Blog do Eliomar

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João Doria já divulga em suas redes sociais o voto “Bolsodoria”

João Doria, através de suas redes sociais, já está pregando o voto “Bolsodoria”. E postou, inclusive, uma hashtag sobre o assunto, como informa a Coluna Radar, da Veja Online desta segunda-feira.

O candidato ao governo de São Paulo postou no seu Instagram que, a partir de agora, apoiará o candidato a presidente pelo PSL, Jair Bolsonaro, contra o PT.

O flerte de Doria com Bolsonaro começou ainda no primeiro turno, assim que a candidatura de Geraldo Alckmin mostrou-se inviável.

(Foto – Reprodução de TV)

Eunício divulga nota agradecendo votação e reconhecendo ter sido alvo dos anseios de mudança

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O presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (PMDB), derrotado no seu projeto de reeleição pelo empresário Eduardo Girão, do Pros, divulgou, nesta manhã de segunda-feira, nota. Ele agradece a votação e diz que vai se recolher agora à vida pessoal. Confira:

O voto é a forma como o povo se manifesta nas Democracias. Foi a partir das urnas que os brasileiros, e os cearenses em particular, demonstraram os anseios de mudança.

Recebo com reverência e respeito essa determinação imposta a todos nós pelas regras democráticas, pelas quais tanto lutei. Agradeço, com muita honra e humildade, aos 1.313.793 cearenses que seguiram confiando em mim.

Recolho-me agora à vida pessoal.

Desejo boa sorte e energia para os que foram eleitos.

*Eunício Oliveira.

(Foto – Agência Brasil)

Filho do apresentador Ratinho é o novo governador do Paraná

Ratinho Júnior, candidato do PSD, líder nas intenções de votos desde o começo do pleito, foi eleito governador do Paraná com 60,13% no primeiro turno. Em segundo lugar ficou Cida Borghetti, com 15,49%. Também disputavam João Arruda, do MDB, o petista Doutor Rosinha e Professor Piva, do PSOL.

O filho do apresentador do SBT, Ratinho, começou a vida política aos 21 anos como deputado estadual pelo Paraná. Apesar de ter conseguido a maior coligação na eleição com o apoio de nove partidos (PSD, Podemos, PSC, PR, PV, PRB, PHS, PPS e Avante), ficou com o segundo maior tempo de televisão.

(Foto – Jornal do Centro/PR)

Alckmin vai reunir partido nesta terça-feira para decidir posição no 2º turno

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O candidato à Presidência pelo PSDB, Geraldo Alckmin, afirmou que a executiva nacional do partido se reunirá na terça-feira (9), em Brasília, para avaliar os resultado do primeiro turno das eleições e discutir a posição para o segundo turno da corrida presidencial.

Alckmin compareceu à sede do PSDB, na região central de São Paulo, após as 21h para fazer um pronunciamento acompanhado da candidata a vice, Ana Amélia (PP-RS), do senador José Serra (PSDB-SP) e de aliados.

Sem responder perguntas da imprensa, Alckmin reconheceu a derrota em um breve discurso, afirmando “absoluto respeito às urnas”.

O desempenho do candidato do PSDB é o pior resultado do partido em uma disputa presidencial desde 1994, apesar de ter tido o maior tempo no horário eleitoral na televisão e no rádio.

Com 99,42% das urnas apuradas, Alckmin conquistou 4,77% dos votos válidos, ficando em quarto lugar.

(Agência Brasil/Foto – Reprodução de TV)

Apenas uma mulher está na disputa de segundo turno nos Estados

Apenas uma mulher irá concorrer às eleições no dia 28, em segundo turno, e nenhuma conseguiu ser a mais votada no primeiro. Somente a candidata do PT ao governo do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, está na disputa. Com uma carreira política construída no Legislativo, ela é senadora pelo estado e cumpriu três mandatos como deputada federal.

No primeiro turno, Fátima Bezerra ficou na frente do candidato Carlos Eduardo (PDT). Mas, se ela for derrotada, não haverá mulheres governadoras em nenhum estado, antítese em um país cujo eleitorado é formado majoritariamente por mulheres.

Nas eleições de 2014, a atual governadora de Roraima, Suely Campos (PP), foi a única mulher eleita no país. Porém, este ano ela foi derrotada na tentativa de obter a reeleição. Em nota, a governadora afirmou ter recebido o estado em “situação difícil”.

O principal embate de Suely Campos foi com o governo federal e o Judiciário, ao tentar impedir o ingresso de imigrantes venezuelanos no estado.

Pelo menos 30 mulheres disputaram o cargo de governador nas eleições. Dos 26 estados e o Distrito Federal, não houve candidatas do sexo feminino em oito unidades: Alagoas, Amapá, Ceará, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Pará, Rio Grande do Sul e Rondônia.

No Distrito Federal, havia duas mulheres candidatas, enquanto em Pernambuco e no Piauí havia três na corrida pelos governos.

(Agência Brasil)

Bolsonaro também ganha no Exterior; Ciro ficou em segundo

Com quase 90% das urnas apuradas, Jair Bolsonaro (PSL) obteve a preferência dos 58,4% dos votos válidos dos eleitores brasileiros no exterior.

Ciro Gomes (PDT) foi o segundo colocado, com 14,4%. Fernando Haddad (PT) alcançou o terceiro lugar, com 10,4%. Em quarto lugar, João Amoêdo, do partido Novo, obteve quase 7% dos votos válidos.

De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), cerca de 500 mil brasileiros estavam aptos a votar em 99 países, mas menos da metade compareceu. A abstenção foi altíssima; chegou a 59%. Os votos brancos e nulos se aproximaram dos 5%.

(Agência Brasil/Foto – Reprodução de TV)

No Maranhão, Flávio Dino, do PCdoB, derrota de novo a Família Sarney

No Maranhão, um tsunami atingiu a oligarquia da Família Sarney.

Flávio Dino, do PCdoB, foi reeleito nesse domingo, 7, governador para os próximos quatro anos, obtendo 59,4% dos votos contra 29,4% de Roseana Sarney (MDB). Essa é a segunda vez que o governador enfrenta e vence no Maranhão o grupo político mais antigo em atividade no Brasil. Em 2014, o líder do PCdoB derrotou a família Sarney colocando fim à supremacia de meio século. Roseane foi governadora do Maranhão por quatro mandatos.

Mas, além de Roseana, sairam derrotados Zequinha Sarney e o senador Edson Lobão, o filho e o amigo-irmão, respectivamente, do senador José Sarney. Lobão tem nome citado na Lava Jato.

(Foto – Carta Capital)

Eduardo Girão reconhece ter ganho para o Senado por ter apoiado Jair Bolsonaro

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O empresário Eduardo Girão, eleito pelo Pros senador pelo Ceará, conversou com a reportagem do Blog no começo da madrugada desta segunda-feira.

Ele explicou o porquê de ter apoiado o candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, fator que pesou para sua vitória, de apuração apertada e emocionante.

Eduardo Girão derrotou o presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB), que contava com o apoio informal do governador Camilo Santana (PT), recordista de votos no Ceará para o cargo, com quase 80% dos votos.

(Colaboração – Repórter Demitri Túlio)

Reeleito, Camilo diz que seu maior desafio será a Segurança Pública

O governador Camilo Santana (PT) assumiu que a Segurança Pública será o maior desafio do segundo mandato. Reeleito com quase 80% dos votos válidos, o candidato do Partido dos Trabalhadores reiterou apoio a Fernando Haddad para o segundo turno das eleições presidenciais.

“Meu sentimento é de gratidão ao povo cearense, eu recebo isso com muita alegria e muita responsabilidade”, afirmou Camilo em entrevista concedida na noite de ontem durante comemoração da vitória no comitê de campanha no bairro Cocó. O local não contou com muitos militantes e teve a festa encerrada minutos após a chegada do governador. “O maior desafio que eu vejo é a questão de segurança, o problema da violência que é uma questão nacional. A gente tem agarrado o problema para enfrentar com seriedade com muita dedicação”, disse.

Ao lado da vice da chapa, Isolda Cela, ele se comprometeu a concluir já no próximo ano todo a proposta de reconhecimento facial. Conforme o governador, a tecnologia da informação será o principal investimento na área. Além disso prometeu cobrar celeridade na implantação do Centro Integrado de Segurança no Ceará. Questionado sobre a perda de representação do partido em outros estados, Camilo se esquivou de comentar e afirmou que não acompanhou a apuração.

(O POVO – Repórter Eduarda Talicy)

Políticos tradicionais estão fora do Senado

De cada quatro senadores que tentaram a reeleição em 2018, três não conseguiram. Essa estatística marca a eleição mais surpreendente da história recente do Senado. Desde a redemocratização do País, não houve um pleito que trouxesse tantas caras novas. No total, das 54 vagas em disputa neste ano, 46 serão ocupadas por novos nomes renovação de mais de 85%.

Além das trocas de senadores decorrentes das eleições parlamentares, as disputas pelos governos estaduais também movimentam as cadeiras. Duas trocas já estão garantidas e duas ainda podem ser acontecer no segundo turno. Ao todo, o Senado pode ter 50 novos nomes em 2019, o que representaria uma mudança inédita de mais de 61% da Casa.

O desejo do eleitor pela renovação também foi marcado pela não eleição de nomes tradicionais da política como a ex-presidente Dilma Rousseff (PT-MG). Além dela, Eunício Oliveira (MDB-CE), Eduardo Suplicy (PT-SP), Cristovam Buarque (PPS-DF) e o deputado federal Mendonça Filho (DEM-PE) não se elegeram.

A eleição do Rio de Janeiro causou maior desfalque: foram derrotados os senadores Lindbergh Faria (PT) e Eduardo Lopes (PRB), além dos deputados federais Miro Teixeira (Rede) e Chico Alencar (PSOL). Silvio Costa (Avante-PE) tentou sem sucesso uma vaga no Senado. O líder do governo no Congresso, André Moura (PSC-SE), também foi derrotado.

Os eleitores do Maranhão tiraram do Congresso o senador Edison Lobão (MDB) e o deputado Sarney Filho (PV).

Os tucanos Ricardo Trípoli, em São Paulo, Bruno Araújo, em Pernambuco, e Jutahy Júnior, na Bahia, que atualmente ocupam uma vaga de deputado federal, perderam a eleição de senador. Os ex-governadores Beto Richa (PSDB-PR), Raimundo Colombo (PSD-SC), Marconi Perillo (PSDB-GO) e Jackson Barreto (MDB-SE) também não tiveram sucesso.

Os senadores Garibaldi Alves Filho (MDB-RN), Antônio Carlos Valadares (PSB), Roberto Requião (MDB-PR), Valdir Raupp (MDB-RO), Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), Flexa Ribeiro (PSDB-PA), Eduardo Braga (MDB-AM), Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM), Vicentinho Alves (PR-TO), Ataídes Oliveira (PSDB-TO), Lúcia Vânia (PSB-GO), Wilder Morais (DEM-GO), Magno Malta (PR-ES), Ricardo Ferraço (PSDB-ES), Waldemir Moka (MDB-MS), Benedito de Lira (PP-AL), Angela Portela (PDT-RR) e Paulo Bauer (PSDB-SC) não foram reeleitos.

(Com Agências)

Efeito Bolsonaro – Eunício perde para Eduardo Girão

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A maior surpresa nas eleições do Ceará foi a derrota, neste domingo, do presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB), para o empresário Luís Eduardo Girão (Pros), ex-presidente do Fortaleza Esporte Clube. A diferença foi de apenas 12,146 votos, com Girão somando 1.325.532 votos, diante de 1.313.386 votos de Eunício.

Eunício, em campanha com apoio informal do governador Camilo Santana (PT), chegou a avisar que, se fosse reeleito, tentaria a reeleição como presidente do Senado. Ele foi apoiado por Camilo contra a vontade do presidenciável Ciro Gomes (PDT) que, em várias entrevistas, não poupava farpas contra o emedebista, cujo nome foi citado na Lava Jato. Os irmãos Cid Gomes, eleito senador pelo PDT, e o prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT), acabaram endossando o nome dele em atenção ao governador.

Já Eduardo Girão, no fim de sua campanha eleitoral, anunciou, em nota divulgada para a imprensa, apoio ao candidato a presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) que, em vários Estados, puxou candidaturas que só cresceram na arrancada final. Eunicio havia feito campanha usando o nome de Lula e, num segundo momento, anunciado apoio a Fernando Haddad (PT).

Bom lembrar também que, dentro da base do governador Camilo Santana, chegou a se especular que ele seria boicotado. Na reta final da campanha, foram intensificados os apelos pró-Eunício por parte do governador.

Fernando Haddad promete unir os democratas do Brasil colocando a soberania popular acima de tudo

Ao som de “Brasil urgente, Haddad presidente!”, o candidato a presidente da República pelo PT, Fernando Haddad, deu coletiva nesta noite, em São Paulo. Agora na disputa pelo segundo turno da disputa contra Jair Bolsonaro, do PSL, ele agradeceu ao seu partido e ao ex-presidente Lula – veio o jingle puxado pelos militantes (olê,olê, olá…Lula, Lula…).

Haddad disse que a oportunidade do segundo turno é inestimável que o povo lhe deu, e que deve ser encarado com senso de responsabilidade, dentro do objetivo ainda de unir os democratas deste País. Ele ressaltou que a soberania nacional e a soberania popular serão colocadas por ele acima de qualquer interesse.

Prometeu inciar já a partir desta segunda-feira a sua campanha. “Queremos unir o País em torno desse conceito (soberania nacional e popular). Achamos que há muita coisa em jogo e diferente de todas que nós já participamos”, acentuou Haddad. “Essa de 2018 coloca muita coisa em jogo. Eu diria que até parte da Constituição de 1988”, ressaltou, dizendo que vai para a campanha com a força do argumento para defender o Brasil.

O candidato termino a coletiva celebrando “a democracia, celebrando a liberdade. São valores que cultivo desde sempre. Deixou claro que o segundo turno será oportunidade para discutir olho a olha e bradou, encerrando a coletiva: “Viva o Brasil! Viva a democracia ! Viva o povo brasileiro!”

Ciro manda um “aí, dento!” na GloboNews para eleitor de Bolsonaro e diz que vai tomar umas por Camilo

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O ex-ministro Ciro Gomes (PDT) disse, neste domingo, em coletiva, que o Ceará é um estado politizado. Foi assim como reagiu, ao ser indagado sobre o resultado da disputa presidencial que terá Jair Bolsonar (PSL) disputando contra Fernando Haddad (PT). Sobre apoio, disse que iria aguardar o final da apuração. Mas chegou a bradar “EleNão!” Ou seja, deu a senha pró-Haddad.

Em terceiro lugar na disputa presidencial, Ciro disse que vai comemorar a vitória do governador Camilo Santana (PT) em primeiro turno e tomar umas.

No momento em que dava a coletiva, com transmissão ao vivo pela GloboNews, passou um militante de Jair Bolsonaro gritando, no que Ciro reagiu em estilo bem cearensês: “Aí, dento!!”

Tiririca é reeleito deputado federal em São Paulo

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O candidato a deputado federal Tiririca (PR-SP), após voltar atrás no jejum da política, foi reeleito com 445.521 mil votos, cerca de 2,15% do total, para o seu terceiro mandato. Em São Paulo, 95% das urnas já foram apuradas.

Tiririca havia desistido da candidatura no fim de 2017 por se dizer “decepcionado com a Câmara”, mas desistiu da desistência e, em agosto, se lançou oficialmente na disputa do pleito com um adendo: quer voltar às tribunas para poder disputar a presidência em 2022.

Um dos objetivos da campanha do humorista Francisco Everardo Oliveira Silva era ser eleito “com a maior quantidade de votos da história do país”. Nas eleições de 2010, ele foi o deputado mais votado do país, com mais de 1,3 milhão de votos. Em 2014, o deputado ficou com a segunda posição entre os candidatos mais votado, com 1 milhão de votos.

Além dele, nomes como Eduardo Bolsonaro (PSL), Joice Hasselmann (PSL), Celso Russomano (PRB) e Kim Kataguiri (DEM) também foram eleitos.

(Foto – Ueslei Marcelino, da Reuters)

Pesquisa Boca de Urna aponta para segundo turno na disputa presidencial

Sai a pesquisa boca de urna do Ibope, encomendada pela Globo e que diz respeito à disputa presidencial. Pelas projeções, haverá segundo turno entre Jair Bolsonaro, candidato do PSL, e Fernando Haddad, do PT.

Confira os números:

Jair Bolsonaro (PSL) – 45%

Fernando Hadad (PT) – 28%

Ciro Gomes (PDT) – 14%

Alckmin (PSDB) – 4%

Amoedo (NOVO)- 3%

Marina Silva (Rede) – 2%

Alvaro Dias (PODEMOS) – 1%

Cabo Daciolo (Patriota) – 1%

Boulos (Psol) – 1%

Meirelles (MDB) – 1%

Eymael (DC) – 0%

Vera Lúcia (PSTU) – 0%

João Goulart Filho (PPL) – 0%

TSE divulga balanço – 1.654 urnas eletrônicas registraram problemas e foram trocadas

O Tribunal Superior Eleitoral divulgou, neste domingo, um balanço sobre urnas que registraram problemas. De acordo com o órgão, foram 1.695 urnas que tiveram que ser trocadas, o que representa 0,33% de um universo de mais de 454 mil urnas eletrônicas.

Apenas um município brasileiro teve que adotar o antigo sistema da votação manual. No caso, Três Coroas, no Rio Grande do Sul.

TSE diz que 964 urnas foram substituídas nas primeiras horas da votação

Um novo balanço divulgado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) mostra que, até as 14 horas deste domingo (7), haviam sido substituídas 964 urnas nas zonas eleitorais do país. A informação é do Portal G1.

O total de urnas trocadas corresponde a 0,19% do total de 454.493 dispositivos instalados para viabilizar a votação em todo o país. Até as 14h, não houve uso do sistema de votação manual.

Os dados divulgados pelo TSE foram obtidos juntos aos tribunais regionais eleitorais. O primeiro balanço, divulgado na manhã deste domingo, registrou a troca de 310 urnas.

Segundo o balanço parcial do tribunal eleitoral, a maior parte das substituições de urnas ocorreram em quatros unidades da federação.

Minas Gerais: 252
Rio de Janeiro: 123
Pernambuco: 83
São Paulo: 78

Eleitores postam fotos e vídeos expondo armas e votando em Bolsonaro

 

Neste domingo do voto, eleitores publicaram fotos e vídeos em que aparecem com armas de fogo ou de brinquedo no interior da cabine da urna. Há vídeos em que o número do candidato Jair Bolsonaro (PSL) é digitado com o cano do objeto. Em outras publicações, armas de fogo são apoiadas em cima das urnas.

Além da presença das armas, de acordo com a Lei Eleitoral, é proibida a entrada de celulares no interior das cabines de votação, sob pena de até dois anos de prisão e até R$ 15 mil de multa. Os conteúdos, portanto, não poderiam ser publicados.

“Parágrafo único. Fica vedado portar aparelho de telefonia celular, máquinas fotográficas e filmadoras, dentro da cabina de votação. (Incluído pela Lei nº 12.034, de 2009)”, diz trecho da legislação.

(Com Blog Política)

Imprensa estrangeira destaca a polarização na disputa presidencial

A eleição presidencial no Brasil voltou a ser destaque na imprensa internacional hoje (7), dia de primeiro turno. Portais de notícias de diversos países tratam da polarização entre eleitores e abordam expectativas para o pleito. O desempenho do candidato do PSL, Jair Bolsonaro, nas últimas pesquisas eleitorais também é amplamente citado na cobertura.

O jornal espanhol El País diz que a frustração de brasileiros com políticos e soluções extremas contra a violência e a corrupção movem eleitores de Bolsonaro, citado como ultraconservador. O periódico destaca ainda o desempenho de Fernando Haddad, do PT, no Nordeste, e afirma que “a terra de candidato de Lula confia em seu sucessor”.

A edição do The New York Times relata todo o “drama” da eleição presidencial no Brasil este ano, com destaque para a prisão do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o atentado à faca contra Jair Bolsonaro e o movimento organizado de mulheres contra o candidato do PSL. O jornal cita ainda a possibilidade de definição do chefe de Estado em primeiro e em segundo turno.

O jornal argentino Clarín estampa os últimos resultados das pesquisas Datafolha e Ibope e diz que Bolsonaro amplia a diferença em relação a Haddad na reta final do pleito. O periódico traz dados como a lista completa de candidatos à disputa presidencial, total de brasileiros aptos a votar e horário estimado para o resultado do primeiro turno – 20h.

O italiano Corriere della Sera, por meio da reportagem Do lixo de TV à cédula. A onda Bolsonaro no Brasil traça uma linha do tempo do candidato do PSL na corrida presidencial – desde sua participação em programas de humor, respondendo a temas polêmicos como educação sexual, racismo e direitos das mulheres, à “possível futuro líder do Brasil”.

(Agência Brasil)

FHC lamenta falta de unidade entre candidatos de centro

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Após votar em São Paulo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso declarou hoje (7) voto no PSDB e criticou os adversários políticos da legenda. Também lamentou o fracasso da tentativa dele em unir os candidatos de centro à Presidência da República. Segundo ele, preocupa um país polarizado.

“Votei nos candidatos do PSDB. Daqui por diante o importante é obedecer a Constituição e buscar explicar ao povo o que cada um pensa e como será possível fazer. Sem demagogia nem sectarismo. Não sou operador político. Digo o que penso e respeito as diferenças.”

Há cinco dias, Fernando Henrique propôs uma espécie de aliança entre os candidatos de centro. Mas a sugestão dele não obteve êxito porque os candidatos não se dispuseram a abrir mão da corrida presidencial em apoio ao nome de Geraldo Alckmin (PSDB).

“É o que acredito, o que penso, se os demais não querem, o que vou a fazer?”, disse FHC sobre sua proposta após votar em São Paulo.

(Agência Brasil com Agência EFE/Foto Reuters)