Blog do Eliomar

Categorias para Ecologia e Meio Ambiente

Comissão da Câmara Municipal proíbe fogos barulhentos em Fortaleza

A Câmara Municipal de Fortaleza deverá votar nas próximas semanas o projeto de lei de autoria da vereadora Larissa Gaspar, que proíbe no âmbito da capital cearense a fabricação, comercialização e manuseio de fogos de artifício que provoquem barulho, por meio do estampido.

A proposta foi apreciada e aprovada nesta quinta-feira (23), na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Legisltivo de Fortaleza.

Larissa Gaspar apontou que o uso dos fogos com barulho prejudica a saúde pública, quando afeta diretamente animais, idosos, recém-nascidos e pessoas com algum tipo de necessidades especiais.

(Foto: Divulgação)

IBGE aponta que Ceará piora acesso à rede de esgoto

Pesquisa divulgada nesta quarta-feira (22) pelo IBGE aponta que 10 estados brasileiros tiveram uma piora no índice que mostra o acesso à rede de esgoto entre 2017 e 2018. Ceará, Amazonas, Piauí, Rio Grande do Norte, Pernambuco, Sergipe, Minas Gerais, São Paulo, Paraná e Santa Catarina integram essa lista com a queda maior em Pernambuco, onde a proporção de domicílios com acesso à rede caiu 5,2 pontos percentuais.

No Caso do Ceará, em 2017, 44,9% dos domicílios tinha acesso a esgoto. Já em 2018, segundo o IBG, a proporção caiu para 43,4%.

A pesquisa do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) divulgada nesta quarta-feira (22) mostrou também que cerca de 23 milhões de domicílios brasileiros em 2018 não estavam conectados à rede de coleta de esgoto.O número representa 33,7% das residências, ou seja, aproximadamente um em cada três domicílios não tinha escoamento por rede geral ou por fossa ligada à rede de esgoto no ano passado.

(Foto: Arquivo)

Empresa cearense de jeans reduz em 25% consumo de água em sua linha de produção

A empresa cearense de jeans Handara anuncia ter conseguido reduzir, em 25%, o consumo de água para produção de suas peças. Com 24 anos de mercado, o grupo, por meio de sua assessoria de imprensa, informa que conseguiu tal redução ao substituir equipamentos nas estações de tratamento baseadas nas indústrias de Fortaleza e Horizonte (RMF). A fabricação de uma única peça utiliza 10 mil litros de água.

Houve ainda uma redução na produção de carbono resultante do processo de fabricação do jeans. “O jeans cortado e costurado vai direto para a lavanderia. No processo de lavagem do jeans, tão importante para o design da peça, o desafio é ainda maior. Para cada produto desenvolvido, também contribuímos para a neutralização 32,5 quilos de carbono no planeta”, adianta o CEO da Handara, Lúcio Albuquerque.

Por ano, a Handara produz mais de um milhão de peças em denim. São mais de 700 colaboradores e parceiros no Brasil e na Europa. Além do consumidor final, o jeans fabricado pela Handara atende mais de 90 mil consultoras de moda.

(Foto – Divulgação)

Audiência pública debate estratégias para conter avanço do mar no Icaraí

A Assembleia Legislativa do Ceará realiza audiência pública, na tarde da quarta-feira (22), a partir das 15 horas, no Complexo de Comissões Técnicas, com o tema “Estratégias para minimizar os efeitos do avanço do mar ma praia do Icaraí, em Caucaia”.

A audiência terá à frente o presidente da Comissão do Meio Ambiente e Desenvolvimento do Semiárido, deputado Acrísio Sena, com requerimento da deputada Érika Amorim, esposa do prefeito de Caucaia, Naumi Amorim.

O avanço do mar no Icaraí, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, já destruiu barracas de praia, residências, parte de ruas e avenidas e agora ameaça condomínios.

(Foto: Arquivo)

MPCE debate na terça-feira Zeis do Cais do Porto e Serviluz

O Ministério Público do Ceará (MPCE), por meio da 9ª Promotoria de Justiça de Fortaleza, especializada em conflitos fundiários e defesa da habitação, promoverá audiência pública, na terça-feira (21), com o objetivo de discutir com a sociedade civil e órgãos públicos a respeito das Zonas Especiais de Interesse Social (Zeis) Cais do Porto e Serviluz. Sem a necessidade de cadastro prévio, a audiência é aberta a todos os cidadãos e será às 8h no auditório da Procuradoria Geral de Justiça, no bairro José Bonifácio.

A 9ª Promotoria conduz o Procedimento Administrativo nº 09.2018.00001713-9, que acompanha o processo de regulamentação das Zeis. A audiência discutirá informações recebidas pelo MP de que há um projeto de intervenção urbanístico que prevê a remoção dos moradores das áreas do Cais do Porto e Serviluz.

Entre os órgãos e entidades convidados para comparecer, estão: a Prefeitura de Fortaleza; a Procuradoria da República do Ministério Público Federal do Ceará (MPF/CE), Secretaria Municipal do Desenvolvimento Habitacional de Fortaleza (Habitafor), de Urbanismo e meio Ambiente de Fortaleza (Seuma); o Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), dentre outros.

(MPCE)

Moradores da Parquelândia sofrem com lixão que contém restos de animais

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Moradores das proximidades do Posto do INSS da Parquelândia sofrem com o mau cheiro de um lixão na rua Pedro de Queiroz, neste fim de semana, desde que sacos com restos de animais foram deixados no local.

A comunidade solicita uma medida, por parte do prefeito Roberto Cláudio, pois a Regional há tempo não consegue impedir os lixões que proliferam na Parquelândia e São Gerardo.

(Foto: Leitor do Blog)

Encontro vai debater Contaminação da Água por Agrotóxico em Fortaleza

A Comissão de Direito Ambiental da OAB do Ceará, com apoio da Escola Superior da Advocacia, promoverá nesta segunda-feira, a partir das 14 horas, na sede da ESA, o encontro “Nossa Água é Potável”.

O evento, puxado por João Alfredo, ex-deputado federal pelo PSOL e hoje professor universitário na área do Direito Ambiental, debaterá sobre contaminação de água por agrotóxicos em Fortaleza.

Representantes da Cagece, da área da saúde e pesquisador da Fiocruz vão participar do encontro.

Domingo de manifestações em defesa do meio ambiente nas praias de Fortaleza e Caucaia

Duas manifestações em defesa do meio ambiente marcam este domingo (5) em Fortaleza e Caucaia. O primeiro ocorre na Praia de Iracema, por volta das 9 horas, no espigão do Náutico, na Beira Mar, quando ambientalistas apontam risco para a fauna marinha local, diante do projeto de construção do novo espigão da Praia de Iracema. Já o segundo movimento, no mesmo horário, acontece na Praia do Icaraí, na avenida principal, com saída do condomínio Sollar, nas proximidades do supermercado Líder. O protesto é contra o descaso das autoridades locais, diante do avanço contínuo do mar, que já destruiu residências, barracas de comidas, trechos de ruas e avenidas e agora ameaçam condomínios.

Em Fortaleza, a Doutora em Ciências Marinhas e bióloga Liana Queiroz, ativista do Instituto Verdeluz, afirma que o aterro pode trazer uma perda irreparável da biodiversidade local, expandindo esses impactos para a população de boto-cinza que habita a orla da capital cearense e para as tartarugas marinhas. “É imensurável a real magnitude do impacto em toda biodiversidade e na pesca artesanal, inclusive”, alerta.

A programação do manifesto contará com limpeza da praia e subaquática, exposição de fotos e vídeos da fauna local, música com a Brigada da Natureza, debates, exposição itinerante do Grupo de Estudos e Articulações Sobre Tartarugas Marinhas (Gtar Verdeluz) e aulas de surf. Na ocasião, 10 mergulhadores voluntários farão a limpeza subaquática e haverá aluguel de equipamentos de mergulho para aqueles que desejarem colaborar com a ação.

A iniciativa é uma parceria entre a Aquasis, Instituto Verdeluz, Mar do Ceará, Maloca- Centro Acadêmico de Ciências Ambientais da Universidade Federal do Ceará, Aldeia Surf Escola, G.I.A- Grupo de Interesse Ambiental,Limpando o Mundo, Associação Brasileira de Combate ao Lixo no Mar, Centro Acadêmico de Oceanografia da Universidade Federal do Ceará e Associação de Stand Up Paddle do Ceará.

Novo aterro da Praia de Iracema

O projeto do novo aterro prevê um avanço de 80 metros mar adentro, com extensão de 1,2 mil metros, totalizando uma área de 96 mil metros quadrados. A engorda da faixa de areia será entre os espigões das avenidas Desembargador Moreira e Rui Barbosa. A obra é orçada em R$ 70 milhões e deverá trazer para a orla arborização e equipamentos como ciclovias, pistas para corrida, brinquedos e quiosques.

(Foto: Arquivo)

Doze governadores comprometem-se com redução da emissão de gases; Ceará está fora

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Governadores de 11 estados e do Distrito Federal estão de acordo com as metas estabelecidas pelo Brasil para enfrentamento das mudanças climáticas, informou o Fórum Brasileiro de Mudanças do Clima. Amapá, Amazonas, Distrito Federal, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Paraná, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul e São Paulo manifestaram-se de forma favorável ao cumprimento do Acordo de Paris.

A adesão é celebrada pelo coordenador-executivo do Fórum Brasileiro de Mudanças do Clima, Alfredo Sirkis. “Temos que encontrar uma nova maneira de lidar com a dificuldade de movimentar os governos nacionais, mobilizar a opinião pública, enfrentar as atuais crises climáticas. Mais do que nunca, a hora é de nós, líderes climáticos, nos unirmos à sociedade civil para reagir e agir com a mesma intensidade”, disse.

O Brasil é signatário do Acordo de Paris, no qual foi pactuada a redução da emissão de gases no planeta. Os países envolvidos no acordo concordaram com a meta de manter o aumento da temperatura média global abaixo de 2°C em relação aos níveis pré-industriais. Os signatários devem ainda se empenhar em limitar o crescimento dessa temperatura a 1,5°C acima dos níveis pré-industriais. Cada país deveria entregar a chamada Contribuição Nacionalmente Determinada (NDC), com medidas a serem tomadas.

O documento brasileiro foi entregue em setembro de 2015 e estabelece o compromisso do país de chegar em 2025 com níveis de emissão de gases de efeito estufa 37% abaixo do verificado em 2005. Em 2030, a proporção deverá chegar a 43%. Para atingir essas metas, o Brasil deverá garantir que sua matriz energética seja composta por 18% de bioenergia sustentável e 45% de energias renováveis. Outro compromisso é restaurar e reflorestar 12 milhões de hectares de florestas.

Na última quinta-feira (25), o assunto estava em pauta no Fórum Clima 2019: Riscos atuais e ação dos estados, realizado no Rio de Janeiro. O evento foi organizado com o objetivo desenvolver relações com os governos estaduais para apoio às mudanças necessárias para mitigar os efeitos das mudanças climáticas.

Em um vídeo gravado para o evento, o governador de São Paulo, João Doria, informou que, em 2017, a emissão de gases no estado permanecia nos níveis de 2010. “Considero que a participação dos governadores é fundamental para o avanço das políticas sobre as mudanças climáticas”, afirmou. O governador de Pernambuco, Paulo Câmara, também deixou sua mensagem, afirmando que o estado vai ampliar sua matriz de energia limpa.

Fórum

Criado em 2000, o Fórum Brasileiro de Mudança do Clima tem o objetivo de conscientizar e mobilizar a sociedade para a discussão e tomada de posição sobre os problemas decorrentes da mudança do clima. Posteriormente, passou a integrar a Política Nacional de Mudanças Climáticas, instituída pela Lei Federal 12.187/2009. Atualmente, o Fórum é responsável pela produção de orientações estratégicas que permitam ao país lidar com as questões climáticas.

Dividido em nove câmaras temáticas, o Fórum é composto tanto por integrantes do governo como por pessoas da sociedade civil com notório conhecimento sobre o assunto, nomeadas pelo presidente da República. A composição deve garantir a presença de representantes do terceiro setor, do setor empresarial e da academia.

(Agência Brasil)

Roberto Cláudio apresenta neste sábado projeto de requalificação no bairro São Gerardo

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O prefeito Roberto Cláudio, acompanhado da secretária municipal de Urbanismo e Meio Ambiente, Águeda Muniz, visita na manhã deste sábado (27), a partir das 9 horas, o Parque Rachel de Queiroz, no bairro São Gerardo. A ideia é percorrer essa área verde da Cidade que terá sua requalificação iniciada no segundo semestre.

Roberto Cláudio apresentará à comunidade as melhorias propostas para 10 trechos do Parque, localizados entre o açude João Lopes e o Campus do Pici Professor Prisco Bezerra, da Universidade Federal do Ceará (UFC), que serão implantadas por meio do Programa Fortaleza Cidade Sustentável (FCS).

O programa é o maior pacote de ações voltadas especialmente para o meio ambiente em Fortaleza. A iniciativa reúne uma série de projetos que significarão avanços importantes. Uma das principais iniciativas do programa é a requalificação do Parque Rachel de Queiroz, com 200 hectares de áreas que perpassam 14 bairros. As intervenções contemplarão limpeza, dragagem, recuperação de mata ciliar e do rio, bem como a construção do parque urbano com calçadão, ciclovia, área de lazer e pontes para travessia.

A requalificação do Parque Rachel de Queiroz, assim como os demais projetos do FCS, será financiada por meio da contratação de operação de crédito externo com o Banco Internacional para Reconstrução e Desenvolvimento (BIRD – Banco Mundial), já aprovado pelo Senado Federal, no valor de US$ 73,3 milhões. De acordo com o prefeito Roberto Cláudio, além de ser o primeiro financiamento da história de Fortaleza junto ao BIRD, este é também o primeiro específico para a área ambiental e de sustentabilidade. “São obras que vão impactar positivamente o meio ambiente da Cidade e que certamente representarão uma grande inovação social e urbanística”, ressaltou.

(Com informações da Assessoria de Imprensa da Prefeitura de Fortaleza)

Parque das Carnaúbas – Hora de garantir a preservação

Finalmente o governador Camilo Santana (PT) irá prestar mais atenção ao Parque das Carnaúbas, que fica no município de Granja (Zona Norte).

Criado pelo decreto 28.154/2006, a unidade de conservação é um lugar raro no Ceará e de composição paisagística semelhante à da Chapada da Diamantina.

Ali, resistem quedas d’água raras formando cachoeiras exuberantes e uma vegetação entre a caatinga e o cerrado. Com uso sustentável, o Parque das Carnaúbas poderá ser um destino para o turismo ecológico e científico. Como a Secretaria estadual do Meio Ambiente andava omissa na gestão do equipamento, surgiu a ameaça da área se transformar numa usina eólica, o que seria um absurdo para essa unidade de conservação.

Em tempos de falta de política ambiental, o melhor é adotar atitudes contrárias à degradação do que ainda resta.

(Foto – Arquivo)

3,3 na Escala Richter – Abalos sísmicos ocorrem no sertão do Ceará há um mês

Tremor de terra foi sentido nos municípios de Boa Viagem, Quixeramobim e Madalena. O abalo atingiu a magnitude 3,3 na Escala Richter, de acordo com o Laboratório de Sismologia da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (LabSis/UFRN) e ocorreu por volta de 23h30min da última quinta-feira, 18. Não houve feridos ou grandes danos estruturais.

De acordo com o chefe do núcleo de Sismologia da Coordenadoria Estadual da Defesa Civil do Ceará, Francisco Brandão, os tremores ocorrem nos municípios há um mês. O primeiro foi registrado no dia 17 de março. Ele descreve o fenômeno como “atividade sísmica”, e diz que é comum no Ceará. O abalo sentido nessa quinta-feira teve a maior magnitude desta atividade na região.

Alguns moradores relatam terem ouvido um forte estrondo no momento do abalo. A moradora de Boa Viagem Tatiane Sousa lembra de ter visto as telhas da casa se movimentarem. “Durou pouco, mas ouvimos um estouro muito forte”, conta.

O fenômeno não tem tempo de duração previsto. Em 1989, uma outra atividade causou abalos sísmicos frequentes no município de Palhano durante o período de três anos, de acordo com Brandão. Caso semelhante ocorreu em 2008, na serra da Meruoca, que registrou tremores por quatro anos. Ao todo, 52 dos 184 municípios do Estado já registram abalos sísmicos.

Numa situação de tremor de terra, a Defesa Civil recomenda que a pessoa tente não agir em pânico. Se estiver dentro de casa, o ideal é que se retire de maneira ordenada, sem correria. Para pessoas que moram em locais com recorrência de tremores, o ideal é construir uma casa cujo espaçamento entre ripas seja igual ou inferior a 25 centímetros (cm), para que as telhas fiquem firmes.

Escala Ritcher

Desenvolvida em 1935 pelo sismólogo Charles Francis Richter, integrante do Instituto de Tecnologia da Califórnia, a escala Ritcher representa a energia sísmica liberada durante um terremoto. É uma escala que se inicia no grau zero e é infinita (teoricamente), no entanto, nunca foi registrado um terremoto igual ou superior a 10 graus na escala.

Um dos fatores é que ela se baseia num princípio logarítmico, ou seja, um terremoto de magnitude 6, por exemplo, produz efeitos dez vezes maiores que um outro de 5, e assim sucessivamente.

(O POVO Online / Gabrielle Zaranza)

Adiar fechamento de lixões é desserviço, diz ministro do Meio Ambiente

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, classificou hoje (15) de desserviço o aumento do prazo para os municípios eliminarem lixões no país, proposta que deve passar por votação na Câmara dos Deputados em caráter de urgência. A meta inicial da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que previa a substituição por aterros, era agosto de 2014, mas foi descumprida.
“A ideia de postergar, de maneira generalizada, o atingimento da meta do fechamento de lixões é um grande desserviço para o Brasil”, disse o ministro, ao participar do Seminário Internacional de Resíduos Sólidos. realizado em São Paulo pela Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base.

Para o ministro, municípios grandes e ricos como São Paulo deveriam ter “uma coleta seletiva minimamente bem-feita”. Na opinião de Salles, as cidades pequenas e afastadas dos grandes centros urbanos poderiam, porém, gozar de prazo mais flexível.

“Temos uma interlocução muito boa com os deputados na parte do meio ambiente. Já manifestamos preocupação sobre uma solução linear. Há casos, realmente, de municípios que estão muito longe de alcançar as metas, seja porque estão isolados ou porque entraram em colapso financeiro”, afirmou.

Concessão de parques

Ricardo Salles negou notícias de que a mineradora Vale teria a concessão de parques públicos em Minas Gerais. Há uma semana, em mensagem no Twitter, o ministro disse que tentaria converter a multa da R$ 250 milhões da empresa em investimentos para sete parques nacionais,com a construção de obras de infraestrutura, trilhas, atividades e serviços para estimular o ecoturismo. Futuramente, serão concedidos à iniciativa privada.

“Ninguém disse que a Vale vai ganhar concessão. Vamos ter investimento nos parques para que eles sejam concedidos. Hoje, os parques nacionais carecem de infraestrutura. São parques que poderiam estar gerando emprego, renda”, disse.

(Agência Brasil)

ONG Verdeluz abre inscrições para voluntários

O Instituto Verdeluz está recrutando novos voluntários. As inscrições estão abertas até o próximo dia 13 de abril. Qualquer pessoa poderá se candidatar, mas a entidade tem interesse em preencher parte das vagas com alunos ou profissionais das áreas de Administração, Direito, Psicologia, Medicina Veterinária, Engenharia de Produção, Arquitetura e Urbanismo, Gestão de Qualidade, Recursos Humanos, Comunicação Social e cursos afins.

Ao todo, são 32 vagas distribuídas nos seguintes setores: Gestão de Pessoas, Gestão de Projetos, Projeto de Ativismo, Grupo de Conservação às Tartarugas (GTAR) e Programa de Informação e Participação Ambiental (Pipa). Dentre esses setores, o dos Projetos de Ativismo é o que, até o momento, mais necessita da ampliação de equipe.

Essa é uma oportunidade para quem tem interesse em participar da ONG e ter uma experiência de voluntariado envolvendo a proteção à natureza. Além disso, os novos voluntários terão a chance de se capacitar e contribuir para a promoção da Educação Ambiental e para a proteção do Meio Ambiente.

SERVIÇO

*Link do Edital: https://drive.google.com/file/d/1wkOI6j3JeoSahRqCX7IauH5QK_yKsset/view?fbclid=IwAR1cpEXbzDTeC2fJPa0NWX-xtNP8Ynn1AV1yZ_Hp0xmV0QmEfy4XpxzNYDU

*Link do Formulário de Inscrição:
https://docs.google.com/forms/d/e/1FAIpQLSfcHQBe6JHIFOxEeR4vRrpaUsJVhYkz0L_QSnFU8BomNf-eCw/viewform

ONG alerta que 10% do lixo plástico nos oceanos vêm de pesca fantasma

Quando um filé de peixe chega na mesa de um cliente no restaurante ou quando alguém compra uma lata de atum no mercado, não é difícil de imaginar que antes daquele momento toda uma cadeia de produção entrou em cena, desde o pescador artesanal ou um navio pesqueiro, até o preparo final para o consumo. O que poucos sabem é que existem muitos equipamentos de pesca abandonados no oceano ameaçando várias espécies da vida marinha. A isso se dá o nome de pesca fantasma.

“Dez por cento do lixo plástico marinho que entra nos oceanos todos os anos é equipamento de pesca perdido ou abandonado nos mares. E esses materiais, por terem sido desenhados para fazer captura, eles têm uma capacidade de capturar e gerar um sofrimento nos animais, com impacto em conservação”, explica o gerente de vida silvestre da organização não governamental (ONG) Proteção Animal Mundial, João Almeida.

A ONG lançou este mês a segunda edição do relatório Fantasma sob as Ondas. O estudo mostra que a cada ano 800 mil toneladas de equipamentos ou fragmentos de equipamentos de pesca, chamados de petrechos, são perdidos ou descartados nos oceanos de todo o planeta. Essa quantidade representa 10% de todo o plástico que entra no oceano. No Brasil, estima-se que 580 quilos desse tipo de material seja perdido ou descartado no mar todos os dias.

Dentre os petrechos mais comuns estão as redes de arrasto, linhas, anzóis, linhéis, potes e gaiolas. Esses petrechos podem matar de várias formas. Os animais podem ficar feridos ou mutilados na tentativa de escaparem, presos e vulneráveis a predadores ou não conseguem se alimentar e morrem de fome.

O estudo avalia a atuação das grandes empresas pescado e as providências que tomam – ou não tomam – para evitar a morte desnecessária de peixes. A versão internacional do relatório elencou 25 empresas de pescado em cinco níveis, sendo o nível 1 representando a aplicação das melhores práticas e o nível 5 com empresas não engajadas com a solução do problema.

(Agência Brasil)

A Fortaleza nada beleza

Da Coluna Eliomar de Lima, no O POVO deste sábado (30):

Como Fortaleza está feia! E, nestes tempos de muita chuva, piorou na imagem e no conceito de quem por aqui chega em clima de visita e buscando a conhecida hospitalidade cearense.

Em praticamente todas as avenidas ou ruas e ruelas, haja rampas de lixo, matagal e uma pavimentação que, por não suportar uma pancada de chuva, ganha buracos resultantes de um asfalto sonrisal ou crateras que nascem de reparos mal acabados feitos por terceirizadas da Cagece. E os postes cheios de cachos de fiação? Reforçam uma decoração absurda de uma Fortaleza que fala em ser, via programas oficiais, “Inteligente” ou “Competitiva”, mas que ainda sucumbe com velhos problemas.

Culpar só gestores não basta. A falta de cidadania também contribui para esse cenário perverso e vergonhoso. O fortalezense não pode e não deve se acostumar a essa situação.

O céu está por aqui bonito pra chover, mas a cidade… nestes tempos, feia de doer.

Nascem em área preservada pelo Estado primeiros filhotes de ave ameaçada de extinção

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Nascem os primeiros três filhotes dentro do Refúgio do Periquito-da-cara-suja, área de conservação situada no Maciço de Baturité.

Foi nesta semana, o que consolida o local como equipamento importante para a sobrevivência de uma espécie que estava ameaçada de extinção.

Em abril de 2018, um convênio entre a Secretaria do Meio Ambiente do Ceará e a ONG Aquasis oficializou a criação do Refúgio da Vida Silvestre (Revis) do Periquito-da-cara-suja.

(Foto – Divulgação)

Praia do Cumbuco recebe mutirão de limpeza neste domingo

Toda a orla da praia do Cumbuco, em Caucaia, na Região Metropolitana de Fortaleza, será percorrida pelo mutirão da limpeza, na manhã deste domingo (24), que fará a retirada de resíduos da areia.

A iniciativa é da Prefeitura de Caucaia, por meio da Secretaria Municipal de Patrimônio, Serviços Públicos e Transportes (SPSPTrans), Autarquia Municipal de Trânsito (AMT) e Instituto do Meio Ambiente (Imac), com o grupo Triton Off Road.

O trabalho terá início pelo posto de combustível em frente à Barraca Chico do Carangueiro, por volta das 9 horas, e será encerrado no Hotel Vila Galé.

Garis e caçambas do setor de limpeza da SPSPTrans e também de agentes de trânsito e viaturas da AMT apoiarão a operação.

(Colaborou Matheus Nunes / Foto: Divulgação)

Governo amplia Área de Proteção Ambiental do Pecém

Da Coluna Política, assinada pelo jornalista Carlos Mazza, no O POVO desta segunda-feira, eis o tópico “Mudança Ambiental. Confira:

O governo Ceará ampliou de 122,79 hectares para 9.015,12 hectares a antiga da Área de Proteção Ambiental (APA) do Pecém, em São Gonçalo do Amarante e municípios próximos.

Com a ampliação, a área foi também rebatizada para APA das “Dunas do Litoral Oeste” e passa a contar com um regramento diferenciado para a concessão de licenças para obras, operação de serviços e afins.

Empresários e gestores municipais foram críticos à maior proteção, que poderia, segundo eles, “estrangular” o potencial econômico do Porto do Pecém.

(Foto – Arquivo)