Blog do Eliomar

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Comarca de Aquiraz faz mutirão de execução fiscal e obtém êxito de 48%

“Um Mutirão da Execução Fiscal, realizado pela 1ª e 2ª Varas da Comarca de Aquiraz, obteve êxito de 48,06%. Foram realizadas 77 das 301 audiências que estavam designadas, possibilitando 37 acordos. Estiveram agendados processos de execução fiscal do município de Aquiraz, localizado a 32 km de Fortaleza.

As ações envolveram, principalmente, dívidas fiscais do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU). O valor total dos acordos foi da ordem de R$ 55.282,10.

O mutirão de conciliação, ocorrido entre os dias 12 e 23 deste mês, foi estabelecido por portaria assinada pelos juízes titulares, respectivamente, da 1ª e 2ª Varas, Roberto Viana Diniz de Freitas e Maria Valdileny Sombra Franklin. Os magistrados consideraram os princípios da efetividade da prestação jurisdicional e da celeridade processual.

Os magistrados ressaltaram que, em virtude do mutirão, “diversos contribuintes compareceram à Procuradoria Fiscal do Município de Aquiraz, CE, para a regularização de débitos fiscais, executados ou não, o que ainda vai gerar a extinção de outros feitos”.

(Site do TJ-CE)

Greve à vista – Motoristas em clima de assembleia

O Sintro, o sindicato dos motoristas e cobradores de ônibus de Fortaleza, estão realizando assembleia geral no Terminal do Papicu. Hora de ouvir a categoria sobre a possibilidade de nova greve diante da falta de acordo com empresários em termos salariais.

Do Papicu, a entidade seguirá para o Terminal de Messejana, dentro do objeetivo de ouvir as bases e decidir se retoma ou não as paralisações.

Aneel vem fiscalizar eólicas e termelétricas do Ceará

“A Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados do Estado do Ceará (Arce) vai fiscalizar, a partir de segunda-feira, os serviços de geração de energia do Estado. A ação será realizada com apoio de especialistas da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Os técnicos da Arce visitarão as usinas térmicas de Porto do Pecém 1 e 2 – ambas em fase de implantação, localizadas, respectivamente, no municípios de Caucaia e São Gonçalo do Amarante, e a Pequena Central Hidrelétrica (PCH), de Varjota, em fase de obras.

O objetivo das fiscalizações é verificar o cumprimento do cronograma contratual de implantação dos empreendimentos. Ainda na ação, que avaliará procedimentos de operação, manutenção, conservação e segurança operacional, as usinas eólicas Bons Ventos e Parque Eólico Enacel, situadas em Aracati.”

(Coluna Vertical, do O POVO) 

Preço do botijão de gás e gasolina não subirão neste ano, que é eleitoral

“O Banco Central (BC) manteve a projeção de que não haverá reajuste nos preços da gasolina e do botijão de gás neste ano. A informação consta da ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do BC, divulgada hoje (29).

Também foram mantidas as estimativas para o reajuste das tarifas de telefonia fixa e de eletricidade, para este ano, em 1,6% e em 1,5%, respectivamente.

Para os preços administrados por contrato e monitorados para o acumulado de 2010, a projeção de correção foi mantida em 3,6%. Esse conjunto de preços, de acordo com os dados publicados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), correspondeu a 29,24% do total do Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) de junho deste ano. Para 2011, a estimativa também foi mantida, em 4,4%.”

(Agência Brasil)

Receita Federal estuda cobrança retroativa para compensar aumento dos aposentados

“A Receita Federal atualizou em junho a tabela de contribuição com o INSS relativa aos trabalhadores e empregadores. As empresas já estão aplicando esse novo cálculo, contudo, devem preparar-se para uma cobrança de forma retroativa, visto que os aposentados terão os seus benefícios atualizados desde janeiro de 2010.

A repercussão no fluxo de caixa do empregador ocorrerá como consequência do reajuste de 6,14% para 7,7% na aposentadoria. O aumento da tabela da previdência passou a vigorar a partir de junho último. Entretanto, o recolhimento deverá ser retroativo a janeiro deste ano, período que coincide com atualização do benefício aos aposentados.

“A indefinição ou falta de regulamentação de como esse procedimento de cobrança retroativa ocorrerá, havendo ou não encargos moratórios, tornam-se questão primordial”, observa o economista e diretor da Gerencial Auditoria de Consultoria, José Luiz Amaral Machado.

De acordo com Machado, o impacto preocupa o setor empresarial. Os juros, se incidirem, e como os valores serão diluídos ao empregador são alguns dos questionamentos.

Conforme o profissional, as entidades de classe estão pleiteando alternativas em defesa do empresário.

“Desde janeiro, as multas pela falta de contribuição ao INSS poderiam chegar a 20%. Aos colaboradores ativos, recairá uma parte do ônus, e provavelmente, as empresas deverão arcar com a parcela relativa à parte da empresa e ainda daqueles funcionários que já foram dispensados. Situação essa extremamente desgastante e desagradável”, completa.

A matéria, bem como a forma de pagamento da cobrança retroativa da complementação para a Previdência, está sendo definida pela Receita Federal e pelo Ministério da Previdência.

“O importante é que o empresário esteja atento e preparado para adequar o seu planejamento financeiro”, agrega o economista.”

(Com Agências)

Fortaleza e uma Alta Estação positiva

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“Vamos fechar acima de 10% de incremento”, anuncia o secretário-executivo do Fórum Nacional dos Secretários Estaduais do Turismo, Marcos Pompeu, ao avaliar esta alta estação no Ceará.

Para ele, índice excelente, já que a Copa do Mundo chegou a reduzir pacotes internos. Marcos adiantou que a rede hoteleira, por conta do Fortal, comemorou nível de ocupação de leitos da ordem de 75% a 80% e que as locadoras de veículos trabalharam no limite.

Também destacou boa movimentação nos restaurantes e adiantou que, com a estratégia da Comissão de Turismo Integrado do Nordeste (CTI-NE) de reunir todos os Estados da região em campanhas promocionais fora e dentro do País, a região aumentará suas perspectivas nesse segmento.

CNI – Cai ritmo de produção na indústria

“O ritmo de crescimento da atividade industrial diminuiu no segundo trimestre do ano.  O indicador de produção recuou para 51,8 pontos e o de emprego caiu para 54,6 pontos.  A utilização efetiva  da capacidade instalada em relação ao usual ficou em 48,4 pontos e os estoques se mantiveram dentro dos níveis planejados pelos empresários. As informações são da Sondagem Industrial do segundo trimestre, divulgada nesta quarta-feira, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem. Valores acima de 50 pontos indicam crescimento.

“O excepcional desempenho registrado no primeiro trimestre não se manteve no segundo”, destaca a pesquisa. Na avaliação da CNI, isso é resultado do fim da redução temporária de impostos  adotada pelo governo para estimular o consumo e reduzir o impacto da crise financeira internacional na economia brasileira. Os incentivos fiscais, adotados no final de 2008 e extintos no início deste ano, favoreceram a compra de produtos como automóveis, eletrodomésticos e móveis. 

A queda no ritmo da produção foi mais intensa nas pequenas empresas, segmento que, tradicionalmente, reflete com maior rapidez as mudanças no cenário econômico interno.  O indicador de produção nesse segmento caiu de 51,7 pontos em maio para 49,1 pontos em junho. O uso da capacidade instalada também recuou para 46,1 pontos entre as pequenas indústrias. Nas grandes empresas, a produção caiu de 57 pontos em maio para 54,4 pontos em junho e a utilização da capacidade instalada recuou de 50,9 pontos para 50,4 pontos no mesmo período.  

De acordo com a Sondagem Industrial, embora em ritmo mais moderado que o do primeiro trimestre deste ano,  a atividade industrial deve continuar crescendo. “Os empresários continuam otimistas em relação aos próximos seis meses e esperam a manutenção do crescimento da demanda, das exportações e das compras de matérias-primas”, afirma a pesquisa.

O indicador de perspectivas dos empresários em relação à demanda ficou em 63,5 pontos em julho, similar aos 63,4 pontos registrados em junho. As expectativas para as exportações também permaneceram em 52,2 pontos e as de compra de matérias-primas alcançou 60,9 pontos. Otimistas com o futuro, os industriais pretendem manter as contratações. O indicador de expectativa de emprego ficou em 55,9 pontos em julho. Os indicadores de expectativas variam de zero a cem. Valores acima de 50 indicam previsões otimistas.

A Sondagem Industrial do segundo trimestre foi feita com 1.353 empresas de todo país entre 30 de junho e 20 de julho deste ano. Entre as indústrias consultadas, 771 eram pequenas, 393 médias e 189, grandes. ”
 
(Site da CNI)

Pros mesmos – Bradesco lucra R$ 2,4 bi no segundo trimestre deste ano

“O Bradesco anunciou, nesta quarta-feira, um lucro líquido 2,405 bilhões de reais no segundo trimestre deste ano, um resultado 4,7% acima do registrado no mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre deste ano, a alta foi de 14,4%. O banco também informou um lucro líquido ajustado de 4,602 bilhões de reais no primeiro semestre de 2010, o que representa um crescimento de 16,4% ante o mesmo período de 2009. A rentabilidade sobre o patrimônio do banco foi de 22,8% nos seis primeiros meses deste ano.

Já a carteira de crédito cresceu 15%, para 244,788 bilhões de reais. As operações com pessoas físicas totalizaram 89,648 bilhões de reais, o que representa uma alta de 20,7%, enquanto as operações com empresas atingiram o montante de 155,141 bilhões de reais, um crescimento de 12%. Os ativos totais encerraram junho com um total de 558,1 bilhões de reais, um aumento de 15,7%.

O patrimônio líquido em junho somou 44,295 bilhões de reais, um saldo 18,8% superior ao do mesmo período de 2009. O índice de Basileia do Bradesco alcançou 15,9%, acima dos 11% exigidos pelo Banco Central (BC). O índice mede quanto o banco pode emprestar em operações de crédito sem comprometer seu capital.

De acordo com o balanço divulgado, o setor de seguros e previdência continuou com peso relevante dentro dos resultados do Bradesco, respondendo por 31% do lucro líquido do segundo trimestre, o equivalente a 1,404 bilhão de reais. O restante (3,198 bilhões de reais) está ligado às atividades financeiras.”

(Agência Estado)

Eleição da nova diretoria da Fiec é marcada para 19 de agosto

Mudou a data da eleição para a escolha do novo presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec). Pulou de 18 para 19 de agosto próximo, segundo confirmou, nesta quarta-feira, o atual presidente a entidade, Roberto Macedo.

Roberto disputará reeleição, tendo o empresário Orlando Siqueira como adversário. Neste ano, nada dde apenas 36 dirigentes sindicais votando no pleito. Houve mudanças no estatuto que alargaram o colégio eleitoral. Agora são mais de 1.250 votantes, o que exige campanha.

Telefónica compra Vivo por 7,5 bi de euros

“A empresa espanhola Telefónica chegou a um acordo com a Portugal Telecom de compra dos 50% da Brasilcel (controladora da Vivo), na noite desta terça-feira, segundo informações do jornal espanhol “El País”. Segundo o jornal, a Vivo foi comprada por 7,5 bilhões de euros e o acordo teve a aprovação do governo português.

A negociação põe fim a uma batalha que já dura mais de dois meses. Os grupos espanhol e português dividiam o controle da Vivo por meio da joint-venture Brasilcel.

A Portugal Telecom investirá metade dos recursos obtidos com a venda das ações da Vivo para entrar na Oi, por meio da ampliação de capital, com a qual passará a controlar entre 20% e 25%, segundo o jornal espanhol. A previsão é que as duas operações sejam anunciadas nesta quarta-feira.

De acordo com reportagem publicada ontem pela Folha, o governo Lula articula uma operação para que a Oi e a Portugal Telecom virem sócias e possam começar a tocar ainda neste ano o Plano Nacional de Banda Larga.

Segundo o “El País”, o objetivo final da Telefónica é unir a Vivo à Telesp (operadora de telefonia fixa do grupo), porém essa fusão não será imediata e por enquanto as duas empresas seguem independentes.”

(El País)

Seplag promove debate sobre Transparência e Controle Social

O assessor da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico (Funcap) e professor do curso de Computação da Unifor, Vasco Furtado, dará palestra às 8h30min, desta sexta-feira, sobre o tema “Governo 2.0 – Transparência e Controle Social usando ferramentas da Internet”.

A palestra, que faz parte do projeto “Café com Debate”, uma promoção da Secretaria do Planejamento e Gestão (Seplag), ocupará espaços no auditório dessa pasta, no Centro Administrativo do Cambeba.

Participarão como debatedores o presidente do Tribunal de Contas dos Municípios (TCM), Ernesto Saboia, e o controlador e ouvidor geral do Estado, Aloísio Carvalho.

Negócios da China – Fiec articula missão

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A Confederação Nacional da Indústria (CNI) levará uma comitiva de empresários brasileiros à China para participar, em outubro próximo, de mais uma edição da Canton Fair, a maior feira multissetorial do mundo. A iniciativa é da Federação das Indústrias de Santa Catarina e tem apoio da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), por meio do Centro Internacional de Negócios (CIN/CE), que articula as empresas cearenses.

A Canton Fair ocorre duas vezes por ano, nos meses de abril e outubro. Neste semestre, a missão ocorrerá de 11 a 23 de outubro, com os objetivos prospectar oportunidades de negócios, potencializar parcerias, incrementar transações comerciais, fortalecer a rede de relacionamentos na China e monitorar tendências, segundo Fernando Bezerra, titular do CIN/CE).

Os setores que estarão em foco serão máquinas e equipamentos pesados, produtos químicos, material de construção e aparelhos eletrônicos, entre outros.

SERVIÇO

* Inscrições dos interessados – Até 10 de agosto.

* Mais informações no CIN/CE, pelos telefones (85) 3421-5420/3421-5419.

(Com Portal Fiec)

Uma reflexão sobre licença-maternidade ampliada

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Eis artigo veiculado no site Congresso em Foco, nesta terça-feira, e que trata sobre a licença-maernidade ampliada, projeto de autoria da senadora cearense Patrícia Saboya (PDT). Confira:
 
A licença-maternidade é assegurada à mulher trabalhadora devidamente empregada – inclusive à doméstica – pela Constituição Federal de 1988, em seu artigo 7º, inciso XVIII. Trata-se de garantia que consiste na concessão de licença remunerada de 120 dias que pode ser gozada pela gestante a partir do último mês de gestação, conforme disposto também pela Consolidação das Leis do Trabalho (CLT).
 
A recente Lei 11.770, de 9 de setembro de 2008, prorrogou o benefício em 60 dias, de forma facultativa e mediante incentivo fiscal, às empregadas de empresas que aderissem ao programa “Empresa Cidadã”, regra que vem sendo aplicada desde 1º de janeiro de 2010.

No dia 7 de julho, o Senado aprovou, de forma unânime, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que pode tornar obrigatória a extensão da licença à gestante, por ora aplicada apenas facultativamente. A PEC ainda será submetida a um segundo turno de votação no Senado, sendo em seguida encaminhada à Câmara. A questão a ser discutida é: qual será o impacto dessa mudança para o mercado de trabalho, em especial para a mulher?
 
Em diversos órgãos públicos, a licença-maternidade já foi estendida com sucesso. Entretanto, é impossível fechar os olhos para as gritantes diferenças entre as carreiras públicas e aquelas desenvolvidas na iniciativa privada. O ingresso na carreira pública realizado (em regra) por meio de concursos e a estabilidade tornam a situação da mulher bem menos frágil.
 
Do ponto de vista da saúde pública, é indiscutível que a amamentação regular e exclusiva (sem introdução de água, chás e quaisquer outros alimentos) durante os seis primeiros meses de vida é uma vantagem. Os bebês que dela desfrutam, segundo a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), têm reduzidas, de forma significativa, as chances de contrair pneumonia, desenvolver anemia e padecer com crises de diarréia. Conforme a SBP, o país gasta cerca de R$ 300 milhões ao ano para atender a crianças com doenças que poderiam ser evitadas caso houvesse ocorrido amamentação regular durante os primeiros seis meses de vida.
 
Outra vantagem da licença-maternidade de 180 dias seria o possível retorno de mulheres mais produtivas no desempenho de suas funções e a diminuição das faltas e atrasos.
 
Contudo, apesar da crescente conquista de espaço das mulheres no mercado de trabalho, o fato de se afastarem de suas incumbências por meio ano pode fazer com que enfrentem o desinteresse das empresas em sua contratação (principalmente se forem jovens, em idade reprodutiva), ou, ainda, pode fazer que sejam vistas como dispensáveis em seu retorno após longo período de afastamento, por vezes, sendo substituídas por outros profissionais treinados e capacitados.
 
As situações que conciliam essas duas facetas da questão parecem mais equilibradas. O retorno da mulher ao trabalho, decorridos os 120 dias usuais, de forma gradual (em jornadas parciais), o auxílio do trabalho nos moldes “home office” e a disponibilidade de berçários instalados nos locais de trabalho para que a mãe possa amamentar seu bebê em intervalos regulares,poderiam ser maneiras sensatas de se ajustar a problemática à realidade do mercado de trabalho brasileiro.
 
Atualmente, apenas grandes empresas têm aderido ao programa “Empresa Cidadã”, oferecendo como benefício a possibilidade de extensão da licença por 60 dias. É possível que o desaquecimento dos mercados para a mulher seja apenas um mal transitório a ser transposto até que a sociedade compreenda e se adapte à nova garantia, não focando o bem estar das mães, mas, principalmente, a saúde das crianças.
 
Fato é que tal avaliação apenas poderá ser feita em médio e longo prazo, ficando, por ora, por conta das empresas a averiguação das vantagens e prejuízos da concessão da licença maternidade de 180 dias, enquanto ainda facultativa.
 
* Daniela Laubé Zarza Santos é advogada de Direito do Trabalho do escritório Rodrigues Jr. Advogados

Estiagem – Seguro Safra começa a ser pago em agosto no Ceará

“A partir de agosto, começa o pagamento do seguro-safra para 190.105 agricultores de 172 municípios que sofrem problemas com a estiagem. A informação é do secretário do Desenvolvimento Rural do Estado, Antônio Amorim. Ele diz que serão desembolsados cerca de R$ 174,6 milhões, depois que essas prefeituras resolveram pendências com relação ao programa e passaram a adimplentes.

Cada agricultor listado receberá quatro parcelas de R$ 150,00 para custear despesas enquanto não chega a próxima quadra invernosa.

O secretário confirmou perdas superiores a 60% da safra, mas deu um alento sobre o abastecimento de milho, problema sério em matéria de ração para setores como a a avicultura: acertou com a Conab a liberação de 28,8 mil toneladas do produto para o Ceará. Meno male.”

(Coluna Vertical, do O POVO)

CGU vai lançar cadastro de empresas comprometidas com a ética

“A Controladoria-Geral da União (CGU) e o Instituto Ethos de Empresas e Responsabilidade Social lançam, nas próximas semanas, o Cadastro Pró-Ética, que vai expor na internet a relação de empresas comprometidas com iniciativas de integridade, prevenção e combate à corrupção, sobretudo em suas relações com o setor público.

O anúncio foi feito pelo secretário-executivo da CGU, Luiz Navarro. Ele informou que os critérios para avaliação das empresas que poderão integrar o cadastro foram recentemente submetidos a consulta pública e as sugestões recebidas estão em fase final de análise.

Segundo Navarro, a CGU tem apostado na intensificação do diálogo entre os setores público e privado como um dos caminhos para prevenir e combater a corrupção. Ele disse que, historicamente, essa relação tem sido de muita desconfiança e revelou que, das mais de 35 mil denúncias de corrupção recebidas pela CGU desde 2003, apenas 115 vieram de empresas do setor privado, e, entre essas, a maior parte vinha de empresas que se sentiram prejudicadas em processos de licitação.

“Nenhuma dessas denúncias se referia a pedidos de propina por parte de servidores públicos”, acrescentou o secretário-executivo da CGU, sustentando que isso demonstra o grau de desconfiança na relação entre o setor público e o privado e a grande necessidade de estreitar essa relação.

A criação do Cadastro Pró-Ética, segundo ele, é mais um passo que o Governo Federal, através da Controladoria, dá na busca do estreitamento dessa relação. Conjuntamente, a CGU e o Instituto Ethos já desenvolvem atividades como a publicação de manuais sobre responsabilidade das empresas no combate à corrupção; workshops regionais com empresas; cursos a distância; seminários; manutenção de website conjunto intitulado “Integridade no Setor Privado”; divulgação entre as empresas das convenções internacional de combate à corrupção e divulgação do Cadastro de Empresas Punidas, para estimular outras empresas a se absterem de tê-las como fornecedoras em suas cadeias de negócios.”

(Com Site da CGU)

Orçamento 2011 – Estado quer tudo pronto até setembro

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A proposta orçamentária do Governo do Estado para 2011 ainda não está pronta. Segundo o secretário-adjunto do Planejamento e Gestão, Reno Ximenes, a parte relacionada ao plano social foi elaborada a partir de encontros coordenados pelo vice-governador Francisco Pinheiro, mas o aspecto financeiro ainda passa por avaliações.

Reno Ximenes estima que até setembro toda a proposta orçamentária ficará concluída. Com isso, será encaminhada para a Assembleia Legislativa que em outubro votará a matéria.

O secretário-adjunto não teme atrasos por conta da campanha eleitoral. Indagado sobre algum tipo de estimatvia orçamentária, reiterou que os números financeiros ainda passam por estudos.

Eleição da Fiec – Comissão Eleitoral vai acertar detalhes do pleito

A Comissão Eleitoral da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) vai se reuir, nesta segunda-feira, para acertar detalhes relacionados ao pleito para renovação da diretoria da entidade. A eleição ocorrerá no dia 18 de agosto próximo.

Quem está à frente dessa comissão eleitoral é a empresária Nicole Barbosa. Neste ano, as eleições envolverão mais de mil eleitores e não mais só os dirigentes sindicais do setor industrial.

Duas chapas estão na disputa: Roberto Macedo, que postula reeleição, e Orlando Siqueira, que está pela oposição.

Dragagem do Porto do Mucuripe terá ordem de serviço assina nesta 2ª feira

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Draga já está no Mucuripe.

O ministro dos Portos, Pedro Brito, assinará, às 11 horas, desta segunda-feira, a ordem de serviço para o início da obra de dragagem de aprofundamento do Porto do Mucuripe. A solenidade ocorrerá no auditório da Companhia Docas do Ceará (CDC), com a presença de toda a comunidade portuária. A obra da Dragagem aumentará a profundidade do Porto do Mucuripe dos atuais -10 metros para -14 metros .

Dando sequência ao Programa Nacional de Dragagem (PND), que consiste no aprofundamento dos 18 principais portos do país, com recursos do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Secretaria de Portos (SEP) irá investir o valor de R$ 54,6 milhões para deixar o porto cearense com a profundidade de mercado. Com esta obra o Mucuripe poderá receber todos os tipos de embarcação, estimando-se que a movimentação de cargas aumente em até 30%.

Segundo Pedro Brito disse para o Blog, a obra de dragagem interfere diretamente na economia do Estado, uma vez que o porto poderá receber maiores navios (Post-Panamax, com capacidade de 6.000 TEU, porte de 70.000 DWT, comprimento de 305m, boca de 44m e calado de até 12,5m) e operar com a carga plena. A empresa Bandeirantes Dragagem e Construção Ltda responderá pelo serviço de dragagem do Mucuripe.

Consumo de energia deve crescer neste ano no País

“O crescimento da economia fez com que a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) revisse suas projeções de crescimento de consumo de energia para este ano, que estava previsto em 7,2%, para 7,7%. “A economia está crescendo um pouco mais do que imaginávamos, então acabamos aumentando um pouco a projeção”, explica o presidente da EPE, Maurício Tolmasquim.

Segundo ele, a perspectiva para os próximos anos é que o crescimento do consumo de energia acompanhe o crescimento da economia, que deve ficar em torno de 5% ao ano. Mas Tolmasquim garante que, mesmo que a economia cresça até 7,5% ao ano, o país tem como garantir a energia necessária.

“Se a economia crescer 5% ao ano até 2014, teríamos um excedente de cerca de 5,8 mil megawatts médios, ou seja, um excedente que dá conta de cerca de um ano e meio a mais de crescimento. Com a oferta que tem, poderíamos ter um crescimento da economia até 2014 de até 7,5% ao ano, ou seja, a energia não é um gargalo para que a economia tenha um crescimento mais elevado”, avalia.

Esta semana, a EPE divulgou em sua resenha mensal que o consumo total de energia elétrica do país cresceu 11,1% em junho, em relação ao mesmo mês de 2009. Enquanto a indústria está recuperando os índices de consumo que vinha estabelecendo antes da crise econômica, as residências e o comércio não chegaram a ver seus consumos caírem no ano passado, e apresentam uma curva crescente de consumo.

“No ano passado esses setores não caíram por causa de programas de transferência de renda e do aumento salário mínimo, que fez com que houvesse uma mudança na estrutura de renda, surgindo uma nova classe média”, diz Tolmasquim. A redução de impostos sobre eletrodomésticos também contribuiu para o aumento no consumo de energia residencial e comercial.

A Copa do Mundo de Futebol de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016 já estão nos planos de expansão de energia do governo, segundo Tolmasquim. “Estamos bastante tranquilos com a oferta, houve muitas contratações e tem muitas obras entrando. Não há problema nem no que diz respeito a geração nem a transmissão, porque houve investimentos maciços”.

(Agência Brasil)