Blog do Eliomar

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Inflação medida pelo IPC-S registra queda de 0,34% na segunda semana de julho

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou a semana encerrada em 15 de julho, com queda de 0,34 ponto percentual, ao apresentar variação de 0,67%, contra 1,01% da semana imediatamente anterior.

Divulgada hoje (16), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), o resultado desta última semana reflete queda de preços em sete das oito classes de despesas componentes do índice.

A exceção foi apenas o grupo Educação, Leitura e Recreação, cujos preços passaram de 0,76% para 1,05%. Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item salas de espetáculo, que passou de 0,70% para 1,72%.

Já entre os sete grupos que fecharam com retração na taxa de inflação, entre a semana encerrada no dia 7 e da do dia 15, a maior contribuição partiu do grupo Alimentação, cujos preços chegaram a cair entre uma semana e outra 0,81 ponto percentual, de 1,17% para 0,36%.

Nessa classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de menos 10,27% para menos 18,45%, fechando a semana encerrada no último dia 15 com uma deflação que chegou a 28,82 pontos percentuais.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (de 0,98% para 0,36%), Habitação (de 1,75% para 1,59%), Vestuário (de -0,26% para -0,54%), Despesas Diversas (de 0,18% para 0,07%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,35% para 0,31%) e Comunicação (de 0,42% para 0,39%).

(Agência Brasil)

Ciro expõe suas propostas de presidenciável em São Luís

O pré-candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, cumpre agenda, nesta segunda-feira (16), no estado do Maranhão.

Às 17h30min, conferirá o lançamento da pré-candidatura de Weverton Rocha ao Senado, em ato programado para o Centro de Convenções do Sebrae.

Em seguida, às 19h30min, Ciro dará palestra para representantes da Associação Comercial do Maranhão (ACM), Câmara dos Dirigentes Lojistas de São Luis (CDL), Federação do Comércio do Maranhão (Fecomércio) e Federação das Indústrias do Maranhão (Fiema), no Grand São Luiz Hotel.

Atividade econômica recua por causa ainda da greve dos caminhoneiros, diz BC

A atividade econômica recuou em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), apresentou queda de 3,34%, na comparação com abril, de acordo com dados divulgados hoje (16). O recuo veio após crescimento de 0,5%, em abril comparado a março, de acordo com dados revisados.

Em maio, o país foi afetado pela crise de desabastecimento gerada pela greve dos caminhoneiros no final do mês.Na comparação com o mesmo mês de 2017 (sem ajuste para o período), houve queda de 2,9%. No ano, foi registrado crescimento de 0,73%. Em 12 meses, a expansão chegou a 1,13%.

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O país foi afetado pela crise de desabastecimento gerada pela greve dos caminhoneiros – Marcello Casal jr/Agência Brasil
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Para instituições financeiras consultadas pelo BC, o PIB deve crescer 1,5%, neste ano.

(Agência Brasil)

É preciso cuidar da transição

Com o título “É preciso cuidar já da transição”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira:

O Brasil viverá, na fase entre o fim do processo eleitoral e a chegada de um novo governo, um momento de instabilidade que exigirá uma competente e delicada gestão para minimizar os efeitos naturais da transição de poder. Neste sentido, é louvável o cuidado que já apresenta a equipe econômica atual de buscar as assessorias dos pré-candidatos para um início de discussão sobre o cenário de futuro que se desenha para o País no setor. Cenário, todos sabemos, que não projeta facilidades no seu horizonte.

Alguns dirão que é ainda muito cedo, sequer temos candidaturas oficializadas. Tudo bem, há esse aspecto, mas o momento grave indica como útil uma iniciativa que busca oferecer elementos para a construção de um projeto de governo que considere a realidade a partir de estatísticas e números confiáveis.

Há muita dúvida no campo econômico, especialmente depois que o Congresso Nacional impôs um conjunto de derrotas ao fragilizado governo e, com isso, ficaram estabelecidos compromissos de futuro que impactarão nas já debilitadas contas públicas. O quadro à vista indica que teremos uma transição com dificuldades que há alguns anos não experimentávamos, o que torna indispensável aos envolvidos na disputa eleitoral pela presidência da República que disponham de informações seguras para agir no momento crucial da chegada.

Louve-se a boa disposição do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, de ir aos partidos e às equipes de assessorias para sugerir as conversas, se colocar à disposição, oferecer os dados de que precisam para entender o tamanho de desafio que espera quem vier a sair vencedor. Em tais horas, a postura de quem é governo faz a diferença no sentido de possibilitar o conhecimento real do quadro e, claro, permitir que as ações sejam elaboradas considerando a visão de mundo de cada um.

É um passo importante, especialmente quando se considera o momento caótico da política nacional. As urnas dificilmente nos oferecerão em perspectiva, com qualquer resultado, uma alternativa que encaminhe uma ideia de consenso, o que aumenta muito a responsabilidade de quem estiver envolvido nos debates que acontecem nessa fase crucial de definições.

Guardia e equipe já demonstram, com a atitude de agora, consciência da importância de termos uma transição com os cuidados necessários para que mais este fator de instabilidade não venha a alimentar um quadro já suficientemente difícil. É preciso, de outra parte, que os envolvidos com as campanhas e os candidatos apresentem igual disposição de discutir o quadro real que os espera a partir de janeiro de 2019.

Mercado reduz projeção do déficit nas contas públicas

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda reduziram a previsão para o resultado negativo das contas públicas, neste ano. A estimativa do déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), para este ano, passou de R$ 151,192 bilhões, em junho, para R$ 149,642 bilhões, neste mês. A estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo, de R$ 159 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro.

Para 2019, a estimativa das instituições financeiras é de déficit de R$ 123,288 bilhões, maior que os R$ 117,875 bilhões previstos em junho. A estimativa para as despesas chegou a R$ 1,366 trilhão, ante R$ 1,367 trilhão, previstos em junho. As receitas líquidas devem chegar a R$ 1,217 trilhão, este ano, a mesma previsão anterior.

Para 2019, a projeção de receita líquida do Governo Central é de R$ 1,302 trilhão, ante R$ 1,303 trilhão previstos no mês passado. No caso da despesa total, a projeção ficou em R$ 1,422 trilhão, ante R$ 1,420 trilhão, previstos em junho.

A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 76% do Produto Interno Bruto (PIB – soma de todas as riquezas produzidas pelo país), neste ano. A previsão anterior era 75,8% do PIB. Para 2019, a estimativa ficou em 78,10% do PIB, ante 77,8% previstos no mês passado.

(Agencia Brasil)

O “solta e prende” do Lula – Quando todos erram

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Com o título “Quando todos erram”, eis artigo do jornalista Plínio Bortolloti sobre a miscelânea em que se constituiu o solta e prende do Lula, Sergio Moro e o TRF-4. Confira:

Já escrevi uma ou duas vezes que o juiz Sérgio Moro perdeu a isenção para julgar processos do réu Luiz Inácio Lula da Silva. Se dúvida houvesse, ela teria se dissipado depois de Moro, de férias, arranjar tempo para, em dobradinha com o Ministério Público Federal, contestar a ordem do desembargador Rogério Favreto que mandara libertar Lula da prisão em Curitiba.

Favreto estava como plantonista no Tribunal Regional Federal da 4ª Região quando despachou em favor de Lula. Diga-se: forçou a mão ao arranjar um suposto “fato novo” (a pré-candidatura à Presidência) para mandar soltá-lo. Com essa justificativa, o desembargador resolveu contrariar uma decisão – certa ou errada – já tomada em tribunais superiores. De qualquer modo, quando se trata de uma ordem judicial – certa ou errada -, primeiro se a cumpre; depois buscam-se os canais legais para revogá-la, se for o caso.

O desembargador, devido ao seu histórico, poderia manifestar-se impedido para julgar Lula. Porém, o mesmo deveria valer para outros magistrados. Citando dois: Gilmar Mendes, devido à proximidade com alguns réus, além da ligação com o PSDB; Alexandre de Moraes (era filiado ao PSDB e próximo do MDB). Interessante, portanto, ouvir alguns colunistas de “grife”, lembrando o passado petista de Favreto, mas, convenientemente, esquecendo-se de usar medida equivalente em relação a outros magistrados.

O fato inafastável é que o comportamento equivocado de Favreto não difere de medidas tomadas por alguns ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) que, para impor o seu entendimento pessoal, passam por cima de decisões do colegiado. Óbvio que o mau exemplo logo se disseminaria por outras instâncias.

Depois da lambança de domingo, entrou em campo a ministra Laurita Vaz, presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) considerando “teratológica” (por que ministros supremos gostam tanto dessa palavra?) a decisão de Favreto; porém, “absolvendo” o erro do juiz Sérgio Moro, que autonomeou-se dono do destino de Lula.

O fato é que, nessa confusão toda, o Judiciário vem nos oferecendo a sua “cota de insensatez”, como registrou o editorial deste jornal (9/7/2018).

*Plínio Bortolotti

plinio@opovo.com.br

Jornalista do O POVO

Caso Cerveró – Lula e André Esteves são absolvidos

O banqueiro André Esteves e o ex-presidente Lula foram absolvidos no Caso Cerveró. A sentença foi proferida nesta manhã de quinta-feira pelo juiz da 20ª Vara de Brasília. O Ministério Público já havia pedido a absolvição da dupla.

Os procuradores dizem não ter encontrado evidências de que Esteves e Lula tenham tentado obstruir a Justiça. Trata-se de um presentão para Esteves. Hoje ele completa 50 anos, informa a Coluna Radar, da Veja Online.

A ação penal foi aberta para apurar se eles tentaram comprar o silêncio do ex-diretor da Petrobras. O processo foi aberto com base na delação do ex-senador Delcídio Amaral.

(Foto – Wikipedia)

Ajufe não defenderá Rogério Favreto

A Associação dos Juízes Federais do Brasil (Ajufe) decidiu não defender o desembargador Rogério Favreto, do Tribunal Regional Federal da 4ª Região. Embora juiz federal, Favreto não é filiado à entidade. Portanto, ela não seria obrigada a se posicionar sobre o caso, informou um membro da diretoria. A informação é do site Consultor Jurídico.

Favreto havia determinado a soltura de Lula para que ele pudesse se candidatar. Moro, de férias, disse ter sido orientado pelo presidente do TRF-4, desembargador Thompson Flores, a desobedecer a decisão. Gebran Neto, relator da “lava jato” em segunda instância, concedeu uma decisão proibindo a Polícia Federal de cumprir a ordem de soltura.

A Ajufe informou que pretende falar com o corregedor nacional de Justiça, ministro João Otávio de Noronha, em nome do desembargador João Pedro Gebran Neto, também do TRF-4, e do juiz Sergio Moro. Eles são acusados de infração disciplinar por ter tentado se sobrepor ao plantão judicial do fim de semana passado, que tinha Favreto como titular.

Já Favreto é acusado por associações do Ministério Público de ter tentado se sobrepor à 8ª Turma do TRF-4, que manteve a condenação do ex-presidente Lula e mandou prendê-lo. Para eles, houve abuso de autoridade.

Nessa quarta, a Procuradoria-Geral da República pediu que o Superior Tribunal de Justiça abra um inquérito para investigar Favreto. De acordo com o pedido, o desembargador prevaricou ao mandar soltar Lula — a ministra Laurita Vaz, presidente do STJ, ao reformar a decisão do desembargador, disse que ele promoveu insegurança jurídica por ter decidido uma liminar de réu preso durante o plantão.

Para ser associado da Ajufe, é preciso pagar uma mensalidade, que é descontada direto na folha de pagamento dos magistrados.

Escola de Música de Sobral abre inscrições para 18 cursos

A Escola de Música de Sobral Maestro José Wilson Brasil está com inscrições abertas para 18 cursos de longa duração nas áreas de instrumentos, canto e musicalização. Segundo a assessoria de imprensa do equipamento, o período de renovação de matrículas dos veteranos acontecerá entre os dias 31 de julho e 3 de agosto. Já a matrícula dos novatos acontecerá a partir do dia 7 a 10 de agosto.

Os interessados devem se dirigir à sede da Escola de Música de Sobral (Avenida Dom José, 426, Centro – Sobral-CE), das 9 às 12 horas e das 15 às 18 horas. Estudantes da rede particular pagarão mensalidade integral, enquanto alunos de escolas e universidades públicas têm desconto de 50% nas mensalidades.

Documentação Necessária para matrícula:

– RG ou CERTIDÃO de Nascimento do aluno (RG do responsável, no caso menor de idade);

– CPF do aluno e/ou do responsável, caso menor de idade;

– Declaração ESCOLAR atualizada (para alunos de escola pública);

– Comprovante de residência atualizado;

– Taxa de MATRÍCULA INTEGRAL, se for o caso (R$ 62,90);

* Solicitações de DESCONTO (50%):

– Taxa de MATRÍCULA 50% de desconto (R$ 31,45);

– Para alunos de Universidades Públicas (comprovante de matrícula atualizado);

– Para Funcionários/Servidores Públicos (comprovante de vínculo empregatício);

* Solicitações de ISENÇÃO da taxa:

1 – Para ALUNOS egressos do Ensino Médio concluído em Escola Pública (apresentar comprovante);

2 – Para ALUNOS que comprovarem BAIXA-RENDA (renda familiar menor que dois salários mínimos);

3 – Para APOSENTADOS que desejam aprender um Instrumento (apresentar comprovante);

SERVIÇO

*Para mais informações – (88) 3611-5484.

Tribunal de Justiça convoca 49 aprovados do concurso 2014

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O Tribunal de Justiça do Ceará convocou 49 aprovados no concurso público para servidor efetivo realizado em 2014. São 43 técnicos judiciários e seis analistas judiciários. O ato foi assinado pelo presidente da Corte, desembargador Gladyson Pontes, e publicado no Diário da Justiça dessa quarta-feira (11).

Os convocados, segundo a assessoria de imprensa do TJCE, têm prazo de dez dias para comparecerem à Secretaria de Gestão de Pessoas do TJCE, localizada no Palácio da Justiça, no Cambeba, com a documentação necessária. Consulte a relação dos documentos.

\\LINK 1\\
http://esaj.tjce.jus.br/cdje/consultaSimples.do?cdVolume=9&nuDiario=1943&cdCaderno=1&nuSeqpagina=13

\\LINK 2\\
https://www.tjce.jus.br/institucional/concursos/

Quem vela a Constituição Brasileira?

Com o título “Quem vela a Constituição?”, eis artigo de Jesualdo Farias, ex-reitor da UFC e ex-secretário estadual das Cidades. Para ele, a Carta Maga – com democracia e tudo, está fragilizada desde o “golpe” contra o Governo Dilma. Confira:

Em seu discurso na sessão de promulgação da Constituição, Ulysses Guimarães destacou que “a Constituição certamente não é perfeita.

Ela própria o confessa ao admitir a reforma. Quanto a ela, discordar, sim. Divergir, sim. Descumprir jamais. Afrontá-la, nunca. A persistência da Constituição é a sobrevivência da democracia”.

Pois bem, esta conquista do povo brasileiro nunca esteve tão vulnerável. Este sentimento vem se fortalecendo desde o golpe que depôs a Presidente Dilma, sem crime de responsabilidade, e que foi liderado por próceres da república que, hoje estão presos ou a caminho do xadrez. Desde então, a Constituição passou a ser afrontada pelos poderes da república, de acordo com conveniências e interesses políticos.

Gostaria muito que estas fossem apenas as minhas impressões. No entanto, em uma rápida passagem pelas manchetes dos jornais dos últimos meses, é possível colher registros de farpas entre os supremos juízes que corroboram com esta preocupação. Do ministro Luís Roberto Barroso, destaca-se: o problema da corte não é pressão interna, “é juiz que faz favor e acha que o poder existe, não para fazer o bem e a justiça, mas para proteger os amigos e perseguir os inimigos”.

Em crítica à ministra Carmem Lúcia, o ministro Marco Aurélio Melo, destacou que está no STF há 28 anos, e nunca viu manipulação da pauta como a que está acontecendo. Resta indagar: a quem interessa esta suposta manipulação? Há favorecimento político? Há previsão de resultado da votação da matéria protelada? Quais os impactos para os milhões de brasileiros que ainda acreditam na justiça?

Neste contexto, serve de alerta a manifestação recente do jurista e ex-governador de São Paulo, Cláudio Lembo, ao definir o cenário macabro que estamos vivendo: “o poder judiciário tornou-se um instrumento político e o ativismo jurídico tornou-se uma arma horrível contra a sociedade. É ingenuidade pensar que a Constituição ainda existe e combater a luta judicial é uma quase loucura. Vivemos uma grande farsa”.

*Jesualdo Farias

jesualdo.farias@gmail.com

Professor titular da UFC.

Secult-CE – Concurso ganha vaga para profissional de Comunicação Social e Filosofia

O concurso público da Secretaria da Cultura do Ceará, com inscrições, a partir de 24 deste mês de julho, ganhou uma vaga para profissional de Comunicação Social. Vaga nesse sentido havia sido vetada pela Secretaria do Planejamento e Gestão do Estado.

Uma emenda proposta pelo Sindicato dos Jornalistas Profissionais do Estado reabilitou a vaga, que foi acatada e encaminhada pelo deputado Elmano de Freitas (PT). A Assembleia Legislativa aprovou a mensagem como todo.

Parreira diz que falta de experiência foi decisiva para fracasso da Seleção Brasileira

O técnico Carlos Alberto Parreira, campeão do mundo com a Seleção Brasileira em 1994, afirmou, nesta quinta-feira (12), que faltou experiência ao Brasil, entre comissão técnica e jogadores, para conquistar o título da Copa do Mundo da Rússia 2018.

“Não basta conhecer os problemas, é preciso saber como resolvê-los. De 21 copas do Mundo, ganhamos apenas cinco. Ficamos muitos anos sem ganhar, porque é muito difícil. Muitas coisas influenciam. Não é suficiente só ter talento, senão ganharíamos todas as copas. É preciso chegar preparado e com fome. Quando há compromisso, ganhamos. Se falta algum elemento, fracassamos”, disse hoje, em entrevista coletiva do Grupo de Estudo Técnicos, no estádio Luzhniki, em Moscou.

“Em 2006, tínhamos bons jogadores, mas faltava a fome de vencer, tinham mais fome no passado, quando ganharam. Agora, não vieram 100%. Faltaram estrutura e experiência. Houve bons jogadores, mas só três ou quatro tinham jogado um Mundial e, para a comissão técnica, também era o primeiro. A Bélgica nos surpreendeu na primeira parte e nós fomos melhores na segunda, mas Úcamos fora. Desde o dia em que nos eliminaram, sonhamos ganhar o Mundial seguinte. Para nós, é como uma espécie de religião “, acrescentou Parreira.

(Agência Brasil com EFE/Foto – Reprodução da SportTV)

Cônsul-Geral do Canadá no Brasil visita a Enel Distribuição

Secretário-geral do SENDI 2018, Glauco Valério, e o Dir. Institucional Enel, José Nunes, no receptivo.

A Cônsul-Geral do Canadá no Brasil, Evelyne Coulombe, e Laura Tarouquela, representante comercial do Consulado Canadense, estiveram, nesta semana, em Fortaleza, tratando do XXIII Seminário de Distribuição de Energia Elétrica (SENDI 2018).

O encontro, uma promoção da Enel Distribuição Ceará e organizado pela Associação Brasileira de Distribuidores de Energia Elétrica (Abradee), ocorre a cada dois anos. Fortaleza receberá o seminário no período de 20 a 23 de novembro próximo, no Centro de Eventos.

(Foto – Divulgação)

O Ministério do Trabalho, a Polícia Federal e nomeações do interesse de grupos

Com o título “Uma “limpa” tardia”, eis o Editorial do O POVO desta quinta-feira. Aborda mudanças no Ministério do Trabalho, que foi alvo de operações da Polícia Federal. Confira:

Com a nomeação do novo ministro do Trabalho, Caio Vieira de Mello, é forçoso lembrar como questões, que deveriam ser prioritariamente técnicas, transformam-se em disputas meramente politiqueiras, que interessam somente aqueles poucos que serão beneficiados pelos acordos espúrios que antecedem as nomeações.

Não se fala exatamente do novo ministro, mas de um método espúrio que se tornou comum na administração pública: nomeações que levam em conta exclusivamente o interesse de grupos, verdadeiros proprietários privados de atividades que deveriam ser meios para atender às necessidades públicas.

Ressalte-se que a distribuição política de ministérios, secretarias e outros postos importantes, não é exclusividade de um ou outro governante ou partido político. Todos se valem do mesmo jogo, sob os mais diferentes argumentos, nenhum deles aceitável, quando se observam os péssimos resultados desse artifício.

Vejam com a coisa transcorre. O ministro do Trabalho anterior, Helton Yomura, pediu demissão do cargo depois de ser afastado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de ligação com um esquema criminoso, que exigia suborno para a liberação de registros sindicais. Segundo a Polícia Federal, Yomura foi indicado para assumir o Ministério justamente para manter a fraude, supostamente liderada por seus fiadores políticos, o presidente nacional do PTB, Roberto Jefferson, e a filha dele, deputada federal Cristiane Brasil (PTB-RJ).

Yomura apresentou seu pedido de demissão após Jefferson anunciar que o seu partido colocara o cargo à disposição do presidente Temer.

Ou seja, o PTB era o “dono” do Ministério e dispunha dele da forma mais adequada aos seus propósitos. Registre-se que, antes da nomeação de Yomura, o presidente do PTB tentara emplacar a própria filha como ministra, que foi impedida judicialmente de assumir, pois respondia a processos trabalhistas. Observe-se que não se está falando de um ministério de segunda linha, desprovido de recursos. O titular do Trabalho movimenta um orçamento de R$ 85,7 bilhões.

Advogado e desembargador aposentado, Vieira de Mello era sócio de Guiomar Mendes, mulher do ministro do STF Gilmar Mendes, em um grande escritório de advocacia em Brasília, até a véspera de assumir o cargo. Ele prometeu fazer uma “limpa” no Ministério devido às suspeitas de irregularidades. O novo ministro também insistiu que a sua nomeação foi “técnica”. Não há porquê duvidar, mas nomear um técnico a seis meses do fim do governo, talvez seja um pouco tarde demais para fazer as mudanças necessárias.

Partido de Jair Bolsonaro representa contra deputados do PT

O presidente nacional do PSL, Gustavo Bebbiano, entrou com uma “representação para apuração de prática atentatória ao decoro parlamentar” contra os deputados petistas Wadih Damous, Paulo Pimenta e Paulo Teixeira. Eles impetrarem o pedido de habeas corpus em favor do ex-presidente Lula. A informação é da Veja Online.

Bebbiano argumenta que a entrada do pedido no Tribunal Regional Federal – 4ª Região, com sede em Porto Alegre (RS), no fim do expediente da última sexta-feira foi ilegal.

O pedido será apreciado na Comissão de Ética da Câmara.

(Foto – Agência Brasil)

Luizianne Lins cumprimenta o “Ferrim” pela classificação

A deputada federal Luizianne Lins (PT) registrou, na Câmara, a classificação do seu Ferroviário para a Série C. Fez questão de levar seu Tutuba de estimação para o plenário.

Além de Luizianne, há outros políticos bem conhecidos e que não escondem a paixão pelo “Ferrim”. Como, por exemplo, o ex-governador Lúcio Alcântara.

(Foto  Facebook)

Ciro Gomes une Temer e PT contra sua candidatura

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Ciro Gomes (PDT) conseguiu o improvável: colocou Michel Temer e o PT militando por uma mesma causa. O flerte de partidos do centrão com o pedetista levou o presidente a se engajar pessoalmente na tentativa de demover siglas como o PP e o DEM de embarcarem na candidatura do presidenciável que o chama de “quadrilheiro”. O PT fez o mesmo. Procurou dirigentes do Progressistas, do PSB e do PR para falar contra uma aliança com Ciro. Resultado: o movimento na direção dele refluiu. A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta quinta-feira.

Temer falou sobre o assunto com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), cacique do DEM. Ele ainda mandou seus ministros avisarem aos aliados que, para o Planalto, “qualquer um, menos Ciro”.

Os petistas estiveram com o presidente do PP, Ciro Nogueira, com o PSB e com Valdemar Costa Neto, mandachuva do PR. Sem Lula, temem que Ciro colha votos no eleitorado do PT, prejudicando o plano B da sigla.

Nessa quarta (11), Valdemar recebeu uma procissão de políticos em Brasília. Esteve com Cid Gomes, irmão e articulador de Ciro, com dirigentes do Podemos, partido de Álvaro Dias, e com Jaques Wagner, do PT.

O cacique do PR deixou os interlocutores com a impressão de que tende mesmo a fechar com Jair Bolsonaro (PSL). Ele chegou a dizer a integrantes de seu partido que a ascensão de conservadores é uma tendência mundial e que com Bolsonaro tem mais chances de ampliar a bancada no Rio e em SP.

O ataque especulativo a Ciro Gomes gerou dividendos para Geraldo Alckmin, o presidenciável do PSDB. A cúpula do DEM voltou a piscar para ele, assim como a do PP. A ala do DEM que é pró-Alckmin disseminou a tese de que não se deve minimizar a capacidade de Lula de transferir votos para um petista, o que minaria as chances de Ciro crescer no Nordeste.

Esse grupo argumenta que, considerando que é improvável dois nomes da esquerda chegarem ao segundo turno, melhor fortalecer Alckmin para evitar que um petista passe à etapa final contra Bolsonaro, que tem alto índice de rejeição.

Henrique Meirelles visita o Nordeste e anuncia planos para a região

O presidenciável Henrique Meirelles (MDB) está em Natal (RN) para participar de um evento, nesta quinta-feira, a partir das 9 horas, na Federação das Indústrias do Rio Grande do Norte (Fiern), informa a Veja Online.

Ele vai aproveitar a oportunidade para fazer pelo menos dois anúncios para o Nordeste, região especialmente difícil para ele. Um deles é usar a água do Rio Tocantins para os afluentes do São Francisco. O plano de Meirelles é irrigar a região e incentivar a agricultura local.

Além disso, ele vai falar sobre um programa de incentivo a navegação por cabotagem, entre portos do país.

(Foto – Agência Brasil)