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Mercado reduz de 4,04% para 3,89% projeção da inflação deste ano

A estimativa de instituições financeiras para a inflação este ano caiu pela sexta vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada todas as segundas-feiras, em Brasília, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 3,89%. Na semana passada, a projeção estava em 4,94%.

Para 2019, a projeção da inflação passou de 4,12% para 4,11%. Não houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,86% para 3,78%.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%.

Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%. Já para 2020, a meta é 4%, e, para 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Taxa básica de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano na última reunião de 2018 do Comitê de Política Monetária (Copom), marcada para os dias 11 e 12 deste mês.

Em 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 7,75% ao ano, a mesma previsão da semana passada. Para o término de 2020 e 2021, a expectativa segue em 8% ao ano.

Quando o Copom aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom diminui a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Crescimento econômico

As instituições financeiras ajustaram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, de 1,39% para 1,32% em 2018.

Para o próximo ano, a estimativa de crescimento do PIB passou de 2,50 para 2,53%. Em 2020 e 2021, a estimativa segue em 2,50%.

Dólar

A expectativa para a cotação do dólar subiu de R$ 3,70 para R$ 3,75, no fim deste ano, e passou R$ 3,78 para R$ 3,80, no término de 2019.

(Agência Brasil)

Paulo Guedes cancela viagem à Europa por motivo de saúde

Paulo Guedes, o futuro ministro da Economia, cancelou a viagem à Europa onde participaria do evento “Grandes desafios da América Ibérica”, por causa de uma infecção. De acordo com a assessoria, o economista está com febre alta, resultante de uma infecção viral nas vias respiratórias e recebeu recomendações médicas para manter repouso absoluto.

Como as viagens de avião nesta semana também foram desaconselhadas, a expectativa é que Guedes permaneça em sua casa, no Rio de Janeiro. No evento organizado em Madri pela Fundación Internacional para la Libertad, Guedes participaria, ao lado do também futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro, de um painel intitulado “Brasil, principais alinhamentos do novo governo”, mediado por Vargas Llosa, presidente da fundação.

A intenção inicial era aproveitar a viagem também para apresentar a agenda econômica do próximo governo para grandes investidores interessados no Brasil e mídia especializada. Todos os compromissos foram adiados.

Em Brasília, o coordenador dos trabalhos de transição que ocorrem no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), Onyx Lorenzoni, é o único que mantém agenda nesta segunda-feira (3). Confirmado para a Casa Civil do governo Jair Bolsonaro, Onyx terá reuniões internas com técnicos ao longo do dia e deve se preparar para acompanhar as reuniões do presidente eleito a partir de amanhã (4).

Bolsonaro chega a Brasília na manhã de terça-feira (4) e se reunirá com as bancadas do MDB e PRB que, juntas, têm mais de 60 parlamentares. No dia seguinte (5), Bolsonaro e Onyx se reunirão com as bancadas do PR e PSDB.

(Agência Brasil)

Editorial do O POVO – O G20 e o multilateralismo

Com o título “O G20 e o multilateralismo”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira:

A reunião do G20, na Argentina, transcorreu sob a tensão da “guerra comercial” entre os dois países responsáveis por 40% da economia mundial: Estados Unidos e China, embora esse conflito não tenha sido mencionado no encontro. Para o jornalista Clóvis Rossi, que cobriu a cúpula (Folha de S. Paulo, ed. 2/12/2019), o comunicado tradicionalmente emitido ao fim do evento, não contém palavra “multilaterismo”, que estava no em seu rascunho, mas teria sido vetada pela delegação americana.

O efeito da política do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de “a América primeiro” – o que revelaria desapreço pelos demais países -, confronta os objetivos do G20, um organismo essencialmente multilateral. Para o jornalista esse conceito – que significa trabalho conjunto e convergente das nações – encontra-se no seu “ponto mais baixo”. Emmanuel Macron, presidente da França, por sua vez, defendeu o resultado do encontro afirmando que todas as expectativas foram atendidas em assuntos como o clima e o comércio. Para ele, houve “apoio unânime” a um sistema multilateral balizado por regras.

Os Estados Unidos também não se somaram aos outros países no esforço para enfrentar a mudança climática. Washington ficou fora do acordo, porém comprometeu-se ajudar de outras maneiras, explica o comunicado. Para os demais países, porém, o pacto pelo clima é irreversível e garantiram que será implementado por eles. China e EUA respondem por 84% da emissão de gases de efeito estufa no planeta.

Michel Temer teve presença discreta no encontro de cúpula. Sua atividade mais importante foi a reunião com seus homólogos do Brics, bloco que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul. Ficou acertado que a 10ª reunião do Brics será realizada no Brasil, no próximo ano, conforme informado por nota oficial no fim da reunião.

O G20 reúne as maiores economias do mundo, e começou como um encontro dos ministros das finanças dos países participantes, mas, depois passou também contar com a presença de chefes de Estado. O grupo foi criado no fim dos anos 1990 para enfrentar crises de efeito generalizado – como a que ocorreu na década de sua fundação – com o objetivo de levar à mesa questões mais importantes da economia mundial, de modo a acomodar, de forma negociada, os interesses de cada país.

O certo é que, em um mundo no qual aumenta o nacionalismo e o protecionismo, é preciso fortalecer os organismo multilaterais para que eles deem conta de resolver as pendências entre os países de forma negociada e pacífica.

(Editorial do O POVO)

Tudo pronto para a festa “Personalidades Esportivas 2018”

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Dezembro é mês de Noite das Personalidades Esportivas. Em 2018, a festa, que é comandada pelo jornalista Sérgio Ponte, coordenador de esportes da Rádio O POVO/CBN, chega à sua 47ª edição, mantendo a tradição de homenagear os grandes nomes do esporte na temporada. O evento, que ocorre no próximo dia 10, a partir das 20h, no Marina Park Hotel, também premia os destaques do ano no futebol cearense, escolhidos em votação de júri composto por 30 cronistas esportivos e formadores de opinião.

No prêmio mais disputado de 2018, Lisca, treinador do Ceará, superou Rogério Ceni por um voto (12 a 11) e foi escolhido o Técnico do Ano. Ceni, contudo, não ficará de fora da festa. O técnico do Leão receberá o Troféu Flávio Ponte na categoria Homenagens Especiais, pelo trabalho feito à frente do Fortaleza na conquista do título de campeão da Série B do Campeonato Brasileiro.

Na votação de Jogador do Ano, o vencedor foi Edson Cariús, grande destaque do Ferroviário, com 25 gols marcados no ano. O atacante coral recebeu 36% dos votos. Na categoria Jogador Revelação, o vitorioso foi Felipe Jonatan, lateral-esquerdo do Ceará, que obteve 64% dos votos (16 de 30 votos).

 

Para o prêmio de Dirigente do Ano, a imprensa esportiva elegeu por ampla maioria Marcelo Paz, que obteve 80% dos votos (20 de um total de 30). A festa também homenageará os dois times cearenses que foram campeões brasileiros nesta temporada: Fortaleza (Série B) e Ferroviário (Série D). Quem fecha a lista de homenageados do futebol é Robinson de Castro, presidente do Ceará, time que foi campeão cearense em 2018 e garantiu permanência a Série A.

A noite também contará com a presença de nomes nacionais. Este ano, os convidados são Everton, atacante cearense que atua no Grêmio e que este ano foi convocado para defender a seleção brasileira, e o narrador Luís Roberto de Múcio, da TV Globo. Para o idealizador da Noite das Personalidades, Sérgio Ponte, o segredo da longevidade da festa é a organização e credibilidade conquistada com o tempo.

“A consolidação do evento que não obstante quase 50 anos de realização se mantém solidificado, com manutenção de patrocinadores e a receptividade dos escolhidos. Evento começa a ser estruturado desde abril e homenageados de fora fechados desde outubro”, ressaltou Sérgio Ponte.

(O POVO – Bruno Balacó/Fotos – Fábio Lima e do Ferroviário)

Processo contra Sergio Moro no CNJ pode trazer riscos para futuro político do ex-juiz

A discussão no Conselho Nacional de Justiça sobre a abertura de processo disciplinar contra Sergio Moro mesmo após ele ter deixado a 13ª vara de Curitiba pode impor obstáculos ao futuro político do ex-juiz, caso ele queira disputar eleições. É o que informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira.

A lei que trata das inelegibilidades veda a candidatura de “magistrados e membros do Ministério Público (…) que tenham pedido exoneração ou aposentadoria voluntária na pendência de processo administrativo disciplinar, pelo prazo de oito anos”.

O corregedor nacional de Justiça, ministro Humberto Martins, pediu para que o colegiado analise na próxima semana, dia 11, se os questionamentos ao trabalho de Moro como juiz da Lava Jato devem prosseguir mesmo após ele pedir demissão para assumir cargo no governo de Jair Bolsonaro (PSL). A discussão vai preceder debate sobre a atuação de Moro no dia em que Lula quase foi solto por um habeas corpus de Rogério Favreto, do TRF-4.

Na ocasião, houve uma guerra de decisões. Moro despachou quando estava de férias para evitar a soltura. O impasse foi parar no CNJ. Se, neste caso, o conselho decidir que os questionamentos ao ex-juiz perderam o objeto por ele ter deixado a magistratura, os demais deverão ter o mesmo destino.

Integrantes do colegiado dizem que, se o CNJ decidir instaurar procedimento contra Moro, abrirá um flanco para ataques a uma eventual candidatura do ex-juiz. Sempre se poderá argumentar, dizem esses quadros, que ele já sabia que era alvo de reclamações formais quando deixou a magistratura.

Moro tem negado interesse em disputar eleições. Antes de se somar à equipe de Bolsonaro, ele rechaçou diversas vezes a possibilidade de ocupar cargo político.

(Foto – Agência Brasil)

Tasso quer botar moral na Lei das Estatais

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Da Coluna do Eliomar de Lima, no O POVO desta segunda-feira:

Relator e principal formulador da Lei das Estatais nos moldes aprovados em 2016, o tucano Tasso Jereissati promete ser o líder de um movimento no Senado para articular a derrubada das mudanças aprovadas pela Câmara dos Deputados, na última semana, que permitem indicações políticas nas estatais.

As modificações embutidas pelos deputados simplesmente destruíram as medidas moralizadoras apresentadas há dois anos por Jereissati, abrindo nova possibilidade do uso político na nomeação dos cargos. Além da indicação de políticos, os parlamentares também aprovaram a liberação da indicação de parentes de autoridades para cargos de direção e conselhos desses órgãos, entre eles a Petrobras, ainda se recuperando de um processo de dilapidação.

Na defesa da moralidade pública, Tasso promete mobilizar senadores para “derrubar esse absurdo” praticado na Câmara. Que não vire um Dom Quixote, torcemos.

(Foto – Agência Senado)

General Theophilo confirma: vai mesmo integrar equipe de Jair Bolsonaro

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O General Theophilo, que disputou o Governo do Ceará pelo PSDB, vai mesmo integrar a futura equipe do Governo de Jair Bolsonaro. Foi o que ele confirmou, nesta segunda-feira, quando seguia na rota de Brasília.

Ele não adiantou qual cargo ocupará, mas lembrou que, no grupo do presidente eleito, estão vários “amigos meus de patente que, inclusive, fizeram cursos comigo”.

Theophilo deve, no entanto, ocupar uma função na equipe do ex-juiz federal Sergio Moro, já indicado para o futuro Ministério da Justiça e Segurança Pública.

Indagado se seu ingresso no bloco de Bolsonaro se traduziria também numa filiação ao PSL, descartou.

“Essa minha campanha aqui me deu muita experiência política. Não, não, me filio a partido. Só mesmo trabalho na segurança”, adiantou o General  Theophilo, que deverá ser o único nordestino na equipe de Moro, que recrutou boa parte de futuros assessores que, com ele, atuaram na Operação Lava Jato.

DETALHE – Na disputa pelo Governo do Ceará, o general Theophilo obteve 11,30% dos votos. O atual governador Camilo Santana (PT) foi reeleito com 79,96% dos sufrágios.

(Foto – Paulo MOska)

Bolsonaro deve anunciar titular do Ministério do Meio Ambiente nesta semana

O presidente eleito Jair Bolsonaro retorna a Brasília nesta terça-feira (4) para dar continuidade às reuniões do governo de transição e a montagem da equipe ministerial. Nesta semana, estão previstas reuniões dele com as bancadas do MDB, PRB, PR e PSDB, junto com o ministro extraordinário da transição e futuro ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni.

Bolsonaro espera decidir o nome que ocupará o Ministério do Meio Ambiente nesta semana. “[Nossa agenda] Continua. A gente espera que se resolva a questão do Ministério do Meio Ambiente. E, daí, fechou a questão”, respondeu Bolsonaro a uma repórter na entrada do avião em que embarcou para São Paulo, antes dele ir assistir ao jogo de entrega da taça de campeão ao Palmeiras. Até agora, 20 ministros já foram escolhidos.

Na semana passada, ele havia adiantado que há “meia dúzia” de nomes sendo avaliados para a pasta.

(Com Agência Brasil)

Arthur embarca para São Paulo onde fará testes físicos no Palmeiras

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O atacante Arthur (20) viajou, nesta madrugada de segunda-feira, para São Paulo. Ali, ele vai se apresentar no clube para se submeter a testes físicos, mas sua apresentação oficial só ocorrerá em janeiro próximo.

Arthur foi negociado em maio deste ano pelo time do Ceará com a equipe paulista. A diretoria alviverde desembolsou R$ 5 milhões por 50% dos direitos econômicos do atleta. O Ceará ainda detém 30% do passe do atleta.

Proibido por questões contratuais de dar entrevista, o atacante disse apenas que iria se submeter a “testes físicos”, e que, ainda nesta semana, estaria de volta à Capital cearense para começar a tratar de sua mudança. Ele foi um dos destaques do Ceará nesta temporada de Série A, do Brasileirão.

Ainda no Aeroporto Internacional Pinto Martins, Arthur, mesmo usando boné, foi reconhecido e assediado por alguns torcedores.

(Foto – Paul MOska)

Bolsonaro acompanha festa da entrega da taça de campeão ao Palmeiras

Bolsonaro levanta até a taça de campeão do Palmeiras.

O Palmeiras, que conquistou antecipadamente o Campeonato Brasileiro 2018, fez festa ontem, em seu estádio com a presença do presidente eleito Jair Bolsonaro. Ele acompanhou na tarde de hoje (2), no estádio Allianz Parque, a partida entre Palmeiras e Vitória, da Bahia, pela última rodada do Campeonato Brasileiro. O time alviverde venceu por 3 a 2 e conquistou o decacampeonato. Vestindo camisa do time paulista, Bolsonaro, que é palmeirense, assistiu a partida no camarote da diretoria do clube paulista e, ao final do jogo, desceu ao gramado onde entregou as medalhas aos jogadores e ao técnico Felipão, além da taça de campeão ao capitão Bruno Henrique.

Bolsonaro desembarcou às 13h40min no Aeroporto de Congonhas, na zona sul de São Paulo, vindo em um voo comercial do Rio de Janeiro. Ele posou para fotos com a camisa do time e deixou o aeroporto às 14h25min, sem passar pelo saguão de passageiros ou falar com a imprensa que o aguardava do lado de fora em direção ao estádio. O carro com Bolsonaro foi escoltado por 14 motos da Polícia Militar e viaturas da Tropa de Choque até o estádio.

Nos primeiros minutos do jogo, iniciado às 17 horas, o presidente eleito publicou uma mensagem e vídeo no Twitter, em que parabenizou o Palmeiras pela conquista do título antecipadamente. “Parabéns ao @Palmeiras pelo título brasileiro. O futebol é muito mais que torcer para um time, é um estado de espírito totalmente identificado com o brasileiro. É sempre bacana fazer parte desta festa! Um abraço a todos e obrigado pelo carinho!”, postou.

(Agência Brasil/Foto – Paulo Whitacker, da Reuters)

Por que o PT não fez a “mea-culpa”

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Não é só arrogância a razão pela qual o PT e Fernando Haddad resistem em admitir seus erros.

Pesquisas do partido mostram que o mea-culpa atrairia tantos votos quanto afugentaria eleitores, principalmente entre os mais fieis.

(Da Coluna Radar, da Veja Online)

Conheça os novos membros do Conselho Federal da OAB

O ex-secretário da Justiça e Cidadania do Estado, Hélio Leitão, é conselheiro.

Terminou a temporada eleitoral na Ordem dos Advogados do Brasil nos Estados. Foram mais de 70 chapas inscritas, com nove delas lideradas por mulheres — nenhuma, porém, foi eleita. Já seis dos 10 candidatos que tentaram reeleição obtiveram resultado positivo nas urnas.

Além dos cargos diretivos, os advogados de todo o país escolheram seus conselheiros seccionais e os federais.

Veja os representantes das seccionais para o Conselho Federal no triênio 2019-2021:

Conselheiros

Acre – Cláudia Messias Sabino, João Setti Aguiar e Marcos Vinícius Jardim Rodrigues

Alagoas – Fernanda Marinela de Sousa Santos, Roberto Mendes Filho e Fernando Araújo de Paiva

Amazonas – Aniello Miranda Aufiero, Claudia Bernadino e José Ribeiro Simonetti Cabral

Amapá – Alessandro Uchôa de Brito, Helder Lima Ferreira e Felipe Sarmento Cordeiro

Bahia- Carlos Alberto Medauar Reis, Luiz Viana Queiroz e Daniela Lima de Andrade Borges

Ceará – Marcelo Mota, Hélio Leitão e André Luiz de Souza Costa

Distrito Federal – Francisco Queiroz Caputo Neto, Daniela Teixeira e Vilson Malchow Vedana

Espírito Santo – Luiz Allemand, Jedson Marchesi Maioli e Luciana Vilela Nemer

Goiás – Marcelo Terto e Silva, Marisvaldo Cortez Amado e Valentina Jungmann Cintra

Maranhão – Ana Carvalho Nunes, Charles Miguez Dias e Daniel Pereira de Almeida

Minas Gerais – Antônio Fabrício de Matos Gonçalves, Bruno Reis de Figueiredo e Luciana Diniz Nepomuceno

Mato Grosso do Sul – Ary Raguiant Neto, Luís Claudio Alves Pereira e Wander Medeiros Arena da Costa

Mato Grosso – Ulisses Rabaneda, Felipe Matheus de França Guerra e Joaquim Felipe Spadoni

Paraíba – Afonso Vaz Lobato, Bruno Coelho de Souza e Jader Kahwage David

Paraíba – Harrison Alexandre Targino, Odon Bezerra Cavalcanti Sobrinho e Rogério Magnus Varela Gonçalves

Pernambuco – Ronnie Preuss Duarte, Carlos da Costa Pinto Neves Filho e Leonardo Accioly da Silva

Piauí – Chico Couto de Noronha Pessoa, Andrea Lorena Santos Macedo e Geórgia Ferreira Martins Nunes

Paraná – Airton Martins Molina, José Augusto Araújo de Noronha e Juliano José Breda

Rio de Janeiro – Felipe Santa Cruz, Carlos Roberto de Siqueira Castro e Marcelo Fontes Cesar de Oliveira

Rondônia – Andrey Cavalcante de Carvalho, Franciany D’Alessandra Dias de Paula e Alex Souza de Morais Sarkis

Rio Grande do Norte – Francisco Canindé Maia, Artêmio Araújo Azevedo e Ana Beatriz Rebello Presgrave

Roraima –  Rodolfo Morais, Antônio Oneildo Ferreira e Emerson Delgado Gomes

Rio Grande do Sul – Clea Carpi da Rocha, Rafael Braude Canterji e Renato da Costa Figueira

Santa Catarina –  Fabio Jeremias de Souza, Paulo Marcondes Brincas e Sandra Krieger Gonçalves

Sergipe – Adélia Moreira Pessoa, Maurício Gentil Monteiro ePaulo Raimundo Lima Ralin

São Paulo – Alexandre Ogusuku, Guilherme Octavio Batochio e Gustavo Henrique Ivahy Badaró

Tocantins – Kellen Pedreira do Vale, Denise Fonseca e Antônio Pimentel Neto.

(Foto – Divulgação)

Ciro Gomes: Bolsonaro e a equipe que vem recrutando não entendem o País

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Ciro Gomes, terceiro colocado na recente disputa presidencial, concedeu a primeira entrevista, após uma cirurgia na próstata, ao jornal Valor Econômico.

Nela, o pedetista nega que a eleição de Jair Bolsonaro (PSL) configure um risco à democracia brasileira e afirma que é preciso respeitar “o tempo e a majestade da vitória do camarada”. Nem por isso, ele deixa de fazer duras críticas ao modo como o novo governo concebe as futuras estratégias econômicas e políticas.

Em conversa de mais de uma hora no apartamento de seu filho, na Zona Oeste da capital paulista, Ciro Gomes declara ao jornal que Bolsonaro não entende o país e a equipe que está recrutando, menos ainda.

Para Ciro, o futuro superministro da Economia, Paulo Guedes, “parou de ler nos anos 1980 e definitivamente não leu nada depois de 2008”, ano em que foi deflagrada a crise econômico-financeira mundial. A economia, a seu ver, será a grande definidora do sucesso do governo, em uma lua de mel que praticamente não existirá.

Ciro Gomes não poupa o PT e volta a culpar a legenda por dar origem à onda bolsonarista e afirma que a atuação dos petistas nesta e em outras eleições não permite distingui-lo moralmente em relação a Bolsonaro. Sobre Fernando Haddad, também derrotado, Ciro não tem acusações morais e elogia a excelente formação, mas não o considera um quadro de liderança capaz de vencer eleições. “É um acomodatício, uma pessoa da elite”. Mas esperaria dele um convite para jantar.

(Foto – Reprodução de TV)

Falcão será atração em seriado da Globo

O cantor Falcão está gravando para a Globo o seriado “Os Roni”.

E não está sozinho nessa nova investida da emissora no campo do humor. Com o bregstar, atores famosos e experientes como Oscar Magrini e os parças Winderson Nunes e Tirulipa e a atriz cearense Karla Karenina.

O seriado vai estrear em 2019 e, segundo Falcão é “um bando de mala junto, que promete muita gargalhada!”

(Foto – Divulgação)

Uece discute intercâmbio com instituições da Inglaterra

O professor Edmar Pereira, chefe de gabinete da Reitoria da Universidade Estadual do Ceará, e a professora Claudiana Alencar, docente do Programa de Pós-graduação em Linguística Aplicada dessa Instituição, participam, dias 3 e 4 de dezembro, em Londres (Inglaterra), do Seminário de Internacionalização do Ensino Superior.

O evento é promovido pelo British Council, em parceria com a Embaixada do Brasil no Reino Unido.

A programação, que contará com seminários, workshops e reuniões, faz parte da agenda de internacionalização do Conselho. Estarão presentes representantes de universidades e entidades educacionais do Brasil e do Reino Unido para discutir planos principalmente no campo das parcerias.

(Foto – Tatiana Fortes)

40% dos micro e pequenos empresários querem investir, diz pesquisa

Um levantamento feito pela Confederação Nacional dos Dirigentes Lojistas (CNDL) e pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) revela que 40% dos micro e pequenos empresários dos setores de comércio e serviços pretendem investir nos próximos três meses. Este é o maior valor da série histórica desde maio de 2015 quando esse percentual era de 30%.

Por outro lado, 44% dos empresários estão receosos com investimentos para seus negócios, aponta o estudo. Entre estes empresários, 46% afirmaram não ver necessidade e 24% entendem que o país ainda não se recuperou da crise. Outros 16% alegam que já investiram recentemente e 15% mencionam falta de recursos.

O indicador revela ainda que metade dos empresários que têm intenção de investir planejam aumentar as suas vendas pensando no período de final de ano. Destes, para 32% a principal finalidade é aumentar os estoques. Outros 26% destinarão recursos para atender ao aumento da demanda em seus estabelecimentos.

Além desses, 25% pretendem reformar a própria empresa; 22% comprar equipamentos e maquinário; 13% usar os recursos em mídia e propaganda; e 12% expandir o portfólio de produtos e serviços.

Entre os que irão investir, a sondagem revela que a maior parte vai recorrer ao capital próprio. O motivo do uso de capital próprio está ligado ao juro elevado, mencionado por 51%. Outros 20% devem recorrer a empréstimos.

Contratação de crédito
O estudo também apurou os dados do Indicador de Demanda por Crédito, que revela um aumento de 21,4 pontos para 26 pontos, em uma escala de zero a 100, na comparação com o mês anterior. Na comparação com o mês de outubro, ouve uma alta de 21% na intenção de contratar crédito.

Em termos percentuais, 17% dos micro e pequenos empresários pretendem tomar alguma modalidade de crédito nos próximos três meses, ante 10% em outubro. Já 14% não sabem ainda se contratarão e 69% não devem buscar crédito. Entre os fatores pela recusa para contrair crédito estão a manutenção de recursos próprios (59%), juros altos (29%), e insegurança em relação ao cenário econômico (15%)

Para o SPC, a volta do apetite por novos investimentos por parte dos micro e pequenos empresários representa um bom sinal, apesar de outra boa parte aguardar um cenário econômico mais definido. A entidade ressalta ainda que as altas taxas de juros, que ainda seguem elevadas apesar das quedas recentes, acabam inibindo a tomada de crédito por boa parte do empresariado. Além disso, há o fator confiança.

Os Indicadores de Demanda por Crédito e de Propensão para investimentos do Micro e Pequeno Empresário calculados pela CNDL e pelo SPC levam em consideração 800 empreendimentos com até 49 funcionários, nas 27 unidades da federação, incluindo capitais e interior.

(Agência Brasil)

Bolsonaro diz que ministério está quase completo

O presidente eleito Jair Bolsonaro disse hoje (30) que sua equipe ministerial já está quase completa. Ao falar à imprensa em Guaratinguetá, no interior paulista, Bolsonaro afirmou que só faltavam mais dois nomes. “Faltam dois ministérios ainda, pode ser que haja mais dois militares. Não sei ainda, tá ok?”, ressaltou após participar da formatura de sargentos da Força Aérea.

No entanto, mais tarde, em Cachoeira Paulista, depois de conceder entrevista a emissoras católicas, disse que ainda não tinha certeza de quantos nomes vão compor a Esplanada a partir de 2019. “Vai ser próximo da metade que temos no momento”, disse. “Eu jogo no mais baixo possível”, justificou. Inicialmente, o presidente eleito projetou 15 ministérios, mas nos últimos dias, afirmou que devem chegar a 22, sete a menos em relação ao número atual.

Ao ser perguntado sobre se abrirá vagas para aliados, respondeu: “Os cargos de ministério estão se esgotando”.

Militares

Com o anúncio do almirante Bento Costa Lima Leite de Albuquerque Júnior para o Ministério de Minas e Energia, até o momento, são 20 pastas, sete sob o comando de militares. Atualmente, o governo federal conta com 29 ministérios.

Bolsonaro defendeu a indicação de integrantes das Forças Armadas. “Eu estou escolhendo militares não por serem militares, é pela sua formação e aquilo que fez ao longo da sua vida enquanto estava na ativa”, destacou.

Sobre Albuquerque Júnior, por exemplo, o presidente eleito disse que foi escolhido não só pelo currículo, como pela disposição ao trabalho. “Só ver o currículo dele. É físico, tem conhecimento do assunto. É uma pessoa honrada e está com muita vontade para buscar soluções para questões graves que nós temos pela frente, entre elas a questão de energia. Não podemos esperar o novo apagão para tomar providências”, disse em Guaratinguetá.

Um dos nomes que ainda devem ser escolhidos é para a pasta do meio ambiente. “Meio ambiente tem cinco nomes, todos eles excepcionais. O que nós queremos é uma política ambiental para preservar o meio ambiente, mas não de forma xiita como é feito atualmente”, disse sobre a seleção que está sendo feita para a pasta.

Bolsonaro disse ainda que as escolhas não estão necessariamente vinculadas ao apoio na campanha ou no Congresso Nacional. “Não fiz campanha prometendo nada para ninguém”, enfatizou, ao falar em Cachoeira Paulista.

Mesmo assim, o futuro presidente disse estar confiante que terá apoio parlamentar. “Vários líderes já disseram que estão conosco. A nossa agenda não é de sacrifício para o povo, é para tirar o país da situação que se encontra. Eu duvido líder partidário responsável ser contra nossa proposta.”

(Agência Brasil)

Brasil será sede da 11ª Cúpula do Brics em 2019

A 10ª Cúpula do Brics, grupo que reúne Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, será realizada no Brasil no ano que vem. A confirmação foi anunciada hoje (30) por meio de nota oficial, após reunião do presidente Michel Temer com os líderes do grupo, em Buenos Aires, na Argentina, onde participam da Cúpula do G20.

Paralelamente, Temer e os demais líderes reiteraram a preocupação com a forma como vem ocorrendo a expansão econômica global. Em nota, eles destacaram que há riscos, se o movimento atual for mantido, de ser “menos equilibrada” e de aumento de retração.

“Receamos que os impactos negativos das políticas de normalização de algumas das maiores economias avançadas sejam uma importante fonte da volatilidade experimentada recentemente por economias emergentes.”

O caminho, segundo os líderes do Brics, é o do “diálogo e da coordenação de políticas, no espírito de parceria, no G20 e em outros fóruns, para prevenir que potenciais riscos se espalhem”.

Clima

No comunicado, Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul se comprometem a à implementação do Acordo de Paris, incluindo os princípios das responsabilidades comuns, porém, diferenciadas e das respectivas capacidades.

“Instamos os países desenvolvidos a proverem aos países em desenvolvimento apoio financeiro, tecnológico e de capacitação, para aumentar suas capacidades de mitigação e adaptação.”

Terrorismo
A nota, divulgada pelo Itamaraty no começo da tarde, condena os ataques terroristas e todas as manifestações afins. “Condenamos o terrorismo em todas as suas formas e manifestações, independetemente de onde e por quem cometidos.”

O texto apela para o combate às ações terroristas com base em argumento de ordem jurídica internacional. “Instamos todas as nações a adotarem uma abordagem abrangente no combate ao terrorismo, incluindo todos os elementos enumerados na Declaração de Joanesburgo.”

Multilateralismo

Os líderes do Brics defenderam o sistema multilateral de comércio baseado em regras e na intermediação da Organização Mundial do Comércio. “Para assegurar o comércio internacional transparente, não discriminatório, aberto e inclusivo.”

O texto acrescenta que a OMC assegura os países contra eventuais medidas protecionistas e criticaram aqueles que não seguem os acordos firmados.

“O espírito e as regras da OMC são contrários a medidas unilaterais e protecionistas. Instamos todos os membros a se oporem a essas medidas inconsistentes com a OMC, a reafirmarem os compromissos que assumiram e a recuarem de tais medidas de natureza discriminatória e restritiva.”

Porém, destacaram que é necessário buscar aprimoramentos. “Apoiamos o trabalho de melhoria da OMC, com vistas a aumentar sua relevância e eficiência, para enfrentar desafios atuais e futuros.”

“Reafirmamos nosso compromisso de fortalecer nossa comunicação e cooperação e de trabalhar em conjunto e colaborativamente com outros membros para permitir que a OMC acompanhe a evolução dos tempos, promova crescimento inclusivo e a participação de todos os países no comércio internacional e desempenhe um papel relevante na governança econômica global.”

Infraestrutura

Os líderes defenderam a constituição de uma Rede de Proteção Financeira Global forte, com um Fundo Monetário Internacional (FMI) baseado em cotas e com recursos adequados em seu centro. O prazo para as negociações, de acordo com o texto, é entre março e junho de 2019 (primavera na Europa).

“Reafirmamos nosso compromisso com a conclusão da 15ª Revisão Geral de Cotas do FMI, incluindo uma nova fórmula de cotas, para assegurar o fortalecimento da voz das economias emergentes e em desenvolvimento dinâmicas, para refletir suas contribuições relativas à economia mundial, garantindo a proteção dos países de menor desenvolvimento relativo.”

(Agência Brasil/EFE/ Michael Klimentyev / Sputnik)

Raquel Dodge quer manter auxílio-moradia para o Ministério Público

A procuradora-geral da República, Raquel Dodge, recorreu, nesta sexta-feira (30), da decisão do ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal, que revogou o auxílio-moradia de todas as carreiras jurídicas. A informação é do Portal G1.

Dodge pediu a Fux que reconsidere a decisão ou submeta o tema ao plenário do STF, formado por mais dez ministros. A procuradora quer que a decisão não atinja os integrantes do Ministério Público.

Na última segunda-feira (26), Fux revogou o auxílio após o presidente Michel Temer sancionar o reajuste dos ministros do Supremo, aprovado pelo Congresso Nacional (leia detalhes sobre o caso mais abaixo).

“Sem adentrar propriamente no mérito, na legalidade ou na constitucionalidade do recebimento de auxílio-moradia, fato é que esta ação restringe-se ao pagamento ou não do benefício em causa para os juízes, nos termos da legislação que rege a magistratura judicial brasileira, limitando-se o julgado àquelas carreiras”, argumentou Raquel Dodge.

Após a sanção do reajuste, o presidente eleito Jair Bolsonaro declarou em entrevista que “toda a população brasileira vai pagar” o aumento para os magistrados.

‘Limites’

Segundo a procuradora, a decisão de Fux “extrapolou os limites” ao ampliar os efeitos da decisão a todas as carreiras jurídicas. Dodge afirmou ainda que o recurso visa garantir o devido processo legal e ampla defesa, já que o Ministério Público não pode ser prejudicado sem ter se manifestado no processo.

A PGR diz ainda que o pagamento do auxílio a integrantes do Ministério Público tem como base leis próprias. Segundo Dodge, apesar da relevância da decisão de Fux, “é intuitivo que não se trata de julgado em controle de constitucionalidade”, disse.

Dodge diz também que não há repercussão geral na decisão, “não havendo efeitos vinculantes e que transcendam as partes da demanda”.

Segundo a procuradora-geral, o pagamento para membros do Ministério Público é tratado em outra ação, ainda pendente de julgamento pela Corte.

(Foto – Agência Brasil)

FMI – Investimento público no Brasil foi menor que em países emergentes

O investimento público do Brasil ficou abaixo da média dos países emergentes e da América Latina, nas duas últimas décadas. É o que conclui relatório com avaliação da gestão do investimento público no Brasil, divulgado hoje (30) pelo Fundo Monetário Internacional (FMI).

No período de 1995 a 2015, o investimento público no Brasil foi, em média, de 2% do Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. Já os países emergentes registraram 6,4% e os países da América Latina, 5,5%.

Em 2015, o estoque de capital público era de apenas 35% do PIB, em comparação com a média de 92% das economias emergentes e 86% da América Latina.

O relatório ressalta que há uma grande margem para aumento da eficiência do investimento público no Brasil. O hiato de eficiência do Brasil em relação aos países mais eficientes é de 39%. Esse resultado é maior do que a média observada nos demais países emergentes (27%) ou da América Latina (29%).

O documento propõe um plano de ação que recomenda, entre outros pontos, fortalecer a priorização estratégica do investimento público e desenvolver um banco de projetos de alta qualidade; padronizar os procedimentos de avaliação e seleção de projetos; e o aperfeiçoamento das análises e da estrutura dedicada às concessões e parcerias público-privadas.

O relatório é resultado de uma missão do FMI, solicitada pela Secretaria do Tesouro Nacional, realizada ao longo do segundo semestre de 2017. Foram avaliados 15 temas chaves, relacionados às fases de planejamento, alocação de recursos e implementação de projetos.

(Agência Brasil)