Blog do Eliomar

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Prefeitura faz manutenção no asfalto em trecho da Sargento Hermínio

foto buraco mcastelo reparo 1602

Moradores do bairro Monte Castelo, por meio do Blog, agradecem à Regional I pelo reparo de buracos entre o Polo de Lazer e a rua Padre Anchieta, em trecho da avenida Sargento Hermínio.

No último mês, moradores reclamaram no Blog o surgimento de um grande buraco, que provocava engarrafamento no trecho. Segundo os moradores, além de tapar o buraco, outros buracos também foram fechados ao longo do trecho.

VAMOS NÓS – Grato à Prefeitura de Fortaleza, por meio da Regional I, pelo atendimento aos moradores do Monte Castelo, que se valeram do Blog.

Buraco na Jovita Feitosa vira ‘armadilha’ contra motoristas

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foto trânsito buraco 150511 parquelândia

Um buraco na avenida Jovita Feitosa, próximo ao cruzamento com a rua Érico Mota, no bairro Parquelândia, ocupa quase toda uma das faixas no sentido Sertão/Praia. Em dias de chuvas, como esta segunda-feira (11), o buraco é encoberto pela água e vira “armadilha” para motoristas.

Segundo os moradores da área, o buraco já havia sido fechado pela Prefeitura, mas abriu na mesma proporção.

(Foto – Paulo  MOsKa)

Por uma Assembleia mais Brega

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O PRTB vai apostar no humorista Lailtinho Brega como um dos seus candidatos a deputado estadual. Ele, inclusive, acertou ontem, em São Paulo, com a cúpula nacional da legenda, sua estratégia eleitoral.

Lailtinho, bom destacar, atua como assessor do vereador Paulo Diógenes (PSD), que também é humorista conhecido por seu personagem “Raimundinha”.

No Conjunto Ceará, uma buracolânida

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Pelo visto, o Conjunto Ceará virou mesmo o “primo pobre” da Operação Tapa-Buracos da Prefeitura de Fortaleza. Olha só o buracão que surgiu na avenida D com avenida B.

Calma! Nada de asfalto. O reparo deve ser feito nos paralelepípedos, que fazem com que esse polo habitacional não seja tão quente. Aliás, se a turma da Prefeitura der uma boa circulada, vai encontrar mais buracos.

(Foto -Cláudio Barata)

No Brasil, quem manda mesmo na Polícia?

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Com o título “Estado paralelo”, o jornalista Plínio Bortolotti analisa a ação da Polícia no País. Para ele, excessos cometidos pela Corporção acabam criando uma espécie de “black blocs oficiais”. Confira:

Aos poucos o véu vai se levantando, deixando a descoberto o que aconteceu com o pedreiro Amarildo de Souza, desaparecido desde o dia 14 de julho, quando foi detido por policiais da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da favela da Rocinha, no Rio de Janeiro. Tudo indica que ele foi torturado e morto por policiais da UPP.

O roteiro do que aconteceu com ele é bem conhecido, e pode ser descrito assim: a polícia detém um suspeito; o preso é levado à delegacia, onde é torturado; se, por algum “acidente de trabalho”, a vítima morre, seu corpo “desaparece”; policiais ameaçam família e amigos para que estes se calem – e tudo fica por isso mesmo.

Tais métodos de “combate ao crime” costumam ser o escandalosamente comuns nas fileiras de uma polícia que age com pouquíssimo controle das instituições democráticas. O caso do pedreiro seria mais um número jogado na rubrica da impunidade – a exemplo das mortes registradas nos famosos “autos de resistência” – se o desaparecimento dele não tivesse ocorrido no mês de julho, no rastro das manifestações que abalaram o Brasil.

A propósito, uma amostra menos selvagem desse método de a polícia agir vem sendo experimentado por manifestantes de classe média nos atos que ocorrem pelo país. São casos menos graves, comparados com tortura e morte, porém revoltantes, mostrando a face de uma polícia militarizada, que trata o civil como um ser inferior.

Em uma passeata no Rio, por exemplo, um PM, na garupa de uma moto, chama uma manifestante de “gostosa”, ela reage verbalmente, o policial volta, agrupa-se com meia dúzia de valentes homens da lei, torce o braço da moça e a leva detida. Mobilizam-se vários homens, viaturas e motos para prender a perigosa manifestante (http://goo.gl/45owAu). Esses caras são os “black blocs” oficiais: a máscara consiste em retirar a tarjeta de identificação da farda.

O fato é que, de perto, fica a impressão que ninguém manda na polícia, o verdadeiro estado paralelo no Brasil.

* Plínio Bortolotti

plinio@opovo.com.br
Jornalista do O POVO