Blog do Eliomar

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CNBB reitera críticas às reformas do governo Temer

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil reiterou, por meio do seu presidente, dom Sérgio da Rocha, reiterou as críticas da CNBB às reformas propostas pelo governo federal. Num documento divulgado hoje, os bispos citam as reformas previdenciária e trabalhista, em tramitação no Congresso, como uma forma de privilegiar o “capital em detrimento dos avanços sociais”.

De acordo com o arcebispo de Brasília, é necessário maior atenção e investimento em políticas públicas voltadas para os “os mais pobres”, dentre eles as comunidades indígenas e quilombolas. “Muitas vezes se dá atenção a reformas que são de interesse, sem dúvida, do mercado, e não se dá atenção a políticas públicas voltadas para esses seguimentos mais fragilizados da população”, afirmou dom Sérgio.

O governo federal defende que as reformas são essenciais para o ajuste fiscal, a retomada do crescimento da economia e a geração de empregos.

(Foto – Revista Veja)

CNBB não vê condições éticas para Temer continuar no cargo

O secretário-geral da CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil), dom Leonardo Ulrich Steiner, avalia não ver condições éticas para a permanência do presidente Michel Temer no cargo após a revelação de detalhes de seu encontro com o empresário Joesley Batista, do grupo JBS, em março. Mas ele também acredita que o país não superaria o atual “momento de tensão” com uma eventual candidatura do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, devido à “resistência de uma parcela da sociedade à pessoa dele, dadas as contínuas notícias de que estaria implicado na Lava Jato”.

Para Steiner, Temer deveria ter denunciado Batista quando, no encontro que os dois tiveram no Palácio do Jaburu, o empresário lhe disse que havia corrompido autoridades para ser favorecido em investigações sobre sua empresa.

No dia 18, o STF (Supremo Tribunal Federal) divulgou a conversa, gravada por Joesley como parte de seu acordo de delação premiada com a Procuradoria-Geral da República. O presidente diz que o áudio foi editado e não tem validade jurídica.

*Com Portal Uol, mais aqui.

Protesto e bênçãos

Da Coluna Vertical, no O POVO deste sábado (29):

“As esquerdas continuam mais vivas do que nunca!”, disse o presidente estadual do PT, Francisco de Assis Diniz, ao avaliar o dia de greve geral no Ceará. A sexta-feira de protestos, de acordo com De Assis e membros da Frente Brasil Popular, centrais sindicais e Movimento Povo Sem Medo, foi “um sucesso”, porque não se concentrou só na Capital e ocupou espaços nas principais cidades do Estado como Sobral, Juazeiro do Norte, Iguatu, Quixadá, Crato e Quixeramobim.

Ele adiantou que o recado ao governo federal foi dado: o País não vai aceitar retrocessos.

Tudo bem que a onda de protestos repercutiu, mas é bom deixar claro também que a turma da esquerda, para ajudar a mobilizar, contou com apoio fundamental: a credibilidade da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). Alguém duvida?

CNBB divulga nota questionando a Reforma da Previdência

O Conselho Permanente da Confederação Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) manifestou apreensão com relação à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 287/2016, que propõe várias mudanças nos requisitos necessários para a aposentadoria. A CNBB divulgou nota e comenta que o Art. 6º da Constituição Federal de 1988 estabelece que a Previdência é um Direito Social dos brasileiros e não uma concessão governamental ou privilégio. “Os direitos sociais no Brasil foram conquistados com intensa participação democrática e qualquer ameaça a eles merece imediato repúdio”, ressalta a nota.

A CNBB ainda comenta que os números do governo federal que apresentam um déficit previdenciário são diversos dos números apresentados por outras instituições, inclusive ligadas ao próprio governo, não podendo ser possível encaminhar solução de assunto tão complexo com informações inseguras, desencontradas e contraditórias. “É preciso conhecer a real situação da Previdência Social no Brasil. Iniciativas que visem ao conhecimento dessa realidade devem ser valorizadas e adotadas, particularmente ao Congresso Nacional, com o total envolvimento da sociedade”.

Mostrando grande preocupação com o futuro do trabalhador brasileiro, a CNBB argumenta que buscando diminuir gastos previdenciários, a PEC 287 “soluciona o problema”, excluindo da proteção social os que têm direito a benefícios. Esta exclusão se dá ao propor uma idade única de 65 anos para homens e mulheres, do campo ou da cidade; ao acabar com a aposentadoria especial para trabalhadores rurais; ao comprometer a assistência aos segurados especiais (indígenas, quilombolas, pescadores); ao reduzir o valor da pensão para viúvas ou viúvos; e ao desvincular o salário mínimo como referência para o pagamento do Benefício de Prestação Continuada (BPC). “Diante de tudo isto, a PEC escolhe o caminho da exclusão social”.

A nota finaliza afirmando que a opção inclusiva que preserva direitos não é considerada na PEC, fazendo-se necessário auditar a dívida pública, taxar rendimentos das instituições financeiras, rever a desoneração de exportação de commodities, identificar e cobrar os devedores da Previdência. “O debate sobre a Previdência não pode ficar restrito a uma disputa ideológico-partidária, sujeito a influências de grupos dos mais diversos interesses. Quando isso acontece, quem perde sempre é a verdade. O diálogo sincero e fundamentado entre governo e sociedade deve ser buscado até a exaustão”, finaliza a CNBB.

*Clique e confira a nota da CNBB na íntegra aqui.

Dom Paulo Evaristo Arns está internado em São Paulo

O Cardeal Dom Paulo Evaristo Arns, arcebispo emérito da Arquidiocese de São Paulo, está internado desde 28 de novembro com broncopneumonia na capital paulista. De acordo com o Hospital Santa Catarina, o seu quadro de saúde inspira cuidados. Não há previsão de alta.

O cardeal tem 95 anos, com 71 anos de sacerdócio e 76 anos de vida franciscana. Dom Paulo é cardeal desde 1973 e foi arcebispo metropolitano de São Paulo entre 1970 e 1998.

Em nota divulgada hoje (12), a Arquidiocese de São Paulo pediu orações pela recuperação do cardeal.

(Agência Brasil)

CNBB alerta sobre custo das campanhas e compra de votos

O custo das campanhas eleitorais e a compra de votos foram temas ressaltados em mensagem divulgada, nessa quarta-feira (13), pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O documento é uma orientação da Igreja Católica aos fiéis para as eleições municipais deste ano.

O texto foi aprovado durante a 54ª Assembleia Geral da entidade, que está sendo realizada em Aparecida, no interior de São Paulo, até sábado.

“É preciso estar atento aos custos das campanhas. O gasto exorbitante, além de afrontar os mais pobres, contradiz o compromisso com a sobriedade e a simplicidade que deveria ser assumido por candidatos e partidos. Cabe aos eleitores observar as fontes de arrecadação dos candidatos, bem como sua prestação de contas”, diz trecho do texto.

CNBB defende punição para envolvidos em corrupção e reformas e fortalecimento das Instituições

“A Igreja católica defende a punição de todos os envolvidos em atos de corrupção. O posicionamento foi divulgado hoje (7), durante coletiva de imprensa na 54ª Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), em Aparecida (SP).

“A CNBB e a Igreja Católica no Brasil consideram que a apuração de toda acusação deve ser implacável, que as pessoas envolvidas devem ser julgadas. As pessoas consideradas culpadas devem ser punidas rigorosamente dentro da legislação que temos no pais”, disse o bispo auxiliar de Belo Horizonte (MG), dom Joaquim Giovani Mol.

Dom Joaquim Mol afirmou que a Igreja repudia com veemência qualquer ato de corrupção. Ele comparou a corrupção no Brasil a um câncer que “fere e, mais do que fere, desmancha o tecido social. Em nossa situação é metastase muito espalhada”, acrescentou.

Reformas

De acordo com o bispo, o país passa por uma crise estrutural, com o enfraquecimento das instituições. Segundo ele, a CNBB prepara uma nota na qual deverá detalhar a necessidade de reformas política, do Judiciário, Executivo, previdenciária, tributária e da educação. Para dom Joaquim Mol, é preciso fortalecer as instituições, “de modo que nenhuma crise, até mais difícil que esta, gere rupturas no Estado Democrático de Direito”.

A nota conterá também análises cultural, econômica, social e política. O objetivo é buscar na doutrina da Igreja elementos que ajudem os cristãos a agir conforme a realidade atual e a oferecerem contribuições para superar os problemas. A superação da desigualdade brasileira e o fortalecimento de políticas públicas sociais também deverão ser abordados no texto.

O bispo informou que os católicos representam hoje 64,5% dos brasileiros. Em tamanho, a religião é seguida pelo protestantismo pentecostal, com 18% da população. Dom Joaquim Mol disse ainda que é necessário se respeitar no país a diversidade religiosa.”

(Agência Brasil)

CNBB alerta: Polarização política da sociedade pode comprometer a paz

cnnbb

“Após três dias de encontro, representantes do Conselho Permanente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) convocaram coletiva de imprensa nesta quinta-feira (10), em Brasília, para divulgar nota em que pedem manifestações pacíficas no país, falam do risco de polarização da sociedade brasileira e da importância do respeito a diferentes pontos de vista para a democracia.

A CNBB avaliou que é inadmissível que partidos “alimentem” a crise econômica do país com a atual crise política e defendeu que o Congresso Nacional e os partidos políticos têm o “dever ético de favorecer e fortificar a governabilidade”. O texto também alerta para o risco de a polarização da sociedade levar a um choque.

“O que nós queremos é que se garanta a ordem constitucional no país. Que os encaminhamentos sejam feitos dentro da legalidade e com respeito à Constituição”, disse o presidente da CNBB, Dom Sergio da Rocha, destacando que a instituição não tem uma posição partidária. “Ao contrário, queremos estar abertos ao diálogo com todas as partes. Insistimos que a busca por soluções seja por meio do diálogo e do respeito, sem recorrer à agressividade e violência, que não condizem com a vida democrática”, disse.

O vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger, disse que para que a paz seja preservada no Brasil, todos precisam colaborar. “É uma realidade que é função do Congresso Nacional cuidar de que o país caminhe bem, com leis justas. Os partidos, independente de estarem no poder ou na oposição, têm uma contribuição importante pela força que representam. E se, de repente, um país como o nosso ficar ingovernável, vai ser difícil falar em paz social.”, afirmou.

Dom Krieger manifestou preocupação com o momento atual que o país enfrenta. “A gente sabe que há momentos em que as pessoas perdem o bom-senso. E a gente está notando que isso pode acontecer de repente”, disse, argumentando que se cada cidadão procurar defender só o seu ponto de vista “de forma tão veemente”, se esquecendo do respeito ao outro e às instituições, eles vão acabar se ferindo mutuamente.

A nota divulgada pelos bispos também defende a apuração rigorosa de suspeitas de corrupção no país. “É preciso apurar até o fim ou não se fará justiça”, disse Dom Sergio da Rocha.”

(Agência Brasil)

Presidente da CNBB confirma presença na festa do centenário da Arquidiocese de Fortaleza

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O presidente da CNBB, dom Sérgio da Rocha, é um dos convidados da festa pelo centenário da Arquidiocese de Fortaleza. O ato, com missa solene e show do padre Reginaldo Manzotti, ocorrerá a partir das 15 horas desta sexta-feira, no Condomínio Espiritual Uirapuru (Bairro Castelão).

Dom Sérgio da Rocha, bom destacar, foi bispo-auxiliar do arcebispo de Fortaleza, dom José Antonio Aparecido Tosi Marques.

Também na lista dos convidados está o Núncio Apostólico no Brasil, dom Giovani d’Aniello, bem como todos os demais bispos das dioceses do Ceará.

CNBB é contra a redução da maioridade penal

“A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou, hoje (18), nota em que afirma que a redução da maioridade penal representará uma ameaça a direitos hoje previstos no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No documento, a entidade revela o temor de que, se aprovada pelo Congresso Nacional, a medida acarrete um “efeito dominó”, fazendo com que algumas violações aos direitos da criança e do adolescente, como a venda de bebidas alcoólicas, abusos sexuais, entre outras, deixem de ser crime.

“Seria uma consequência natural, já que reduzir a idade de responsabilização penal para 16 anos terá implicações enormes sobre a vida social. Poderá valer para a compra de bebidas alcoólicas, direção de carros, trabalho. Abrimos um leque enorme”, disse o secretário-geral da entidade, Dom Leonardo Steiner, sustentando que, em outros países, a medida não surtiu os efeitos esperados. “Não podemos cair na tentação de nos desvencilharmos de nossos problemas sociais e de nossos jovens”.

Para a CNBB, é um equívoco afirmar que o estatuto não estabelece punições aos adolescentes que cometem atos infracionais. No documento, a entidade lembra que, no Brasil, os jovens podem ser responsabilizados penalmente já a partir dos 12 anos – idade abaixo da estipulada pela maioria dos países industrializados. Na avaliação da CNBB, reduzir a maioridade penal dos atuais 18 anos para 16 anos não resolverá a violência.

Segundo o presidente da CNBB, Dom Sergio da Rocha, embora ao ser sancionado, há 25 anos, o ECA tenha sido saudado como uma das melhores leis do mundo em relação à criança e ao adolescente, as medidas socioeducativas nele previstas não foram devidamente aplicadas ao longo dos anos, não sendo possível afirmar que a lei contribui para a impunidade.

“Embora tenha sido tão bem acolhido, o ECA não foi levado a sério como deveria. Hoje, teríamos de revalorizar e verificar a responsabilidade do Poder Público”. Na nota, a CNBB ainda sustenta que “as medidas socioeducativas previstas no estatuto foram adotadas a partir do princípio de que todo adolescente infrator é recuperável, por mais grave que seja o delito que ele tenha cometido. Esse princípio está de pleno acordo com a fé cristã”, menciona a nota.

Vice-presidente da CNBB, Dom Murilo Krieger destacou que, em momentos de comoção, quando é grande a cobrança por respostas rápidas para problemas como a criminalidade. “Nesses momentos, diante de alguns fatos tristes envolvendo adolescentes, nascem mitos e equívocos, como a ideia de que a redução solucionará o problema da falta de segurança. Com isso nos desobrigamos de buscar soluções educativas. O que queremos é criar uma consciência e demonstrar que o problema é bem mais amplo, que os jovens têm direito a uma nova oportunidade”.

(Agência Brasil)

Dom Hélder Câmara – Processo de canonização abrirá a partir deste domingo

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O arcebispo de Olinda e Recife (PE), dom Antônio Fernando Saburido, vai presidir, a partir das 9 horas deste domingo, na Igreja da Sé, em Olinda, uma celebração para marcar a abertura do processo de canonização de Dom Helder Câmara (1909-1999). O religioso comandou essa arquidiocese e foi um dos responsáveis pela criação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

Por sua bondade, senso de justiça, humildade e defesa da não violência ativa, foi indicado quatro vezes ao Prêmio Nobel da Paz. Não ganhou, mas o pacifista Dom Helder, natural de Fortaleza, foi considerado por muitos “um santo em vida”, como afirmou à ABN o pesquisador e colecionador de discos, filmes e fotos Christiano Câmara, sobrinho do religioso.

(Com Agência da Boa Notícia)

CNBB critica projetos de terceirização e de redução da maioridade penal

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A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) divulgou nessa sexta-feira (24) nota sobre a conjuntura do país, com críticas ao projeto de lei que regulamenta a terceirização de mão de obra nas empresas e à proposta de redução da maioridade penal. A nota foi divulgada no encerramento da 53ª Assembleia Geral da CNBB, em Aparecida (SP). Na reunião também ocorreu a cerimônia de posse de dom Sérgio da Rocha na presidência da CNBB.

De acordo com a nota, a entidade avaliou “com apreensão” a realidade brasileira, “marcada pela profunda e prolongada crise que ameaça as conquistas, a partir da Constituição Cidadã de 1988, e coloca em risco a ordem democrática do país”. A nota acrescenta que “a retomada de crescimento do país, uma das condições para vencer a crise, precisa ser feita sem trazer prejuízo à população, aos trabalhadores e, principalmente, aos mais pobres”.

Sobre o projeto que trata da terceirização, o texto expressa que ele não deve restringir direitos. “A lei que permite a terceirização do trabalho, em tramitação no Congresso Nacional, não pode, em hipótese alguma, restringir os direitos dos trabalhadores. É inadmissível que a preservação dos direitos sociais venha a ser sacrificada para justificar a superação da crise”, registra.

Na avaliação dos bispos, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC 171/1993), que propõe redução da maioridade penal para 16 anos, é um “equívoco que precisa ser desfeito”. Para a CNBB, a redução da maioridade penal não é solução para a violência no país. “Investir em educação de qualidade e em políticas públicas para a juventude e para a família é meio eficaz para preservar os adolescentes da delinquência e da violência”, aponta.

Outro tema abordado na nota é o projeto de lei que altera o Estatuto do Desarmamento. A avaliação é de que se trata de ilusão a ideia de que facilitando o acesso da população à posse de armas se combate a violência.

(Agência Brasil)

Arcebispo de Fortaleza comandará a Regional Nordeste I da CNBB

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O arcebispo de Fortaleza, dom José Antônio de Aparecido Tose, foi eleito presidente da Regional Nordeste I, da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

A escolha ocorreu durante a Assembleia Geral da CNBB, que está encerrando seus trabalhos em Aparecida, interior paulista.

Dom José Antônio cumprirá mandato de quatro anos, tendo na sua circunscrição eclesiástica nove dioceses situadas no Ceará.

Ex-bispo-auxiliar de Fortleza é o novo presidente da CNBB

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“O arcebispo de Brasília, dom Sérgio Rocha, foi eleito hoje (20) presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O novo presidente terá mandato de quatro anos e foi escolhido no primeiro escrutínio, após superar os dois terços dos votos necessários para a eleição. Dom Sérgio Rocha substitui o cardeal Raymundo Damasceno Assis.

No processo de eleições iniciado hoje serão escolhidos também o vice-presidente, o secretário-geral e os presidentes das 12 comissões episcopais da CNBB. As eleições podem prosseguir até o dia 23 de abril. A cerimônia de posse está marcada para sexta-feira (24), em Aparecida (SP).

Dom Sérgio Rocha foi nomeado bispo pelo papa João Paulo II em 2001. Em janeiro de 2007, o papa Bento XVI o nomeou arcebispo coadjutor da arquidiocese de Teresina (PI). Também pelo papa Bento XVI, em 2011, foi nomeado arcebispo metropolitano de Brasília.

Dom Sérgio estudou filosofia e teologia. É mestre em Teologia Moral pela Pontifícia Faculdade de Teologia Nossa Senhora da Assunção (SP) e doutor pela Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma. Dom Sérgio tem como lema episcopal “Tudo na caridade”.”

(Agência Brasil)

DETALHE – Dom Sérgio da Rocha foi bispo-auxiliar de Fortaleza.

Assembleia Geral da CNBB abordará questões políticas

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Da Coluna Vertical, no O POVO desta quarta-feira (15):

Há expectativas de que a 53º Assembleia Geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que ocorre a partir desta quarta-feira (15), em Aparecida (SP), divulgue posição sobre a conjuntura política atual do País. O encontro vai se estender até o próximo dia 25 e não ficará apenas em avaliações sobre evangelização.

O arcebispo de Fortaleza, dom José Antônio, por exemplo, já deu um sinal: ele se posiciona radicalmente contra a redução da maioridade penal, o que ganhou admissibilidade no Congresso (de 18 para 16 anos).

“Não se resolve simplesmente por questão de idade”, diz ele, observando que o que deve mudar são o sistema e o modo de se encarar a questão penitenciária. Investir em políticas de apoio à criança e ao adolescente será sempre a saída para evitar a entrada de tantos menores em regimes que não ressocializam. “Não se resolve confinando as pessoas!”, insiste o arcebispo.

CNBB inicia nesta terça-feira mais uma Assembleia Geral

Começa nesta terça-feira, em Aparecida (SP), a 53ª Assembleia Geral (AG) da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB). O encontro, que se estenderá até o dia 24, reunirá 450 bispos, que atualizarão as Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (DGAE). As orientações pastorais aprovadas em 2011 serão apenas revisadas, a partir da Exortação Apostólica Evangelii Gaudium e do pronunciamento do Papa Francisco aos bispos ocorrido no Rio de Janeiro (RJ), em julho de 2013.

“As diretrizes gerais continuarão a inspirar o trabalho da Igreja nos próximos quatro anos, levando em consideração a atuação do papa Francisco”, explica o arcebispo de São Luís (MA) e vice-presidente da CNBB, dom José Belisário da Silva.

A Assembleia Geral da CNBB também elegerá a nova cúpula da entidade (presidente, vice-presidente e secretário-geral).

 

Eliane quer órgão para a política do semiárido

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“Eu quero aqui selar um compromisso com a CNBB de tornar essa política pública, de convivência com o semiárido, uma política de estado. Para que os outros governos que vierem, com certeza, tem que dar continuidade, não ser interrompido. E vamos também criar um órgão que possa subsidiar essa questão da política do semiárido”.

A declaração é da candidata do PSB ao governo do Ceará, Eliane Novais, nesta segunda-feira (18), durante encontro na Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), que discutiu ainda o enfrentamento às drogas e a política dasaúde.

O bispo Dom José Haring destacou a importância do encontro. “Acho que isso não é coisa para a Igreja Católica, é para a sociedade. Porque a Igreja trabalha pela vida. Então foi esse o motivo de fazer essa reunião”, comentou.

CNBB NE I ouve propostas de candidatos ao Governo. Eunício Oliveira não comparece

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Sem a presença do candidato a governador pelo PMDB, Eunício Oliveira, a CNBB Regional Nordeste I está ouvindo, nesta manhã de segunda-feira, em sua sede, no Bairro de Fátima, as propostas dos candidatos ao Palácio da Abolição.

Participam Camilo Santana – com seus postulantes a vice, Izolda Cela, e ao Senado, Mauro Filho, e Eliane Novais (PSB) e Aílton Lopes (PSOL).

A Assessoria de Imprensa de Eunício informa que ele passa esta manhã em reunião com prefeitos. Há expectativa de que receberá uma adesão importante.

(Foto -Alexandre Távora)

CNBB Regional Nordeste I ouvirá candidatos ao Governo do Ceará

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Todos os bispos do Ceará estão sendo convocados a ouvir os candidatos a governador na próxima segunda-feira, a partir das 9 horas, na sede da CNBB – Regional Nordeste I, no bairro de Fátima.

O objetivo, segundo a assessoria de imprensa da CNBB, é não somente ouvir as propostas dos postulantes, mas também expor a cada um as preocupações da Igreja Católica com as eleições e também com questões do interesse dos cearenses como a estiagem.

De acordo com o padre Gilson Soares, o encontro não se caracterizará como debate, mas uma “conversa aberta e informal” com os candidatos a governador.