Blog do Eliomar

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Temer fará primeira reunião ministerial

“O presidente em exercício Michel Temer convocou para as 9 horas de hoje (13) a primeira reunião ministerial para discutir as primeiras medidas do governo, que deverão ser anunciadas na próxima semana. O encontro será no Palácio do Planalto. Com o afastamento ontem (12) de Dilma Rousseff, Temer assumiu, por até 180 dias, o comando o país e já deu posse aos novos ministros.

De acordo com o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Romero Jucá, os projetos prevendo reajuste para o funcionalismo público e negociados com o governo anterior serão mantidos. “Vamos trabalhar pela aprovação desses projetos, porque pacto firmado tem de ser cumprido e governo tem de ter palavra.”

A proposta é trabalhar para reduzir o número de cargos de confiança, melhorar e qualificar as despesas do governo, destacou Jucá. “O gasto público tem de ser feito com responsabilidade. O dinheiro é pouco. Portanto, tem de ser bem aplicado em prol da melhoria da população.”

(Agência Brasil)

WikiLeaks diz que Temer foi informante dos EUA

foto michel temer

Em documentos divulgados na noite desta quinta-feira (12/5) no Twitter, o perfil oficial do Wikileaks afirma que o presidente interino do Brasil, Michel Temer (PMDB), foi informante da Embaixada dos Estados Unidos no Brasil.

WikiLeaks ✔ ‎@wikileaks
Brasil’s #Dilma ousted in parliamentary coup; new pres is US embassy informant Michel Temer https://wikileaks.org/plusd/cables/06SAOPAULO689_a.html … https://wikileaks.org/plusd/cables/06SAOPAULO30_a.html …
20: 54 – 12 maio 2016
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Segundo os documentos divulgados pela organização sueca, Michel Temer teria falado com a embaixada via telegrama e o conteúdo seria classificado como “sensível” e “para apenas uso oficial”. As transmissões dos arquivos teriam sido feitas no dia 11 de janeiro 2006 (quarta-feira), às 14h02min e no dia 21 de junho 2006 (quarta-feira), às 16h05min. Não há informações sobre o fuso horário da entrega.

Nos documentos divulgados, Temer passaria sua visão de como estava a situação política no Brasil na época. São opiniões sobre as eleições que ocorreriam em 2006, quando Lula foi reeleito.

Temer teria analisado cenários em que o partido dele (PMDB) poderia ganhar as eleições. Nos documentos, ele também teria falado sobre as diferenças entre Lula e Fernando Henrique Cardoso. Em uma das frases citadas no texto, Temer teria dito que “as classes C, D e E acreditam que Fernando Henrique roubou dos pobres e deu para os ricos. Já Lula roubou dos ricos para dar aos pobres”.

Os telegramas falam ainda sobre uma possível disputa entre um candidato do PMDB com Lula, caso não houvesse acordo entre os partidos. O nome de Anthony Garotinho teria sido cogitado neste momento, mas haveria uma resistência no PMDB. Germano Rigotto, na época governador do Rio Grande do Sul, e Nelson Jobim, ex-ministro da Defesa, também foram cogitados.

Em outro trecho do documento, Temer se negou a prever como ficaria a corrida eleitoral, mas afirmou que haveria segundo turno. Disse apenas que “qualquer coisa poderia acontecer”. Na ocasião, ele teria confirmado que o seu partido não apresentava candidatos à presidência e que o PMDB não seria aliado do PT e nem do PSDB, pelo menos até o segundo turno.

Temer teria dito que o PMDB elegeria, naquele ano, entre 10 e 15 governadores pelo país. O partido teria também as maiores bancadas no Senado e na Câmara dos Deputados. Sendo assim, o presidente que fosse eleito teria que se reportar ao PMDB para governar. “Quem quer que vença a eleição presidencial terá que vir até nós para fazer qualquer coisa”, teria dito o político.

(Com Metrópoles-DF)

Temer e um ministério com cheiro de mofo

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Da Coluna Política do O POVO desta sexta-feira, por Érico Firmo, sob o título “O passado como farol”:
O governo de Michel Temer (PMDB) tem a cara do que há de mais tradicional na política brasileira. Quem esperava ministério técnico e qualificado viu uma equipe de investigados na Lava Jato, gente já rodada em vários governos, filhos de políticos da velha guarda e caciques de partido.

Gilberto Kassab (PSD) assume a pasta que funde Comunicação e Ciência e Tecnologia, menos de um mês após deixar as Cidades no governo Dilma Rousseff (PT). Henrique Alves (PMDB) havia deixado o Turismo duas semanas antes do colega do PSD. Volta à função. Ora, em meio à paralisia geral do governo que foi interrompido ontem, que atributos mostraram que justifique a volta deles ao governo? Simples responder. Kassab comanda um partido importante. Alves é aliado estratégico de Temer. Acaba aí.

Não são os únicos recém-saídos do governo a retornar. Eliseu Padilha (PMDB), chefe da Casa Civil de Temer, deixou o governo Dilma há cinco meses. Helder Barbalho (PMDB) saiu do Ministério dos Portos há três semanas. Inclusive, articulou contra o impeachment, Um dos votos a favor de Dilma foi da mãe dele, Elcione Barbalho.

Sete dos “novos” ministros integraram as equipes de Dilma ou de Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Há ainda quatro ex-ministros de Fernando Henrique Cardoso (PSDB). As contas incluem um ministro — Eliseu Padilha — que foi da equipe de FHC e também de Dilma. Outro — Fernando Coelho Filho (PSB), das Minas e Energia — é filho de Fernando Bezerra (PSB-PE), ex-ministro de Dilma.

A cota dos filhos de político inclui Helder Barbalho — filho de Jáder Barbalho (PMDB-PA), cacique da velha guarda. E há Sarney Filho (PV-MA) no Meio Ambiente, ministro da mesma área no período de FHC, filho de José Sarney. A conta dos que retornam só não é maior porque o novo ministro da Agricultura, Blairo Maggi (PP-MT), não aceitou convite para o mesmo cargo no governo Dilma.

Com desafio tremendo, o governo Temer não traz novidade. Aposta nas receitas de sempre. Espera resultado diferente. Oremos.

Provocação

O mais impressionante na equipe de Temer é a presença de tantos investigados. Ao menos sete estão na Lava Jato. No atual contexto, o mínimo que se poderia exigir era ministros que não sejam investigados. Beira a provocação.

Confederação Brasileira de Futsal vende C.T de Iparana

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Da Coluna Vertical, do O POVO desta sexta-feira:

A Confederação Brasileira de Futebol de Salão (CBFS), com sede em Fortaleza, acaba de vender seu Centro de Treinamento, situado na praia de Iparana, em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza). O negócio foi fechado nesta semana com um grupo imobiliário de peso, que planeja construir um hotel no local já de olho nos negócios que surgirão como consequência da Companhia Siderúrgica do Pecém.

O valor da transação não foi divulgado pela entidade que se livra de um verdadeiro “elefante branco” e uma dívida acumulada de R$ 6 milhões. Sem contar que o espaço era pouco utilizado pela Seleção Brasileira de Futsal.O CT foi construído em 1999, ao preço de R$ 2 milhões, quando era presidente da CBFS o ex-deputado federal Aécio de Borba, por sinal afastado em 2014, sob acusação de nepotismo e balanços financeiros questionados.

Presídios – Lei do Bloqueio de Celular deve ser aplicada em junho no Ceará

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À revelia das empresas de telecomunicação, a Lei 15.984, sancionada com o objetivo de tornar obrigatório o bloqueio do sinal de telefonia móvel no perímetro dos presídios do Ceará, deve começar a ser aplicada até o fim de junho. O processo de regulamentação da legislação, que continua pendente, está em fase de conclusão. A previsão é que a minuta de decreto seja apresentada ao governador Camilo Santana (PT) ainda este mês. Após a aprovação e publicação, todas operadoras deverão interromper seus respectivos sinais na área das unidades prisionais, sob pena de multa.

Considerada polêmica desde o início, a legislação tem como pano de fundo o combate ao crime organizado, que é também chefiado de dentro das prisões cearenses. Em janeiro de 2015, o próprio governador afirmou, no lançamento do programa Pacto por um Ceará Pacífico, que “os grandes traficantes do Ceará estão presos, mas conseguem comandar o tráfico de dentro dos presídios”.

A aprovação do projeto de lei na Assembleia Legislativa teria motivado, inclusive, a ameaça registrada no mês passado, quando um veículo com 13 quilos de explosivos foi deixado nas proximidades do legislativo cearense, no bairro Dionísio Torres. Também em abril, três antenas de telecomunicação foram incendiadas na Grande Fortaleza.

Sem diálogo

A legislação levantou ainda a discussão de que o Estado estaria repassando às operadoras a função de efetuar os bloqueios, após tentativas de realizar a restrição por conta própria. Tanto que a elaboração da regulamentação, segundo o titular da Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus), Hélio Leitão, está ocorrendo sem a participação das operadoras, que discordam do papel que lhes coube.

“Segurança Pública é uma responsabilidade de todos, não só do Estado. E essas empresas, que estão entre as mais rentáveis do País, estão sendo chamadas a dar sua contribuição. Área de presidio é perímetro de segurança e, portanto, sujeita a restrições a bem da Segurança Pública”, disse.

O secretário informou ainda que o Governo do Estado chegou a pedir uma intervenção do Ministério das Comunicações, numa tentativa de abertura de diálogo com as empresas. Porém, não houve êxito. “A ideia era construirmos uma normatização em conjunto. Mas não houve diálogo. Encaramos isso como uma recusa e estamos elaborando a regulamentação por conta própria. Dentro de dois meses, a lei já estará sendo aplicada”, assegurou o secretário.

Procurado pelo O POVO, o Sindicato Nacional das Empresas de Telefonia e de Serviços Móvel Celular e Pessoal (SindiTeleBrasil) informou que as empresas deveriam responder individualmente sobre a medida. Por meio das assessorias de imprensa, as operadoras OI, Claro e Vivo informaram que não se manifestariam sobre o assunto. Não houve retorno da demanda encaminhada à Tim.

O que diz a lei

A lei 15.984 dispõe sobre a proibição às empresas de telefonia móvel de concessão de sinais em áreas destinadas às unidades prisionais do Ceará:

Art. 1º As empresas de telefonia móvel ficam proibidas de conceder sinal de radiofrequência em áreas destinadas às Unidades Prisionais do Ceará, de modo a impedir a comunicação por telefones móveis no interior destas.

Art. 2º A inobservância do dever estabelecido nesta Lei sujeita todas as operadoras individualmente à pena de multa diária de R$ 10.000,00 (dez mil reais) por estabelecimento prisional.

§ 1º A pena de multa será revertida ao Fundo de Defesa Social – FDS.
§ 2º À Secretaria da Justiça e Cidadania do Estado do Ceará caberá a fiscalização e cobrança do dever criado por esta Lei, observadas as competências da Procuradoria-Geral do Estado.

Saiba mais

À época da aprovação da lei na Assembleia Legislativa, o secretário das Relações Institucionais do Governo do Estado, Nelson Martins, afirmou que instalação de bloqueadores tem custo médio de R$ 2 milhões por presídio. Segundo ele, para o Estado, que dispõe de 15 unidades prisionais, o serviço custaria, no mínimo, R$ 24 milhões. Ele argumentou que, tecnicamente, é mais fácil para as operadoras bloquearem o sinal.

O secretário Hélio Leitão admitiu que os 28 episódios de atentados e ameaças registrados este ano podem estar relacionados ao que chamou de “instabilidade no sistema prisional”, derivada da superlotação e da aprovação da lei de bloqueio. Conforme O POVO vem noticiando, parte dos crimes foi ordenada de dentro dos presídios. Ele ressaltou que o Estado não irá recuar na legislação por conta de retaliações.

(O POVO)

Faculdade de Medicina da UFC comemora 68 anos

O primeiro curso de Medicina do Ceará está em festa. No dia 12 de maio de 1948, era então realizada a primeira aula da novidade que viria melhorar as condições de saúde do povo cearense. Exatos 68 anos depois, professores, alunos e ex-alunos da hoje Faculdade de Medicina (Famed) reuniram-se, nesta quinta-feira (12) em celebração ao aniversário desta que se tornou um dos cursos mais procurados do Brasil na área.

“Este curso é o berço dos grandes nomes da medicina cearense. Somos hoje indispensáveis no Sistema Único de Saúde (SUS) e somos ainda a única faculdade de medicina do País que participa de todos os programas do Ministério da Saúde”, defendeu o reitor Henry Campos, também professor da Faculdade de Medicina, durante cerimônia realizada no Auditório Paulo Marcelo.

Atualmente com 300 professores, a Faculdade possui cerca de dois mil alunos na graduação e pós-graduação. Ao longo destes 68 anos, mais de 100 turmas colaram grau, somando mais de oito mil médicos formados.

Para recuperar toda a história do Curso, foi criada, no fim do ano passado, a Comissão do Memorial da Faculdade de Medicina. De acordo com a coordenadora da comissão, professora Sílvia Bomfim, está sendo elaborado documentário contando toda a história do Famed, para ser apresentado quando se completarem 70 anos da unidade acadêmica.

Durante a cerimônia, foi ainda descerrada placa comemorativa àquela que é considerada a maior descoberta da Famed ao longo de seus 68 anos. O professor Manassés Fonteles, que descerrou a placa, foi responsável juntamente ao professor Aldo Lima pela descoberta dos hormônios chamados guanilinas, o que permitiu, entre outros, o tratamento de cólera e diversos tipos de diarreias.

As comemorações dos 68 anos da Famed seguem nesta sexta-feira (13) com exibição de filmes antigos da Faculdade no Auditório Paulo Marcelo e visitação itinerante a exposições no Campus do Porangabuçu.

(Com UFC)

Temer declara “absoluto respeito” a Dilma e lembra que liturgia do cargo deve prevalecer

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O presidente interino Michel Temer aproveitou seu primeiro pronunciamento, nesta quina-feira, para dar recados e principalmente lembrar que ninguém é dono do poder.

Referiu-se à presidente afastada Dilma Rousseff, quando fez questão de declarar seu “absoluto respeito” à petista, ressaltando que não comentaria motivos do seu afastamento. Reiterou que a liturgia do cargo sempre deve prevalecer, em busca da harmonia e do equilíbrio entre os brasileiros.

Temer aproveitou para lançar um lema a mais ao seu, que será ‘Ordem e progresso’:

“Não vamos falar em crise, vamos trabalhar!” Foi a frase que viu num posto de gasolina da avenida Castelo Branco (SP). Encerrou sua fala com um “amém!”

Unasul vê impeachment como precedente “perigoso”

“O secretário-geral da União das Nações Sul-Americanas (Unasul), Ernesto Samper, afirmou hoje (12) que o afastamento da presidenta afastada Dilma Roussef pode abrir um precedente “perigoso”. Segundo Samper, a atitude “compromete a governabilidade democrática da região em um caminho perigoso”.

“O que aconteceu no Brasil é que uma maioria política mudou o que a maioria dos cidadãos expressou, por eles mesmos, em claro favor de Rousseff”, informou o líder da Unasul sobre a reeleição de Dilma aRousseff em 2014.

Segundo ele, o impeachment é um tipo de “ruptura da ordem democrática”, que pode levar o Brasil a ser suspenso do bloco econômico, já que tem “caráter político”. Samper criticou ainda a postura dos parlamentares na Câmara dos Deputados, que “não deram espaço” para que a defesa de Dilma fosse realizada de maneira correta.

“Nesta nova fase, pedimos que o direito de defesa da presidenta Rousseff seja garantido”, disse Ernesto Samper ao comentar o novo processo que se desenvolverá no Senado e que pode afastá-la definitivamente do cargo.

Sobre o presidente interino do Brasil, Michel Temer, o presidente do bloco se recusou a fazer qualquer comentário por “não ser sua esfera comentar um governo interino”.

(Agência Brasil)

Michel Temer fala em reformas que exigirão a compreensão da sociedade brasileira

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Em seu primeiro pronunciamento, Michel Temer (PMDB) anunciou, nesta quinta-feira, reformas necessárias. A primeira delas, o Pacto Federativo, com respeito a Estados e Municípios. Adiantou que serão necessárias reformas “que não serão fáceis e que exigirão diálogo e compreensão da sociedade brasileira.” Para isso,  buscou uma base sólida no Congresso em busca de um trabalho em harmonia.

Prometeu luta contra a inflação e gerar empregos para o País, observando que o mundo está de olho no Brasil.

Sobre a Reforma da Previdência, disse que virá, pois tem como objetivo assegurar o pagamento das aposentadorias.

DETALHE – Temer se engasgou, em alguns momentos, em seu pronunciamento. Pediu água, pastilhas.

 

 

Michel Temer promete um governo de “salvação nacional” e manter programas sociais

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Em seu primeiro pronunciamento à Nação, o presidente interino Michel Temer (PMDB) anunciou, nesta quinta-feira, que “confiança” é a palavra-chave para tirar o País da “grave crise”.

Ele prometeu, após empossar seu ministério, um “governo de salvação nacional”, com um projeto que resgate a credibilidade nacional e internacional e que unifique e pacifique o País.

Prometeu buscar um governo com incentivo a parcerias público-privadas (PPs). Prometeu ainda  manter os programas sociais como o Bolsa Família, Prouni, Fies e Minha Casa Minha Vida com aprimoramento.

Michel Temer falou em reformas e garantiu que nenhuma delas vai alterar os direitos da classe trabalhadora, observando que sempre seguirá o que diz o “livrinho”, no caso a Constituição Federal.

Temer empossa ministério em ato concorrido

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O presidente interino Michel Temer (PMDB) está dando posse, neste fim de tarde de quinta-feira, em Brasília, ao seu ministério. O ato é dos mais concorridos, no Palácio do Planalto.

Com Temer, chegaram à cerimônia lideranças do PMDB, como o senador Eunício Oliveira, e o senador Aécio Neves.

De 32 ministérios, esse número caiu para 22 pastas.

  • Equipe ministerial aqui.

A equipe de governo de Temer

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O presidente interino Michel Temer assume oficialmente presidência da República nesta quinta-feira, já com seus ministros. Confira nomes já acertados:

Fazenda: Henrique Meirelles
Planejamento: Romero Jucá (PMDB)
Desenvolvimento, Indústria e Comércio: Marcos Pereira
Relações Exteriores (inclui comércio exterior): José Serra (PSDB)
Programa de Parcerias e Investimentos: Moreira Franco (PMDB) (secretario-executivo)
Casa Civil: Eliseu Padilha (PMDB)
Secretaria de Governo: Geddel Vieira Lima (PMDB)
Secretaria de Imprensa: Marcio Freitas (não é ministério)
Secretaria de Segurança Institucional (inclui Abin): Sérgio Etchegoyen
Educação: Mendonça Filho  (DEM)
Saúde: Ricardo Barros (PP)
Justiça e Cidadania: Alexandre de Moraes
Agricultura: Blairo Maggi (PP)
Trabalho: Ronaldo Nogueira (PTB)
Desenvolvimento Social e Agrário: Osmar Terra (PMDB)
Meio ambiente: Sarney Filho (PV)
Cidades: Bruno Araújo (PSDB)
Ciência e Tecnologia e Comunicações: Gilberto Kasssab (PSD)
Transportes: Maurício Quintella (PR)
Advocacia-Geral da União (AGU): Fabio Medina
Fiscalização, Transparência e Controle (ex-CGU): Fabiano Augusto Martins Silveira
Defesa: Raul Jungmann (PPS)
Turismo: Henrique Alves (PMDB)
Esporte: Leonardo Picciani (PMDB)
Minas e Energia: Fernando Coelho (PSB)
Integração Nacional
: Helder Barbalho (PMDB)

 

Eduardo Cardozo avisa: continuará como advogado de Dilma Rousseff

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“O ex-ministro da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, disse hoje (12) que vai continuar como advogado no processo de impeachment da presidenta afastada Dilma Rousseff. Ele deu a declaração no Palácio do Planalto após afastamento de Dilma do cargo.

“O Conselho de Ética da Presidência da República disse que tem uma quarentena, mas que na causa específica relativa ao impeachment da presidenta Dilma Rousseff não haveria nenhum conflito para que eu pudesse continuar, não só para não prejudicar a defesa, mas como também é uma situação em que eu já atuava como advogado dela. Houve uma liberação específica para esta causa: atuar no caso do impeachment”, afirmou Cardozo, que vai comandar uma equipe de advogados na defesa de Dilma.

De acordo com a regra, os ministros exonerados devem cumprir uma quarentena de 180 dias e eles não podem exercer outros empregos, porque são considerados pessoas com informações estratégicas para o país.

O Senado aprovou, no início da manhã, por 55 votos a favor e 22 contra, a admissibilidade do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Com isso, o processo será aberto no Senado e Dilma será afastada do cargo por até 180 dias, a partir da notificação. Os senadores votaram no painel eletrônico. Não houve abstenções. Estavam presentes 78 parlamentares, mas 77 votaram, já que o presidente da Casa, Renan Calheiros, optou por não votar.”

(Agência Brasil)

Federação das Indústrias do Rio divulga apoio ao Governo Temer

“Em nota divulgada no início da manhã de hoje (12), a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) manifestou apoio à decisão do Senado Federal de instauração do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff’, que considera “mais um exemplo da força da democracia brasileira”, e também ao novo governo.

A Firjan acredita que o diálogo, “há tanto tempo ausente do comando da nação”, estará de volta com Michel Temer. ”Agora terá início um novo governo. Um novo Brasil, que deve estar unido na busca pela superação da crise e da retomada do crescimento”, indica a entidade.

A expectativa da Firjan é que o Congresso Nacional seja convocado a dar sua contribuição para o futuro do país, por meio da aprovação de “reformas e projetos que recoloquem o Brasil no caminho do desenvolvimento econômico e social”. Nesse sentido, a nota destaca entre as reformas urgentes para a retomada do crescimento a “adoção de uma nova política fiscal, com a fixação de metas para a dívida pública, a reforma da Previdência, um amplo programa de venda de ativos públicos e a aprovação, pela Câmara dos Deputados, do projeto que altera as regras para a exploração do pré-sal”.

(Agência Brasil)

VAMOS NÓS – A Federação das Indústrias do Ceará (FIEC) ainda não divulgou nota de apoio ao Governo Temer. Precisa?

Joaquim Barbosa – Faltou consultar o povo sobre impeachment

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“O ministro aposentado do Supremo Tribunal Federal, Joaquim Barbosa, criticou hoje (12) a tramitação do processo de impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Para ele, as decisões sobre o afastamento foram tomadas sem levar a em consideração a opinião da população. “Como explicar ao mundo uma troca de comando tão espetacular? Nada sutil, apenas com a estampa de normalidade, como essa que está ocorrendo no dia de hoje. Como explicar ao mundo uma mudança tão brutal sem que ele, o maior interessado, o povo, tenha sido sequer cogitado como partícipe desse debate”, disse ao participar da Vtex Day, feira de comércio eletrônico no Parque Ibirapuera, zona sul da capital paulista.

Na início da manhã de hoje, o Senado aprovou a abertura de processo de destituição de Dilma e o afastamento da presidenta por até 180 dias. O vice, Michel Temer, assume o cargo neste período. Ao final do processo, Temer pode tomar posse definitivamente, caso os senadores confirmem o impedimento da presidenta.

“Não é estranho que o povo assista mais uma vez, como se deu no final do século 19, bestializado ao que os políticos estão a perpetrar no nosso país? Onde estão as vozes da população?”, questionou Joaquim Barbosa na palestra. A expressão faz referência ao artigo do jornalista Aristides Lobo sobre a proclamação da República. Na ocasião, o autor ressaltou que a revolução organizada por militares e membros da elite política que derrubou o imperador não teve participação popular. “O povo assistiu àquilo bestializado, atônito, surpreso, sem conhecer o que significava”, diz o texto publicado em 1889.

A ascensão do PMDB, em uma provável aliança com o PSDB, também foi alvo das críticas de Barbosa. “Estarão no comando do nosso país a partir de agora dois grupos bem especiais de operadores políticos”, disse em referência aos dois partidos. “O primeiro grupo, nestes 30 anos de vida democrática, jamais conseguiu eleger um presidente da República. Esse grupo terá agora a Presidência da República”, disse em referência ao partido de Temer.

“O segundo grupo de operadores políticos, no prazo constitucionalmente marcado para as próximas eleições [2018], iria completar 20 anos sem ganhar uma eleição, sem ter o gosto de uma vitória”, completou o raciocínio ao falar sobre o PSDB. “Como justificar essa anomalia? Por que os nossos acadêmicos, os nossos intelectuais e os nossos meios de comunicação têm evitado esse debate específico?”

Novas Eleições

Barbosa disse que é “radicalmente favorável” à convocação de novas eleições pra presidente. “Essa é a verdadeira solução. A solução que eliminaria toda essa anomalia, esse mal-estar com o qual nós seremos obrigados a conviver nos próximos dois anos e oito meses. Dar a palavra ao povo”, defendeu.

O ministro aposentado reconheceu, entretanto, que a medida tem empecilhos constitucionais. A única forma de ser aplicada, na visão de Barbosa, seria se Dilma tivesse renunciado e o vice tivesse feito o mesmo.

Dilma

Apesar das críticas ao processo e aos grupos políticos que devem assumir o poder, Barbosa também atribuiu parte da culpa pela instabilidade política à Dilma. “A presidente Dilma Rousseff não soube conduzir o país. Não soube exercer a liderança que se espera de um chefe de Estado dessa envergadura. Ela agiu como se governasse para o seu grupo político e para os seus aliados de ocasião. Ela não soube se comunicar com a nação. Ela fez péssimas escolhas e cometeu erros imperdoáveis”, disse.

Para o ministro aposentado, a presidenta não soube como lidar com a corrupção. “Eu não digo que a presidente compactuou abertamente com os segmentos corruptos existentes no seu governo, partido e base de apoio. Mas ela se omitiu, silenciou-se, foi ambígua. Não soube se distanciar do ambiente deletério que a cercava. Não soube exercer o comando e acabou engolida por essa gente”, analisou.

“Eu sei bem que a presidente da República que foi tirada do cargo no dia de hoje é extremamente impopular. Eu sei que há um sentimento generalizado pela sua saída. A minha preocupação é com os aspectos estruturais das nossas instituições”, ponderou.”

(Agência Brasil)

BNB – Crediamigo completa 18 anos com R$ 38,9 bilhões aplicados

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Marcos Holanda preside o banco na Era Temer.

O programa de microcrédito urbano do Banco do Nordeste, o Crediamigo, completou 18 anos em abril com mais de R$ 38,9 bilhões aplicados. Nesse período, foram contratados 25,7 milhões de empréstimos para microempreendedores formais e informais em todo o Nordeste e norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

O valor médio histórico por operações de crédito é de R$ 1.512,14. A maior parte das contratações é feita por mulheres: 67%.

O programa atingiu, em 2015, a marca de 2 milhões de clientes ativos e registrou R$ 8,1 bilhões em aplicações, distribuídos em 4,2 milhões de operações, com o valor médio de R$ 1.951,52. O montante foi 14,2% maior do que o volume do ano anterior. A quantidade de desembolsos cresceu 7,6%.

Em 2015, foram abertas mais de 520 mil contas correntes, sem cobrança de tarifa. O programa oferece financiamentos de R$ 100 a R$ 15 mil e a taxa de juros varia entre 1,20% a 2% ao mês, com prazo de pagamento de até 24 meses.

DETALHE – O Crediamigo é o maior programa de microcrédito produtivo orientado da América do Sul, com reconhecimento internacional pela atuação na promoção do desenvolvimento regional.

Governo Temer ganha apoio de entidade da área do turismo

A Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), que tem como vice-presidente o cearense Manuel Cardoso Linhares, hoje vice-presidente nacional da Associação Brasileira da Indústria de Hotéis (ABIH), divulga nota de apoio ao Governo Michel Temer. Confira:

NOTA DE APOIO AO NOVO GOVERNO

“A partir de hoje, 12/05, começa um novo ciclo na economia brasileira. O agora presidente, Michel Temer, e sua equipe de governo, assumem a liderança do País com a missão de estancar a que deve ser uma das mais graves crises já vividas. Sabemos que, para reverter a situação atual, o novo governo precisará de ações e projetos estratégicos de curto e médio prazos, além, é claro, do apoio dos diversos setores da economia para implementá-los.

É nesse sentido que a Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação (FBHA), entidade que representa mais de 940 mil empresas do setor em todo o País, torna público seu total apoio a essa nova fase que se inicia. Será por meio da união de todas as esferas – pública, empresarial e social – que teremos condições de ajustar as velas e retomar o rumo de crescimento novamente. É um momento intenso e delicado, mas com as condições ideias para tocar esse projeto, chamado Brasil. O primeiro passo foi dado em direção a novos ventos.

A FBHA e os empresários dos segmentos de hospedagem e alimentação esperam que Projetos de Lei importantes, que hoje tramitam na Câmara dos Deputados e no Senado Federal, sejam enfim aprovados, incentivando a atividade produtiva, melhorando o ambiente de negócios nacional e levando o setor produtivo a movimentar a economia, gerando empregos e renda. A regulamentação dos hotéis-cassinos, por exemplo, uma das proposições em tramitação no Legislativo, pode movimentar anualmente algo em torno de R$ 15 bilhões, além de gerar cerca de 400 mil novos postos de trabalho e renda.

Com um ambiente de negócios melhor, mais justo e juridicamente mais seguro, e a grande e inquestionável vocação do Brasil para o turismo, temos certeza de que poderemos contribuir sobremaneira para a reversão do quadro econômico atual”.

  • Federação Brasileira de Hospedagem e Alimentação – FBHA.

Operação Lava Jato – Marcos Valério, Delúbio e Ronan Pinto viram réus

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“O juiz Sergio Moro aceitou nesta quinta-feira a denúncia contra Delúbio Soares, ex-tesoureiro do PT, Marcos Valério, operador do Mensalão, e contra o empresário Ronan Maria Pinto, além de outras seis pessoas no processo da Lava-Jato.
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Agora, Delúbio Soares, Marcos Valério, Ronan Maria Pinto e os demais responderão uma ação penal na Justiça sob a acusação de lavagem de dinheiro.
A acusação de lavagem de dinheiro em relação a José Dirceu, José Bumlai, Milton Schahin e Salim Schahin foi arquivada. Os acusados têm mais de setenta anos, o que acarreta a redução pela metade do prazo prescricional — considerando 2004 como data do último fato delitivo.”

(Veja Online)