Blog do Eliomar

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Governo federal libera R$ 220 milhões para hospitais universitários

Hospital Universitário e Maternidade-escola estão no pacote.

O governo federal oficializou hoje (23) a liberação de R$ 220 milhões para hospitais universitários de todo o país. A medida faz parte do Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf).

Os recursos disponibilizados vão atender a 48 hospitais universitários nas cinco regiões do país. Todos receberão verbas complementares para custeio, aquelas necessárias para garantir o funcionamento das instituições.

As unidades contempladas com maior volume de recursos foram o Hospital de Clínicas do Paraná, em Curitiba (R$ 10,8 milhões), Hospital de Clínicas de Uberlândia (R$ 10 milhões), Hospital Universitário do Maranhão, em São Luís (R$ 9,6 milhões) e o Hospital de Clínicas de Minas Gerais, em Belo Horizonte (R$ 9,2 milhões). O montante voltado a despesas de custeio soma R$ 181 milhões.

Parte dos recursos será aplicada em ações de investimento, como realização e conclusão de obras, adequação de estrutura, aquisição de equipamentos e de materiais, manutenção de máquinas utilizadas em exames e compra de insumos como geradores.

Os hospitais contemplados com maior valor de repasse são as unidades da Universidade Federal de Mato Grosso (R$ 3,42 milhões), da Universidade Federal da Paraíba (R$ 3,27 milhões), da Universidade de Brasília (R$ 2,4 milhões), da Universidade Federal do Amazonas (R$ 2,2 milhões) e da Universidade Federal da Bahia (R$ 2 milhões). A lista completa pode ser vista no Diário Oficial da União.

Rehuf

O Programa Nacional de Reestruturação dos Hospitais Universitários Federais (Rehuf) foi instituído em 2010. A iniciativa é administrada pela Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares (Ebsersh), criada em 2011 para centralizar a gestão das unidades, retirando-a da administração das universidades às quais os hospitais estão vinculados.

O Rehuf disponibiliza recursos como uma forma de complemento às verbas arrecadadas pelos hospitais universitários como remuneração pelos atendimentos e atividades realizadas. Segundo a Ebserh, em 2017 foram liberados até o momento R$ 595 milhões. Novos repasses podem ser feitos até o fim do ano.

(Agência Brasil)

Geraldo Alckmin acena para apoio de Danilo Forte

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O deputado federal Danilo Forte, que está para deixar o PSB, segundo o jornal Estadão, está no centro da disputa dos tucanos Geraldo Alckmin e João Doria. O parlamentar, segundo a reportagem, vem sendo cortejado pelos postulantes ao Palácio do Planalto em jantares e conversas. Na última semana, Danilo e o governador paulista estiveram juntos.

O jornal destaca que eles discutiram a necessidade de o candidato a vice-presidente de Alckmin ser do Nordeste. O deputado cearense ressaltou que, entre a penúltima e a última reunião com o governador, houve uma “mudança muito grande de ânimo” do tucano.

“Pela evolução da conjuntura, que cada vez mais exige alguém com experiência e com serenidade para conduzir o País”, justificou. “Alckmin é o perfil ideal, mas precisa se preparar para o embate”, disse.

Ceará participa da Feira do Turismo da Argentina

Um grupo de hoteleiros do Ceará participará, no fim deste mês, da Feira Internacional do Turismo (FIT), da Argentina, em Buenos Aires, uma das maiores da América Latina. Hora de fechar pacotes com los hermanos.

O secretário estadual do Turismo, Arialdo Pinho, dá total apoio à participação do Ceará nesse evento.

Com direito a discutir possibilidade de novos voos entre Fortaleza e Buenos Aires.

Facebook não precisa revelar dados apagados antes do Marco Civil da internet

Por ter provado que não tem como atender a demanda da Justiça, o Facebook venceu um recurso no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul e foi desobrigado da sentença de revelar dados já apagados de um usuário antes da entrada em vigor do Marco Civil da Internet. A informação é do site Consultor Jurídico.

O caso começou após uma pessoa ter acionado a Justiça por conta de ofensas em um perfil no Facebook. Atendendo decisão judicial, a empresa apagou o perfil, mas o ofendido recorreu pedindo que lhe fossem revelados os dados do autor, como e-mail, nome e IP.

Porém, o Facebook apagou o perfil antes da promulgação do Marco Civil. A legislação da época não pedia que dados fossem armazenados, como é agora. Por isso a empresa afirma que não teria como cumprir a decisão, já que os dados não existem mais. O desembargador Luís Augusto Coelho Braga, relator do recurso, acolheu os argumentos da rede social.

“Não havia exigência legal ao provedor de guardar registros de acesso de aplicações da internet, embora, nada impedisse ser possível a qualquer pessoa que se sentisse lesada por postagens injuriosas a sua pessoa, por terceiros, notificar extrajudicialmente o provedor e solicitar a exclusão do conteúdo. Desta sorte, após a exclusão definitiva como ocorrida no perfil em análise, os dados foram deletados dos servidores, inexistindo imposição legal para o seu armazenamento”, disse.

Por entender que a ordem não poderia ser cumprida e que o Facebook agiu de acordo com lei , Braga julgou improcedente o recurso.

Atriz Karla Karenina falará sobre empreendedorismo na arte para a CDL Jovem

A Câmara de Dirigentes Lojistas – Ala Jovem receberá nesta terça-feira (24), para encontro-almoço, a partir das 12 horas, a atriz cearense Karla Karenina, que fez o papel da empregada doméstica Dita na novela “A Força do Querer”.

Karla falará sobre o tema “Empreendedorismo na Arte”, ocasião em que repassará sua experiência na área.

Bom lembrar: ela ficou conhecida no humor com o papel de Meirinha.

(Foto – Paulo MOska)

Lula diz a jornal espanhol que Dilma traiu o eleitorado ao baixar pacote de ajuste fiscal

Em entrevista ao jornal espanhol El Mundo, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva tentou explicar as razões do colapso econômico brasileiro. Para ele, o rompimento da confiança no Brasil começou com as manifestações de 2013 e se agravou em 2015, quando sua sucessora, Dilma Rousseff (PT), “anunciou o ajuste fiscal e traiu o eleitorado que a elegeu em 2014 com a promessa de manutenção dos gastos”.

Este teria sido o segundo principal erro do governo petista. O maior, avalia Lula, foi “exagerar nas políticas de desoneração das grandes empresas”. “O estado deixou de arrecadar para devolver aos empresários e em 2014 saía mais dinheiro do entrava”, apontou.

Na entrevista, o ex-presidente foi questionado se estava arrependido de não ter disputado o pleito de 2014 no lugar de Dilma. Lula diz que não é “o tipo de pessoa que se arrepende”, mas que foi “leal” à democracia e a Dilma, e que reconhecia o direito que ela tinha de ser reeleita. “Mas eu pensei nisso muitas vezes e sei que ela também”, afirmou.

Ainda na sua argumentação sobre a perda de credibilidade brasileira, o petista comparou o penúltimo ano de sua sucessora com 1999, primeiro ano do segundo mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Disse que a diferença principal não estava no governo, mas na Câmara. Enquanto FHC teve a seu lado o presidente da Casa, o hoje presidente da República Michel Temer (PMDB), Dilma Rousseff contou com a opoisção de Eduardo Cunha(PMDB-RJ).

Lula disse ainda que se candidata à Presidência aos 72 anos “porque há muita gente que sabe governar, mas não há ninguém que saiba cuidar do povo mais necessitado” como ele. “Conheço suas entranhas, como vivem, o que necessitam”, avaliou. Sobre a hipótese de ser condenado em segunda instância e ficar de fora das eleições, afirma que “ninguém é imprescindível” e que existem “milhares de Lulas”.

(Com Veja Online)

Um ar de machismo na fala do presidenciável

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Com o título “Ciro, o momento é de respeito e equilíbrio”, eis artigo do jornalista Ítalo Coriolano, do O POVO. Ele critica a fala do presidenciável apontando para o momento político que, na sua avaliação, exige testosterona (hormônio masculino). Confira:

Em 2002, o então candidato a presidente da República pelo PPS, Ciro Gomes, soltava uma frase que ajudaria a comprometer seriamente seus planos políticos. Ao ser questionado sobre o papel que sua esposa na ocasião, a atriz Patrícia Pillar, teria na campanha, o ex-governador do Ceará respondeu: “A minha companheira tem um dos papéis mais importantes , que é dormir comigo. Dormir comigo é um papel fundamental”. Ciro tentou consertar o grave erro: disse que se tratava de uma brincadeira, pediu desculpas, mas o estrago já estava feito. Após resumir a importância de sua mulher a um caráter meramente sexual, uma das candidaturas mais competitivas da época despencou nas pesquisas e amargou uma quarta colocação.

Mais de 15 anos depois, já calejado pela sequência de declarações infelizes, o mesmo Ciro Gomes esbanja machismo ao comentar a possível candidatura da ex-ministra Marina Silva ao Palácio do Planalto. “Não vejo ela com a energia e o momento é muito de testosterona (hormônio masculino)”, ataca o pedetista. Esse tipo de discurso soaria até “normal” caso tivesse saído da boca do também presidenciável Jair Bolsonaro, que já faz do preconceito instrumento de visibilidade. Mas vindo de Ciro Gomes, que integra um partido de esquerda e se diz do campo progressista, é impossível não lamentar profundamente.

O momento que o País vive é de grave risco às conquistas sociais e de desconstrução das lutas por igualdade de gênero. Ao reforçar conceitos misóginos, que colocam a mulher como figura fraca frente aos desafios da política brasileira – que são muitos, ninguém pode negar -, Ciro comete um verdadeiro desserviço e ainda ajuda a desgastar mais a sua imagem. O debate que deve ser feito não é se o (a) sucessor (a) de Michel Temer deve ser homem ou mulher, mas se tem capacidade intelectual, postura ética, sensibilidade e equilíbrio emocional diante da relevância que o cargo possui.

Se a estratégia de Ciro é tentar conquistar eleitores desiludidos com a política que descamba para vertentes mais reacionárias, creio que não terá muito sucesso, pois soa como desespero. Ao mesmo tempo, perde credibilidade junto a setores mais de esquerda que ainda têm esperança numa candidatura do ex-presidente Lula. Assim, o ex-governador permanece dentro de um limbo eleitoral que talvez explique a estagnação nas sondagens de intenções de voto. Se em 2002 Ciro viu sua candidatura naufragar, talvez em 2018 ela não consiga nem zarpar.

*Ítalo Coriolano

italocoriolano@gmail.com

Jornalista do O POVO.

 

Previdência Social – Relator de CPI diz que não há deficit

O relator da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Previdência, senador Hélio José  (PROS-DF), apresentou nesta segunda-feira (23) o relatório final dos trabalhos ao colegiado, com a conclusão de que a Previdência Social não é deficitária, mas, sim, alvo de má gestão.

Segundo o senador, “está havendo manipulação de dados por parte do governo para que seja aprovada a reforma da Previdência”. Ele acrescentou que “quando o assunto é Previdência, há uma série de cálculos forçados e irreais”.

Em 253 páginas, o relatório destaca que o “maior e mais grave problema da Previdência Social vem da vulnerabilidade e da fragilidade das fontes de custeio do sistema de seguridade social”. No documento, o relator destaca que, “antes de falar em déficit, é preciso corrigir distorções”.

Outro trecho do documento ressalta que “a lei, ao invés de premiar o bom contribuinte, premia a sonegação e até a apropriação indébita, com programas de parcelamento de dívidas (Refis), que qualquer cidadão endividado desse país gostaria de poder acessar.

Proposta

Ao contrário da maioria das CPIs, que, segundo Hélio José, ao final costumam pedir o indiciamento de pessoas, desta vez, o relatório é apenas propositivo. Nesse sentido, sugere dois projetos de lei (PLS) e três propostas de emenda constitucional (PECs). Uma delas proíbe a aplicação da Desvinculação de Receitas da União às receitas da seguridade social.

Votação

Após um pedido de vista coletiva – mais tempo para analisar o parecer – o relatório precisa ser votado até o dia 6 de novembro, quando termina o prazo de funcionamento da comissão. Antes da votação final os membros da CPI podem sugerir mudanças no documento.

Histórico

Instalada no fim de abril , em pouco mais de seis meses, a CPI realizou 26 audiências públicas e ouviu mais de 140 pessoas entre representantes de órgãos governamentais, sindicatos, associações, empresas, além de membros do Ministério Público e da Justiça do Trabalho, deputados, auditores, especialistas e professores. A comissão é presidida pelo senador Paulo Paim (PT-RS), e é formada por seis senadores titulares e cinco suplentes.

Agência Brasil procurou a Secretaria de da Previdência, que até o momento não se manifestou sobre o relatório da CPI.

(Agência Brasil)

Dívida Pública sobe para R$ 3,4 trilhões em setembro

A Dívida Pública Federal – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – registrou aumento em setembro. O estoque da dívida subiu 0,79%, passando de R$ 3,404 trilhões, em agosto, para R$ 3,430 trilhões em setembro, informou hoje (23) a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, teve seu estoque ampliado em 0,78%, ao passar de R$ 3,286 trilhões para R$ 3,311 trilhões. Segundo o Tesouro, esse aumento é devido ao pagamento de juros de R$ 25,98 bilhões, compensado em parte pelo resgate líquido, ou seja, mais resgates do que emissões de títulos públicos, no valor total de R$ 46 milhões.

O estoque da Dívida Pública Federal Externa, captada do mercado internacional, teve aumento de 1,22%, encerrando o mês passado em R$ 118,88 bilhões (US$ 37,53 bilhões).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo.

Neste caso, o Tesouro toma empréstimo de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

(Agência Brasil)

Ator Caio Castro e um bom descanso em Jericoacoara

Da Coluna de Sônia Pinheiro, no O POVO desta segunda-feira:

…E a convite da jornalista Patrícia Calderón (Grupo Cidade de Comunicação), o guapo ator Caio Castro aproveitou folguinha na agenda para saison de relax no Ceará.

E, hóspede da Pousada Rancho do Peixe, na Praia do Preá, pertinho de Jericoacoara, o artista fez aulas de kitesurf e velejou, mergulhando fundo no esporte.

Ladeado por três friends, ele se disse fascinado com tantas belezas naturais.

Cearense é sagrado arcebispo da Igreja Católica Ortodoxa e terá jurisdição na Região Nordeste

O professor universitário e advogado Adegildo Férrer – Dom Francisco Férrer, nome eclesiástico, foi sagrado arcebispo pela Igreja Católica Apostólica Ortodoxa e terá jurisdição na Região Nordeste.

A ordenação ocorreu no último dia 30, durante solenidade pontifical na Catedral de São Miguel, em Guarapuava (PR), tendo à frente o patriarca da Igreja da Unidade, Nicolas I, do Patriarcado das Nações.

Em Fortaleza, a sede fica na Capela do Desterro, situada na rua Mário Mamede, 612 bairro de Fátima. As missa acontecem todos os dias santos, às 10 horas.

SERVIÇO

*Capela do Desterro – (85) 99998 3833.

Ciro diz que Bolsonaro é mais íntegro do que os tucanos. Ele não poupa Tasso

O deputado federal Jair Bolsonaro (PSC-DF) é “mais íntegro” do que as lideranças tucanas neste momento. Foi o que afirmou o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes (PDT) durante entrevista ao programa Canal Livre, da TV Bandeirantes, exibida nesta madrugada de segunda-feira. A informação é do Portal Uol.

Ciro passou a falar do PSDB quando fazia uma avaliação sobre Bolsonaro, seu provável adversário nas eleições presidenciais de 2018. De acordo com o pedetista, o fato de o deputado fluminense aparecer em segundo lugar nas pesquisas com até 17% dos votos, é reflexo da “indignação justíssima de uma fração enorme do povo brasileiro com a política tradicional” e da “crença de que uma autoridade forte, um machão, um exagerado” seria necessário para dar rumos ao país.

O pedetista diz acreditar, no entanto, que a declaração de voto em Bolsonaro é uma expressão “catártica” das insatisfações de uma parcela do eleitorado neste momento, e que não necessariamente vai se transformar em voto.

“E o PSDB, com todo defeito… Eu acho que o Bolsonaro, sob o ponto de vista pessoal, é mais íntegro do que qualquer tucano nesse momento. Eu, Ciro Gomes, acho, não concordando com absolutamente nada do que o Bolsonaro fala, diz o… –

. Eu, Ciro Gomes, acho, não concordando com absolutamente nada do que o Bolsonaro fala, diz ou representa, que ele é mais íntegro, ou seja…”, disse o pedetista. Nesse momento, ele foi interrompido e questionado se a comparação valia também para o senador e presidente interino do PSDB, Tasso Jereissati (CE).

“[Vale] inclusive [para] o Tasso, meu velho, estimado e respeitado amigo. Porque não é possível o PSDB, o Tasso, (…) [fazer] encaminhamento para impunidade do Aécio voltar ao Senado. O Aécio pode ser um representante de Minas Gerais, pode ser um senador da República Brasileira, mas não é digno. Aí faz um discurso no dia seguinte de ser presidente do PSDB. Peraí um pouquinho”, afirmou Ciro.

Mercado financeiro prevê nova queda da taxa básica nesta semana e inflação de 3,06%

O mercado financeiro aumentou a projeção de inflação pela terceira vez seguida. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), desta vez, passou de 3% para 3,06%, este ano. A estimativa é do Boletim Focus, uma publicação divulgada toda segunda-feira no site do Banco Central (BC), com projeções para os principais indicadores econômicos.

Para 2018, a estimativa para o IPCA permanece em 4,02%. As estimativas para os dois anos permanecem abaixo do centro da meta de 4,5%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 8,25% ao ano.

Nesta terça e quarta-feira (25), o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central reúne-se para definir a Selic. A expectativa do mercado é de ue a taxa caia para 7,5% ao ano nessa reunião. Para o fim de 2017, a expectativa permanece em 7% ao ano. Essa também é a projeção para o fim de 2018.

Quando o Copom diminui os juros básicos, a tendência é de que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle sobre a inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

A projeção para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, foi levemente ajustada de 0,72% para 0,73%, este ano. Para 2018, a estimativa de expansão segue em 2,50%.

(Agência Brasil)

Reforma da Previdência – Temer deve retomar discussões após escapar da denúncia

Temer que escapar da denúncia e, depois, partir para reformas.

A Reforma da Previdência continua assim: o governo insiste que dá para votar “alguma reforma”; os parlamentares já jogaram a toalha, informa o colunista Lauro Jardim, do O Globo.

De qualquer forma, a partir de quinta-feira, depois de votada a segunda denúncia, se saberá com mais nitidez quem está jogando para a plateia.

Fraport apresenta para Camilo e RC detalhes da gestão que adotará no Aeroporto Pinto Martins

O governador Camilo Santana (PT) e o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), vão se reunir, a partir das 14h30min desta segunda-feira, com Stefan Schulte, o CEO da Fraport, concessionária do Aeroporto Internacional Pinto Martins. O objetivo é criar grupos de trabalho para discutir, além da gestão do equipamento, ações paralelas em áreas principais como as de mobilidade, zoneamento e turismo do Estado.

Às 16h30min, a CEO da Fraport Brasil, Andrea Pal, também vai apresentar à imprensa detalhes da atuação da companhia no País e, especificamente, no Aeroporto de Fortaleza, em coletiva no Palácio da Abolição.

A gigante alemã arrematou o equipamento de Fortaleza em leilão no último dia 16 de março, por R$ 1,505 bilhão. A empresa também venceu o leilão do Aeroporto Internacional de Porto Alegre (Salgado Filho), por R$ 382 milhões. O período da administração será de 30 anos.

Conforme cronograma da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), até 28 de outubro, a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero) permanece à frente da administração do terminal cearense, auxiliada pela Fraport. De 28 de outubro de 2017 a 28 de janeiro de 2018, a alemã assume a gestão, ainda acompanhada pela Infraero. Apenas em 2018, a alemã fica livre para operar sozinha.

A Prefeitura ainda traça novas outras iniciativas para fomentar o turismo em Fortaleza. Entre elas, está a licitação de ônibus que farão rota turística na Capital. A tarifa estimada deve ficar em torno de R$ 40, e os veículos vão circular por 10 pontos turísticos da Cidade.

(Com O POVO – Repórter Lígia Costa/Foto – Alcides Freire)

Lúcio Funaro vai encarar Eduardo Cunha

O doleiro Lúcio Funaro está preparado para um embate com o ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) nos depoimentos que ambos prestarão à Justiça Federal, em Brasília, na quinta (26) e na sexta (27). Falarão sobre casos investigados na operação Sépsis.

Cunha pretende usar a ocasião para questionar elementos da delação de Funaro, seu ex-operador financeiro.

O teor do acordo foi publicizado na semana passada, informa a Coluna Painel desta segunda-feira na Folha de S.Paulo.

Ricardo Teixeira tem motivos para estar feliz com Sergio Moro

O ex-presidente da CBF, Ricardo Teixeira está feliz com o juiz federal Sergio Moro. É o que informa a Coluna Radar, da Veja Online.

Como o juiz não manda o processo de Rodrigo Tacla Durán para a Espanha, os espanhóis não enviam a ação que existe lá contra o cartola, aquela de Sandro Rosell, para o Brasil.

Teixeira é acusado de lavagem de dinheiro, entre alguns outros itens.

Senadores querem votar na terça-feira projeto que regulamenta aplicativos como o Uber

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Comitiva do Sinditaxi de Fortaleza deve acompanhar a votação em Brasília.

Está marcada para as 14 horas desta terça-feira (24) a reunião da Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) do Senado que vai discutir o projeto de lei que regulamenta o uso dos aplicativos de transporte. O objetivo dos senadores é buscar um mínimo de consenso para que a matéria seja aprovada pelo colegiado e continue tramitando nas comissões temáticas. Caso contrário, o presidente do Senado, Eunício Oliveira (PMDB-CE), já avisou que lerá em plenário o requerimento de urgência, apresentado por diversos senadores, para que o projeto seja votado de forma mais rápida.

Alvo de extenso debate e disputa entre taxistas e motorista dos aplicativos, o projeto também tem dividido a opinião dos senadores. Uns defendem que a proposta deve ser aprovada o quanto antes, ao contrário de outros que preferem ampliar o debate e fazer o texto ser aprovado nas quatro comissões que ainda restam. Relatado pelo senador Pedro Chaves (PSC-MS), um substitutivo da proposta foi lido na CCT no final de setembro, mas devido à possibilidade de se aprovar o requerimento de urgência, o projeto ainda não foi votado.

Para empresas como a Uber, da forma como foi aprovada pela Câmara, a proposta vai “proibir” os aplicativos de mobilidade urbana no Brasil, prejudicando mais de 17 milhões de usuários, ao engessar as regras para o cadastro dos motoristas. Já os taxistas querem para que o projeto seja aprovado o mais rápido possível. Na semana passada, centenas de carros de diversos estados foram a Brasília pressionar os parlamentares. Ambos os lados também incentivam as categorias a enviar mensagens pelas redes sociais e ligar para os senadores, na tentativa de convencê-los.

Brasília – Taxistas de todo o país protestam em frente ao Congresso Nacional contra aplicativos de transporte individual (Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Brasília – Na semana passada, taxistas de todo o país protestaram em frente ao Congresso Nacional contra aplicativos de transporte individualMarcelo Camargo/Agência Brasil
CPI da Previdência