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Procon Fortaleza divulga pesquisa de preço dos produtos da ceia de Natal

O Procon Fortaleza divulgou, nesta terça-feira (19), por meio de sua assessoria de imprensa, uma pesquisa com produtos da ceia de Natal. O levantamento foi realizado entre os dias 15 e 18 deste mês em 10 supermercados, localizados nas seis Regionais, além do Centro de Fortaleza. A maior variação de preços foi encontrada nas frutas e produtos enlatados, que podem custar até o dobro do preço entre os estabelecimentos consultados. Segundo o Procon, os preços podem estar ainda maiores com a proximidade das festas de fim de ano. A dica, portanto, é pesquisar.

O abacaxi é o produto com maior variação de preços, neste Natal. A unidade do produto, de referência “pérola”, pode custar entre R$ 3,58 e R$ 10,59, ou seja, 195,81%. Já a garrafa de espumante (750ml), da marca Chandon, pode comprado de R$ 59,90 a R$ 87,90, uma diferença de 46,74% no mesmo produto, da mesma marca.

Peru e chester

O tradicional peru também apresenta alta variação de preços. O produto, da marca sadia, pode ser comprado de R$ 15,38 a R$ 22,99, o quilo. Uma diferença de 49,48%. Ainda entre as aves, o Chester, da marca Perdigão, é o item que menos varia de preços entre os supermercados pesquisados, sendo encontrado de R$ 12,98 a R$ 13,28, o que representa uma diferença 2,31%.

Bacalhau

Já o quilo de bacalhau do Porto varia até 16,07%, indo de R$ 62,99 a R$ 79,90, uma diferença de 26,85%. Quem quiser economizar ainda mais, pode optar pelo peixe “Saithe” tipo bacalhau, que custa entre R$ 27,90 e R$ 39,39, o quilo, uma variação de 41,18%.

SERVIÇO

*Confira todos os itens pesquisados aqui.

Angola Cables fecha parceria com a RNP

A Angola Cables e a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) acabam de assinar um memorando de entendimentos que estabelece as diretrizes para a integração das redes acadêmicas avançadas do Brasil e de Angola.

O documento estipula ainda a futura celebração de um acordo de cooperação técnica para o desenvolvimento e a operação de redes avançadas de telecomunicações para uso em ensino e pesquisa. “Para isso, os três empreendimentos da Angola Cables no Brasil – Monet (em operação), SACS e o Data Center (em fase de construção e com início das operações previstas para o primeiro semestre de 2018) serão usados em toda a sua potencialidade”, informa o CERO da Angola Cables, Antonio Nunes.

“Esse documento sinaliza que os dois países têm visões de futuro em comum, sobretudo de aprimorar a conectividade e abrir mais possibilidades de colaboração para alunos, professores e pesquisadores. Assim, a academia ampliaria, ainda mais, sua capacidade de interagir com seus pares em outros pontos do Globo”, afirma o diretor-geral da RNP, Nelson Simões.

Sobre a Angola Cables

A Angola Cables é uma multinacional de telecomunicações, fundada em 2009, dedicando-se à comercialização de capacidade em circuitos internacionais de voz e dados por cabos submarinos de fibra óptica. O mais recente projeto da empresa é a construção de um cabo que irá ligar Angola e Brasil até 2018, o SACS – South Atlantic Cables System, e o Monet, sistema de cabos que ligará o Brasil aos Estados Unidos.

Sobre a RNP

Qualificada como uma Organização Social (OS), a Rede Nacional de Ensino e Pesquisa (RNP) é vinculada ao Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovação e Comunicações (MCTIC) e mantida por esse em conjunto com os ministérios da Educação (MEC), Cultura (MinC), Saúde (MS) e Defesa (MD), que participam do Programa Interministerial RNP (PI-RNP). Pioneira no acesso à internet no Brasil, a RNP planeja, opera e mantém a rede Ipê, infraestrutura óptica nacional acadêmica de alto desempenho. Com Pontos de Presença em 27 unidades da federação, a rede conecta 1.522 campi e unidades nas capitais e no interior. São mais de 4 milhões de usuários, usufruindo de uma infraestrutura de redes avançadas para comunicação, computação e experimentação, que contribui para a integração dos sistemas de Ciência e Tecnologia, Educação Superior, Saúde, Cultura e Defesa. http://www.rnp.br/.

(Foto – Divulgação)

PIB de 2018 pode ficar em 1,7%, se a reforma da Previdência não for aprovada, diz ministro

O Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país) poderá fechar o ano de 2018 em 1,7%, abaixo da projeção de 3% anunciada na semana passada pelo governo, caso a reforma da Previdência não seja aprovada, admite o ministro do Planejamento, Desenvolvimento e Gestão, Dyogo Oliveira.

Segundo o ministro, caso a reforma, cuja votação na Câmara dos Deputados foi adiada para fevereiro de 2018, não seja aprovada, é possível que haja um aumento do risco país. “Se não tivermos a reforma da Previdência, o impacto imediato disso será no risco país”, alertou, acrescentando que “em 2018, se o risco país for para 300, está hoje em 170, teríamos perda de 1,3% do crescimento. Se estamos falando em um crescimento de 3%, ele cairia para 1,7%”.

“O risco país vai impactando todas variáveis da economia. Mais risco país significa câmbio mais alto, taxas de juros mais altas, custo financeiro das empresas mais alto, custo crédito dos consumidores mais alto. Isso reduz a renda disponível das pessoas, derruba o consumo e derruba o crescimento”.

Dyogo Oliveira disse, no entanto, que o governo aposta principalmente na reforma da Previdência para manter a retomada da economia iniciada nesse ano. “A decisão, a meu ver, desse diferencial de ter um desempenho brilhante e ter um desempenho mediano, depende da aprovação das reformas, da reforma da Previdência, e por isso estaremos nos empenhando com muito mais força para encaminhar as reformas e a reforma da Previdência, em particular”, disse.

De forma geral, a reforma estabelece uma idade mínima obrigatória de 62 anos para mulheres e 65 anos para os homens. Atualmente, a idade mínima é de 60 anos para mulheres e 65 anos para os homens, mas ela não é obrigatória. É possível se aposentar por tempo de contribuição. Pela proposta atual, haverá 20 anos de transição para que a nova idade seja obrigatória.

O presidente do Banco Central, Ilan Goldfajn, também participou do evento. Goldfajn ressaltou os avanços do país em 2017, como a redução da inflação; a queda das taxas de juros; e a recuperação da economia. A inflação acumulada em 12 meses foi reduzida de 10,7% ao final de 2015 para 2,8% em novembro de 2017, “uma queda muito significativa”, disse o presidente do BC. “A inflação projetada para os próximos anos está sob controle”, disse. A taxa de juros Selic atingiu o patamar mais baixo, 7%.

(Agência Brasil)

Temer vai à convenção do PMDB e defende a reforma da Previdência

Na convenção nacional extraordinária do PMDB, hoje (19), o presidente Michel Temer, que cancelou ida ao evento pela manhã, acabou aparecendo no começo desta tarde de terça-feira. Ali, ele defendeu a reforma da Previdência. Temer garantiu que essa reforma deve ampliar a geração de empregos.

Apesar da votação da reforma no plenário da Câmara ter ficado para o próximo ano, Temer, ministros e líderes de partidos da base aliada do governo mantêm trabalho intenso de articulação para a aprovação do texto. “De quatro meses para cá, o número de postos de trabalho [criados] é de cerca de 1,6 milhão e a esperança que agora vem vindo com a reforma da Previdência, que vamos fazê-la no mês de fevereiro, cresce muito mais e os empregos crescem muito mais”, disse o presidente.

A previsão é de que o debate da reforma da Previdência comece no dia 5 de fevereiro e o início da votação ocorra logo depois do Carnaval, a partir do dia 19 do mesmo mês.

A presença do presidente Temer na convenção extraordinária do PMDB estava prevista para o início da manhã. Ele cancelou a participação e, no fim da manhã, acabou chegando de surpresa ao evento. Ontem, Temer também participou de evento do PMDB em comemoração aos 10 anos do ensino do Programa de Ensino a Distância (EAD) da Fundação Ulysses Guimarães, criada pelo partido.

(Agência Brasil)

Planejamento contra o descaso com dinheiro público

Com o título “Planejamento e continuidade de ações”, eis artigo do secretário dom Planejamento do Ceará, Maia Júnior, que pode ser conferido no O POVO desta terça-feira. Ele afirma que com um planejamento estratégico de longo prazo, o gestor, independente de quem seja, terá um roteiro a cumprir. Confira:

No final de novembro, um grupo de prefeitos e outros gestores públicos brasileiros participou de um seminário na Catalunha (Espanha) sobre “Cidades Inteligentes – Caminhos e Oportunidades”. E na ocasião, os ex-prefeitos de Barcelona – Jordi Hereu e Havier Trías – deram uma lição de como bem conduzir a gestão pública, destacando que o caminho é um planejamento consistente aliado à continuidade das ações.

Entre 1960 e 1990, Barcelona sofreu com a decadência econômica. Porém, com um planejamento para três décadas – que juntou o poder público, universidades e empresas -, agora é símbolo de desenvolvimento e inovação. Além do planejamento, os ex-prefeitos destacaram a importância de um pacto social sólido para garantir os avanços que tornaram Barcelona uma das cidades mais atraentes da Europa.

Hereu e Trías – de partidos diferentes – foram unânimes em afirmar que o planejamento e o pacto firmados com a sociedade preponderaram nas suas administrações. Se os cidadãos definiam, por exemplo, que para os próximos anos determinados projetos de mobilidade urbana deveriam ser prioritários, um gestor implantava o planejado e o outro dava continuidade à iniciativa. Lá, o planejado e o pactuado com a sociedade prevalecem. No nosso país, ao contrário, boas iniciativas costumam ser abandonadas nas gestões seguintes.

Temos uma tradição de descaso com o dinheiro público – que nasce da carência de planejamento, e passa pela descontinuidade de projetos e pela falta de um pacto social que vincule os gestores aos reais desejos da sociedade.

E essas questões – planejamento de longo prazo, continuidade de ações e pacto social – são efetivamente importantes. É ingênuo pensar que o poder público, sozinho e em curto prazo, tem capacidade para solucionar problemas estruturais relacionados a pobreza, saúde, educação e segurança, por exemplo. É importante que a sociedade participe, elabore uma agenda e cobre dos gestores seu cumprimento.

Com um planejamento estratégico de longo prazo, o gestor, independente de quem seja, terá um roteiro a cumprir. Esse foi o recado que os ex-prefeitos de Barcelona procuraram transmitir. E nesse particular nós, cearenses, estamos nos adiantando. Recentemente a Prefeitura de Fortaleza consolidou um planejamento para até o ano 2040. E o Governo iniciou a Plataforma Ceará 2050.

O cidadão brasileiro precisa compreender que, sem planejamento e continuidade de ações, não virão as mudanças tão desejadas no País – e a sociedade, atônita, tenderá, a cada quatro anos, buscar um novo “salvador da pátria”.

Francisco de Queiróz Maia Júnior maia.junior@seplag.ce.gov.br Secretário do Planejamento e Gestão do Ceará

Marcelo Odebrecht deixa a carceragem da PF, em Curitiba

Deixou a carceragem da Polícia Federal, em Curitiba (PR), nesta manhã de terça-feira, o ex-presidente do Grupo Odebrecht, Marcelo Odebrecht. Ainda pela manhã, ele chegou à sede da Justiça Federal, também na capital paranaense, onde vai colocar uma tornozeleira, que lhe dará o direito de cumprir o restante da pena a que foi condenado em casa.

O empresário foi preso em 19 de junho de 2015, quando foi deflagrada a 14ª fase da Operação Lava Jato, batizada de Erga Omnes. A informação é do Portal G1.

Marcelo Odebrecht, com o equipamento, será monitorado pelos próximos sete anos e meio. O prazo foi determinado no acordo de delação premiada que ele firmou com a Justiça, em troca de contar o que sabia sobre os esquemas ilegais que as empresas da família dele participaram. Além disso, ele teve que pagar multa de R$ 73,3 milhões à Justiça.

O herdeiro de uma das maiores empresas do país deverá seguir preso, no chamado regime fechado diferenciado. Nele, o ex-presidente da Odebrecht vai ficar detido na casa dele, em São Paulo, pelos próximos dois anos e meio. Em seguida, ele terá direito à progressão de regime.

Comércio fecha o ano sem reclamar muito do governo Temer

Honório e Temer durante evento em Brasília.

Da Coluna Vertical, do O POVO desta terça-feira:

O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Honório Pinheiro, avisa para esta Vertical: apesar da crise, o comércio vai fechar este 2017 com “saldo positivo”.

Segundo o dirigente lojista, houve momentos de dificuldade, mas, com as medidas de ajuste adotadas pelo Governo Federal, o cenário melhorou e abriu para um outro dado: “Vamos fechar com crescimento entre dois e três por cento”. Ele disse ainda que a perspectiva para 2018 é das melhores, em razão de sinais de estabilidade na economia, como redução da taxa de juros.

Honório, que estará deixando o comando da CNDL dia 31 próximo, pelo que apregoa, surge, sem sobra de dúvidas, como um a menos na longa lista dos que reclamam do presidente Temer.

(Foto – Divugação)

Camargo Corrêa confessa cartel em metrôs do Ceará, DF e em mais seis Estados

A empreiteira Camargo Corrêa, ao fechar acordo com o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), revelou a prática de cartel em 21 licitações que ocorreram em sete Estados e no Distrito Federal em um período de 16 anos. Um processo administrativo foi instaurado pelo Cade para investigar suposto cartel em concorrências públicas para obras de metrôs e monotrilhos. O Cade, órgão antitruste do governo federal, informou que a investigação é desdobramento da Operação Lava Jato.

O cartel teria operado entre 1998 e 2014 na Bahia, Ceará, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul e São Paulo e no Distrito Federal. De acordo com o Cade, os signatários indicaram que a conduta anticompetitiva alcançou, ao menos, 21 licitações.

A Secretaria de Infraestrutura do Ceará (Seinfra) informou, por meio da assessoria de imprensa, que não irá se posicionar sobre o caso porque não foi notificada oficialmente sobre o processo.

Informações do Cade

Entre as concorrências afetadas entre 1998 e 2005 estão duas obras na linha 2 (Verde) e uma na linha 4 (Amarela) do metrô São Paulo, além da linha 3 do metrô do Rio de Janeiro e os metrôs de Fortaleza e Salvador.

De acordo com o órgão antitruste, este é o 12º acordo de leniência firmado no âmbito da Lava Jato. Por meio da leniência, a empresa e as pessoas físicas signatárias confessaram a participação no cartel, “forneceram informações e apresentaram documentos probatórios a fim de colaborar com as investigações do alegado conluio”.

O acordo é relacionado exclusivamente à prática de cartel, para a qual o Cade possui competência de apuração.

Em março de 2016, no âmbito da Operação Acarajé (23ª fase da Lava Jato 2), a Polícia Federal apreendeu com o presidente da Odebrecht Infraestrutura Benedicto Barbosa, o “BJ”, hoje delator, um documento intitulado “Tatu Tênis Clube”. À época, investigadores já desconfiavam de que o documento seria uma espécie de regulamento do cartel das empreiteiras.

Segundo o Cade, em acordo de leniência, Camargo Corrêa e as pessoas físicas signatárias “interpretam que tal documento aparentemente continha regras de organização do cartel envolvendo cinco empresas, que são representadas por cinco executivos” – Além da Camargo, são citadas outras gigantes do setor, Odebrecht, Andrade Gutierrez, OAS e Queiroz Galvão.

Os signatários disseram que cada executivo teria recebido um codinome relacionado a um renomado tenista, de acordo com o Cade. Os executivos da Camargo ainda dizem que o título “Tatu” possivelmente faz referência à máquina Shield – grande diferencial de atestação no mercado de obras de metrô -, que é popularmente conhecida por “Tatuzão”, e que, naquele momento, apenas Camargo Corrêa, Andrade Gutierrez, Odebrecht, OAS e Queiroz Galvão tinham atestação para operar.

O Conselho dá conta de que os signatários relataram que, para obter uma licitação com termos de qualificação mais restritivos, essas empresas financiavam em conjunto estudos de viabilidade ou mesmo a elaboração do projeto base para as futuras obras como moeda de troca com governos locais.

Os executivos ainda disseram ao Cade que a divisão entre as concorrentes dos futuros projetos a serem licitados ocorriam em reuniões presenciais. Tais encontros eram agendados por e-mail ou contato telefônico, mas o seu teor, segundo descreveram, não era frequentemente reproduzido nas mensagens trocadas entre as concorrentes.

O agendamento das reuniões em que se discutiam licitações de metrô, os envolvidos valiam-se de códigos que objetivavam ocultar o caráter potencialmente ilícito desses contatos, disseram os executivos.

A expressão “mercado” era comumente utilizada para dissimular o agendamento de reuniões presenciais do cartel, de acordo com os dignatários do acordo. Eles ainda disseram que eram utilizados os codinomes “G-5”, “Tatu Tênis Clube” ou “TTC” para identificar o grupo.

O Cade ainda revela que os signatários informaram que o G-5 se alinhava com empresas com bom trânsito local, como a Carioca, a Constran, a Serveng e a Marquise, bem como com empresas responsáveis pela elaboração de projetos base para o poder público, como a MWH e a TC/BR.

O objetivo, de acordo com a Camargo Corrêa, era compor um acordo em uma licitação específica e influenciar a adoção de conduta comercial uniforme entre as concorrentes.

Defesas

A Secretaria de Transportes Metropolitanos de São Paulo afirmou, por meio de nota: “O Metrô de São Paulo é o maior interessado na apuração das denúncias de formação de cartel ou de conduta irregular de agentes públicos e, assim, continua à disposição das autoridades”.

A Odebrecht divulgou nota dizendo que “está colaborando com a Justiça no Brasil e nos países em que atua. Já reconheceu os seus erros, pediu desculpas públicas, assinou um Acordo de Leniência com as autoridades do Brasil, Estados Unidos, Suíça, República Dominicana, Equador e Panamá, e está comprometida a combater e não tolerar a corrupção em quaisquer de suas formas”.

(Agência Estado)

Caixa amplia horário de atendimento de agências para que clientela possa renegociar dívidas

A Caixa Econômica Federal em Fortaleza vai aumentar de oito (8) para dez (10) o número de agências com horário de funcionamento estendido para negociar contratos em débito com o banco. O horário ampliado será das 16 às 17 horas nesta quarta (20) e quinta (21).

A iniciativa faz parte da Campanha Quita Fácil, que acontece em todas as agências do País, e tem como objetivo facilitar a regularização de contratos comerciais com mais de 360 dias de atraso, inclusive cartão de crédito, com descontos especiais para pessoas físicas e empresas, informa a assessoria de imprensa da Caixa.

As dez (10) agências em Fortaleza que terão o horário estendido são:

AGÊNCIA ENDEREÇO
ALDEOTA Av. Barão de Studart, 2191 – Aldeota
DEL PASEO Av. Santos Dumont, 3131– lojas 250,251 Aldeota
EDSON QUEIROZ Av. Washington Soares, 3535 Edson Queiroz
IRACEMA Rua Floriano Peixoto, 1.084   Centro
JANGADA Shopping Center Iguatemi – Lj 6/10   Água Fria
JOSÉ  DE ALENCAR Rua Senador Pompeu, 716   Centro
MESSEJANA Rua: Cel. Francisco Pereira, nº 62- Messejana
MISTER HULL Av. Mister Hull, 4546  Antônio Bezerra
PARANGABA Rua Sete de Setembro, 132  Parangaba
PRAÇA DO FERREIRA Rua Guilherme Rocha, 45   Centro

Alternativas

Entre as alternativas que a Caixa oferece para regularização, estão a renovação dos contratos e a unificação de diferentes tipos de dívida, ambas com ampliação do prazo de pagamento e redução do valor da prestação mensal. Além disso, os descontos podem chegar a 90% para quem quitar os débitos à vista.

Nos casos de contratos de financiamento imobiliário, é possível usar o saldo de FGTS do próprio cliente para pagar até 80% do valor de 12 prestações do financiamento imobiliário, inclusive atrasadas, ou amortizar o saldo devedor e reduzir o valor das prestações. O cliente também pode pagar à vista um valor de entrada e refinanciar os demais atrasos para pagar nas próximas prestações a vencer até o fim do financiamento imobiliário.

Todas as agências da Caixa no Estado estão atendendo os clientes. Além do atendimento normal e do horário estendido em Fortaleza, o cliente na capital pode também negociar sua dívida indo ao Procon que conta com uma estrutura exclusiva do Banco para a renegociação até o final de dezembro.

Caminhão

Na semana de 26 a 28 de dezembro, a Campanha Quita Fácil em Fortaleza terá outro reforço com a chegada do Caminhão Quita Fácil, que irá atender clientes das 9 às 19 horas, na Praça do Ferreira, no Centro da capital.

SERVIÇO

*Além do horário diferenciado nas agências, os interessados em renegociar seus contratos em atraso têm à disposição o site www.negociardividas.caixa.gov.br e o telefone 0800 726 8068 (opção 8).

*O cliente também pode sanar suas principais dúvidas pelas redes sociais, através de mensagem privada para o perfil oficial do banco (https://www.facebook.com/caixa).

O BNB não é moeda de troca

Com o título “O BNB é bem maior”, eis artigo de Rita Josina, presidente da Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste, que pode ser conferido no O POVO desta segunda-feira. Ela reage contra informações dando conta de barganhas em torno do controle da Instituição. Confira:

O mês de dezembro começou com notícias de causar repulsa e vergonha entre os trabalhadores do BNB e à sociedade nordestina como um todo. Manchetes como “BNB entra na rifa” e “Eunício articula tirar Marcos Holanda do BNB” mostram que, mais uma vez, coloca-se à disposição da barganha política uma instituição que é o braço desenvolvimentista do Governo na região em que atua – e, por conseguinte, no próprio País – com uma história de 65 anos de crédito diferenciado e expertise em desenvolvimento como nenhuma outra: o Banco do Nordeste do Brasil.

Há tempos o BNB figura na mídia como moeda de troca, como se sua existência se resumisse à acomodação política ou à barganha de favores para este ou aquele segmento que tem mais ou menos “poder”. Isso demonstra desconhecimento da importância do Banco nos rincões do País, da história de incentivo ao empreendedorismo, à agricultura familiar, à pesquisa, à cultura; desconhecimento da capacidade técnica de seus trabalhadores e do compromisso destes com o papel da instituição.

Mudanças na gestão do Banco sempre ocorreram. O que não se pode permitir é a falta de transparência e a não observância aos aspectos técnicos nesses processos. Não se deve aceitar a instrumentalização para fins alheios ao papel da instituição para aprovação de medidas danosas à classe trabalhadora, como é o caso da Reforma da Previdência. Por isso, a Associação dos Funcionários do BNB (AFBNB) mais uma vez manifesta seu veemente repúdio e ratifica: o BNB não é moeda de troca; é, sim, um agente do desenvolvimento!

O momento é de fragilização com vistas à privatização. Processos de reestruturação e programas de demissão voluntária são uma ameaça real e concreta à instituição. Boatos dessa natureza, de dança de cadeiras sob a canção inaudível da política, só tendem a agravar essa situação. Toda atenção é pouca! Toda luta em contrário é necessária. A AFBNB seguirá mobilizada e em diálogo com os diversos segmentos da sociedade, reiterando seu posicionamento de respeito ao BNB e aos trabalhadores.

*Rita Josina Feitosa

ritajosina@afbnb.com.br

Diretora-presidente da Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste (AFBNB).

Atividade econômica cresceu 0,29% em outubro

A atividade econômica iniciou o último trimestre deste ano em crescimento. O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período) apresentou alta de 0,29%, em outubro, segundo dados divulgados hoje (18). Esse foi o segundo mês seguido de alta. De acordo com os dados atualizados, em setembro houve alta de 0,27%.

Na comparação com outubro de 2016, houve crescimento de 2,92% nos dados sem ajustes, já que a comparação é entre períodos iguais. Em 12 meses encerrados em outubro, o indicador teve expansão de 0,21%. No ano, até outubro, houve crescimento de 0,75%.

O IBC-Br é uma forma de avaliar a evolução da atividade econômica brasileira e ajuda o BC a tomar suas decisões sobre a taxa básica de juros, a Selic. O índice incorpora informações sobre o nível de atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária, além do volume de impostos.

O indicador foi criado pelo BC para tentar antecipar, por aproximação, a evolução da atividade econômica. Mas o indicador oficial é o Produto Interno Bruto (PIB), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística.

Na última quinta-feira (14), o Ministério da Fazenda aumentou a projeção para o crescimento da economia neste ano e em 2018. A estimativa para o PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, passou de 0,5% para 1,1%, neste ano, e de 2% para 3%, em 2018.

(Agência Brasil)

Às vésperas do Natal, Temer vai entregar moradias do Minha Casa, Minha Vida

O governo decidiu promover, às vésperas do Natal, o “Dia Nacional do Minha Casa, Minha Vida”. Na quarta-feira (20), o presidente Michel Temer vai entregar 22.500 unidades habitacionais em todo o Brasil. Ministros foram escalados para se dividir pelo país nas cerimônias de entrega das chaves. A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo deste domingo.

Alexandre Baldy, ministro das Cidades, calcula que aproximadamente 100 mil pessoas vão estar em suas casas próprias na festa natalina.

Mesmo com orientação médica para diminuir o ritmo de trabalho, o presidente Temer avalia ir a Maceió – a capital que receberá mais moradias–, na quarta (20), entregar 3.900 unidades do MCMV.

Irmãos Batista completam 100 dias atrás das grades

Nesta semana, Joesley e Wesley Batista completam cem dias de prisão. A informação é do colunista Lauro Jardim, do O Globo.

A prisão preventiva dos empresários foi decretada pela Justiça Federal de São Paulo na semana passada no âmbito da Operação Tendão de Aquiles, pela suposta prática de crime financeiro (insider trading) por uso indevido de informação privilegiadas.

Os irmãos estão detidos na carceragem da Polícia Federal, em São Paulo, e podem receber a visita de familiares.

Poupadores têm dúvidas sobre acordo para ressarcir perdas de planos econômicos

Poupadores que poderão ser beneficiados pelo acordo assinado nesta semana entre a Advocacia-Geral da União (AGU), representantes de bancos e associações de defesa do consumidor ainda estão receosos com os termos e esperam a homologação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) para fazer a adesão ao acordo. Após anos de tramitação na Justiça a expectativa de receber pelo menos alguma quantia é positiva.

“Ainda está muito confuso”, diz o economista José Ailson Barbosa, de 62 anos. “Vou esperar que seja devidamente publicado. Ainda temos que esperar a adesão dos bancos. O acordo foi fechado pela Febraban, mas ainda podem ter bancos que não concordam individualmente”, diz. As instituições financeiras que já aderiram ao acordo são Itaú, Bradesco, Santander, Caixa Econômica Federal e Banco do Brasil. Outros bancos poderão aderir em até 90 dias.

Barbosa acumula 17 ações na Justiça e há 30 anos aguardo por um desfecho. “Foi muita gente que poderia ter decidido isso antes. Foi protelado, protelado. O dinheiro não vale tanto quanto valia. Agora vale menos. De qualquer forma é melhor chegar a alguma solução do que nenhuma”.

O acordo assinado na terça-feira (12) é relativo à correção de aplicações na poupança durante a entrada em vigor dos planos econômicos Bresser (1987), Verão (1989) e Collor 2 (1991). Pelas estimativas do Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), cerca de 3 milhões de pessoas poderão ser beneficiadas.

O acordo prevê pagamento à vista para poupadores que tenham até R$ 5 mil a receber. Já os que tem saldo entre R$ 5 mil e R$ 10 mil, receberão em três parcelas sendo uma à vista e duas semestrais. A partir de R$ 10 mil, o pagamento será feito em uma parcela à vista e quatro semestrais. A correção para os pagamentos semestrais será feita pelo IPC-A. O ressarcimento deve ser feito em prazo máximo de três anos para parcelamento.

“Vale a pena porque, para mim, já era causa perdida. É melhor receber algo do que não receber nada. Mas é complicado, a demora já leva quase 30 anos, agora serão mais três anos para receber, ainda tem os descontos do advogado e do banco. O poupador vai acabar recebendo só metade”, estima o vendedor aposentado José Ribamar Carneiro, 70 anos.

Afetado pelo Plano Collor 2, em 1991, ele lembra que na época muitos apostavam na poupança. “A poupança dava um rendimento de 89%. Teve gente que vendeu tudo e aplicou na poupança. Esse não foi o meu caso, mas perdi uma quantia que, claro, fez falta”, conta.

“Mesmo naquela época, o rendimento era ilusório. Parecia alto, mas a inflação também era. Você tomava um café com pão na padaria em um manhã e pagava uma coisa, no dia seguinte era outro valor”, disse José Ribamar. “Depois daquela loucura do Plano, ninguém pagou ninguém. Ficou uma ciranda financeira”.

A adesão ao acordo não é obrigatória e ficará a critério dos poupadores. Para o professor de Finanças da Faculdade de Ciências Sociais Aplicadas (Ibmec-DF) Marcos Melo a adesão vale a pena. “O processo está correndo há mais de 20 anos e deve ser adiado mais ainda. Para os poupadores é interessante a adesão porque não tem perspectiva de quanto tempo demorará para ter a ação julgada”, diz.

“Abre-se mão de uma parcela que poderia ser maior, caso houvesse julgamento, para que possam receber mais cedo. É uma falsa vantagem gerada pela lentidão judiciária, mas é menos pior que aceite, que receba o valor”, avalia.

(Agência Brasil)

Toffoli envia acordo sobre planos econômicos para a PGR

O ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para parecer, o acordo financeiro entre a Advocacia-Geral da União (AGU), representantes de bancos e associações de defesa do consumidor. O acordo visa encerrar os processos na Justiça que tratam sobre perdas financeiras causadas a poupadores por planos econômicos das décadas de 1980 e 1990.

Toffoli é relator de uma das diversas ações sobre o assunto que tramitam no STF. Os ministros Ricardo Lewandowski e Gilmar Mendes são relatores de outros três processos, que ainda não tiveram movimentação.

“A Advocacia-Geral da União, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec), a Frente Brasileira pelos Poupadores (Febrapo), a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e a Confederação Nacional do Sistema Financeiro (Consif) apresentam minuta de acordo para submissão à homologação judicial. Uma vez que se trata de questão de ampla repercussão, com impactos financeiros, econômicos e ao consumidor, remetam-se os autos à d. PGR, para manifestação”, despachou Toffoli.

O STF ainda não informou como ou quando se dará o processo de homologação do acordo, ato a partir do qual ele se tornará válido.

(Agência Brasil)

50 milhões de brasileiros vivem na linha da pobreza, diz IBGE

Cerca de 50 milhões de brasileiros, o equivalente a 25,4% da população, vivem na linha de pobreza e têm renda familiar equivalente a R$ 387,07 – ou US$ 5,5 por dia, valor adotado pelo Banco Mundial para definir se uma pessoa é pobre.

Os dados foram divulgados hoje (15), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e fazem parte da pesquisa Síntese de Indicadores Sociais 2017 – SIS 2017. Ela indica, ainda, que o maior índice de pobreza se dá na Região Nordeste do país, onde 43,5% da população se enquadram nessa situação e, a menor, no Sul: 12,3%.

A situação é ainda mais grave se levadas em conta as estatísticas do IBGE envolvendo crianças de 0 a 14 anos de idade. No país, 42% das crianças nesta faixa etária se enquadram nestas condições e sobrevivem com apenas US$ 5,5 por dia.

A pesquisa de indicadores sociais revela uma realidade: o Brasil é um país profundamente desigual e a desigualdade gritante se dá em todos os níveis.

Seja por diferentes regiões do país, por gênero – as mulheres ganham, em geral, bem menos que os homens mesmo exercendo as mesmas funções -, por raça e cor: os trabalhadores pretos ou pardos respondem pelo maior número de desempregados, têm menor escolaridade, ganham menos, moram mal e começam a trabalhar bem mais cedo exatamente por ter menor nível de escolaridade.

Um país onde a renda per capita dos 20% que ganham mais, cerca de R$ 4,5 mil, chega a ser mais de 18 vezes que o rendimento médio dos que ganham menos e com menores rendimentos por pessoa – cerca de R$ 243.

No Brasil, em 2016, a renda total apropriada pelos 10% com mais rendimentos (R$ 6,551 mil) era 3,4 vezes maior que o total de renda apropriado pelos 40% (R$ 401) com menos rendimentos, embora a relação variasse dependendo do estado.

Entre as pessoas com os 10% menores rendimentos do país, a parcela da população de pretos ou pardos chega a 78,5%, contra 20,8% de brancos. No outro extremo, dos 10% com maiores rendimentos, pretos ou pardos respondiam por apenas 24,8%.

A maior diferença estava no Sudeste, onde os pretos ou pardos representavam 46,4% da população com rendimentos, mas sua participação entre os 10% com mais rendimentos era de 16,4%, uma diferença de 30 pontos percentuais.

Desigualdade acentuada

No que diz respeito à distribuição de renda no país, a Síntese dos Indicadores Sociais 2017 comprovou, mais uma vez, que o Brasil continua um país de alta desigualdade de renda, inclusive, quando comparado a outras nações da América Latina, região onde a desigualdade é mais acentuada.

Segundo o estudo, em 2017 as taxas de desocupação da população preta ou parda foram superiores às da população branca em todos os níveis de instrução. Na categoria ensino fundamental completo ou médio incompleto, por exemplo, a taxa de desocupação dos trabalhadores pretos ou pardos era de 18,1%, bem superior que o percentual dos brancos: 12,1%.

“A distribuição dos rendimentos médios por atividade mostra a heterogeneidade estrutural da economia brasileira. Embora tenha apresentado o segundo maior crescimento em termos reais nos cinco anos disponíveis (10,9%), os serviços domésticos registraram os rendimentos médios mais baixos em toda a série. Já a Administração Pública acusou o maior crescimento (14,1%) e os rendimentos médios mais elevados”, diz o IBGE.

(Agência Brasil/Foto – Tatiana Fortes)

Assembleia Legislativa aprova projeto de incentivo à apicultura

A Assembleia Legislativa aprovou o projeto de Indicação nº 76/2017, de autoria da deputada Aderlânia Noronha (SD), que dispõe sobre o incentivo à Apicultura no Ceará. Além de criar um marco regulatório para a atividade, segundo a parlamentar, o objetivo da proposta é incentivar a adoção da meliponicultura (a criação racional de abelhas sem ferrão) e combater o risco de extinção de várias espécies de abelhas nativas.

“A apicultura, no nosso Estado, caracteriza-se, quase que, exclusivamente, pela produção de mel de abelhas africanizadas. O mel cearense é um produto de boa qualidade e de bastante procura no mercado internacional, especialmente pelos países da Comunidade Europeia e Estados Unidos, principais importadores. A procura pelo mel é ascendente, principalmente para a compra do mel orgânico. Porém, para o Estado manter-se em nível competitivo, são indispensáveis medidas como assistência técnica, investimentos públicos estruturantes e na organização e capacitação dos produtores, além do desenvolvimento e aplicação de novas tecnologias, visando ao aumento da produtividade” , observa a deputada.

O projeto propõe instrumentos como crédito rural, pesquisa tecnológica, formação de mão de obra qualificada, assistência técnica, cooperativismo, certificações de origem e selos de qualidade. Os órgãos competentes deverão estabelecer parcerias com entidades públicas e privadas, apoiar o comércio interno e externo de produtos e serviços apícolas e ofertar linhas de créditos especiais, entre outros pontos.

Ainda de acordo com a matéria, terão prioridade de acesso às linhas de crédito os agricultores familiares e os pequenos produtores rurais e ainda aqueles organizados em cooperativas que agreguem valor a produtos apícolas.

Dólar fecha no maior valor em cinco meses após adiamento da votação da reforma da Previdência

Em um dia de tensões no mercado de câmbio, o dólar fechou no maior valor em quase seis meses. O dólar comercial encerrou esta quinta-feira (14) vendido a R$ 3,336, com alta de R$ 0,021 (0,62%). A moeda norte-americana está no nível mais alto desde 23 de junho (R$ 3,339).

O dólar começou o dia estável, mas disparou no decorrer da sessão. A divisa continuou a subir após o anúncio do adiamento, para 19 de fevereiro, da votação da proposta de reforma da Previdência.

A instabilidade estendeu-se à Bolsa de Valores. Em baixa pelo segundo dia seguido, o Ibovespa, índice da Bolsa de Valores de São Paulo, fechou a quinta-feira com queda de 0,67%, aos 72.429 pontos.

(Agência Brasil)