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Ceará foi o quatro em produção industrial na passagem de julho para agosto, diz IBGE

A produção da indústria cresceu em 11 dos 15 locais pesquisados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na passagem de julho para agosto deste ano. Segundo a Pesquisa Industrial Mensal Regional, os maiores avanços ocorreram no Amazonas (7,8%) e no Pará (6,8%).

Outros locais que registraram expansão foram São Paulo (2,6%), Ceará (2,4%), Pernambuco (2,1%), Rio de Janeiro (1,3%), Mato Grosso (1,1%), Minas Gerais (1%), Paraná (0,3%), Região Nordeste (0,2%) e Goiás (0,2%).

Quatro locais tiveram queda: Rio Grande do Sul (-3,4%), Santa Catarina (-1,4%), Espírito Santo (-1,4%) e Bahia (-0,1%).

Queda

Já em relação a agosto de 2018, oito localidades apresentaram queda, com destaque para o recuo de 16,2% do Espírito Santo, e sete tiveram alta: 13% no Pará e 12,8% no Amazonas.

No acumulado do ano, nove locais tiveram queda, sendo a maior delas no Espírito Santo (-12,8%). Dos seis locais com alta, o melhor resultado foi observado no Paraná (6,5%).

Já no acumulado de 12 meses, dez locais tiveram queda, a mais acentuada no Espírito Santo (-7,2%). Dos cinco locais com alta, o maior avanço ocorreu no Rio Grande do Sul (6,6%).

(Agência Brasil)

Centec oferece curso gratuito sobre patentes

O Instituto Centec será sede, nesta quinta-feira, das 13 às 17 horas, do primeiro módulo do curso “Patentes: protegendo invenções e fazendo negócios”, uma realização da Rede de Incubadoras do Ceará (RIC) e Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI).

O treinamento é gratuito, com vagas limitadas, e acontecerá na sala de videoconferência, na sede da instituição, em Fortaleza.

São públicos-alvo, segundo a assessoria do Instituto Centec, alunos dos cursos de educação profissional e do ensino superior, profissionais e empreendedores interessados em ampliar e atualizar seus conhecimentos na temática.

Ainda serão ofertados os seguintes módulos:

Módulo I “Princípios da Propriedade Intelectual“
Módulo II “Patentes“
Módulo III “Oficina de Busca em Bases de Patentes“
Módulo IV “Oficina de Redação de Patentes“
Módulo V “Contratos e Transferências de Tecnologia“

DETALHE – A Rede de Incubadoras de Empresas do Ceará é uma entidade que integra 12 Incubadoras de empresas, atuando com foco na inovação e no empreendedorismo. A Incubadora do Instituto Centec (Intece) faz parte da RIC. Saiba mais aqui.

SERVIÇO

*Instituto Centec –  Rua Silva Jardim, 515, José Bonifácio.

Artigo – “Povo cearense só tem a perde com a saída da Petrobras”

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Com o título “Povo cearense só tem a perder com a saída da Petrobras”, eis artigo de Jorge Oliveira, presidente do Sindipetro dos Petroleiros do Ceará. Ele bate duro na possível venda da Lubnor. Confira:

O governo federal anunciou a venda das refinarias da Petrobras, entre elas a Lubrificantes e Derivados do Nordeste, localizada em Fortaleza.

A história e as escolhas feitas até o momento mostram que o povo não ganhará nada com essa privatização, pelo contrário, poderá pagar um preço maior pelo derivado, além de Estados e municípios receberem menor receita e ainda sofrer com desemprego.

Se a iniciativa privada quer comprar “para investir”, por que ela não investe? Basta fundar uma empresa de lubrificantes e asfalto sem precisar comprar o que já foi construído e ganhar dessa mesma empresa estatal na concorrência.

Não há precedentes de investimentos da iniciativa privada em ativos do setor petróleo, o que ocorre é justamente o contrário: quem investiu ao longo de décadas em pesquisa e desenvolvimento foi a Petrobras.

O monopólio de exploração e refino foi quebrado em 1995, de lá pra cá não houve investimentos privados no setor, nem dutos ou refinarias. Tudo que temos foi fruto de investimento estatal. A Shell teve a chance de descobrir o pré-sal, mas não quis investir por ser muito caro. Aí vem a diferença entre a Petrobras e as outras companhias estrangeiras e privadas. Despendemos, somente em um poço, US$240 milhões e a Shell não quis correr o risco financeiro para enfrentar o risco geológico.

Essa é a grande diferença entre uma empresa que tem compromisso com o desenvolvimento nacional, no caso, a Petrobras, e uma empresa privada que quer apenas lucrar.

Quem comprar a Lubnor não estará interessado em investir, apenas colocar o lucro no bolso. Haverá uma troca de donos, deixará de ser uma empresa do povo para pertencer a um bilionário. Se o empresário está preocupado em investir e gerar empregos, por que não fez isso ao longo desses 24 anos da quebra do monopólio?

Sobre a concorrência e queda no preço dos derivados – outra falácia. O preço dos derivados de petróleo está ligado ao preço do barril no mercado internacional. Desde 2016, com Michel Temer e agora com Paulo Guedes e Bolsonaro, a Petrobras passou a praticar paridade internacional nos preços. Isso significa que cada movimento brusco no preço do barril, como agora com os ataques à produção da Arábia Saudita, os preços mudam aqui no Brasil. Além disso, só teremos mais concorrência na produção (para ter queda nos preços) se construirmos outra refinaria no Ceará, trocar o dono não significa preço menor.

Houve redução do preço da energia após a Coelce ser privatizada? O que houve foi redução de salários e menos empregos.

Também estamos preocupados com os efeitos fiscais destas privatizações. Não temos dúvida que o dono privado pedirá isenção fiscal ao Governo. Há ainda a possibilidade do dono privado parar de produzir e usar a refinaria como estoque para importar derivado e revender no mercado local. Isso trará desemprego e menor renda para o município/Estado, como menor ICMS e outros impostos.

Por fim, há ainda a possibilidade do dono privado importar petróleo e isso reduzirá os royalties dos municípios produtores e afetados pelo transporte de petróleo. Ou seja, não temos o que comemorar com a venda das refinarias, com a retirada do controle do Estado e passagem para a iniciativa privada.

*Jorge Oliveira

Presidente do Sindipetro dos Petroleiros do Ceará.

(Foto – Arquivo)

Dia das Crianças – Comércio de Fortaleza deve movimentar R$ 153 milhões e brinquedo é a preferência

Pesquisa sobre o Potencial de Consumo do Fortalezense realizada pela Fecomércio, por meio de seu instituto, o IPDC, estima que o Dia das Crianças  deverá movimentar R$ 153 milhões no comércio de Fortaleza. Embora o valor seja idêntico ao verificado em 2018, a data promete aquecer o comércio local, informa a assessoria de imprensa da federação. A pesquisa revela ainda que uma parcela de 7,9% da população entrevistada ainda não se decidiu sobre o assunto, podendo ampliar o impacto dessa data comemorativa.

De acordo com o levantamento, 45,4% dos consumidores dizem que vão às compras. O perfil dos entrevistados que respondeu afirmativamente sobre a intenção de compras mostra preponderância dos consumidores do sexo masculino (49,9%), com idade entre 21 e 35 anos (52,8%) e com renda familiar entre três e seis salários mínimos (61,0%).

Dos que irão comprar presentes, 70,7% comprarão pelo menos dois produtos. A compra de brinquedos tem a franca maioria das intenções de compras, com 72,1% das respostas, seguido de artigos de vestuário (28,3%), calçados (5,8%), bicicletas (4,2%) e celulares e smartphones (3,5%).

O consumidor espera um gasto médio de R$ 191 e utilizará, preferencialmente, o pagamento à vista (71,7% das respostas) ou através do uso de cartão de crédito (34,0%). Quanto ao provável local de compra, predominam os shopping centers (37,7%), centros comerciais (28,3%) e lojas de rua (24,9%).

A conveniência de funcionamento é fator essencial para o atendimento dos consumidores, já que 30,0% relataram ter no sábado como o dia ideal para as compras. Além disso, os entrevistados revelaram que as promoções e políticas de preços serão fundamentais para atrair sua atenção, com 50,2% e 38,8% de citação, respectivamente.

Brinquedo é maioria

Daqueles que pretendem comprar presentes, a absoluta maioria – 72,1% – estará em busca de brinquedos no Dia das Crianças, fortalecendo a importância da data no imaginário infantil. Os brinquedos lideram em todos os grupos, mas serão mais procurados pelos consumidores do sexo masculino (73,3%), com idade abaixo dos 20 anos (76,0%) e renda familiar superior a seis salários mínimos (89,7%).

A procura por artigos de vestuário possui predominância feminina (33,1%), dos consumidores com idade entre 21 e 35 anos (31,5%) e do grupo com renda familiar inferior a três salários mínimos (30,5%). Os calçados foram citados por 5,8% dos entrevistados, sendo preferido pelas mulheres (8,3%), pelo grupo com idade entre 21 e 35 anos (7,7%) e renda familiar entre três e seis salários mínimos (9,8%).

As bicicletas foram citadas por 4,2% dos consumidores que pretendem comprar presentes, principalmente pelas mulheres (4,5%), pelo grupo com idade inferior a 20 anos (6,0%) e com renda familiar mensal inferior a três salários mínimos (5,0%). Finalmente, os celulares e smartphones, com 3,5% de intenção de compra, são preferidos pelas mulheres (4,3%), do estrato etário com idade superior a 36 anos (4,6%) e renda familiar mensal superior a seis salários mínimos (5,3%).

Presidente da Caixa defende manutenção do banco como gestor do FGTS

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, defendeu hoje (8), a manutenção do banco como gestor dos recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). Segundo ele, não partiu do presidente da República, Jair Bolsonaro, nem do ministro da Economia, Paulo Guedes, a ideia de retirar a gestão do fundo da Caixa.

Ontem (7), o jornal O Globo publicou matéria informando que o governo federal pretendia aproveitar a tramitação da Medida Provisória nº 889, que libera os saques do FGTS, para reformular o acesso aos recursos do fundo e quebrar o monopólio da Caixa Econômica Federal.

Ainda ontem (7), o presidente Jair Bolsonaro disse ser contra a quebra do monopólio da Caixa na administração do FGTS, assim como Paulo Guedes e o ministro-chefe da Secretaria de Governo, Luiz Eduardo Ramos. “Se o Congresso decidir quebrar o monopólio da Caixa, eu a vetarei segundo orientação da própria Economia”, escreveu Bolsonaro na sua página do Facebook.

Taxa de administração

A Caixa cobra taxa de 1% para gerir os recursos e usa o dinheiro do FGTS para financiar projetos do Minha Casa, Minha Vida, de saneamento e de infraestrutura. O argumento para dar acesso a outros bancos seria o de diminuir essa taxa de administração. Segundo Pedro Guimarães, o banco estuda propor a redução da taxa de administração, com adoção de novas tecnologias.

O presidente da Caixa argumentou ainda que a taxa de administração cobrada atualmente envolve projetos no país inteiro, permitindo que o banco desenvolva projetos onde o custo é menor – em grandes cidades e entorno -, e onde as despesas são maiores – em locais de difícil acesso no interior do país. Guimarães disse que se houver divisão na gestão dos recursos, não será possível que cidades do interior do Norte e do Nordeste tenham taxa de gestão 1% porque geraria prejuízo para o banco, o que não é permitido por órgãos de controle como o Tribunal de Contas da União (TCU).

(Agência Brasil)

Caixa anuncia redução de juros do crédito imobiliário

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (8) redução de até 1 ponto percentual nas taxas de juros para os financiamentos imobiliários com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimos (SBPE). A menor taxa passou de 8,5% ao ano para 7,5% ao ano e a maior: de 9,75% ao ano para 9,5% ao ano. As novas taxas será válidas a partir da próxima segunda-feira (14).

A redução é válida para crédito com saldo devedor atualizado pela Taxa Referencial (TR) no âmbito do Sistema Financeiro de Habitação (SFH) e do Sistema Financeiro Imobiliário (SFI). O SFH é voltado para os financiamentos de imóveis de menor valor e tem parte das unidades financiadas com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS). O SFI é destinado a imóveis mais caros, sem cobertura do FGTS.

Esta é a segunda redução de juros anunciada pela Caixa. Em junho, o banco reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros para financiamentos pelo SBPE, além de alternativas de renegociação. Segundo a Caixa, mais de 114 mil clientes já regularizaram dívidas, o que correspondeu a mais de R$ 10,1 bilhões de crédito renegociado.

Em agosto, a Caixa também anunciou a criação de linha de financiamento imobiliário com saldo corrigido pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Nesse financiamento, a taxa mínima é o IPCA mais 2,95% ao ano e a máxima, o IPCA mais 4,95% ao ano.

A Caixa lidera o mercado de financiamento imobiliário, com 69% de participação no mercado. Em 12 meses encerrados em junho, a carteira de crédito habitacional do banco cresceu 3,6%, chegando a R$ 452,3 bilhões.

(Agência Brasil)

Inflação medida pelo IGP-DI sobe para 0,50% em setembro

O Índice Geral de Preços–Disponibilidade Interna (IGP-DI) registrou inflação de 0,50% em setembro. Em agosto, o indicador havia tido uma deflação (queda de preços) de 0,51%.

Segundo dados divulgados hoje (8), no Rio de Janeiro, pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o IGP-DI acumula 4,39% no ano e 3% em 12 meses.

Índice Geral de Preços–Disponibilidade Interna acumula 4,39% no ano e 3% em 12 meses (Arquivo/Marcelo Camargo/Agência Brasil)
Apesar da alta em relação a agosto, o índice caiu em relação a setembro do ano passado, quando houve inflação de 1,79% no mês e de 10,33% em 12 meses.

A alta da taxa de agosto para setembro deste ano foi puxada pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que subiram 0,69% em setembro. Em agosto, os preços haviam caído 0,90%.

O Índice Nacional de Custo da Construção também subiu, mas de forma mais moderada, ao passar de uma taxa de inflação de 0,42% em agosto para uma alta de preços de 0,46% em setembro.

E o Índice de Preços ao Consumidor ficou estável em setembro. Em agosto, houve inflação de 0,17%.

(Agência Brasil)

Receita libera nesta terça-feira consulta ao quinto lote de restituição do IR

A partir das 9 horas desta terça-feira (8), estará disponível para consulta o quinto lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) 2019. O lote de restituição inclui também restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2018.

O crédito bancário para 2.703.715 contribuintes será realizado no dia 15 de outubro, totalizando R$ 3,5 bilhões. Desse total, R$180.177.859,42 referem-se ao quantitativo de contribuintes com preferência: 4.848 contribuintes idosos acima de 80 anos, 32.634 contribuintes entre 60 e 79 anos, 4.281 contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou doença grave, e 17.056 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a restituição liberada, o contribuinte deverá acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível acessar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificadas pelo processamento. Nesta hipótese, o contribuinte pode avaliar as inconsistências e fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza, ainda, aplicativo para tablets e smartphones que facilita consulta às declarações do IRPF e situação cadastral no CPF. Com o aplicativo, será possível consultar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre a liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contatar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta-corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

(Agência Brasil)

Comissão mista analisa nesta terça-feira relatório da MP que permite saque do FGTS

A comissão mista da Medida Provisória 889/19 analisa na tarde desta terça-feira (8) o relatório do deputado Hugo Motta (Republicanos-PB). O texto cria novas regras para o saque do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Motta ainda não entregou parecer sobre a matéria, que recebeu 133 emendas de senadores e deputados. A MP 889/19 abre a possibilidade do saque imediato de até R$ 500 e cria a modalidade do saque-aniversário, em que o trabalhador pode retirar uma quantia limitada da conta uma vez por ano, no mês de aniversário.

Antes, o FGTS só podia ser movimentado pelo trabalhador em algumas hipóteses, como demissão sem justa causa, aposentadoria, algumas doenças e financiamento imobiliário, entre outras.

PIS/Pasep

O texto traz ainda novas regras para a movimentação dos fundos do Programa de Integração Social (PIS) e do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), que afetam apenas quem trabalhou com carteira assinada entre 1970 e 1988. A MP permite que os beneficiários saquem, a partir de agosto, a totalidade dos saldos.

Editada em julho, a medida precisa ser aprovada nos plenários da Câmara e do Senado até 21 de novembro para não perder a validade. Ela só entra na pauta do Plenário da Câmara depois de passar pela comissão mista.

(Agência Câmara Notícias)

Banco Central propõe lei para modernizar mercado de câmbio

O Banco Central (BC) propôs projeto de lei (PL) para modernização do mercado de câmbio. Segundo o BC, o projeto “tem por objetivo instituir um novo marco legal, mais moderno, mais conciso e juridicamente seguro para o mercado de câmbio e de capitais estrangeiros no Brasil e brasileiros no exterior”.

O PL foi encaminhado hoje à Câmara dos Deputados por meio de Mensagem nº 483, do presidente da República, Jair Bolsonaro. “Caso venha a ser aprovado pelo Congresso Nacional, o PL permitirá a melhoria do ambiente de negócios no país trazendo simplificação e agilidade para todos os que lidam com operações internacionais. O PL também permitirá que modelos de negócios inovadores possam ser implantados com segurança jurídica, aumentando a competição e propiciando a oferta de serviços mais eficientes para o mercado de câmbio e para operações relacionadas aos capitais estrangeiros”, diz o BC, em nota.

Uma das mudanças é a possibilidade de ter contas de depósito em reais e em moeda estrangeira, e de contas de custódia tituladas por organismos internacionais, bem como contas em reais de depósito e de custódia tituladas por bancos centrais estrangeiros e por instituições domiciliadas ou com sede no exterior que prestem serviços de compensação, liquidação e custódia no mercado internacional. “Tais preceitos contribuem para que o real passe a integrar efetivamente os ativos dessas instituições, expandindo o uso da moeda nacional em negociações no exterior, além de simplificar a participação de investidores internacionais em títulos públicos denominados em reais diretamente no exterior”, diz a justificativa do projeto.

“O anteprojeto também favorece o uso do real em negócios internacionais ao permitir o envio ao exterior de ordens de pagamento de terceiros a partir de contas em reais mantidas no Brasil e tituladas por bancos do exterior”, acrescenta o BC, na justificativa.

O PL está estruturado em 3 pilares: consolidação, modernização e simplificação.

Consolidação

Segundo o BC, o projeto consolida em lei única mais de 40 dispositivos legais, editados desde 1920, “que apresentam comandos dispersos e eventualmente obsoletos, que aumentam a insegurança jurídica do público e não contemplam as mudanças tecnológicas em curso e as necessidades atuais da economia brasileira”.

Modernização

De acordo com o BC, o PL compatibiliza os requerimentos legais às exigências de uma economia inserida nas cadeias globais de produção, facilitando o desenvolvimento do comércio exterior e do fluxo de recursos e investimentos. Além disso, permite adotar novos modelos de negócio que visem a aumentar a eficiência e promover a competição, a transparência e a inclusão financeira, trazendo benefícios para os cidadãos e para as empresas.

O PL também possibilita eliminar exigências criadas há mais de 50 anos, em contextos econômicos superados e configuração das relações econômicas mundiais totalmente diferentes das atuais, e que se tornaram entraves à atividade econômica, propiciando ambiente de negócio desburocratizado e mais atrativo, inclusive para o capital estrangeiro.

Simplificação

A proposta permite adotar requerimentos proporcionais aos valores dos negócios e aos riscos envolvidos. Permite racionalizar as exigências para os investimentos estrangeiros no Brasil, bem como para os investimentos brasileiros no exterior. Também aprimora as regras para que o Banco Central obtenha informações para a compilação de estatísticas.

O BC diz ainda que as empresas que operam no comércio exterior serão um dos segmentos mais beneficiados, visto que um dos objetivos principais desse projeto é fomentar a maior inserção das empresas brasileiras no mercado internacional. Entre os vários aperfeiçoamentos, o novo PL vai permitir eliminar, com segurança, o excesso de burocracia hoje em vigor no processo de contratação de câmbio para importação e exportação, eliminar restrições dos exportadores no uso de suas receitas mantidos em sua conta no exterior e também facilitar a maior integração dessas empresas nas cadeias globais.

Segundo o BC, ao permitir que novos modelos de negócio venham a atuar com aderência à regulação, espera-se maior concorrência e maior eficiência do mercado, o que deve beneficiar especialmente as pessoas com pequenos valores a receber ou a enviar para o exterior e que pagam as despesas referentes às operações de câmbio. Da mesma forma, o PL permite flexibilizar a necessidade de registro de operações de crédito externo para operações de baixos valores, como acontece até em empréstimos dentro de famílias envolvendo residentes e não residentes no Brasil.

Finalmente, o PL deverá facilitar a participação de investidores estrangeiros nos mercados financeiro e de capitais ao tornar mais eficiente o processo de registros no Banco Central, diz a autoridade monetária.

(Agência Brasil)

Porto do Pecém realiza o primeiro embarque de manganês

Uma operação inédita foi realizada em terminal portuário cearense no fim de semana: o primeiro embarque de manganês. Saiu do Porto do Pecém, situado em São Gonçalo do Amarante, após cinco dias de preparação e logística.

A carga, de 55 mil toneladas de manganês, deixou o Estado dentro do navio African Raptor, procedente do porto sul-africano de Durba e que estava ali atracado desde a manhã da última segunda-feira. O manganês foi extraído pela empresa Zeus Mineração Ltda, do município cearense de Pentecoste.

“Nos inspiramos numa operação realizada em St. John’s, no Canadá. Entramos em contato com o porto de lá e conseguimos adquirir um equipamento semelhante ao que eles usam. E hoje, enfim, estamos fazendo o uso desse equipamento pela primeira vez sem haver a necessidade de colocar essa carga no chão. Ou seja, uma operação ecologicamente correta”, informou Waldir Sampaio, diretor-executivo de Operações do Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

O equipamento utilizado pela primeira vez no Pecém é chamado de “baia graneleira” (Bulkbraz). Possui alta eficiência operacional pois proporciona carregamentos rápidos de navios graneleiros. O primeiro embarque desse tipo de minério está sendo considerado um marco na história das operações do porto cearense.

Do Porto do Pecém o navio seguiu viagem para os portos de Bahodopi (Indonésia) e Tiasin (China), onde o minério será descarregado. O manganês (Mn), nome dado a um metal branco cinzento, é dotado de qualidades importantes à utilização na indústria siderúrgica.

DETALHE – No dia 25 de outubro um novo carregamento de manganês será exportado pelo terminal portuário cearense que faz parte do Complexo Industrial e Portuário do Pecém.

(Foto – Divulgação)

Setembro registrou melhora no mercado de trabalho, diz FGV

Os dois indicadores do mercado de trabalho medidos pela Fundação Getulio Vargas (FGV) apresentaram melhora na passagem em setembro. O Indicador Antecedente de Emprego (Iaemp), que busca antecipar tendências do mercado de trabalho, cresceu 0,3 ponto e passou para 87,1 pontos.

O Iaemp, que tem uma escala de zero a 200 pontos, é calculado com base nas expectativas de consumidores e de empresários da indústria e dos serviços.

O Indicador Coincidente de Desemprego, calculado com base na opinião dos consumidores sobre a atual situação da falta de emprego, caiu 0,6 ponto e passou para 92,9 pontos. O ICD também tem uma escala de zero a 200 pontos, mas, diferentemente do Iaemp, o resultado melhora quando cai e piora quando cresce.

(Agência Brasil)

Artigo – “O Trabalho X O Capital”

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Com o título “O Trabalho X O Capital” eis artigo de Eudes Xavier, ex-deputado federal pelo PT do Ceará. Ele aborda o Capitalismo nestes tempos digitais. Confira:

É preciso estudar e compreender algumas estratégias capitalistas para mudar para que tudo permaneça como está. Afinal, “a burguesia não pode existir sem revolucionar permanentemente os instrumentos de produção, portanto as relações de produção, portanto as relações sociais todas.” O redesenho e precarização que presenciamos nas relações de trabalho e emprego decorrem de profundas mudanças nos instrumentos de produção (através do uso intensivo da computação e tecnologia da informação) em andamento. Há, inclusive, um forte esforço no sentido de despersonificar e despersonalizar o capitalista enquanto patrão, escondendo, disfarçando e dissimulando as estruturas de comando, controle e gerenciamento: o “funcionamento” da empresa, na medida do possível, não dependeria de um local físico (a fábrica substituída pelo “home office” ou “vehicle office”…), nem de gerentes (os capatazes substituídos pelos algoritmos e dispositivos (“smart devices”))…

Os capitalistas (infelizmente para eles) ainda não conseguiram prescindir da força de trabalho dos seus empregados, nem mesmo daqueles promovidos a “empresários de si mesmos”: a solução que vislumbram é reduzir ao máximo a remuneração aos seus “colaboradores” numa perseguição mais que secular por reduzir custos e aumentar a taxa de retorno do capital. A estes mesmos colaboradores acenam com o sucesso do empreendedorismo, estimulam a liberdade de “fazerem o próprio horário” e a trabalharem a partir de suas próprias casa. Dessa forma tentam reduzir ainda mais seus gastos com aluguéis e outros insumos (“smartphones”, veículos…), transferindo-os para seus “colaboradores” (alguns encantados com as maravilhosas promessas das sereias).

Outro esforço dos capitalistas é no sentido de determinar ou pelo menos influenciar fortemente o funcionamento e os rumos do mercado (enquanto alardeiam aos incautos uma, tão ideal quanto falsa, primazia das suas (nada) livres forças). Não contentes com a influência sobre os consumidores através da máquina publicitária, lançam mão de diversos mecanismos para reduzir a utilidade dos próprios produtos ao longo do tempo, combinando a deterioração dos materiais empregados com a incompatibilidade intencionalmente pensada entre encaixes, peças, componentes e sistemas operacionais das sucessivas versões dos produtos. Trata-se da estratégia da obsolescência
programada.

Além do controle da vida útil dos produtos através a obsolescência programada, pretende-se a obtenção de parte da mais-valia circulante pós-venda mediante a abordagem de “produtos como serviços”: além da venda de recipientes com conteúdo (botijões de gás, galões de água…), “fideliza-se” os consumidores vinculando-os exclusivamente ao fornecedor; ao invés de vender e entregar um produto, estabelece-se um contrato de manutenção e reposição de insumos com exclusividade… Na área de Tecnologia da Informação tem-se como
exemplos o “outsourcing” de equipamentos, o aluguel de serviços de impressão e armazenamento “em nuvem”, e o caso clássico de “software” como serviço. Estes são esforços efetivos em favor da perseguida taxa de retorno sempre crescente.

Sobre Bitcoin e demais criptomoedas, percebe-se que os grandes capitalistas se preparam para prescindir de moedas nacionais na intermediação das transações entre si e, portanto, o Estado Burguês mais se restringe à função de muro segregacionista entre capitalismo e barbárie.

O Bitcoin é uma experiência. O que realmente interessa aos grandes conglomerados é a tecnologia (de cartórios intervalidativos) por trás das criptomoedas que os possibilitará prescindir das moedas emitidas por estados nacionais, eximindo-os de (todas?) tributações nas transações entre eles.

As moedas nacionais ainda perdurarão (por algum tempo) como meio para (uma parte das) pessoas físicas (vez que outra parte, em crescimento acelerado, está cada vez mais excluída do sistema).

O Estado Burguês é cada vez mais muro e menos ponte.

*Eudes Xavier

Ex-deputado federal  pelo PT do Ceará.

(Foto – ALCE)

Produção de veículos do País registra queda de 8,3% em setembro

A produção de veículos caiu 8,3% em setembro na comparação com agosto. Segundo o balanço divulgado hoje (7), em São Paulo, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), foram fabricadas 247,3 mil unidades em setembro, contra 269,8 mil de agosto.

Em relação a setembro do ano passado, o número representa uma alta de 10,9%. No acumulado de 2019, a produção automobilística registra um crescimento de 2,9%, com um total de 2,26 milhões de unidades em nove meses.

As vendas tiveram queda de 3,3% em setembro em relação a agosto, com a comercialização 234,8 mil unidades. O número significa um aumento de 10,1% sobre as vendas de setembro de 2018.

No acumulado dos primeiros nove meses, foram comercializados 2,03 milhões de veículos, uma alta de 9,9% em relação ao mesmo período do ano passado.

Exportações

As exportações acumulam queda de 35,6% de janeiro a setembro, com 337,5 mil unidades vendidas para o exterior. Em comparação com setembro de 2018, os 36,6 mil veículos exportados no último mês significam uma retração de 7,1% na comercialização no mercado externo. Entre agosto e setembro deste ano foi verificada ainda uma ligeira queda das exportações (-0,2%).

Emprego

O setor anotou em setembro uma queda de 3,4% no número de postos de trabalho em comparação com o mesmo mês de 2018. Atualmente, 127,9 mil pessoas trabalham na indústria automotiva, uma retração de 0,2% em relação a agosto.

(Agência Brasil)

Artigo – “É só assinar aqui”

Com o título “É só assinar aqui”, eis artigo de Antonio Mourão Cavalcante, médico, professor universitário e antropólogo. Ele aborda empréstimo consignado. Será mesmo um empréstimo para salvar o servidor público  na hora de um aperto?. Confira:

O empréstimo consignado é uma operação de crédito muito cabulosa. Aparentemente a intenção é das melhores. Significa que o empregado ou algum outro tipo de servidor público pode apelar para o recurso, sem ter o vexame de apresentar uma porção de papéis e garantias. A operação é asséptica. Basta “assinar aqui” e pronto! A grana é liberada.

Posteriormente, como o barnabé autorizou a operação, haverá um religioso e indolor (indolor?!) desconto mensal no boleto. Contente por haver obtido uma grana tão generosa e de forma “quase” graciosa, o inditoso servidor mal sabe no que se meteu. Serão meses de sacrifício para saldar aquela dívida. Sem apelação. A parcela vem descontada lá de cima. Sem qualquer chance de atrasar ou “esquecer” o pagamento.

O pressuposto que move a engrenagem é que o salário é curto, muito curto e sempre aparecem as surpresas. Como não apelar para um crédito tão fácil? É só assinar…

Os defensores dessa modalidade de crédito propagam que se trata de uma ajuda prática e funcional para os momentos de aperto. É só assinar.

Para os aposentados, muitas situações beiram a tragédia. Claro que a aposentadoria é curta. Muito curta. E, para quem não sabe, a velhice é cheia de imprevistos: remédios, exames, transporte diferenciado e – mais importante! – a responsabilidade de socorrer familiares que se auto proclamam, muito necessitados.

E tome empréstimo: para pagar a moto do filho mais jovem, um puxadinho para receber a filha com a filhinha que foi abandonada pelo marido, o genro que está desempregado. Para não citar episódios ainda mais dolorosos: a grana do traficante que o filho ficou devendo e já jurado de morte. Tudo vem para cima do pobre coitado. As pressões e as ameaças são enormes. Sobra o consignado de boca aberta, esperando a presa cair…

Resumo dessa reflexão: somente a instituição financeira lucra com essa história. O risco da operação é zero. O governo, obsequiosamente, desconta e repassa os suados tostões que deveriam alojar-se no bolso do mísero aposentado. Esse negócio de consignado, mesmo sabendo que “vai quem quer” – ninguém os obriga – parece uma argumentação muito cínica. Longe de ajudar os aposentados, aprofunda a dependência, a exploração e a extorsão. O idoso não consegue impor sua vontade. É frágil e acuado. O consignado não foi inventado para ajudar o necessitado, mas para tomar – com muita ganância – os derradeiros trocados do pobre assalariado.

*Antonio Mourão Cavalcante,

Médico, antropólogo e professor universitário.

(Foto – Arquivo)

Shopping Benfica vai comemorar aniversário com bolo de 20 andares

O Shopping Benfica vai encerrar, na próxima quinta-feira, às 18 horas, a segunda edição do Reality Sabor do Bolo. O evento premiará o campeão com R$ 3 mil, insumos Dona Maria para investir na profissão e oficinas profissionalizantes no Instituto Gastronômico das Américas.

O Reality envolve profissionais da gastronomia que elaboram o bolo que, dia 30 deste mês de outubro, deverá ser distribuído entre a clientela desse polo e compras em clima de 20 anos de fundação.

Um júri – no grupo Matu Macedo e jornalistas como este repórter do Blog, escolherá o melhor sabor do bolo a ser confeccionado. O bolo terá 20 andares e será montado na Praça da Alimentação.

(Foto – Divulgação)

Preço da cesta básica para famílias de baixa renda registra deflação

O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que calcula a variação de preços da cesta de compras de famílias com renda até 2,5 salário mínimos, registrou deflação (queda de preços) de 0,09%. Em agosto, havia sido registrada uma inflação de 0,11%, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IPC-C1 acumula taxas de inflação de 3,19% no ano e de 3,81% em 12 meses, acima dos 3,51% registrados pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR).

A queda da taxa do IPC-C1 de agosto para setembro foi puxada pelos grupos de despesas habitação (cuja taxa caiu de 0,95% para 0,26%), alimentação (de -0,46% para -0,72%), transportes (de 0,05% para 0,03%) e comunicação (de 0,68% para 0,54%).

Por outro lado, quatro grupos tiveram alta na taxa: saúde e cuidados pessoais (de 0,01% para 0,22%), vestuário (de -0,44% para 0,03%), educação, leitura e recreação (de 0,04% para 0,37%) e despesas diversas (de -0,07% para 0,13%).

(Agência Brasil)

Mercado financeiro prevê que inflação deste ano fique em 3,42%

Instituições financeiras reduziram, pela nona vez seguida, a estimativa para a inflação este ano. Segundo pesquisa do Banco Central (BC) feita junto ao mercado financeiro, divulgada todas as segundas-feiras pela internet, a previsão para a inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, passou de 3,43% para 3,42% em 2019.

Para 2020, a estimativa caiu de 3,79% para 3,78%, na segunda redução seguida. A previsão para os anos seguintes não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50%, em 2022.

As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

O principal instrumento usado pelo BC para controlar a inflação é a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) do BC reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Para o mercado financeiro, a Selic deve terminar 2019 em 4,75% ao ano. Atualmente, a Selic está em 5,5% ao ano.

O mercado financeiro não alterou a estimativa para o fim de 2020: 5% ao ano. Para 2021, a expectativa é que a Selic termine o período em 6,50% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão permanece em 7% ao ano.

Crescimento da economia

A previsão para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é mantida em 0,87% em 2019, há cinco semanas consecutivas.

As estimativas para os anos seguintes também não foram alteradas: 2% em 2020; e 2,50% em 2021 e 2022.

Dólar

A previsão para a cotação do dólar segue em R$ 4 e, para 2020, subiu de R$ 3,91 para R$ 3,95.

(Agência Brasil)

Empresário Igor Queiroz receberá nesta terça-feira a Medalha Boticário Ferreira

O empresário Igor Queiroz Barroso receberá nesta terça-feira, às 19h30min, na Câmara Municipal de Fortaleza, a Medalha Boticário Ferreira. A iniciativa é da vereadora Priscila Costa.

Igor Queiroz ganha a comenda por seu trabalho à frente do Instituto Myra Eliane localizado em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza), onde atende a comunidade carentes.

(Foto – Divulgação)

Camilo vai sancionar projeto que cria o Contribuinte Pai d’Égua

Fernanda Pacobahyba é a títular da Sefaz/CE.

O Programa de Conformidade Tributária “Contribuinte Pai d’Égua”, da Secretaria da Fazenda do Ceará, deve ser sancionado nos próximos dias pelo governador Camilo Santana (PT). A matéria foi aprovada na ultima semana,a pela Assembleia Legislativa. O objetivo é premiar as empresas em dia com as obrigações tributárias.

O novo programa prevê benefícios para os contribuintes que adotarem boas práticas no campo tributário. Dentre as vantagens estão a concessão de credenciamento especial; o tratamento favorecido nos procedimentos de controle de mercadorias em trânsito; prazo diferenciado para recolhimento de impostos; a simplificação nos processos de restituição de tributos e no julgamento de processos administrativos tributários, dentre outras medidas.

Com o “Contribuinte Pai d’Égua”, a Secretaria da Fazenda, segundo sua assessoria de imprensa, pretende estimular a autorregularização e a conformidade fiscal, estabelecendo instrumentos para o estreitamento da relação entre os contribuintes e o Fisco. Por meio da educação fiscal, o projeto busca alcançar uma maior eficiência na arrecadação e melhorar o ambiente de negócios no Estado.

(Foto – Divulgação)