Blog do Eliomar

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Dívida ativa da União supera a arrecadação

“Em tempos de ajuste fiscal para equilibrar as contas do governo, o valor da dívida ativa da União impressiona. Calculada em R$ 1,58 trilhão em dezembro, ela supera a arrecadação de 2015, que foi R$ 1,274 trilhão, número atualizado pela inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). A recuperação desse montante é lenta. A diretora do Departamento de Gestão da Dívida Ativa da União da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional (Pgfn), Anelize Lenzi, estima que, por ano, somente 1% da dívida é resgatado pelas instâncias que a cobram.

Anelize explica que é um crédito demorado de receber. Segundo ela, um estudo de 2012 do Instituto Econômico de Pesquisa Aplicada (Ipea) indicou que um processo de execução fiscal leva, em média, nove anos. De acordo com a diretora, a Pgfn vem analisando os diferentes perfis da dívida e dos devedores, com objetivo de implementar ações que aumentem a eficiência da cobrança.

“Temos feito atividades de qualificação desse débito e do devedor. Temos um grupo de trabalho que está classificando o estoque da dívida. [O trabalho consiste em] olhar para aquelas inscrições em dívida ativa e ver quem é o devedor, que tipo de tributo estou cobrando, qual o vencimento, se é pessoa física ou jurídica”, enumera. Uma das ações integrantes do esforço de cobrança é o convênio com o Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), assinado no fim do ano passado, prevendo que imóveis de proprietários em débito sejam destinados à reforma agrária.

“A gente vem com aproximação com o Incra há alguns anos, mas só no fim de 2015 isso se concretizou em convênio. O Incra nos passou uma lista de imóveis que interessam para reforma agrária, pouco mais de 4 mil. Cruzamos com nossos dados e todos eram de devedores da Fazenda. Como não conseguimos fazer um trabalho em torno de tantos, filtramos até chegar a 16”, disse. De acordo com Anelize, são imóveis de grande porte. “São casos em que o Incra tem interesse na reforma agrária e a Fazenda tem interesse, porque resolve uma dívida muito grande”, esclarece.”

(Agência Brasil)

Missão da Bielorrússia visita Fortaleza

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O Embaixador da Bielorrussia no Brasil, Leonid Krupets, cumpre agenda em Fortaleza, nesta segunda-feira. Nesta manhã, ele tem encontro com a cúpula da Associação Comercial do Ceará (ACC), onde trata de negócios.

De lá, o embaixador almoçará com o governador Camilo Santana (PT), no Palácio da Abolição, e à tarde, será recebido pela direção da Federação das Indústrias do Ceará.

Com Leonid Krupets, está um grupo formado por 13 empresários da Bielorrussia – de vários segmentos, interessados em parcerias.

Base Nacional Curricular recebe sugestões

“A consulta pública para a Base Nacional Comum Curricular (BNCC) termina amanhã (15) e, de acordo com o Ministério da Educação (MEC), uma segunda versão do documento deverá ser concluída até o dia 15 de abril. As contribuições podem ser feitas no site da base, pela internet. Até o momento, o portal registra mais de 11,2 milhões de contribuições.

A Base Nacional Comum Curricular está prevista em lei, no Plano Nacional de Educação, e vai fixar conteúdos mínimos que os estudantes devem aprender a cada etapa da educação básica, da educação infantil ao ensino médio. A expectativa é de que o documento fique pronto até junho deste ano. A intenção é que os conteúdos definidos na base ocupem cerca de 60% da carga horária dos estudantes da educação básica. No restante do tempo, as redes de ensino poderão definir o que ofertar – desde conteúdos regionais e atividades extras à formação técnica, por exemplo.

O MEC divulgou na semana passada todos os relatórios analíticos dos dados das contribuições recebidas entre 26 de setembro e 15 de dezembro de 2015. Entre as contribuições que pediam a inclusão de novos objetivos de apredizagem, a maior parte delas foi feita para o ensino fundamental, 73,7%, e para a área de linguagens, 36,4%.

O documento inicial, que está disponível para consulta pública, foi elaborado por um grupo de especialistas, que incluíam professores tanto do ensino superior quanto do básico. Desde que foi divulgado, o documento recebeu diversas críticas, entre elas a de que é necessária maior clareza.”

(Agência Brasil)

Fortaleza tenta derrubar no STJD punição recebida na final contra Brasil de Pelotas

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O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) julgará, nesta segunda-feira, no Rio, um recurso impetrado pelo time do Fortaleza contra punição recebida por vandalismo após a partida contra o Brasil de Pelotas, final da Série C, na Arena Castelão. O Fortaleza pegou suspensão de duas partidas.

O presidente do clube, Jorge Mota, embarcou nesta madrugada de segunda-feira, para atuar como advogado do Fortaleza nesse recurso.

Jorge Mota embarcou feliz pela vitória do Leão no clássico-rei contra o Ceará, no Castelão apesar de uma arbitragem, segundo disse, com “erros grosseiros”.

O Fortaleza já se prepara também para estrear na Copa do Brasil. Será na quarta-feira, de acordo com Jorge Motra, pega o Imperatriz, no Maranhão.

Brasil é o último em ranking de 10 países em gastos com Infraestrutura

“Não chega a ser uma surpresa, mas pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI) retrata a precariedade dos investimentos em infraestrutura no país.
O Brasil ficou em último lugar num levantamento com dez países que considera o montante de recursos públicos destinado a obras de saneamento, transporte, energia e telecomunicações.

Por aqui, em 2014 (último dado disponível) o percentual do orçamento federal para investimentos nessas áreas ficou em apenas 1,47%. Empatados em primeiro lugar, Peru e Paraguai aplicaram 11% dos recursos públicos em infraestrutura, seguidos por Índia (8,32%) e Portugal (7,23%).

Mesmo em países com infraestrutura mais madura, como Estados Unidos e Reino Unido, os investimentos proporcionais são superiores, de 2,86% e 2,64%, respectivamente.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Senador José Pimentel diz que manifestações também bateram no PSDB de Aécio Neves

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O líder do Governo no Congresso Nacional, senador José Pimentel (PT), avaliou, nesta segunda-feira, como importantes e pacíficas as manifestações que se registraram nesse domingo, pelo País, contra o Governo Dilma Rousseff.

O senador não quis entrar no mérito das críticas ao governo federal. Preferiu lembrar que o PSDB de Aécio Neves também foi hostilizado e que as reformas exigidas precisarão do apoio da Câmara e do Senado, que têm seus presidentes com vários processos e responde no Supremo Tribunal Federal, além de 99 congressistas também responde processo no STF.

José Pimentel chegou a destacar que o País, apesar da oposição, está apresentando melhoras e retomada do crescimento em alguns setores. Citou a área do petróleo, a agricultura com maior produtividade e avisou: vem aí o Programa Minha Casa, Minha Vida III.

Pimentel aproveitou para informar também sobre o ato do próximo dia 18, em todo o País, em favor do governo de Dilma Rousseff. Deixou claro que não é para tentar superar as manifestações desse domingo, mas para expor o que a gestão vem fazendo, mesmo com dificuldades no plano político.

Ministro das Comunicações vê Congresso como maior obstáculo para busca de saída para o País

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O ministro das Comunicações, André Figueiredo, avaliou, nesta segunda-feira, as manifestações contra o Governo Dilma como”legítimas”. Ele disse, no entanto, que o conteúdo dos atos precisarão ser avaliados.

André só lamentou certa criminalização da classe política em meio às manifestações. Ele destacou ainda o clima pacífico e observou que cabe ao Governo adotar medidas que façam o Pais voltar ao crescimento.

O ministro descartou o impeachment da presidente Dilma Roussef, o que foi pedido nas manifestações, mas reconheceu: o Congresso, hoje, é um dos obstáculos para uma agenda positiva do governo. “Esperamos que o Congresso tenha sensibilidade para isso, mas reconheço que está difícil!, acentuou André Figueiredo, antes de retornar para Brasília.

Líder do Governo diz que predominou a “direitização” nas manifestações desse domingo

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[youtube]https://www.youtube.com/watch?v=2fgf11IruEk[/youtube]

O líder do Governo na Câmara dos Deputados, petista José Nobre Guimarães, disse, nesta segunda-feira, que as manifestações realizadas nesse domingo contra o Governo Dilma trouxeram um viés direitista.

“Houve uma tendência à direitização!”, afirmou o parlamentar, observando que esse detalhe precisa ser avaliado. Logo mais a partir das 9 horas, no Palácio do Planalto, o Conselho Político do Governo federal fará reunião nesse sentido.

José Guimarães destacou ainda que as manifestações foram pacíficas, dentro da legalidade democrática, mas também convocadas pelos grandes meios de comunicação do País. Para ele, os atos concentraram mais as classes média e alta.

O parlamentar reconheceu, no entanto, que as manifestações farão o governo reagir. Guimarães informou que Dilma deverá anunciar um pacote de medidas pela retomada do crescimento do País.

Guimarães informou que, na próxima sexta-feira, o PT puxará atos pelo Brasil em defesa do Governo Dilma Rousseff. Ele aproveitou para pedir que a grande mídia dê a mesma cobertura dada aos atos dese domingo contra o governo.

EM FORTALEZA – O ato em defesa do Governo Dilma ocorrerá na Capital cearense em forma de passeata. Haverá uma concentração às 9 horas, na Praça da Faculdade de Direito da UFC, tendo como destino final a Praça do Ferreira (Centro).

Mega-Sena fica acumulada

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 1799 da Mega-Sena. O sorteio foi realizado em São Paulo. O prêmio acumulou e pode pagar, segundo a Caixa Econômica Federal, R$ 21 milhões no próximo sorteio, na quarta (16).

Confira os números sorteados: 01-03-04-39-51-53.

A quina teve 39 apostas ganhadoras. Cada uma receberá 43.908,54. Na quadra, 3102 acertaram e cada um deles vai ganhar 788,63.

(Com Agências)

Manifestações – Planalto diz que a “liberdade de manifestação é própria da democracia”

“A Secretaria de Comunicação Social (Secom) da Presidência da República divulgou na noite de hoje (13) nota em que afirma que “a liberdade de manifestação é própria das democracias” e deve ser respeitada por todos.

“O caráter pacífico das manifestações ocorridas neste domingo demonstra a maturidade de um país que sabe conviver com opiniões divergentes e sabe garantir o respeito às suas leis e às instituições”, diz a nota da Secom.

O texto foi divulgado após reunião da presidenta Dilma Rousseff com os ministros da Casa Civil, Jaques Wagner, da Secretaria de Governo, Ricardo Berzoini, da Advocacia-Geral da União, José Eduardo Cardozo, e da Secretaria de Comunicação Social, Edinho Silva, no Palácio da Alvorada, para avaliar as manifestações contra o governo ocorridas este domingo (13) em vários estados do país.”

(Agência Brasil)

Tasso Jereissati: “O Governo acabou faz tempo!”

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Mesmo cercado por seguranças, Tasso não dispensou contato popular.

O senador Tasso Jereissati (PSDB) esteve na manifestação desta tarde de domingo, no aterro da Praia de Iracema, contra o Governo Dilma Rousseff. Ele reforçou o protesto contra a onda de corrupção e ficou impressionado com um dado: foi ovacionado pelos que ali estavam e ainda teve que posar para muitas fotos.

“O governo acabou faz tempo. Não tem a menor capacidade de fazer mais nada e que o país está a deriva”, disse Jereissati.

Questionado sobre uma possível aproximação entre o PSDB e o PMDB, Tasso afirmou que não se trata de uma aliança entre dois partidos, mas de todos “em busca de uma solução para frear a crise que assola o país”.

Além de Tasso, estavam no ato o deputado federal Raimundo Gomes de Matos, com o filho, o vereador Pero matos, e o deputado estadual Carlos Matos.

(Foto – Leitor do Blog)

Dilma avalia com ministros o impacto das manifestações

“A presidente Dilma Rousseff se reúne neste momento no Palácio da Alvorada com o ministro da Casa Civil, Jaques Wagner, e a cúpula de ministros de seu governo numa reunião de avaliação das manifestações deste domingo. O grupo já se encontra na residência oficial da presidente da República para fazer o balanço e definir a estratégia a ser adotada pelo governo.

Além de Wagner, participam do encontro o ministros Edinho Silva (Comunicação Social), Ricardo Berzoini (Secretaria de Governo), José Eduardo Cardozo (Advocacia-Geral da União) e Aldo Rebelo (Defesa). O governo estuda dar um posicionamento sobre as manifestações pró-impeachment da presidente Dilma ainda hoje, mas define neste momento se haverá pronunciamento ou nota oficial.

O governo já esperava uma manifestação de grande escala neste domingo, mas se surpreendeu com a quantidade de participantes. A ausência de confrontos nos atos, no entanto, foi motivo de alívio, segundo um ministro. No posicionamento oficial, Dilma deve destacar o direito às manifestações democráticas.

O temor do governo é que o protesto de hoje dê força ao processo de impeachment, que tem previsão de ser retomado ainda nesta semana. O recurso sobre o rito do processo de impedimento da presidente será julgado na quarta-feira, 16, pelo Supremo Tribunal Federal. A intenção de deputados e do presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), é dar seguimento ao impeachment no Congresso no dia seguinte ao do julgamento no STF.”

(Estadão Conteúdo)

Classe Média nas ruas é sinal de ruptura

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Com o título “Classe Média nas ruas é sinal de ruptura”, eis artigo do sociólogo Pedro Albuquerque, presidente da Fundação João Mangabeira do PSB do Ceará. Confira:

A classe média foi fundamental na luta contra a ditadura. Nas universidades estava a cara da classe média brasileira dos anos 60 e 70. E foi essa classe média que foi para as ruas em movimentos sociais crescentes.

No “Diretas Já”, foi a classe média que engrossou as multidões em todo o Brasil, entoando nosso hino e portando nossa bandeira, na luta que abriu o caminho para o fim da ditadura militar.

No Fora Collor, novamente foi a classe média que mostrou sua cara nas ruas do Brasil. E as cores que uniram o país foram, novamente, as da bandeira brasileira. Esse movimento foi tão amplo que juntou nas mesmas trincheiras o PT, o PSDB, o PMDB e a Rede Globo.

Foram a classe média e o operariado bem pago do ABC paulista que deram força política ao PT, e sustentaram seu discurso pela ética na política, pela democracia participativa, pela condução republicana do Estado, contra as injustiças sociais.

Hoje, o PT perdeu a classe média como força política de sustentação e as cores da bandeira brasileira como força simbólica. Perdeu porque enterrou a força moral de seu discurso. E é incapaz de oferecer saídas para a crise brasileira que o partido criou. Ao invés da bandeira verde, amarela azul e branca que unifica, imola-se na bandeira vermelha que nada tem a ver com comunismo, mas com reducionismo partidário, com corporativismo, com isolamento, com desistência de disputar politicamente a maioria da população, com militância não mais partidária, mas governista, não mais transformadora, mas conformista e conservadora, com intolerância e ódio aos adversários a quem sempre tratou como inimigos.

A classe média está novamente nas ruas, o que dá sinais claros de ruptura. E essa classe média nem é de esquerda nem de direita. Ideologicamente, a classe média que está nas ruas vai de avestruz a vaca. É, objetivamente, uma classe que se insurge contra um governo que levou o país a uma crise que ameaça seus interesses, suas aspirações, seus valores e sua visão de futuro.

Mas, a crise transcende a classe média. Ela não tem fronteira de classe. Pobres e ricos sentem-se, também, afetados, embora desigualmente. É uma crise de dimensão nacional. Daí a força simbólica da bandeira brasileira nas ruas.

É um movimento sem retorno que se confronta com um governo em fase terminal, que não mais governa, que não mais reúne força moral de liderar soluções para o país, um governo sem propostas, sem força congressual, que não constrói consenso, que não mais tem a força e a legitimidade da representação.

E a solução é política. E para que a crise não fuja do controle institucional, a solução tem que ser para já. E com lastro na Constituição.

* Pedro Albuquerque,

Sociólogo e presidente da Fundação João Mangabeira – PSB(Ceará).

STF discute novas alterações no rito do impeachment na quarta-feira

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai discutir, na próxima quarta-feira, novas alterações no rito do impeachment. Na sessão, os ministros deverão analisar primeiro recurso apresentado pela Câmara contra decisão de dezembro que anulou atos do processo contra a presidente Dilma Rousseff.

Após esse julgamento, o presidente da Corte, Ricardo Lewandowski, pautou uma ação de 1997, apresentada pelo então deputado federal Jaques Wagner (PT-BA), atual ministro da Casa Civil, que visa impedir que o Congresso possa abolir o atual sistema presidencialista de governo.

Na época, Wagner e outros parlamentares do PT acionaram o STF para barrar uma proposta de emenda à Constituição (PEC) proposta pelo também ex-deputado Eduardo Jorge (PT-SP) que instituía o parlamentarismo, sistema pelo qual o governo fica sob o comando do primeiro-ministro, líder de um partido majoritário na Câmara.

A figura do presidente continuaria existindo, mas exclusivamente para a função de chefe de Estado, de caráter mais formal e com menos poder nas decisões políticas.

O julgamento da ação pelo STF foi pedido pelo atual relator do caso, ministro Teori Zavascki, que já tem um voto pronto sobre o assunto desde agosto do ano passado. Segundo apurou o G1, o objetivo de colocar o assunto é debater saídas para a atual crise política.

Teori Zavascki é também relator dos processos originados da Operação Lava Jato, que investiga o esquema de corrupção na Petrobras, em trâmite no Supremo. Só na Corte, são 72 investigados, dos quais 38 são parlamentares.

Nos últimos dias, com o agravamento da crise política, o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), chegou a propor aos colegas a implantação de um regime semipresidencialista, pelo qual Dilma permaneceria como chefe de Estado, mas seria escolhido pelo Parlamento um novo chefe de governo.

Propostas semelhantes já foram tentadas várias vezes pelo Congresso, principalmente por alas do PSDB, mas não foram adiante. A proposta que é alvo da ação a ser julgada no STF já passou por análise na Comissão de Constituição e Justiça e numa Comissão Especial.

A PEC estava parada desde 2001, mas voltou a tramitar no início do ano passado para ser votada em plenário. Para ser promulgada, precisa de ser aprovada por 3/5 dos deputados e dos senadores em dois turnos de votação.

(Com Agências)

Presidente interino do PMDB cearense vê o impeachment no horizonte do Governo Dilma

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O vice-prefeito de Fortaleza, Gaudêncio Lucena, divulgou, nesta tarde de domingo, nota, na condição de presidente interino do PMDB estadual, a respeito das manifestações:

“A grandiosidade das manifestações em todo o Brasil, nesta tarde, selou em definitivo o impeachment da presidenta Dilma Rousseff. Fez-nos lembrar muito bem o ocorrido com o ex-presidente Fernando Collor, em 1992.

Deputados e senadores não ousarão marchar em direção oposta ao desejo do povo, com exceção dos petistas de carteirinha e alguns apoiadores, que sucumbirão juntos.

Manifestantes pró-Dilma já articulam ato do dia 18 em favor do governo

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“Manifestantes favoráveis à continuidade do governo da presidenta Dilma Rousseff se reuniram na tarde deste domingo (13) na Praça São Salvador, na zona sul do Rio de Janeiro. Na praça, foi realizada uma assembleia da Frente Brasil Popular, que reúne entidades dos movimentos sociais e partidos políticos como o PT e o PC do B.

O objetivo da assembleia era transmitir informes sobre a mobilização desta semana, que vai incluir uma passeata no centro do Rio de Janeiro na tarde do dia 18, na Praça XV, e um ato segunda-feira (14) em frente à sede do jornal O Globo.

Presidenta da 1ª Zonal do PT no Rio de Janeiro (zona sul e centro), Claudia Lecocq argumentou que defender o governo Dilma é defender a democracia. “Vamos para as ruas defender a Dilma, eleita democraticamente. Vamos defender nosso ex-presidente Lula que vem em 2018”, disse Claudia, que disse que é uma tradição entre os militantes do PT se reunir na praça em todo dia 13, que é o número do partido nas eleições.

Integrante do Fórum Nacional pela Democratização da Comunicação Orlando Guilhon convocou os manifestantes a participarem dos atos marcados e disse que os protestos serão “em defesa da cidadania e do estado democrático”. “Defendemos o respeito às eleições e ao estado democrático de direito. Se o governo não está sendo do jeito que se quer, vamos lutar para mudá-lo. Mas não se pode chegar ao ponto de a direita, apoiada pela mídia, interromper o processo democrático”.

(Agência Brasil)

José Guimarães promete: PT levará dia 18 mais gente às ruas para ato pró-Dilma Rousseff

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O líder do Governo na Câmara, José Nobre Guimarães, participou, nesta manhã de domingo, em Fortaleza, de uma caravana em solidariedade ao  Governo Lula e ao PT. Além dele, o senador José Pimentel e a deputada federal Luizianne Lins, conferiram o evento,

“É muito importante sermos solidários a Lula neste momento, pelo que ele representa para o povo brasileiro. Isso aqui é só o ‘esquenta’ para o dia 18. Se os manifestantes contra o governo vão botar hoje muita gente nas ruas, nós vamos botar o dobro no dia 18”, prometeu Guimarães.

Em Fortaleza, o ato do dia 18, uma passeata, vai se concentrar na praça da Praça da Faculdade de Direito da UFC e seguirá para o Centro. Atos do gênero ocorrerão em todo o País nessa mesma data.

Aécio elogia manifestações pacíficas

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O senador Aécio Neves, presidente nacional do PSDB, participou, neste domingo, da manifestação contra o Governo Dilma, na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte (MG). Em meio ao povo, ele deu rápida entrevista.

“Essa é a beleza da democracia. Em paz, em harmonia, as famílias vieram para as ruas dizer que o Brasil merece algo melhor e nós vamos buscar a saída para esse impasse através daquilo que a Constituição determina”, disse Aécio Neves.

(Fotos – Beto Barata/ObritoNews)

DETALHE – Aécio foi para o ato em São Paulo, onde se juntou com o governador Geraldo Alckmin, mas não foi bem recebido. Organizadores do protesto não deram vez para políticos na hora dos discursos.

Em São Bernardo do Campo, manifestação de apoio a Lula

“O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu manifestações de apoio, na manhã de hoje (13), em frente ao condomínio onde mora, na Avenida Prestes Maia, em São Bernardo do Campo, no ABC Paulista. Os apoiadores, entre eles membros do Partido dos Trabalhadores (PT), da Central Única dos Trabalhadores (CUT) e da União Jovem Socialista (UJS), começaram a se concentrar no local por volta das 9h30. A organização estima que cerca de 500 pessoas tenham participado do ato.

Ainda dentro do condomínio, Lula acenou com o neto nos braços enquanto o grupo cantava palavras de ordem. Por volta do meio-dia, o ex-presidente saiu para cumprimentar os manifestantes. A maioria das pessoas usava vermelho e muitos hasteavam bandeiras dos movimentos dos quais fazem parte e também bandeiras do Brasil. O movimento terminou por volta das 13h30min.

Nesta semana, o Ministério Público de São Paulo pediu a prisão preventiva do ex-presidente por lavagem de dinheiro e falsidade ideológica. Em nota, o Instituto Lula negou as acusações. A presidenta Dilma Rousseff disse, em pronunciamento, que o pedido não tem base legal.

Neste domingo, milhares de brasileiros saíram às ruas pedindo o impeachment de Dilma. Em Brasília, cerca de 100 mil pessoas estiveram na Esplanada dos Ministérios em protesto contra a corrupção.”

(Agência Brasil)

Marta Suplicy – “O Governo já acabou!”

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“Mas o governo já acabou”, afirma a senadora Marta Suplicy, que foi ministra da Cultura no primeiro mandato do Governo Dilma Rousseff. Candidata à prefeitura de São Paulo, Marta Suplicy acusa o governo de desmandos administrativos e incapacidade política para gerir o país.

Na convenção do PMDB, nesse sábado, em Brasília, Marta conversou com a reportagem do site Congresso em Foco. Ela disse ainda que a presidente “não dá conta” e defendeu o impeachment da petista.

* Confira a entrevista no Congresso em Foco aqui.

(Foto – Paulo MOska)