Blog do Eliomar

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Forças Armadas farão segurança do Enem 2016

“As Forças Armadas vão prestar novamente apoio logístico para a realização das provas do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O apoio para a Operação Enem 2016 foi solicitado pelo Ministério da Educação visando garantir a segurança no armazenamento das provas.

A participação das Forças Armadas foi oficializada com a publicação de portaria na edição de hoje (18) do Diário Oficial da União. Desde 2009, os ministérios da Educação e da Defesa trabalham em parceria para assegurar que os exames não cheguem a mãos indevidas ou sejam utilizados de forma criminosa.

As provas do Enem de 2016 serão aplicadas nos dias 5 e 6 de novembro. A nota do exame é usada na seleção para vagas em instituições públicas, por meio do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e bolsas na educação superior privada, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni).

O resultado do exame também é requisito para receber o benefício do Fundo de Financiamento Estudantil (Fies) e participar do Programa Ciência sem Fronteiras. Para pessoas maiores de 18 anos, o Enem pode ser usado como certificação do ensino médio.”

(Agência Brasil)

Morre jornalista Eliakim Araújo

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O jornalista Eliakim Araújo (75) morreu nesse domingo, nos Estados Unidos. A informação é do site do Estadão, adiantando que ele estava internado para o tratamento de um câncer no pâncreas. O jornalista realizava o tratamento de quimioterapia, mas não resistiu. A doença foi diagnosticada há um mês.

Ao lado da jornalista Leila Cordeiro, Eliakim formou o primeiro casal de apresentadores da televisão brasileira, ao comandar o Jornal da Globo, em 1983. O casal vivia nos Estados Unidos desde 1997.

Mercado financeiro estima que taxa básica de juros fique em 14,25% ao ano

“Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) esperam pela manutenção da taxa básica de juros, a Selic, em 14,25% ao ano, na reunião desta semana do Comitê de Política Monetária (Copom), que começa amanhã (19) e termina quarta-feira (20).

Mas até o final do ano, a expectativa é de redução da taxa básica. De acordo com as projeções, ao final de 2016 a Selic estará em 13,25% ao ano. Em 2017, a expectativa é de mais cortes na taxa Selic, que encerrá o período em 11% ao ano.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso gera reflexos nos preços, porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Já quando o Copom reduz os juros básicos, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, mas a medida alivia o controle sobre a inflação. Quando mantém a taxa, o Copom considera que ajustes anteriores foram suficientes para alcançar o objetivo de controlar a inflação.

Meta de inflação

O BC tem que encontrar equilíbrio ao tomar decisões sobre a taxa básica de juros, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. A meta de inflação é de 4,5%, com limite superior de 6,5% este ano e 6% em 2017.

A expectativa de redução na taxa Selic acompanha uma estimativa de inflação menor no próximo ano. Para 2017, as instituições financeiras projetam inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), abaixo do teto da meta, em 5,30%, mas ainda longe do centro do objetivo. A projeção anterior para o IPCA em 2017 era 5,40%. Para este ano, a estimativa para o IPCA foi mantida em 7,26%, portanto, acima do limite superior da meta.”

(Agência Brasil)

Cassação de Cunha deve virar bandeira eleitoral

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Eduardo Cunha virou trampolim para seus pares.

A cassação dele servirá como palanque eleitoral para, pelo menos, 28 deputados que concorrerão a prefeituras nessas eleições.

Os deputados votarão pela cassação de Cunha como estratégia para fortalecer o discurso de combate a corrupção e assim repercutir na mídia.

Curiosamente, os deputados Rodrigo Pacheco, Valtenir Pereira e Cabuçu Borges, que utilizarão da estratégia, também são do PMDB.

Pedro Parente descarta privatização da Petrobras

Brasília - O presidente da Bunge no Brasil, Pedro Parente, fala à imprensa após encontro com a presidenta Dilma Rousseff, no Palácio do Planalto

O presidente da Petrobras, Pedro Parente, disse à Folha de São Paulo, em entrevista nesta segunda-feira, que não haverá “dogmas” na venda de ativos da estatal e admitiu estudar o controle compartilhado com o setor privado de algumas subsidiárias, como a BR Distribuidora ou a Transpetro.

“Na hipótese de a gente abrir a maior parte do controle, é com cocontrole”, afirmou, lembrando que isso será feito obedecendo a três condições: maximizar o valor dos ativos, preservar a empresa verticalizada e manter os seus interesses estratégicos.

Dogma, para Parente, é apenas a privatização da estatal. “Não acho que a sociedade brasileira esteja madura para sequer discutir, isto sim é dogma, a privatização da Petrobras.”

Parente afirmou ainda à Folha que os diretores envolvidos no petrolão “foram escolhidos com a intencionalidade” de praticar crimes e apontou que uma das razões da crise da estatal foi “fazer deliberadamente a escolha desses desonestos para liderar a empresa”.

Nome apontado pelo presidente interino, Michel Temer, como um dos trunfos de seu governo para ganhar a confiança do mercado, Parente sorriu antes de responder se ficaria na empresa numa eventual volta de Dilma Rousseff. “Não sei. Não tenho a menor ideia”, afirmou à Folha.

Operação Olimpíadas provoca longas filas em alguns voos no aeroporto de Fortaleza

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Alguns voos registraram filas na hora do embarque, nesta madrugada de segunda-feira, no Aeroporto Internacional Pinto Martins. Foi consequência da Operação Olimpíadas que a Agência Nacional de Aviação Comercial (Anac) determinou para todos os aeroportos do País, dentro das ações de prevenção e segurança já com vistas as Olimpíadas do Rio de Janeiro.

Mesmo com filas, passageiros não reclamaram. A Anac determinou maior rigidez na revista dos passageiros e suas bagagens de mão. O pessoal do Raio X tinha a orientação para aumentar a cautela contra qualquer ato ou atitude suspeita. Os voos da rota Rio, bem como São Paulo e de Brasília, tiveram atenção especial.

Uma das exigências para os passageiros: equipamentos eletrônicos – como notebooks e relógios teria que estar fora da bagagem. Houve um caso de uma passageira que passou por revista minuciosa. Com ela, foi encontrado, no entanto, uma lanterninha que dá choques. Depois de conferido tudo, teve embarque autorizado. As regras, que já valiam para os voos internacionais, agora valem também para todos os voos nacionais.

A revista física vai ser intensificada. Se o passageiro quiser, em local reservado e na presença de uma testemunha. Depois de passar pelo raio-x, a bagagem poderá ser aberta para nova inspeção. O passageiro pode até se recusar a abrir a bagagem para o funcionário do raio-x, ou não querer passar por uma revista mais rigorosa. Mas, nesses casos, segundo a Anac, ele não poderá ter acesso à área de embarque.

A Infraero determinou também que sua equipe de fiscais do aeroporto estivesse atenta e  colaborasse tirando dúvidas de quem fosse embarcar. Nos voos da madrugada e no começo desta manhã de segunda-feira não houve atraso de voos por conta da Operação Olimpíadas, uma ação que visa principalmente uma prevenção contra o terrorismo.

Novo presidente da Câmara dos Deputados quer a volta da “antiga política”

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“Eleito presidente da Câmara na madrugada da última quinta-feira, Rodrigo Maia (DEM-RJ) defende que a Casa retorne agora à “antiga política” – no sentido de que fiquem claros os espaços e pautas da base e da oposição no debate público. Em entrevista ao O POVO, o sucessor de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pregou ainda “pacificação” da política e disse que uma reforma eleitoral é urgente no País.

“É importante que se volte a ser a antiga política. Se o governo sai e vai para a oposição, a oposição vira de lado e vai para o governo”, diz Maia, eleito em queda de braço com o chamado “Centrão”, grupo de partidos diversos e pautas definidas – algo próximo do que o deputado critica.

Falando da importância da votação de medidas que superem crise, o deputado destacou a importância do diálogo amplo com todas as bancadas. Sobre pautas polêmicas do Congresso, como direitos LGBT e o desarmamento, Maia promete cautela e muito debate. “Não sei se nesse momento essas serão as melhores agendas, quais vão ser as melhores agendas. Acho que a superação da crise econômica é um dos pilares fundamentais”, diz.

Pai do deputado, o ex-prefeito do Rio de Janeiro, César Maia (DEM), defende a fala do filho sobre a volta da antiga política. “Os partidos – enquanto tais – precisam ter protagonismo. E terminar com bancadas informais heterogêneas”, disse ao O POVO.

OPOVO – Você se elegeu com apoio de deputados de partidos da antiga base de Dilma Rousseff. Como foi essa negociação?
Rodrigo Maia – Primeiro organizei minha base, DEM, PSDB, PPS, PS. Depois caminhei nos votos individuais de amigos, pessoas que me conhecem e gostavam de mim. Tive muitos votos do PDT logo de cara, depois eles fecharam a questão no 2º turno. PCdoB fechou só com apoio de dois. Votam porque me conhecem, sabem que sou uma pessoa que cumpre acordos, que cumpre com a palavra, e também porque é importante que se volte a ser a antiga política. Se o governo sai e vai para a oposição, a oposição vira de lado e vai para o governo. Com clareza. E esse pessoal que agora está na oposição sabe que sempre teve diálogo, acordos conosco, e é isso que deu a eles certeza de que meu nome era o melhor nome entre os dois. Até porque eu tinha mais mandatos, mais experiência. No caso do PT, o apoio veio individualmente, de alguns deputados que me conhecem, de amigos.

OPOVO – Você assume com discurso de “pacificar” o País. Como isso será feito?
Rodrigo Maia – No diálogo, acho que o diálogo gera a capacidade de gerar pacificação. E é isso que a gente vai buscar, esse diálogo, que pode gerar discussão e aprovação de muitos processos com consenso, com cada um abrindo mão de um pouquinho do que acredita. O que precisa agora é pacificar, aprovar o que se precisa para superar a crise. Acho que essa é a base de todo nosso trabalho, é isso que deve ser buscado.

OPOVO – Sua posse ocorre em momento de muita insatisfação popular com a política e políticos. Como reverter isso?
Rodrigo Maia – Tendo a clareza da verdadeira situação da política e ter a humildade de se sentar em uma mesa e construir um consenso. É importante que a Câmara atue, construa e aprove as medidas necessárias, para que a sociedade possa olhar a Câmara, todo o Congresso, de um jeito diferente tanto no tema econômico quanto no tema político.

OPOVO – O que é urgente na pauta da Câmara?
Rodrigo Maia – Você vai precisar mudar o sistema eleitoral, você vai ter que mudar. Aí temos que ver qual o melhor modelo para o Brasil. Agora não vai ter mais financiamento privado, uma coisa que inclusive acho que não deve se mexer nisso, e pensar em uma cláusula de desempenho e fim das coligações proporcionais. Temos um problema para hoje. Acho que a construção de consenso, onde se abre mão pela negociação, é importante para avançar. Vamos mediar isso junto com o senador Renan Calheiros, com uma proposta inicial do Aécio Neves. Para mim é urgente, o sistema faliu, ou a gente entende isso ou estamos presos com algo muito ruim. Proposta do Aécio inclui o fim de coligação e cláusula de desempenho, o que vamos discutir. É o início de debate, para que quando chegue no plenário a gente discuta todas as opções.

OPOVO – Como o senhor irá tocar pautas polêmicas, como direitos LGBT, desarmamento e o projeto Escola Sem Partido?
Rodrigo Maia – Serão discutidas antes nos Colégios de Líderes, para construir uma agenda que gere consenso. Não sei se nesse momento essas serão as melhores agendas, quais vão ser as melhores agendas. Acho que a superação da crise econômica é um dos pilares fundamentais, ações que devemos focar com urgência. Sobre o Escola sem Partido, acho que nós do DEM temos bons quadros na educação, como a deputada Dorinha, e vamos conduzir esse debate. Espero que a gente tenha, no Colégio de Líderes, pessoas que conheçam os temas e representem as posições desses partidos. Buscar representantes e gerar consenso, em um momento delicado como esses, é fundamental.

OPOVO – Como fica o caso da cassação de Eduardo Cunha?
Rodrigo Maia – Vai entrar em pauta, certamente. Vamos conseguir uma semana onde fique garantida a presença adequada para votação de um processo de grande importância como esse.

Trajetória política

Formado em Economia, Rodrigo Maia é deputado federal pelo Rio de Janeiro há cinco legislaturas. Tentou se eleger prefeito do Rio em 2012, tendo Clarissa Garotinho (PR-RJ) como vice.

Maia também ocupou o cargo de secretário de Governo do Rio de Janeiro (1997-1998) e de secretário de Governo do Município do Rio de Janeiro (1996). Antes de chegar ao Democratas (DEM), o parlamentar foi filiado ao PFL e ao PTB. Maia assumiu a presidência nacional do DEM, partido que ajudou a criar, em 2007. Confira trechos da entrevista de Rodrigo Maia por telefone.

(O POVO – Repórter Carlos Mazza)

Abin envia equipe à França na segunda-feira para trocar informações sobre terrorismo

Uma delegação da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) embarca para a França, na segunda-feira (18), para tratar trocar informações com autoridades do país sobre terrorismo. Integrada por representantes da Diretoria de Contraterrorismo da Abin, a delegação brasileira atende a convite feito pelo governo francês, logo após o ataque à cidade de Nice que deixou dezenas de mortos e feridos.

A informação foi confirmada neste sábado (16) pelo coordenador-geral da área de inteligência da Abin para os Jogos Olímpicos, Saulo Moura. Ele participou de uma simulação de ataque em uma estação de trem, a de Deodoro, na zona norte do Rio de Janeiro. O exercício envolveu cerca de mil pessoas, das Forças Armadas e das áreas de segurança pública e da inteligência.

Segundo Moura, depois da conversa com o setor de inteligência francês, não estão descartadas mudanças no planejamento de combate ao terror previsto para a Olimpíada do Rio. Esta semana, circulou a rumores da existência de um plano para atacar a delegação francesa.

“A partir dessa conversa, vamos voltar aqui e reavaliar nossas posições”, afirmou o coordenador. “Por enquanto, estamos no campo da suposição de uma fala”, disse Moura.

(Agência Brasil)

Operação Lava Jato – Sérgio Moro diz não ter recebido nenhum processo envolvendo o PSDB

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O juiz federal Sergio Moro, que comanda processos da Operação Lava-Jato, afirmou que não julgou casos relacionados ao PSDB, porque as investigações sobre o partido nunca chegaram até ele. Segundo Moro não houve evidência de que os diretores da Petrobras deram dinheiro para a legenda.

“Esse partido estava na oposição. Então, não faria sentido”, afirmou, durante palestra no Wilson Center, em Washington.

Segundo Moro, chegaram denúncias contra o PT porque esse era o partido que estava no governo desde 2003, quando as investigações identificaram um sistema de nomeação de diretores da estatal e de pagamento de propinas.

“Naturalmente, nessa situação, os políticos que aparecem são aqueles que administram a companhia estatal. E o PT está no poder desde 2003.”

(Com Agências)

Eike Batista depõe na Lava Jato

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“Acusado de pagar propina ao ex-vice da Caixa Econômica Federal, Fábio Cleto, e ao deputado Eduardo Cunha (PMDB/RJ), o empresário Eike Batista esteve em Curitiba recentemente para se encontrar com os procuradores da Lava-Jato.

O empresário deu explicações sobre esses casos e também sobre os depósitos realizados nas contas do marqueteiro João Santana e de sua mulher, Mônica Moura, no Panamá.”

(Veja Online)

A sombra do terror sobre o Brasil

Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (16), pelo jornalista Érico Firmo:

Mais um terrível atentado na França colocou em alerta o governo brasileiro em relação às Olimpíadas – que ocorrem dentro de três semanas. Reuniões foram realizadas ontem entre Ministério da Defesa, Ministério da Justiça e Gabinete de Segurança Institucional para revisar as medidas de segurança para os Jogos. Deve haver mais bloqueios, mais restrições, mais transtornos.

Até o ano passado, autoridades e o governo brasileiro consideravam pequeno o risco de o Brasil ser alvo de terroristas. O País não tem envolvimento direto nas zonas de conflito que motivam a maioria dos ataques – turbulências, na maioria das vezes, no Oriente Médio, Leste Europeu ou África.

Porém, a ameaça nunca foi de todo descartada. Os terroristas buscam, sobretudo, comunicar e propagar medo. Buscam visibilidade. Poucos eventos globais oferecem tantas oportunidades como as Olimpíadas. E poucos países a já terem sediado os jogos são tão vulneráveis.

Na semana passada, o chefe da estratégia das Nações Unidas para o Combate ao Terrorismo, Jean Paul Laborde, disse ao Estado de S.Paulo que as Olimpíadas no Brasil são “alvo fácil”. Em abril, a Agência Brasileira de Inteligência (Abin) já havia confirmado o aumento do risco de o Brasil ser alvo.

E, nesta semana, uma notícia chamou atenção para o óbvio. Em audiência de inquérito parlamentar na França, um dos chefes da inteligência confirmou haver informação de que membro brasileiro do Estado Islâmico estaria preparando atentado contra a delegação francesa que viajará ao Rio. Esse é o ponto: o Brasil não é alvo potencial de terroristas, mas receberá delegações do mundo todo. Inclusive de países que são, sim, os focos preferidos do Estado Islâmico e outros grupos extremistas.

O perigo é real e o Brasil só atentou para esse risco perto demais do evento. O País não se preparou adequadamente.

Brasil envia representante à França para obter informações sobre terrorismo

O ministro da Defesa, Raul Jungmann, disse nesta sexta-feira (15) que o Brasil enviou um representante à França para obter mais informações sobre o atentado dessa quinta-feira (14), em Nice, que deixou 84 mortos e dezenas de feridos. O interlocutor do governo brasileiro também buscará mais detalhes sobre rumores da existência de um plano para atacar a delegação francesa que virá aos Jogos Olímpicos Rio 2016. O ministro, no entanto, não deu detalhes sobre o enviado.

“Sabemos que a França não pode nos dar todas as informações nesse momento, porque imaginamos o sentimento vivido lá hoje. De qualquer sorte estamos em contato com todos os serviços de segurança, de informação e inteligência do mundo e eles não identificaram até aqui nenhuma ameaça potencial de terrorismo aos Jogos”, disse o ministro, que viajou com 200 militares que vão compor as forças de segurança na Olimpíada no Rio de Janeiro.

Mais cedo, o ministro reconheceu que o atentado em Nice aumentou a preocupação do governo brasileiro com os Jogos Olímpicos do Rio.

Jungmann anunciou para a próxima semana a abertura do Centro Integrado de Contraterrorismo, que reunirá representantes de setores de inteligência de 106 países para trocar informações e auxiliar na segurança da Olimpíada. “Estamos absolutamente em dia com o que o COI [Comitê Olímpico Internacional] nos prescreveu e estamos muito, muito mais atentos a qualquer lacuna, a qualquer falha.”

Segundo o ministro da Defesa, o Estado brasileiro tem uma lista de cerca de 500 pessoas suspeitas de alguma relação com o terrorismo. O objetivo é identificá-las caso circulem por arenas, estádios ou campos de disputa da Rio 2016.

(Agência Brasil)

OAB nacional vai reagir contra cortes na Saúde

“O presidente nacional da OAB, Claudio Lamachia, vai reunir diversas entidades na sede da Ordem, no próximo dia 9, para protestar contra possíveis limitações no orçamento da Saúde pública.

Segundo ele, a situação do SUS já é muito precária e não pode ficar ainda pior.

A ideia da OAB é criar uma grande mobilização sobre o tema, a exemplo do que aconteceu nos protestos contra a volta da CPMF.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Festival Viva Capoeira Viva terá palestra sobre cozinha ancestral africana

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O Chef Clóvis Lima, que é o “Embaixador da Gastronomia do Ceará”, dará palestra no próximo dia 20, às 19 horas, sobre “Cozinha Ancestral Africana, Comida de Santo e sua Influência na Gastronomia Brasileira”.

Será dentro do Festival Viva Capoeira Viva, no Centro Dragão do Mar, que será aberto domingo e se estenderá até o dai 23 deste mês.

Clóvis Lima vai, inclusive, preparar pratos na ocasião para degustação do público.

Cearense domina o fotorrealismo como ninguém

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Os desenhos acima são do artista Ingo Ararê, 31 anos. Desde os 13 anos tem o fotorrealismo como hobby. Começou reproduzindo desenhos das revistas em quadrinhos da Marvel e DC Comics para aprender. Pegou gosto e hoje retrata fotos em papel tipo canson, com o uso de materiais como lápis e borracha.

Os trabalhos do artista podem ser acompanhados na sua fanpage no Facebook: https://www.facebook.com/ingoartwork/?fref=ts

Portal vai monitorar em tempo real assuntos sobre a Rio 2016

“O Instituto Nacional de Matemática Pura e Aplicada (Impa) colocou no ar um portal que permite a qualquer pessoa, de qualquer lugar, monitorar na rede – em tempo real – imagens, assuntos mais populares e comentários sobre os Jogos Olímpicos Rio 2016.

O OBSERVATÓR!O2016 permite que qualquer pessoa que tenha acesso à internet para saber sobre tudo que está sendo postado e comentado sobre os Jogos. Assim, os dados são coletados e armazenados em tempo real por robôs programados para identificar nas redes sociais, principalmente no Twitter, tudo o que está acontecendo de mais relevante sobre a Rio 2016.

O OBSERVATÓR!O2016 é um portal para visualizar, coletar e analisar comentários e imagens sobre os jogos a partir de grandes volumes de dados (Big Data) provenientes das redes sociais. Segundo o professor Luiz Velho, pesquisador do Impa, o portal revela olhares diversos sobre os Jogos, a partir de variadas formas de visualização interativa.

(Agência Brasil)

STF obriga governo a fornecer fraldas descartáveis para pessoas com deficiência

“O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Ricardo Lewandowski, decidiu hoje (14) manter decisão da Justiça Federal que obriga o Programa Farmácia Popular do Brasil, do Ministério da Saúde, a fornecer gratuitamente fraldas descartáveis a pessoas com deficiência. Segundo a Advocacia-Geral da União (AGU), a decisão deve gerar impacto de R$ 2 bilhões por ano nas finanças públicas, valor equivalente a praticamente todo o orçamento anual do programa.

Na decisão, Lewandowski rejeitou recurso da AGU para barrar a decisão de Justiça Federal, por entender que o Estado deve garantir a proteção às pessoas com deficiência. Sobre a questão financeira, o ministro entendeu que não ficou comprovado no processo “o perigo de grave lesão aos valores da ordem e economia públicas”.

“Por isso, se existente risco de dano à saúde pública, este seria inverso, caracterizado pela afronta ao postulado da dignidade da pessoa humana e às disposições constitucionais que garantem às pessoas com deficiência o amparo do Estado para o gozo do direito fundamental à saúde”, decidiu o presidente do STF.

No recurso, a AGU também informou ao Supremo que o Programa Farmácia Popular do Brasil não fornece fraldas gratuitamente e que idosos recebem o benefício em função do Estatuto do Idoso. Segundo os advogados públicos, farmácias privadas devem observar diversos critérios para serem ressarcidas posteriormente pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

O programa foi criado pelo Ministério da Saúde para ampliar o acesso da população a medicamentos por meio de rede própria de farmácias ou parcerias com drogarias privadas.

A Agência Brasil entrou em contato com o Ministério da Saúde, que informou que irá recorrer da decisão.”

(Agência Brasil)

Michel Temer: “Quero desidratar essa coisa de Centrão!”

 

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O presidente em exercício Michel Temer disse, em entrevista ao jornal O Estado de S. Paulo, que pretende implodir o Centrão, grupo de partidos médios e até hoje ligados ao ex-presidente da Câmara Eduardo Cunha (PMDB-RJ), que está prestes a ser cassado. “Quero desidratar essa coisa de Centrão e de outro grupo. É preciso unificar isso. Quero que seja tudo situação”, afirmou ele. O “outro grupo” se refere à antiga oposição, composta por PSDB, DEM, PPS e PSB.

Temer confia no recesso branco deste mês para que as “pequenas ranhuras” deixadas na disputa pelo comando da Câmara sejam cicatrizadas. “Uma ferida não dura mais do que 15 dias, não é verdade? Se você se ferir, verá que dali a 15 dias se formou uma casquinha. A casquinha se dissolve.”

Um dia após a vitória de Rodrigo Maia (DEM-RJ), apoiado pelo Planalto e pelo PSDB para a presidência da Câmara, Temer contou que usará os 15 dias do recesso para compor o segundo escalão do governo. A direção de Furnas, por exemplo, ficará com a bancada do PMDB de Minas.

O sr. avalia que a eleição do deputado Rodrigo Maia para a presidência da Câmara representou derrota do PT, do ex-presidente Lula, da presidente afastada Dilma Rousseff e de Eduardo Cunha?

O Congresso quis dar uma mensagem de apoio ao governo, com os dois candidatos que foram para o segundo turno (Rodrigo Maia e Rogério Rosso, do PSD, candidato do Centrão). Acho que está havendo uma distensão na Câmara. O candidato que teve apoio de outras alas foi justamente o nosso peemedebista Marcelo Castro. O que restou de tudo isso foi apoio ao governo.

E uma derrota poderia ter impacto na votação do impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff?

Convenhamos, se há outro tipo de vitória já iam dizer “Ah, o governo perdeu”, dar outra interpretação. Se o Planalto fosse derrotado seria negativo para o governo e para o País.

O Centrão saiu maculado, presidente, está se desintegrando…

Hoje, conversando com Rodrigo (Maia), nossa ideia é acabar com essa história da divisão. O que houve foram pequenas ranhuras, pequenas rachaduras. O recesso branco vai ajudar. Quando chegar agosto, não haverá cicatriz. Eu quero aos poucos desidratar essa coisa de Centrão e outro grupo (formado pela antiga oposição). Quero que não haja mais essa coisa. É preciso unificar isso. Quero que seja tudo situação.

O sr. fará reforma ministerial para acomodar a base aliada após a disputa na Câmara?

Isso eu vou examinar naturalmente depois que o Senado decidir (se acatará o impeachment da presidente afastada Dilma Rousseff). Seria apressado qualquer outra afirmação. Mas não creio que haja feridas na base ministerial. Na base parlamentar, isso passa. Especialmente porque agora tem o recesso.

Mas como o sr. vai curar essas feridas? Ficaram cicatrizes.

Não é exatamente a mim que cabe curar. Uma ferida não dura mais do que 15 dias, não é verdade? Se você se ferir, verá que dali a 15 dias se formou uma casquinha. A casquinha se dissolve e volta ao normal.

Nesses 15 dias as nomeações vão sair do papel?

Vamos fechar tudo isso. Os nomes serão examinados, pautados pela Lei das Estatais, que estabelece restrições.

Quem vai para o Turismo? Alguém do PMDB de Minas?

Estamos examinando com calma. A bancada do PMDB de Minas está acertando com Furnas. Vou devolver a estatal a eles. Furnas pode ser mais expressiva politicamente do que o Turismo. Tem Chesf, Eletronorte, Eletrosul, Itaipu…

A ascensão do DEM e do PSDB configura nova hegemonia na base aliada do governo?

Acho que tem de haver hegemonia da base. Por quem ela é composta pouco importa. Se eu falar em hegemonia de um ou outro estarei dividindo aquilo que estou fazendo força para reunificar. É claro que, quando surgirem problemas, em fevereiro (nova eleição para a presidência da Câmara), talvez haja nova movimentação.

O senador Aécio Neves (MG) tentou fechar um acordo para que o sr. apoiasse um candidato do PSDB à presidência da Câmara, em 2017. Isso é possível?

Procurei não entrar nessa questão da Câmara, mas, quando começou a ter aquela coisa de que havia um candidato de oposição e que ia gerar manchete “Temer derrotado”, é claro que eu tive uma preocupação. Não entrei nessas histórias de acordo para depois. No momento oportuno, em janeiro de 2017, vamos examinar.

O sr. planeja se afastar de Eduardo Cunha?

Eu nunca me aproximei demais nem me afastei demais. Sempre tive um trato pessoal e um institucional. Nunca tive preocupação do tipo “Ah, se falar com fulano está condenado”. Eu falo com o Brasil inteiro, falo com a oposição. Aliás, confesso que não sei: como foi a CCJ hoje (ontem)?

Cunha sofreu fragorosa derrota e agora o seu caso vai para o plenário da Câmara.

É matéria tipicamente da Câmara, que saberá decidir. Resta a ele o combate no plenário.

Mas o sr. sugeriu que ele renunciasse, não?

Não. Apenas quando ele falou sobre isso, de passagem, eu disse que ele deveria meditar…

Cunha chegou a dizer a seus pares: “Hoje sou eu, amanhã são vocês”. O sr. não teme uma delação dele na Lava Jato?

Não sei o que ele quis dizer com isso. Talvez ele saiba, mas eu não saberia avaliar.

O sr. já disse que a Lava Jato não abalará sua gestão, mas delatores de empresas que tinham contratos com a Petrobrás acusam políticos do PT e do PMDB, entre outros, de corrupção. O governo está imune?

O presidente da República está e penso que o governo também. Não tenho preocupação com isso. De vez em quando um ou outro fala em meu nome, mas é tão irrelevante que, se me permite a expressão, não cola, não é?

O sr. já mostrou disposição de conversar com a oposição. Quando será isso?

Nas questões de Estado, não nas questões de governo. Nas questões de governo tenho absoluta convicção de que eles não apoiariam. Mas (…) a Previdência, por exemplo, é algo que dá para conversar porque não é para hoje.

O sr. vai procurar o ex-presidente Lula?

Precisamos primeiro esperar passar a decisão do impeachment, não é?

Como será sua participação nas eleições? O sr. subirá no palanque de Marta Suplicy?

Não vou subir em palanque. Acho complicado porque tenho uma base parlamentar muito ampla. Não sou mais presidente do PMDB. Hoje tenho de tomar mais cautela.

O sr. fica incomodado quando é chamado de golpista?

Nada, porque não sou. Só se for um golpista que se ampara na Constituição. Se isso é ser golpista… (faz silêncio e dá risada). Eu acho graça. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

ESTADÃO conteúdo

Governo federal já demitiu 251 servidores por corrupção e atos ilegais

“O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle (MTFC), antiga Controladoria-Geral da União (CGU), informou hoje (15) que expulsou 251 agentes públicos no primeiro semestre de 2016 por envolvimento em atividades contrárias à Lei nº 8.112/1990, que dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, autarquias e fundações públicas federais.

Ao todo, foram registradas 20 demissões de servidores efetivos; 29 cassações de aposentadorias; e 19 destituições de ocupantes de cargos em comissão. Os dados não incluem os empregados de empresas estatais, a exemplo da Caixa Econômica Federal, Correios e Petrobras.

Segundo o ministério, o principal fundamento das demissões foi a comprovação da prática de atos relacionados à corrupção, com 162 das penalidades aplicadas ou 64,5% do total. Já o abandono de cargo, a inassiduidade ou a acumulação ilícita de cargos são as causas que vêm em seguida, com 59 casos. Também figuram entre as razões que mais afastaram servidores proceder de forma desidiosa (ociosa) e participação em gerência ou administração de sociedade privada.”

(Agência Brasil)