa para Temer.

Como as menções ainda foram motivadas pela greve dos caminhoneiros, 65% dos tuítes, ou seja, 975 mil, eram para falar mal dele.

Cartão de crédito – Novas regras já estão em vigor

Já estão em vigor as novas regras para o cartão de crédito. As medidas foram aprovadas no fim de abril pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e buscam diminuir as taxas de juros cobradas nessa modalidade de crédito. A informação é do Portal G1. A principal mudança foi o fim da regra que fixava o pagamento mínimo das faturas em 15% do valor total.

A partir de agora, cada banco ou empresa (lojistas e empresas de seguro, por exemplo, que também emitem cartões) poderá definir um percentual de pagamento mínimo para cada cliente, de acordo com o perfil dele e relacionamento com a instituição. Também acabou a possibilidade de cobrança de duas taxas de juros diferentes para quem deixa de pagar a fatura total: a do rotativo “regular” e a do rotativo “não regular”.

Os juros do rotativo regular, mais baixos, são cobrados daqueles clientes que quitam pelo menos o pagamento mínimo de uma fatura. Já os juros do rotativo não regular, mais altos, são aplicados pelos bancos àqueles clientes que pagam menos que o mínimo ou não pagam a fatura, e ficam inadimplentes.

De acordo com o Banco Central, no mês de março a taxa média do rotativo regular foi de 10,8% ao mês e a do rotativo não regular, de 14,3% ao mês. A partir de agora, os bancos poderão cobrar apenas uma taxa, a do rotativo regular, definida em contrato. Em caso de inadimplência, o CMN autorizou ainda a aplicação de juros de mora e multa.

As novas regras foram anunciadas um ano após o governo divulgar as primeiras mudanças nas normas para uso dos cartões. Na época, a principal medida foi o fim da possibilidade de os consumidores pagarem o valor mínimo das faturas por vários meses seguidos.

Desde então, é possível entrar no rotativo apenas em um mês. No mês seguinte, o cliente é obrigado a pagar o saldo total da fatura. Caso não consiga, o banco é obrigado a oferecer a ele o parcelamento do débito em linhas de crédito com juros mais baixos que os do cartão.

Veja perguntas e respostas sobre as regras do cartão de crédito:

*Pagamento mínimo

Como é hoje – Existe a previsão de um pagamento mínimo, fixado em 15% do valor da fatura, que os clientes precisam quitar para não serem considerados inadimplentes.

Como fica – Instituições financeiras vão ter liberdade para definir o percentual do pagamento mínimo, que pode inclusive ser diferente para cada cliente.

*Rotativo e juros

Como é hoje – Clientes que não quitam o total da fatura, mas pagam pelo menos o valor mínimo, entram no chamado rotativo regular, com juros mais baixos. Quem pagam menos que o mínimo ou não paga a fatura, entra no chamado rotativo não regular, com juros mais altos.

Como fica – Instituições ficam proibidas de praticar duas taxas diferentes e terão que cobrar os juros do rotativo regular, tanto para o cliente que pagou o mínimo da fatura quanto para aquele que não pagou nada.

Entretanto, no caso dos inadimplentes (que pagaram menos que o mínimo ou não pagaram a fatura), as instituições vão poder cobrar multa (2%, paga uma única vez) e juros de mora (limitado a 1% ao mês).

*Acesso a crédito mais barato

Como é hoje – Os clientes só podem pagar o valor mínimo da fatura e usar o rotativo por um mês. No mês seguinte, são obrigados a pagar a fatura total, ou seja, não podem continuar pagando apenas o valor mínimo. No caso das pessoas que não conseguem quitar o valor total após entrarem no rotativo, os bancos são obrigados a parcelar o valor em uma linha de crédito diferente do cartão, com juros mais baixos.

Como fica – Regra continua valendo sem alteração.

Ivan Monteiro é o novo presidente da Petrobras

O Conselho de Administração da Petrobras convidou Ivan de Souza Monteiro para presidir interinamente a estatal. Monteiro é o atual diretor executivo da Área Financeira e de Relacionamento com Investidores. Chegou à Petrobras junto com ex-presidente Aldemir Bendine, nomeado pela então presidente Dilma Rousseff.

Investigado pela Lava-Jato, Bendine perdeu o cargo, mas Ivan Monteiro permaneceu e trabalhou durante os dois últimos anos ao lado de Pedro Parente. Quando Bendine foi presidente do Banco do Brasil (BB), ele ocupou a vice-presidência de Gestão Financeira e de Relações com Investidores de 2009 a 2015. No BB, já havia ocupado cargos de gerente executivo da Diretoria Internacional, superintendente comercial, gerente geral nas agências em Portugal e Nova York e diretor comercial.

brasAntes de ir para a Petrobras e o Banco do Brasil, sempre atuou como executivo de diversas instituições no mercado financeiro.

(Agência Brasil)

Eunício e Rodrigo Maia comentam em tom diferente a saída de Pedro Parente da Petrobras

O presidente do Senado, Eunício Oliveira (MDB-CE), comentou hoje (1º) – pelo twitter – a demissão de Pedro Parente da presidência da Petrobras. “O presidente de uma empresa monopolista como a Petrobras precisa reunir visão empresarial, sensibilidade social e responsabilidade política”, disse.

Ele defendeu ainda que a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deve ter “participação mais ativa na formação dos preços dos combustíveis”.

Em um tom diferente, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), também falou sobre o assunto. Analisou como “muito ruim” a demissão de Parente da presidência da Petrobras que, a seu ver, “perde um quadro com grande qualidade técnica”.

Mais repercussões

O líder do DEM na Câmara, Rodrigo Garcia (SP), considerou inoportuna a saída de Pedro Parente. “Considero inoportuno, visto que a política de preços está, até o momento, mantida, e o governo recorreu a outros caminhos para minimizar o impacto de preços. Sua saída não ajuda neste momento de turbulência”, disse. “Suas conquistas devem ser preservadas”, acrescentou.

Para o senador Aécio Neves (PSDB-MG), a saída de Pedro Parente da presidência da Petrobras não é algo a ser comemorado. “É fundamental agora que o governo federal seja ágil na sua substituição por um nome que sinalize na direção da continuidade do processo de saneamento da empresa, mas com a sensibilidade necessária em relação aos impactos da política de preços na vida cotidiana dos brasileiros. É necessário também que os estados participem desse esforço ao lado do governo federal”, ressaltou.

A senadora Gleisi Hofmann (PT-PR) disse que não basta trocar Pedro Parente . “Tem de mudar sua política de preços para os combustíveis e a ofensiva privatista na empresa e na entrega do pré-sal. Tem de recuperar a Petrobras para o Brasil e para os brasileiros”, disse por meio de sua conta no Twitter.

(Agência Brasil/Foto – Pedro Ladeira, da Folhapress)

TCU deve recomendar aprovação das contas 2017 de Temer com ressalvas

O Tribunal de Contas da União, por meio de sua área técnica, está concluindo a análise das contas de governo do presidente Michel Temer em 2017. Tudo será avaliado pelo plenário no próximo dia 13. A informação é do jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo, adiantando que, por enquanto, a recomendação é pela aprovação com algumas ressalvas.

Escaldado, Michel Temer, tendo como exemplo as pedaladas que derrubaram Dilma Rousseff, adotou a estratégia de consultar a Corte de contas antes de qualquer decisão muito polêmica.

No momento, por exemplo, está em análise se a União pode fazer permuta de imóveis, inclusive com a iniciativa privada, sem licitação.

Waldonys e Gabriel Pensador são atrações no XIII Festival de Inverno da Serra da Meruoca

Começa nesta sexta-feira, a partir das 20 horas, o XIII Festival de Inverno da Serra da Meruoca (Zona Norte). O local é o estádio municipal.

Neste primeiro dia, shows do cantor e sanfoneiro Waldonys e de Gabriel Pensador. No sábado, será a vez de um grupo de cantores cearenses como Kátia Freitas e Teti.

DETALHE – Entrada franca.

(Foto – Divulgação)

STJ gasta R$ 3 milhões para comprar 24 carros de luxo

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O Superior Tribunal de Justiça investiu pesado para renovar sua frota de carros. Segundo a Coluna Radar, da Veja Online, o STJ desembolsou R$ 3 milhões para comprar 24 Ford Fusions 2018. Ou seja, R$ 125.000 reais por cada um deles.

Os possantes são coisa fina. Automáticos, eles vêm com bancos de couro e sensores de estacionamento. O conforto não ficará restrito à garagem da Corte.

O STJ também abriu uma licitação – esta, ainda em andamento, para adquirir 500 poltronas giratórias a R$ 470.000. Neste valor, cada uma delas sairá por R$ 938,00.

(Foto – Foto – André Dusek, do Estadão)

Parada da Diversidade Sexual de São Paulo inclui eleições no roteiro

A 22ª edição da Parada do Orgulho LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e travestis) de São Paulo ocorre neste domingo (3) na Avenida Paulista. O evento quer pautar discussões sobre as eleições presidenciais deste ano. “Falar sobre eleições em ano eleitoral durante a Parada do Orgulho LGBT de São Paulo é uma forma valiosa de comunicar a toda população LGBT sobre a importância de escolher bem suas candidatas e seus candidatos”, disse Claudia Regina, presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo.

A concentração da parada está marcada para as 10h, com início da marcha às 12h. O trajeto dos trios começa na Avenida Paulista e segue pela Rua da Consolação, com término previsto para as 18h. Ao final da parada, já no Vale do Anhangabaú, ocorre o show de encerramento com Banana Split, Fíakra e Jade Baraldo. As atrações confirmadas para o evento, este ano, são Anitta, Pabllo Vittar, Preta Gil e April Carrion, entre outros.

A apresentadora oficial da festa será a drag queen Tchaka e o slogan deste ano é Poder para LGBTI+, Nosso Voto, Nossa Voz. A parada é organizada pela Associação da Parada do Orgulho de Gays, Lésbicas, Bissexuais e Transgêneros de São Paulo (APOGLBT).

O calendário do 22º ano do Orgulho LGBT de São Paulo teve início ontem (31), com a Feira Cultural LGBT que ocorre no Vale do Anhangabaú e reúne diversas tendas de moda, calçados, perfumes, artes plásticas, decoração e trabalhos de organizações e entidades que apoiam a causa LGBT.

(Agência Brasil)

Os Intocáveis Gilmar Mendes e Sergio Moro

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Com o título “É preciso, se necessário, tocar nos intocáveis”, eis artigo de Guálter George, editor de Política do O POVO, que pode ser conferido no O POVO desta sexta-feira. Ele comenta a postura e certas decisões de ministros do STF, como Gilmar Mendes, e até de Sergio Moro. Confira:

A gente olha demais a política e os políticos, carregando a tinta neles (que bem merecem), e acaba fazendo um debate sobre a crise profunda do Brasil sem pesar da maneira correta as outras instâncias e atores públicos que têm culpa muito evidenciada no que acontece. No qual o Judiciário, por ações ou omissões, merece, já, um lugar de destaque.

Uma das estrelas da Justiça que atua de maneira destacada para garantir mais pimenta à crise é o ministro do STF, Gilmar Mendes. Estranhamente, situação somente agora percebida, embora não seja de hoje que ele toma atitudes em permanente desencontro com o que se espera de quem representa a mais alta Corte, na qual devem estar abrigados homens e mulheres sobre cujas intenções não poderia recair qualquer suspeita.

No caso dele, porém, as dúvidas aparecem no nível máximo e, em geral, sustentam-se na realidade que o próprio ajuda a construir, com suas atitudes, declarações e seu comportamento. É, afinal, aquele ministro que anos atrás considerava normal almoçar com próceres de um partido e, horas depois, participar de um julgamento importante para aquela mesma sigla. Partido e sigla, neste caso, apresentados em português completo como PSDB. Ele agia assim e nós, a sociedade, deixávamos que tal anomalia fluísse sem qualquer discussão.

Esse é o grande problema que os desvios do debate político ajudaram a criar. Talvez seja tempo, ainda, de olhar para os outros “monstros” que ameaçam surgir alimentados pela desatenção e a omissão dos bons, contrapondo-se à presente ação belicosa e intencionada dos maus. Construir a figura do intocável é caminho aberto para estabelecer as distorções pelas quais um dia responderemos. Por exemplo, começa a nos chegar a conta da proteção desmedida ao ministro do STF, que fez e aconteceu durante tempos sem quase nenhuma crítica e enfrentamentos apenas localizados.

Vale o debate, já agora, sobre a forma como se porta o pessoal da Lava Jato. Há sempre necessidade, o que faço sem qualquer esforço extra, de ressaltar o quanto esta operação é importante para o País, muito mais quando se consegue superar as cegueiras do presente e olhar em direção ao futuro. Não tenho dúvida, ela levou a um desmonte profundo das carcomidas estruturas corruptas que viveram anos, certamente décadas, do assalto ao Estado.

No entanto, estabelecer a ideia de que por isso os agentes públicos devem se sentir livres para fazer o que lhes der na telha seria um erro correspondente a entender os fins como necessariamente justificadores dos meios. Há erros cometidos por procuradores e juízes, parecendo útil apontá-los, discuti-los e criticá-los. Sergio Moro, o titular da 13ª Vara Federal de Curitiba, cujo nome melhor simboliza a operação e que tem a mesma unanimidade aparente da qual um dia gozou Gilmar Mendes, precisa fazer suas reflexões. É muito inadequada ao sentimento de que a lei funciona para (e contra) todos hoje no País, a resposta que oferece à mais recente tentativa dos advogados do ex-presidente Lula de levantarem sua suspeição a partir de aparições recentes dele em redes sociais ao lado de gente do PSDB, especialmente o ex-prefeito de São Paulo, João Doria.

É pouco sério que um magistrado opte pelo caminho da ironia em um despacho oficial, alegando dispor de imagens nas quais também o ex-presidente aparecia ao lado de políticos da oposição. Neste ponto, o argumento ruim transforma-se em escárnio.

*Guálter George

gualter@opovo.com.br

Jornalista do O POVO.

ACI comemora 93 anos expondo no CCBNB

Até o dia 30 deste mês, o Centro Cultural do Banco do Nordeste (Centro), em Fortaleza, apresenta a exposição “Casa do Jornalista”. Nela, um pouco da história da Associação Cearense de Imprensa, hoje com 93 anos de existência.

Segundo o presidente da ACI, jornalista Salomão de Castro, máquinas de escrever, carteiras de sócios do início da entidade e outros documentos, com muitas fotografias, podem ser conferidos na mostra.

Há um espaço bem especial para o fotógrafo Zé Rosa.

(Foto – Arquivo)

Governo espera economizar R$ 20 bilhões com operações pente-fino no INSS

O governo federal espera economizar R$ 20 bilhões para os cofres de 2019, com as operações do tipo pente-fino, que vem fazendo nos benefícios de auxílio-doença e de aposentadoria por invalidez.

Desde o início deste ano, as medidas já resultaram em uma economia de R$ 4 bilhões apenas com o auxílio-doença, valor que chegará a R$ 15 bilhões até o fim do ano, informa o ministro do Desenvolvimento Social, Alberto Beltrame.

No caso da aposentadoria por invalidez, a redução de gastos é mais lenta porque a pessoa continua recebendo os benefícios por um ano e meio, contados a partir da constatação de que já se recuperou do problema que motivou a aposentadoria.

(Com Agências)