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Categorias para Brasil

Bolsonaro quer indicar filho para embaixador nos EUA

O presidente Jair Bolsonaro afirmou ontem que decidiu convidar um de seus filhos, o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), para assumir a Embaixada do Brasil nos Estados Unidos. A decisão, segundo o presidente, depende apenas do “sim” de Eduardo, que estuda a possibilidade de ter que renunciar ao mandato parlamentar para assumir a função de embaixador.

“Imagina o filho do Macri (Maurício Macri, presidente da Argentina) aqui (no Brasil) como embaixador da Argentina. Teria tratamento diferenciado”, declarou Bolsonaro aos jornalistas em entrevista coletiva.

Segundo Bolsonaro, “não é fácil a decisão para Eduardo eventualmente ter que deixar o mandato para assumir a Embaixada dos EUA”. O presidente afirmou que ainda não está claro se ele realmente seria obrigado a deixar a função que ocupa no Congresso, mas disse que, se confirmado, isso seria um “complicador”.

Eduardo afirmou que aceitaria o cargo de embaixador em Washington caso seu pai o escolhesse. “Eu aceitaria qualquer missão que o presidente Bolsonaro me der e tentarei desempenhar da melhor maneira possível”, afirmou. O deputado, porém, disse que não houve convite formal.

O cargo de embaixador em Washington está vago desde junho, quando o diplomata Sérgio Amaral deixou o posto. Desde que seu pai foi eleito, Eduardo tem atuado como uma espécie de embaixador informal do governo. Acompanhou o pai nas viagens e chegou a substituir o ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, em reunião com o presidente americano, Donald Trump, na Casa Branca.

Ao lado do presidente, em transmissão ao vivo feita pelo Facebook, Ernesto Araújo afirmou ontem que Eduardo Bolsonaro é um “excelente nome” para o posto de embaixador do Brasil em Washington. “Tem um papo aí que o Eduardo Bolsonaro pode ser indicado para ser embaixador nos EUA, é isso mesmo?”, pergunta o presidente, virando para o ministro. “É um excelente nome, presidente. Seria ótimo”, responde Araújo, provocando risadas em todas que participam da transmissão.

Em outro evento, mais cedo, o presidente recebeu cerca de 80 deputados da Frente Parlamentar Evangélica do Congresso Nacional. Segundo relatos de quem participou do encontro, os parlamentares agradeceram ao presidente pelo compromisso firmado na quarta-feira (10) por ele de indicar um ministro “terrivelmente evangélico” para uma das vagas que serão abertas para o Supremo Tribunal Federal (STF).

(Agência Estado)

Câmara aprova emenda que suaviza as regras de aposentadoria para policiais

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Os deputados federais aprovaram, na madrugada desta sexta-feira, por 467 votos a 15, uma emenda que altera a reforma da Previdência. O objetivo foi garantir regras de aposentadoria mais suaves para uma série de carreiras policiais. Houve ainda uma abstenção. A informação é do Portal G1.

O PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, garantiu apoio à emenda que cria uma regra alternativa com idades mínimas menores para os integrantes dessas categorias. São favorecidos pela emenda policiais da: Polícia Federal; Polícia Rodoviária Federal; Polícia Ferroviária Federal; Polícias legislativas (Senado e Câmara); e Polícia Civil do Distrito Federal. Os agentes penitenciários e socioeducativos federais também são beneficiados.

A emenda aprovada não trata dos policiais dos estados (policiais militares, civis e bombeiros dos estados), uma vez que os servidores dos estados e municípios foram excluídos da reforma.

Mudança

A mudança prevê que a idade mínima para essas categorias passa a ser de 53 anos para policiais homens e 52 para mulheres, desde que o cidadão cumpra um período adicional de contribuição correspondente ao tempo que, na data de entrada em vigor da nova Previdência, faltará para atingir os tempos de contribuição da lei complementar de 1985 (pedágio de 100%).

Nesta lei os tempos de contribuição são:

30 anos de contribuição, com pelo menos 20 anos no exercício do cargo de natureza policial, para homens;
25 anos de contribuição, com pelo menos 15 anos no exercício do cargo de natureza policial, para mulheres.
As regras beneficiam, principalmente, os policiais que estão próximos de conquistar a aposentadoria.

Expocrato terá show de Raimundo Fagner

O cantor Raimundo Fagner é a mais nova atração do Festival Expocrato, que será aberto neste sábado e se estenderá até o próximo dia 21. Foi o que divulgou, nesta quinta-feira, a organização do evento que ocupará o Parque de Exposições da cidade do Crato (Região do Cariri). Ele fará show no dia 19 de julho

Natural de Fortaleza, mas com registro de Orós, Fagner ganhou em 2018 título de Cidadão cratense, honraria merecida para este que canta a história do nordestino com tanta propriedade. Ainda em 2018, o artista realizou a abertura do Festival Expocrato abrindo o evento com quase três horas de show, emocionando os presentes ao cantar “O Último Pau de Arara”, hino do Cariri.

Prestes a completar 70 anos, e com mais de 40 anos de carreira, Fagner retorna para o Festival Expocrato com um repertório repleto de grandes sucessos, como os eternos clássicos “Deslizes”, “Retrovisor”, “Espumas ao Vento”, “Mucuripe” e “Borbulhas de Amor”. Promessa de muita emoção.

Na mesma noite ainda se apresentam as coleguinhas Simone & Simaria, Saia Rodada, Aldair Playboy, Maninho e banda, Luan Rocha e Antônio Marcos.

(Foto – Divulgação)

Presidente eleito da Fiec participa de evento com ministro das Minas e Energia

O presidente eleito da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), Ricardo Cavalcante, participou, nesta quinta-feira, em Brasília, no auditório do Ministério das Minas e Energia, do encontro “Diálogos com o Setor Mineral”.

Durante o evento, que contou com a presença do ministro Bento Albuquerque, foram discutidos temas como panorama do setor mineral, história da Agência Nacional de Mineração, desafios e entregas previstas pelo MME na da atual gestão.

Bento Albuquerque  ainda teve a oportunidade de ouvir de Ricardo Cavalcante, que também preside o Sindminerais, explanações sobre o segmento no Ceará.

(Foto – Divulgação)

Amigos e admiradores se despedem de Paulo Henrique Amorim

Familiares e amigos se despedem do jornalista Paulo Henrique Amorim, corpo é velado na Associação Brasileira de Imprensa (ABI), no centro do Rio.

O corpo do jornalista Paulo Henrique Amorim foi velado entre a manhã e a tarde de hoje (11) na sede da Associação Brasileira de Imprensa, no centro do Rio de Janeiro. Familiares, amigos e admiradores prestaram homenagens ao jornalista que trabalhava desde 2003 na TV Record e morreu ontem (10), aos 77 anos, vítima de um infarto.

O sepultamento está marcado para as 17 horas, no Cemitério da Penitência, na zona portuária do Rio de Janeiro.

Irmã de Paulo Henrique Amorim, a professora universitária Marília Amorim lembra que o irmão mais velho tinha uma forma de cuidado que sempre se preocupava em contribuir com sua formação profissional e intelectual.

“Ele sempre me protegeu num sentido muito diferente. Era uma proteção que não me dava refresco. Era uma proteção para me colocar indo à luta”, lembra Marília, que afirma que, por sua coragem, Paulo Henrique é uma “perda imensa” para o jornalismo brasileiro. “Era uma pessoa muito dedicada ao jornalismo”.

O presidente recém eleito da ABI, Paulo Jerônimo, contou que ofereceu a sede da associação à família pela importância que o jornalista teve ao longo de sua trajetória. “Foi um brilhante jornalista, respeitado por toda a classe. Estamos orgulhosos de prestar essa homenagem”, disse Paulo Jerônimo, que também chegou a conviver com Paulo Henrique Amorim. “Ele era um cara muito engraçado, com tiradas impressionantes”.

O cineasta Luiz Carlos Barreto contou que ainda no início de sua vida profissional, como repórter da Revista Cruzeiro, fez uma amizade com Paulo Henrique Amorim que durou até sua morte. Barretão, como também é conhecido, elogiou a firmeza do amigo em suas convicções e na defesa da democracia.

“Às vezes, nessa sua fé no jornalismo livre e independente, cometia alguns excessos, mas isso faz parte da paixão. E ele era um apaixonado pela democracia verdadeira”, disse o cineasta. “Era, sobretudo, um espírito livre, e como tal, sempre muito polêmico”.

Versatilidade

Com uma atuação que foi do jornalismo impresso ao televisivo, chegando também à internet, o profissional também foi homenageado por sua versatilidade. Paulo Henrique Amorim atuou como correspondente internacional em Nova York nas revistas Realidade e Veja. Na televisão, passou pela extinta Manchete, pela Globo, Bandeirantes, TV Cultura e Record, onde apresentou o programa Domingo Espetacular por 14 anos.

A atuação de Paulo Henrique Amorim no site Conversa Afiada reuniu milhares de seguidores, que acompanhavam suas postagens também nas redes sociais. Entre esses internautas estava a contadora e professora Fátima Leão, de 64 anos, que foi ao velório homenagear o jornalista mesmo sem tê-lo conhecido pessoalmente.

“Acompanhava ele no Twitter e no canal dele e a gente estava sempre interagindo nas lives. Era uma pessoa incrível que estava na luta contra esse estado de coisas desde os anos 60”, elogia ela, que de tanto interagir com o perfil dele no Twitter, passou a ser seguida pelo jornalista. “Ele me deu a honra de me seguir. Todos os dias eu entrava lá e via o que ele estava falando logo cedo”.

(Agência Brasil)

Bruno Covas pede a expulsão de Aécio como estratégia para aprender a dizer adeus ao ninho tucano?

Quem acompanha de perto o prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), acredita que o ultimato cobrando a expulsão do deputado federal Aécio Neves do partido é a justificativa perfeita para sua própria saída.

A informação e´da Coluna Radar, da Veja Online.

De olho nas eleições do ano que vem, Bruno já estaria articulando essa estratégia caso não tenha espaço na legenda.

É um movimento calculado, mas por ora ele segue sendo o candidato do partido à reeleição.

(Foto – Charle Sholl, da Folhapress)

Centrais sindicais farão ato contra a reforma da Previdência em Fortaleza

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Nesta sexta-feira, a partir das 9 horas, entidades sindicais e partidos de esquerda realizarão um ato em frente ao prédio do INSS de Fortaleza contra a aprovação, em primeiro turno, da proposta de reforma da Previdência.

O grupo chamará a atenção da população para “uma proposta perversa” principalmente contra a classe trabalhadora.

Na mobilização, o Sindifort, a Intersindical, CUT, CTB, CSP Conlutas, Unidade Classista, Nova Central, CSB, UGT, Força Sindical e as Frentes Povo Sem Medo e Brasil Popular..

A presidente do Sindifort, Nascelia Silva, afirma que a luta contra a reforma da Previdência vai continuar. É hora de continuar unindo forças e mostrar nossa indignação nas ruas. Juntos, vamos pressionar os deputados e senadores que querem tirar a nossa aposentadoria!”, afirma.

(Foto – Divulgação)

Reforma da Previdência – Maia quer concluir votação em dois turnos até esta sexta-feira

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse hoje (11) que espera concluir a votação em dois turnos da proposta de emenda à Constituição (PEC 6/19) da reforma da Previdência até amanhã (12). O plenário retomará os trabalhos nesta quinta-feira para votar os destaques ao texto-base.

Ao chegar à Casa, Maia afirmou que vai trabalhar para concluir a etapa de votação do primeiro turno na noite desta quinta-feira. “E vamos votar o segundo turno amanhã. Essa é a minha expectativa”.

Ontem (10) à noite, o plenário aprovou o texto original da reforma da Previdência por 379 votos a favor e 131 contra. Na sequência, os deputados rejeitaram um destaque que pretendia retirar os professores da reforma da Previdência. Por 265 a 184, com duas abstenções, os parlamentares decidiram manter as regras para os professores que constam no texto-base.

Maia continua a negociação com líderes partidários sobre destaques e emendas. Os destaques mais aguardados são o que aumenta a aposentadoria para as trabalhadoras da iniciativa privada e o que suaviza as regras de aposentadorias para policiais e agentes de segurança que servem à União.

O presidente da Câmara também disse não ter garantia de que um destaque do PDT, que diminui a idade mínima de aposentadoria dos professores da ativa para 52 para as mulheres e 55 anos para os homens será rejeitado pelo plenário. Segundo Maia, as propostas relacionadas a essa categoria são difíceis, mas destacou que, se for aprovado, o impacto fiscal ao longo dos dez anos não é tão elevado.

(Agência Brasil)

O bom empreendedor precisa se aprofundar sobre o antes e do depois do negócio

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Com o título “Empreendedorismo com conhecimento”, eis artigo de Ernesto Antunes, consultor de empresas. Para ser bom empreendedor, o articulista diz que é “preciso também se aprofundar sobre o antes e o depois do negócio”. Confira:

Nos anos de 1980 surge o empreendedorismo, devido à necessidade de dar maior expectativa de vida ao negócio, pois 70 % das empresas estavam fechando em aproximadamente três anos. Outra razão para o surgimento com mais força do empreendedorismo, foi a concorrência desenfreada, a implantação de alta tecnologia, mudanças ambientais constantes e as políticas governamentais.

Para o surgimento do empreendedor, é necessário que algumas necessidades sejam satisfeitas, como a aprovação dele como empreendedor, que ele seja reconhecido com esse perfil, que ele desempenhe seu trabalho com independência, que ele auto se desenvolva, que tenha segurança, e se auto-realize. Além disso. ele tem que ter alguns conhecimentos para ter sucesso como empreendedor, como aspectos técnicos sobre o negócio, conhecimento do mercado em que ele vai atuar, alguns cursos de formação complementar, ser dinâmico, e se manter sempre atualizado, afim de aproveitar as oportunidades e evitar alguns riscos futuros.

Também é primordial, algumas habilidades que o empreendedor deve possuir, como a facilidade de identificar boas oportunidades, resolver problemas, ter uma boa intuição, ser inovador e criativo, ter a capacidade de calcular corretamente riscos assumidos, ser objetivo, organizado, persistente ter espírito de liderança, ser bom negociador, ter boa comunicação, e ter uma visão global do negócio. Como um bom exemplo desse perfil do empreendedor, temos Constantino de Oliveira Júnior, da Gol, que com uma política de preços de passagens mais acessíveis, com o corte de regalias desnecessárias, conquistou uma fatia do mercado aéreo e incomodou empresas de maior porte.

Outro fator de extrema importância é enfocar o público alvo, com as suas preferências e costumes. É preciso também, se aprofundar sobre o antes e o depois do negócio, pois é fundamental um estudo detalhado sobre a viabilidade, como os riscos que ele pode correr, devido a políticas governamentais, mudanças climáticas, pois dependendo do tipo de negócio, pode haver prejuízo, e também deve-se estar atento às oportunidades.

*Ernesto Antunes,

Consultor de Empresas.

(Foto – Acervo pessoal)

Planos de Saúde – Procedimentos registraram R$ 1,57 bilhão em 2018

O número de procedimentos realizados por meio de planos de saúde totalizou 1,57 bilhão em 2018, ou seja, 4,1% a mais do que no ano anterior (1,51 bilhão). Os dados são do Mapa Assistencial da Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), divulgado hoje (11).

Os exames complementares responderam pela maioria dos procedimentos realizados por meio da saúde suplementar em 2018 e totalizaram 861,4 milhões, um aumento de 5,4% em relação a 2017. Em seguida, aparecem as consultas, responsáveis por 274,3 milhões de procedimentos (alta de 1,5%).

Entre os demais procedimentos, destacam-se outros atendimentos ambulatoriais, como consultas a psicólogos e fisioterapeutas, com 164,2 milhões (alta de 4,6%); terapias, com 93,4 milhões (aumento de 21%); e internações, com 8,1 milhões de ocorrências no ano (crescimento de 1,7%).

O número de procedimentos odontológicos (176,1 milhões) foi o único que registrou redução (-5,34%) em relação ao ano anterior.

“Com o aumento da incidência de doenças crônicas não transmissíveis, o envelhecimento da população e mudanças nos hábitos de vida, há uma necessidade de melhor acompanhar a condição de saúde dos beneficiários. Para que ações reestruturantes sejam implementadas é imprescindível o conhecimento epidemiológico e demográfico da população que utiliza plano de saúde”, ressalta o diretor de Normas e Habilitação dos Produtos, Rogério Scarabel.

Em relação ao número de consultas e internações por beneficiário, houve quedas em relação a 2017. Foram 5,8 consultas por beneficiário em 2018 contra 5,9 em 2017. Já internações foram 179 por cada mil beneficiários contra 180 por mil em 2017.

Os outros atendimentos ambulatoriais tiveram alta: foram 3,5 por beneficiário em 2018 ante 3,4 em 2017. As terapias por beneficiário também cresceram: 2 em 2018 contra 1,7 no ano anterior.

Entre as consultas, a clínica médica liderou as consultas em 2018, com 27,1 milhões de atendimentos, seguida por ginecologia e obstetrícia (19,7 milhões) e pediatria (16,7 milhões).

Entre os exames, o mais realizado foi radiografia (31,8 milhões), seguida por hemoglobina glicada (13,5 milhões), ressonância magnética (7,9 milhões) e tomografia computadorizada (7,4 milhões).

O Mapa Assistencial destaca o aumento dos gastos com procedimentos para diagnóstico e cuidado de doenças crônicas. O número de exames de hemoglobina glicada (usado para detecção de diabetes), por exemplo, cresceu 13% por ano de 2014 a 2018.

Também de 2014 a 2018, os exames Holter 24 Horas, usado no diagnóstico e acompanhamento de doenças circulatórias, cresceu 6% anualmente.

SERVIÇO

*A íntegra da publicação está disponível no site da ANS aqui.

(Agência Brasil)

MEC pretende implantar 108 escolas cívico-militares no País até 2023

O Ministério da Educação (MEC) pretende implementar 108 escolas cívico-militares até 2023. Essa é uma das ações previstas no Compromisso Nacional pela Educação Básica, documento apresentado hoje (11), em Brasília. Ele reúne ações que estão sendo planejadas para serem implementadas até o fim do atual governo.

Além das escolas militares, pretende-se dar celeridade à conclusão de mais de 4 mil creches até 2022; conectar 6,5 mil escolas rurais por meio de satélite em banda larga em todos os estados; e ofertar cursos de ensino a distância para melhorar a formação de professores, até 2020, entre outras ações.

O documento foi elaborado pelo MEC em conjunto com estados e municípios representados pelo Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) e a União Nacional dos Dirigentes Municipais de Educação (Undime). As ações são voltadas para a educação básica, período que compreende desde o ensino infantil até o ensino médio.

O plano de ação, segundo o ministro da Educação, Abraham Weintraub, visa dar mais protagonismo aos estados e municípios, seguindo o mote defendido pelo governo de menos Brasília e mais Brasil. “As ideias já existiam, precisava transformar a energia potencial em energia cinética”, disse. Segundo ele, o Brasil tem boas iniciativas e recursos que podem ser direcionados para melhorar a educação do país.

A intenção, de acordo com o MEC, é tornar o Brasil referência em educação na América Latina até 2030. “Nós, como brasileiros, em essência, somos tão bons quanto qualquer país no mundo”, disse o ministro.

Escolas cívico-militares

Um dos destaques do Compromisso Nacional pela Educação Básica é a implementação de escolas cívico-militares, pauta defendida desde a campanha do presidente Jair Bolsonaro.

Neste ano, o MEC passou a contar inclusive com uma Subsecretaria de Fomento às Escolas Cívico-Militares. A intenção é, de acordo com o plano apresentado nesta quinta-feira, implementar o modelo em 27 escolas, por ano, uma por unidade da federação. A medida, segundo o MEC, deve atender a 108 mil alunos.

Além das 27 novas escolas por ano, o MEC pretende fortalecer 28 escolas cívico-militares por ano, em conjunto com os demais entes federados, totalizando 112 escolas até 2023, atendendo a aproximadamente 112 mil estudantes.

(Agência Brasil)

Ciro programa maratona de encontros pela periferia de São Paulo

O ex-ministro Ciro Gomes fará uma verdadeira maratona de palestrar em São Paulo nos dias 13 a 15 deste mês. O objetivo é difundir suas ideias para maior eleitorado do País, informa a assessoria de imprensa do PDT.

A mobilização foi intitulada #MaratonaCiro12, com programação de encontros pela periferia da capital paulista, mais precisamente no Conjunto Habitacional Brigadeiro Faria Lima, localizado no bairro do Grajaú.

Carlos Lupi, presidente nacional pedetista, não cansa de avisar: Ciro é pré-candidato a presidente em 2022.

(Foto – Reprodução de TV)

José Serra: “As bodas do Real”

Com o título “As bodas do Real”, eis artigo de José Serra, senador do PSDB/SP, veiculado também no Estadão desta quinta-feira. “O plano fez a sua parte, há 25 anos; agora é necessário que façamos a nossa, a do Brasil real”, diz o tucano. Confira:

Na semana passada completamos o jubileu de prata da estabilidade de preços do Plano Real, deflagrada em 1.º de julho de 1994. O lançamento do programa se deu após nove tentativas de derrubarmos a superinflação e estabilizar a economia brasileira: 1979, 1981, 1983, 1985, 1986, 1987, 1989, 1990 e 1991. Todas elas frustradas por restrições externas, falhas de concepção, deficiências na implementação e resistências políticas. Naufragaram planos ortodoxos, como o de 1983; heterodoxos, como o Plano Cruzado; orto-heterodoxos, como é o caso dos Planos Collor. Hoje, duas décadas e meia pós-Real, mantém-se uma estabilidade razoável, embora persista outro desafio: a economia voltar a crescer de forma sustentada.

O conjunto de experiências no combate à superinflação teve um efeito contraditório. De um lado, trouxe lições sobre o que fazer (e não fazer) para que a próxima tentativa de estabilização da economia fosse bem-sucedida. Por outro, como ouvi na época do embaixador Rubens Ricupero, tais experiências acabaram criando no Brasil uma espécie de “síndrome de Elizabeth Taylor”, aquela atriz bonita que teve muitos casamentos, um atrás do outro. A cada anúncio matrimonial se criava a expectativa de que a nova tentativa dessa vez daria certo, apesar do ceticismo reinante. Algo parecido ocorria em relação aos planos de estabilização: depois de várias tentativas frustradas, era difícil evitar o pessimismo sobre as chances de sucesso de uma nova tentativa. Mas nem por isso morriam as esperanças de fazer algo que desse certo.

Reacender os ânimos e vencer essa síndrome foi um dos grandes méritos da gestão do então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso, que sofria pressões de todos os lados. A começar da sociedade, que, síndromes à parte, estava sequiosa por vencer a superinflação, que a martirizava havia pelo menos 15 anos. Outra fonte de desgaste vinha do nervosismo das forças políticas próximas ao governo da época, cujo futuro eleitoral dependia dos resultados da estabilização.

Mas a batalha foi finalmente vencida, aproveitando-se muito bem as lições das experiências anteriores. O Plano Real, vale lembrar, envolveu a coexistência de duas moedas, eliminou qualquer tipo de choque ou de surpresa, contrariando orientações de planos anteriores, e foi bem-sucedido sob a bênção de pelo menos quatro condições, duas endógenas e duas exógenas ao governo.

As endógenas foram a criação, logo no início, de um bom padrão de disciplina fiscal, inicialmente consubstanciado no Plano de Ação Imediata, o PAI, que, por sinal, veio a estabelecer um marco para o controle das finanças públicas no País, incluindo os Estados e municípios.

Outra condição favorável foi o acerto da nomeação do embaixador Rubens Ricupero para substituir o ministro Fernando Henrique, obrigado a se afastar do cargo para se candidatar a presidente. Ricupero manteve a equipe e o apoio do presidente Itamar Franco e da opinião pública ao plano, o que não era fácil, dadas as incertezas que cercavam a execução das medidas necessárias, a evolução da economia e as inquietações que envolviam toda a sociedade brasileira.

Outra condição bastante favorável foi a abertura comercial e financeira promovida durante o governo Collor. Embora merecesse reparos, essa abertura foi mantida e acabou criando condições favoráveis à estabilidade do Real numa primeira fase, seja pela possibilidade de importações massivas, seja pelo ágil afluxo de recursos financeiros externos, ambos fatores de curto prazo.

Na prática, o Plano Real eliminou uma nuvem de poeira quente que sufocava a vida do País e o impedia de enxergar os problemas e soluções. Ao longo dos anos permitiu aumentar o consumo básico de forma estável, incluído o de alimentos. De fato, o problema da alimentação passou a segundo plano: não há mais aquela carestia que tanto angustiava a nossa população. Participantes da vida pública sabem muito bem que a maior preocupação hoje no Brasil não é relativa ao consumo, mas sim ao emprego.

O Real facilitou, também, redistribuir renda, pois a superinflação castigava especialmente as grandes massas trabalhadoras mais desprotegidas, que não tinham como se defender eficazmente da corrosão salarial causada pela alta descontrolada dos preços. Ampliou ao mesmo tempo a previsibilidade na vida das pessoas. Estivessem ou não satisfeitas com seus padrões de vida, elas passaram a ter um conhecimento maior a respeito das condições para melhorá-los. Essa conquista do Real tem se mantido (em se tratando de economia, risco sempre há), paralelamente à conquista e consolidação da democracia.

O principal desafio do pós-Real ainda não foi resolvido: voltarmos a crescer de forma sustentada. O desemprego só será menor no contexto de uma atividade econômica dinâmica, investimentos, produção e exportações. Não há outra forma. Os juros em níveis elevados e a taxa de câmbio apreciada por muito tempo minaram o setor produtivo. Esses juros atraíram capitais externos, mas a formação bruta de capital fixo não reagiu a valer. Criou-se uma espécie de tendência estrutural à excessiva valorização do câmbio.

É preciso ter claro: o Plano Real fez a sua parte, há 25 anos; agora é necessário que façamos a nossa, a do Brasil real. O baixo crescimento ainda é o desafio não suplantado desde a conquista da estabilização monetária. Do ponto de vista prático, no âmbito do Congresso, há duas contribuições possíveis: colaborar para ampliar as condições da infraestrutura econômica do País – começando por energia e transportes – por intermédio do Orçamento; e em paralelo acertar as contas públicas nas três esferas de governo – passo fundamental, um dos elementos críticos faltantes para que o Plano Real se possa consolidar de vez.

*José Serra

Senador do PSDB de São Paulo.

Vendas do varejo registram queda de 0,1% de abril para maio, diz IBGE

O volume de vendas do comércio varejista no país teve um recuo de 0,1% na passagem de abril para maio. De março para abril, o setor já havia tido uma queda de 0,4%. Segundo dados da Pesquisa Mensal do Comércio (PMC), divulgada hoje (11), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o varejo também caiu 0,1% na média móvel trimestral.

Nos demais tipos de comparação temporal, no entanto, o comércio teve crescimento: 1% na comparação com maio de 2018, 0,7% no acumulado do ano e 1,3% no acumulado de 12 meses. Na passagem de abril para maio, a queda foi puxada por apenas duas das oito atividades do varejo pesquisadas: outros artigos de uso pessoal e doméstico (-1,4%) e combustíveis e lubrificantes (-0,8%).

Por outro lado, seis atividades tiveram crescimento e evitaram uma queda maior do setor no período: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,4%), tecidos, vestuário e calçados (1,7%), artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,9%), móveis e eletrodomésticos (0,6%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (2,2%) e livros, jornais, revistas e papelaria (0,4%).

Varejo ampliado

O varejo ampliado, que também leva em consideração os setores de materiais de construção e de venda de veículos e peças, teve alta de 0,2% no volume na passagem de abril para maio, apesar das quedas de 1,8% dos materiais de construção e de 2,1% dos veículos, motos e peças.

O varejo ampliado cresceu 0,5% na média móvel trimestral, 6,4% na comparação com maio de 2018, 3,3% no acumulado do ano e de 3,8% no acumulado de 12 meses.

A receita nominal do varejo cresceu 0,8% de abril para maio, 0,5% na média móvel trimestral, 5,8% na comparação com maio do ano passado, 5% no acumulado do ano e 5,3% no acumulado de 12 meses.

Já a receita do varejo ampliado cresceu 0,9% na passagem de abril para maio e na média móvel trimestral, 10% na comparação com maio de 2018, 6,7% no acumulado do ano e 7% no acumulado de 12 meses.

(Agência Brasil)

Inflação da terceira idade fica em 0,97% no segundo trimestre, diz FGV

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de pessoas com mais de 60 anos de idade, registrou inflação de 0,97% no segundo trimestre deste ano. A taxa é inferior ao 1,49% do primeiro trimestre do ano. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), em 12 meses, o IPC-3i acumula taxa de 4%.

Com este resultado, o IPC-3i acumulado em 12 meses ficou acima da taxa acumulada pelo Índice de Preços ao Consumidor Brasil (IPC-BR), que mede a variação da cesta de consumo de todas as faixas etárias e que foi 3,73%, no mesmo período.

Quatro das oito classes de despesa componentes do índice registraram queda em suas taxas de variação do primeiro para o segundo trimestre. O maior recuo veio do grupo alimentação, cuja taxa caiu de 3,49% para 0,02% no período.

Também contribuíram para a queda da taxa do IPC-3i os grupos: habitação (de 1,46% para 0,79%), comunicação (de 0,17% para 0,13%) e despesas diversas (de 0,69% para 0,68%).

Por outro lado, quatro grupos tiveram alta na taxa: saúde e cuidados pessoais (de 1,28% para 2,05%), transportes (de 0,14% para 0,77%), vestuário (de -0,32% para 2,09%) e educação, leitura e recreação (de 1,09% para 1,90%).

(Agência Brasil)

Fies – Pré-selecionados tem até esta sexta-feira para complementar inscrição

Os candidatos pré-selecionados no Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) têm até as 23h59min desta sexta-feira (12), para complementar a inscrição no site do programa na internet. Para garantir a vaga, o candidato deve prestar informações como nome do fiador, caso seja necessário, e o percentual de financiamento.

A relação com os pré-selecionados já está disponível no site do Fies. Ela foi divulgada na última terça-feira (9). Caso o candidato perca o prazo, as vagas ficarão disponíveis na lista de espera, para todos os candidatos não contemplados na primeira fase.

A lista serve para que esses estudantes tenham a oportunidade de preencher vagas que não forem ocupadas. Essa etapa ocorre de 15 de julho a 23 de agosto. Para a segunda edição do ano, 46,6 mil vagas foram ofertadas em 1.756 instituições de ensino privadas de todo país.

Com financiamento a juros zero, o Fies é voltado para estudantes com renda familiar mensal bruta por pessoa de até três salários mínimos.

Para concorrer ao financiamento, o candidato precisa ter feito qualquer uma das últimas dez edições do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), ter alcançado média igual ou superior a 450 pontos nas questões e não ter zerado a redação.

P-Fies

Saiu também o resultado para o Programa de Financiamento Estudantil (P-Fies). Diferentemente do Fies, no P-Fies os juros são variáveis e as condições são definidas pela instituição de ensino e pelo banco. Para participar, o estudante precisa ter renda familiar mensal bruta por pessoa até cinco salários mínimos.

Os aprovados no P-Fies devem comparecer à Comissão Permanente de Supervisão e Acompanhamento (CPSA) da instituição com a qual fechará o contrato para validar suas informações. O P-Fies é por chamada única, sem lista de espera.

(Agência Brasil)

Fortal 2019 – Skol vai estrear latinha decorada na micareta

A Skol, cerveja oficial do Fortal 2019, vai estrear latinhas decoradas especialmente para a micareta.

Com um layout inovador, a lata especial faz um convite para o folião curtir o Fortal com alegria e muita disposição para curtir os quatro dias de festa.

“Este é o nosso primeiro ano da Skol no Fortal. Vamos aproveitar para mostrar ao consumidor uma nova forma de viver a festa. Para começar em alto estilo, brindaremos os foliões com uma lata decorada exclusiva para o evento”, explica Mari Rech, gerente regional de Marketing da Ambev. A decoração especial virá nas latinhas da Skol Puro Malte e ficará como lembrança da festa”, destaca Rech.

As novas embalagens de 350ml e 269ml da Skol Puro Malte serão comercializada nos bares e por ambulantes autorizados da Cidade do Fortal e nos principais supermercado da cidade, especialmente os que ficam no entorno do evento.

DETALHE – O Fortal acontecerá de 24 a 28 de julho e é considerada a principal micareta fora de época do Brasil.

(Foto – Divulgação)

Equipe de Paulo Guedes vai aos prantos após aprovação da reforma da Previdência; Ele não chorou

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O ministro da Economia, Paulo Guedes, estava em uma reunião quando o resultado da votação na Câmara foi anunciado. Interromperam a conversa para avisá-lo. O ministro percorreu corredores parabenizando técnicos que trabalharam na proposta e estavam aos prantos, emocionados. Ele mesmo não chorou.

A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta quinta-feira.

No início do ano, Maia e Guedes estavam em sintonia. Nessa quarta (10), no discurso que fez antes de anunciar a aprovação da reforma, o presidente da Câmara mencionou diversos integrantes do governo e do Congresso, mas não citou o nome de Guedes.

(Foto – Agência Brasil)