Blog do Eliomar

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Empregados dos Correios realizam ato de protesto em defesa da aposentadoria

Os servidores dos Correios farão um ato de protesto, a partir das 11h30min desta terça-feira, em defesa da aposentadoria.O ato ocorrerá na Praça dos Correios em frente ao edifício sede do órgão, em Fortaleza, na rua Senador Alencar, 38, Centro. Os participantes do Postalis (fundo de previdência dos empregados dos Correios) farão uma manifestação do gênero em todos os estados em defesa do direito de receber a complementação de suas aposentadorias, para a qual contribuíram durante toda a vida profissional nos Correios.

Atualmente os empregados estão pagando altíssimas contribuições extraordinárias, para cobrir um rombo gerado no período de 2006 a 2013 fruto da negligência do Banco BNY Mellon, administrador fiduciário exclusivo dos investimentos do citado plano. É o que informam lideranças da categoria.

Postalis

O Postalis foi criado pelos Correios em 1981 e, na ocasião, só oferecia um único plano – o Plano BD. A adesão ao plano foi compulsória, ou seja, quem quisesse trabalhar nos Correios precisava necessariamente aderir ao plano.A promessa original do plano – bem diferente do que se pratica hoje – era de complementar as aposentadorias recebidas do INSS, de forma que os assistidos mantivessem remuneração semelhante à que recebiam enquanto na ativa.

Várias ações equivocadas, segundo os servidores, vêm sendo praticadas pela gestão do fundo e pela própria empresa Correios e, após uma sequência de planos de equacionamento, com percentuais crescentes de contribuição extraordinária para cobrir investimentos mal sucedidos, os beneficiários atuais ativos contribuem extraordinariamente com 17,92% de seu benefício e os assistidos com 26,92%.

Mercado imobiliário nacional começa a reagir

O mercado imobiliário do País está reagindo. É o que sinaliza um levantamento divulgado pela Central Notarial de Serviços Eletrônicos Compartilhados (Censec), que congrega todos os atos praticados nos cartórios brasileiros.

O Brasil comercializou R$ 472,6 bilhões em imóveis nos últimos doze meses. Os dados se referem a todo tipo de propriedade: residencial, comercial, rural, terreno, além de galpões.

O estudo atual ainda mostra que, tomando-se como base somente o mês de maio, foram registradas 80.748 transações imobiliárias, um recuo de 7,6% em relação a abril, quando somaram 81.168. Essas operações, em valores, corresponderam a R$ 38.081.342.214,14 e a R$ 41.228.300.544,32, respectivamente.

Os números foram obtidos através das informações disponibilizadas por cartórios de todo o país.

As operações corresponderam a praticamente o saldo total da caderneta de poupança e ao saldo do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) de todos os correntistas do Brasil.

Aeroporto Pinto Martins – Obras do novo terminal de passageiros completam dois meses

As obras de ampliação do terminal de passageiros do Aeroporto Internacional Pinto Martins, que envolvem serviços de demolição, fundações e adequações de estrutura, estão completando dois meses.

O trabalho é tocado pelas empresas Método e Passarelli, consórcio a serviço da Fraport, gestor do aeroporto. As construtoras contratadas executam ainda o reforço das estruturas na expansão leste e já executaram as fundações do acesso viário que ligará o terminal já existente ao trecho em construção.

Segundo a assessoria de imprensa da Fraport, foram realizadas ainda intervenções no atual terminal de passageiros, como a ampliação da área de embarque e desembarque, e a readequação de alguns espaços existentes, além de adequações da estrutura para a expansão oeste.

(Foto – Fraport)

Banco Central divulga ranking das queixas contra bancos no primeiro semestre deste ano

O Santander liderou o ranking de reclamações contra instituições financeiras no segundo trimestre, com mais de 4 milhões de clientes, informou hoje (16) o Banco Central (BC).

No segundo trimestre deste ano, o Banco Central (BC) recebeu 1.576 queixas consideradas procedentes contra o Santander, sendo a maioria delas relacionadas à “integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços, exceto as relacionadas a cartão de crédito, cartão de débito, internet banking e terminais de autoatendimento”, totalizando 426 casos.

Para fazer o ranking, as reclamações procedentes são divididas pelo número de clientes da instituição financeira que originou a demanda e multiplicadas por 1 milhão. Assim, é gerado um índice, que representa o número de reclamações da instituição financeira para cada grupo de 1 milhão de clientes. O resultado é, portanto, avaliado pela quantidade de clientes de cada instituição financeira. Com esse cálculo, o Santander ficou com índice 38,14. O conglomerado Santander tem 41,3 milhões de clientes.

Em segundo lugar, vem a Caixa com índice 27,68 e 2.475 reclamações. A Caixa tem mais de 89,4 milhões de clientes. O Banco do Brasil ficou em terceiro lugar com índice 20,85 e 1.301 reclamações. O BB tem cerca de 62,4 milhões de clientes.

Do total de 10.110 reclamações, a principal está relacionadas a situações como não realização de débito automático, divergências entre saques e depósitos, problemas com transações por falha humana, cobrança em duplicidade e alterações em investimentos, sem autorização. Foram relatados 1.656 casos nessa situação. Também foram registrados 1.390 casos de oferta ou prestação de informação a respeito de produtos e serviços de forma inadequada e 1.306 irregularidades relativas a integridade, confiabilidade, segurança, sigilo ou legitimidade das operações e serviços relacionados a cartões de crédito.

A insatisfação com serviços e produtos oferecidos por instituições financeiras pode ser registrada no BC e as reclamações ajudam na fiscalização e regulação do Sistema Financeiro Nacional. Quando a reclamação chega à autarquia, é encaminhada para a instituição financeira que tem prazo de 10 dias úteis (descontados sábados, domingos e feriados) para dar uma resposta, com cópia para o BC.

Entretanto, o BC recomenda que a reclamação seja registrada, primeiramente, nos locais onde o atendimento foi prestado ou no serviço de atendimento ao consumidor (SAC) da instituição financeira. Se o problema não for resolvido, o cidadão pode ainda recorrer à ouvidoria da instituição financeira, que terá prazo de até 10 dias úteis para apresentar resposta. Os clientes bancários também podem buscar atendimento no Procon e recorrer à Justiça.

Procurados, Santander e Banco do Brasil ainda não se pronunciaram sobre o ranking de reclamações.

Em nota, a Caixa Econômica Federal informou que “valoriza a opinião dos clientes e a utiliza como subsídio para melhoria e modernização de todos os seus processos de atendimento”. O banco acrescentou que “revisa permanentemente seus serviços e produtos, priorizando a redução das reclamações e o aumento da solução em todos os canais, internos e externos”.

(Agência Brasil)

Valor corrigido da cota do PIS/Pasep já pode ser conferido

Os trabalhadores com direito a cotas dos fundos dos programas de Integração Social (PIS) e de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) podem conferir, a partir de hoje (16), os valores corrigidos que receberão em agosto. Para saber o saldo e se tem direito ao benefício, o trabalhador pode acessar os sites do PIS e do Pasep.

Para os cotistas do PIS, também é possível consultar a Caixa Econômica Federal no telefone 0800-726-0207 ou nos caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão. No caso do Pasep, a consulta é feita ao Banco do Brasil, nos telefones 4004-0001 ou 0800-729-0001.

Tem direito ao saque as pessoas que trabalharam com carteira assinada antes da Constituição de 1988. As cotas são os recursos anuais depositados nas contas de trabalhadores criadas entre 1971, ano da criação do PIS/Pasep, e 1988.

Quem contribuiu após 4 de outubro de 1988 não tem direito ao saque. Isso ocorre porque a Constituição, promulgada naquele ano, passou a destinar as contribuições do PIS/Pasep das empresas para o Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), que paga o seguro-desemprego e o abono salarial, e para o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Até 2017, o saque das cotas era permitido para pessoas com mais de 70 anos de idade, em caso de aposentadoria e em outras situações específicas. Desde o ano passado, o governo federal flexibilizou o acesso e até setembro pessoas de todas as idades podem retirar o dinheiro.

Em julho, o pagamento foi suspenso para o cálculo do rendimento do exercício 2017-2018. No ano passado, o rendimento foi de 8,9%. Na primeira etapa do cronograma, encerrada no dia 29 de junho, 1,1 milhão de trabalhadores fizeram o saque, retirando uma soma de R$ 1,5 bilhão.

A partir de 8 de agosto, correntistas da Caixa e do Banco do Brasil terão o crédito efetuado automaticamente. A partir do dia 14 de agosto, todas as pessoas poderão sacar os recursos corrigidos. O prazo ficará aberto até 28 de setembro.

A partir de 29 de setembro, só será possível receber as quantias dos dois fundos nos casos previstos na Lei 13.677/2018.

(Agência Brasil)

Inadimplência 63,6 milhões de consumidores brasileiros no primeiro semestre

A inadimplência em todo o país atingiu 63,6 milhões de consumidores – 42% da população adulta brasileira -, ao final do primeiro semestre deste ano, de acordo com o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O dado leva em conta brasileiros com o CPF restrito pelo atraso no pagamento de contas.

Em junho, houve crescimento de 4,07% na comparação com o mesmo período do ano passado – o último recuo da inadimplência foi registrado em novembro de 2017 (0,89%). Na comparação entre maio e junho, houve alta de 0,61%, a maior variação positiva desde março deste ano.

Por região, a Sudeste teve crescimento de 9,88% em junho frente ao mesmo período do ano passado. O Nordeste apresentou alta de 4,81% na quantidade de devedores. As variações também foram positivas no Centro-Oeste (2,82%), Sul (2,13%) e Norte (2,02%).

Os estados do Norte concentram, de forma proporcional, o maior número de brasileiros inadimplentes no país, 5,79 milhões de consumidores, que, juntos, somam 48% da população adulta residente. A segunda região com maior número relativo de devedores é o Nordeste, que conta com 17,61 milhões de negativados, ou 44% da população.

Faixa etária

No comparativo por faixa etária, houve queda da inadimplência entre a população mais jovem, mas o número de atrasos aumentou entre aqueles com idade mais elevada. Na faixa dos 18 aos 24 anos de idade, a queda foi de 23,31%, e na faixa dos 25 aos 29 anos, o recuo foi de 5,28%. O maior crescimento no atraso de contas foi observado na população idosa (65 aos 84 anos), com alta de 10,76%. Em seguida estão os consumidores de 50 a 64 anos (7,71%), de 40 a 49 anos (5,58%) e de 30 a 39 anos (2,04%).

As dívidas bancárias, como cartão de crédito, cheque especial, financiamentos e empréstimos, foram as que apresentaram a maior alta em junho, com crescimento de 7,62% na comparação com o mesmo mês de 2017. Em segundo lugar ficaram as contas básicas como água e luz, com alta de 6,69% nos atrasos. A inadimplência com contas de telefone, internet e TV por assinatura aumentaram 3,57%. As compras feitas no boleto ou crediário no comércio foi o único segmento a apresentar queda na quantidade de atrasos, com recuo de 9,24% em junho.

Mais da metade das dívidas pendentes de pessoas físicas, 51%, têm como credor algum banco ou instituição financeira. A segunda maior representatividade fica por conta do comércio, que concentra 18% do total de dívidas não pagas, seguido pelo setor de comunicação (14%). Os débitos com as empresas concessionárias de serviços básicos como água e luz representam 8% das dívidas não pagas no Brasil. Em média, cada inadimplente tem duas dívidas em aberto.

(Agência Brasil)

Inflação medida pelo IPC-S registra queda de 0,34% na segunda semana de julho

A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) fechou a semana encerrada em 15 de julho, com queda de 0,34 ponto percentual, ao apresentar variação de 0,67%, contra 1,01% da semana imediatamente anterior.

Divulgada hoje (16), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV), o resultado desta última semana reflete queda de preços em sete das oito classes de despesas componentes do índice.

A exceção foi apenas o grupo Educação, Leitura e Recreação, cujos preços passaram de 0,76% para 1,05%. Nesta classe de despesa, a maior contribuição partiu do item salas de espetáculo, que passou de 0,70% para 1,72%.

Já entre os sete grupos que fecharam com retração na taxa de inflação, entre a semana encerrada no dia 7 e da do dia 15, a maior contribuição partiu do grupo Alimentação, cujos preços chegaram a cair entre uma semana e outra 0,81 ponto percentual, de 1,17% para 0,36%.

Nessa classe de despesa, cabe mencionar o comportamento do item hortaliças e legumes, cuja taxa passou de menos 10,27% para menos 18,45%, fechando a semana encerrada no último dia 15 com uma deflação que chegou a 28,82 pontos percentuais.

Também registraram decréscimo em suas taxas de variação os grupos: Transportes (de 0,98% para 0,36%), Habitação (de 1,75% para 1,59%), Vestuário (de -0,26% para -0,54%), Despesas Diversas (de 0,18% para 0,07%), Saúde e Cuidados Pessoais (de 0,35% para 0,31%) e Comunicação (de 0,42% para 0,39%).

(Agência Brasil)

Atividade econômica recua por causa ainda da greve dos caminhoneiros, diz BC

A atividade econômica recuou em maio. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), dessazonalizado (ajustado para o período), apresentou queda de 3,34%, na comparação com abril, de acordo com dados divulgados hoje (16). O recuo veio após crescimento de 0,5%, em abril comparado a março, de acordo com dados revisados.

Em maio, o país foi afetado pela crise de desabastecimento gerada pela greve dos caminhoneiros no final do mês.Na comparação com o mesmo mês de 2017 (sem ajuste para o período), houve queda de 2,9%. No ano, foi registrado crescimento de 0,73%. Em 12 meses, a expansão chegou a 1,13%.

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O país foi afetado pela crise de desabastecimento gerada pela greve dos caminhoneiros – Marcello Casal jr/Agência Brasil
O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic.

O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas no país), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Para instituições financeiras consultadas pelo BC, o PIB deve crescer 1,5%, neste ano.

(Agência Brasil)

É preciso cuidar da transição

Com o título “É preciso cuidar já da transição”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira:

O Brasil viverá, na fase entre o fim do processo eleitoral e a chegada de um novo governo, um momento de instabilidade que exigirá uma competente e delicada gestão para minimizar os efeitos naturais da transição de poder. Neste sentido, é louvável o cuidado que já apresenta a equipe econômica atual de buscar as assessorias dos pré-candidatos para um início de discussão sobre o cenário de futuro que se desenha para o País no setor. Cenário, todos sabemos, que não projeta facilidades no seu horizonte.

Alguns dirão que é ainda muito cedo, sequer temos candidaturas oficializadas. Tudo bem, há esse aspecto, mas o momento grave indica como útil uma iniciativa que busca oferecer elementos para a construção de um projeto de governo que considere a realidade a partir de estatísticas e números confiáveis.

Há muita dúvida no campo econômico, especialmente depois que o Congresso Nacional impôs um conjunto de derrotas ao fragilizado governo e, com isso, ficaram estabelecidos compromissos de futuro que impactarão nas já debilitadas contas públicas. O quadro à vista indica que teremos uma transição com dificuldades que há alguns anos não experimentávamos, o que torna indispensável aos envolvidos na disputa eleitoral pela presidência da República que disponham de informações seguras para agir no momento crucial da chegada.

Louve-se a boa disposição do ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, de ir aos partidos e às equipes de assessorias para sugerir as conversas, se colocar à disposição, oferecer os dados de que precisam para entender o tamanho de desafio que espera quem vier a sair vencedor. Em tais horas, a postura de quem é governo faz a diferença no sentido de possibilitar o conhecimento real do quadro e, claro, permitir que as ações sejam elaboradas considerando a visão de mundo de cada um.

É um passo importante, especialmente quando se considera o momento caótico da política nacional. As urnas dificilmente nos oferecerão em perspectiva, com qualquer resultado, uma alternativa que encaminhe uma ideia de consenso, o que aumenta muito a responsabilidade de quem estiver envolvido nos debates que acontecem nessa fase crucial de definições.

Guardia e equipe já demonstram, com a atitude de agora, consciência da importância de termos uma transição com os cuidados necessários para que mais este fator de instabilidade não venha a alimentar um quadro já suficientemente difícil. É preciso, de outra parte, que os envolvidos com as campanhas e os candidatos apresentem igual disposição de discutir o quadro real que os espera a partir de janeiro de 2019.

Mais de 3,3 milhões de contribuintes recebem hoje restituição do IR

O crédito bancário para mais de 3,3 milhões de contribuintes contemplados no segundo lote de restituições do Imposto de Renda será feito hoje (16). A consulta ao segundo lote foi aberta no último dia 9. O lote também contempla restituições residuais dos exercícios de 2008 a 2017.

O valor total liberado é R$ 5 bilhões. Desse total, R$ 1,625 bilhão é destinado a contribuintes com prioridade: 3.358 idosos acima de 80 anos, 49.796 entre 60 anos e 79 anos, 7.159 com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e 1.120.771 contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.

Para saber se teve a declaração liberada, o contribuinte deve acessar a página da Receita na internet, ou ligar para o Receitafone, número 146. Na consulta à página da Receita, serviço e-CAC, é possível verificar o extrato da declaração e ver se há inconsistências de dados identificados pelo processamento. Nessa hipótese, o contribuinte pode fazer a autorregularização, mediante entrega de declaração retificadora.

A Receita disponibiliza ainda aplicativos para tablets e smartphones para consulta à declaração e à situação cadastral no CPF. Com ele, é possível verificar diretamente nas bases da Receita Federal informações sobre a liberação das restituições e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.

Caso o valor não seja creditado, o contribuinte poderá contactar pessoalmente qualquer agência do Banco do Brasil ou ligar para a Central de Atendimento, por meio do telefone 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (telefone especial exclusivo para deficientes auditivos) para agendar o crédito em conta corrente ou poupança, em seu nome, em qualquer banco.

A restituição ficará disponível no banco durante um ano. Se o contribuinte não fizer o resgate nesse prazo, deverá fazer requerimento por meio da internet, mediante o Formulário Eletrônico – Pedido de Pagamento de Restituição, ou diretamente no e-CAC, no serviço Extrato do Processamento da DIRPF.

(Agência Brasil)

A partir desta segunda, consulta ao saldo do PIS está liberada

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A Caixa Econômica Federal disponibiliza, a partir desta segunda-feira (16), a consulta ao saldo da conta individual de participação no Programa de Integração Social (PIS).

Para saber o valor que terá direito a receber a partir de agosto, o beneficiário pode acessar o site da Caixa ou ligar para o telefone 0800-7260207. Também é possível consultar o saldo nas agências bancárias ou caixas eletrônicos da instituição, desde que o interessado tenha o Cartão Cidadão.

Todo trabalhador cadastrado no fundo entre 1970 e 4 de outubro de 1988 (data em que a Constituição Federal foi promulgada) e que ainda não tenha sacado o saldo da conta individual tem direito a receber o valor correspondente à cota de participação. Para isso, é preciso se certificar de que o empregador contribuiu para o PIS/Pasep do funcionário.

Já os servidores e ex-servidores públicos, civis ou militares, devem consultar os canais de atendimento do Banco do Brasil para saber se fazem jus a receber a cota do Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep).

Os valores do PIS-Pasep estarão disponíveis, corrigidos, a partir de 8 de agosto para clientes da Caixa e do Banco do Brasil. E de 14 de agosto a 28 de setembro para os beneficiários que não são clientes dos dois bancos públicos. A partir de 29 de setembro, só é possível receber quantias dos dois fundos nos casos previstos na Lei 13.677/2018.

(Agência Brasil)

Cooperativas de crédito ganham cada vez mais expressividade no mercado

Em artigo sobre o oligopólio no mercado financeiro de cinco bancos, o Mestre em Gestão Empresarial e consultor financeiro Fabiano Mapurunga destaca o surgimento dos bancos digitais e das cooperativas de crédito como alternativa aos consumidores. Confira:

O Brasil há muito é dominado por um oligopólio no mercado financeiro, formado por cinco bancos, que juntos detém 90% do mercado de crédito (Banco Central do Brasil, 2018). Tal fato sempre causa algum desconforto pois, a população fica à mercê das condições impostas por estas instituições tanto para tomar crédito, quanto para usar seus meios de pagamentos e outros serviços. Porém já desponta, com certa relevância, outras instituições que prometem fazer frente aos grandes bancos, dando mais alternativas para os consumidores. Falamos dos Bancos Digitais e das Cooperativas de Crédito. Trataremos hoje, destas últimas em específico, e no futuro comentaremos também sobre as Corretoras de valores, que representam uma alternativa fabulosa para seus investimentos.

Cooperativas de créditos são instituições financeiras compostas pela associação de pessoas com a finalidade de prestar serviços financeiros exclusivamente aos seus associados, onde seus cooperados são ao mesmo tempo donos e usuários da cooperativa, participando de sua gestão e usufruindo de seus produtos e serviços (Banco Central do Brasil, 2018). Tais instituições possuem os principais mecanismos usados pelos bancos, como: conta – corrente, aplicações financeiras, cartões de crédito, empréstimos e financiamentos.

Algumas nuances apresentam boas diferenciações sendo estas:

– Os associados têm o mesmo poder de voto, independente da sua cota de participação no capital social da cooperativa;

– O cooperativismo não objetiva lucros, todos possuem direitos e deveres iguais;

– A cooperativa costuma prestar um serviço personalizado a seus clientes;

– Tanto a distribuição de lucros, ou sobra como chamam, assim como os prejuízos que possam vir a ter, são realizadas entre os cooperados obedecendo às operações que cada um realiza com a cooperativa, dessa forma os ganhos ou prejuízos acabam retroalimentando a comunidade dos cooperados;

– A atividade das Cooperativas de crédito são devidamente regulamentadas e supervisionadas pelo Banco Central;

– Um consumidor ao invés de abrir uma simples conta como cliente, ele se torna um cooperado, significando que ele passa a ser usuário e dono do negócio;

– Todos os depósitos realizados nas cooperativas são protegidos pelo Fundo garantidor de Cooperativismo de Crédito (FGCoop). Tal fundo tem como objetivo proteger os créditos e depósitos em caso haja uma intervenção ou liquidação extrajudicial dessas instituições. O valor hoje limite dessa proteção por CPF é de R$ 250 mil reais, o mesmo praticado para os bancos.

Interessante verificar que, hoje cooperativas como Sicoob, Sicredi e outras além de estarem crescendo em número físico de agências, também conseguem oferecer taxas até 50% mais baixas que as dos bancos. As mesmas estão na contramão dos bancos, onde hoje esses, estão reduzindo seu número de agências e aumentando a digitalização dos seus processos, pois seus custos transacionais não suportam mais o modelo antigo, onde a capilaridade se caracterizava como uma de suas fortalezas. O cliente, no final das contas, quer ter taxas mais atrativas. Logo as cooperativas já partem na frente.

Estudos do Banco Central apontam que as Cooperativas têm crescido à taxa de 20% ao ano em suas operações, mesmo com toda a nossa crise econômica. Tal crescimento tem forte concentração nas operações de crédito agrícola localizados nas regiões Sul e Centro-Oeste. Porém o crescimento acontece também para o número de cooperados que está hoje na ordem de 80%, chegando a 1,1 milhão seguido fortemente, pelo número de pessoas físicas que cresceu 52% indo para 8,1 milhões.

Apesar das operações com agronegócios representarem uma boa fatia do crescimento, despontam com toda força as modalidades de crédito pessoal e cartão de crédito, como as que mais crescem para as Pessoas Físicas.

As Cooperativas adotam a estratégia de crescimento em seu número de agências, para se tornarem cada vez mais populares e já estão saindo dos interiores e indo para as grandes capitais. Suas taxas são significativamente mais baixas para a grande maioria das operações dos bancos, em função dos seus reduzidos custos transacionais.

Os números dessas entidades são bastante promissores, quando verificamos que em média crescem 16% ao ano em operações de crédito, com uma taxa de inadimplência média de 2,1%, enquanto a dos bancos chega a 5,5%.

Com tudo isso as Cooperativas ainda possuem muito campo para crescer aqui no Brasil e assim esperamos que o façam. Hoje existem apenas 967 cooperativas e 6.037 pontos de atendimento.

Procurem cada vez mais informações sobre as Cooperativas de crédito, pois quanto mais alternativas de crédito mais barato e de serviços mais competitivos tivermos, melhor será para seus negócios.

Fabiano Mapurunga

CEO da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Gestão
Empresarial. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria

Dirigentes alertam: Sem aceitar vale-transporte, metrô de Fortaleza pode entrar em colapso

Dirigentes do Metrofor reclamam a perda da maior fatia de usuários do transporte público, no trajeto Fortaleza/Maracanaú, que corresponde à Linha Sul do sistema metroviário.

O motivo é a recusa do sistema em receber PassCard, o vale-transporte eletrônico. Segundo os dirigentes, em contato com o Blog, o PassCard deveria estar operando há um ano. “Mas, até hoje, o Metrofor só aceita passagens pagas em dinheiro vivo”, afirmam.

“Se isso mudar, a receita aumenta. Por enquanto, quem continua no lucro são os empresários de ônibus”, apontam.

(Foto: Arquivo)

Conexão Terceiro Setor 2018 tem inscrições em setembro

As inscrições do Conexão Terceiro Setor 2018 serão abertas em setembro, com divulgada na página facebook.com/seccontabilprogramação. O evento será realizado nos dias 28, 29 e 30 de novembro, na Unifor. A parceria foi fechada em reunião dos organizadores com a vice-reitoria de administração da Universidade.

O evento, que acontece anualmente, tem o propósito de fortalecer o segmento do Terceiro Setor no Ceará, reunindo Organizações da Sociedade Civil (OSC), poder público e setor empresarial em um grande seminário com palestras, exposições e debates. A iniciativa é da S&C Assessoria Contábil, em parceria com a Fundação Raimundo Fagner, Unifor e apoiadores.

Em sua segunda edição, o Conexão Terceiro Setor debaterá temas como Captação de recursos e incentivos fiscais; Investimento privado nas causas sociais; Transparência e contabilidade; e A participação do Terceiro Setor no desenvolvimento de políticas e programas sociais nas áreas da infância, juventude, segurança e meio ambiente.

(Foto: Divulgação)

R$ 3,8508 – Dólar encerra semana em queda de 0,86%

O dólar fechou o último pregão da semana em queda. A moeda norte-americana caiu 0,86%, cotada a R$ 3,8508 na venda. Nesta semana, o Banco Central não atuou em leilões extraordinários de swaps cambiais (venda futura da moeda norte-americana).

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou o dia de hoje (13) em alta de 0,97%, com 76.594 pontos. A semana acaba com um saldo positivo na Bovespa, com uma alta acumulada de 2%.

(Agência Brasil)

Confiança do consumidor recuou 6,1% em junho, aponta SPC

O Indicador de Confiança do Consumidor recuou 6,1% em junho na comparação com maio. Com esse recuo, o indicador retrocedeu para 38,8 pontos, o que representa o mais baixo patamar desde janeiro de 2017, início da série histórica. Os dados foram apurados pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

Pela metodologia, o indicador varia de zero a 100, sendo que resultados acima de 50 pontos demonstram o predomínio de otimismo, ao passo que abaixo de 50, o que prevalece é a visão pessimista.

Na avaliação do presidente da CNDL, José Cesar da Costa, mesmo com o fim da recessão, a confiança do consumidor encontra dificuldades para atingir resultados consistentes, tendo em vista o tímido crescimento da economia, que ainda não se recuperou das perdas acumuladas ao longo da crise e nem se reflete em melhora efetiva nos dados de emprego e renda. Em junho, o quadro foi agravado pela paralisação dos caminhoneiros ocorrida ao final de maio.

“Ao chamar a atenção para a questão dos preços dos combustíveis, para a alta carga tributária e para a deficiência da matriz de transportes, o protesto reforçou a Indicador de Confiança do Consumidor a percepção negativa sobre a situação econômica, trazendo de volta a memória da crise. Esses são fatores relevantes que impactaram a queda da confiança”, explica o presidente.

O Indicador de Confiança é composto pelo Indicador de Cenário Atual, que caiu de 30,8 pontos para 28,9 pontos em um mês e pelo Indicador de Expectativas, que retrocedeu ao passar de 51,8 pontos em maio para 48,6 pontos em junho.

De acordo com o levantamento, em cada dez brasileiros, oito (79%) avaliam negativamente as condições atuais da economia brasileira. Para 18%, o desempenho é regular, e para apenas 1% o cenário é positivo. Entre aqueles que avaliam o clima econômico como ruim, a principal explicação é o desemprego elevado, citado por 67% dos entrevistados.

Mesmo com a inflação sob controle, os preços considerados altos foram citados por 62% dos consumidores, assim como os juros, mencionados por 48%. Há ainda 30% de entrevistados que atribuem o momento ruim a desvalorização do real frente ao dólar.

Já quando se trata de responder sobre a própria vida financeira, o número de consumidores insatisfeitos é menor do que quando se avalia a economia do Brasil como um todo, mas ainda assim é elevado. De acordo com a sondagem, 45% dos brasileiros consideram a atual situação financeira como ruim ou péssima. Outros 45% consideram regular e um percentual menor, de 8%, consideram o momento bom.

(Agência Brasil)

Alexandre Pereira receberá a Medalha Boticário Ferreira

O empresário Alexandre Pereira, primeiro vice-presidente da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), presidente estadual do PPS e ex-secretário do Turismo de Fortaleza, vai ganhar homenagem da Câmara Municipal.

Por iniciativa do vereador Esio Feitosa (PPL), líder do prefeito Robero Cláudio na Casa, ele receberá a Medalha Boticário Ferreira. O ato promete ser dos mais concorridos.

(Foto – Divulgação)

ANP realiza nesta sexta-feira audiência pública da 5º rodada do Pré-Sal

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) realizará amanhã (13) a audiência pública referente à 5ª Rodada de Partilha de Produção no Pré-Sal, prevista para acontecer em 28 de setembro.

O pré-edital e as minutas de contratos da 5ª Rodada foram divulgados pela ANP no último dia 28 e os documentos ficaram em consulta pública até ontem (11). Na próxima rodada de partilha estão sendo ofertadas as áreas de Saturno, Titã, Pau-Brasil e Sudoeste de Tartaruga Verde.

Como a Petrobras manifestou interesse em participar como operadora na área de Sudoeste de Tartaruga Verde, a ANP elaborou três minutas de contrato de partilha de produção – com operação obrigatória da Petrobras – Sudoeste de Tartaruga Verde; sem operação obrigatória da Petrobras – Sudoeste de Tartaruga Verde; e sem operação obrigatória da Petrobras – Saturno, Titã e Pau-Brasil.

Segundo a ANP, a audiência pública quer obter subsídios e informações sobre o pré-edital. Já os documentos relativos à minuta do contrato, tiveram como objetivo propiciar aos agentes econômicos e aos demais interessados a possibilidade de encaminhamento de comentários e sugestões, além de dar publicidade, transparência e legitimidade às ações da ANP.

(Agência Brasil/Foto – Agência Petrobras)

Mercado reduz projeção do déficit nas contas públicas

Instituições financeiras consultadas pelo Ministério da Fazenda reduziram a previsão para o resultado negativo das contas públicas, neste ano. A estimativa do déficit primário do Governo Central (Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central), para este ano, passou de R$ 151,192 bilhões, em junho, para R$ 149,642 bilhões, neste mês. A estimativa está abaixo da meta de déficit perseguida pelo governo, de R$ 159 bilhões. O resultado primário é formado por receitas menos despesas, sem considerar os gastos com juros.

Os dados constam da pesquisa Prisma Fiscal, elaborada pela Secretaria de Política Econômica do Ministério da Fazenda, com base em informações do mercado financeiro.

Para 2019, a estimativa das instituições financeiras é de déficit de R$ 123,288 bilhões, maior que os R$ 117,875 bilhões previstos em junho. A estimativa para as despesas chegou a R$ 1,366 trilhão, ante R$ 1,367 trilhão, previstos em junho. As receitas líquidas devem chegar a R$ 1,217 trilhão, este ano, a mesma previsão anterior.

Para 2019, a projeção de receita líquida do Governo Central é de R$ 1,302 trilhão, ante R$ 1,303 trilhão previstos no mês passado. No caso da despesa total, a projeção ficou em R$ 1,422 trilhão, ante R$ 1,420 trilhão, previstos em junho.

A pesquisa apresenta também a projeção para a dívida bruta do Governo Central, que, na avaliação das instituições financeiras, deve ficar em 76% do Produto Interno Bruto (PIB – soma de todas as riquezas produzidas pelo país), neste ano. A previsão anterior era 75,8% do PIB. Para 2019, a estimativa ficou em 78,10% do PIB, ante 77,8% previstos no mês passado.

(Agencia Brasil)

Vida Premium – Cartão de benefícios oferece prêmio mensal de R$ 20 mil

A Vida Premium, empresa administradora de cartão de benefícios, com atuação nacional, traz ao público cearense vários serviços diversificados, como orientação médica telefônica, seguro de acidentes pessoais, check-up anual com bateria de exames, assistência funeral estendida à família e um sorteio mensal, no valor de R$ 20 mil, pela Loteria Federal.

Segundo o diretor comercial da Vida Premium, César Giovanni, a grande novidade do plano, além da gama de serviços, é que o valor mensal pode ser debitado na conta de luz. “Essa forma de pagamento é prática, cômoda e bastante segura para o cliente”, comentou.

(Foto: Divulgação)