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Mauro Filho, o coordenador do plano econômico de Ciro, dará palestra em Fortaleza

Mauro Filho, coordenador do programa econômico do candidato a presidente da República elo PDT, Ciro Gomes, é o próximo convidado do Lide, grupo de lideranças empresariais que se reúne mensalmente para debater tema da atualidade com convidado especial.

A fala daquele que também foi ex-secretário da Fazenda do petista Camilo Santana está marcada para as 8h30min desta sexta-feira, 31, no Hotel Gran Marquise.

Recentemente, o Lide ouviu Paulo Guedes, o coordenador do plano econômico de Jair Bolsonaro.

(Foto – Fco Fontenele)

Desemprego recua em julho, mas ainda atinge 12,5 milhões de brasileiros, aponta IBGE

A taxa de desemprego no Brasil caiu para 12,3% no trimestre encerrado em julho, na quarta queda mensal consecutiva, mas ainda atinge 12,9 milhões de brasileiros. Os dados foram divulgados nesta quinta-feira (30) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O órgão adiantou que a taxa de subutilização da força de trabalho ficou em 24,5 % no trimestre encerrado em julho.

Esse grupo de trabalhadores subutilizados reúne os desempregados, aqueles que estão subocupados (menos de 40 horas semanais trabalhadas), os desalentados (que desistiram de procurar emprego) e os que poderiam estar ocupados, mas não trabalham por motivos diversos.

(Com Agências)

Gasolina vendida nas refinarias amanhece mais cara nesta quinta-feira

O preço do litro da gasolina vendida nas refinarias aumenta nesta quinta-feira (30) de R$ 2,0829 para R$ 2,1079. Já o preço do diesel permanece estável em R$ 2,0316. O aumento obedece à política de preços da Petrobras para a gasolina e o diesel comercializados com as distribuidoras e que “tem como base o preço de paridade, formado pelas cotações internacionais”.

De acordo com a empresa, a paridade é necessária porque o mercado brasileiro de combustíveis é aberto à livre concorrência, dando às distribuidoras a alternativa de importar os produtos. A Petrobras informa ainda que a gasolina e o diesel comercializados com as distribuidoras diferem dos produtos no posto de combustíveis.

“São os combustíveis tipo A, ou seja, gasolina antes da sua combinação com o etanol e diesel também sem adição de biodiesel. Os produtos vendidos nas bombas ao consumidor final são formados a partir do tipo A misturados a biocombustíveis”.

A empresa explica também, em seu site, que “os preços médios informados consideram a média aritmética nacional dos preços à vista, sem encargos e sem tributos, praticados na modalidade de venda padrão nos diversos pontos de fornecimento, que variam ao longo do território nacional, para mais ou para menos em relação à média. Essa variação pode ser de até 12% para gasolina A e até 9% para o diesel A”.

(Agência Brasil)

BNDES confirma para amanhã leilão de três distribuidoras da Eletrobras

O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) confirmou para amanhã (30) a realização do leilão de três distribuidoras da Eletrobras. Serão leiloadas as distribuidoras Companhia de Eletricidade do Acre (Eletroacre), Centrais Elétricas de Rondônia (Ceron) e Boa Vista Energia, distribuidora de energia em Roraima.

Em comunicado relevante divulgado hoje (29), o banco, responsável pelo processo, disse que após análise dos documentos apresentados pelas empresas interessadas nas distribuidoras, foram atendidos os requisitos para a realização do certame.

Os lances viva-voz e a posterior abertura do envelope de habilitação ocorrerão às 15h, na B3, bolsa de valores, em São Paulo.

No último dia 17, o BNDES alterou o cronograma de realização do leilão de venda e reagendou para o dia 26 de setembro o leilão da empresa Amazonas Distribuidora de Energia (Amazonas Energia).

Já o leilão da Companhia Energética de Alagoas (Ceal) continua suspenso devido a uma decisão judicial. Uma decisão judicial do ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), impediu a venda da companhia, após ação movida pelo governo de Alagoas.

Durante a sessão pública desta quinta-feira (30), serão abertas as propostas econômicas apresentadas pelos investidores interessados. Será possível também realizar lances por viva-voz. As distribuidoras serão vendidas pelo valor simbólico de R$ 50 mil. Vence o certame quem ofertar o maior valor de deságio na tarifa elétrica definida pela pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).

O contrato de concessão deverá ser assinado entre os dias 31 de outubro e 5 de dezembro. Esse prazo máximo está apenas a 25 dias do prazo final autorizado pelos acionistas da Eletrobras como o limite para que a estatal continue operando as distribuidoras como designada.

(Agência Brasil)

CMN amplia para 10 dias úteis prazo para portabilidade salarial

As instituições financeiras ganharam mais tempo para processar os pedidos do trabalhador para transferir o dinheiro da conta-salário para uma conta própria. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aumentou, de cinco para 10 dias úteis, o prazo para os bancos processarem os requerimentos de portabilidade salarial.
Regulamentada no início do ano, a portabilidade salarial representa a transferência gratuita de dinheiro da conta-salário, onde o empregador deposita os proventos do trabalhador, para a conta de preferência do empregado, independentemente da instituição financeira.

Em nota, o Banco Central (BC) informou que o prazo mais longo facilitará as verificações necessárias pelas instituições financeiras. Pelas novas regras, que entraram em vigor em julho, cabe à instituição que receberá os recursos transferidos da conta-salário processar os pedidos do trabalhador e verificar a autenticidade das informações fornecidas.

Apesar do aumento do prazo, o BC informou que a medida não trará prejuízos aos clientes nos meses seguintes. Isso porque o procedimento ocorre somente uma vez. Depois de processada a portabilidade, a transferência do salário para a conta de escolha do trabalhador ocorrerá automaticamente todos os meses.

Aberta pelo empregador em nome do empregado, a conta-salário recebe depósitos apenas da empresa. O trabalhador tem direito à aquisição de cartão para a movimentação da conta, a cinco saques, duas consultas de saldo e dois extratos por mês sem cobrança de tarifa. Por meio da portabilidade salarial, o correntista pode transferir gratuitamente o salário para outra conta.

Desde 1º de julho, o empregado pode optar por repassar os proventos para contas fora de bancos, como as operadas por serviços digitais como PayPal e as operadas por fintechs e por emissores de cartões.

(Agência Brasil)

Dólar abre a R$ 4,16, mas recua para R$ 4,15

A cotação da moeda norte-americana segue próximo do patamar dos R$ 4,15 na manhã de hoje (29), depois de abrir o pregão na máxima de R$ 4,1651 para venda.

O dólar avançava 0,07% às 10h55, cotado a R$ 4,144.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), abriu o mercado em alta, registrando 0,89%, com 78.1219 pontos às 11h45.

Os papéis da Eletrobras, com o leilão de subsidiárias marcado para amanhã (30), eram destaque positivo na abertura do pregão, valorizados em 2,75%. Os papéis da Petrobras subiram 2,4.

(Agência Brasil)

Economia tem sexto mês consecutivo de incerteza elevada, diz FGV

 

O Indicador de Incerteza da Economia (IIE-Br) recuou 1,5 ponto entre julho e agosto deste ano, fechando o mês em 114,2 pontos. Com o resultado, o indicador persiste na região de incerteza elevada (acima de 110 pontos) pelo sexto mês consecutivo.

Os dados foram divulgados hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Os números indicam que o recuo em agosto foi disseminado pelo componente Mídia, que caiu 3,7 pontos, contribuindo com 0,3 ponto para o comportamento do índice geral no mês. O IIE-Br Expectativa chegou a recuar 8,5 pontos, exercendo contribuição contrária de -1,8 ponto para o índice agregado.

A pesquisadora da FGV Raíra Marotta disse que, embora a queda do índice de incerteza de julho para agosto tenha sido “leve”, ele se mantém em patamar elevado. “Entre os fatores a sustentar este resultado estão os níveis elevados de incerteza eleitoral, uma vez que não se sabe, por exemplo, se os ajustes necessários de natureza fiscal serão realizados pelo próximo governante.”

Outro motivo, segundo Raíra, é o aumento da incerteza também no cernário externo. “A crise da lira turca contribuiu para a elevação da incerteza econômica brasileira, refletindo-se na desvalorização do real frente ao dólar. Dado o cenário atual, espera-se que o indicador continue elevado nos próximos meses”, disse.

(Agencia Brasil)

Ibef-CE promove debate sobre oportunidades de negócios com especialista de banco suíço

O Instituto Brasileiro dos Executivos de Finanças (Ibef), regional do Ceará, promoverá nesta quarta-feira, às 19 horas, no Hotel Gran Marquise, um debate com a participação de Bruno Matias, especialista de investimentos do Banco Julius Bär, da Suíça.

Na ocasião, ele debaterá a temática “Oportunidades de Investimentos: Os Vencedores do Amanhã”.

A coordenação do evento, voltado a economistas, administradores, investidores e o empresariado em geral, é do presidente do Ibef-CE, Raul dos Santos Neto.

(Foto – Balada In)

Vem aí o Observatório da Indústria do Ceará

Da Coluna O POVO Economia, da jornalista Neila Fontenele, no O POVO desta quarta-feira:

Uma sala com painéis e bancos de dados contendo informações geográficas e combinações de dados sobre o Ceará. Esse deve ser o Observatório da Indústria, que será inaugurado pela Federação das Indústrias do Estado (Fiec) no próximo mês.

O projeto, idealizado pelo presidente da entidade, Beto Studart, deve abrir canais de acesso a informações mais precisas para investidores, empresários e academia.

(Foto – Divulgação)

Taxa do cheque especial chega a 303,2% ao ano em julho

A taxa de juros do cheque especial caiu em julho, de acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (29). A taxa chegou a 303,2% ao ano, com redução de 1,7 ponto percentual em relação a junho. Essa é a menor taxa desde março de 2016, quando estava em 300,8% ao ano. Na comparação com julho de 2017, houve redução de 18,1 pontos percentuais na taxa do cheque especial.

As regras do cheque especial mudaram em julho. Segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban), os clientes que utilizam mais de 15% do limite do cheque durante 30 dias consecutivos passaram a receber a oferta de um parcelamento, com taxa de juros menor que a do cheque especial definida pela instituição financeira

A taxa média do rotativo do cartão de crédito também caiu, chegando a 271,4% ao ano, com redução de 20,4 pontos percentuais em relação a junho. A taxa média é formada com base nos dados de consumidores adimplentes e inadimplentes. No caso do consumidor adimplente, que paga pelo menos o valor mínimo da fatura do cartão em dia, a taxa chegou a 252,1% ao ano em julho, com redução de 9 pontos percentuais em relação a junho.

Já a taxa cobrada dos consumidores que não pagaram ou atrasaram o pagamento mínimo da fatura (rotativo não regular) caiu 28,1 pontos percentuais, chegando a 285,2% ao ano. O rotativo é o crédito tomado pelo consumidor quando paga menos que o valor integral da fatura do cartão. O crédito rotativo dura 30 dias. Após esse prazo, as instituições financeiras parcelam a dívida.

Em abril, o Conselho Monetário Nacional (CMN) definiu que clientes inadimplentes no rotativo do cartão de crédito passem a pagar a mesma taxa de juros dos consumidores regulares. A regra entrou em vigor em junho deste ano. Mesmo assim, a taxa final cobrada de adimplentes e inadimplentes não será igual, porque os bancos podem acrescentar à cobrança os juros pelo atraso e multa.

Modalidades caras

Apesar da redução das taxas do rotativo do cartão e do cheque especial, essas modalidades de crédito são as mais caras entre as oferecidas pelos bancos. A taxa do crédito pessoal, por exemplo, é mais baixa: chegou a 118,5% ao ano, em julho, com aumento de 3,8 pontos percentuais em relaçãoa junho. A taxa do crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) ficou praticamente estável, com a redução de 0,1 ponto percentual, chegando a 24,9% ao ano, em julho.

A taxa média de juros para as famílias caiu 1,1 ponto percentual para 52% ao ano, em julho. A taxa média das empresas subiu 0,4 ponto percentual: agora é de 20,6% ao ano.

Inadimplência

A inadimplência do crédito, considerados atrasos acima de 90 dias, para pessoas físicas, permaneceu em 5%. No caso das pessoas jurídicas, houve queda de 0,3 ponto percentual para 3,4%. Esses dados são do crédito livre em que os bancos têm autonomia para aplicar dinheiro captado no mercado.

No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura) os juros para as pessoas físicas caíram 0,2 ponto percentual para 7,8% ao ano. A taxa cobrada das empresas subiu 0,3 ponto percentual para 9,2% ao ano. A inadimplência das pessoas físicas permaneceu em 1,9% e das empresas chegou a 1,4%, com redução de 0,2 ponto percentual.

Em julho, o saldo de todas as operações de crédito concedidas pelos bancos ficou em R$ 3,125 trilhões, com recuo de 0,2%, no mês e crescimento de 1,1%, no ano. Em 12 meses, a expansão chegou a 2,4%. Esse estoque do crédito corresponde a 46,4% de tudo o que o país produz – Produto Interno Bruto (PIB), com redução de 0,4 ponto percentual em relação a junho.

(Agência Brasil)

Fraport abre discussões sobre ocupação comercial do futuro terminal de passageiros

A Fraport já abriu discussões, em Porto Alegre (RS), onde está sua sede, acerca dos processos licitatórios das lojas que ocuparão o futuro terminal do Aeroporto Internacional Pinto Martins, que ficará pronto no fim de 2019.

Virão muitas novidades, adiantam fontes da empresa alemã que é gestora do aeroporto.

(Foto – Divulgação)

Princípio de incêndio é registrado em área da CSP

A Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP), situada em São Gonçalo do Amarante (Região Metropolitana de Fortaleza) registrou, na última segunda-feira, um princípio de incêndio.

O fato ocorreu no pátio de matérias-primas, com chamas chegando a atingir a correia transportadora interna de carvão mineral, segundo relatos de alguns funcionários.

O fogo imediatamente controlado e não se registrou feridos, de acordo com a assessoria de comunicação da CSP. As causas que provocaram o princípio de incêndio serão investigadas, adiantou a assessoria, acrescentando que a correia transportadora não operava no momento do fogo.

(Vídeo feito por leitor do Blog)

Apenas 18% dos brasileiros pouparam em junho, diz CNDL

Entre os brasileiros, apenas 18% pouparam dinheiro no mês de junho, de acordo com a Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL) e o Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil). Em média, o valor guardado foi de R$ 520.

A maioria, 73%, respondeu que terminou o mês sem nenhuma reserva. Entre as justificativas estão a renda muito baixa (44%), o que inviabiliza guardar dinheiro. Outros motivos apontados foram imprevistos (17%), ausência de renda por desemprego (15%) e reconhecimento de descontrole sobre os próprios gastos (14%).

O levantamento mostra que 35% dos brasileiros poupam habitualmente, sendo que 28% afirmam guardar o que sobra do orçamento e 7% estipulam um valor a ser poupado. Os objetivos para o dinheiro poupado são cobrir imprevistos (53%), garantir um futuro melhor à família (37%), enfrentar eventual desemprego (28%), cobrir a aposentadoria (17%), arcar com a educação dos filhos (16%), fazer viagens (15%) e reformar a casa (15%). Já 55% admitem que não têm o hábito de poupar.

Aplicações

A poupança lidera entre as aplicações financeiras, sendo citada por 64% dos que poupam habitualmente. Guardar dinheiro em casa é a segunda opção, mencionada por 25% dos brasileiros. Em terceiro lugar, aparece a conta corrente (15%); em quarto, os fundos de investimentos (9%) e, em quinto, a previdência privada (7%).

Modalidade de investimento mais conhecida pelos brasileiros, 92% já ouviram falar sobre a poupança. Em seguida vêm os títulos de capitalização (57%), os planos de previdência privada (53%), as ações em bolsas de valores (42%), os fundos de investimentos (34%), o Tesouro Direto (25%) e os CDBs (25%).

A sondagem mostra que 38% dos poupadores precisaram sacar alguma parte dos seus recursos em junho. Os imprevistos foram a principal razão para o saque, citado por 13%. Outros 8% sacaram porque os ganhos não haviam sido suficientes, 8% para quitar dívidas pendentes e 5% por estarem sem emprego.

O indicador da CNDL abrangeu 12 capitais das cinco regiões brasileiras: São Paulo, Rio de Janeiro, Belo Horizonte, Porto Alegre, Curitiba, Recife, Salvador, Fortaleza, Brasília, Goiânia, Manaus e Belém. Juntas, essas cidades somam aproximadamente 80% da população residente nas capitais. A amostra, de 800 casos, foi composta por pessoas com idade superior ou igual a 18 anos, de ambos os sexos e de todas as classes sociais. A margem de erro é de 3,5 pontos percentuais a uma margem de confiança de 95%.

(Agência Brasil)

BNB vai expandir FNE Sol para pessoas físicas a partir de setembro

O Banco do Nordeste está participando da Intersolar South America – Feira e Congresso do Setor Solar Sul-Americano, com palestras para divulgar sua linha de financiamento FNE Sol Essa linha de crédito financia todos os componentes para geração centralizada e sistemas de micro e minigeração de energia elétrica fotovoltaica, eólica, de biomassa ou pequenas centrais hidroelétricas (PCH) e também sua instalação. É destinado a empresas de todos os portes e setores, produtores e empresas rurais, cooperativas e associações, instalados na área de atuação do Bbnco, que inclui os Estados nordestinos e o norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

Em setembro, segundo a assessoria de imprensa do BNB, a Instituição vai expandir o acesso ao FNE Sol a pessoas físicas, para fins residenciais. Os clientes poderão financiar com o BNB até 100% do investimento, com limite de até R$ 100 mil e prazo de pagamento de até oito anos. No caso de valores até R$ 50 mil, a garantia necessária será aval somado a alienação dos equipamentos; acima deste valor, será garantia real mais alienação dos equipamentos.

A linha de crédito FNE Sol utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O funding, operado exclusivamente pelo BNB, dispõe de taxas de juros bastante atrativas, que permitem que as parcelas do contrato sejam equivalentes à redução projetada na conta de energia, após a implantação do sistema de compensação. “Os equipamentos podem ser adquiridos, financiados, sem impacto nos gastos e o cliente passa a consumir a própria energia, renovável e limpa. Depois de quitado o financiamento, ficam apenas os benefícios da redução da conta”, destaca o superintendente de Negócios de Varejo e Agronegócio do Banco, Luiz Sérgio Machado.

Para pessoas jurídicas, os financiamentos referentes a geração distribuída podem ser de até 100% do valor do investimento, quando os equipamentos financiados forem alienados em composição com outras garantias; em alguns casos, de até 75%, podendo ser os equipamentos a única garantia do crédito, dependendo do porte e da localização da empresa. Os prazos para pagamento são de até 12 anos, com carência de até um ano. No que se refere a geração centralizada, os prazos se estendem a até 20 anos, com carência de até cinco anos.

O Banco do Nordeste já financiou mais de R$ 3,9 bilhões para geração centralizada de energia solar, eólica, biomassa e micro e minigeração no período de janeiro de 2017 a julho de 2018.

Acrísio Sena destaca efeitos do Estatuto da Segurança Bancária

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O vereador Acrísio Sena (PT) ocupou a tribuna da Câmara Municipal nesta terça-feira para destacar a passagem do Dia do Bancário. Em sua fala, lamentou o número de desempregados da categoria, o que foi ocasionado pela automação das funcções nas agências e pelos serviços via internet.

Ele, no entanto, aproveitou para ressaltar o Estatuto de Segurança Bancária, projeto de sua iniciativa e que foi acatado pela Prefeitura. “O Estatuto Bancário reduziu quase a zero as saidinhas, assaltos e outras ocorrências em Fortaleza. Pelo seu sucesso, foi estendido para todo o Ceará, numa parceria com o Sindicato da categoria”, observou Acrísio.

O petista ressaltou que essas mudanças por meio do Estatuto vieram “mesmo com a resistência dos banqueiros que, apesar de seus lucros exorbitantes, se negavam a gastar com itens como portas giratórias, câmeras de monitoramento, biombos e demais dispositivos.”

(Foto – CMFor)

Dólar volta a superar a barreira dos R$ 4,10

A cotação da moeda norte-americana voltou a superar a barreira dos R$ 4,10 no meio da manhã de hoje (28), com alta de 0,61%. O dólar estava cotado a R$ 4,105 para venda às 10h30min, depois de abrir o pregão em leve baixa de 0,13%, valendo R$ 4,0760 para venda às 9h.

O Ibovespa, índice da B3, da bolsa de valores de São Paulo, começou o dia em pequena queda, invertendo os últimos dois fechamentos em alta. O Ibovespa registrava queda de 0,28%, com 77.714 pontos às 10h45.

(Agência Brasil)

Confiança da Indústria recua e registra menor índice desde janeiro

O Índice de Confiança da Indústria (ICI) recuou 0,4 ponto de julho para agosto deste ano, fechando em o mês em 99,7 pontos – o menor desde os 99,4 pontos relativos a janeiro deste ano. Pela métrica de médias móveis trimestrais, o indicador registrou a terceira queda consecutiva e recuou 0,4 ponto, para 100 pontos.

Os dados do ICI de agosto foram divulgados hoje (28) pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (Ibre FGV) e indicam que em agosto o Índice da Situação Atual (ISA) caiu 1,1 ponto, para 97,9 pontos. A queda reflete retração em 12 dos 19 segmentos do indicador da Situação Atual.

Mantendo-se acima do nível neutro (de 100 pontos), o Índice de Expectativas (IE) subiu 0,3 ponto, para 101,4 pontos. Ainda assim, a melhora das expectativas atingiu apenas 9 dos 19 segmentos – menos da metade.

Para a coordenadora da Sondagem da Indústria da FGV, Tabi Thuler Santos, “a fragilidade da recuperação industrial, retratada pela sondagem ao longo do ano, culmina em agosto com o ICI registrando nível inferior aos 100 pontos (baixa confiança) pela primeira vez desde janeiro”.

De acordo com Tabi, “a escassez de boas notícias e bons resultados, e o elevado nível de incerteza mantido por questões internas e externas, tornam a recuperação da confiança mais distante no horizonte temporal”.

Nível dos estoques

Os números de agosto do Índice de Confiança da Indústria indicam que o nível dos estoques foi o único componente a piorar dentre as percepções sobre a situação atual e, portanto, foi determinante para a queda do ISA em agosto.

O percentual de empresas com estoques excessivos subiu de 7,6% para 9,3%, de julho para agosto, enquanto a parcela de empresas com estoques insuficientes, que também subiu, o fez em menor proporção, ao passar de 4,3% para 4,8% do total.

Já a melhora constatada no Indicador de Expectativa, em agosto, se deu em razão da evolução das expectativas com a melhora do nível do pessoal ocupado nos três meses seguintes.

Após forte queda no mês anterior, o indicador subiu 2,1 pontos, para 97,7 pontos. Houve diminuição da proporção de empresas prevendo aumento do quadro de pessoal, de 17,4% para 17,1%. A parcela daquelas que esperam redução caiu em maior proporção, de 15,0% para 12,6% do total.

Apesar do aumento no número de empresas com estoques excessivos, o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) avançou 0,3 ponto percentual em agosto, para 76,0%. Esse resultado é, no entanto, segundo a FGV, “insuficiente para compensar as quedas registradas nos dois meses anteriores”. A edição de agosto de 2018 coletou informações de 1.084 empresas entre os dias 01 e 24 deste mês.

(Agência Brasil)

Casa do Mel de Santana do Acaraú recebe financiamento para sua conclusão

Vai sair do papel o projeto de implantação da Casa do Mel de Santana do Acaraú. A Secretaria do Desenvolvimento Agrária do Estado informou aos responsáveis pela iniciativa que a última parcela, de um total de R$ 200 mil, está sendo liberada nesta segunda-feira. A medida chega depois do trabalho de pressão política da Incubadora Universitária de Empreendimentos Econômicos e Solidários da Universidade Estadual Vale do Acaraú – IEES-UVA, das apicultoras do grupo de mulheres que colhem doçura do Assentamento Alvaçan-Goiabeiras e sua Associação APISAdoçura, do Centro Cooperativo Popular (CEPOP-SANTANA) e da Cooperativa Agropecuária dos Agricultores Familiares de Santana do Acaraú.

“Agora, completado o dinheiro, é trabalhar a execução final do ansiado empreendimento”, destaca o professor Chico Guedes, um dos idealizadores e coordenador geral da IEES-UVA.

Assim, a Casa do Mel, localizada no PA Alvaçan-Goiabeiras, que é sede da Associação das Apicultoras e Apicultores de Santana do Acaraú, APISA doçura, vai ser instalada na localidade de Águas Belas beneficiando diretamente 30 famílias da comunidade e estimulando, consequentemente, na avaliação de Catiana Maria, do CEPOP Santana, a produção de outros apicultores da região. Ela relembra que a luta por essa Casa do Mel começou em 2006, época do prefeito Antônio de Pádua, e, em 2012, surgiu uma emenda do então deputado Eudes Xavier. Com isso, já existem projeto arquitetônico e alguns equipamentos.

A apicultura (arte ou técnica de criar abelhas para extrair-lhes mel, própolis etc) tem cadastrado em Sobral (Zona Norte), por exemplo, 120 apicultores, que desenvolvem suas atividades com apoio de três Casas do Mel, para onde escoa a produção comercializada pelo Programa de Aquisição de Alimentos (PAA) e para venda de porta em porta. No Ceará são 8.500 criadores.

Gastos dos brasileiros no Exterior caem 7,9% em julho

Com a alta do dólar, o recuo nos gastos de brasileiros em viagem ao exterior foi maior em julho. De acordo com dados divulgados hoje (27), em Brasília, pelo Banco Central (BC), essas despesas chegaram a US$ 1,731 bilhão no mês passado, com redução de 7,9%, em relação a julho de 2017 (US$ 1,879 bilhão). Em junho, as despesas também registraram recuo, comparadas com igual período de 2017. A queda foi de 1,5%.

“O orçamento [das viagens] tende a ser feito em moeda nacional. Naturalmente, o comportamento do câmbio vai afetar o gasto no exterior”, disse o chefe adjunto do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Lemos. Nos sete meses do ano, entretanto, as despesas em 2018 (US$ 11,304 bilhões) ainda são maiores do que as de 2017 (US$ 10,684 bilhões).

Gastos de estrangeiros

As receitas de estrangeiros no Brasil chegaram a US$ 417 milhões em julho, e a US$ 3,657 bilhões, nos sete meses do ano. Com o resultado das despesas de brasileiras e as receitas de estrangeiros, a conta de viagens internacionais ficou negativa em US$ 1,314 bilhão no mês passado, e em US$ 7,647 bilhões nos sete meses do ano.

De acordo com dados preliminares do BC para agosto deste ano, as despesas de brasileiros no exterior estão em US$ 1,1 bilhão, e as receitas de estrangeiros em US$ 359 milhões, até o dia 23. Com isso, o déficit na conta de viagens está em US$ 713 milhões em agosto, até a última quinta-feira.

(Agência Brasil)