Blog do Eliomar

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TV O POVO passa a transmitir o Canal Futura

Com o título “Um salto na comunicação cidadã”, o Editorial do O POVO desta sexta-feira comemora a parceria da TV O POVO com o Canal Futura. A programação começará a ser veiculada a partir de quarta-feira (13). Confira:

Uma parceria entre as fundações Demócrito Rocha e Roberto Marinho consolida uma plataforma de educomunicação com potencial inovador. A partir do dia 13 de janeiro, o canal 48, da TV O POVO, passa a transmitir todo o conteúdo do Canal Futura.

O anúncio foi feito ontem pela presidente do Grupo de Comunicação O POVO, Luciana Dummar, durante cerimônia da 17ª edição do Prêmio Delmiro Gouveia. A novidade é o primeiro passo na contagem regressiva para a comemoração dos 90 anos do jornal O POVO, em 7 de janeiro de 2018. Uma data celebrada com trabalho. Uma aposta que sublinha uma das marcas do jornal: compromisso com a informação de qualidade.

Gestores da emissora carioca estiveram em Fortaleza para participar do ato que firmou a parceria entre as duas TVs, cujas trajetórias têm inúmeros pontos de contato, a começar pela ênfase na cultura e nos esforços desenvolvidos fora das telas, com projetos que priorizam a cidadania e a mobilização social.

Juntas, TV O POVO e Canal Futura ampliam seu campo de atuação, fazendo convergir iniciativas e expertise. O conteúdo estará dividido nos seguintes eixos: educação e formação profissional; cultura, língua e linguagens; cidadania, participação e direitos humanos; empreendedorismo, trabalho e renda; sustentabilidade socioambiental.

Para além do conteúdo, entretanto, a junção das emissoras é uma resposta aos desafios de um novo mundo no qual a comunicação e a educação são pilares constitutivos de um espaço público cada vez mais fragmentado. É pensando nisso, num modo de ajudar seu público a interpretar o mundo, que a TV O POVO promove um salto transformador.

O gesto é a concretização de ideais que estão na base do jornal O POVO desde a sua fundação, nove décadas atrás. Narrar uma história sob todos os pontos de vista. Analisar. Transformar.

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Galeria do Palácio da Abolição expõe o talento de Roberto Galvão

Prossegue, na Galeria do Abolição, a exposição Mato Branco, do artista plástico Roberto Galvão. São cerca de 100 obras – entre pinturas, aquarelas, desenhos, gravuras, esculturas – que marcam os 50 anos de carreira de Galvão, em especial um recorte sobre os 10 últimos anos de produção, na temática da relação do cearense com o semiárido.

O resultado da imersão nos sertões do Ceará é a expressão da paisagem numa linguagem plástica, mantendo as suas riquezas formais, qualidades estéticas e força dramática, sem cair numa representação direta, desvendando a estética em algo que, no senso comum, é desprovido de encanto. “Havia uma beleza agreste que deveria ser processada artisticamente e levada ao público, que parece não perceber todo o vigor e a imponência expressiva dessa paisagem”, aponta o artista.

SERVIÇO

*A mostra segue à disposição do público a partir de quarta e até o dia 20 de janeiro de 2018, sempre das 8 às 17h30min, de segunda às sextas-feiras, e das 8 às 12 horas, aos sábados.

(Foto – Divulgação, com Site do Governo)

 

Casa de Saberes Cego Aderaldo divulga programação deste mês de dezembro

A Casa de Saberes Cego Aderaldo é o mais novo equipamento cultural da Secretaria da Cultura do Estado no Sertão Central, mais precisamente em Quixadá. É gerido pelo Instituto Dragão do Mar e suas atividades são voltadas para arte, educação, saberes tradicionais e patrimônio cultural e natural.

A direção do equipamento está divulgando sua programação deste mês, dentro do objetivo de fomentar a pesquisa, a formação e a difusão das expressões culturais dos diversos territórios culturais. Todas as atividades são gratuitas.

*5 e 6 de Dezembro

14h às 20:30h – Oficina – Ferramentas de documentação para o Patrimônio Edificado.

Realizada pelo Prof. João Lucas

Público Alvo: jovens, adolescentes e adultos, com interesse em Patrimônio Cultural

*7 e 8 de Dezembro

14h às 20h – Saberes Tradicionais – Cordel Contemporâneo

Realizada pelo Prof. Klévisson Viana

Público Alvo: jovens, adolescentes e adultos, com interesse em Patrimônio Cultural e na arte do cordel

*11 de Dezembro

14:00 às 18:00h – Oficina / Diálogo com os gestores dos municípios – Patrimônio Cultural – Reconhecimento e Gestão

Prof. João Lucas

Público Alvo: gestores e agentes culturais, jovens, adolescentes e adultos, com interesse em Patrimônio Cultural

Semana dos Mestres da Cultural do Sertão Central

*12, 13 e 14 de Dezembro – OFICINAS

14h às 20h – Saberes Tradicionais – Xilogravura

Realizada pelo Prof. Stênio Diniz

Público Alvo: até 15 jovens, adolescentes e adultos, com interesse em Patrimônio Cultural e na arte da Xilogravura

14h às 20h – Saberes Tradicionais – Danças da Cultura Popular do Ceará (Corpo e Música) com Mediação de Orlângelo Leal

Mestre Aldenir – Reizado do Mestre Aldenir (Crato-CE)

Côco do Iguape

Público Alvo: até 20 jovens, adolescentes e adultos, grupos de dança, teatro e do movimento junino, com interesse em Patrimônio Cultural e na arte das Danças Tradicionais.

*14 de Dezembro

18h – Finalização da atividade Danças Populares do Ceará – Resultado da Oficina

Danças tradicionais populares do Ceará

Dança de São Gonçalo – Apresentação da Comunidade Sítio Veiga e Mestre Joaquim

20h – Aula Espetáculo sobre Reisado e Caretas com Oswald Barroso

*14 a 20 de Dezembro

09:00 às 18h – [Vivência Artística em Patrimônio] Campo de Concentração Vila dos Ingleses – Açude Patu

“Toda casa tem um pouco de Museu.”

Local: Senador Pompeu – CE

Sinopse: Vivência artística com o Artista Visual Alexandre Sequeira – PA

Público Alvo: até 20 crianças e adolescentes, com interesse em Patrimônio Cultural.

*19 de Dezembro

14:00 às 18:00 – Aula Espetáculo com Geraldo Amâncio – Repentes do Nordeste

Público Alvo: até 40 jovens, adolescentes e adultos,com interesse em repentes.

*20 a 22 de Dezembro

19:00 às 21:00h – Pequeno [Encontro de Violeiros e Repentistas] do Sertão Central

Aberto ao público

*22 de Dezembro

15h – Exibição do Documentário “Cego Aderaldo – o Cantador e o Mito”, com bate papo com o autor.

18h – Lançamento do Livro “Cego Aderaldo – O Homem, o Poeta e o Mito”, de Rosemberg Cariri.

20h- Pequeno Encontro de Violeiros e Repentistas do Sertão Central.

SERVIÇO

*Endereço: Rua Pascoal Crispino, nº167. Centro. Quixadá- Ceará.

(Foto – Divulgação)

Caace lança Censo Cultural da Advocacia

O presidente da Caixa de Assistência dos Advogados do Ceará (CAACE), Erinaldo Dantas, vai lançar. às 12 horas desta quarta-feira, o Censo Cultural da Advocacia. O lançamento será feito pelo Facebook e Instagram da Nova CAACE, informa a assessoria de imprensa da entidade.

O objetivo, segundo Erinaldo, é conhecer e mapear os “talentos artísticos” dos advogados cearenses nas mais diversas formas de arte: música, teatro, pintura, artesanato, cinema, fotografia, ilustração, entre outras.

A ordem é desenvolver, a partir desse resultado, projetos, eventos e ações que possam dar maior visibilidade ao talento dos associados.

SERVIÇO

*Participar do censo é simples: basta enviar um e-mail para presidência@caace.org.br contando o trabalho desempenhado, portfólio do artista, ou imagens e vídeos que mostrem o talento artístico.

Arte na Praça promove a democratização da cultura, arte e lazer

Os municípios de Pedra Branca, Barro e Palmácia receberam nesse fim de semana o projeto Arte na Praça, que conta com brincadeiras populares, show de mágica, apresentações artísticas, pintura facial e em tela, além de outras atrações. A programação é gratuita, diante da democratização da cultura, arte e lazer.

A iniciativa, que ocorre sempre no primeiro sábado do mês, é uma das ações do Programa Mais Infância Ceará, voltado para o desenvolvimento infantil e idealizado pela primeira-dama do Ceará, Onélia Santana. O Arte na Praça, realizado pelo Governo do Ceará e pelo Serviço Social do Comércio Ceará (Sesc/CE), com apoio dos municípios cearenses, já atendeu, até o mês de novembro, 71 cidades.

”Estamos fechando o ano com aproximadamente 80 edições do Arte na Praça. Isso nos deixa felizes porque são crianças brincando com a família e com a comunidade. Através do brincar, elas se divertem, têm lazer e cultura, associado a uma vasta programação, realizada junto ao Sesc-CE, grande parceiro do Mais Infância Ceará, que está realizando com o Governo do Ceará o Arte na Praça nos municípios cearenses”, destaca Onélia Santana.

O Arte na Praça também será realizado em Fortaleza e Ubajara, na Serra da Ibiapaba, no sábado (9).

(Governo do Ceará / Foto: Divulgação)

Desde que o samba é samba…

Em artigo sobre o Dia do Samba, comemorado neste sábado (2), o jornalista e sociólogo Demétrio Andrade, integrante do grupo de samba Academia, ressalta a cultura por trás do ritmo. Confira:

“O samba é pai do prazer, o samba é filho da dor”. Os versos de Gilberto Gil e Caetano Veloso refletem bem o significado ímpar do estilo musical que é a cara do Brasil. Parida em meio à opressão esmagadora das senzalas, a festa oriunda do batuque era a única alternativa possível de alegria e de reafirmação da identidade de um povo banido de sua terra e barbaramente escravizado.

Em todos os seus variados ritmos, o samba caminhou junto com o desenrolar histórico dos percalços e avanços nacionais, é claro, cobrindo os pés descalços do povo negro. O samba foi além das fazendas de cana-de-açúcar e café e subiu os morros. Urbanizou-se em meio às favelas, cantou malandro a malandragem de quem não tinha algum, mostrando – sempre bem-humorado, a hipocrisia residente na vida de quem era obrigado a vestir paletó para sobreviver.

Mesmo perseguido pelas velas acendidas pra Ogum e fichado por vadiagem por portar pandeiros e tamborins, o samba entrou nos salões, colocou madames para dançar, apossou-se do calendário, invadiu o carnaval. Fez as sinhás morrerem de inveja por terem de reconhecer a beleza negra e única de quem seduz balançando as cadeiras, na “dança que é o cio com sabor de ensaio”.

Resiliente, promíscuo e sem preconceito, o samba engravidou ritmos brancos sem camisinha e botou no mundo filhos miscigenados – bossa, choro, samba-rock e outros mais –, sempre guardando a fortaleza do seu DNA. Tal qual os primos americanos jazz e blues, igualmente oriundos da musicalidade negra, elevou a status de deuses poetas e poetisas pobres, doentes e analfabetos, que contrastam até hoje, em sua fisionomia, ao mesmo tempo, as marcas da chibata e a altivez dos predestinados.

Por vender caro sua alegria, o samba é festeiro, mas não ri de graça. É dançante, mas só para iniciados. É democrático, mas exige cadência perfeita na condução, afeita somente aos que se permitem sentir a conexão entre a marcação e os batimentos cardíacos. Um dom único desta minha terra, um Brasil que tornou-se Brasil tendo a tristeza como senhora: “desde que o samba é samba é assim”.

Projeto Jazz em Cena tem apresentação gratuita neste sábado

Para quem gosta de jazz, não pode perder o tributo a Jaco Pastorius, com Miquéias dos Santos, Thiago Almeida, Denílson Lopes e convidados, neste sábado (2), a partir das 19 horas, no Centro Cultural Banco do Nordeste, com entrada gratuita.

Já neste domingo (3), a partir das 18 horas, no Cantinho do Frango, na Aldeota, o show fica por conta de Oscar Arruda e grupo, na interpretação de canções de Leonard Coher. O couvert artístico custa R$ 20.

(Foto – Divulgação)

PIB cresce 0,1% no terceiro trimestre e chega a R$ 1,641 trilhão

O Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todas as riquezas produzidas no país, fechou o terceiro trimestre de 2017 com alta de 0,1% na comparação com o segundo trimestre, na série ajustada sazonalmente. Foi a terceira alta consecutiva. Na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, o crescimento do PIB foi de 1,4%.

Com o resultado do terceiro trimestre do ano, o PIB – em valores correntes – atingiu R$ 1,641 trilhão no terceiro trimestre de 2017 no acumulado do ano, sendo R$ 1,416 bilhões referentes ao Valor Adicionado e R$ 225,8 bilhões dos Impostos sobre Produtos Líquidos de Subsídios.

Os dados fazem parte das Contas Trimestrais referentes ao terceiro trimestre do ano e foram divulgados hoje (1º), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Com o resultado, o PIB acumulado nos quatro últimos trimestres, no entanto, continua negativo, fechando em 0,2% em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores.

Com o resultado do segundo trimestre, o PIB fecha os primeiros nove meses do ano com um crescimento acumulado de 0,6%, em relação a igual período de 2016.

(Agência Brasil)

Quadrinista é proibido de usar boné com estrela vermelha em programa da Rede Globo

Convidado para participar da edição desta terça-feira (28) do programa Conversa com Bial, na TV Globo, o quadrinista Gabriel Bá foi impedido de utilizar um boné com uma estrela vermelha, semelhante ao utilizado pelo ex-líder cubano Fidel Castro. A estrela foi parcialmente coberta por fita isolante durante a gravação da entrevista.

De acordo com Gabriel, gêmeo do também quadrinista Fábio Moon, a produção da atração havia pedido para que símbolos políticos não fossem exibidos nas vestimentas.

Artista foi impedido de usar boné com estrela vermelha
Artista foi impedido de usar boné com estrela vermelha

“‘Evite números para que não haja associação a marcas ou partidos políticos’. Essa foi uma das dicas de vestuário da produção do programa. Mesmo assim, fui com meu boné verde com estrela vermelha, que trouxe do Vietnam. Tenho outros, mas gosto deste, do que ele representa. Foi minha escolha”, escreveu ele em publicação acompanhada de um desenho do boné com fita isolante.

Artista fez desenho do boné com a estrela proibida
Artista fez desenho do boné com a estrela proibida

“Chegando no estúdio, o pessoal do figurino, respondendo à diretoria do programa, disse que a estrela não ia rolar. Claro que não fiquei contente, mas eu fiz uma escolha antes: a de ir com o boné. Entre entrar com a estrela coberta ou entrar sem boné, escolhi o boné. E escolheria novamente. Poderia ser um tucaninho azul e amarelo ou um número 45, o logo da Adidas ou o escudo do Palmeiras. Seria coberto da mesma maneira. Prefiro ver agora esse debate todo e o povo refletindo do que simplesmente ter entrado sem boné”, completou o artista, um dos autores da adaptação para quadrinhos de Como falar com garotas em festas, baseado em um conto do autor britânico Neil Gaiman.

Outro lado

A Globo rebateu as acusações de ter cometido censura, mas confirmou que não autorizou o uso do boné com a estrela vermelha. “Existe uma orientação geral para que os convidados evitem roupas com marcas aparentes, e símbolos e números que remetam a partidos políticos. Esse cuidado reforça a isenção do programa. Não há qualquer tipo de censura ou restrição ao conteúdo da entrevista. Os convidados discorrem livremente sobre questões políticas e expõem opiniões pessoais”.

(Jornal do Brasil)

Cine Nazaré – Aluna de Jornalismo escreve livro sobre o último cinema de bairro em Fortaleza

Júlia Ionele, aluna do Jornalismo da Universidade Federal do Ceará, fez do trabalho de conclusão de curso um arquivo de memórias de uma Fortaleza que já não existe mais. A estudante, que cursa o oitavo semestre da graduação, escreveu o livro-reportagem sobre o Cine Nazaré, o último cinema de bairro da capital cearense e do Brasil. O livro “Cine Nazaré – Um cinema vivo” busca resgatar a memória coletiva e afetiva do cinema.

O Cine Nazaré abriu as portas no ano de 194. Em 76 anos de funcionamento, foi palco de muitos romances, histórias e lembranças de uma Fortaleza antiga. Resistiu ao período da ditadura militar, ao avanço da tecnologia e da nova forma da organização social. Ele resiste no mesmo lugar, na Rua Padre Graça, no número 65. O espaço é uma saleta cinematográfica com capacidade para oitenta pessoas. Os filmes são projetados com retroprojetores da forma antiga e os clássicos em preto e branco que já não se encontram em quase nenhum acervo da capital.

Memória

A produção narra os 76 anos da história do Cine Nazaré, relatando a vida de Raimundo Carneiro de Araújo, o “Seu Vavá”. Ele é o responsável por manter o cinema vivo até os dias atuais e por conservar todo o maquinário da década de 20 e 30, além do acervo de duas mil películas, títulos que já não são encontrados em nenhum lugar, como O Ébrio, Dio como te amo, Carmen Miranda. O cinema do bairro Otávio Bonfim é um acervo vivo de películas do século passado.

A chegada do cinema falado na capital cearense é datada de 1930. Nesse período, a sociedade passava por mudanças decorrentes do avanço dos investimentos nas áreas de infraestrutura. As salas de cinema foram uma atração para a população. A diversão simples e acessível fez com que as pessoas passassem a frequentar cada vez mais o ambiente cinematográfico.

Os cinemas mais conhecidos de Fortaleza no período citado eram o Cine Majestic (cinema aberto em 1917, por Plácido de Carvalho, no centro de Fortaleza), o Cine Moderno (cinema inaugurado em 1921, pelo grupo Luiz Severiano Ribeiro no centro da cidade) e Cine Polytheama (inaugurado em 1911, levantado no centro de Fortaleza, hoje, no local, está funcionando o Cine São Luiz), sem esquecer a presença de outras salas mais simples, como os presentes nas associações religiosas e leigas.

O avanço da desvalorização do cinema fortalezense reflete não apenas em perdas audiovisuais, mas afetivas e identitárias. Por isso, a importância de recuperar o cinema como instrumento de identidade cultural. A reflexão sobre o cinema permite que a comunidade seja levada a pensar nele como espaço de resistência e memória.

O Livro

O livro está estruturado em quatro capítulos, cada um retratando diferentes fases da vida do cinema. O capítulo um, denominado “Nasce o Cine Nazaré”, traz informações da construção do cinema e dos primeiros anos de funcionamento. O capítulo dois, que recebe o nome “A reabertura do Nazaré”, traz a segunda fase do cinema, no final dos anos 60 e a forma de organização dele. O terceiro, “Cine Nazaré é resistência”, busca trazer a reabertura do cinema nos anos 2000 e a nova forma de funcionamento. Já a última parte do livro, denominada “Cine Nazaré vive”, procura trazer explicações do que será o Cine Nazaré nos próximos anos.

“Eu queria passar pela graduação deixando para as pessoas uma boa história que elas pudessem passar a diante, eu queria mostrar a importância de fazer jornalismo para as pessoas e o Cine Nazaré foi à concretização do sonho de fazer um jornalismo comunitário. O Cine Nazaré vive e por isso, a necessidade de retratá-lo dando oportunidade para que as próximas gerações conheçam a história de um homem que lutou para que a história do Cinema não fosse perdida. O Cine Nazaré vive”, ressaltou Julia.

O livro foi orientado por Ronaldo Salgado, professor e mestre da Universidade Federal do Ceará, o precursor da Revista Entrevista e orientador do livro Cine Diogo – O cinema azul.

(Foto – Divulgação)

Artista plástico cearense expõe “Quatro Estações – Rio São Francisco” na Câmara dos Deputados

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O contraste entre a exuberância da natureza e a degradação ambiental resultante da ação humana é a inspiração da nova exposição do Centro Cultural Câmara dos Deputados, assinada pelo artista plástico e geólogo cearense Francisco Ivo. “Quatro estações – Rio São Francisco” traz, em 20 telas, um estudo de caso sobre uma das mais importantes bacias hidrográficas do País, cuja transposição das águas pode chegar ao Ceará em 2018. O trabalho integra a 11ª edição da Mostra de Arte Cidadã da Câmara, aberta à visitação gratuita até 13 de dezembro.

A exposição, em breve, poderá ser trazida ao Ceará, pois está inscrita em editais de cultura locais. Antes de Brasília, parte da obra do cearense foi destaque em exposição individual no Memorial à República de Maceió, em Alagoas, entre novembro e dezembro do ano passado.

Em “Quatro estações – Rio São Francisco”, a técnica da pintura em óleo sobre tela ajuda o visitante a compreender as transformações no Velho Chico ao longo dos 2.700km de sua extensão, desde a nascente, em Minas Gerais, até a foz, entre Alagoas e Sergipe. As telas retratam não só a beleza dos cânions, da fauna e da flora, mas também os ciclos de desenvolvimento socioeconômico que acabaram cobrando um alto preço ao rio.
Obras como “Máquina imperial”, “Pontes do Velho Chico”, “Luz para todos” e “Transposição”, para citar apenas alguns exemplos, chamam a atenção para os efeitos positivos e negativos do progresso sobre a região.

A formação em Geologia do artista confere um tom especializado às pinceladas. Nas telas “Lajeados e Bromélias”, “Corrupião” e “Guaramiranga”, por exemplo, Francisco Ivo explica que a diversidade observada na bacia hidrográfica só foi possível graça à complexidade dos relevos e aos múltiplos habitats gerados durante uma longa história geológica, climática e biológica.

Quatro Estações

O estudo de caso sobre o São Francisco integra projeto anterior do pintor cearense, batizado de “Quatro estações”. Inspirado na obra “As Quatro Estações”, do compositor italiano Antônio Vivaldi, Francisco Ivo pintou as primeiras telas da série, pensando nas condições ambientais em que o planeta se encontrava no século XVIII.

Cada estação é associada a um fenômeno ou processo humano com impacto no meio ambiente, como a ocupação urbana, o consumo desenfreado, a industrialização e o desmatamento. Foi com base nessa concepção que Ivo decidiu expandir a série de pinturas e realizar o estudo de caso sobre a bacia hidrográfica, ampliando o olhar sobre a dicotomia natureza-degradação e trazendo a realidade do Velho Chico para sua coleção.

O Artista

Membro da Academia Cearense de Ciências, Letras e Artes do Rio de Janeiro, Francisco Ivo estudou desenho de arquitetura e produziu suas primeiras pinturas nos anos 1980, tendo a arte NAIF como inspiração. Em 1987, concluiu o curso de Geologia e, em seguida, mudou-se para o Rio de Janeiro, fixando residência em Niterói. Cursou aulas de pintura na Sociedade Brasileira de Belas Artes, no Rio. Em 2016, deu início a exposições individuais por seleção.

A trajetória do artista Francisco Ivo traz curiosidades. É trineto de uma importante personagem da história política cearense, Fideralina Augusto Lima, conhecida como “a matriarca de Lavras da Mangabeira”. Personagem forte, em uma época na qual a política era totalmente comandada por homens, Dona Fideralina teve sua história contada em livro de Dimas Macêdo, lançado em outubro (bit.ly/2A2wBwF). Antes, inspirou romance da escritora Rachel de Queiroz, no livro “Memorial de Maria Moura”. Dona Fideralina era avó de Sinhá D´Amora, figura importante das artes plásticas no Ceará e do Brasil, que acabou por também influenciar a veia artística de Francisco Ivo, seu sobrinho-neto.

Urca abre exposição “Gigantes do Kariri – Um voo pela Paleoarte”

Será aberta nesta terça-feira, 21, às 19 horas, a exposição itinerante “Gigantes do Kariri – Um Voo pela Paleoarte”. O evento será realizado por meio do Geopark Araripe, através da Pró-reitoria de Extensão da Universidade Regional do Cariri (Urca), e a Shanadú Ateliê Escola.

O evento, segundo informa a assessoria de imprensa da Urca, será aberto oficialmente pelo reitor Patrício. A exposição será realizada no Salão da Terra, no Campus do Pimenta.

Também estarão presentes no ato de abertura, o diretor do Geopark, Nivaldo Soares, e a curadora da exposição, Edvânia Martins. Às 19h30, haverá visita à exposição e, em seguida, um coquetel no pátio da reitoria.

(Foto – Divulgação)

Prefeitura de Fortaleza promete mais dois Cucas

Dois novos Cucas (Centros Urbanos de Cultura, Arte, Ciência e Esporte) vão ser construídos pelo prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT): um no Pici e outro no Conjunto José Walter, informa o coordenador de Políticas Públicas de Juventude, Júlio Brizzi.

Ele observa, no entanto, que a obra é para o ano que vem, pois os processos relacionados aos projetos e futura licitação ainda estão em andamento.

Nos Cucas, a Prefeitura oferece cursos dos mais variados para os jovens, que vão da informática básica e teatro às prática de vários esportes.

Há também um Cuca previsto para o bairro Vicente Pinzon, mas que deve ser entregue só ao final da gestão.

DETALHE – Os Cucas são um projeto da Era Luizianne Lins. Deveriam estrar operando seis unidades. Hoje só três estão oferecendo seus serviços: Jangurussu, Barra do Ceara´e Mondubim.

 

Crianças fazem produção artística de exposição baseada nas obras de Romero Britto

Crianças do ensino infantil da Expansão Educacional Creche Escola produziram nesse sábado (18), no Cambeba, uma exposição de pinturas baseadas nas obras de Romero Britto, artista plástico pernambucano, de renome internacional, radicado nos Estados Unidos.

A artista plástica Francisca Leonisia explicou à neta qual o real sentido e o valor de uma obra de arte. Já a criança, que tem 3 anos e está concluindo o infantil II, ficou orgulhosa de encontrar a peça que pintou, com a devida orientação pedagógica. A educação artística nas escolas está como disciplina obrigatória, mas algumas instituições não agregam o conteúdo à programação educacional.

O evento foi aberto ao público e não somente aos pais de alunos. A escola também arrecadou leite em pó que será doado à Casa de Apoio Sol Nascente, no mês de dezembro, quando haverá uma nova programação interna que visa estender a campanha de doação de leite.

(Foto: Divulgação)

Lei do Silêncio deverá ser sancionada na quarta-feira, no Dia do Músico

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A nova Lei do Silêncio no município de Fortaleza deverá ser sancionada pelo prefeito Roberto Cláudio na quarta-feira (22), quando o país comemora o Dia do Músico. Aprovada na terça-feira (14), a nova lei visa adequar o crescimento da cidade com a expansão cultural.

De acordo com o propositor da matéria, vereador Eron Moreira (PP), a lei ainda continua respeitando o cidadão e agora também passa a dar mais direitos e oportunidades para que músicos exerçam sua profissão.

“Tinha muito equipamento, instrumento de trabalho apreendido. E os instrumentos são o ganha pão dessas pessoas, que colocam comida em suas mesas através da música. O que fazemos hoje é contemplar essa justa demanda da sociedade”, ressaltou Eron Moreira, que presidiu a comissão que debateu as propostas da nova lei.

Consciência Negra – Acarape recebe Virada Cultural neste fim de semana

“Antes a abolição da escravatura. Agora a ebulição dos libertos”, diz Margarida Lima, organizadora da II edição da Virada Cultural, citando Gilberto Gil. O evento, criado para fortalecer grupos artísticos do Maciço de Baturité, região conhecida por ser pioneira no fim da escravidão, acontece neste sábado (18) e no domingo (19), no fim de semana que antecede o Dia da Consciência Negra, celebrado na segunda-feira (20).

A programação é composta por oficinas como “Criação em Dança a partir da afro-ancestralidade”, “Teatro Brincante de dentro para fora” e “Cinema de Bolso”, durante o dia e espetáculos teatrais como “A moça que virou cobra”, o experimento sensorial “Janelas do Maciço” e apresentações musicais durante a noite. Tudo com foco na valorização da cultura afro-brasileira.

“O evento busca tornar acessível a arte e a cultura popular”, explica Margarida. “Acreditamos que a abolição não erradicou a escravidão e não devolveu a identidade roubada dos negros. Por isto precisamos sempre construir abolições até que um dia nossa região se identifique culturalmente como povos descendentes dos negros e índios que um dia ocuparam este território e deram contribuições gigantescas para a construção étnica do Maciço de Baturité”, completa.

A Virada acontece em diversos espaços em Acarape, desde o Salão Paroquial Juvenal de Carvalho, Paço Municipal, Escola de Ensino Fundamental José Neves de Castro até Praça da Matriz, onde serão as apresentações. Além de receber o apoio cultural de vários segmentos como Prefeitura Municipal de Acarape, Secretaria Municipal de Guaiúba, ONG Amigos da Arte de Guaramiranga e contar com a participação de coletivos de Redenção, Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab), entre outros.

(Virada Cultural / Foto: Divulgação)

Zelo com o patrimônio cultural, algo que Fortaleza precisa aprender

Com o título “Cultura como ativo da sociedade”, eis artigo do empresário Roberto Macêdo, conselheiro da Confederação Nacional da Indústria. No texto, que pode ser conferido também no O POVO, ele faz um relato do zelo de cidades europeias por seu patrimônio cultural, algo que Fortaleza precisa aprender. Confira:

Diante de todas as manifestações de imediatismo, de individualismo e de atenção exagerada ao materialismo, presentes no mundo atual, fiquei pensando no quanto algumas sociedades valorizam o seu patrimônio imaterial, sua memória e sua história. Estivemos dessa vez em Praga, Viena e Munique e pudemos observar o quanto essa preocupação com a cultura é um traço comum nessas três cidades de diferentes países.

O meu interesse nesse olhar se tornou mais forte quando passamos a aplicar nas visitas a museus, igrejas, logradouros históricos, monumentos e espaços culturais os conhecimentos adquiridos por minha filha e genro em um cuidadoso planejamento que antecedeu a nossa viagem.

Esse preparação que meus filhos tiveram o cuidado de ter foi para mim um diferencial em relação às minhas muitas idas e vindas pelo mundo, sempre pressionado pela questão tempo, seja nas viagens a negócio, seja até mesmo naquelas de lazer.

Com as informações pesquisadas, fizemos nossas próprias andanças, percorrendo ruas a qualquer hora do dia ou da noite, sempre com a sensação de estarmos seguros, porque o turista é visto nesses lugares como um tipo especial de cliente da sociedade.

Assim, imbuídos dessa compreensão, os cidadãos cuidam da preservação dos bens públicos de forma complementar à ação dos governos. Os bens culturais são antes de tudo encarados como destinados ao usufruto de quem mora ali e, também, como meio inteligente de gerar riqueza para as pessoas do lugar.

Nossos filhos funcionaram para a Tânia e para mim como desbravadores digitais da nossa expedição, chegando até a nos indicar, por meio de aplicativos, o tamanho das filas dos lugares que queríamos visitar. Tivemos assim a oportunidade de usar a tecnologia disponível para nos orientar.

Foi bom vivenciar calmamente com o meu grupo familiar a movimentação de pessoas pelos centros vivos das cidades, andando a pé e circulando de bicicleta, como algo que já faz parte de seu cotidiano. Lembrei-me com esperança dos primeiros passos que Fortaleza tem dado no sentido de criar hábitos saudáveis de mobilidade.

Nossa cidade, que tem o potencial e uma grande aspiração de ser um centro turístico global, tem muito o que aprender com as experiências de combinação dos ativos culturais com a dinâmica econômica e social, promotores de qualidade de vida, de bem-estar e de desenvolvimento sustentável.

*Roberto Macêdo

roberto@pmacedo.com.br

*Empresário e conselheiro da Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Tudo pronto para a I Bienal Internacional do Teatro do Ceará

Tudo pronto para a I Bienal Internacional de Teatro do Ceará (BITCE). Com o tema “Teatro, Mito e Feminino: Conexões”, o evento será aberto nesta terça-feira, às 9 horas, com a participação especial de “Um canto à vida”, com as Mulheres Vitoriosas do Projeto Amazonas/Projeto Iracema GEEON-UFC, no Centro Cultural Banco do Nordeste.

A BITCE abrange nesta edição quatro cidades e ocorrerá em duas partes, uma agora em novembro e a outra em março de 2018. Em sua primeira fase, contemplará a Espanha e o Brasil (Amazônia, Bahia, Ceará e Pernambuco) e terá como palco as cidades de Fortaleza (14 a 20/11), Juazeiro do Norte (17 e 18/11), e Crato (19 e 20/11).

A segunda parte do evento vem com a Itália, França, Portugal e Brasil, incluindo além dos três municípios a cidade de Sobral (8 a 20/03 de 2018). Agora em novembro serão 57 apresentações com a participação de 44 grupos/artistas entre pesquisadores/criadores, solistas, técnicos, assistentes, produtores e equipes do projeto. Toda a programação é gratuita e classificação etária 18 anos.

Programação

Em Fortaleza a Bienal passará por três equipamentos culturais. Primeiro no Centro Cultural BNB (CCBNB) onde ocorrerá a abertura oficial, às 9 horas. Após a solenidade começa o seminário que leva o titulo do evento tendo como moderadora Camila Silveira da Coordenadoria de Mulheres do estado do Ceará. Participam Adelice Souza (Universidade Federal da Bahia); Cecilia Raiffer (Universidade Regional do Cariri); Hebe Alves (Universidade Federal da Bahia); Nilze Costa e Silva (BR/CE); e Rejane Reinaldo (BR/CE) que chegam com temas instigantes para debater histórias e mitos que passam por Barbara de Alencar, Beata Maria de Araújo, personagens femininas do dramaturgo Nelson Rodrigues, mulheres guerreira amazonas e gênero como performance.

Além do seminário acontecem quatro apresentações no CCBNB. Por volta das 13 horas, começa o Experimento Cênico: Cassandra – Lua Ramos (BR-CE). E sem perder o ritmo, às 17 horas, é a vez do Experimento Cênico As troianas – Francinice Campos (BR-CE) – Cia Palmas. Às 19 horas, a programação segue com a Aula-Espetáculo: kali, um drama-oração de Adelice Souza (BR-BA). E às 21 horas, o encontro fecha com o ETNOCENA – Experimentos Cênicos – Ritual de encerramento – poetas e Rappers: intervenção das Minas do FCH2.

A Bienal continua e se instala no Centro Cultural Belchior na quarta-feira (15/11), das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas – com atividades de Multiresidências/ Intercâmbios entre Criadores/ Vivências estéticas poéticas éticas técnicas por Cecilia Raiffer da Universidade Regional do Cariri (URCA) que vai abordar o tema: A imagem propulsora na criação da cena teatral. Terminando aqui, o espaço do evento passa a ser no Teatro da Boca Rica, às 19 horas, com o Espetáculo Amazônicas, poéticas do mundo (Mitologia Indígena Desana Kehiripõrã)- Acácia Mié Pantoja da Gama (BR/ AM).

E na quinta-feira (16/11), no mesmo local, às 19 horas, o público pode assistir o espetáculo: Obscena. Um encontro com Hilda Hilst, de Fabiana Pirro (BR-PE). Depois entra em cena, às 21 horas, ETNOCENA – EXPERIMENTOS CÊNICOS – Ritual de encerramento. Na programação Kombi do Bem apresenta: Ouri com Raquel Diógenes (BR/CE) e Carlos Hardir (BR/CE) – Etnocena; Gabriela Savir (BR/CE) e Carolina Rebouças (BR/CE) – Ghetto Roots: um canto poético a Dandara, a guerreira dos Palmares; e Djuena Tikuna (BR/AM) – artista indígena, cantora e atriz da tribo Tikuna da Amazônia.

(Foto – Divulgação)

Mãe da música nordestina – Cineteatro São Luiz realiza show 10 anos sem Marinês

Voz feminina da música nordestina, coroada por Luiz Gonzaga como Rainha do Xaxado (dança típica dos cangaceiros de Lampião), Marinês é homenageada no palco do Cineteatro São Luiz, neste domingo (12), a partir das 18 horas. Quem fará a homenagem, que marca os 10 anos de saudade de Marinês, é a cantora e compositora Sabrina Vaz, que iniciou carreira solo tendo como objetivo a restauração musical da cantora Marinês – a qual muito se assemelha -, e o músico Marcos Farias, filho do sanfoneiro Abdias dos Oito Baixos e de Marinês. Os ingressos podem ser adquiridos a preços populares: R$ 20,00 (inteira) e R$ 10,00 (meia).

“Pisa na Fulô” e “Peba na Pimenta” são algumas das primeiras canções que ficaram conhecidas através da voz de Marinês, seguidos por mais de 45 discos gravados, todos com grandes sucesso. Como disse Gilberto Gil: “Marinês é a grande mãe da música nordestina”.

Na homenagem, que integra a programação especial do equipamento da Secretaria da Cultura do Estado do Ceará (Secult), alusiva ao dia da cultura, Marinês e a cultura nordestina são celebradas em um lindo espetáculo.

(Secult)