Blog do Eliomar

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FPM – Prefeituras recebem terceiro decêndio de julho

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Vai entrar na conta das Prefeituras brasileiras, nesta segunda-feira (30), o repasse do Fundo de Participação dos Municípios (FPM) referente ao 3º decêndio deste mês. O valor da transferência é de R$ 2.019.238.625,49, já descontada a retenção do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A informação é da Confederação Nacional de Municípios (CNM).

Em valores brutos, ou seja, incluindo o Fundeb, o montante é de R$ 2.524.048.281,86. De acordo com dados da Secretária do Tesouro Nacional (STN), o 3º decêndio de julho de 2018, quando comparado com o mesmo decêndio de 2017, apresentou redução de -3,15% em termos nominais, ou seja, sem considerar os efeitos da inflação.

Quando o valor do repasse é deflacionado e comparado ao mesmo período de 2017, a queda é de -7%, levando em consideração a inflação do período. Esse valor é explicado pelo acumulado da inflação nos últimos 12 meses, divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que está em 4,39%.

Fake news – Jornalista lamenta desinformação na questão dos alvarás

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Em artigo sobre o Código Tributário de Fortaleza, o jornalista Hélio Rocha Lima lamenta a desinformação de movimentos contrários à deliberação da Lei Complementar que parcela o valor dos alvarás. Confira:

Como tem gente sem noção habitando o nosso planeta e, infelizmente, uma parcela desse contingente mora em nossa cidade. Gente que pensa que aqui habitam seres desprovidos de inteligência e lucidez.

E explico: recebi no meu WhatsApp uma mensagem acompanhada de um print que se referia a um dito movimento “empreendedores em ação” que estaria mobilizado para lutar pela revogação da lei que atualizou o Código Tributário de Fortaleza, instituindo a licença de funcionamento anual.

Tal movimento faz chamamento para que ocupem a Câmara Municipal na próxima segunda-feira, dia 30, quando os vereadores deverão deliberar sobre uma mensagem do Poder Executivo que concordou em prorrogar por mais 30 dias, indo para 30 de agosto, o prazo para renovação dos alvarás e o parcelamento para o pagamento da taxa em cinco vezes, entre os meses de agosto de setembro.

Ora, se alguém não sabia, fica sabendo agora: a convocação extraordinária da Câmara serve apenas para deliberar sobre os temas apontados na mensagem do Poder Executivo, ou seja, os dois pontos já assinalados.

E a Lei Complementar que atualizou o Código Tributário Municipal já foi aprovada pelos vereadores e sancionada pelo prefeito e está em plena vigência.

Mais uma vez, vale alertar, a contaminação do período eleitoral, e vejam que a disputa não diz respeito nem a eleição de prefeito, mas de governador, está empanando a capacidade de visão de uns incautos e desavisados agentes sociais.

Um dito advogado, que deve ter ampliado o seu número de clientes na base de algumas mentiras, ou “fakes news”, para usar um termo da moda, patrocina panfletos e se esconde até atrás da saia de sua própria mulher, tentando alimentar um “animus” anti-prefeitura na busca por um número de votos maior do que obteve na última eleição, quando concorreu no pleito municipal.

Ao que se sabe, o prefeito não vai revogar lei nenhuma e, conforme foi anunciado depois da sua última reunião com representantes classistas, estaria disposto apenas a parcelar o pagamento e a dilatar o prazo para renovação por mais 30 dias. Isso porque já sustenta o chefe do Executivo que não se pode exigir que o cofre do Município continue financiando 90% dos custos da máquina pública de emissão de alvarás e de fiscalização, já que o montante arrecadado cobre apenas 10% desses custos.

Convenhamos, não é justo com os que mais precisam do Poder Público ter o Município pagando a conta dos ricos enquanto não subsidia para os mais pobres.

Pelo que tenho observado, alguns ainda caem nesses contos de vigário, naquele base do “me engana que eu gosto”.

Mas Fortaleza, vanguarda que sempre foi em muitos momentos da história deste País, saberá lotar na galeria dos se noção aqueles que tentam fazer a nossa gente de besta.

Hélio Rocha Lima, jornalista

Petrobras anuncia novo reajuste da gasolina nas refinarias

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A partir deste sábado (28), o preço da gasolina estará 0,92% mais caro nas refinarias. O anúncio é da Petrobras, que nos últimos 12 meses já promoveu reajustes com índices quatro vezes mais que a inflação no mesmo período.

Enquanto a gasolina subiu quase 30% nos últimos 12 meses, a inflação acumulada no período ficou em 7,78%.

Apesar do reajuste nas refinarias, os postos de combustíveis podem aplicar ou não o índice em suas bombas.

(Com Agências / Foto: Arquivo)

Aneel mantém bandeira tarifária no patamar mais alto em agosto

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A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que a cobrança adicional na conta de energia seguirá no patamar mais alto em agosto. Em julho, a agência manteve a bandeira tarifária no patamar 2 da cor vermelha, o mais alto do sistema, e o mesmo a ser aplicado no próximo mês. Isso significa que, para cada 100 quilowatts-hora (kWh) de energia consumidos, haverá uma cobrança extra de R$ 5 nas contas de luz.

Isto significa que agosto será o terceiro mês seguido com a bandeira tarifária no patamar mais caro. A cobrança extra de R$ 5 para cada 100 kWh começou em junho. Em maio, a bandeira tarifária estava na cor amarela, que tem cobrança extra de R$ 1 para cada 100 kWh.

A Aneel disse que a manutenção da bandeira vermelha no patamar 2 “deve-se ao prosseguimento das condições hidrológicas desfavoráveis e à redução no nível de armazenamento dos principais reservatórios do Sistema Interligado Nacional (SIN)” disse a Aneel.

A baixa incidência de chuvas, também chamada de risco hidrológico, ou GSF (sigla em inglês para Generation Scaling Factor), é, ao lado do Preço de Liquidação das Diferenças (PLD), que é o preço da energia elétrica no mercado de curto prazo, as principais variáveis que influenciam na cor da bandeira tarifária.

(Agência Brasil / Foto: Arquivo)

Inadimplência de empresas tem maior alta desde setembro de 2016

O número de empresas com contas em atraso e registradas em cadastros de inadimplentes aumentou 9,41% em junho, na comparação com o mesmo mês do ano passado. A elevação é a mais acentuada desde setembro de 2016, quando o indicador havia registrado um crescimento de 9,61%. Os dados, divulgados hoje (27), são do Indicador de Inadimplência da Pessoa Jurídica apurado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).

De acordo com o indicador, a alta em junho foi puxada, principalmente, pela Região Sudeste, cuja variação foi de 16,11% no mês. Segundo o SPC, a elevação expressiva foi influenciada na região pela revogação de uma lei no estado de São Paulo que exigia, por parte dos credores, o envio de uma carta com Aviso de Recebimento (AR) antes de efetivar o registro de atraso. Com o fim da lei, as negativações que estavam represadas entraram na base de dados.

Do total de empresas que conseguiram sair da lista de inadimplentes em junho, 47% atuam no ramo do comércio e 39% são do setor de serviços. Já as indústrias respondem por 10% da fatia total das que conseguiram limpar o nome.

“Após apresentar recuos seguidos no período mais agudo da crise entre 2015 e 2016, o cenário de recuperação de crédito começa a esboçar uma reação nos últimos meses, acompanhando a tendência de melhora da economia. Porém, mesmo com as últimas altas, as perdas acumuladas com a recessão ainda não foram totalmente recuperadas”, destacou a economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti. De acordo com ela, nos próximos meses espera-se ainda um cenário de dificuldade, já que as expectativas de crescimento da economia e do mercado de trabalho foram revisadas para baixo.

O Indicador de Inadimplência das Empresas reúne todas as informações nas bases de dados do SPC Brasil e da CNDL, nas capitais e interior das 27 unidades da federação.

(Agência Brasil / Foto: Arquivo)

Indústria da construção civil enfrenta dificuldades para se recuperar, diz CNI

A atividade e o emprego na indústria da construção registraram nova queda em junho. A retração, entretanto, foi menos intensa do que a verificada em maio, quando o setor sentiu o impacto da paralisação dos caminhoneiros. O indicador de nível de atividade alcançou 46,7 pontos e o de número de empregados ficou em 43,4 pontos no mês passado.

Os dados estão na pesquisa Sondagem Indústria da Construção, divulgada hoje (27) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os indicadores da pesquisa variam de zero a cem pontos. Quando estão abaixo de 50, indicam queda na produção e no emprego.

O nível de atividade está 2,3 pontos acima do registrado em maio. Com isso, o setor continua operando com elevada ociosidade. O nível de utilização da capacidade de operação aumentou 2 pontos percentuais em relação a maio e ficou em 57% em junho. Isso significa que a indústria da construção operou com 43% das máquinas, equipamento e pessoal parados no mês passado.

De acordo com a CNI, o setor enfrenta dificuldades para sair da crise especialmente por causa do elevado custo dos financiamentos, que são um obstáculo para as empresas e para quem quer investir em imóveis. Além disso, com a crise no mercado de trabalho e o desemprego, as pessoas ficam inseguras para comprar imóveis.

Tabela do frete

Para a CNI, o fraco desempenho do setor e as dúvidas sobre os efeitos da tabela mínima do frete tiveram impacto sobre a confiança e a disposição dos empresários para investir. O Índice de Confiança do Empresário da Construção (ICEI-Construção) alcançou 48,9 pontos em julho. Mesmo com o aumento de 0,9 ponto em relação a junho, o indicador permanece abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa a confiança da falta de confiança. O índice também está abaixo da média histórica que é de 52,9 pontos.

O Índice de Intenção de Investimentos aumentou 0,7 ponto frente a junho e ficou em 31,3 pontos em julho. “Apesar do crescimento, o índice segue muito baixo, indicando pouca intenção dos empresários em investir”, diz a pesquisa.

Ainda assim, a melhora dos indicadores de confiança e de intenção de investimentos é resultado das perspectivas mais positivas dos empresários, segundo a CNI. Depois da queda registrada em junho por causa da greve dos caminhoneiros, os indicadores de expectativas voltaram a ficar acima dos 50 pontos, mostrando que os empresários esperam o aumento do nível de atividade, de novos empreendimentos e serviços e da compra de insumos e matérias-primas nos próximos seis meses.

Só o indicador de expectativa do número de empregados ficou em 49,2 pontos, abaixo da linha divisória dos 50 pontos, mostrando que o setor espera a queda no emprego nos próximos seis meses.

Situação financeira

A Sondagem mostra, ainda, os principais problemas enfrentados pela indústria da construção no segundo trimestre do ano. A elevada carga tributária, com 33,7% das respostas, ficou em primeiro lugar na lista. Em seguida, com 32% das assinalações, aparece a demanda interna insuficiente. Em terceiro lugar, com 27% das menções, os empresários citam a falta de capital de giro. Em quarto, com 21,6 % das respostas, aparece a burocracia excessiva, e, em quinto, com 21,2% das menções, a inadimplência dos clientes.

Além disso, de acordo com a CNI, as empresas enfrentam uma situação financeira difícil. Mesmo com a leve melhora registra no segundo trimestre, as empresas continuam insatisfeitas com a margem de lucro e com a situação financeira. O indicador de satisfação com a situação financeira aumentou 0,9 ponto no segundo trimestre frente ao período imediatamente anterior e ficou em 40,1 pontos. O de satisfação com a margem de lucro subiu 1,2 ponto e alcançou 35,6 pontos. Ambos estão abaixo da linha divisória dos 50 pontos, que separa a satisfação da insatisfação dos empresários.

O indicador de facilidade de acesso ao crédito cresceu 0,9 ponto no segundo trimestre frente ao primeiro e ficou em 31,9 pontos, muito abaixo dos 50 pontos, o que indica dificuldade de acesso ao crédito.

A pesquisa foi feita entre 2 e 12 de julho com 549 empresas do setor. Dessas, 195 são pequenas, 242 são médias e 112 são de grande porte. Todos os detalhes da pesquisa estão disponíveis na página da Sondagem Indústria da Construção.

(Agência Brasil)

Economia dos EUA sobe 4% no segundo trimestre deste ano

A economia dos Estados Unidos (EUA) cresceu um ritmo anual de 4,1% no segundo trimestre de 2018, a maior taxa desde 2014. O Departamento de Comércio publicou hoje (27) o primeiro dos seus três cálculos sobre a evolução do Produto Interno Bruto (PIB) entre abril e junho nos EUA. O número coincidiu com as expectativas dos analistas, que tinham previsto em torno de 4%.

O Governo revisou, além disso, o número do crescimento econômico do primeiro trimestre do ano de 2,2% para 2,5%. Esta alta aconteceu em grande parte devido aos gastos dos consumidores, que nos Estados Unidos representam quase dois terços da atividade econômica, que cresceu a uma taxa anualizada de 4%. Além disso, o investimento empresarial também contribuiu para a aceleração econômica com uma alta de 5,4%.

Este primeiro cálculo do segundo trimestre aproxima a promessa do presidente americano, Donald Trump, de levar o crescimento a uma taxa anual de 3%, impulsionado por um enorme plano de estímulo fiscal aprovado em dezembro do ano passado que inclui notáveis cortes de impostos para as empresas e, em menor medida, para os trabalhadores.

(Agência Brasil com EFE)

Justiça nega liminar contra aumento das taxas de alvarás

O juiz Nismar Berlamino Pereira, da 4ª Vara da Fazenda Fazenda Pública da Justiça do Ceará, negou o pedido da liminar constante na ação judicial que havia sido impetrada pelo Associação dos Lojistas do Riomar Fortaleza contra a mensgem tratando do reajuste das taxas de alvará. Essa matéria está prevista no Código Tributário Municipal.

Em sua decisão, o magistrado afirma “não verificar a probabilidade do direito com base na ilegalidade e inconstitucionalidade alegada pelo impetrante, uma vez que, no momento, está sendo analisado somente o fato do impetrante efetuar o pagamento de taxas municipais sem se submeter às novas regras vigentes. Imperioso ressaltar que as taxas cobradas pelo Município de Fortaleza têm como fato gerador o Poder de Polícia, por meio do qual a Administração Pública disciplina diretrizes a regularmentar atividades”.

Já a Câmara Municipal de Fortaleza foi convocada para sessão extraordinária para, na próxima segunda-feira (30), votar mensagem do Poder Executivo em projeto de lei que propõe o parcelamento do pagamento do alvará e prorroga por 30 dias o prazo para renovação.

Com isso, os estabelecimentos comerciais de Fortaleza poderão renovar o alvará de funcionamento, com o prazo final passando do dia 31 de julho para o dia 30 de agosto, podendo fazer o pagamento em até cinco parcelas, entre os meses de agosto e dezembro. Há, no entanto, entidades resistindo a essa mudança.

OAB promove ato nos aeroportos contra cobrança de bagagem despachada

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A Ordem dos Advogados do Brasil e outras instituições de defesa do consumidor, como o Ministério Público do Consumidor e a Associação Brasileira de Procons, promovem hoje (27) ato contra a cobrança por despacho de bagagem por companhias aéreas. As instituições vão realizar blitzes em aeroportos nas capitais dos 26 estados do país, além do Distrito Federal.

A iniciativa faz parte da campanha “Bagagem sem Preço”, promovida pela OAB em parceria com as diversas organizações. O objetivo é esclarecer passageiros sobre violações de direitos cometidas na cobrança pelo despacho de malas. A OAB e as organizações promotoras da campanha consideram a exigência do valor adicional uma prática ilegal.

Além deste aspecto, os envolvidos vão fiscalizar outros possíveis desrespeitos com passageiros. Será averiguado como as companhias aéreas estão se comportando no caso do atendimento prioritário, de cobranças adicionais e de alterações contratuais.

Polêmica

O pagamento pelas malas despachadas foi aprovado pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) em dezembro de 2016 e entrou em vigor em junho de 2017. Defensores da medida, como as companhias aéreas, afirmaram que esta alteração traria uma redução nos preços das passagens. A iniciativa foi acompanhada de críticas.

Contudo, no fim do mês de junho, a Agência Nacional de Aviação Civil divulgou levantamento no qual apontou aumento nas passagens de 7,9% no primeiro semestre de 2018, evidenciando que a cobrança pelo despacho de bagagens não serviu para reduzir as tarifas. A Anac também afirmou que demorará cinco anos para avaliar o impacto desta cobrança nos preços gerais das passagens.

EM FORTALEZA – A OAB, por meio de sua Comissão de Defesa do Consumidor, promove ato do gênero no Aeroporto Internacional Pinto Martins.

(Agência Brasil/Foto – Paulo MOsca)

Avenida Monsenhor Tabosa terá exposição de carros antigos neste sábado

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A Associação dos Lojistas da Monsenhor Tabosa, em parceria com a Secretaria Municipal do Turismo e o Instituo Iracema, promoverá neste sábado (28), das 15 às 19 horas, uma exposição de carros antigos. O evento Iracema Classic Car reunirá cerca de 140 veículos nessa avenida, mais precisamente no trecho entre a Rua Historiador Guarino e a Rua João Cordeiro.

Para quem é fã de carros ou apenas um apreciador da história contada sobre quatro rodas, eis uma oportunidade para revisitar o passado em modelos clássicos dos anos 1920 a 1980. Entre os modelos que serão expostos há fusca, opala, chevette, puma, corcel e jeep. O Ceará, vale destacar, é o estado do Nordeste com o maior número de clubes de carros antigos filiados à Federação Brasileira de Veículos Antigos (FBVA).

Rei do Rock

Elvis Presley, o Rei do Rock, também era um colecionador dos mais apaixonados. Ele foi o maior comprador particular da marca Cadillac em todos os tempos. Em um Natal, por exemplo, ele comprou um carro para ele e mais 31 para presentear os amigos. Como Elvis não morreu, um cover do cantor estará na Monsenhor Tabosa revivendo os grandes sucessos de um dos pioneiros do rock and roll.

Para completar a diversão, será montada uma barraquinha gourmet com comidas típicas regionais e bebidas. De acordo com a presidente da Almont e conselheira do Instituto Iracema, Márcia Oliveira, o evento faz parte do Planejamento Estratégico Colaborativo do bairro, ação que integra o Plano de Requalificação da Praia de Iracema.

(Foto – Divulgação)

Ações do Facebook têm queda recorde na bolsa de Nova York

As ações do Facebook caíram 19% no índice Nasdaq, nessa quinta-feira (26), como reação aos resultados trimestrais mais recentes, nos quais o faturamento e o número de usuários decepcionaram o mercado.

Cerca de duas horas depois da abertura de Wall Street, os títulos da empresa californiana estavam cotados a US$ 176,71, uma forte baixa em comparação aos US$ 217,50 que valiam na quarta-feira (25) ao fim da sessão.

Essa quinta-feira foi o pior dia para o Facebook desde que entrou na bolsa, há mais de seis anos. A empresa perdeu hoje US$ 119 bilhões de capitalização, que atualmente se situa em US$ 630 bilhões. Trata-se da maior perda em um único dia registrada por uma empresa na bolsa americana.

Embora no semestre o Facebook tenha aparentado força, no segundo trimestre do ano mostrou certa fraqueza nos números de faturamento e usuários diários ativos.

A plataforma, afetada desde março pela polêmica a respeito da gestão da privacidade, por causa do escândalo da Cambridge Analytica, teve faturamento trimestral de US$ 13,231 bilhões, enquanto os analistas esperavam US$ 13,360 bilhões.

Wall Street se decepcionou com a média de usuários diários ativos em junho, que chegou a 1,470 bilhão de pessoas, já que a expectativa era de 1,490 bilhão.

Em teleconferência aberta, o diretor financeiro do Facebook, David Wehner, afirmou que a empresa prevê que na segunda metade do ano os números de faturamento “continuarão em desaceleração”.

O cofundador e diretor executivo da plataforma, Mark Zuckerberg, lembrou que o forte investimento em segurança, em consequência do vazamento de informação pessoal e da divulgação de fakenews, “impactará significativamente a rentabilidade”, o que está “começando a ser observado neste trimestre”.

(Agência Brasil com a Agência EFE)

Depois de dois dias de queda, dólar volta a subir e fecha a R$ 3,74

Depois de recuar mais de 2% nos últimos dois dias, a cotação do dólar voltou a subir nesta quinta-feira (26). A alta foi de 1,20%, e a moeda americana fechou cotada a R$ 3,7468 na venda.

O Banco Central continua ofertando swaps tradicionais, operações equivalentes à venda futura da moeda norte-americana, sem precisar realizar swaps extraordinários, para conter alta na cotação do dólar.

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em queda de 1,01% com 79.405 pontos, invertendo a tendência de alta dos últimos dias e o patamar de 80 mil pontos registrados ontem (25), o que não ocorria desde maio passado.

Ações de grandes companhias terminaram o dia em queda, como as da Petrobras, com baixa de 2,56%, Bradesco, com queda de 3,03%, e Itaú, com baixa de 1,60%.

(Agência Brasil)

Economia crescerá 1,6% em 2018, diz CNI

Estimativas divulgadas hoje (26) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) indicam que a economia brasileira crescerá este ano “apenas 1,6%”. O número é um ponto percentual abaixo do previsto em abril.

De acordo com o Informe Conjuntural referente ao segundo trimestre, estudo que traz a revisão de expectativas da entidade para o desempenho da indústria e da economia, a indústria crescerá 1,8%. Em abril, este percentual estava em 3%.

Os investimentos deverão aumentar 3,5%, enquanto o consumo das famílias terá expansão de 2%. A taxa de desemprego estará em 12,45% ao final do ano.

Inflação

Ainda segundo o levantamento, a inflação continuará “baixa, apesar dos aumentos de preços provocados pela greve dos caminhoneiros”, com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) fechando o ano em 4,21%. Em abril, a inflação projetada pelo Informe Conjuntural para o ano estava em 3,7%.

A CNI avalia que os juros básicos da economia fecharão o ano em 6,5%. Em abril, a previsão estava em 6,25%. O dólar chegará ao final do ano valendo R$ 3,80, de acordo com o levantamento.

Com relação às contas públicas, a estimativa da entidade é que o governo federal termine 2018 com um déficit primário equivalente a 2% do Produto Interno Bruto (PIB – a soma de todas as riquezas produzidas pelo país). Já a dívida bruta do setor público chegará a 76,3% do PIB. Ainda dentro das previsões da CNI, o superávit da balança comercial alcançará US$ 62 bilhões, resultado de exportações de US$ 232 bilhões e importações de US$ 170 bilhões.

(Agência Brasil)

Quem não faz o velho “bico”?

Com o título “Dinheiro que vem dos bicos”, eis artigo de Raone Saraiva, jornalista do O POVO. Ele comenta algo que, nessa crise no mercado de trabalho, mais do que se institucionaliza: fazer o velho bico. Confira:

Embora o País tenha terminado o primeiro semestre deste ano com a criação de 392,4 mil novas vagas de emprego formal, a situação do mercado de trabalho nacional continua crítica. O índice de desemprego está em 12,7%, atingindo 13,2 milhões de pessoas.

Apesar dos números, o Governo Federal prefere dizer que o cenário é estável. Porém, o quase estagnado processo de retomada do emprego, essencial para acelerar o crescimento econômico, representa instabilidade no dia a dia da população.

A crise no mercado de trabalho, fruto da recessão econômica que teve início ainda em 2014, tem feito o brasileiro buscar alternativas para não ficar sem dinheiro no bolso e deixar de cumprir as obrigações financeiras. E isso não ocorre apenas entre os que estão desempregados. Mesmo quem tem o salário garantido no fim do mês, independentemente da classe social, não está conseguindo fazer o dinheiro render.

Prova disso é que, de janeiro a junho, 64% dos brasileiros recorreram a alguma forma de trabalho extra ou “bicos” para complementar a renda, segundo estudo realizado pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e pela Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL). O número configura aumento de sete pontos percentuais em relação a igual período de 2017, quando o índice ficou em 57%.

De acordo com o levantamento, feito nas 27 capitais do País, 51% dos entrevistados acreditam que as condições gerais da economia pioraram no primeiro semestre deste ano, alta de 12 pontos percentuais na comparação com a pesquisa de 2017. Quando avaliam a própria condição financeira, 44% dizem que também houve piora no período. Neste caso, o aumento foi de oito pontos percentuais frente ao ano passado (36%).

Os números são um reflexo de que, mesmo com a inflação sob controle e a queda na taxa básica de juros (Selic), os trabalhadores estão longe de sentir os efeitos da melhora desses indicadores econômicos. Para 77% das pessoas ouvidas na pesquisa, os preços continuam subindo. Outros 56% afirmam que os juros ainda estão elevados e 54% argumentam que o mercado de trabalho segue sem contratar. Além disso, 57% dos entrevistados apontam que ficaram desempregados ou tiveram algum parente que perdeu o emprego nos últimos meses.

De fato, o desemprego tem sido o grande entrave para a volta do crescimento econômico do País. Sem trabalho, não há renda. Mas existem outros problemas, a exemplo da não aprovação das reformas previdenciária e fiscal e da dificuldade do Governo em estancar o déficit público, responsáveis pelas constantes revisões para baixo do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano. A previsão do Banco Central para o crescimento da economia, que no início de 2018 era de 3%, já caiu para 1,6%.

Nesta semana, após três revisões para cima, o Fundo Monetário Internacional (FMI) também rebaixou a projeção para PIB do Brasil, destacando em relatório que a economia deverá avançar apenas 1,8%. A organização observou ainda que, sem as reformas e com a incerteza quanto ao resultado das eleições de outubro, o cenário pode piorar.

*Raone Saraiva

raonesaraiva@opovo.com.br

Jornalista O POVO.

Morre José Caminha de Oliveira, ex-presidente do Sindicato dos Administradores do Ceará

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Morreu, nesta manhã de quinta-feira, em Fortaleza, o ex-presidente do Sindicato dos Administradores do Ceará, José Caminha de Oliveira (75) Ele foi vítima de insuficiência renal.

O velório ocorrerá a partir das 14h30min, na Funerária Ternura, onde, haverá missa de corpo presente. Já o enterro, segundo familiares, esgtá marcado para as 17h30min, no Cemitério Parque da Paz.

(Foto – Arquivo)

Inflação da construção civil ficou em 0,72% em julho

O Índice Nacional de Custo da Construção–M (INCC-M), medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), registrou 0,72% em julho. O índice ficou abaixo do resultado de junho: 0,76%.

De acordo com a FGV, o INCC-M acumula taxas de inflação de 2,75% no ano e de 3,93% em 12 meses.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços teve variação de 0,97%, acima da taxa de junho (0,62%). Já o índice referente à mão de obra registrou inflação de 0,51% em julho, abaixo do 0,88% de junho.

(Agência Brasil)

Cagece realiza serviços de recuperação dos filtros da ETA Gavião

A Cagece realiza serviços de recuperação em 16 filtros da estação de tratamento de água Gavião, que responde pelo abastecimento do sistema integrado de Fortaleza e Região Metropolitana. A informação é da assessoria de imprensa da companhia.

Os equipamentos são responsáveis pela etapa de filtração no tratamento de água, que é uma das mais importantes etapas do processo. Com o serviço de recuperação, o processo ganha ainda mais eficiência, principalmente no que se refere à necessidade de lavagem dos filtros em um maior intervalo de tempo, o que resulta em economia de água.

Para a execução dos serviços, que devem ser concluídos nos próximos oito meses, estão sendo investidos R$ 950 mil.

(Foto – Divulgação)

Começa novo período para saque do abono salarial 2016

Começou hoje (26) o novo prazo para o pagamento do abono salarial ano-base 2016. Quase 2 milhões de trabalhadores não retiraram os recursos, o que corresponde a 7,97% do total de pessoas com direito ao benefício. O valor chega a R$ 1,44 bilhão. O dinheiro ficará disponível até 30 de dezembro. O pagamento do abono do PIS/Pasep começou em 27 de julho de 2017 e terminou no último dia 29 de junho, mas foi aberto um novo período pelo Conselho Deliberativo do Fundo de Amparo ao Trabalhador (Codefat). Este é o terceiro ano consecutivo em que ocorre prorrogação. No ano passado, essa mesma medida foi tomada.

Tem direito ao abono salarial quem trabalhou formalmente por pelo menos um mês em 2016 com remuneração média de até dois salários mínimos. O valor que cada trabalhador tem para sacar depende de quanto tempo ele trabalhou. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é R$ 80.

Além do tempo de serviço, para ter direito ao abono de 2016, o trabalhador deveria estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao Programa de Integração Social (PIS), sacam o dinheiro nas agências da Caixa Econômica Federal. Para saber se tem algo a receber, a consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou no telefone 0800-726-0207.

Para os funcionários públicos vinculados ao Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep), a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet e pelo telefone 0800-729-0001.

O abono salarial do PIS/Pasep é um benefício pago anualmente com recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), abastecido por depósito feitos pelos empregadores do país. Além do abono salarial, o FAT custeia o programa de Seguro-Desemprego e financia programas de desenvolvimento econômico. Os recursos do abono que não são sacados pelos trabalhadores no calendário estabelecido todos os anos retornam para o FAT, para serem usados nos demais programas.

(Agência Brasil)

Reunião do Brics – Comércio do Brasil avança, mas agenda mudou em 10 anos

A 10º reunião de Cúpula do Brics, com chefes de Estado do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, em Joanesburgo, na África do Sul, evidencia a mudança de agenda do bloco. A agremiação dos países foi diplomaticamente criada, no esteio da crise financeira internacional de 2008, com o objetivo de aumentar atuação e o poder de voto dos países emergentes em organismos multilaterais como o Banco Mundial e o Fundo Monetário Internacional (FMI).

“A associação tinha objetivo principal de reformar as instituições de governança financeira globais”, lembra Guilherme Casarões, professor de Relações Internacionais da Fundação Getúlio Vargas. Segundo o especialista, em vez daquela agenda, os países adotaram a defesa do comércio multilateral e avançaram na criação do Novo Banco do Desenvolvimento, chamado “Banco do Brics”, que poderá ter escritório regional em São Paulo após decisão na reunião de cúpula.

Para Casarões, o Brics “não é um bloco a reboque da China”, mas a desigualdade das economias limita o potencial de comercialização entre os parceiros. A pauta de exportação do Brasil, por exemplo, se destaca pelo predomínio de produtos de menor valor agregado como carne, soja e minério de ferro.

Na avaliação de Casarões, o momento político do Brasil, com eleições marcadas para 7 de outubro, retira “margem de manobra” dos atuais negociadores. “A incerteza eleitoral torna muito difícil que o Brasil assuma posições definitivas como a disputa entre a China e os Estados Unidos”, assinala.

O ministro da Indústria, Comércio Exterior e Serviços, Marcos Jorge de Lima, admite que o destino político do Brasil “causa curiosidade”, mas aos interlocutores que indagam sobre a perenidade das políticas comerciais lembra que “a burocracia é sólida, formada por carreiras públicas como corpo diplomático e de comércio exterior, que continuará trabalhando com a visão de Estado. A orientação é continuar avançado”.

O ministério divulgou dados que registram o incremento do comércio com os parceiros dos Brics. “De janeiro a junho deste ano, o Brasil exportou US$ 33,1 bilhões para Rússia, Índia, China e África do Sul. Houve um crescimento de 5,4% em relação ao mesmo período do ano passado, quando a venda para esses países somou US$ 31,4 bilhões. As importações somaram, neste ano, US$ 18,3 bilhões, o que resulta em um superávit comercial de US$ 14,8 bilhões”.

(Agência Brasil)