Blog do Eliomar

Categorias para Brasil

Exportações brasileiras cresceram 10% em maio para os EUA

As exportações brasileiras cresceram 10% em maio deste ano, na comparação com maio do ano passado. Segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV), o destaque ficou com as vendas para os Estados Unidos, que cresceram 72% no mês, na comparação com o mesmo período de 2018.

Ao mesmo tempo, as exportações para a Argentina e a China tiveram queda. O comércio com o vizinho sul-americano vem caindo desde o início do ano por conta da crise econômica argentina. Já as vendas para a China vêm desacelerando desde março.

O aumento das exportações para os Estados Unidos pode ser explicado pela alta nas vendas de óleo bruto de petróleo (492%) e semimanufaturados de ferro e aço (322%) para aquele país. Os dois produtos responderam por 24% do total exportado pelo Brasil para o mercado norte-americano.

As importações brasileiras (provenientes de todos os países) cresceram 12,9% em maio. O saldo da balança comercial do país foi de 6,3 bilhões de dólares no mês. No acumulado do ano, as exportações recuaram 0,9%, enquanto as importações cresceram 1,8%. O saldo acumulado é de 22,1 bilhões de dólares.

(Agência Brasil)

Embraer firma contrato com United Airlines para venda de até 39 jatos EI75

A Embraer assinou contrato com a United Airlines para a venda de até 39 jatos E175, pelo valor de US$ 1,9 bilhão. O pedido inclui 20 pedidos firmes e 19 opções com as aeronaves sendo configuradas com 70 assentos. O anúncio foi feito hoje na 53ª edição do Paris Air Show International.

De acordo com a fabricante de aviões, o pedido firme será incluído na carteira de pedidos (backlog) da Embraer do segundo trimestre de 2019.

As entregas têm previsão de início no segundo trimestre de 2020. Essas aeronaves substituirão aviões de 70 lugares mais antigos que atualmente operam com os parceiros regionais da United.

Incluindo este novo contrato, a Embraer vendeu mais de 585 jatos E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013.

(Agência Estado/Foto – Reprodução)

Governo suspende por um ano exigência de aulas para tirar habilitação das “cinquentinhas”

Saiu publicado no Diário Oficial da União desta segunda-feira a resolução nº 778, do Conselho Nacional do Trânsito. No teor, traz mudanças no processo para obter a Autorização para Conduzir Ciclomotor (ACC), além de confirmar o fim da exigência dos simuladores para quem está tirando a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) da categoria B, para carros.

Pela nova resolução, durante 12 meses, a contar a partir de setembro, quem quiser tirar a ACC, poderá realizar as provas teórica e prática sem a necessidade de fazer aulas antes. O documento é obrigatório para conduzir as “cinquentinhas”, ciclomotores com motor de até 50 cm³. As medidas passam a valer no dia 17 de setembro deste ano.

Após esse período, está prevista redução da carga horária no processo para obter a ACC. Até então, são exigidas, pelo menos, 20 horas/aula práticas. Com a nova lei, o número será reduzido para 5 horas de aulas práticas, sendo que 1 delas dever ser noturna. A lei ainda permitirá que os candidatos levem o próprio ciclomotor para fazer o exame prático. O veículo deverá ter, no máximo, 5 anos de uso.

Se for reprovado, o candidato deverá passar pelas aulas práticas.

(Com Portal G1/Foto – Divulgaçaõ)

Novo presidente da ABDE e as perspectivas do futuro da economia brasileira

A Associação Brasileira de Desenvolvimento (ABDE) elegeu Perpétuo Cajazeiras, que ocupa a diretoria de Planejamento do Banco do Nordeste (BNB) desde 2016, como novo presidente para o mandato que corresponde ao biênio 2019-21. 

Junto dos vice-presidentes Sérgio Gusmão Suchodolski, do Banco de Desenvolvimento de Minas Gerais (BDMG), e Ênio Ferreira, do Banco do Brasil, Perpétuo assumiu a presidência da entidade no dia 30 de maio e, em entrevista exclusiva para a MundoCoop, falou um pouco do panorama atual do país e as perspectivas para o futuro.

MC – Qual é a atuação da ABDE no Brasil e o foco da Associação nos próximos anos?

Perpétuo Cajazeiras – A ABDE, por meio das Instituições Financeiras de Desenvolvimento – IFDs, em que os bancos cooperativos fazem parte deste rol de instituições, além da Finep e do Sebrae, busca, em essência, catalisar o processo de desenvolvimento econômico, e especialmente, tem como objetivo a redução das desigualdades regionais e interregionais.

Neste sentido, a ABDE, conhecedora das diferenças socioeconômicas existentes no Brasil, em que se observam “mosaicos de desenvolvimento”, diferenciados a partir da dinâmica do ambiente de negócios, bem como das condições sociais, visa atuar em múltiplas escalas, de forma que desde a orientação à agências de fomento de pequeno porte nos locais mais longínquos até a contribuição para a estruturação de grandes empreendimentos.

Para os próximos anos, o foco de atuação será a busca pela maior eficiência e produtividade, sobretudo, pelo estímulo as instituições associadas no processo de inovação tecnológica dos produtos e serviços voltados ao desenvolvimento. Adicionalmente, estratégias e ações para prover maior sinergia entre as Instituições de Desenvolvimento será força-motriz da atuação da nova diretoria nos próximos anos.

MC – Quais as maiores dificuldades que o Brasil ainda enfrenta para se desenvolver economicamente?

PC – Os desafios para promover o desenvolvimento econômico perpassam por diferentes aspectos socioeconômicos. Embora artigos da nossa constituição abordem a necessidade de redução da desigualdade regional, até agora, não se conseguiu enfrenta-la de maneira consistente, pois ainda é imperativo a promoção de um desenvolvimento mais equilibrado entre as regiões. Apesar de a economia brasileira figurar entre os PIB´s de maior relevância no cenário global, as regiões Norte e Nordeste possuem apenas 5,4% e 14,3% de participação da renda nacional, respectivamente, enquanto que o Sudeste registra 53,2%, o que se denota forte concentração econômica, e que a reversão deste quadro requer, necessariamente, da aceleração econômica das áreas mais deprimidas. Para isto, o crescimento econômico é premissa fundamental para o alcance deste objetivo.

Além do contexto econômico, são necessárias outras ações importantes, como por exemplo, enfrentar o analfabetismo, pois infelizmente ainda é considerável, e evoluir nos processos educacionais, notadamente em razão das novas tecnologias e do perfil das novas gerações, para assim “entregar” profissionais ao mercado ainda mais produtivos. Outra questão importante, o saneamento básico, que influi diretamente na saúde, também se reveste de elevada importância no processo de desenvolvimento econômico brasileiro. Enfim, tudo isso desencadeia em desafios para promover o desenvolvimento, contudo, não tenho dúvidas da nossa capacidade de superar as dificuldades, e assim, é nosso dever, todos os dias, construir um país melhor, promovendo o bem-estar da população e com oportunidades para todos.

MC – O uso da tecnologia tem adentrado cada vez mais todos os setores da sociedade. Quais são as maiores tendências das instituições financeiras em relação a isso?

PC – O avanço tecnológico é inerente ao processo de desenvolvimento econômico, na medida em que permite inovações em produtos e processos de forma célere, redução de custos, elevação dos resultados empresariais (receitas, lucros, fluxo de caixa, etc.), ampliação do raio de atuação dos empreendedores, especialmente quando estes possuem a chamada escalabilidade, termo associado a negócio que pode multiplicar sua renda sem ter que aumentar seus custos na mesma proporção.

Neste campo tecnológico, associado ao segmento financeiro, as chamadas de fintechs, avançaram de forma significativa nos últimos anos, de maneira que o cenário impõe aos players do segmento financeiro a adoção de novas tecnologias em seus produtos e serviços. Dessa forma, uma das estratégias da ABDE, nos próximos dois anos, é suprir os associados de consciência tecnológica mais avançada, visando “ganhar terreno” no campo concorrencial, mas também, e principalmente, atuar no desenvolvimento econômico de forma ainda mais efetiva, ágil e assertiva nas necessidades da sociedade brasileira.

MC – Como o modelo cooperativista, que vem crescendo no Brasil, contribui para o desenvolvimento econômico sustentável do país?

PC – Sem dúvida, a união dos produtores na forma de cooperativa, e, sobretudo na seara do crédito, interfere positivamente na conformação do desenvolvimento econômico sustentável do país. Ademais, vale ressaltar, quando se tem cooperativa e cooperados eficientes, resultam em ganhos de produtividade que impactam diretamente no desenvolvimento local e territorial, e promovem, também, externalidades econômicas positivas, na medida em que, por exemplo, aceleram o fluxo de bens e serviços, e elevam a capacidade de geração de empregos em diversas atividades econômicas a montante e a jusante da sua área de atuação.

MC – Qual a importância de estimular a reflexão sobre o desenvolvimento e o fomento na economia brasileira?

PC – Nos últimos dias, o Governo Federal editou decreto da nova PNDR, e no nível regional, lançou o Plano Regional de Desenvolvimento Regional do Nordeste – PRDNE, de maneira que se observam diversos espectros e “drivers” de desenvolvimento possíveis nestes documentos, mas que convergem para o objetivo comum, que é prover um ambiente econômico mais dinâmico e que possam repercutir no bem-estar das famílias brasileiras.

Os atores do desenvolvimento econômico brasileiro, devem atuar no ambiente local e territorial, estruturando as cadeias produtivas, de maneira que as IFD´s devem utilizar-se de sua maestria, no intuito de conseguir eficácia e produtividade ainda maiores.

Na ótica da estruturação das cadeias produtivas, sabe-se que atualmente o Brasil é o maior produtor de alimentos do mundo, contudo, é forçoso reconhecer que a figura do atravessador, em grande medida, impacta a margem de lucratividade dos produtores, fazendo com que a estruturação de canais de comercialização “saudáveis economicamente” é necessária como forma de promover um desenvolvimento mais atrativo para o setor produtivo. Este é apenas um dos pontos de reflexão do desenvolvimento econômico a ser visitado e discutido, com o objetivo de propor soluções para um ambiente econômico mais promissor.

*Por Fernanda Ricardi

Redação MundoCoop

Copom inicia reuniões sobre taxa básica de juros; mercado espera percentual de 6,5% ao ano

130 2

O Comitê de Política Monetária (Copom) realizará, nesta terça-feira (18) e quarta-feira (19), reunião para definir sobre a taxa básica de juros, a Selic. O mercado financeiro está na expectativa de que os juros fiquem no atual patamar de 6,5% ao ano. Entretanto, a partir de setembro, há expectativa do início de um ciclo de cortes.

Por essas expectativas, a Selic também será mantida em 6,5% ao ano, em agosto, cai para 6,25% ao ano, em setembro, para 6%, em outubro e para 5,75% ao ano, em dezembro. Essas projeções são da pesquisa Focus, publicada todas as semanas pelo Banco Central (BC) com estimativas para os principais indicadores econômicos.

A Selic é usada pelo BC como principal instrumento para controlar a inflação. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

(Com Agência Brasil)

Associação dos Funcionários do BNDES fará ato de protesto contra “desmonte” do banco

A Associação de Funcionários do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social fará um ato, na próxima quarta-feira, 19, contra o que classifica como “desmonte” do BNDES. A manifestação já havia sido convocada em protesto contra a proposta do relator da reforma da Previdência, Samuel Moreira (PSDB), de acabar com repasses do PIS e do Pasep para o banco, informa a Veja Onlie.

A entidade avalia com preocupação a sucessão de Levy no comando do banco. Ele pediu demissão nesse domingo, após críticas públicas do presidente Jair Bolsonaro ao seu comportamento à frente da instituição. Para o economista Arthur Koblitz, vice-presidente da AFBNDES, a queda ocorreu porque Levy não validou a “caça às bruxas” que o governo quer que seja feita no banco.

O ato contará com a participação de cinco ex-presidentes do BNDES: Dyogo de Oliveira (2018-2019), Paulo Rabello de Castro (2017-2018), Luciano Coutinho (2007-2016), Luiz Carlos Mendonça de Barros (1995-1998) e André Franco Montoro Filho (1985-1986). “Acho que o ato agora ganha ainda mais relevância em meio à saída de um nome que foi responsável com a administração do banco, mesmo com todos os pontos dos quais discordamos dele”, completou Koblitz

Antes do pedido de demissão de Levy vir a público, a associação já havia se manifestado contra as críticas de Bolsonaro ao então presidente do banco. Apesar de divergências sob alguns pontos da atual gestão, como o afastamento da chefe de departamento do Fundo Amazônia e declarações infelizes sobre operações de comércio exterior, a AFBNDES reconhece que Levy “nunca apoiou ou defendeu fantasias e calúnias que o presidente da República, sempre saudoso da campanha eleitoral, insiste em declarar sobre o BNDES”, diz uma nota publicada pela entidade.

Recuperação econômica cada vez mais longe, prevê Lauro Chaves

129 1

Com o título “Recuperação econômica cada vez mais longe”, eis artigo de Lauro Chaves, consultor de empresas, professor da Uece e conselho do Conselho Federal de Economia. Ele manda artigo para o Blog fazendo uma análise nada otimista para o mercado. Confira:

As previsões de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) para 2019 de 2 a 2,5%, feitas no final de 2018 por grande parte dos economistas, são a cada mês revisadas para baixo. Analistas projetam crescimento de apenas 1% para o presente ano, segundo o Boletim Focus de 10 de junho, após 15 semanas de quedas consecutivas chega-se à menor previsão já feita até agora.

Em 2018, a renda por habitante estava 8,1% abaixo do nível de 2014, com uma projeção de crescimento de 1% em 2019 serão três anos consecutivos de renda per capita estável, o que faria dessa a mais lenta das retomadas econômicas no Brasil.

Se o PIB crescer 2% ao ano a partir de 2020, a renda per capita voltaria ao pico de antes da recessão em 2026 (13 anos depois). Sandroni define a depressão como “a fase do ciclo econômico em que a produção entra em declínio, com perdas nos lucros e no poder aquisitivo da população”, já Pastore ressalta “a estagnação da renda per capita”. Por ambos os conceitos o Brasil oscila entre a recessão e, mais grave, a depressão.

Medidas de estímulo ao consumo possuem apenas um efeito de curto prazo; não se vislumbra uma variação nos investimentos privados dada a capacidade ociosa da economia; na indústria, em particular, de forma mais profunda. A alternativa poderia ser através de investimentos em infraestrutura, a ser realizada por concessão devido a Política de Ajuste Fiscal. Outra possibilidade seria um novo ciclo de reduções das taxas de juros, hoje condicionado, no discurso oficial, à aprovação das reformas tributária e da Previdência.

As causas de tamanho pessimismo já eram conhecidas desde o ano passado como, por exemplo, a crise fiscal, a queda do ritmo da economia mundial, a crise argentina e a incerteza política que nos acompanha desde as eleições de 2014. Para a economia brasileira sair do marasmo, é preciso alimentar as expectativas da sociedade, motivar empreendedores, investidores e consumidores, ou seja, fazer a roda girar.

*Lauro Chaves Neto

 

Governador do Maranhão debate reforma da Previdência em Fortaleza

140 1

O governador do Maranhão, Flávio Dino (PCdoB) participa, nesta segunda-feira, em Fortaleza, de um debate sobre a proposta de reforma da Previdência e a atual conjuntura brasileira. Dentro do seminário “Políticas de Austeridade e Reforma da Previdência – O impacto na vida das pessoas”, uma promoção do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (DS/CE), com apoio da Frente Cearense em Defesa da Seguridade Social.

No encontro, que ocorre no auditório do Ministério da Economia (Bairro Aldeota), Flávio Dino aborda o tema “Como construir um Brasil justo”. O professor de Economia da Universidade Federal do Ceará (UFC), Fábio Sobral, também está entre os convidados.

(Foto – Divulgação)

Mercado estima crescimento da economia para menos de 1%

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia este ano caiu para abaixo de 1%, após 16 reduções consecutivas. É o que mostra o boletim Focus, resultado de pesquisa do Banco Central (BC) a instituições financeiras, divulgado hoje (17), em Brasília.

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez foi reduzida de 1% para 0,93%.

A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020. Entretanto, a previsão para o próximo ano foi reduzida de 2,23% para 2,20%, no segundo recuo consecutivo. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 3,89% para 3,84% este ano, na terceira diminuição seguida. A previsão foi mantida em 4% para 2020 e em 3,75% para 2021 e 2022.

A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa básica de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano.

O mercado financeiro reduziu a projeção para a Selic ao final de 2019 de 6,5% ao ano para 5,75% ao ano.

Para o fim de 2020, a expectativa para a taxa básica caiu de 7% ao ano para 6,5% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

(Agência Brasil)

Bolsonaro tem aprovação de metade do eleitorado de Vitória

135 2

Um levantamento feito pela Paraná Pesquisas mostra: o presidente Jair Bolsonaro é aprovado por metade dos eleitores de Vitória (ES): 52,1% aprovam a gestão do capitão, contra 42,6% que desaprovam.

A informação é da Coluna Radar, da Veja Online, adiantando, no entanto, que apenas 38,7% consideram seu governo ótimo e bom; e 34,6% ruim e péssimo.

Na mesma pesquisa, o governador capixaba Renato Casagrande (PSB) é melhor avaliado que Jair Bolsonaro. Ele tem a aprovação de 66,% dos eleitores da capital. Apenas 28,11% o rejeitam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 9 a 13 deste mês de junho e ouviu 802 eleitores da capital do Espírito Santo.

Receita Federal inicia nesta segunda-feira pagamento das restituições do 1º lote do Imposto de Renda

A Receita Federal começa a pagar hoje (17) as restituições do Imposto de Renda Pessoa Física 2019. Serão depositados R$ 5,1 bilhões nas contas de 2.573.186 contribuintes. Neste lote, receberão a restituição os 245.552 contribuintes idosos acima de 80 anos, 2.174.038 contribuintes entre 60 e 79 anos e 153.596 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.

Ao todo, serão desembolsados R$ 4,99 bilhões, do lote deste ano, a 2.551.099 contribuintes. A Receita também pagará R$ 109,6 milhões a 20.087 mil contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2018, mas estavam na malha fina.

As restituições terão correção de 1,54%, para o lote de 2019, a 109,82% para o lote de 2008. Em todos os casos, os índices têm como base a taxa Selic (juros básicos da economia) acumulada entre a data de entrega da declaração até este mês.

O dinheiro será depositado nas contas informadas na declaração. O contribuinte que não receber a restituição deverá ir a qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para os telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para ter acesso ao pagamento.

A restituição ficará disponível durante um ano. Se o resgate não for feito no prazo, a solicitação deverá ser feita por meio do formulário eletrônico – pedido de pagamento de restituição, ou diretamente no e-CAC , no serviço extrato de processamento, na página da Receita na internet. Para quem não sabe usar os serviços no e-CAC, a Receita produziu um vídeo com instruções.

(Agência Brasil)

Governo acaba com obrigatoriedade de simulador para tirar a Carteira de Habilitação

411 3

O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, disse, no fim de semana, que o governo decidiu retirar a obrigatoriedade do uso de simuladores para a expedição da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). A medida foi aprovada durante a primeira reunião do Conselho Nacional de Trânsito (Contran), na quinta-feira.

Além de acabar com a obrigatoriedade do uso de simulador, o Contran também diminuiu de 25 para 20 horas o número de aulas práticas para os aspirantes a habilitação da categoria B.

O prazo para a implementação da nova regra é de 90 dias.

(Foto – Arquivo)

Rodrigo Maia se diz “perplexo” com demissão de Joaquim Levy

179 1

A participação do ministro da Economia, Paulo Guedes, no processo de “fritura” de Joaquim Levy antes do pedido de demissão da presidência do BNDES deixou o Congresso com a impressão de que a equipe econômica continua participando da “usina de crises”. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse ao Estado que ficou “perplexo” pela forma como o ministro tratou o subordinado. Para ele, o ex-ministro era um quadro de qualidade que tinha a acrescentar para garantir as reformas que o País precisa neste momento.

O presidente da Comissão Especial da Reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), também criticou a demissão. “O presidente Bolsonaro não entendeu que alguns quadros são suprapartidários. Eles não contribuem com um ou outro governo. Contribuem com o País”, disse. “É uma pena. No fim das contas, quem perde é o Brasil.”

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia; para ele, Levy era um quadro importante do governo Foto: Gabriela Biló/Estadão
Já o líder do Podemos, José Nelto (GO), levantou dúvidas sobre o real motivo da demissão. “Estou preparando para que ele seja convocado na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) do BNDES, ele terá de ir lá explicar o motivo da demissão dele. Se foi por um motivo político ou se foi porque ele não quis abrir a caixa-preta do BNDES. Porque ele não mostrou os empréstimos internacionais, para países da América e da África, para a JBS também”, disse.

A Câmara criou em março uma CPI para examinar operações do banco de 2003 a 2015, com foco no financiamento à internacionalização de empresas. Em abril, o banco chegou a criar um Grupo de Trabalho para atender com informações e documentos solicitados pelos deputados.

Um pedido para Levy se explicar no Congresso já tinha sido aprovado em abril. O presidente da CPI, o deputado Vanderlei Macris (PSDB-SP), disse ao Estado que vai decidir hoje com os colegas da comissão a data da ida de Levy ao colegiado.

Até agora, Guedes era um dos poucos ministros do presidente Jair Bolsonaro que não tinha batido de frente com o Legislativo. Em um momento delicado para a tramitação da Previdência, a nova onda de crises incitou algumas lideranças a buscarem ainda mais o protagonismo das reformas econômicas.

Uma possível consequência aos ataques de Guedes, segundo uma fonte, seria o Congresso assumir totalmente o protagonismo da próxima grande reforma que é a tributária, deixando o Executivo de fora. A proposta do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) prevê a unificação de cinco tributos – IPI, PIS, Cofins, ICMS e ISS – num único Imposto sobre Operações com Bens e Serviços.

(Estadão)

Programa Mais Médicos – Ceará é o segundo estado com vagas ociosas

Camilo Santana.

Concluídas as etapas formais para a criação do Consórcio do Nordeste, figura jurídica que une os governos da região, começaram os debates sobre os primeiros planos de ação.

Segundo informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta segunda-feira, uma das frentes em estudo é firmar contrato com a Opas, a organização pan-americana responsável pela exportação de profissionais de saúde O objetivo é reinstalar atendimento similar ao do programa Mais Médicos. Segundo Flávio Dino (PCdoB), governador do Maranhão, já foi feita consulta à entidade.

A ideia, diz ele, é retomar um contrato regional com a organização. A Opas rescindiu o acordo com o Brasil e anunciou a retirada de médicos do programa, a maioria cubanos, logo após a vitória de Jair Bolsonaro.

A incapacidade do governo federal de repor as vagas antes ocupadas por cubanos deixou 28 milhões sem atendimento, estimou o New York Times.

O Ceará é o segundo estado com o maior número em postos ociosos.

(Foto – Fábio Lima)

SiSU 2019 – Prazo de matrícula e de adesão à lista de espera termina nesta segunda-feira

Hoje (17) é o último dia para que os estudantes selecionados na chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) façam a matrícula nas instituições de ensino superior públicas nas quais foram aprovados. Aqueles que não foram selecionados têm também até esta segunda-feira para aderir à lista de espera do programa.

Cabe aos estudantes verificar os horários e locais de atendimento definidos por cada instituição em edital próprio.

O resultado da chamada única do Sisu foi divulgado no último dia 10 e está disponível no site do programa.

Os estudantes selecionados podem pleitear auxílio para pagar transporte, moradia e outras despesas nas próprias instituições de ensino superior, de acordo com determinados critérios, como renda familiar. Os programas de assistência estudantil são implementados diretamente pelas instituições.

Lista de espera

As vagas que não forem preenchidas serão ofertadas para os estudantes em lista de espera.

Quem não foi selecionado em nenhuma das duas opções de curso. feitas na hora da inscrição, na chamada única, e quiser integrar a lista tem até hoje para fazer a adesão, no site do Sisu.

O candidato deve acessar o sistema e, em seu boletim, clicar no botão que corresponde à confirmação de interesse em participar da lista de espera do Sisu.

O estudante poderá manifestar interesse para a primeira ou segunda opção de curso. Ao finalizar a manifestação, o sistema emitirá uma mensagem de confirmação.

Esses estudantes serão convocados a partir do dia 19. A convocação para a matrícula será feita pelas próprias instituições de ensino.

Nessa etapa caberá aos próprios candidatos acompanhar a convocação na instituição na qual estiverem pleiteando uma vaga.

Sisu 2019

Nesta edição, o Sisu oferece 59.028 vagas em 76 instituições públicas de ensino em todo o país. A seleção é feita com base no desempenho no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) de 2018.

Para participar é preciso ter obtido nota acima de zero na redação. Ao todo, 640.205 estudantes se inscreveram no programa, de acordo com balanço divulgado pelo MEC.

(Agência Brasil)

Mega-Sena volta a acumular e pode pagar R$ 125 milhões nesta quarta-feira

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2160 da Mega-Sena, realizado na noite de ontem (15) no Espaço Loterias Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. O prêmio fica acumulado em R$ 125 milhões.

As dezenas sorteadas foram 01, 19, 46, 47, 49 e 53.

Acertaram a quina 116 apostadores e cada um vai receber R$ 49.024,59. Os 9.486 acertadores da quadra terão o prêmio individual de R$ 846,52. O próximo concurso (2161) será quarta-feira (19)

Quina de São João

Continuam as apostas para a Quina de São João. O sorteio será no dia de São João, 24 de junho, e a estimativa inicial do prêmio, que não acumula, é de R$ 140 milhões. O prêmio será pago a quem acertar a maior quantidade de números sorteados na primeira ou nas demais faixas de premiação.

A Quina de São João é realizada desde 2011 e oferece um prêmio maior porque parte do valor dos concursos regulares da Quina é acumulada durante um ano.

As apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) da data do sorteio, em qualquer lotérica do país e também no Portal Loterias Online.

(Agência Brasil)

Joaquim Levy pede demissão da presidência do BNDES

185 2

Joaquim Levy saiu do cargo de presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele informou, neste domingo, que enviou carta de demissão ao ministro da Economia, Paulo Guedes. “Falei há pouco com o Paulo Guedes. Está tudo bem, sem surpresas”, disse Joaquim Levy ao Blog do jornalista João Borges, do Portal G1. Segundo Levy, Guedes aceitou o pedido de demissão. O ministro confirmou que recebeu a carta de Levy (veja a mensagem ao final do post).

Na tarde deste sábado (15), antes de embarcar para viagem ao Rio Grande do Sul (RS), o presidente Jair Bolsonaro afirmou a jornalistas que Joaquim Levy está com a “cabeça a prêmio”. Bolsonaro deu a declaração no momento em que deixava o Palácio da Alvorada, em Brasília.

Na entrevista, Bolsonaro, sem ser questionado, disse que mandou Joaquim Levy demitir o diretor de Mercado de Capitais do BNDES, Marcos Barbosa Pinto. O presidente afirmou, ainda, que se Barbosa não fosse demitido, ele, Bolsonaro, demitiria Levy.

“Eu já estou por aqui com o Levy. Falei para ele: ‘Demita esse cara na segunda-feira ou demito você sem passar pelo Paulo Guedes'”, disse o presidente.

Marcos Pinto, a quem Bolsonaro se referiu, foi chefe de gabinete de Demian Fiocca na presidência do BNDES (2006-2007). Fiocca era considerado, no governo federal, um homem de confiança de Guido Mantega, ministro da Fazenda nos governos de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff.

(Foto – Agência Brasil)

Decreto das Armas – Eduardo Girão se opõe à medida e vai ler carta de filha que viveu terror nos EUA

455 11

Em sua coluna no O POVO deste domingo, o jornalista Guálter George conta, em dois tópicos, qual a estratégia do senador Eduardo Girão (Pode), aliado de Bolsonaro, para se opor à proposta de flexibilização da posse e do porte de armas no País. Confira:

A leitura de uma carta assinada pela filha, Ana Cecília, será um dos trunfos que o senador cearense Luis Eduardo Girão, do Podemos, pretende levar ao plenário na sessão, possivelmente terça-feira, na qual se votará relatório propondo anulação do decreto do presidente Jair Bolsonaro (PSL) que facilita a posse e o porte de armas no País. Certamente, com conteúdo suficiente para converter indecisos em relação ao tema.

Um apelo dela terá potencial sensibilizador, imagina-se, pelo fato de ter como base a experiência pessoal que enfrentou no colégio da Flórida que frequentava, em fevereiro de 2018, quando a ação de um atirador, ex-aluno, deixou 17 pessoas mortas. Detalhe: fazendo uso de armas adquiridas legalmente. Há grandes chances de Bolsonaro experimentar mais uma derrota no Congresso com a votação.

(Foto – Alex Gomes)

Aloizio Mercadante está confiante de que STF vai mandar soltar Lula

279 1

Aloizio Mercadante (PT), que foi ministro da Casa Civil e da Educação no governo Dilma Rousssef, está confiante de que o Supremo Tribunal Federal (STF) aceitará pedido de liberdade do ex-presidente Lula em pauta na Corte. Segundo o petista, vazamento de conversas entre o juiz Sergio Moro e procuradores da Lava Jato mostraram “direcionamento claro” do processo.

“O Código de Processo Penal diz que juiz que aconselha é suspeito e que, se ele é suspeito, o processo é nulo. É evidente que essas declarações, feitas em um aplicativo entre o juiz e membros da força-tarefa, apontam para a nulidade (…) Moro dirigia a força-tarefa”, disse, durante viagem a Fortaleza para discutir impactos da reforma da Previdência.

A fala diz respeito a um dos pedidos de habeas corpus protocolados pela defesa de Lula no STF. A ação, que acusa Sergio Moro de ser suspeito para julgar o ex-presidente, começou em dezembro de 2018 e voltará para a pauta da Segunda Turma da Corte em 25 de junho. Naquela época, Edson Fachin e Carmen Lúcia votaram contra a suspeição de Moro.

“Faltam três votarem. Com esses fatos novos, que são de amplo conhecimento, deve mudar. O Gilmar (Mendes) e o (Ricardo) Lewandowski já se manifestaram dizendo que é inaceitável o comportamento do juiz, já o Celso de Mello é muito técnico, rigoroso, então não vejo como ele possa recusar essa tese”, avalia Mercadante. “O aconselhamento de Moro ao MP é claro”.

Mercadante disse também acreditar que o PT tem “todas as condições” de voltar a governar o País em 2022. “O desastre do Bolsonaro é tão grande que muita gente que votou nele já está arrependida, as pesquisas já mostram isso. Então a gente tem que dialogar com esse eleitor, reconhecer os nossos erros, que existem, mas são menores que nossos acertos”, disse.

“Nessa última eleição agora que perdemos, mesmo com esse arbítrio todo contra o Lula que está ficando cada vez mais claro, mesmo com poucos dias o Haddad ainda assim foi para o segundo turno e tirou 47% dos votos. Isso é um grande reconhecimento dos governos populares que fizemos”, afirma.

O ex-ministro esteve em Fortaleza a convite dos vereadores Guilherme Sampaio (PT) e Evaldo Lima (PCdoB), que promoveram um debate sobre os efeitos da reforma da Previdência entre professores. Durante a discussão, os parlamentares destacaram como avanços pontos recentemente retirados do projeto em discussão no Congresso, como modelo de capitalização.

(O POVO – Com repórter Carlos Mazza)