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Aneel promove nesta quinta-feira primeiro leilão de energia do ano

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) promove nesta quinta-feira (28), em São Paulo, o primeiro leilão de transmissão de energia do ano. Serão 20 lotes de linhas de transmissão de energia elétrica, que deverão gerar R$ 6 bilhões em investimentos e aproximadamente 13,6 mil empregos. Há ainda a expectativa de que o consumidor venha a pagar menos pelo consumo de energia.

Os lotes a serem leiloados representam 12.230 megavolt-amperes (MVA) de expansão da capacidade de instalações e 2.560 quilômetros (km) de linhas de transmissão, que estão distribuídas em 16 estados: Santa Catarina, Rio de Janeiro, Ceará, Rio Grande do Norte, Paraíba, Bahia, Sergipe, Alagoas, São Paulo, Tocantins, Goiás, Rio Grande do Sul, Pará, Piauí, Maranhão e Minas Gerais.

Os prazos de execução das obras variam de 36 a 63 meses. A concessão do serviço inclui a construção, montagem, operação e manutenção das instalações de transmissão. A previsão é de que a iniciativa reduza o preço final pago pelo consumidor, pois vencem o leilão as empresas que ofertarem o menor valor de Receita Anual Permitida (RAP).

Os estudos prévios levaram em consideração aspectos técnico-econômicos, socioambientais, traçado preliminar e definições de engenharia. Assim, a implantação desses empreendimentos obedece às soluções de planejamento para a expansão, de forma a manter a confiabilidade e a garantia do atendimento à demanda de energia elétrica.

Em 2017, houve dois leilões, o primeiro em abril, quando foram arrematados 31 lotes – com investimento previsto de R$ 12,7 bilhões, e o segundo em dezembro, quando foram arrematados 11 lotes – com investimento previsto de R$ 8,7 bilhões.

(Agência Brasil)

Fiec entrega Prêmio Boas Práticas Sindicais

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará, Beto Studart, vai entregar, às 18h30min, nesta quinta-feira, no auditório da entidade, o Prêmio Boas Práticas Sindicais – Etapa Estadual. Receberão a premiação o Sindialimentos, Simec e Sindcerâmica, que alcançaram, respectivamente, primeiro, segundo e terceiro lugares.

O prêmio é uma parceria da FIEC e da Confederação Nacional da Indústria (CNI) e tem objetivo de “valorizar e divulgar ações que gerem valor para as empresas do setor e que contribuem para o fortalecimento dos sindicatos empresariais da indústria.”

O tema escolhido para esta primeira edição do Prêmio é Sustentabilidade Sindical, tendo em vista que, com o fim da obrigatoriedade do imposto sindical, assegurar a sustentabilidade é hoje o maior desafio dos sindicatos empresariais da indústria.

Etapas

O prêmio é realizado em duas etapas: uma estadual, coordenada pela FIEC através do Núcleo de Convênios e Parcerias (Nucop), e uma nacional, coordenada pela CNI. A etapa estadual contou com a participação de 12 sindicatos:(Sindialimentos, Simec, Sindceramica, Sindquímica, Simagran, Sinditêxtil, Sindiverde, Sindgráfica, Sindroupas e Sinconpe.

A ação do Sindialimentos foi diretamente classificada para a etapa nacional e está concorrendo com outras cinco melhores práticas de outros estados. A entrega do prêmio para vencedores da etapa nacional será durante o Encontro Nacional da Indústria (ENAI), que ocorre entre os dias 3 e 4 de julho, em Brasília.

(Foto – Fiec)

Juros do cheque especial e do cartão de crédito registram queda em maio

A taxa de juros do cheque especial caiu em maio, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (27). A taxa chegou a 311,9% ao ano, com redução de 9,1 pontos percentuais em relação a abril. A taxa do rotativo do cartão de crédito também caiu, ao chegar a 243% ao ano em maio, com recuo de 5,1 pontos percentuais em relação a abril. Essa é a taxa para quem paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia.

Em abril, os bancos anunciaram mudanças no cheque especial, mas as novas regras só valem a partir de julho. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizarem mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos vão receber a oferta de parcelamento, com taxa de juros menor do que a do cheque especial, a ser definida pela instituição financeira.

No caso do cartão, a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) caiu 39,1 pontos percentuais, chegando a 346,1% ao ano. Com isso, a taxa média da modalidade de crédito ficou em 303,6% ao ano, com redução de 25 pontos percentuais em relação a abril.

O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril passado, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passarão a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. Mas essa regra só vale a partir de junho deste ano.

(Agência Brasil)

IBGE – Número de empresas no País caiu 1,3% de 2015 para 2016

O número de empresas ativas no país em 31 de dezembro de 2016 chegou a 5,05 milhões, 1,3% a menos do que no mesmo período do ano anterior (5,11 milhões). Já o total de pessoal ocupado nessas empresas caiu 4% nesse mesmo tipo de comparação, ao passar de 53,54 milhões em 2015 para 51,41 milhões em 2016.

O pessoal assalariado caiu 4,4%, de 46,56 milhões para 44,52 milhões. O percentual de proprietários e sócios de empresas recuou 1,3%, de 6,98 milhões para 6,89 milhões.

O total de salários e remunerações em 2016 ficou em R$ 1,61 trilhão, 3% abaixo do R$ 1,66 trilhão do ano anterior. O único indicador que apresentou crescimento foi o item média mensal de salários e outras remunerações, que cresceu 0,7% em termos reais, de R$ 2.643,56 para R$ 2.661,18 (ou três salários mínimos).

Empresas

O setor de comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas representava 38,4% de todas as empresas ativas no país em 2016, bem à frente do segundo colocado, as atividades administrativas e serviços complementares (9,2% do total).

Pessoal ocupado

O setor de comércio e reparação de veículos também liderava o percentual de pessoal ocupado assalariado (19,8%). Em relação a 2015, o segmento teve queda de 3% no total de pessoal ocupado assalariado.

Outros setores importantes, como administração pública, defesa e seguridade social (que representava 16,9% do total assalariado) e as indústrias de transformação (16,3%) tiveram queda no pessoal ocupado assalariado. As indústrias de transformação tiveram queda de 5,1% nos empregados e a administração pública, de 3,1%.

A maior queda no total de pessoal ocupado assalariado, no entanto, foi percebida no segmento da construção (que representa 4,5% do total) – recuo de 20,5%, ou seja, de 512 mil trabalhadores de 2015 para 2016.

Warlen Rodrigues, de 31 anos, foi um dos trabalhadores da construção que perderam o emprego no setor, em 2016. “Desde 2010 que eu trabalhava nessa área. Devido à crise, a construção civil caiu. Fui demitido em 2016. A última obra em que trabalhei foi na Linha 4 do Metrô do Rio. De 2014 para cá, foi caindo mesmo o trabalho, até que em 2016 parou mesmo. Aí não tinha mais pra onde correr, foi a hora que todo mundo foi mandado embora, eu tenho amigos que estão desempregados até hoje. Aí eu fiquei uns seis meses desempregado e depois consegui arrumar um trabalho de motorista”, conta.

A maior parte do pessoal ocupado assalariado em 2016 trabalhava em empresas com mais de 250 empregados: 23,52 milhões ou 52,8% do total. Os homens representavam em 2016, 55,6% do total do pessoal assalariado. Os trabalhadores sem nível superior eram 78,3% do total dos trabalhadores assalariados.

Salários

Em relação ao salário médio real mensal, o setor de eletricidade e gás era o que pagava melhor em 2016: R$ 7.263,19. Já os menores salários eram encontrados no segmento de alojamento e alimentação: R$ 1.363,30.

Em relação ao tamanho das empresas, quanto maiores, melhores eram as médias salariais. Naquelas com mais de 250 trabalhadores, o salário era de R$ 3.420,71 em 2016, enquanto naquelas com menos de 10, a remuneração era de apenas R$ 1.463,81 no mesmo ano.

As mulheres continuaram recebendo salários, em média, menores do que os dos homens. Enquanto a média entre os trabalhadores do sexo masculino chegava a R$ 2.895,56 em 2016, entre as mulheres, a média era de R$ 2.368,98 no mesmo ano.

A discrepância entre trabalhadores com nível superior e aqueles sem faculdade é grande. Enquanto aqueles com educação superior receberam em média R$ 5.507,82 em 2016, os trabalhadores sem graduação ganharam R$ 1.866,89.

Diferenças regionais

Entre as unidades da Federação, também é possível encontrar diferenças nos salários e outras remunerações. Enquanto no Distrito Federal, a média salarial era de 5,3 salários mínimos em 2016, na Paraíba e em Alagoas, a média era de apenas 2,2 salários mínimos.

(Agência Brasil)

Seminário debate Plano Diretor de Mineração da Região Metropolitana de Fortaleza

Ricardo Cavalcante (Fiec), Carlos Rubens (Simagran), Marcelo Tavares (Sindicerâmica) e Abdias Veras (Sindibrita).

Acontece nesta quinta-feira, das 8 às 17 horas, na sede da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), o seminário Plano Diretor de Mineração da Região Metropolitana de Fortaleza (PDM-RMF). Promovido pela Agência Nacional de Mineração (ANM), a Fiec e os sindicatos ligados a mineração (Sindminerais, Simagran, Sindcerâmica, Sindbrita e Sindibebidas), em parceria com o Sebrae/CE, objetiva contribuir para a implantação de um Plano Diretor de Mineração na Região Metropolitana de Fortaleza, com a discussão e aprovação das diretrizes e proposições necessárias à implementação dessa estratégia, com a participação de representantes das prefeituras municipais, de órgãos federais e estaduais e do setor produtivo mineral.

O Plano Diretor de Mineração, segundo a assessoria de imprensa da Fiec, é uma “importante ferramenta de suporte” à decisão e gestão da atividade de exploração mineral. O Plano Diretor de Mineração anterior foi elaborado pelo DNPM em 1998, mas com o crescimento da Região Metropolitana de Fortaleza, aumentou o desafio de garantir a exploração racional dos recursos minerais, dadas suas relações com outras formas de uso e ocupação do solo e com a preservação e conservação ambiental, justificando, assim, a necessidade de atualização do mesmo.

O projeto técnico, primeira parte do trabalho, foi concluído em 2016 pela Superintendência da ANM no Ceará. É formado por um diagnóstico do setor mineral, contendo informações geológicas, econômicas, legais e ambientais, e uma proposta de zoneamento da atividade mineral, que servirá de base para as prefeituras municipais nortearem seus estudos para incluírem o zoneamento da mineração nos planos diretores municipais, visando garantir o suprimento futuro de bens minerais essenciais em uma região com acelerada expansão urbana. Também são propostas medidas que buscam fomentar o desenvolvimento da mineração sustentável, integrando a mineração nas ações de planejamento da RMF.

Ao final dos trabalhos deverá ser formado o Comitê Gestor do Plano Diretor de Mineração da Região Metropolitana de Fortaleza, colegiado formado pelos municípios da RMF e demais órgãos e entidades com o objetivo de proporcionar uma ação integrada, indicando a melhor gestão para os conflitos da mineração com os outros usos do solo.

(Foto – Fiec)

Receita Federal vai fechar 25 agências no País

A Receita Federal vai suspender as atividades de 25 agências em todo o País, a partir do dia 6 de julho próximo, segundo portaria publicada no Diário Oficial da União, nesta semana.

Ao todo, há 360 agências da autarquia no Brasil.

A medida, de acordo com a portaria, é reflexo do cancelamento de parte da verba orçamentária destinada à Secretaria da Receita Federal.

(Foto – Divulgação)

Conselho Monetário Nacional fixa em 3,75% meta da inflação para 2021

O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2021 em 3,75%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O anúncio foi feito pelo Ministério da Fazenda.

As metas de inflação para 2019 e 2020 foram mantidas, respectivamente, em 4,25% e 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo. Esse é o valor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) poderá alcançar nos próximos anos.

A meta de inflação deve ser perseguida pelo Banco Central (BC) ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, pretende conter a demanda aquecida e segurar os preços ao encarecer o crédito e estimular a poupança. Ao diminuir os juros básicos, o Copom barateia o crédito, incentivando a produção e o consumo.

Desde 2005, o centro da meta de inflação estava em 4,5%, com 2,5 pontos de margem de tolerância. Em 2006, esse intervalo caiu para 2 pontos e permaneceu assim nos anos seguintes até ser reduzido para 1,5 ponto para 2017 e 2018. Somente no ano passado, o centro da meta foi reduzido para 4,25% em 2019 e 4% em 2020.

Até 2016, a meta de inflação era fixada com dois anos de antecedência, mas um decreto publicado no Diário Oficial da União em junho do ano passado determinou que a definição passasse a ser feita três anos antes. De acordo com o Banco Central, a mudança teve como objetivo reduzir as incertezas e melhorar a capacidade de planejamento das famílias, das empresas e do governo.

Segundo a secretária-executiva do Ministério da Fazenda, Ana Paula Vescovi, a fixação da meta de inflação com três anos de antecedência representa a maturidade do sistema em vigor há 19 anos. “O Brasil converge, cada vez mais, para níveis de inflação com países que adotam o regime de metas. Essa é uma conquista importante que traça um horizonte mais longo, dá previsibilidade para os agentes [econômicos] e contribui para que o país possa viver mais tempo com níveis de inflação mais baixos”, declarou.

Sobre o risco de a inflação estourar as metas caso o próximo governo não consiga avançar com reformas estruturais, como a da Previdência, a secretária disse que as reformas são um complemento importante para facilitar o cumprimento da meta. Ela, no entanto, destacou que o Banco Central está aparelhado para conseguir fazer a inflação convergir para os níveis fixados pelo CMN.

“O manejo da política monetária nos últimos dois anos foi um emblema de como ser bem sucedido usando o sistema de metas de inflação e coordenando com outros instrumentos de política econômica, como a política fiscal. Tanto a inflação como os juros caíram. Vale lembrar que os mais pobres são os mais beneficiados com uma política de juros e de inflação baixa”, declarou Ana Paula Vescovi.

(Agência Brasil)

CMN fixa em 3,75% meta de inflação para 2021

O Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu a meta de inflação para 2021 em 3,75%, com tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. O anúncio foi feito pelo Ministério da Fazenda.

As metas de inflação para 2019 e 2020 foram mantidas, respectivamente, em 4,25% e 4%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto para cima ou para baixo. Esse é o valor que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) poderá alcançar nos próximos anos.

A meta de inflação deve ser perseguida pelo Banco Central (BC) ao definir a taxa básica de juros, a Selic. Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, pretende conter a demanda aquecida e segurar os preços ao encarecer o crédito e estimular a poupança. Ao diminuir os juros básicos, o Copom barateia o crédito, incentivando a produção e o consumo.

Desde 2005, o centro da meta de inflação estava em 4,5%, com 2,5 pontos de margem de tolerância. Em 2006, esse intervalo caiu para 2 pontos e permaneceu assim nos anos seguintes até ser reduzido para 1,5 ponto para 2017 e 2018. Somente no ano passado, o centro da meta foi reduzido para 4,25% em 2019 e 4% em 2020.

Até 2016, a meta de inflação era fixada com dois anos de antecedência, mas um decreto publicado no Diário Oficial da União em junho do ano passado determinou que a definição passasse a ser feita três anos antes. De acordo com o Banco Central, a mudança teve como objetivo reduzir as incertezas e melhorar a capacidade de planejamento das famílias, das empresas e do governo.

(Agência Brasil)

FGV – Inflação no setor da construção civil fica em 0,76% em junho

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-M) registrou inflação de 0,76% em junho deste ano. A taxa ficou acima da observada no mês anterior (0,30%). Segundo dados divulgados hoje (26) pela Fundação Getulio Vargas (FGV), o indicador acumula taxas de inflação de 2,01% no ano e de 3,41% em 12 meses.

O índice relativo a materiais, equipamentos e serviços subiu de 0,49% em maio para 0,62% em junho, enquanto o índice relativo à mão de obra subiu de 0,15% para 0,88% no período.

Dentro do grupo materiais, equipamentos e serviços, os serviços variaram 0,71% enquanto os materiais e equipamentos subiram 0,64%. Já dentro do grupo mão de obra, as taxas de inflação foram: auxiliares (0,98%), técnicos (0,80%) e especializados (0,80%).

(Agência Brasil)

BNDES contrata empresa para “caçar” devedores

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social renovou o contrato com uma empresa responsável por identificar e encontrar os devedores da instituição financeira. A informação é da Época, por meio da coluna Expresso.

Parte do trabalho da contratada é investigar aquelas pessoas ou empresas ligadas aos devedores. O BNDES gastará até R$ 2 milhões com o serviço.

Confiança da construção civil recua e atinge menor nível desde novembro

O Índice de Confiança da Construção, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 3,1 pontos de maio para junho deste ano. O indicador atingiu o patamar de 79,3 pontos em uma escala de zero a 200, o menor nível desde novembro de 2017 (78,6 pontos). A queda foi provocada principalmente pela piora das expectativas de curto prazo do empresariado. O Índice de Expectativas recuou 6,5 pontos, a maior queda da série histórica, iniciada em julho de 2010, atingindo para 88,3 pontos, menor nível desde agosto de 2017 (87,8 pontos).

Já o Índice da Situação Atual, que mede a confiança em relação ao momento presente, manteve-se relativamente estável em junho, ao aumentar apenas 0,3 ponto, passando de 70,5 em maio para 70,8 pontos em junho. O Nível de Utilização da Capacidade (Nuci) do setor avançou 0,9 ponto percentual, alcançando 65,6%, maior nível desde janeiro (66,2%).

Segundo a FGV, os empresários consideraram que a greve dos caminhoneiros, no final de maio, teve efeito negativo no setor: 64% dos empresários indicaram que os negócios foram atingidos, já que os insumos não chegaram à obra, provocando atrasos no cronograma. Mas, de acordo com a FGV, como é um setor com ciclo produtivo longo, o efeito final não deverá ser expressivo.

De acordo com a pesquisadora da FGV Ana Maria Castelo, a greve causou muitos prejuízos e paralisou obras, tendo sindo um componente importante nessa mudança de humor, mas a principal causa do desalento dos empresários é o ritmo de crescimento, “que traz preocupações sobre a continuidade da fraca melhora dos negócios”.

(Agência Brasil)

Livro aborda motivações do universo corporativo

Será lançado às 18h30min desta terça-feira, na sede da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), o livro “Desenvolvendo Organizações: Uma Abordagem Transpessoal”. A obra, de autoria de Yunare Marinho e Marcos Mendes, leva aspectos da psicologia transpessoal para o universo corporativo. Seja nas mega corporações, nas grandes empresas familiares, nas microempresas ou mesmo nas modernas start-ups, as pessoas, segundo os autores, buscam, cada vez mais, motivação para cumprir suas jornadas de trabalho e se sentirem participantes e engajadas.

Ao longo de dez capítulos, a obra questiona os motivos de tantas pessoas, dentro das organizações, se sentirem desanimadas e temerosas ao futuro, abordando ainda as diversas mudanças pelas quais as organizações passaram ao longo do século XX e como manter a motivação tem sido um dos grandes desafios das instituições no tecnológico século XXI.

Sobre os Autores

Marcos Mendes – Natural de Campinas (SP), Graduado em Ciências Contábeis e Administração de Empresas (Universidade Católica de Campinas), com Pós-Graduação em Psicologia Transpessoal. Atua como consultor organizacional em empresas de todo o país.

Yunare Marinho – Cidadão Luso-Brasileiro, nascido em Campina Grande (PB). Graduado em Engenharia Mecânica (Unifor), com Pós-Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho e Psicologia Transpessoal. Mantém desde 1998 trabalhos na área de qualidade em empresas do Brasil, Portugal, Espanha, França e Holanda. É Gerente de Processos Industriais no Grupo M. Dias Branco.

SERVIÇO

*Fiec – Avenida Barão de Studart, 1980 – Aldeota

*Livro à venda no local – R$ 40,00.

Confiança do consumidor atinge menor nível desde agosto

O Índice de Confiança do Consumidor, medido pela Fundação Getulio Vargas, caiu 4,8 pontos de maio para junho deste ano. Com a queda, o indicador atingiu 82,1 pontos em uma escala de zero a 200, o menor nível desde agosto de 2017 (81,4 pontos).

Em junho, as avaliações dos consumidores pioraram tanto em relação ao momento atual quanto em relação ao futuro. O Índice de Situação Atual, que mede a confiança em relação ao presente, recuou 5,4 pontos e chegou a 71,8 pontos, o menor nível desde setembro de 2017 (71,2 pontos).

Já o Índice de Expectativas, que mede a confiança em relação aos próximos meses, caiu 4,2 pontos e chegou 90 pontos, o menor nível desde agosto de 2017 (89,9 pontos).

De acordo com a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Seda Bittencourt, a greve dos caminhoneiros, no final de maio, contribuiu para “o aprofundamento da tendência de queda da confiança que se desenhava nos meses anteriores. Com perspectivas negativas sobre o mercado de trabalho, as famílias vão se tornando bastante conservadoras com os gastos, o que deve causar impacto negativo no crescimento econômico no segundo semestre”.

(Agência Brasil)

Comissão do Ceará busca na Alemanha negócios para a ZPE

Da Coluna O POVO Economia, assinadas pela jornalista Neila Fontenele, no O POVO desta terça-feira:

Políticas comerciais, desafios digitais e até cooperação na área médica. Estes assuntos estão na pauta do 36º Encontro Econômico Brasil-Alemanha (EEBA 2018) aberto oficialmente ontem, em Colônia, na Alemanha. A pauta de discussão do evento interessa a vários setores, mas o Ceará tem pressa em fechar novos contratos com investidores, e montou uma agenda de rodadas de negócios.

O presidente da ZPE Ceará, Mário Lima Júnior, e o diretor-comercial da companhia, Roberto de Castro, que estão em Colônia, terão encontro com o vice-presidente do KFW Ipex-Bank (banco comercial, com sede em Frankfurt), Frank Breitenbach. A instituição alemã atua na área de financiamento de exportação e projetos internacionais.

Também consta na agenda reunião com o assessor sênior da consultoria IDA Group, Pablo Oliveira Nicolitz. O IDA trabalha com assuntos governamentais, comércio e financiamento, com escritórios em São Paulo, Bruxelas, Berlim, Londres, Xangai, Hong Kong, Ottawa e Tóquio.

A estratégia, como já tinha sido dito antes pela coluna, passa pela estruturação da área de expansão da ZPE.

Setor turístico está otimista com as férias de julho

Controlador da agência Casablanca Turismo, Henrique Sérgio Abreu encontra-se em São Paulo. Na condição de diretor da Associação Brasileira das Agências de Viagem (Abav), participa de reunião que prepara o próximo congresso da entidade. Ele diz que a Capital paulista deve ser a sede do evento, já marcado para setembro próximo.

Sobre as férias de julho, se diz otimista, apesar da onda de crise em alguns segmentos do País.

A Casablanca Turismo vem embarcando vários grupos de estudantes em excursões culturais pelo País e apostando também nos pacotes para a Disney (EUA). Mas a agência mantém o foco no negócio que lhe garante o primeiro lugar no Norte e Nordeste: viagens corporativas.

(Foto – Paulo MOska)

Ciro Gomes realiza palestra nesta terça-feira sobre a industrialização do Ceará

O pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, fará palestra nesta terça-feira (26), a partir das 9 horas, no auditório Lar de Clara, em Iparana, na cidade de Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza). Atende a um convite da Associação Comercial, Industrial e Serviços de Caucaia (ACISC).

Com o tema “A industrialização do Ceará e os impactos nas empresas de Caucaia e região”, Ciro Gomes também debaterá com empreendedores locais sobre o cenário da economia brasileira e as perspectivas para o futuro.

Claro que o evento faz parte também da estratégia de divulgação de suas propostas como presidenciável.

(Foto – Fábio Lima)