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O passivo do Governo Lula

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Com o título “Sucessão em 2014”, eis artigo que o pesquisador Felipe Bastos Gurgel Silva, mestre em Engenharia Financeira pela Cornell University e doutorando do Finance PhD, da S C Johnson School of Management – Cornell University, manda para o Blog. Ele analisa o passivo do Governo Lula. Confira:

Quem me conhece sabe que é muito difícil para uma pessoa como eu dizer o que vou dizer agora. Mas, pelo que estou vendo (não dos protestos, mas da situação econômica do Brasil), a pior coisa que poderia acontecer para o País, no longo prazo, seria a Dilma não se reeleger. Sempre fui um crítico do modelo petista de state capitalism que infla o estado e “seleciona os vencedores” no pior estilo animal farm. Por que então falo isso? Porque qualquer pessoa com o mínimo conhecimento de macroeconomia verá que é uma questão de poucos anos para uma grande crise econômica chegar ao Brasil – e, dessa vez, os motivos principais são internos, não externos. Ou melhor, não o que foi feito, mas o que deixou de ser feito na gestão Lula (questões semânticas à parte).

Infelizmente na grande maioria das sociedades democráticas (senão todas, embora em níveis diferentes), os eleitores sempre associam governo atual com momento atual. Apenas lembrando, nos idos de 2003 o Lula em si não tinha índices de aprovação superiores a 38%. Como tudo isso mudou? Bom, em 2005, nosso amigo Jim O’Neill cria a sigla BRIC e, em conjunto com outros fatores, o Brasil passa a soar aos olhos do investidor como uma democracia estável, um País com forte potencial consumidor e com um sistema político bipartidário (PT / PSDB) que garantia que, independente de quem ganhasse, não haveria um idiota pregando o calote fiscal ou expropriando empresas privadas (vide Venezuela ou mesmo Dona Cristina). Estabilidade com alternância de poder – associada a 180 milhões de habitantes que poderiam começar a consumir. Em paralelo, começa-se um super-ciclo de alta nos preços das commodities (puxado por Índia e, principalmente, China). Cenários externo e interno cuidadosamente desenhados para o País de fato sair da condição de subdesenvolvimento.

Engana-se quem julga que a popularidade recorde do Lula, entre 2005 e 2010, foi fruto apenas dos programas sociais voltados para as classes mais pobres. O Bolsa Família certamente garante a popularidade do governo entre os seus beneficiários, mas 85% de aprovação certamente vêm de algo a mais. Ela vem do funcionário público que viu seu salário duplicar em cinco anos. Vem do cidadão de classe média alta que aprendia a “brincar” na bolsa de valores e via suas ações renderem 40% ao ano. Vem do universitário recém-formado, que passou a ter três propostas de emprego (ao invés de batalhar por uma). Vem da classe média que conseguia viajar para Miami com dólar a 1,55 reais. Vem da própria elite que conseguia captações recordes de recursos quando vaziam seus IPOs. Do Oiapoque ao Chuí, do sertanejo ao Eike, havia um consenso de que “o Brasil hoje é um País melhor”.

Esse conjunto de obra é a receita infalível para a alta popularidade de qualquer governante. Isso ofusca qualquer escândalo do tipo Mensalão. Não é errado julgar que o País melhorou, O erro crasso é atribuir toda essa melhora a uma única pessoa. De fato, as principais reformas estruturais que permitiram que o País se tornasse o que se tornou foram feitas no governo FHC – e pasmem seus próprios partidários, no seu segundo mandato (não no primeiro). O País poderia sim (e deveria) aproveitar esse momento único, no qual os cenários externo e interno totalmente favoreceriam seu desenvolvimento sustentável. Infelizmente, eleitores não julgam seus representantes pelo que os mesmos de fato fizeram, muito menos pelo que deixaram de fazer. Eles olham, ou melhor, sentem o conjunto de eventos do parágrafo anterior. Parafraseando Obama, a famosa pergunta de Are you better off than 4 years ago?

Obviamente que a resposta para essa pergunta aplicada ao povo brasileiro em 2006 era um sim volumoso. E era para assim ser, tendo em vista o momento que o País vivia. O problema é que as pessoas não julgam ações – tampouco enxergam bombas relógios. Pessoas simplesmente analisam, sentem estados de bem-estar social. Abaixo uma pequena lista de o que o PT (Lula) deveria ter feito para o Brasil ter, de fato, rumado no caminho da prosperidade.

Do do list (not accomplished): o governo deveria ter aproveitado o momento do super-ciclo de alta das commodities e o fluxo de FDI que o País recebeu para implementar as reformas estruturais de que o Brasil tanto precisava, tais como reforma política e reforma tributária. Aproveitado a crescente renda (e receita com tributos) para aumentar a produtividade (e consequentemente nossa competitividade) através de investimento em infraestrutura e educação básica. Implementado um modelo de gestão no setor público que tente, ao menos, ser minimamente meritorático, o que garantiria que não pagássemos os “impostos escandinavos para serviços africanos”. Reduzido o tamanho da máquina pública. Modernizado a CLT (o que novamente aumentaria a competitividade da indústria nacional). Transformado nossas universidades (inclusive via atração de alunos e pesquisadores internacionais) em celeiros de conhecimento (novamente, isso afeta a produtividade do País). Modernizado nosso código penal (e a efetividade do mesmo). Em resumo, o PT deveria ter feito o que deveria ser feito para o Brasil se tornar uma economia diversa e de conhecimento.

Obviamente, nada disso garante a reeleição (ou eleição de seu sucessor do mesmo partido). Não é preciso dizer que o que foi feito foi justamente o oposto. Aumento indiscriminado dos gastos públicos. Hiper-exposição em commodities (das dez maiores empresas brasileiras, nove são ligadas diretamente a matérias primas). País com índices crescentes (e epidêmicos) de violência urbana. Epidemia de crack que até hoje o governo federal ignora. Dentre outros fatos (não teorias) que não preciso listar.

Hoje, o modelo brasileiro – se é que podemos chamar de modelo – já mostra claramente que não consegue mais se sustentar. E os sinais são múltiplos. Boom de crédito insustentável (obviamente, os bancos privados já perceberam isso e começaram a dar marcha ré, mas os bancos públicos, como existem para fazer política pró-PT, vão continuar a receita destrutiva). Gargalos estruturais que fazem o País só despencar nos rankings internacionais de produtividade. Inflação fora de controle e crescimento pífio (estagflação), apesar das previsões de Guido, the forecaster. Ibovespa batendo seus 49 mil pontos. Dólar disparando, o que apesar de melhorar a competitividade da indústria, pesa na inflação e possivelmente na dívida de empresas denominadas em dólar. No cenário externo, o fim do super-ciclo de alta e a mudança no perfil do PIB da China pode (e deve) fazer com que a demanda por commodities caia consideravelmente.

A bomba relógio está armada. E foi armada por aquele que hoje dá palestras por 200 mil reais para plateias de líderes e (de)formadores de opinião ouvi-lo falar mal das elites – as mesmas que pagam seus 200 mil reais. Armada pela não ação daquele que com seu maniqueísmo de ricos contra pobres matou o pouco espírito empreendedor que o brasileiro tinha, transformando nossos possíveis futuros Zuckerbergs em concurseiros. Quando a bomba vai estourar, não sabemos ao certo.

O problema é: e SE a oposição ganhar em 2014 e ela estourar nas mãos da oposição, digamos, em 2015? Quem levará a culpa? Dilma? Lula? PT? Então, pergunto: se a bomba for de fato estourar entre 2015 e 2018, não será melhor ter como governante alguém mais apto a desarmá-la, pelo menos, para o desastre ser menor? A resposta seria sim, SE pelo menos dois entre dez brasileiros (eleitores) conseguissem entender o texto acima. Novamente, pagamos agora o maior preço pela falta de investimentos em educação. Acho que o cenário mais provável seria o seguinte: A crise vem na gestão da oposição e o Lula (ele mesmo) aparece para expor a “ineficiência” da gestão atual e comparar de forma descarada os números brutos de seu mandato com os atuais. Volta nos braços do povo – e o pior, como salvador da pátria.

Parafraseando Steve Jobs: It was an awful medicine, but I guess the patient needed. O remédio Dilma 2014 é o do que precisamos. Poderá ser ruim no começo, mas sairemos mais fortes, como sociedade. Exporemos a má gestão do PT aos olhos das pessoas, passaremos a liability do governo Lula ao seu partido, desmascaremos o mito de Santo Inácio Lula da Silva, deixaremos de ver o nome “empresário” como um ente maléfico e veremos que o conceito de governo como um grande elefante branco é insustentável no mundo em que vivemos. Acima de tudo, aprenderemos a usar melhor a mais importante arma que a democracia nos outorga – o voto.
Agora é Dilma 2014 na cabeça! E que um novo Brasil nasça em 2018!

* Felipe Gurgel,

Engenheiro Aeronáutico, ITA, 2006, e mestre em Engenharia Financeira, pela Cornell University. Atualmente, doutorando do Finance PhD, da S C Johnson School of Management – Cornell University.

Presidente da OAB/CE defenderá Osmar Baquit no caso do ataque a rádios de Quixadá

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O deputado estadual Osmar Baquit (PSD) acaba de contratar o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, regional Ceará, Valdetário Monteiro, e Waldir Xavier como seus advogados no caso das denúncias que o envolvem na explosão de transmissores das rádios Monólitos e Liderança da cidade de Quixadá (Sertão Centrla), ocorridos em março último. Baquit é acusado pelo MP-CE de ser mentor intelectual do processo, por conta da participação do pai de dois assessores do deputado nos atentados.

Nessa terça-feira, Osmar Baquit ocupou a tribuna da Assembleia Legislativa e se defendeu das acusações. “Fiquei surpreso com a denúncia, porque não fui chamado nem para testemunhar. Meu nome não consta em nada no processo e as testemunhas não me envolvem de qualquer forma. Me dando direito de defesa, vou provar minha inocência”, afirmou o deputado.

O parlamentar ainda repudiou os ataques contra as emissoras, ambas do Sistema Monólitos de Comunicação, que classificou como “atos bárbaros”. “Eu sou aliado do atual prefeito de Quixadá, o João da Sapataria. O presidente da Câmara lá é meu. Por que então eu iria querer explodir rádio num município aliado? Será que sou burro, idiota?”, indagou Baquit.

Ceará ganha três bases móveis para monitorar o "crack"

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A assessora especial de Políticas sobre Drogas do Estado, Socorro França, começará, na prática, a mostrar serviço a partir de agora. Amanhã, às 10 horas, no Palácio da Abolição, ela receberá três bases móveis (caminhões) de videomonitoramento para acompanhar áreas críticas do tráfico de drogas em Fortaleza.

A ordem é identificar pontos de drogas, traficantes e, em seguida, fechar ações de polícia e de apoio a vítimas. Também na ocasião, ela assinará o termo de adesão dos município de Caucaia, Juazeiro do Norte e Maracanaú ao programa “Crack, é possível vencer”, do governo federal.

O ato terá a presença da secretária nacional de Segurança Pública do Ministério da Justiça, Regina Micki, e do secretário nacional de Políticas Antidrogas do MJ, Vitore Maximiano.

(Coluna Vertical, do O POVO)

Onda de protestos – Fortaleza pode ter passeata com mais de 30 mil pessoas

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Nesta quarta-feira, a partir das 10 horas, vários grupos ligados ao movimento “Copa para quem?”, estarão concentrados em frente ao Makro, na avenida Alberto Craveiro para, dali, seguir em clima de protesto, rumo à Arena Castelão. A ordem é mostrar indignação contra os altos investimentos da Copa das Confederações e do Mundial de 2014. A expectativa dos organizadores, que fazem mobilização pelas redes sociais, é atrair cerca de 30 mil pessoas.

A manifestação, que se autoproclama pacífica e contrária a agressões e vandalismo, não conta com comissão organizadora única e bem definida, e inclui várias pautas, uma delas a luta contra a corrupção.

Alguns políticos prometeram participar do ato como os vereadores João Alfredo (PSOL) e Capitão Wagner (PR), ambos de oposição ao Governo Cid Gomes (PSB). Já a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social garante que não permitirá acesso a ninguém em área próxima ao Castelão, local do jogo do Brasil contra o México.

Ronaldo, o "Fenômeno", já está em Fortaleza

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Ronaldo e Ariston Júnior (TAF Linhas Aéreas).

O ex-jogador da Seleção Brasileira, Ronaldo Nazário, o “Fenômeno”, desembarcou, no começo da madrugada desta quarta-feira em Fortaleza. Ele chegou de jatinho particular pelo terminal alternativo do Aeroporto Internacional Pinto Martins, o “TAG”, e seguiu para o hotel.

Ronaldo, hoje empresário, chegou para atuar como comentarista durante o jogo do Brasil contra o México, a partir das 16 horas, na Arena Catelão, engajado à equipe da Rede Globo.

Onda de protestos – Presidente do PV/CE diz que instituições políticas estão ultrapassadas

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O presidente regional do Partido Verde, Marcelo Silva, embarcou, nesta madrugada de quarta-feira, para Brasília. Ele participará de reunião da executiva nacional da legenda que avaliará a onda de protestos que se irrompeu no País em clima de Copa das Confederações.

Marcelo Silva diz que não se surpreendeu com essas manifestações, chegando a citar a Lei de Newton – toda cada ação, corresponde uma reação. Para o dirigente do PV cearense, esses protestos mostram que os partidos estão ultrapassados em matéria de agenda de luta.

Grupo explode caixas eletrônicos do BB de Mauriti

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Mais uma ação criminosa contra bancos no Ceará. Dessa vez, foi em Mauriti (Região do Cariri). Por volta das 2 horas da madrugada desta quarta-feira, um grupo explodiu caixas eletrônicos da agência do Banco do Brasil desse município. No momento, há um cerco policial na área.

O Comando de Policiamento do Interior confirmou o fato, mas ainda são poucos os detalhes.

Onda de protestos – Para sociólogo, manifestações não vão parar tão cedo

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A onda de manifestações contra a Copa do Mundo, corrupção e outros prolema que afligem o brasileiro. Nesta quarta-feira, o sociólogo Pedro Albuquerque, que costuma participar nos comentários deste Blog, mostrou sua cara e comentou o assunto antes de embarcar para compromisso particular em Brasília.

Para Pedro Albuquerque, essas manifestações não vão parar mesmo que se reduz tarifas, pois luta por mudanças estruturais do País.

Prefeito de Juazeiro do Norte, temendo manifestantes, se esconde dentro de agência do BB

“O prefeito do município de Juazeiro do Norte, Raimundo Macêdo (PMDB), ficou cercado por manifestantes, dentro de uma agência do Banco do Brasil, durante os protestos que tomaram conta das ruas da cidade na tarde desta terça-feira, 18.

A assessoria do prefeito informou que Raimundão, como é conhecido, entrou na agência e ficou com receio de sair, mas não houve nenhum tipo de agressão por parte dos manifestantes.

Na página do Facebook do movimento, os manifestantes afirmam que continuarão impedindo a saída do prefeito de dentro do banco, fato que o impossibilita de, por exemplo, não comparecer à abertura do festival junino Juáforró, que terá a presença da banda Aviões do Forró na noite de hoje. A realização do evento é uma das críticas da população por causa do orçamento milionário investido.”

(O POVO Online)

Veículos terão que manter distância da Arena Castelão

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O juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública, Martônio Vasconcelos, indeferiu nesta terça-feira (18) pedido do Ministério Público contra a restrição no entorno da Arena Castelão.

Veículos somente poderão se aproximar da Arena Castelão, nesta quarta-feira (19), a uma distância de 500 metros. A medida visa dar segurança ao jogo Brasil x México, pela segunda rodada da Copa das Confederações.

Vereador do PT: Onda de protestos deve ser tema de reflexões para a classe política

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As manifestações avaliadas por alguém que sempre se envolveu em atos populares. O vereador Guilherme Sampaio (PT) disse, nesta terça-feira, que essa onde de protestos precisa ser motivo de muitas reflexões por parte de todos aqueles que fazem política hoje no País. Todos, segundo Guilherme, precisam entender esse fenômeno que surge a partir de questionamentos sobre gastos com a Copa do Mundo.

Aeroporto improvisa área fora do terminal para acomodar ônibus de turismo

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O Aeroporto Internacional Pinto Martins vive certo sufoco por conta da Copa das Confederações e, em especial, por causa do jogo do Brasil contra o México que ocorrerá nesta quarta-feira, na Arena Castelão. Nesta semana, aumentou a movimentação de turistas desembarcando para conferir a partida, o que fez com que a Infraero improvisasse, num trecho fora do terminal, área para acomodar ônibus das empresas de receptivo.

O aeroporto, bom lembrar, vive clima de obras de ampliação e a via de embarque e desembarque de passageiros não comportaria tantos ônibus de turismo, que estão levando grupos para os hotéis.

(Foto – Paulo MOska)

MP/CE pede suspensão de restrição de acesso de veículos na área do Castelão

“O Ministério Público do Estado do Ceará entrou com Ação Civil Pública pedindo à Justiça que a Autarquia Municipal de Transito, Serviços Públicos e Cidadania realize a imediata suspensão do controle e restrição de veículos nas vias públicas no entorno do estádio Castelão. A ACP foi assinada pelos promotores de Justiça Francisco Romério Pinheiro Landim, Antônio Gilvan de Abreu Melo e José Aurélio da Silva, sendo protocolada no último dia 14.

O MP entende que o interesse público deve se sobrepor ao interesse privado de convidados vips e vvips. A ACP requer ainda que seja realizada a inspeção judicial nos dias dos jogos. Além disso, que a Secretaria de Segurança Pública seja oficiada no sentido de fiscalizar e autuar em flagrante as pessoas que estiverem usurpando as funções dos legítimos agentes de fiscalização de trânsito. Em caso de descumprimento, a multa diária é de R$ 100 mil.

(Site do MP/CE)

Deputado denúncia falta de investimentos na saúde e diz que PSDB alça voos 2014

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O PSDB questiona falta de investimentos na área da saúde do País. Cerca de R$ 18 bilhões teriam deixado de ser aplicados no setor, segundo denuncia o deputado federal tucano Raimundo Gomes de Matos.

O parlamentar também falou sobre a pré-candidatura do senador Aécio Neves (MG) para presidente e disse mais: ao assumir a vice-presidência nacional do PSDB, Tasso Jereissati admitiu retornar ao cenário político eleitoral.

Onda de protestos – Ex-líder estudantil, Jorge Parente se diz surpreso com protestos

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As chuvas registradas nas últimas semanas no Interior cearense amenizaram a situação do setor leiteiro no Ceará. É o que revela o empresário Jorge Parente, ex-presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) e também executivo da lacticínios CBL.

Jorge Parente aproveitou para falar sobre a onda de manifestações que se registra no País. Como líder estudantil no passado, se disse surpreso e preocupado com o tamanho do protesto.

Na festa do prêmio "O Equilibrista", IBEF/CE destaca Construtora Marquise

O Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (IBEF), regional do Ceará, promoverá nesta terça-feira, a partir das 19 horas, no Gran Marquise Hotel, a festa de entrega do Prêmio O Equilibrista. Três empresários estão na disputa: Ivens Dias Branco (M. Dias Branco), Everardo Teles e Fernando Cirino, este último ex-presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec). A festa será momento também para a entrega do Prêmio Empresa Padrão 2013, que foi ganho pela Construtora Marquise.

Nessa escolha, foram levados em conta critérios “como qualidade em gestão empresarial e reconhecimento de sua trajetória de competência e sucesso no mercado cearense”. Essa será a quarta edição do Prêmio. A eleição da Empresa Padrão do ano 2012 foi realizada em apenas um turno, onde todos os associados do IBFE-CE votaram para conhecer a ganhadora. Todo o processo foi auditado pela KPMG, renomada empresa de auditoria independente.

 

Secretário acompanha no Senado votação de mais um empréstimo para o Ceará

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O secretário estadual das Cidades, Camilo Santana, viajou para Brasília. No Senado, ele acompanhará, nesta tarde de terça-feira, a votação de um empréstimo no valor de US$ 106 milhões – sendo R$ 66 milhões do BID, com o restante contrapartida estadual, destinado ao Projeto Cidades do Ceará II. Esse projeto beneficiará com obras de infraestrutura cidades do Baixo Jaguaribe e da Zona Norte.

Camilo Santana, ainda em Brasília, terá compromissos também na Caixa Econômica Federal e no Ministério das Cidades.

Prefeitura e Governo distribuem o "Guia de Bolso do Viajante" para turistas

Do site da Prefeitura de Fortaleza:

Com o objetivo de receber bem os visitantes na Capital cearense, a Prefeitura Municipal de Fortaleza em parceria com o Governo do Estado do Ceará, produziu o “Guia de Bolso do Viajante”. O material foi desenvolvido para auxiliar os turistas e a população local, não somente durante a Copa das Confederações Fifa 2013 mas, também, no período de alta estação. Como uma das medidas educativas e preventivas dos governos Municipal e Estadual, o guia foi produzido tendo como fonte de inspiração a cartilha do Ministério da Saúde. O informativo é adaptado à realidade do Nordeste e mais especifico a de Fortaleza, e traz importantes dicas de como aproveitar as atrações da “terra do sol” sem se descuidar da saúde, além de esclarecer possíveis dúvidas que um visitante pode ter durante a viajem.

O “Guia de Bolso do Viajante” contém temas relevantes e traz informações sobre vacinação, alimentação, cuidados com o calor (medidas para a população se proteger da insolação, desidratação e outros problemas acarretados com a exposição exagerada ao sol), uso da camisinha como método preventivo às doenças sexualmente transmissíveis (DST/ Aids,
hepatites virais, sífilis), trânsito responsável (um apelo para que os motoristas evitem a combinação perigosa de álcool e direção), dentre outros.

A distribuição do guia será realizada pelos agentes de saúde do município e voluntários, durante os dias de jogo e demais programações da Copa. Os interessados também terão acesso ao material nos cincos Quiosques dos
Turistas, distribuídos pela cidade.

João Ananias diz em artigo o que a oposição brada contra modelo de segurança cidista

Com o título “O tamanho da dor”, o deputado federal João Ananias aborda o quadro de crescimento da violência no Estado. “No Ceará, nos primeiros quatro meses deste ano, morreram mais de 11 por dia assassinados com arma de fogo”, diz em artigo publicado no O POVO desta terça-feira, Ananias. Quem lê esse artigo, pensa se tratar da opinião de um opositor. Confira:

O volume de notícias diárias sobre violência que vem ocupando o norte, o sul, o leste e oeste do espaço midiático e do inconsciente do homem contemporâneo está alterando a forma pacífica de existir da família brasileira.

Só no Ceará, nos primeiros quatro meses deste ano, morreram mais de 11 pessoas por dia assassinadas com arma de fogo. Esses números denunciam, entre outras coisas, que nesse período mais de 1.300 famílias cearenses tiveram de conviver com a morte trágica e inesperada de um filho, pai ou marido.

Não é necessário ser um estudioso da psicologia para imaginar o tamanho do tsunami emocional que se forma no âmbito de uma família quando uma tragédia dessas bate à sua porta no meio da madrugada ou em plena luz do dia. Na matemática não existe um número que possa quantificar o tamanho da dor que um pai precisa enfrentar para se despedir de um filho que foi assassinado. Para agravar, diante desse quadro dantesco do aprofundamento das desigualdades, do desespero humano que as manchetes denunciam e da necessidade urgente de uma solução, surgem o oportunismo cínico e a exploração política e comercial da desgraça, que em nada contribui para pacificar o País contaminado pela movimentação marginal do capitalismo drogado.

Recentemente denunciei da tribuna da Câmara Federal o interesse da indústria bélica de acelerar Projeto de Lei que facilita a aquisição de armas pelo cidadão comum com seu belo argumento de que “só o ladrão está armado”. Em outras palavras, “precisamos ocupar o outro lado do mercado”. Por mais que eu tente, não consigo ver com naturalidade a cena de um pai de família do século XXI, acompanhado dos filhos e netos, numa tarde de domingo, comprando pipocas com uma pistola na cintura. Isso sob o argumento de que é para se defender da violência.

Construir novos e modernos presídios de segurança máxima, duplicar ou triplicar o efetivo das forças policiais e militares, capacitar a tropa e a inteligência do comando, reduzir a maioridade penal, instalar câmaras em toda a cidade, endurecer as leis com penas de morte e perpétua para crimes hediondos. Confesso que não acredito em nenhuma dessas propostas isoladamente nem na ação conjunta de todas elas para reduzir os índices de violência e criminalidade, como acredito numa escola obrigatória, integral, gratuita e de qualidade para todos.

* João Ananias

Deputado federal (PCdoB-CE).

Onda de protestos pegou muitos de surpresa. Até a imprensa

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O jornalista Plínio Bortollotti comenta a onda de manifestações populares em vários Estados. Plínio se diz surpreso com esse tipo de ação de uma juventude, que deixou a mídia e lideranças conservadoras no bolso.

DETALHE – Plínio está substituindo, pelos próximos 15 dias, o jornalista Érico Firmo, titular da Coluna Política do O POVO. A Coluna, inclusive, aborda essa questão das manifestações.