Blog do Eliomar

Categorias para Economia

Conta de luz terá bandeira vermelha em dezembro

297 1

A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) divulgou ontem que a bandeira tarifária para o mês de dezembro será vermelha, mas no patamar 1, com custo um pouco menor, de R$ 3 a cada 100 kWh (quilowatts-hora) consumidos. A divulgação da bandeira do mês de dezembro deveria ter ocorrido na última sexta-feira. A Aneel não informou o motivo do atraso.

Desde outubro, vigorava o patamar 2 na cobrança nas contas de luz, tarifa mais cara prevista na distribuição das bandeiras e que implica cobrança de taxa extra nas contas de luz de R$ 5 a cada 100 kWh consumidos, após reajuste anunciado em novembro. Em setembro, vigorou na cobrança das contas de luz a bandeira amarela, que aplicou uma taxa extra de R$ 2 para cada 100 kWh.

De acordo com a agência, houve uma ligeira melhora na situação dos reservatórios das usinas hidrelétricas. A Aneel disse ainda que, embora não haja risco de desabastecimento, é preciso reforçar as medidas para evitar o desperdício de energia.

Na semana passada, o Comitê de Monitoramento do Setor Elétrico (CMSE) apontou uma “pequena melhoria” nas condições de atendimento ao Sistema Interligado Nacional, em razão das chuvas registradas no mês de novembro.

De acordo com o comitê, o cenário é de acompanhamento da evolução “considerando as chuvas previstas nos próximos dias em grande parte do país.” Para o período de 15 a 30 dias, a previsão é de chuvas relativamente próximas à média histórica no Sudeste, Centro-Oeste e no centro-norte da região Sul. Bandeiras tarifárias

É válido ressaltar que a persistência da seca fez com que a agência antecipasse o reajuste das bandeiras, que seria válido apenas a partir de janeiro. Assim, sistema das bandeiras tarifárias passa a levar em consideração o nível dos reservatórios das hidrelétricas (risco hidrológico). Até então, o modelo considerava apenas o preço da energia no mercado à vista (PLD).

(Com Agências)

Produção industrial cresce e emprego no setor fica estável, avalia CNI

O relatório Sondagem Industrial, divulgado nessa segunda-feira (27) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), informa que a atividade industrial encontra-se em patamar mais elevado que há um ano e avalia que a recuperação da indústria brasileira segue em curso. O estudo também aponta que o número de trabalhadores no setor se manteve estável no mês de outubro, fato inédito desde 2013.

“O índice de evolução do número de empregados mostra interrupção do ciclo de demissões em outubro. O índice ficou praticamente sobre a linha divisória, em 49,7 pontos. É a primeira vez, desde novembro de 2013, que o índice mostra estabilidade do emprego”, informa o levantamento.

O relatório revela que a produção industrial aumentou em outubro, quando o índice de evolução da produção registrou 52,6 pontos. O índice de outubro de 2017 supera os registrados nos meses de outubro de 2015 e 2016, cujos valores ficaram abaixo de 50 pontos, demonstrando queda da produção.

O nível de estoque se ajustou e voltou ao patamar planejado pelos empresários, após um pequeno excesso indesejado no mês de setembro. O índice de evolução dos estoques ficou em 49,3 pontos, apontando pequeno recuo.

O índice de intenção de investimentos no setor teve aumento de 1 ponto entre os meses de outubro e novembro, chegando a 50,6 pontos. Este é o quinto mês consecutivo sem recuo do índice.

A sondagem indica que as expectativas para o setor são otimistas, apesar de uma leve redução em novembro. “Mesmo com as contrações neste mês, os índices de expectativa de demanda, compras de matérias primas e quantidade exportada seguem acima dos 50 pontos, ou seja, indicam otimismo”, informa.

(Agência Brasil)

Agropacto quer resgatar a cultura do algodão no Ceará

No passado, o Ceará esteve entre os maiores produtores dessa cultura no País.

Nesta terça-feira, às 7h30mn, na sede da Fiec, o Agropacto vai debater sobre um programa de modernização da cultura do algodão no Ceará e no Brasil.

Segundo o presidente da Federação da Agricultura do Estado, Flávio Saboya, o convidado é o presidente da Associação Brasileira dos Produtores de Algodão, Arlindo de Azevedo.

O setor produtivo cearense pensa seriamente em retomar a cultura do algodão. Desde, claro, que conte com o apoio oficial em todos os sentidos.

Cheques de qualquer valor serão compensados em até um dia útil

A compensação de cheques de qualquer valor passará a ser feita em um dia útil, inclusive os de menos de R$ 300, cujo prazo atual é de dois dias úteis. A mudança está prevista na Circular 3.859, divulgada hoje (27) pelo Banco Central (BC), que altera a sistemática de compensação de cheques. Os bancos e a Centralizadora da Compensação de Cheques (Compe) terão 180 dias para se adequar à nova sistemática.

Segundo o BC, com a redução da quantidade de cheques em circulação e o aumento da capacidade tecnológica para o seu processamento, a existência de mais de uma faixa de valores para compensação deixou de se necessária. Entre março de 2005 e outubro de 2017, o número de cheques processados mensalmente pela Compe caiu de 170 milhões para 42 milhões.

“A unificação da compensação, atualmente segregada por faixas de valores, permitirá ganho de eficiência e redução de custos, operacionais e financeiros, para todo o sistema, em linha com a agenda BC+ [medidas para tornar o crédito mais barato, aumentar a educação financeira, modernizar a legislação e tornar o sistema financeiro mais eficiente]. As alterações seguem o esforço do BC de aprimorar os vários instrumentos de pagamentos, tornando-os mais seguros e eficientes para o usuário”, informou o banco.

(Agência Brasil)

Adece vai comemorar 10 anos de atividades

A Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece) vai comemorar, às 15 horas da próxima quinta-feira, em seu auditório, 10 anos de atividades.

Na ocasião, a presidente da Adece, Nicolle Barbosa, deverá apresentar um balanço das ações do órgão que congregará uma série de câmaras setoriais criadas para planejar e repensar setores de investimentos da economia do Estado.

SERVIÇO

*Adece – Avenida Com Luís, 807 – 7º andar – Meireles.

CNI divulga nesta semana três pesquisas expondo termômetro do mercado

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgará, nesta semana, três pesquisas mensais: a Sondagem Industrial, a Sondagem Indústria da Construção e o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC). As pesquisas serão publicadas no Portal da Indústria. Hoje, 27, às 14h30min, será divulgada a Sondagem Industrial de outubro, informa a assessoria de imprensa da confederação.

A pesquisa, feita com 2.379 empresas entre 1º e 14 deste mês, revela a percepção dos empresários sobre o desempenho da produção, do emprego, dos estoques e da utilização da capacidade instalada da indústria em setembro. Mostra ainda as expectativas para os próximos seis meses sobre a demanda, as exportações, o emprego e a compra de matérias-primas.

Nesta terça-feira, 28, às 11 horas, a CNI divulgará a Sondagem Indústria da Construção de outubro. Essa pesquisa mostra a percepção dos empresários da construção sobre a utilização da capacidade de operação, o nível de atividade e o número de empregados em setembro. Também revela as expectativas para os próximos seis meses sobre o nível de atividade, os novos empreendimentos e serviços, as compras de insumos e o número de empregados.

Já na sexta-feira, 1º de dezembro, às 11 horas, a CNI divulgará o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (INEC). Nele, as expectativas dos consumidores para os próximos seis meses em relação à inflação, ao desemprego, à renda pessoal e à intenção de realizar compras de maior valor.

Dívida pública federal sobe para R$ 3,44 trilhões em outubro

293 1

A Dívida Pública Federal – que inclui o endividamento interno e externo do Brasil – aumentou em R$ 8 bilhões em outubro. O estoque da dívida subiu 0,22%, passando de R$ 3,430 trilhões, em setembro, para R$ 3,438 trilhões em outubro, informou hoje (27) a Secretaria do Tesouro Nacional do Ministério da Fazenda.

Esse crescimento da dívida ocorreu devido aos gastos com juros no valor de R$ 30,97 bilhões. Por outro lado, em setembro, os resgates de títulos pelos investidores foram superiores às emissões de títulos, em R$ 23,33 milhões.

A Dívida Pública Mobiliária Federal interna (DPMFi), que é a parte da dívida pública que pode ser paga em reais, ficou praticamente estável (redução de 0,02%) em R$ 3,311 trilhões.

O estoque da Dívida Pública Federal Externa, captada do mercado internacional, teve aumento de 6,88%, encerrando o mês passado em R$ 127,07 bilhões (US$ 38,78 bilhões).

A variação do endividamento do Tesouro pode ocorrer por meio da oferta de títulos públicos em leilões pela internet (Tesouro Direto) ou pela emissão direta. Além disso, pode ocorrer assinatura de contratos de empréstimo para o Tesouro, tomado de uma instituição ou de um banco de fomento, destinado a financiar o desenvolvimento de uma determinada região. Já a redução do endividamento se dá, por exemplo, pelo resgate de títulos.

De acordo com o Plano Anual de Financiamento (PAF), a dívida pública poderá fechar este ano entre R$ 3,45 trilhões e R$ 3,65 trilhões.

Em outubro, os maiores detentores da dívida pública eram os fundos de Previdência (25,37%) . O estoque desse grupo passou de R$ 834,76 bilhões para R$ 840,17 bilhões, entre setembro e outubro. Em seguida, estão as instituições financeiras, com 21,5%, os fundos de investimentos (25,96%), os investidores estrangeiros (12,78%), o governo (4,69%), seguradoras (4,03%) e outros (5,66%) .

(Agência Brasil)

Cinturão das Águas – Governo federal libera mais R$ 24 milhões para o projeto

O Ministério da Integração Nacional liberou mais R$ 24,28 milhões para as obras do Cinturão das Águas do Ceará (CAC), projeto por onde entrará, no estado do Ceará, as águas da transposição do rio São Francisco. A informação é da assessoria de comunicação da pasta, adiantando que neste mês de novembro o governo federal investiu R$ 33 milhões no empreendimento.

O Cinturão das Águas tem por objetivo garantir o abastecimento regular de água para mais de 4,5 milhões de habitantes na Grande Fortaleza. Com mais essa liberação, a obra, neste ano, recebeu uma soma de R$ 144,5 milhões.

Projeto

O Cinturão é um empreendimento executado pelo governo do estado e faz parte do programa “Agora, é Avançar” do governo federal. A expectativa é de que nos primeiros meses de 2018, o trecho 1 do CAC, com 145 quilômetros, seja contemplado pelas águas do Eixo Norte do Projeto São Francisco por meio da barragem Jati, localizada na cidade de mesmo nome.

Mercado financeiro reduz projeção da inflação deste ano para 3,06%

O mercado financeiro reduziu a projeção para a inflação. A estimativa para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) caiu de 3,09% para 3,06%, este ano, e de 4,03% para 4,02% para 2018. A estimativa consta do boletim Focus, uma publicação divulgada no site do Banco Central (BC) todas as segundas-feiras com projeções para os principais indicadores econômicos.

As projeções para 2017 e 2018 permanecem abaixo do centro da meta de 4,50%, que deve ser perseguida pelo BC. Essa meta tem ainda um intervalo de tolerância entre 3% e 6%.

Para alcançar a meta, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 7,5% ao ano. A expectativa do mercado financeiro para a Selic ao final de 2017 e de 2018 segue em 7% ao ano.

A estimativa para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), foi mantida em 0,73% este ano, e ajustada de 2,51% para 2,58% para 2018.

(Agência Brasil)

Fiec – Camilo participa de seminário sobre incentivos fiscais com empresas cearenses

O governador Camilo Santana participa nesta segunda-feira (27), a partir das 18h30min, na Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), de seminário para discutir incentivos fiscais com empresas cearenses. O evento é uma promoção da Fiec, da Federação de Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Ceará (Fecomércio) e do Governo do Ceará.

Diante da atual política econômica, o poder público abre mão de uma parte dos recursos que receberia com o Imposto de Renda das empresas, para fomentar a execução de iniciativas sociais, culturais, educacionais, de saúde e esportivas. A destinação é feita pela própria empresa, que pode escolher os projetos e causas que desejar investir e potencializar.

Com o seminário, o Governo do Ceará pretende estimular o investimento em projetos localizados em território cearense, uma vez que muitas deduções de IR são destinadas a projetos em outros Estados. A ação é liderada pelo Conselho Temático de Responsabilidade Social da FIEC (CORES), que na ocasião lançará a cartilha “Incentivos Fiscais – Agregue valor à sua empesa e contribua com o desenvolvimento social”, formulada em parceria com a Fundação Beto Studart.

O evento é destinado exclusivamente a empresas com tributação do Imposto de Renda no Lucro Real e para empresas com ICMS tributado sem Substituição Tributária. Em pauta, estarão o Ato Normativo CEDIN 01/2016 que obriga as empresas com Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI) a aplicarem recursos em projetos no território do Estado do Ceará que sejam contemplados pelas leis de incentivo, sob pena de revogação do benefício concedido pelo Conselho Estadual de Desenvolvimento Industrial – Cedin.

Nesse quadro estão a Lei Rouanet, Lei do Esporte, Lei da Criança e do Adolescente, Lei do Idoso, Programa Nacional de Apoio à Atenção da Saúde da Pessoa com Deficiência (PRONAS/PCD) e Programa Nacional de Apoio à Atenção Oncológica (PRONON). Também será discutida a Lei Estadual de Incentivo à Cultura, Lei do Mecenato, que permite a dedução de 2% do ICMS das empresas investidoras.

(Governo do Ceará)

O diagnóstico que precisa ser visto sem ranços

Da Coluna Fábio Campos, no O POVO deste domingo (26):

Ano de 2015. Governo Dilma. A recessão já definia o quadro econômico e político do Brasil. No Ministério da Fazenda, o economista Joaquim Levy fazia de conta que exercia com todas as prerrogativas o papel de ministro. Todos sabiam que era a “presidenta” Dilma que dava as cartas na economia, o que explicava, em boa parte, o desastre em que o País havia se metido.

Entre um e outro memorando de menor importância, Levi assinou um documento que pediu ao Banco Mundial o diagnóstico dos gastos públicos brasileiros. Algo básico que deveria ser tarefa cotidiana de todo governo que se preze.

Poderia ser algo a cair no esquecimento. Porém, mais de dois anos depois, o Banco Mundial entregou ao Governo do Brasil a encomenda que recebera. O título é, no mínimo, provocativo. “Um Ajuste Justo: Uma Análise da Eficiência e da Equidade do Gasto Público no Brasil”.

Todos nós, todos os governantes e autoridades públicas, sabemos muito bem que a ineficiência dos gastos públicos é a grande responsável pela pobreza que aflige milhões de pessoas.

Em nome de uma guerra ideológica ultrapassada no mundo, mas que resiste no Brasil, o problema não é enfrentado. Bilhões e bilhões de reais se perdem em função das más escolhas dos governantes, pela estrutura pública ineficiente, por políticas públicas atrasadas, pelo tamanho exagerado de um estado gastador e pela corrupção que se mostrou desenfreada.

O relatório do Banco Mundial foi ao ponto e com a devida severidade: no Brasil, os governos (federal, estaduais e municipais) gastam mais do que podem; os gastos são ineficientes, pois não cumprem plenamente seus objetivos; e, em muitos casos, de forma injusta, beneficiando os ricos em detrimento dos mais pobres. Claro, objetivo e verdadeiro.

Tomara que o trabalho feito por economistas do Banco Mundial balize a campanha eleitoral que se avizinha. É a chance para que as disputas não versem sobre a conversa fiada de sempre. O diagnóstico avalia os gastos sobre três aspectos: o peso no Orçamento, a eficiência e a avaliação sobre o ponto de vista da justiça social. Perfeito. É exatamente tudo o que importa.

De nada serve um governante ou um candidato dizer que gastou tanto nisso ou naquilo. O que importa é saber se a ação era necessária, viável, se vale o quanto custa, se deu os resultados previstos e se fez com que tais resultados chegassem aos que mais precisam. Quem são eles? Os mais pobres, claro.

O Ceará, por exemplo, está repleto de decisões que foram adotadas com tais características. Lá atrás, tivemos políticas exemplares como os agentes de saúde. Barata e adequada para o momento de então. Mais recentemente, tivemos uma política de educação eficiente e barata que permitiu ao Estado resultados de referência na área.

Planalto retira restrições ambientais do governo inglês na exploração de petróleo e energia

Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (26):

Graças à indignação de ambientalistas britânicos com o descumprimento de protocolos internacionais de proteção ao meio-ambiente, assumidos por seu governo, os brasileiros tomaram conhecimento, através do jornal The Guardian, de maracutaias envolvendo o Ministério do Comércio do Reino Unido e o Ministério das Minas e Energia, do governo Temer, contra interesses do povo brasileiro na área de petróleo e energia. Tudo feito em segredo para evitar reações.

Londres despachou para o Brasil Greg Hands, ministro do Comércio, para comandar o lobby destinado a obter do governo Temer a eliminação de exigências legais brasileiras na área petrolífera, que prejudicavam as petroleiras de Sua Majestade, interessadas em abocanhar o pré-sal. O Planalto retirou a exigência que as obrigava a comprar equipamentos na indústria nacional (política de conteúdo nacional), bem como aboliu restrições ambientais estabelecidas pela legislação brasileira e dispensou as grandes multinacionais de um volume gigantesco de impostos resultantes da operação.

Resultado: a rapinagem britânica custou ao Brasil mais de R$ 1 trilhão em isenção de impostos para a Shell, a BB e a Premier Oil, segundo The Guardian. Tudo em detrimento da Petrobras e do pré-sal. Um verdadeiro crime de lesa-pátria, praticado por entreguistas descarados.

Enquanto os brasileiros têm cortes na saúde, na educação, na segurança e nos programas sociais, e o País volta a fazer parte do Mapa da Fome, o Planalto entrega, de mãos beijadas, mais de um trilhão de reais de futuras receitas para os bolsos das petroleiras internacionais.

Como se chama quem atua contra os interesses de sua pátria? Se depender do governo Temer, de seu ministro das Minas e Energia, Paulo Pedrosa, e de gente como Pedro Parente, presidente da Petrobras, não será duvidoso que até o Cristo Redentor em breve esteja no Museu Britânico ao lado de outros antigos troféus de povos conquistados.

O Brasil que trabalha e produz

Editorial do O POVO deste sábado (25) aponta que setor imobiliário deve acelerar crescimento no próximo ano. Confira:

Pesquisa da Associação para o Desenvolvimento Imobiliário e Turístico do Brasil (Adit) mostra que 91% dos empresários do setor imobiliário pretendem fazer investimentos no próximo ano. O desenvolvimento do setor é importante alavanca para reduzir o desemprego, pois costuma empregar trabalhadores com menos qualificação, mais atingidos pela retração econômica. Ainda segundo a pesquisa, 30% desses investimentos imobiliários deverão ser feitos na região Nordeste, perdendo apenas para o Sudeste, que deve realizar 40% dos negócios.

Um percentual elevado de empresários, 68%, acredita que o mercado imobiliário já está em curva ascendente, ainda que de forma lenta, com projeção que a retomada se tornará mais rápida em 2018. Para o presidente da Adit, Felipe Cavalcante, o otimismo no setor tem a ver com as recentes quedas na taxa básica de juros, a taxa Selic, e também na redução do desemprego, fazendo com que as pessoas tornem a fazer planos de longo prazo, a exemplo da compra de imóveis.

Se a melhora na economia – vários outros setores, inclusive o industrial, também apresentam recuperação – depende da redução da taxa Selic e do aumento do emprego, as notícias são favoráveis. Atualmente em 7,5%, a taxa básica de juros deve cair para 7%, que ainda será um percentual alto, porém trará repercussão positiva na economia, incentivando o investimento e o consumo.

Quanto à questão dos empregos, dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgados nesta semana, mostram que o País abriu 76.599 novas vagas de emprego formal em outubro, o sétimo aumento consecutivo de vagas com carteira assinada, sendo o melhor resultado desde 2013. O aumento foi puxado, principalmente, pelo comércio e pela indústria.

Se do ponto de vista da economia concreta os indicadores vêm melhorando, o mesmo não se pode dizer da política, fator que pode contrariar as previsões otimistas. De qualquer modo – e felizmente -, observa-se que a rede de intrigas e corrupção que devastam o campo político, vem sendo sobrepujada pelo Brasil real, que se descola dessas manifestações mesquinhas, para continuar trabalhando, produzindo e ajudando o País a crescer.

C.Rolim Engenharia ganha prêmio de melhor construtora do ano

Pelo segundo ano seguido, a C.Rolim Engenharia foi apontada pelo Sindicato das Construtoras do Ceará (Sinduscon-CE) como a melhor empresa do ramo nesta ano de 2017. O evento, comandado por André Montenegro, dirigente da entidade, ocorreu na noite dessa sexta-feira (24) e marcou 75 anos de fundação do sindicato.

O vice-presidente da construtora, Pio Rodrigues, disse que o reconhecimento é fruto de muito trabalho, sustentado em cima de três pilares: credibilidade, qualidade e sustentabilidade.

Nos 40 anos da empresa, Pio Rodrigues revelou que a C.Rolim Engenharia está em seu segundo melhor ano em termos de vendas. O empresário acredita na retomada da economia e no fim da crise. “Temos dado bons exemplos de gestão estadual e municipalmente. Vamos construir um novo Brasil. Esse não é o Brasil que merecemos”, avaliou.

(Foto – Paulo MOska)

TIM comemora 10 anos no Índice de Sustentabilidade Empresarial

A TIM está completando 10 anos no Índice de Sustentabilidade Empresarial (ISE) da B3, mantendo-se como a empresa do setor de telecomunicações por mais anos consecutivos na lista. A informação é da assessoria de imprensa dessa empresa de  telefonia.

A carteira foi divulgada pela Bolsa de Valores e reúne 33 ações de 30 companhias, somando R$ 1,28 trilhão em valor de mercado.

Iniciativa pioneira na América Latina, o ISE busca criar um ambiente de investimento compatível com as demandas de desenvolvimento sustentável da sociedade contemporânea e estimular a responsabilidade ética das corporações..

Prévia da confiança da indústria indica alta de 2,7 pontos

A prévia da Sondagem da Indústria relativa a novembro deste ano sinaliza uma alta de 2,7 pontos para o Índice de Confiança da Indústria (ICI) no fechamento de novembro, em comparação com outubro. Se confirmada a previsão, seria a quinta alta consecutiva e o índice avançaria para 98,1 pontos, o maior resultado desde fevereiro de 2014, quando o índice fechou em 98,3 pontos.

Os dados da prévia da Sondagem da Indústria de Transformação foram, divulgados hoje (24), pelo Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV). Se confirmada, a alta refletiria “a melhora tanto das perspectivas com o futuro próximo quanto das avaliações sobre o momento presente”.

Segundo as informações divulgadas, o Índice de Expectativas (IE) subiria 3,8 pontos, para 99 pontos, enquanto o Índice da Situação Atual (ISA) subiria 1,7 ponto, para 97,2 pontos.

Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada da Indústria (Nuci), de acordo com o resultado preliminar de novembro, fecharia em queda de 0,5 ponto percentual, ficando em 73,8 pontos. No fechamento de outubro, o índice registrou alta de 0,4 ponto percentual.

Para a prévia de novembro os técnicos da FGV consultaram 785 empresas entre os dias 1º e 21 deste mês. O resultado final da pesquisa será divulgado na próxima quinta-feira, dia 30.

(Agência Brasil)

Reforma Tributária – Indústria paga preço muito alto pelo peso da burocracia, diz relator

Luiz Carlos Hauly (PSDB/PR), relator da reforma tributária na Câmara dos Deputados, infomrou, nessa quinta-feira à noite, durante reunião de diretora da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), que o peso da burocracia tributária na industria brasileira – em 2012, ficou em torno de R$ 24,6 bilhões pela indústria de transformação com os custos para pagar tributos.

Esse custo, de acordo com Hauly, equivale a 1,16% do faturamento do setor e, considerando a cumulatividade na cadeia produtiva, impacta em 2,6% os preços dos produtos industriais. Na análise por porte de empresa, o custo para pagar tributos de R$ 24,6 bilhões em 2012 distribuiu-se da seguinte forma:

Pequenas empresas: R$ 6 bilhões; Médias empresas: R$ 5 bilhões; e Grandes empresas: R$ 13,6 bilhões.

Por essas e outras, considera a reforma tributária a mais importante para o País.

“Juntos por Fortaleza” deixa algumas lacunas, segundo a oposição

262 1

No programa Juntos por Fortaleza, recentemente lançado em clima de festão no Palácio da Abolição puxado pelo governador Camilo Santana (PT) e o prefeito Roberto Cláudio (PDT) , predominou um pacotão de obras mais no campo da mobilidade.
A oposição anda dizendo que prioridades reivindicadas sempre pela população como saúde e segurança pública, hoje, aliás num quadro de preocupações, tiveram pouco espaço.
(Foto – Divulgação)