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Preço da cesta básica cai em 10 Capitais, indica Dieese

O preço da cesta básica, no mês de setembro, caiu em dez das 18 capitais pesquisadas pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). Segundo levantamento divulgado hoje (4), Goiânia teve a maior redução (-2,31%), ficando em R$ 354,11. Em 12 meses, o conjunto de produtos registrou queda de 5,06 na capital goiana. Recife teve a segunda maior retração em setembro (-2,17%), ficando em R$ 332,75.

Em São Paulo, a cesta básica ficou estável no mês passado, no valor de R$ 432,83. Em 12 meses, a cesta teve alta de 2,81% na capital paulista. Na capital paulista, o conjunto de produtos tem o segundo maior valor entre as cidades pesquisadas.

As maiores elevações foram verificadas em Campo Grande (5,24%) e Salvador (1,26%). Na primeira, os produtos estão cotados atualmente em R$ 383,77 e na outra em R$ 315,86. Na capital baiana, no entanto, a cesta acumula queda de -0,84% em 12 meses. Em Campo Grande, o conjunto de produtos registra alta de 6,83% no período, a maior entre as cidades pesquisadas.

A cesta mais cara no mês, segundo o levantamento, é a de Florianópolis (R$ 435,47). Os itens tiveram alta de 0,97% em setembro e de 3,89% em 12 meses.

Itens

Entre agosto e setembro, seis produtos tiveram retração nos preços: batata (-8,14%), tomate (-5,31%), leite integral (-4,15%), açúcar refinado (-1,67%), manteiga (-1,15%) e óleo de soja (-0,30%). Em 12 meses, cinco itens registram quedas acumuladas: feijão carioquinha (-11,73%), açúcar refinado (-8,88%), tomate (-8,84%), café em pó (-5,76%) e batata (-5,24%).

No mês, tiveram alta o pão francês (1,23%), a carne bovina de primeira (1,71%), o café em pó (2,42%), a banana (2,63%), o arroz agulhinha (2,67%) e a farinha de trigo (5,99%). Em 12 meses, acumulam elevações a banana (1,03%), o óleo de soja (1,20%), a carne bovina de primeira (2,52%), o arroz agulhinha (5,48%), a manteiga (6,83%), o pão francês (9,32%), o leite integral (21,86%) e a farinha de trigo (26,91%).

(Agência Brasil)

Tasso acompanha Alckmin no debate dos presidenciáveis na Globo

 

O senador Tasso Jereissati (PSDB) embarcou, neste fim de tarde de quinta-feira, para o Rio de Janeiro. Ali, vai acompanhar o candidato a presidente da República pelo partido, Geraldo Alckmin, que participará do último debate televisivo dos presidenciáveis O debate será promovido pela Rede Globo, logo após a novela Segundo Sol.

Antes do evento, Tasso participará da última reunião do comitê do candidato no Rio. Tasso só retorna no fim da tarde desta sexta-feira e, no sábado, participará dos eventos que finalizarão a campanha, neste primeiro turno, do General Theophilo, postulante tucano ao Governo, mais precisamente no Cariri e na Região Metropolitana de Fortaleza.

DETALHE – Vai cumprimentar Ciro Gomes (PDT), em clima de Globo.

(Foto -Agência Brasil)

Placa de Marielle foi quebrada para restaurar a ordem, diz filho de Bolsonaro

Filho do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL), o deputado estadual Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) afirmou, nesta quinta-feira, (4), que os dois candidatos do PSL que retiraram e quebraram uma placa em memória da vereadora Marielle Franco (PSOL), assassinada em março, estavam restaurando a ordem. A ação envolveu os candidatos a deputado estadual no Rio Rodrigo Amorim (PSL) e a deputado federal Daniel Silveira. A informação é do Portal Uol.

Considerada depredação ao patrimônio público pela dupla e por Flávio, que é candidato ao Senado no Rio, a homenagem estava colocada sobre a placa oficial indicando a praça Floriano, nome oficial da região da Cinelândia. A ação foi divulgada por Amorim em vídeo publicado em sua página no Facebook no domingo (30).

Na segunda (1º), Amorim, que foi candidato a vice de Flávio na campanha à Prefeitura do Rio em 2016, publicou uma foto sua ao lado de Silveira em que ambos, sorridentes, seguram a placa com o nome de Marielle quebrada – a imagem circulou pelas redes sociais nesta quarta.

No post que acompanha a foto, ele diz: “Nos acusam de intolerantes, nos acusam de fascistas. No entanto, tive meu comitê atacado várias vezes. Isso mostra que estamos no caminho certo. A missão é combater com força o PSOL e suas pautas repugnantes.” Ele também publicou junto uma foto de um banner seu depredado e com adesivos do movimento “Ele não”, contrário a Bolsonaro.

Depois de sair da casa do pai, na manhã desta quinta, Flávio disse que o ato foi “um posicionamento ideológico”.

“Na verdade, eles nada mais fizeram do que restaurar a ordem. Havia uma placa de [praça] Marechal Floriano. O PSOL acha que está acima da lei e pode mudar nome de rua na marra. Eles só tiraram a placa que estava lá ilegalmente”, declarou. “Se o PSOL quer fazer uma homenagem para a Marielle, apresenta um projeto de lei, pede à prefeitura para, ao construir uma rua, uma praça, botar o nome, dar
homenagem a ela. Agora não pode cometer um ato ilegal como esse”, afirmou Flávio.

“O pessoal tem que entender que eu não estou entrando no mérito de se homenagem é justa ou se não é justa”, acrescentou.
Questionado sobre se o assassinato de Marielle foi um atentado político, o candidato a senador declarou que “a dor da família dela é a mesma dor de todo mundo que tem um ente que morre”.

“E eu, por pouco, não passei por uma dor como essa ao perder meu pai, vítima de um atentado”, concluiu, em referência à facada que seu pai levou durante ato de campanha no dia 6 do mês passado, durante ato de campanha em Juiz de Fora.
(MG). O deputado estadual Marcelo Freixo, candidato a deputado federal pelo PSOL, afirmou já ter levado o caso à polícia.

(Foto – Divulgação)

Bolsonaro, um candidato sem propostas?

Com o título “A pior resposta”, eis artigo de Ricardo Alcântara, escritor e publicitário. Ele aborda a figura do candidato sem propostas, Jair Bolsonaro. Confira:

A pergunta é: por que um ente tão frágil como Jair Bolsonaro amalgama o entusiasmo de tanta gente? Há os ingênuos, que não acreditam, apesar de parecer evidente para muitos, nos desvios de caráter do candidato. A eles, só restará decepção, tardia talvez. Falemos dos outros, os mais perigosos, que simplesmente não veem mal algum nisso e, sim, até concordam: são também eleitores que têm do mundo uma visão conservadora e autoritária ou, numa hipótese mais condescendente e plausível, votam nele apesar disso tudo porque consideram haver um motivo mais relevante para escolher o capitão.

Eu disse “motivo”? Não. Não é bem um motivo. É uma decisão emocional! Emoções que emergem em meio a uma sensação aguda e generalizada de desordem – no mais das vezes associada a problemas de segurança, o descrédito nas lideranças e, nos mais pobres, também os péssimos serviços e a falta de perspectivas: o medo e, pelo incômodo de sua permanência, o ódio.

Repare bem: eleitores do Bolsonaro nada dizem sobre suas propostas, se é que as tem, para saúde, educação, emprego, meio ambiente. Todas as mensagens que dominam a consideração de seus eleitores estão relacionadas com aquelas emoções: a insegurança, a revolta e o preconceito. Nessa relação líder voto há de tudo, menos esclarecimento. Jair Bolsonaro é o homem-bomba da antidemocracia vigente no País e, na ausência de quem lhes aponte uma perspectiva compreensível de superação…que se exploda: não se vota nele tanto pelo que possa construir, mas por sua presumida capacidade de desconstrução.

O candidato atua por três décadas como político profissional sem nada de relevante em seus mandatos, mas amálgama um sentimento mal esclarecido de indignação contra a ineficácia efetiva da representação formal da classe política. Bolsonaro é uma resposta. Seria ótimo, se não fosse a pior resposta: o candidato é despreparado e tosco, não está tão isento aos desvios de conduta quanto aparenta e representa uma ameaça real aos meios democráticos pelos quais pretende chegar ao poder. Se chegar lá, não culpem os eleitores: quem o trouxe até aqui foram os seus colegas do ramo próspero da política.

Chegou a conta, meu patrão!

*Ricardo Alcântara

fortaleza.ricardo@gmail.com

Escritor e publicitário.

Setor de transporte interestadual terrestre registra retração

O setor de transporte interestadual terrestre deve fechar o ano com uma retração de passageiros na ordem de 10 a 12 por cento.

A estimativa é feita por Carlos Magalhães, diretor-executivo da Expresso Guanabara, uma das poderosas do setor no País. Ele economiza nas explicação: reflexo da queda no poder aquisitivo da população.

(Foto – Youtube)

MPF pede nova condenação de Lula

O Ministério Público Federal apresentou, nesta tarde de quinta-feira (4), as alegações finais da ação penal envolvendo o Instituto Lula e um apartamento em São Bernardo do Campo (SP). Os procuradores da Força-Tarefa da Operação Lava Jato estão pedindo a condenação de Lula, seu advogado Roberto Teixeira, do ex-ministro Antonio Palocci, de Marcelo Odebrecht e de outras quatro pessoas envolvidas, informa Bruna Narcizo. A informação é da Folha de S.Paulo.

O MPF também pede que seja decretado o perdimento do apartamento 121, vizinho ao dúplex onde Lula mora em São Bernardo, e o pagamento de R$ 75 milhões –valor correspondente ao total da porcentagem da propina paga pelo Grupo Odebrecht, segundo as investigações.

Entre os pedidos, também está a desconsideração do acordo de delação do ex-executivo da Odebrecht Paulo Ricardo Baqueiro de Melo com o MPF “de modo a que lhe sejam aplicadas todas as sanções legalmente previstas”.

(Foto – Agência Brasil)

TSE confirma registro de candidatura de Dilma Rousseff ao Senado

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu hoje (4), por unanimidade, confirmar o registro de candidatura da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), que disputa, nas eleições deste ano, uma das duas vagas ao Senado por Minas Gerais. Ela figura como líder nas pesquisas de intenção de voto. O registro de Dilma já havia sido aprovado pelo Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais (TRE-MG), embora por placar apertado: 4×3. A candidatura foi alvo de ao menos dez contestações.

No TSE, prevaleceu o entendimento do relator, ministro Luís Roberto Barroso. Ele destacou que, em 2016, ao confirmar o impeachment de Dilma, o Senado decidiu fatiar as sanções decorrentes da medida e, em votação separada, afastou a perda de direitos políticos da ex-presidente, mantendo-a apta a disputar novas eleições.

Argumentação

“A Justiça Eleitoral não tem competência para analisar se a decisão proferida pelo Senado está correta ou equivocada”, afirmou Barroso. “Se alguém pudesse, e isso é discutível, repassar essa decisão seria o Supremo Tribunal Federal e não o Tribunal Superior Eleitoral”, acrescentou.

Ele foi acompanhado pelos ministros Edson Fachin, Admar Gonzaga, Jorge Mussi, Tarcísio Vieira, Og Fernandes e pela presidente do TSE, ministra Rosa Weber.

Ela destacou ser ela mesma relatora de um mandado de segurança em que o fatiamento das sanções do impeachment é questionado no STF, mas que o tema ainda está “sem solução”, motivo pelo qual não poderia ser agora questionado na Justiça Eleitoral.

(Agência Brasil)

Para tentar vencer no primeiro turno, Bolsonaro fará acenos ao Nordeste

Num esforço para liquidar a disputa no primeiro turno, Jair Bolsonaro (PSL) vai usar seus pronunciamentos nas redes sociais para falar diretamente aos eleitores do Nordeste, reduto do lulismo. A informação é da Painel, da Folha de S.Paulo desta quinta-feira.

Aliados do deputado dizem que as pesquisas subdimensionam a inserção dele na região, pois haveria o chamado “voto envergonhado”. Bolsonaro vai tentar trazer esse apoio à tona e diminuir sua rejeição. Segundo o último Datafolha, 56% dos nordestinos dizem não votar nele de jeito nenhum.

Além do aceno virtual, apoiadores planejam carreatas na região. Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) diz que o pai tem tido “audiência de TV aberta” na internet.

Candidato ao Senado pelo PSL, Flávio diz que não descarta que o pai receba o apoio formal de outros presidenciáveis, como Alvaro Dias (Podemos), até domingo (7), dia da votação.

Segundo ele, Dias é um “homem correto, que pensa no país e é anti-PT“. Hoje, o candidato do Podemos marca 2% nas pesquisas de intenção de votos.

Candidatos a deputado que apoiam Bolsonaro foram orientados a gravar mensagem com apelo a eleitores de centro pelo voto útil. “Você que é eleitor do PSDB, do MDB, do Novo ou do Podemos com certeza não quer o PT de volta ao poder”, diz o filme para as redes.

(Foto – Agência Brasil)

A Eleição que ninguém vê

Com o título “A eleição que ninguém vê”, eis artigo do jornalista Henrique Araújo, do O POVO. Ele destaca a força das redes sociais nesta campanha presidencial. Confira:

A 72 horas da votação, uma corrente invisível se intensifica. Em tempo real, ela é costurada entre iguais e oxigenada por meio de aplicativos de conversas instantâneas, sobretudo o WhatsApp. Diretor do Datafolha, Mauro Paulino escreveu na última terça-feira, no jornal Folha de S. de Paulo: “A maioria dos brasileiros tem conta em algum desses serviços de comunicação e considera como um dos mais importantes fatores para a decisão do voto algo que esse tipo de veículo facilita: a conversa com familiares, amigos e colegas”.

Para ilustrar o resultado da pesquisa, liderada por Jair Bolsonaro (PSL) com 32% ante 21% de Fernando Haddad (PT), Paulino acrescentou: “A taxa dos que pretendem votar em Bolsonaro e que compartilham conteúdo político pelo WhatsApp é o dobro da verificada entre os eleitores de Fernando Haddad (40% contra 22%, respectivamente”.

Isso não é trivial. Na verdade, é o grande “pulo do gato” desta eleição presidencial em relação a todas as anteriores. Nela, a propaganda política na TV não foi eficaz para deter o líder nas pesquisas de intenção de voto.

Tampouco as alianças robustas com que garantiram tempo – o candidato mais bem colocado tem poucos segundos no horário gratuito e apenas uma sigla aliada.

Há duas campanhas eleitorais: uma feita nos meios tradicionais seguindo moldes igualmente conhecidos na qual se empregam os recursos disponibilizados pelos fundos previstos legalmente e que utilizam as estruturas comumente utilizadas numa batalha publicitária.

E outra, subterrânea, cujo fluxo subjaz às discussões e aos debates televisivos e que obedece a um tráfego intenso e caótico de transmissão de mensagens políticas, grande parte delas fraudulenta ou no mínimo inconsistente, capaz de fluir abaixo do radar dos grandes instrumentos de checagem que integram os veículos de imprensa hoje.

O primeiro tipo de campanha é regido por uma lógica que orienta todas as disputas presidenciais desde a redemocratização. Ele implica necessariamente estrutura partidária, recursos e apoios, tudo isso calcado em pesquisa qualitativa e estudos dirigidos a grupos sociais e econômicos particulares.

O ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin (PSDB), por exemplo, apostou nesse modelo, respeitando-o do início ao fim. No Ibope de ontem, o tucano aparece com 7% de intenção de votos, já praticamente fora da disputa.

O segundo tipo é mais volátil. Baseia-se na difusão de informações cujo ritmo frenético estimula o compartilhamento automático de conteúdo e a produção de sentimentos mais que de consensos originados em informações confiáveis.

No segundo turno das eleições, essas duas estruturas vão medir forças. Mais que a queda de braço ideológica entre esquerda e extrema-direita, o que se verá em campo é uma contenda envolvendo dois modos radicalmente antípodas de se fazer campanha.

A depender do resultado, será possível dizer se a televisão já não tem a importância que tinha numa eleição. Ou se, para vencer, ainda é crucial estabelecer um arco muito grande de alianças e somas astronômicas de recursos.

O pleito de 2018 pode ser um ponto fora da curva, mas pode ser também o início de um novo jeito de se escolher representantes. Se melhor ou pior, veremos a partir do dia 7 de outubro.

*Henrique Araújo

henriquearaujo@opovo.com.br

Jornalista do O POVO.

Propaganda eleitoral gratuita chega ao fim nesta sexta-feira

Termina nesta quinta-feira (4) a propaganda eleitoral gratuita em rádio e televisão do primeiro turno das eleições 2018, com a exibição de programas de candidatos a presidente da República e deputado federal. Foram 35 dias de propaganda eleitoral gratuita.

Ainda segundo o calendário eleitoral, hoje (4) também é o último dia para propaganda política em reuniões públicas, promoção de comícios e uso de aparelhagem de sonorização fixa, entre 8 horas e meia noite.

Os debates no rádio e na televisão também só podem ocorrer até essa data, mas as transmissões que começarem na quinta à noite, por exemplo, podem se estender até as 7 horas da manhã do dia seguinte (5).

Jair Bolsonaro diz que autor de facada merece cascudo e 18 anos de prisão

O candidato a presidente do PSL, Jair Bolsonaro, disse que o autor da facada que o atingiu, Adélio Bispo Filho, merecia um ‘cascudo’ e pena de 18 anos de prisão. A fala se deu quando ele foi perguntado sobre o tema durante entrevista a Radio Jornal, de Pernambuco.

“Se o senhor encontrar aquele cabra que lhe deu uma facada, o senhor daria um cascudo nele?”, perguntou o entrevistador. “Ele merece, ele, no mínimo 18 anos de cadeia que está previsto em lei”, respondeu.

Bolsonaro fez críticas a seu principal adversário, o petista Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo e segundo colocado nas pesquisas. Ele disse que Haddad não conseguiu se reeleger prefeito e perdeu no primeiro turno para João Doria (PSDB).

“Esse homem [Haddad] agora está a serviço de uma pessoa que tinha tudo para ser um grande presidente, um homem que ia deixar marcado na história, que foi o Lula, mas resolveu enveredar por outro caminho. Eu lamento o Lula estar nessa situação preso,
mas ele está colhendo o que plantou.”

*Confira mais na Folha aqui.

Medo do desemprego diminui, diz pesquisa da CNI

O Índice de Medo do Desemprego caiu 2,2 pontos percentuais em setembro na comparação com junho e ficou em 65,7 pontos. O indicador, que é 2 pontos inferior ao de setembro de 2017, está muito acima da média histórica, de 49,7 pontos. A informação é da pesquisa trimestral divulgada hoje (4) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O indicador varia de zero a 100 pontos. Quanto maior o índice, maior o medo do desemprego.

A maior queda foi no Sudeste – o índice caiu 5,8 pontos entre junho e setembro e reverteu o aumento de 4,8 pontos registrado entre março e junho. Mesmo assim, o medo do desemprego no Sudeste, que atingiu 64 pontos, é o segundo maior do país. Os moradores do Nordeste são os que têm mais medo do desemprego. Naquela região, o índice alcançou 73,1 pontos em setembro, valor que é 1 ponto menor que o de junho.

No Sul, o medo do desemprego aumentou para 62,7 pontos em setembro e está 0,8 ponto acima do registrado em junho. Com isso, o medo do desemprego na região está acima do verificado no Norte/Centro-Oeste, onde o índice subiu 2,3 pontos entre junho e setembro e alcançou 60,9 pontos.

Satisfação com a vida

O levantamento também mostra que o Índice de Satisfação com a Vida subiu para 65,9 pontos em setembro e está 1,1 ponto acima do verificado em junho. Mesmo assim, o indicador continua abaixo da média histórica de 69,7 pontos.

O indicador varia de zero a 100 pontos. Quanto menor o indicador, menor é a satisfação com a vida. Esta edição da pesquisa ouviu 2 mil pessoas em 126 municípios entre 22 e 24 de setembro.

(Agência Brasil)

Duelo virtual – %elenão ganha do #elesim no Twitter

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O #elenão venceu, e de muito, o #elesim na guerra por repercussão no twitter.

Um levantamento feito pela consultoria Levels Inteligência identificou 390.773 menções à “hashtag” anti-Jair Bolsonaro, candidato a presidente da República pelo PSL, no sábado e no domingo.

O número foi bem superior às 304.564 citações a #elesim verificadas no mesmo período.

(Foto – Ilustrativa)

Por causa do Enem, governo adia horário de verão para 18 de novembro

A um mês das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o governo federal adiou o início do horário de verão para o dia 18 de novembro. O texto com a decisão será publicado no Diário Oficial da União. A data final para o horário de verão foi mantida para o terceiro domingo de fevereiro de 2019.

Nas redes sociais, o ministro da Educação, Rossieli Soares da Silva, comemorou a mudança. “Candidatos terão mais tranquilidade para fazer as provas! Caso o horário de verão iniciasse no primeiro dia de provas do Enem, como estava previsto, muito provavelmente acarretaria prejuízos aos participantes.”

O pedido para mudar o início do horário de verão foi encaminhado pelo Ministério da Educação à Presidência da República. As provas do Enem estão marcadas para os dias 4 e 11 de novembro em todo o país. A previsão é de que 5,5 milhões de estudantes participem.

Locais

No início do horário de verão, os relógios devem ser adiantados em uma hora. O horário é adotado nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Espírito Santo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Paraná, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e o Distrito Federal.

Normalmente, a mudança de horário ocorre em outubro, mas no final do ano passado, o presidente Michel Temer assinou decreto adiando o início para novembro. Também houve uma discussão em torno da mudança de datas em decorrência do período eleitoral – o primeiro turno é no próximo domingo, 7, e o segundo dia 28.

(Agência Brasil)

Enem 2018 – Inep deve divulgar locais das provas no dia 22 de outubro

O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais (Inep) divulgará nas próximas semanas os locais de prova do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). A previsão é que isso seja feito no próximo dia 22. Os candidatos poderão acessá-lo pela Página do Participante.

Após verificarem os locais onde farão a prova, a recomendação do Inep é que os estudantes conheçam previamente o caminho que será percorrido nos dias do Enem antes da data do exame, para se familiarizarem com a rota, evitando imprevistos no dia.

Na reta final para o exame, que será aplicado nos dias 4 e 11 de novembro, o Inep informa que os estudantes devem ficar atentos e acompanhar as divulgações do instituto, seja pelo site oficial, seja pelo Facebook ou Instagram.

Estudantes

Neste ano, 5,5 milhões de estudantes em todo o país farão o Enem, o que significa imprimir 11 milhões de cadernos de questões. Na semana passada o Inep começou a enviar as provas para as 27 unidades da federação, até então, elas estavam armazenadas em um batalhão do Exército Brasileiro do estado de São Paulo.

A operação envolve Ministério da Educação (MEC), Ministério da Defesa, Inep e a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT).

As provas seguem para pontos de armazenagem no interior do país. Só no dia das provas, 4 e 11 de novembro, as provas serão enviadas para os 1.725 municípios de aplicação, sempre com escolta policial e rastreamento via satélite.

Dicas

Desde a semana passada está disponível a Cartilha da Redação, em versão em PDF, para ouvintes, e em vídeo em Língua Brasileiras de Sinais (Libras), para surdos e deficientes auditivos.

A Cartilha detalha todas as competências avaliadas e explica quais critérios serão utilizados nas correções dos textos. Nela estão também redações que obtiveram pontuação máxima no Enem 2017, com comentários.

Segundo o Inep, a ideia é apresentar exemplos positivos que contemplaram todos os critérios máximos de correção pelos diferentes corretores.

Na página do Inep é possível ainda acessar todas as edições anteriores do Enem e os respectivos gabaritos. Está disponível também uma página com respostas às dúvidas mais frequentes sobre o Enem.

(Agência Brasil)

Ciro vai subir o tom contra Bolsonaro e Haddad e se apresentar como terceira via no debate da Globo

O candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, gravou novos vídeos nessa quarta-feira (3). Ele reafirma discurso contra o ódio e a polarização, se apresenta como terceira via e diz que ganha de Bolsonaro no segundo turno.

A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo, adiantando que o mote será abordado em todas as propagandas até domingo (7).

Já no debate da Globo, nesta quinta-feira (4), Ciro deve subir ainda mais o tom contra os rivais. Vai criticar a ausência de Bolsonaro (PSL) no encontro e dizer que votar em Haddad (PT) embute o risco de “andar para trás”.

(Foto – Reprodução de TV)

The Economist: Brasil a caminho de uma crise financeira única

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Depois de chamar o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, de risco à democracia, a edição desta semana da revista inglesa “The Economist” volta a tratar da situação nacional. Segundo o semanário, o país está a caminho de um tipo único de crise financeira.

“Falhas crônicas de governança significam que o país travará uma batalha contra si mesmo”, diz o texto.

“O problema do Brasil é que as finanças do governo estão em um caminho perigoso. A dívida pública aumentou de 60% para 84% do PIB em apenas quatro anos”, segue o semanário.

A revista diz que o ponto crítico acontecerá em agosto de 2019.

É quando o orçamento de 2020 será apresentado e, se a reforma previdenciária não estiver em vigor, será necessário um grande aperto nos gastos públicos.

Prevê um cenário sombrio se nada for feito. “À medida que os poupadores brasileiros anteciparem a inflação e o caos econômico que resultarão da crescente dívida pública, eles tentarão escapar dela”, afirma a “Economist”.

(Veja)

Clóvis Beviláqua – Restos mortais do jurista virão para o Ceará

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A Academia Cearense de Direito conseguiu o traslado dos restos mortais do jurista Clóvis Beviláqua, do Rio de Janeiro para o Ceará. O apoio veio do presidente do Tribunal de Justiça do Ceará, desembargador Gladyson Pontes. As questões burocráticas e legais começaram a ser tratadas com esse objetivo.

Segundo o presidente da Academia, Roberto Victor, que esteve com dona Vitória, única filha viva do jurista,, o desejo é que Viçosa do Ceará, terra natal dele, receba os restos mortais. Clóvis deve ser sepultado junto da esposa, dona Amélia Beviláqua. A Secretaria da Cultura do Estado entrou no circuito para dar o suporte financeiro.

Victor faz questão de destacar que esse traslado era desejo de Clóvis que, em vida, sempre dizia que um diria retornaria para casa. Ele diz que a ideia é do historiador e jurista José Luís Araújo Lira, professor da Universidade Vale do Acaraú (UVA), em Sobral.

Há um esforço para que o traslado ocorra no dia 8 de dezembro próximo, que é o Dia da Justiça. Clóvis Beviláqua foi o autor do Código Civil Brasileiro, que perdurou de 1916 a 2003.

Bradesco vai continuar administrando a folha de servidores do Ceará

O Bradesco adquiriu novamente o direito de administrar a folha de pagamento dos 163 mil servidores estaduais, aposentados e pensionistas, além da carteira de fornecedores do Governo do Ceará. O aditivo, cujo valor a ser pago pela empresa ao Estado é de R$ 454 milhões, tem vigência de cinco anos e deve ser assinado nos próximos dias.

A instituição financeira foi a única concorrente na licitação, que, geralmente, é disputada por bancos públicos e privados. Apesar de apenas um participante no certame, o Governo do Ceará chegou a se reunir, em julho deste ano, com dirigentes do Santander, em São Paulo, e com representantes da Caixa Econômica Federal, em Brasília. As negociações visavam à sensibilização das instituições para participarem dos processos licitatórios e à melhora do valor de venda.

O secretário da Fazenda do Estado, João Marcos Maia, comemorou o aditivo. “Foi muito positivo. As regras de portabilidade mudaram e isso gera incerteza no mercado. Diante disto, vender a folha neste preço foi bem positivo”. Segundo o secretário, a carteira totaliza 96 mil servidores ativos e 67 mil inativos.

No histórico do Bradesco, em 2005, quando comprou o extinto Banco do Estado do Ceará (BEC), está registrada a compra de R$ 65 milhões pelo direito de administrar as contas do funcionalismo do Estado por cinco anos. De lá para cá, a instituição permanece na gestão das carteiras.

A última licitação havia sido realizada no governo Cid Gomes (2007 a 2014). O valor pago pelo banco ao Estado, à época, foi de R$ 390 milhões.

Com a manutenção da conta dos servidores, o segundo maior banco privado do País garante o direito de movimentar, mensalmente, mais de R$ 800 milhões da folha do funcionalismo estadual. Além disso, a instituição gere as carteiras de crédito industrial, comercial, rural e imobiliária, de servidores e de inadimplentes do Estado desde a compra do BEC.

Já em relação à administração da conta do Tesouro do Ceará, hoje sob gestão da Caixa Econômica Federal, haverá nova licitação até o fim deste ano. O valor do aditivo ainda não foi definido, pois o edital ainda está “em processo de elaboração”, conforme informações da Secretaria da Fazenda do Estado.

(O POO – Colaborou Bruna Damasceno)

Batalha entre eleitores de Ciro e Haddad: quem vai enfrentar Bolsonaro?

Após a última pesquisa do Datafolha, que mostrou crescimento inconteste de Jair Bolsonaro (PSL), a grande batalha das redes sociais passou a ser entre eleitores de Ciro Gomes (PDT) e Fernando Haddad (PT).

O objetivo dos seguidores do pedetista é dissuadir os petistas a trocar de voto. Argumentam que Ciro é o único capaz de derrotar Bolsonaro no segundo turno.

Principalmente porque ele não é alvo do sentimento anti-PT, combustível que move a candidatura de Bolsonaro.

No Twitter, existe até uma hashtag sobre o assunto, #RenunciaHaddad.

De fato, segundo a última simulação do Datafolha, Ciro vence com 46% das intenções de voto, contra 42% de Bolsonaro.

Já Haddad perderia. O petista tem 42%, e Bolsonaro, 44%.

(Veja Online)