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Governo pode antecipar concessão de aeroportos, admite Meirelles

Em entrevista ao O Globo, neste domingo, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, afirmou que algumas das receitas obtidas com o programa de concessões de ativos federais podem ser antecipadas para ajudar a fechar as contas de 2017. Uma possibilidade seria acelerar a privatização da Eletrobras e as concessões de alguns aeroportos.

Meirelles disse ainda que a proposta de reforma da Previdência é “o plano A, B e C” do governo, mas admitiu que, se ela for desidratada pelo Congresso, a equipe econômica vai avaliar medidas alternativas que não dependam do quórum qualificado necessário para aprovar uma proposta de emenda constitucional (PEC).

*Confira a entrevista de Meirelles aqui.

 

André Figueiredo transformará em projeto sugestão da Academia Cearense de Direito

  
O presidente da Academia Cearense de Direito, Roberto Victor, apresentou ao deputado federal André Figueiredo (PDT) uma minuta de alteração na legislação do FGTS para acrescentar a possibilidade do trabalhador usar o dinheiro recolhido na conta para financiar sua educação, em termos de graduação, técnico e pós graduação.
A proposta sugere que o dinheiro que se encontra parado nas contas volte a circular fomentando novas frentes de trabalho, ampliação do desenvolvimento econômico, além de aperfeiçoar o crescimento profissional e educacional dos cidadãos e cidadãs brasileiras.
André Figueiredo recebeu a proposta e prometeu transformá-la em projeto de lei para dar entrada na Câmara na próxima semana.
Com Roberto Victor no ato de entrega dessa minuta estavam os acadêmicos Francilene Gomes e Jardson Cruz,
(Foto – Divulgação)

CNJ define regras para cartórios cobrarem por registro de projeto eólico

A Corregedoria Nacional de Justiça definiu regras para cobrança de emolumentos pelos cartórios para registrar projetos de exploração de energia eólica. A decisão foi tomada pelo corregedor, ministro João Otávio de Noronha, em função da reclamações sobre o tema estavam chegando à ouvidoria do Conselho Nacional de Justiça. Os relatos diziam que alguns cartórios estavam calculando os emolumentos baseados no valor futuro que o contrato poderia alcançar, deixando o valor muito alto. A informação é do Consultor Jurídico.

Os contratos são registrados em cartório na fase inicial do projeto. Nessa etapa são medidos os índices de vento nas áreas prospectadas. Só depois disso, caso os testes sejam positivos, os parques são construídos e explorados comercialmente. Acontece que não há garantias de que esses contratos tenham continuidade por diversos motivos, como a desaprovação de licenças.

Segundo o provimento do CNJ, nos contratos com previsão de remuneração para a etapa de estudo e para a fase operacional, o parâmetro de cobrança dos emolumentos deverá ser o valor total bruto do contrato, somadas as duas etapas. Já nos contratos com previsão de remuneração apenas para a etapa de estudo, o parâmetro de cobrança dos emolumentos deverá ser o valor total bruto da fase. Essas regras valem enquanto não forem editadas normas específicas pelos estados sobre o tema. A corregedoria se manifestou sobre o caso porque é competente para expedir recomendações destinadas ao aperfeiçoamento das atividades dos serviços notariais e de registro.

Universidades federais divulgam nota repudiando cortes orçamentários

A Associação Nacional dos Dirigentes de Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes) divulgou nota expressando sua preocupação com cortes no orçamento das universidades. Os cortes foram anunciados pelo governo Temer, dentro do ajuste fiscal. Confira a nota:

NOTA AO PAÍS

A Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior (Andifes), preocupada com o cumprimento das missões de ensino, pesquisa e extensão das universidades públicas federais, gratuitas e com a qualidade que a sociedade brasileira e o desenvolvimento sustentável do País requerem, diante da conjuntura de cortes e contingenciamento de seus orçamentos, vem alertar a sociedade sobre os seguintes problemas atualmente enfrentados:

– Perdas orçamentárias em 2017: o orçamento de 2017 já representou corte significativo em relação ao de 2016 (6,74% nominal na matriz de custeio, 10% no programa de expansão Reuni, 40,1% em capital, 3,15% do Programa Nacional de Assistência Estudantil e mais 6,28% de inflação no período);

– Limite orçamentário de 2017: até o momento foram liberados apenas 75% do orçamento de custeio e 45% do orçamento de capital. Para manter o funcionamento mínimo das instituições é indispensável a liberação de 100% de ambos os limites, uma vez que já estamos absorvendo fortes perdas orçamentárias como indicado acima;

– Orçamento de custeio para 2018: o orçamento para 2018 mantém os valores da matriz de 2017, reduz o Reuni em aproximadamente 11% e não recompõe a inflação do período, além de desconsiderar a expansão do sistema.

– Orçamento de investimento para 2018: o MEC não disponibilizou os valores de limite orçamentário de investimento, sobretudo na Ação 8282. Essa situação alarmante permanece ainda hoje, o que pode sinalizar a inexistência de orçamento de investimento na PLOA 2018 das IFES, fato gravíssimo que afetará, por exemplo, a aquisição de livros, equipamentos de laboratórios, softwares e a continuidade das obras em andamento já contratadas;

– Liberação de Financeiro: a situação financeira, com dois repasses ao longo de cada mês, inferiores a 60% da despesa liquidada, traz ônus de grande magnitude às instituições, levando à perda de confiabilidade por parte de nossos credores, ao pagamento de multas e juros, além de obrigar as instituições a selecionar quais despesas pagar, fato inaceitável; – Recursos próprios: Impossibilidade de suplementação orçamentária na Arrecadação Própria e Convênios, ocasionando perdas significativas para as instituições.

– PNE na LDO: a prioridade para as metas do Plano Nacional de Educação (PNE) foi retirada da Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2018, por meio de veto presidencial e em nome do ajuste fiscal, fragilizando ainda mais o compromisso do Governo Federal com a educação.

– Defasagem do Aluno Equivalente: o relevante crescimento das Universidades Federais não foi correspondido por orçamento compatível (hoje o valor em reais por Aluno Equivalente é 42% menor do que em 2011), colocando em risco as atividades, contratos e nossa função social e científica na sociedade brasileira. No mesmo período, o programa de subsídio às Instituições Privadas de Ensino Superior por meio do FIES passou de 2,1 para 21 bilhões de reais, contrariando a Meta 12 do PNE, que prevê ampliação das vagas públicas dos atuais 25% para no mínimo 40% do total de matrículas.

Face a esse conjunto de informações, o Conselho Pleno da Andifes conclama a sociedade a cobrar do Governo Federal ações emergenciais visando o reequilíbrio orçamentário e financeiro das universidades públicas federais e a recomposição de seus orçamentos no Projeto de Lei Orçamentária Anual de 2018. Os problemas orçamentários e financeiros vivenciados são agravados, ainda, pela existência da Emenda Constitucional 95 e podem significar não apenas a perda de recursos de investimentos para 2018, mas pelos próximos 20 anos.

Ressaltamos a importância de afirmar o relevante papel cumprido pelas universidades públicas federais em sua missão social, acadêmica e científica, que, a despeito das adversidades, mantêm-se como referência no País, na América Latina e no mundo. As melhores universidades brasileiras são públicas, aí incluídas as universidades federais, conforme demonstrado nos diversos rankings de avaliação; é nessas universidades que se oferece a melhor formação de profissionais de nível superior, como atestado pelo próprio Ministério da Educação; é nas universidades federais que são titulados mais da metade dos mestres e doutores do País; e é nas universidades federais que se produz parte expressiva da ciência e da inovação que geram riqueza e renda para a sociedade brasileira. Por isso, o que está em risco é o futuro do País, não apenas o pagamento das contas do ano de 2017; por isso, é indispensável defender as condições de funcionamento das universidades públicas federais.

Brasília, 24 de agosto de 2017

Conselho Pleno da Andifes.

Presidente da Fiec e um coração eleitoral dividido entre Geraldo Alckmin e João Doria

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O presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart, está com o coração dividido quando o mote diz respeito à sucessão presidencial 2018.

Tucano de carteirinha, ele diz adorar e admirar o trabalho do governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, mas confessa: ficou bem impressionado com o prefeito de São Paulo, João Doria, o último convidado do projeto “Ideias em debate”, da Fiec, realizado no La Maison.

Doria, aliás, além de ganhar homenagens como gestor inovador, foi tratado como presidenciável, tendo direito a bater duro no ex-presidente Lula, a quem qualificou de “sem-vergonha”, “corrupto”, “covarde” e “preguiçoso”.

(Foto – Paulo MOska)

Ex-ministro cearense é acusado por Palocci de receber suborno

O ex-ministro da Fazenda Antonio Palocci afirmou, em negociação de delação premiada, que o ex-presidente do Superior Tribunal de Justiça, o cearense César Asfor Rocha, recebeu suborno no valor de pelo menos R$ 5 milhões da construtora Camargo Corrêa para barrar a Operação Castelo de Areia, da Polícia Federal. De acordo com informações da Folha de São Paulo, além da empresa, a operação deflagrada em 2009 tinha como alvos outras empreiteiras e políticos posteriormente investigados na Operação Lava Jato.

Palocci, preso em Curitiba, disse que o acerto com Rocha foi comandado pelo advogado Márcio Thomaz Bastos, morto em 2014, e incluía também a promessa de apoio para que o então magistrado fosse indicado para uma vaga no Supremo Tribunal Federal – o que acabou não acontecendo. O repasse para Rocha foi depositado numa conta no exterior, conforme Palocci. Asfor, a Camargo e a família de Bastos negam a acusação do ex-ministro.

A Castelo de Areia foi interrompida por uma medida liminar concedida por Rocha, então presidente do STJ, em janeiro de 2010. A alegação dos advogados da Camargo Corrêa foi a de que as interceptações telefônicas da operação, principal base das investigações, tiveram origem apenas em uma denúncia anônima, o que seria ilegal. A apuração mostrou também que, antes e depois da concessão da liminar, Rocha decidiu pela validade iniciadas com denúncias anônimas.

Em março de 2011, o julgamento final sobre a legalidade da operação começou a ser feito pela 6ª Turma do STJ, da qual Rocha não fazia parte. Na ocasião, a ministra relatora do caso, Maria Thereza de Assis Moura, votou pela anulação da operação e o ministro Og Fernandes, pela regularidade das investigações da Polícia Federal. Porém, após o empate, o julgador Celso Limongi pediu vista e a apreciação da causa foi interrompida.

No mês seguinte, o caso foi retomado com voto de Limongi favorável à tese da Camargo Corrêa. O ministro Haroldo Rodrigues seguiu o mesmo entendimento e o resultado final foi de 3 a 1 pela ilegalidade dos grampos.

A decisão resultou na anulação total da operação e de todos os seus desdobramentos, que envolviam outras construtoras e políticos, inclusive obras da Petrobras posteriormente investigadas na Lava Jato – como as refinarias Avreu e Lima, em Pernambuco, e Getúlio Vargas, no Paraná.

Palocci não mencionou nas tratativas de colaboração premiada repasses diretos aos ministros da 6ª Turma do STJ que julgaram a causa. Rocha obteve aposentadoria do tribunal superior em setembro de 2012 e passou a exercer a advocacia.

O ex-presidente do STJ Cesar Asfor Rocha, a construtora Camargo Corrêa e a família do ex-ministro Márcio Thomaz Bastos negaram a prática de ilegalidades para barrar a Castelo de Areia. A defesa de Palocci não se pronunciou.

Marcela Temer volta aos holofotes

Depois de um tempo afastada (por motivos óbvios) de eventos públicos, a primeira-dama do País, Marcela Temer, participará do lançamento de um programa no Palácio do Planalto nesta segunda-feira. A informação é do colunista Lauro Jardim, do O Globo.

Ela vai conferir o anúncio do Programa Nacional do Voluntariado. Coordenado pela Casa Civil, terá como uma das principais ações a elaboração de um portal para facilitar instituições sociais a encontrarem voluntários para suas atividades.

Assembleia de credores da Oi será no Centro de Convenções do Riocentro

O juiz Fernando Viana, da 7ª Vara Empresarial do Rio de Janeiro, marcou para o dia 9 de outubro a Assembleia Geral de Credores da Oi. Em caso de problemas, marcou para o dia 23 uma segunda convocação.

A informação é do colunista Lauro Jardim, do O Globo.

Até aí, beleza. O local escolhido é que é inusitado: devido ao grande número de credores — são 55 mil — a assembleia será realizada no Riocentro, o segundo maior centro de convenções da América Latina.

Para brasileiro, os deputados são os que mais desrespeitam as leis

Uma pesquisa inédita da Fundação Getúlio Vargas revela que o brasileiro acha que os deputados, que mais deviam zelar pelas leis no Brasil, são justamente os que mais desrespeitam as regras por aqui. A informação é da Coluna Radar, da Veja Online.

Para 37% dos entrevistados, são os deputados que mais desrespeitam as leis. Em seguida, para 33%, o brasileiro em geral é quem mais parece não se importar. Já para 14% dos entrevistados, o presidente Michel Temer é quem mais passa por cima das leis.

Os primeiros dados foram revelados hoje no Innovation Day, em Florianópolis.

Cantora Zizi Possi fará temporada em Fortaleza

A cantora Zizi Possi é a próxima atração da CAIXA Cultural Fortaleza. Ela vai se apresentar, de 8 a 10 de setembro próximo, com o show “Zizi Possi canta Chico e Edu”. O espetáculo é uma homenagem que a intérprete faz a Chico Buarque e Edu Lobo, parceiros musicais desde o início de sua carreira musical. Em curta temporada de cinco shows, Zizi interpretará alguns de seus sucessos e apresentará canções da parceria da dupla de compositores que ela nunca gravou nos próprios CDs, como ‘Sentimental’, ‘Blues da Rosa’ e ‘Dueto’.

No show, há também canções gravadas originalmente por outros cantores, que foram ou não cantadas por ela, como ‘Com Açúcar com Afeto’ e Ciranda da Bailarina. Para acompanhar Zizi no espetáculo, a cantora contará com a participação do tecladista Keco Brandão e do violonista e guitarrista Bruno Mangueira.

Com 39 anos de carreira, 19 cds e quatro dvds lançados e com mais de 3 milhões de discos vendidos, Zizi Possi é uma das maiores cantoras da MPB. Em seu currículo, quatro discos de ouro, dois discos de platina e um duplo de platina, diversas canções em primeiro lugar nas paradas de sucesso como Nunca, Meu amigo meu herói, Caminhos de Sol, Asa Morena, Perigo, a Paz, Noite e Per amore, além de mais de 30 canções em trilhas de novelas, várias apresentações em países como Portugal, Argentina, Espanha, Itália, França, Estados Unidos, Suíça e Dinamarca, além de vários prêmios como Troféu Imprensa e Prêmio de música, sendo premiada como melhor cantora e/ou melhor disco.

SERVIÇO

*CAIXA Cultural Fortaleza – Avenida Pessoa Anta, 287, Praia de Iracema

*Horários: sexta, às 20 horas | sábado, às 18 horas e às 20 horas | domingo, às 17 e 19 horas

*Duração: 60 minutos

*Classificação indicativa: 14 anos

*Ingressos: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia)

*Vendas a partir do dia 07/09, das 10 às 20 horas, na bilheteria do local.

Xuxa anuncia que vai fechar sua fundação filantrópica

Xuxa Meneghel anunciou, em entrevista ao jornalista Amaury Jr, que pretende fechar sua fundação filantrópica. Os custos da iniciativa, que ajuda crianças e adolescentes, ficaram altos devido a crise econômica. As informações são do site da revista Exame.

Ela revelou que tem ajuda de poucos amigos e as despesas, por ano, ficam em torno de R$ 1,8 milhões anuais. “Quando a crise aperta, a primeira coisa que as pessoas deixam de fazer é a filantropia, né?”, disse Xuxa.

A decisão pelo fim da fundação, apesar de dita na entrevista, já estava tomada há cerca de três anos. Ela explica que se não conseguisse fazer com que a Fundação se auto sustentasse, fecharia. Os procedimentos para o fechamento já estão sendo analisados.

A Fundação existe desde 1989 e atende jovens em situação de vulnerabilidade social da comunidade de Pedra de Guaratiriba, no Rio de Janeiro.

Receita vai investigar responsáveis pela queda da arrecadação federal em julho

Principais responsáveis pela queda da arrecadação federal em julho, as instituições financeiras serão investigadas pela Receita Federal, disse hoje (25) o chefe do Centro de Estudos Tributários do órgão, Claudemir Malaquias. Segundo ele, o Fisco investigará os motivos que têm levado os bancos a reduzir o pagamento de Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e de Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL).

De acordo com Malaquias, existem quatro hipóteses prováveis: a expectativa de um novo parcelamento de dívidas de contribuintes com a União, o aumento das provisões dos bancos para cobrir empréstimos concedidos a devedores duvidosos (que diminuem o lucro das instituições financeiras), dificuldades na recuperação de créditos de inadimplentes e outras operações no sistema financeiro.

Em relação à possibilidade de um novo parcelamento com desconto nas multas e nos juros, nos moldes do Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), Malaquias disse que esse tipo de programa provoca mudanças no comportamento dos contribuintes. Segundo ele, o adiamento de pagamentos de tributos que poderão ser parcelados provoca distorções na arrecadação. “Isso é ruim para a administração tributária. Estraga projeções e provoca distorções na arrecadação corrente”, declarou.

“A expectativa de definição de um novo parcelamento interfere no pagamento do contribuinte. A gente não consegue mensurar o efeito, mas, pelas fontes que a gente consulta, o grande contribuinte costuma aderir a esses parcelamentos. Isso retrai um pouco a arrecadação, o que é natural. Se está na iminência de ter uma vantagem, por que pagar agora?”, questionou Malaquias.

De janeiro a julho, as instituições financeiras pagaram 15,52% a menos de IRPJ e CSLL pela estimativa mensal de arrecadação e 35,99% a menos na declaração anual de ajuste e 9,94% a menos nos balanços trimestrais em relação ao mesmo período do ano passado. As retrações levam em conta a inflação oficial pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA).

Segundo a Receita Federal, por causa das instituições financeiras, a arrecadação de IRPJ e CSLL acumula retração de 5,84% nos sete primeiros meses do ano na comparação com o mesmo período do ano passado. Em valores corrigidos pela inflação, a queda chega a R$ 7,542 bilhões. De acordo com o Fisco, os dois tributos são os principais responsáveis pelo fato de a arrecadação federal de janeiro a julho ter registrado o valor mais baixo desde 2010 ao descontar o IPCA.

(Agência Brasil)

Uece abre seleção para professores destinados aos cursos do MedioTec

A Universidade Estadual do Ceará acaba de lançar a Chamada Pública nº 57/2017, que objetiva processo seletivo para preenchimento de vagas remanescentes para professores bolsistas dos cursos do MedioTec, ação do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec), voltada para alunos do Ensino Médio de escolas públicas. A informação é da assessoria de imprensa da Uece.

As inscrições estarão abertas no período de 28 a 31 de agosto, pelo site do Pronatec/Funece. O pagamento da inscrição, bem como a entrega da documentação, poderá ser feita até 1º de setembro.

Os selecionados poderão atuar nos cursos de Técnicos em Comércio, em Contabilidade, em Gerência de Saúde, em Instrumento Musical e em Regência, nos municípios de Boa Viagem, Brejo Santo, Granja, Missão Velha, Piquet Carneiro, Amontada, Crateús, Crato, Iguatu e Viçosa do Ceará. A seleção será realizada em duas fases: análise de currículo e entrevista.

O perfil mínimo exigido é variado. A depender da disciplina escolhida, podem se inscrever, por exemplo, graduados em Administração, Comunicação Social, Ciências Sociais, Computação, Música, Filosofia e outros.

SERVIÇO

*Leia o Edital aqui.

*Mais informações – 85 3101-9997

Rodrigo Janot diz que investigações comprovam acusações de delator contra Michel Temer

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, afirma que investigações complementares da Lava-Jato comprovam a acusação de que, a partir de um pedido do presidente Michel Temer ao ex-presidente da Transpetro Sérgio Machado, a empresa Barro Novo Empreendimentos repassou R$ 1 milhão em propina para a campanha do candidato do PMDB à prefeitura de São Paulo em 2012, Gabriel Chalita.

As informações sobre a suposta transação entre Temer, Sérgio Machado e a Barro Novo, empresa ligada a Odebrecht, estão na denúncia apresentada por Janot nesta sexta-feira contra o ex-presidente José Sarney (PMDB-AP) e os senadores do PMDB Renan Calheiros (AL), Romero Juca (RR) e Valdir Raupp (RO), entre outros.

Temer só não foi denunciado, porque está protegido pelo mandato presidencial. Pelo artigo 86 da Constituição, presidente da República não pode ser investigado por fatos anteriores ao mandato. Diante do impedimento legal, as informações relacionadas a Temer deixadas à parte para serem retomadas em uma nova investigação quando o presidente deixar o cargo. “Relativamente à suposta participação do presidente Michel Temer nos fatos envolvendo o pagamento de vantagem indevida pela empresa do grupo Odebrecht , a cláusula constitucional de imunidade do art. 86, § 4P, impede a adoção de providências a respeito. Já a possível ausência de outras pessoas ou fatos na denúncia não implica arquivamento implícito ou indireto”, explica Janot.

*Com Informações do O Globo aqui.

 

Novo Refis – Eunício promete a Beto que projeto será votado logo que chegue ao Senado

Beto e Eunício – O Novo Refis.

O presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Beto Studart, foi recebido nesta sexta-feira, em audiência, em Brasília, pelo presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB).

No encontro, Eunício assegurou a Beto que vai colocar o projeto do Novo Refis em pauta, assim que chegue ao Senado.

Para o dirigente da FIEC, a garantia de Eunício mostra a preocupação com a questão fiscal e com a situação dos empreendedores do País.

Arrecadação do País registra em julho menor nível em sete anos

O fraco desempenho da economia fez a arrecadação federal registrar em julho o menor nível em sete anos. Segundo dados divulgados há pouco pela Receita Federal, a arrecadação somou R$ 109,948 bilhões no mês passado, queda de 0,34% em relação a julho do ano passado, descontada a inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Em valores corrigidos pelo IPCA, esse é o menor nível para o mês desde 2010.

Nos sete primeiros meses do ano, a arrecadação federal acumula R$ 758,533 bilhões, também o menor valor desde 2010. O montante é 0,61% maior que o do mesmo período de 2016, descontando a inflação pelo IPCA. Esse crescimento acumulado, no entanto, decorre unicamente das receitas não administradas (principalmente royalties do petróleo), que subiram 49,9% de janeiro a julho acima da inflação em relação aos mesmos meses de 2016.

Se forem consideradas apenas as receitas administradas pela Receita Federal (como impostos e contribuições), a arrecadação teria tido queda real – descontado o IPCA – de 1,7% em julho e de 0,41% nos sete primeiros meses do ano.

Segundo a Receita Federal, os principais tributos que puxaram a queda da arrecadação em julho foram o Imposto de Renda Pessoa Jurídica (IRPJ) e a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), que caíram 18,6% em relação ao mesmo mês do ano passado descontando a inflação. Essa diminuição, ressaltou o órgão, foi motivada principalmente pela redução das projeções de lucro das instituições financeiras, que fez desabar o pagamento dos dois tributos com base nas estimativas mensais.

A espera pelo Programa Especial de Regularização Tributária (Pert), que regularizará dívidas de contribuintes com a União e cujo prazo de adesão começou em agosto, também contribuiu para que as empresas adiassem o pagamento dos dois tributos. A queda na arrecadação de Imposto de Renda poderia ter sido ainda maior se o programa de regularização de recursos no exterior, chamado de repatriação, não tivesse arrecadado R$ 1,46 bilhão em julho.

Em segundo lugar entre os tributos que mais contribuíram para a queda da arrecadação federal no mês passado ficaram a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e o Programa de Integração Social (PIS). A receita dos dois tributos, que incidem sobre o faturamento, caiu 4,07% em julho na comparação com julho do ano passado descontada a inflação.

O PIS/Cofins reflete o comportamento das vendas. O volume de vendas de bens registrou crescimento de 4,33% em junho (fato gerador da arrecadação de julho) em relação a junho do ano passado, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). No entanto, as vendas de serviços caíram 3,03% e o desempenho do segmento financeiro também apresentou resultado negativo na mesma comparação, segundo o IBGE e a Receita Federal.

(Agência Brasil)

Sobral recebe Ballet Kiev neste domingo em apresentação única no Ceará

A Secretaria da Cultura, Juventude, Esporte e Lazer de Sobral e a Escola de Cultura, Comunicação, Ofícios e Artes (Ecoa) oferecerão neste domingo, a partir das 18 horas, gratuitamente para o público o Ballet Kiev. O grupo comemora seus 150 anos de fundação numa turnê brasileira intitulada “Tributo a Tchaikovsky”, com duas de suas obras mais populares e emblemáticas: “O Lago dos Cisnes” e “A Bela Adormecida”. O Ballet Kiev vai se apresentar no Arco Nossa Senhora de Fátima.

Ao todo, foram distribuídas 3.000 pulseiras de acesso ao evento, que puderam ser adquiridas pela população por meio de inscrição on-line e da doação de um brinquedo, que será doado para crianças atendidas por instituições filantrópicas.

Também conhecido como Ballet da Ópera Nacional da Ucrânia, o Ballet Kiev é uma renomada companhia de balé da cidade de Kiev. Tem como sede e origem o Teatro de Ópera da Ucrânia, inaugurado em 1867, onde iniciou como um pequeno grupo de bailarinos que se apresentavam nas danças folclóricas e balés das óperas locais.

No início do século XX teve importante impulso com a chegada de bailarinos dos Balés Russos de Paris, que fugiam da 1a Guerra Mundial, quando então começa a diversificar seu repertório e a formar bailarinos de nível internacional.

Após a independência da Ucrânia em 1990, o Kiev Ballet estende suas apresentações à América do Norte e Ásia, além de toda a Europa, se consolidando e sendo reconhecido como uma das principais companhias de balé clássico do mundo. Comemorando 150 anos, o ballet chega ao Brasil com programação especial.

Programa

“O Lago dos Cisnes”

Composto originalmente por Piotr Ilitch Tchaikovsky em 1876 em Paris, O Lago dos Cisnes é considerada a primeira música composta por um compositor de sinfonias e concertos em vez de um compositor especialista em música para balé, como era o comum na época.

A obra é sobre a história do jovem Príncipe Siegfried, que se apaixona por Odette, uma rainha transformada em cisne por um feiticeiro malvado. Odette explica a Siegfried que ela está condenada permanecer como cisne até ser resgatada por um homem que jure amor eterno a ela. Depois de percalços, o príncipe consegue destruir o feitiço, transformar sua amada novamente em mulher e juntos, viverem felizes para sempre.

Em 1894, o príncipe Ivan Alexandrovich, então diretor do Teatro Mariinsky de São Petersburgo, decide homenagear Tchaikovsky, que havia falecido um ano antes, criando uma nova versão de ‘O Lago dos Cisnes’. Marius Petipa, que era o principal maître de ballet do Teatro Mariinsky, foi encarregado desta vez de fazer a coreografia. Devido ao sucesso do lirismo e beleza da coreografia, em janeiro de 1895, vai à cena a obra completa, 4 atos. Com o passar dos anos, “O Lago dos Cisnes” tornou-se o mais popular de todos os balés.

“A Bela Adormecida”

É um balé de um prólogo e três atos do compositor russo Tchaikovsky, o libreto de Marius Petipa e Ivan Vsevolojsky, e coreografia de Marius Petipa baseado no conto de fadas do escritor francês Charles Perrault. Sua estréia ocorreu no Teatro Mariinsky em São Petersburgo no dia 5 de janeiro de 1890. Tchaikovsky escreveu a obra entre o período do ano de 1888 à 1889.

SERVIÇO

*Classificação Etária: Livre

*Entrada Franca

PGR denuncia Renan Calheiros, Sarney, Romero Jucá, Garibaldi, Valdir Raupp e Sérgio Machado

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, denunciou, nesta sexta-feira (25), ao Supremo Tribunal Federal (STF) quatro senadores do PMDB, dois ex-senadores do partido e mais três pessoas no âmbito da Operação Lava Jato. A informação é do O Globo.

De acordo com a reportagem foram denunciados (e os crimes atribuídos a eles):
Senador Renan Calheiros (PMDB-AL): corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Senador Garibaldi Alves (PMDB-RN): corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Senador Romero Jucá (PMDB-RR): corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Senador Valdir Raupp (PMDB-RO): corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Ex-senador e ex-presidente da República José Sarney (PMDB-AP): corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Ex-senador e ex-presidente da Transpetro, Sérgio Machado: corrupção passiva e lavagem de dinheiro;
Luiz Fernando Nave Maramaldo, sócio da NM Engenharia: corrupção avita e lavagem de dinheiro;
Nelson Cortonesi Maramaldo, sócio da NM Engenharia: corrupção ativa e lavagem de dinheiro;
Fernando Ayres Reis, ex-presidente da Odebrecht Ambiental: corrupção ativa e lavagem de dinheiro.

Todos são acusados em inquérito que apurava inicialmente se Renan Calheiros e o deputado Aníbal Gomes (PMDB-CE) receberam propina oirunda de contratos da Transpetro.