Blog do Eliomar

Categorias para Ceará

El Niño deverá voltar em setembro ao Brasil

A seca que desde 2012 castiga o Nordeste deverá se repetir em 2015. Apesar de menor intensidade dos anos anteriores, o fenômeno El Niño deverá voltar ao Brasil em setembro deste ano e se estenderá pelos primeiros meses de 2015, período que deveria registrar as maiores chuvas nos estados nordestinos, principalmente o Ceará.

Na maior seca dos últimos 80 anos no Nordeste – 2012/2013 -, cerca de 4 milhões de reses morreram por falta de água e alimentação. 70% da safra de algodão foi perdida, além de 29% da safra de feijão. O prejuízo com a seca no período chegou aos R$ 3,2 bilhões.

(com agências)

Luizianne registra candidatura e faz caminhada neste domingo

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foto luizianne

A ex-prefeita Luizianne Lins registrou neste sábado (5) a sua candidatura a deputada federal, com o número 1313.

Neste domingo (6), ela inicia o corpo a corpo com uma caminhada pelo Vila do Mar, a partir das 10 horas, com início no antigo polo de lazer. Às 11 horas, Luizianne Lins concede entrevista à imprensa, quando deverá avaliar o atual quadro político no Estado.

Vamos nós – A expectativa é que Luizianne Lins seja uma puxadora de votos para uma boa bancada do PT na Câmara Federal.

Eunício registra candidatura e entrega plano de governo à Justiça Eleitoral

eunicio

O candidato do PMDB ao Governo do Ceará, Eunício Oliveira, registra a candidatura “Ceará de Todos” e entrega o plano de governo, no fim da tarde deste sábado (5), junto ao Tribunal Regional Eleitoral do Ceará, no Centro. Todos os candidatos têm até as 19 horas deste sábado para regularizar suas postulações às eleições de outubro.

“Vamos às ruas ouvir a população, saber o que ela quer para a segurança, para a educação, para a saúde, para a convivência com a seca”, ressaltou Eunício.

As espumas das ondas da história

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Em artigo no O POVO deste sábado (5), o historiador e professor Airton de Farias sugere uma fragilidade das lideranças políticas no grupo dos Ferreira Gomes. Confira:

Fernand Braudel dizia que os acontecimentos são as espumas das ondas da história. As estruturas econômicas e sociais dizem muito mais. Tal premissa ajuda a entender melhor as eleições de 2014. Ao lado das peculiaridades locais, ficou claro nos últimos meses a influência das conjunturas nacionais, igual outros momentos da história cearense. Denotou-se mais uma vez a fragilidade estrutural das lideranças políticas de um estado periférico como o Ceará.

O grupo dos Ferreira Gomes (FG) viu-se em dificuldades. Pelas leis, não poderia escolher ninguém do núcleo familiar como candidato. Os correligionários mais fiéis não tinham capital político suficiente para se aventurarem sós numa eleição difícil. A perturbar ainda, os interesses dos próprios correligionários, ansiosos por quinhões que garantissem seus privilégios no Estado. Os FG comandam, mas têm de fazer concessões, para manter a fidelidade do grupo.

Daí tanta hesitação quanto a candidatura oficial. Como trunfo para o governador, as boas relações com o poder político nacional, aliado importante que é de Dilma e Lula. O problema é que o principal candidato opositor, Eunício Oliveira, igualmente era aliado destes.

Eunício, vendo o arco de alianças costurado pelo governador (fincado em inúmeras prefeituras interioranas e micropartidos), sabendo da influência da máquina pública nas eleições locais, decidiu ousar, aproximando-se do PSDB de Tasso e Aécio. Se vai conseguir fortalecer a candidatura, o tempo responderá, mas essa foi uma ótima brecha para Cid. Talvez não sendo o que de fato desejava, Cid optou pela tática de colar a sobrevivência de seu grupo ao capital político de Lula e Dilma. Matou dois coelhos com uma só cajadada: entregou a cabeça da chapa ao PT, escolhendo, porém, alguém suficientemente dócil a sua liderança, o desconhecido (pela população) Camilo Santana. Jogada de mestre. Não por acaso, a seguir, uma das primeiras declarações de Eunício foi de que “tem gente querendo ser dono de Lula”. Esse parece que será um dos principais motes da campanha.

Ao que consta, a eleição girará em torno de acusações pessoais e promessas gerais de melhorias na educação, segurança, etc., como se isso dependesse apenas da vontade de alguém. Possivelmente não haverá debate sobre as estruturas de nossa sociedade, cujo modelo de desenvolvimento vem ainda do governo do Coronel Virgílio Távora (1963-66), baseado num industrialismo e grandes obras.

Passado meio século, parece claro que apenas isso não mudará a realidade do Ceará, um dos locais socialmente mais injustos e violentos do País. A pobreza, os problemas crônicos de saúde e educação e as grades em nossas janelas são bons argumentos para pedir esse debate.

Possivelmente não haverá debate sobre as estruturas de nossa sociedade cujo modelo de desenvolvimento vem ainda do governo do coronel Virgílio Távora.

Mais de meio milhão de pessoas já passaram pelo Fan Fest em Fortaleza

Cerca de 570 mil pessoas já passaram pelo Fan Fest em Fortaleza, na Praia de Iracema, desde o início da Copa. A Arena Castelão recebeu cerca de 350 mil torcedores, em seis jogos do Mundial, com uma média de ocupação em 98%, por partida.

Os números foram apresentados neste sábado (5), no Centro de Eventos, durante balanço das secretarias Especial da Copa (Secopa), do Turismo (Setur), Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), além da Copa Municipal (SecopaFor).

O custo das alianças políticas no Ceará

Em artigo no O POVO deste sábado (5), o professor do Instituto de Cultura e Arte da UFC, Jamil Marques, avalia os desafios das candidaturas Camilo Santana e Eunício Oliveira. Confira:

É inegável que a indicação de Camilo Santana (PT) para disputar o Governo do Estado surpreendeu. Também é fato que a decisão de Cid Gomes em bancar um candidato filiado ao Partido dos Trabalhadores gerou uma série de custos políticos locais e nacionais.

Mesmo que a opinião de Luizianne Lins tenha contado pouco ou nada no processo que resultou em um nome do próprio PT, o contrapé será inevitável caso a ex-prefeita vá de encontro a um colega de partido. Mas há algo em que ela está correta: os petistas cearenses precisam refletir sobre seus rumos, a fim de apagar a impressão de que foi o Pros a determinar se o partido da presidente teria ou não candidato – e quem seria. Na convenção que ratificou o registro de Camilo, até o vermelho sumiu do banner.

Eunício Oliveira, por sua vez, sempre desconfiou do próprio favoritismo. Quis estabelecer uma data para que agremiações de maior peso manifestassem inclinação à sua candidatura. Contudo, foi o peemedebista quem teve de esperar a cartada de Cid. Agora, a esperança do senador é conseguir, pelo menos, a neutralidade da presidente Dilma – o que também parece improvável. As reclamações dos peemedebistas já estão em campo, apontando a incoerência partidária dos Ferreira Gomes (como se o PMDB fosse um poço de virtudes ideológicas) e a suposta “traição” a alguém que foi aliado até poucos meses atrás. Ora, querer sair de “ludibriado” a uma altura dessas é sinal de que Eunício não tem administrado bem as alianças.

Os apoiadores de Cid, por sua vez, ficaram divididos entre a aceitação do petista, a inconformidade silenciosa ou a divergência pública (mas ponderada). Sabem que o grupo liderado pelo governador obteve vitórias importantes nos últimos anos: Cid conseguiu combinar a reeleição em 1º turno com a hegemonia na Assembleia Legislativa. Somando isso ao apoio firme do prefeito de Fortaleza, o atual governador vive um cenário que não foi experimentado nem mesmo por Tasso Jereissati.

Encerradas as convenções partidárias, resta saber qual será a influência de dois candidatos fortes ao Governo do Estado na decisão de voto dos cearenses para a Presidência.

A arte do encontro, embora haja tanto desencontro

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Da Coluna Política, no O POVO deste sábado (5), pelo jornalista Érico Firmo:

“Nada mais doce, nada mais terno, do que um ex-inimigo”, dizia Nelson Rodrigues. Desse ponto de vista, a eleição no Ceará é um poço de ternura, de um nível de glicose fatal para diabéticos. Os encontros que se processam em nome de interesses ou inimigos em comum é espantoso. Vale lembrar algumas frases das personagens envolvidas, num passado nem pouco distante.

“Vocês (PT) é que não respeitam o povo do Ceará. Não respeitam. O PT não respeitou o povo do Ceará”, Ciro Gomes, ao criticar a escolha de José Airton pelo PT para concorrer a governador, em 2002. Em entrevista aos jornalistas Fábio Campos e Rodrigo de Almeida, publicada pelo O POVO em 20 de outubro de 2002. Ciro ainda acrescentou: “Em três meses, ele (José Airton) iria destruir o Estado do Ceará”.

Passados 12 anos, período no qual esteve junto do PT, Ciro apoia um petista – de outro perfil, é verdade – para suceder seu irmão, Cid Gomes.

Na mesma época, mais duro ainda foi Tasso Jereissati (PSDB) com seu hoje candidato ao Governo do Estado, Eunício Oliveira (PMDB). Em 28 de outubro de 2002, após a confirmação da eleição de Lúcio Alcântara contra José Airton, ele declarou: “Derrotamos o poder econômico corruptor de Eunício de Oliveira (na época deputado federal, que apoiara Airton no segundo turno). Derrotamos o projeto de fascismo do embuste do Moroni Torgan. A coligação mais fajuta que eu já vi na minha vida”.

Hoje, Tasso está ao lado de parte dessa “coligação fajuta”. Embora seja verdade que o DEM de Moroni apoia Eunício, mas o ex-deputado, pessoalmente, está com Cid Gomes (Pros).

Por falar em Tasso e Ciro, há mais aspecto curioso nesta eleição, envolvendo os dois. Em entrevista ao jornalista J. Ciro Saraiva, publicada no livro Depois dos Coronéis, Ciro dá um depoimento sobre seu envolvimento na eleição de 2010. “Eu, por exemplo, não pedi votos a ninguém para o Senado, me mantive calado, mesmo diante das injustiças, por gratidão, por respeito, por carinho”.

Naquela ocasião, Tasso concorria à reeleição pela oposição. E o bloco governista lançou, justamente, Eunício e José Pimentel (PT) para as duas vagas. Os dois acabaram eleitos, com forte engajamento de Cid. Mas, conforme o próprio Ciro afirma, ele não trabalhou pelos candidatos. Lavou as mãos, mais ou menos como o próprio Tasso fez em 2006, em relação a Cid. Apesar disso, Ciro complementa na entrevista: “Mas o interesse público do Ceará foi atendido”, diz, ao se referir à eleição de Pimentel e Eunício – esse último sobre quem diz poucas e boas agora.

Desta vez, o candidato a senador contra Tasso é Mauro Filho (Pros). Deputado estadual ligadíssimo a Ciro, lançado na vida pública por ele, na Prefeitura de Fortaleza e, depois, no Governo do Estado, sempre em funções absolutamente estratégicas. Não dá para imaginar que faça “corpo mole” desta vez. Assim, será o primeiro embate estadual para valer entre Ciro e Tasso.

Anatel recebe chamada do MP; Vai atender?

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O Ministério Público Federal no Ceará deu até o início da segunda quinzena de julho para a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) se manifestar sobre a deficiência dos serviços prestados pelas operadoras de telefonia móvel no Estado. A procuradora Nilce Cunha Rodrigues teve como base o relatório final da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), que apontou a falta de investimentos das operadoras, apesar do crescimento da demanda.

Segundo o relatório da CPI presidida pelo deputado Wellington Landim, com relatoria do deputado Fernando Hugo, os usuários sofrem com a ausência de sinal, queda nas chamadas, lentidão na internet, cobranças indevidas, dificuldade de acesso à banda larga móvel, preços exorbitantes e dificuldades para cancelar o vínculo com as prestadoras.

Eleição Frankenstein

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Em artigo enviado ao Blog, o jornalista Francisco Bezerra, o Bezerrinha, lamenta os remendos nas alianças partidárias nas eleições deste ano. Confira:

“Se o desonesto soubesse a vantagem de ser honesto, ele seria honesto ao menos por desonestidade”. Sócrates, filósofo grego.

Os partidos brasileiros são realmente autistas. Ou surdos, para ficar no mínimo. Eles não conseguiram ouvir as vozes roucas das ruas, nem tampouco entenderam as questões de fundo nas manifestações de junho de 2013. Os manifestantes não tinham como alvo ninguém em particular, mas o repúdio era para todos os políticos e partidos de um modo generalizado.

Em todos os logradouros, praças e locais públicos, havia uma voz uníssona: partidos e políticos, não. As agremiações foram escorraçadas dos protestos como cães sarnentos. Não escapou nenhum da sanha dos que estiveram fazendo, de forma ordeira, o que é legítimo numa democracia: protestar contra o que não concordam. Mas, mesmo nos movimentos espontâneos, há sempre os oportunistas de plantão que se aproveitam das circunstâncias para se apropriarem de bandeiras alheias. As manifestações foram perdendo fôlego na medida em que grupos fundamentalistas se misturaram aos populares que pediam mais saúde, educação e ética na política.

Pois bem, nem o recado dado no ano passado fez com que os políticos que comandam os partidos fizessem um mea culpa ou uma autocrítica. A prova é o processo eleitoral em curso. Sem nenhum pejo, os políticos brasileiros fizeram, usando os partidos como biombo, todo tipo de negociata para a formação das alianças em todos os níveis.

As coligações armadas lembram o personagem Frankenstein ou o Moderno Prometeu (Frankenstein: ortheModernPrometheus, no original em inglês), mais conhecido simplesmente por Frankenstein. Ele é protagonista daquele romance de terror gótico com inspirações do movimento romântico, de autoria de Mary Shelley, escritora britânica que ganhou as telas de cinema em várias versões. O romance relata a história de Victor Frankenstein, um estudante de ciências naturais que constrói um monstro em seu laboratório.

Os péssimos exemplos emanaram de Brasília. Os partidos viraram, assim, apenas uma sopinha de letras que isoladas não tem nenhum valor. Num cenário eleitoral sem verticalização, quando ninguém é obrigado a seguir diretriz nacional, nos corredores obnubilados dos poderes, os líderes partidários negociaram apoios desavergonhados, onde, como na lei de Gerson, o melhor é levar vantagem em tudo. Não importando a que custo. As histórias cabeludas são de fazer corar um frade de pedra.

Como nas últimas cinco eleições presidenciais, a não ser que haja uma grande zebra, tucanos e petistas vão polarizar mais uma vez a disputa. O noviço em disputas nacionais, Eduardo Campos, não deve empolgar o eleitorado. Como o povo não e besta fica fácil perceber o tamanho do arrivismo do ex-governador pernambucano que até ontem era um intransigente defensor do modo petista de governar a nação. Quando governador, Pernambuco foi o estado que mais carreou verbas para obras estruturantes. Assim como num passe de mágica o neto de Miguel Arraes se transformou no mais virulento crítico do governo Dilma. A sua candidatura, pasmem os senhores, virou linha auxiliar dos tucanos. Miguel Arraes deve estar estremecendo no caixão, posto que foi um dos mais destacados líderes da esquerda no século passado.

Destarte, o tempo é do liberou geral. Nos estados, as coligações são as mais esdrúxulas. Tem PT com PSDB, PSDB com PC do B, DEM com comunistas, progressistas com reacionários, verde com vermelho, e por aí vai. São alianças sem nenhuma coerência. O objetivo para os donos dos partidos é se dar bem.

Em tempo: o caso mais escancarado de fisiologismo foi o do PV do Ceará. O presidente estadual da sigla, Marcelo Silva, é acusado pelos próprios colegas de partido de ter se vendido ao Pros. Poucos dias depois de ter declarado apoio ao candidato de situação, a cara metade dele ganhou secretaria estadual do Meio Ambiente. Pegou muito mal para os verdes.

Sindicato da Polícia Civil diz que categoria foi enganada por titular da SSPDS

Em nota enviada ao Blog, o Sindicato dos Policiais Civis do Ceará (Sinpol/CE) se diz enganado pelo secretário da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS), Servilho Paiva, no trâmite governamental para o reajuste nos vencimentos dos policiais civis. À véspera para o fim do prazo para a liberação do reajuste no serviço público estadual, que se encerra neste sábado (5), a diretoria do Sinpol/CE aponta um “jogo de empurra” entre as secretarias estaduais para que o processo ficasse inviável.

Segundo a nota, após readequar a margem de reajuste solicitada pelo sindicato, a SSPDS enviou de forma “oficiosa” a proposta para a Secretaria do Planejamento e Gestão do Estado do Ceará (Seplag), que repassou a solicitação à Procuradoria Geral do Estado (PGE). Segundo ainda a nota, a PGE constatou atecnias, o que gerou o retorno do processo e perda do prazo.

Novas empresas devem chegar ao Ceará, diz presidente do SindMóveis

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Terceira feira mais importante do país, a Top Móvel 2014 deverá reunir em Fortaleza mais de 80 participantes de todo o país, em evento a ser realizado logo após a Copa do Mundo. A informação é do presidente do SindMóveis, Júnior Osterno, que informou ainda que novas empresas deverão estar se instalando no Ceará, nos próximos meses, principalmente em São Gonçalo do Amarante, na Região Metropolitana de Fortaleza.

O movimento das pesquisas, para além do diagnóstico

foto eunício propaganda eleitoral

Da Coluna Política, no O POVO desta sexta-feira (4), pelo jornalista Érico Firmo:

Nas pesquisas pré-eleitorais sobre a sucessão no Ceará, as simulações nas quais Camilo Santana (PT) aparecia como candidato não eram muito diferentes da maioria dos demais. Eunício Oliveira (PMDB) passava da casa dos 40%, contra 6% do petista. As projeções de um ou dois meses atrás eram diferentes do cenário que se confirmou, mas a opção governista larga em desvantagem. Camilo vai evidentemente crescer. A Eunício, cabe evitar que sua trajetória vire sangria desatada. Se possível, precisa avançar ainda mais.

Eunício formou sua aliança com forças de oposição, mas a hegemonia quase total na política do Estado é governista. O senador tem simpatia de prefeitos e parlamentares que são filiados a partidos da coligação adversária. Caso consiga sustentar razoável vantagem, fatalmente aprofundará a fissura na base palaciana e conseguirá as inestimáveis adesões no Legislativo e nas prefeituras. Essa trajetória das pesquisas, para além do diagnóstico, desenhará muito do rumo político da campanha.

IFCE divulga resultados de concursos para docentes e administrativos

O Instituto Federal do Ceará (IFCE) divulgou no portal da instituição os resultados finais dos concursos públicos para professor efetivo de ensino básico, técnico e tecnológico e para técnico administrativo da instituição. A homologação dos certames será publicada nesta sexta-feira (4), no Diário Oficial da União.

De acordo com a Pró-reitoria de Gestão de Pessoas (Progep), o concurso para técnicos administrativos preencherá 192 vagas para cargos de nível C e E, destinados a candidatos com graduação de ensinos fundamental e superior, respectivamente. Já o de docente vai preencher 94 vagas para professores.

Cerca de 26 mil candidatos participaram do concurso para técnicos administrativos nos níveis C e E, ao passo que 4.205 se inscreveram para disputar as vagas oferecidas para docentes.

Os interessados em conferir o resultado para o concurso de docentes devem acessar o link http://qselecao.ifce.edu.br/concurso.aspx?cod_concurso=2510. Já para o resultado da seleção de técnicos administrativos, o endereço é http://qselecao.ifce.edu.br/concurso.aspx?cod_concurso=2550.

(IFCE)

TCE-CE encaminha lista de gestores com contas desaprovadas à Justiça Eleitoral

O presidente do Tribunal de Contas do Estado do Ceará (TCE-CE), conselheiro Valdomiro Távora, encaminhou nessa quinta-feira (3), ao Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), a relação dos gestores públicos que tiveram as contas rejeitadas ou julgadas irregulares. A lista da Corte de Contas estadual apresenta o nome de 25 gestores, um quantitativo 56% maior que a relação elaborada em 2012. A relação também está disponível para consulta no Portal do TCE, Menu Jurisdicionado / Contas Irregulares.

De acordo com Valdomiro Távora, caberá à Justiça Eleitoral decretar a inelegibilidade dos gestores incluídos na lista. “A atuação dos Tribunais de Contas é imprescindível para a consolidação da democracia, e contribui para afastar os maus gestores da vida pública. Mas a decisão sobre a inexigibilidade do gestor cabe somente à Justiça”, disse. “Cumprimos o que determina a lei, julgando com isenção os processos a fim de garantir a boa aplicação dos recursos públicos”.

Segundo a Lei Federal nº 9.504/97, as Cortes de Contas têm até este sábado (5) para disponibilizar à Justiça Eleitoral a relação dos gestores que tiverem suas contas relativas ao exercício de cargos ou funções públicas rejeitadas por irregularidade insanável e por decisão irrecorrível do órgão competente.

(TCE)

Catanho chama a atenção de Ivo Gomes, que pode bater à porta de Luizianne

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catanhoo

O ex-secretário de Governo da então prefeita Luizianne Lins, Waldemir Catanho, em contato com o Blog, nesta quinta-feira (3), chama a atenção do deputado estadual Ivo Gomes, que em sua página do Facebook ironizou a ex-prefeita e o próprio ex-secretário.

Catanho revelou que o candidato do Pros ao Senado, Mauro Filho, pediu um agendamento com Luizianne Lins, quando afirmou que “sempre a admirou”. Catanho sugere ao deputado Ivo que combine com Mauro Filho se há realmente o interesse no apoio da ex-prefeita.

“O deputado Ivo Gomes deveria orientar ao Camilo (Santana) e ao Mauro Filho a não procurarem o apoio da ex-prefeita Luizianne. Assim não haveria contradição entre o deputado e os seus dois candidatos”, comentou Catanho.

Processo contra ex-prefeito de Itatira prescreve e é extinto

“O juiz Gustavo Melo Barbosa, da 25ª Vara Federal, situada em em Quixadá (Sertão Central) decidiu extinguir o processo contra o ex-prefeito de Itatira, Afonso Machado Botelho, que era acusado de desvio de recursos públicos relacionados a convênio com o Ministério da Ação Social para aquisição de medicamentos e material didático. O juiz Gustavo Melo Barbosa, acatou o Embargo de Declaração dos advogados Leandro Vasques e Holanda Segundo, que argumentaram que o processo já se encontrava prescrito.

Botelho foi prefeito do município de Itatira (a 216 quilômetros de Fortaleza) no período de 1997 a 2000. Ano passado, os advogados de Botelho, Vasques e Holanda Segundo, já haviam conseguido, junto ao Tribunal Regional Federal da Quinta Região (TRF-5ª Região), em Recife, extinguir o processo no qual o ex-prefeito de Itatira havia sido condenado a uma pena de cinco anos e nove meses de prisão, acusado de fraude administrativa no exercício de sua gestão.

De acordo com o Embargo de Declaração, o crime já havia sido prescrito, portanto não poderia ser objeto de processo judicial.

(Site Mídia Jurídica)

Danilo Forte culpa PT por protelar votação do projeto que aumenta repasse do FPM

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O projeto que garante aumentar em 2% o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) ficou para a próxima semana.

A matéria deveria ter sido aprovada pela Câmara nessa quarta-feira à noite, mas, segundo o relator, o deputado federal Danilo Forte, uma manobra do PT, acabou protelando tudo.