Blog do Eliomar

Categorias para Economia

Federação das Indústrias do Ceará vai debater Biotecnologia

A Federação das Indústrias do Ceará promoverá, nesta quinta-feira, em seu auditório, a partir das 10 horas, um painel sobre Biotecnologia. O convidado é Leonardo Bezerra, professor da Universidade Federal do Ceará, cirurgião ginecologista e especialista em cirurgia robótica.

Ele ministrará palestra dentro do evento intitulado “Perfis profissionais para o futuro da indústria cearense”, que reunirá representantes das empresas, instituições de ensino e pesquisa, governo e terceiro setor em debates sobre temas que digam respeito ao Estado e suas perspectivas.

Em formato de mesa redonda, o encontro espera antecipar a oferta de mão de obra qualificada frente à demanda industrial e aos desafios recorrentes das principais tendências tecnológicas setoriais, adianta a Fiec.

Leonardo Bezerra

Formado em Medicina pela Universidade Federal do Ceará (UFC), Leonardo Bezerra tem mestrado e doutorado em ginecologia pela USP. É professor adjunto de Ginecologia e Obstetrícia da UFC, supervisor da residência médica de Endoscopia Ginecológica da Maternidade Escola Assis Chateaubriand (MEAC) da UFC, orientador e membro do Colegiado do Mestrado e Doutorado em Cirurgia também dessa mesma universidade.

(Foto – Divulgação)

5 países – Fortaleza recebe encontro sobre técnicas de gestão e negócios

Estratégias aplicadas para o alto rendimento de empresa é o tema da XXXII edição do Curso Alta Performance nos Negócios (APN), que acontece em Fortaleza, nesta sexta-feira (14) e no sábado (15), no Seara Hotel, na avenida Beira Mar, ministrado pelo empresário e coaching Marcos Freitas, com experiência em desenvolvimento empresarial no Brasil, China, Dubai, Estados Unidos e Canadá.

“Serão dois dias com conteúdo exclusivo para que as empresas tenham resultados práticos e rápidos. A nossa metodologia já foi testada e aprovada por mais de duas mil empresas”, destacou Marcos Freitas, CEO da Seja Alta Performance Escola de Gestão e Negócios.

O encontro apresentará ações como plano de negócio, reter clientes, construir indicadores de sucesso para monitoramento dos negócios, melhorar a margem lucrativa, criar estratégias de diferenciação no mercado e engajar a equipe de funcionários com foco nos resultados estão entre as atividades a serem aplicadas.

(Foto: Divulgação)

Tudo pronto para a Expo Recicla 2019

Fortaleza recebe, nesta quinta e sexta-feira, a IX Expo Recicla. A realização é do Sindiverde, o sindicato que congrega empresa do ramo.

Essa feira reunirá, no Centro de Eventos, empresas de toda cadeia produtiva da reciclagem, como energias renováveis, água, borracha, plástico, entre outros.

A Sou Energy, empresa agraciada com o Prêmio Fiec por Desempenho Ambiental, na modalidade “Produção Mais Limpa”, é uma das participantes da feira, mais precisamente dentro da mesa redonda sobre Sustentabilidade Ambiental da Indústria Cearense.

DETALHE – Recentemente o país atingiu o marco de geração de 1Gw de energia limpa via geração Distribuída. Desse total, 87% foi gerado por placas fotovoltaicas.

(Foto – Arquivo)

Produtos típicos de festas juninas sobem 9,15%, diz FGV

Os preços dos produtos utilizados no preparo dos pratos típicos de festas juninas mostraram alta de 9,15% nos 12 meses compreendidos entre junho de 2018 e maio deste ano, superando a inflação acumulada no período pelo Índice de Preços ao Consumidor-10 (IPC-10), da Fundação Getulio Vargas (FGV), que ficou em 5,06%.

Entre os produtos procurados pelos consumidores, destaque para a batata-inglesa, que subiu 98,13%, couve (24,43%), farinha de trigo (21,75%), leite de coco (17,80%). O economista do Instituto Brasileiro de Economia da FGV (Ibre-FGV) e coordenador do IPC, André Braz, analisou que produtos como a batata-inglesa apresentam essas “taxas extremas” em alguns momentos do ano.

Essas taxas dependem de condições de safra que, nos últimos meses, não foram muito favoráveis, o que acabou possibilitando essa variação em 12 meses. “Não quer dizer que seja uma situação permanente porque, como são lavouras curtas, a oferta se restabelece rapidamente e os preços tendem a devolver toda essa gordura, todo esse aumento acumulado nos últimos meses. O ponto principal é que esses aumentos não são duradouros”, afirmou.

Câmbio

Outros itens componentes da cesta, principalmente os derivados do trigo, soja e milho, tiveram aumentos mais fortes porque, no ano passado, ocorreu uma desvalorização cambial maior. Este ano, Braz disse que o câmbio anda estável, devolvendo um pouco da valorização nos últimos dias. “Mas o acumulado em 12 meses ainda fica pressionado”. Como os preços das commodities (produtos agrícolas e minerais comercializados no mercado internacional) são negociados em bolsa, em especial milho e trigo, os preços dos derivados subiram muito, apresentando aumentos de dois dígitos. Isso tende a inflar também um pouco a variação média da cesta feita para esse período do ano.

Entre os alimentos in natura, como batata-inglesa e couve, não há tendência de que a alta perdure por muitos meses. “A gente está vendo na coleta de preços do segundo trimestre uma desaceleração muito forte nessas famílias ‘in natura’ e ela deve durar, pelo menos, até o final de julho, início do terceiro trimestre.

Pastagens

Em relação às proteínas, como carnes bovinas, que subiram 6,89% em 12 meses, linguiça (6,66%) e salsicha e salsichão (12,30%), André Braz observou que elas dependem do preço das grandes commodities, porque o gado se alimenta de rações à base de milho e soja, e também devido a condições de pastagem. Nesse período de inverno, com poucas chuvas, afirmou que isso compromete o estado das pastagens e prolonga o aumento do preço de proteínas.

O economista do Ibre-FGV avaliou que na família de produtos comprados para as festas juninas, o que tem mais chance de recuar no curso prazo são os produtos ‘in natura’, isto é, produtos de feira livre.

Para os consumidores que pretendem organizar festas juninas, André Braz aconselhou que, como se trata de festas sociais, a melhor maneira de driblar o aumento de preços generalizado nessa cesta é dividindo as despesas. “Se cada um levar um pouquinho, não vai pesar para ninguém e a festa vai ficar bonita. Já se ficar por conta de uma pessoa só, não vai ter orçamento para a festa, não”.

Dentre os itens da cesta que apresentaram queda, destaque para farinha de mandioca (-23,47%), bolo pronto (-1,98%), açúcar refinado (-0,67%) e bebidas destiladas (-0,02%).

(Agência Brasil)

Caixa já renegociou divida de 125 mil clientes após lançar campanha

Mais de 125 mil pessoas renegociaram dívidas com a Caixa Econômica Federal, desde o final de maio, quando o banco público lançou campanha de renegociação. A informação foi divulgada hoje (12), pelo presidente da Caixa, Pedro Guimarães.

Segundo Guimarães, essas negociações ficaram em torno de R$ 150 milhões. A expectativa da Caixa é receber até o final da campanha, que dura 90 dias, R$ 1 bilhão.

A campanha da Caixa atinge cerca de 3 milhões de clientes que podem regularizar débitos com atraso acima de 360 dias. A renegociação é valida somente para pagamento à vista. Os descontos variam de 40% a 90%, conforme o tipo de crédito contratado e o tempo de atraso. Guimarães disse que, na média, o desconto está em 82,78%.

De acordo com Guimarães, a média dos pagamentos até agora é de R$ 1 mil, mas “a grande maioria” paga de R$ 500 a R$ 600.

Além dessa campanha, na quarta-feira passada (5), a Caixa anunciou a renegociação de crédito imobiliário. Segundo a Caixa, a renegociação beneficia 600 mil famílias devedoras, com potencial de alcance de 2,3 milhões de pessoas. Guimarães informou que já foram feitos pedidos de renegociação referentes a 25 mil imóveis.

(Agência Brasil)

Prefeito atende a pressões e anuncia a criação do Alvará Social

761 5

No ano passado, a Prefeitura de Fortaleza implantou um novo modelo de alvará, com o objetivo de aprimorar a segurança coletiva e dar mais transparência e regularidade aos mecanismos de fiscalização.

Houve, no entanto, muita reclamação em razão dos custos elevados e porque a renovação passaria a ser anual.

O prefeito Roberto Cláudio (PDT) anunciou, nesta quarta-feira, um modelo novo do documento: o Alvará Social, proposto como emenda ao Código da Cidade em tramitação na Câmara Municipal.

A partir deste ano, todos os estabelecimentos comerciais enquadrados como microempresas e empresas de pequeno porte, que antes representavam um valor médio de cerca de R$ 600, ficarão com uma taxa anual única de apenas R$ 50 (cinquenta reais).

Além disso, outra dado: todos os empreendimentos do terceiro setor, como Igrejas, Fundações e ONGs, serão beneficiados com isenção total pelo novo Alvará Social.

Todos os detalhes da medida, bem como a situação atual de alvarás e cobranças, estão sendo divulgados ao longo desta quarta-feira.

Bom lembrar que essa conquista veio por meio de boa pressão por parte de entidades de vários setores como a CDL Fortaleza.

(Foto – Divulgação)

Caixa devolve R$ 3 bilhões ao Tesouro

A Caixa Econômica Federal anunciou hoje (12) a devolução de R$ 3 bilhões ao Tesouro Nacional. A expectativa do banco é devolver R$ 20 bilhões até o final deste ano. No total, a Caixa deve ao Tesouro R$ 40,2 bilhões.

O anúncio foi feito pelo ministro da Economia, Paulo Guedes, e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães, na reunião com os presidentes do Banco do Brasil, Rubem Novaes, e do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, nesta manhã, no Ministério da Economia, em Brasília.

“Essa é uma decisão de governo. Vamos devolver o dinheiro que se deve”, disse Guimarães.

De acordo com o ministério, os bancos públicos devem cerca de R$ 86,5 bilhões em empréstimos concedidos pelo Tesouro Nacional. Além dos R$ 40,2 bilhões da Caixa, o Banco Nacional do Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) deve R$ 36,1 bilhões, o Banco do Brasil, cerca de R$ 8,1 bilhões, o Banco do Nordeste (BNB), R$ 1 bilhão, e o Banco da Amazônia (Basa), R$ 1,06 bilhão. Os valores das dívidas são referentes a dezembro de 2018.

Segundo o ministro, a ideia é que todos os bancos devolvam o dinheiro do empréstimo para abater da dívida pública, mas a “maior pressão” do governo é pela devolução de recursos pelas instituições maiores.

“O dinheiro volta para resgatar a dívida pública. Esse movimento vai desestatizando gradualmente o mercado de crédito. A participação dos bancos públicos no crédito chegou a 60%”, disse o ministro. Guedes acrescentou que essa estratégia do passado, de estímulo ao crédito pelos bancos públicos, gerou distorções, com empréstimos a juros baixos para grandes empresas e crédito a taxas elevadas para a população. Ele citou como grandes empresas a Odebrecht e a Petrobras.

“A gente reduziu o crédito para grandes empresas. Isso também gerou uma folga muito grande de capital”, acrescentou o presidente da Caixa.

De acordo com Guedes, a devolução dos recursos também é boa para o balanço do banco que paga juros de 18% ao ano pelo empréstimo do Tesouro, enquanto a taxa básica de juros, a Selic, está em 6,5% ao ano. “Ele [Pedro Guimarães] não está só fazendo um favor para a União, está tornando o banco mais sólido. Está reduzindo a dívida. Está fazendo algo muito bom para a Caixa e justamente com essa folga financeira está melhorando o balanço dele, e isso permite dar desconto de até 80% em dívidas de brasileiros de baixa renda”, disse Guedes, referindo-se à abertura da renegociação de dívidas de clientes feita pela Caixa, recentemente.

(Agência Brasil)

Custos da indústria caem 1% no primeiro trimestre, aponta CNI

O indicador de custos industriais diminuiu 1% no primeiro trimestre deste ano em relação ao quarto trimestre de 2019, na série livre de influências sazonais. Foi a maior queda do indicador desde o segundo trimestre de 2016, informa o estudo divulgado hoje (13) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A queda no custo industrial foi puxada pela retração de 2,7% nos custos com bens intermediários nacionais e importados, usados na fabricação de outros produtos.

De acordo com a CNI, o custo com os bens intermediários domésticos caiu 2,5% no primeiro trimestre do ano frente ao quarto trimestre de 2019. No mesmo período, o custo com bens intermediários importados recuou 4% devido à valorização do real frente ao dólar. “Um dos grandes impulsionadores da queda dos custos foi o câmbio. A valorização do real no primeiro trimestre fez com que os produtos importados ficassem mais baratos e isso se refletiu nos preços dos produtos nacionais”, afirma o gerente-executivo de Pesquisas da CNI, Renato da Fonseca.

Segundo a CNI, os demais custos de produção da indústria aumentaram no primeiro trimestre na comparação com o quarto trimestre de 2018, na série livre de influências sazonais. O custo com energia subiu 1%, pressionado pelo aumento de 4,6% na energia elétrica. Foi a nona alta consecutiva do indicador. O custo com pessoal subiu 1%. Além disso, o custo tributário aumentou 3,3% e o de capital de giro subiu 2% no primeiro trimestre frente ao quarto trimestre de 2018, também na série livre de influências sazonais. A queda no Índice de Custos Industriais só ocorreu porque os custos com bens intermediários têm o maior peso na estrutura de custos da indústria.

De acordo com a CNI, o estudo mostra que, mesmo com a queda nos custos, a indústria brasileira perdeu competitividade e não conseguiu recompor as margens de lucro. No primeiro trimestre, os preços dos produtos manufaturados no mercado interno caíram 1,1%, acompanhando a retração dos custos. Além disso, os preços em reais dos produtos estrangeiros no mercado interno caíram 3,3% no primeiro trimestre frente ao quarto trimestre de 2018, superando com folga a queda dos custos. No mercado externo, os preços em reais dos produtos manufaturados no mercado dos Estados Unidos caíram 2,1%.

(Agência Brasil)

Prefeito deve anunciar mudanças na polêmica Lei dos Alvarás

Nesta quarta-feira, às 13 horas, no Paço Municipal, o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT), deverá reunir a base aliada na Câmara Municipal em clima de almoço. Na ocasião, conforme O POVO apurou, ele deverá anunciar aos parlamentares uma nova proposta para a lei dos alvarás.

Para que o encontro ocorra, espera-se, inclusive, que a sessão na Câmara Municipal de Fortaleza (CMFor) seja mais enxuta que o habitual.

Desde a aprovação da lei, setores do empresariado têm apresentado críticas à matéria. O texto impõe a obrigatoriedade da renovação anual da taxa. Essas insatisfações teriam chegado, até mesmo, em parte da base do pedetista.

Assim, Roberto Cláudio deverá anunciar proposta que possa atender a essas reivindicações. O exato teor da ideia, contudo, ainda será anunciado pelo prefeito.

(Com Carlos Holanda, Carlos Mazza e Érico Firmo/Foto – Arquivo)

BNB promove encontro de empreendedores digitais nordestinos

O Banco do Nordeste vai reunir, em sua sede, em Fortaleza, das 14 às 16h30min do próximo dia 19, dez startups nordestinas que apresentarão suas soluções para transformação digital voltada para empresas. O encontro é organizado em parceria com o Hub Inovação Nordeste (Hubine), iniciativa do BNB para fomento à inovação na Região.

Nesse evento, o superintendente estadual do BNB no Ceará, Rodrigo Bourbon, apresentará as oportunidades de crédito inteligente e conectado para empresas com propostas inovadoras, especialmente as de micro e pequeno porte. A linha FNE Inovação utiliza recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste e tem os juros ainda mais baixos e prazos maiores do que o crédito tradicional.

Entre as startups quer marcarão presença no encontro está a sergipana Pagcerto, destaque no cenário nacional no mercado de pagamentos. O sócio fundador, Arthur Barbosa, fará palestra no painel denominado Open Innovation. O evento tem como tema central “Transformações digitais & meios de pagamento” e pretende conectar empreendimentos a soluções inovadoras.

O Open Innovation é aberto ao público e será realizado no auditório Celso Furtado, na sede do Banco do Nordeste, que fica na Avenida Doutor Silas Munguba, 5.700, no bairro Passaré.

DETALHE – Por meio do FNE Inovação, o BNB financia pesquisa, desenvolvimento e inovação, suporte para criação de novos produtos, serviços ou sistemas que melhorem a produtividade das empresas. Também custeia registros de patentes, compra de softwares e equipamentos ou prestação de serviços que auxiliem projetos inovadores.

(Foto – Arquivo)

Sebrae promove o I Encontro de Redes e Centrais de Negócios do Nordeste

Joaquim Cartaxo, superintendente estadual do Sebrae, à frente do encontro.

Fortaleza será sede do I Encontro de Redes e Centrais de Negócios do Nordeste. A promoção é do Sebrae-CE e ocorrerá nesta quinta e sexta-feira, a partir das 8h30min, reunindo dirigentes, associados e executivos de mais de 100 redes e centrais de negócios dos estados da região. O evento, que ocupará o Centro de Negócios do Sebrae (Praia de Iracema), contará com uma programação com várias palestras proferidas por especialistas e lideranças de segmentos empresariais que falarão sobre o futuro das redes e centrais, dos desafios de crescimento no mercado e da profissionalização da gestão.

O Ceará é um dos destaques do país em número de redes e centrais de negócios. Conforme levantamento realizado pelo Sebrae, o estado ocupa a quarta colocação no ranking brasileiro e o primeiro do Nordeste com um total de 51 redes associativas de negócios em funcionamento, envolvendo 1.100 empresas associadas e contribuindo para a geração de mais de 18 mil postos de trabalho.

Somente o segmento do varejo alimentar cearense, que é formado por supermercados e pequenos mercadinhos, possui um total de 20 redes e centrais de negócios em funcionamento, com 347 empresas envolvidas, numa média de 17 empresas associadas por Rede/Central.

Redução de custos

Estas redes e centrais reúnem empresas de segmentos específicos, com o objetivo de proporcionar o incremento dos negócios das associadas através do acesso a novos mercados, gerando redução de custos e aumento da competitividade e lucratividade. Para tanto as redes e centrais realizam ações conjuntas de compra de mercadorias e insumos, aquisição de equipamentos e sistemas de gestão, além de realizarem propaganda e promoções compartilhadas, capacitação de gestores e colaboradores e outras ações de interesse coletivo.

Em todo o Brasil estão em operação aproximadamente 800 redes e centrais de negócios que congregam micro e pequenas empresas de diversas atividades econômicos como supermercados, farmácias, material de construção, serviços automotivos, salões de beleza, pet shop, óticas, suprimentos de informática, móveis e eletrodoméstico, indústrias de sorvetes e de panificação, empresas de Tecnologia da Informação (TI), entre outros segmentos empresariais.

SERVIÇO

*Centro de Negócios do Sebrae – Avenida Monsenhor Tabosa, 777, Praia de Iracema

*Mais informações – www.ce.sebrae.com.br

Reforma da Previdência – “O cobertor amplo, que abrigava a totalidade dos beneficiários, ficou curto”

185 2

Com o título “A raiz da reforma da Previdência”, eis artigo de Raimundo Padilha, consultor de empresas e economista. Em seu texto,ele diz que O “cobertor” amplo que abrigava a totalidade dos beneficiários, se tornou curto, incapaz de abrigar a crescente fila de idosos, sobreviventes da generosidade científica”. Confira: 

O sistema previdenciário vigente, desde a sua implantação, estava com seu prazo de validade com tempo determinado. Efetivamente, não foi estabelecida data fatal, mas, dadas as condições postas, ele teria a sua exaustão condicionada, entre outros fatores, à mudança da estrutura demográfica da população, vis à vis, com a sua forma arrecadatória e de repartição.Claro que, com o avanço da idade média das pessoas, graças ao desenvolvimento da ciência, era óbvio que a conta não podia fechar e, como consequência, um estouro nas contas públicas, histórico e cumulativo.

O governo, todavia, ao propor a Reforma da Previdência, apresenta o “furo” como causa maior ou principal da sua necessidade. Se pudéssemos buscar as “causas da causa”, encontraríamos no binômio longevidade e sistema simples de repartição a origem do problema. Daí a afirmação de que o modelo iria, fatalmente, ao cansaço, à sua exaustão. Não prever o avanço da idade média da população, é subestimar a ciência. Não acompanhar a redução histórica da taxa de natalidade, é miopia dos assuntos demográficos. Para aprofundar o fosso, as receitas não acompanharam os encargos decorrentes do aumento do número de idosos. No modelo vigente, sem um regime de capitalização para haver equilíbrio, seria necessário que tivesse aumentado proporcionalmente o número de óbitos, mas a ciência foi generosa com a população e impiedosa com o equilíbrio financeiro.

Há que se considerar ainda a baixa transparência das contas públicas. A população brasileira, legítima dona das contas, superavitárias ou deficitárias, na sua grande maioria desconhece a evolução histórica das receitas, isto é, o volume pago à Previdência, e, muito pior, desconhece o destino do dinheiro. Muitos acham quem considere que os recursos são mal utilizados, parte absorvido pela corrupção ou tenham destino diferente das suas finalidades. Daí alguns discordarem da reforma por a julgarem “superavitária”. A afirmativa, todavia, é falaciosa.

A Reforma da Previdência é imperiosa. A sua formatação a tornou insustentável, abrindo como consequência um rombo que levará à impossibilidade de pagar aos aposentados já nos próximos anos. A comunicação do Governo, por seu turno, não foi didática, colocando o déficit público num primeiro plano, trazendo ainda um recheio de tecnicismo. Enfim, toda reforma é mudança, é quebra de paradigma, é alteração de uma cultura arraigada, suportadas em erros e vícios históricos. E o pior, quase sempre, imperceptíveis.

Um projeto de tamanha magnitude e importância, há que se “conversar” com a sociedade brasileira, usando uma linguagem que ela saiba ouvir.Falar que a população está envelhecendo, que tem muito mais idosos, a população vê e sente. Daí ser fácil compreender que o dinheiro arrecadado se tornará insuficiente para continuar pagando a aposentadoria de todos. O “cobertor” amplo que abrigava a totalidade dos beneficiários, se tornou curto, incapaz de abrigar a crescente fila de idosos, sobreviventes da generosidade científica.

Além da Previdência outras reformas virão e a desmistificação da sua venda sem o tecnicismo vaidoso e incompreensível será melhor e mais rapidamente entendida e sentida pela população brasileira, beneficiária maior dos efeitos econômicos e sociais da nossa democracia.

*Raimundo Padilha,

Consultor de empresas e economista.

(Foto – Reprodução do Youtube)

CNC registra em maio aumento de 63,4% do número de famílias endividadas

O percentual de famílias endividadas no país ficou em 63,4% em maio. Segundo dados divulgados hoje (11) pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a parcela de famílias endividadas é superior à registrada em abril (62,7%). Essa é a quinta alta consecutiva do indicador nesse tipo de comparação.

A parcela dos endividados também cresceu na comparação com maio do ano passado, quando foi registrada uma taxa de 59,1%.

O percentual de famílias inadimplentes, isto é, com dívidas ou contas em atraso, ficou em 24,1%, acima dos 23,9% de abril deste ano, mas abaixo dos 24,2% de maio de 2018.

Já as famílias que não têm condições de pagar suas contas ou dívidas somam 9,5%, o mesmo percentual de abril, mas abaixo dos 9,9% de maio do ano passado.

O percentual de famílias que se consideram muito endividadas caiu para 12,9%. Em abril, eram 13% e, em maio, 13,4%. A maior parte das dívidas (78,6%) se refere a cartões de crédito. O tempo médio de comprometimento com dívidas chega a sete meses e o tempo médio com pagamento em atraso é de 62,9 dias.

(Agência Brasil)

Economista cearense representa o Brasil em evento financeiro na Rússia

Os setores calçadista e de desenvolvimento de redes de tecnologia para acesso a internet móvel podem ganhar parceiros na África. O economista cearense Igor Lucena, em entrevista à coluna da jornalista Neila Fontenele, no O POVO desta terça-feira, informa que essas são áreas com grande potencial de negócios.

De 18 a 22 deste mês, Igor participará do Encontro Anual do Banco Africano de Exportação e Importação (Afreximbank Anual Meetings), na Rússia.

O evento pretende, segundo diz, debater possibilidades de intercâmbio econômico e comercial com a África, reunindo chefes de estado, ministros e presidentes de instituições financeiras de várias partes do mundo.

Igor Lucena foi convidado para participar do encontro de líderes na Rússia, representando o Brazil Africa Institute.

(Foto – Divulgação)

Petrobras recebe R$ 265 milhões por acordo de leniência da Braskem

A Petrobras recebeu o valor aproximado de R$ 265 milhões da Braskem, em decorrência de acordo de leniência celebrado com a Controladoria-Geral da União (CGU) e a Advocacia-Geral da União (AGU). A informação é da assessoria de imprensa da estatal.

A Braskem já havia devolvido R$ 564 milhões à Petrobras (R$ 363 milhões em 07/12/2017 e R$ 201 milhões em 08/08/2018), em razão do acordo de leniência firmado com o Ministério Público Federal (MPF). Somadas as devoluções, o valor total restituído pela Braskem é de aproximadamente R$ 828 milhões.

O total de recursos transferidos para a Petrobras em decorrência dos acordos de colaboração, acordos de leniência e repatriações, realizados em razão da Operação Lava Jato, já ultrapassa o montante de R$ 3,5 bilhões.

(Foto – Arquivo)

Ceará ganha sua primeira estrada construída com cinzas de carvão

1610 3

Nesta terça (11), os grupos EDP e Eneva vão entregar a primeira estrada do Ceará que reutiliza cinzas de carvão na pavimentação. Esses resíduos são subprodutos da geração de energia elétrica do Complexo Termelétrico de Pecém, em São Gonçalo do Amarante (RMF), composto pela UTE Pecém I (sob a gestão da EDP Brasil) e pela UTE Pecém II (administrada pela Eneva).

Segundo diretores desses grupos, as cinzas são usadas em duas camadas que formam a base da estrada. Em uma delas, vão substituir 50% de solo comum. Na outra, representam 95% da composição. É a primeira vez que esse tipo de aplicação é utilizado fora de ensaios laboratoriais. A via possui extensão de 1,3 quilômetro e 12 metros de largura.

Pesquisa

O estudo para o desenvolvimento do composto iniciou-se em 2015 e conta com participação da Universidade Federal do Ceará. Ao todo, o projeto recebeu investimento de R$ 4,1 milhões. A estrutura receberá tráfego de caminhões com insumos, ônibus de transporte de funcionários e veículos particulares. O ganho ambiental ocorre pela utilização de cinzas do carvão – subprodutos da geração de energia – como matéria-prima.

A principal possibilidade que se abre com a pesquisa e aplicação prática das cinzas de carvão como insumo asfáltico é evitar a exploração de jazidas naturais para extrair solo nativo, prevenindo a degradação ambiental. Além disso, a Universidade Federal do Ceará (UFC) vai elaborar um Manual de Uso contendo normas e instruções de serviço que servirão de apoio e incentivo à concepção de pavimentos com utilização das cinzas oriundas de termelétricas.

Desenvolvida em parceria a Universidade Federal do Ceará e Faculdade de Tecnologia do Nordeste (Fatene), a composição utiliza 95% de insumo tradicional e 5% de cinza. As peças pré-moldadas são feitas com adição de cimento e de uma série de outros componentes. Os agregados mais tradicionais são areia e pó de pedra. Nesse caso, uma parte desses materiais foi substituída pela cinza.

(Foto – Divulgação)

Fortaleza será sede do II Encontro Nacional dos Comerciantes de Material de Construção

184 1

Fortaleza será sede, no período de quinta a domingo próximos, do II Encontro Nacional dos Comerciantes de Material de Construção. A realização é da Associação dos Comerciantes de Materiais de Construção do Ceará (Acomac/CE) e ocupará espaços no Hotel Vila Galé (Cumbuco – Caucaia).

Liderado por Carlito Lira, presidente da Acomac/CE, o encontro, que terá como tema “Gestão, Construindo Resultados”, contará com a presença das principais revendas, atacados e industrias do País. Serão quatro dias de palestras, shows, network e negócios destinados a aprofundar os conhecimentos sobre o setor, adianta o dirigente da entidade.

Entre os convidados, Juliano Bortoloto, presidente da TODIMO, com 24 home center nos estados do PR-MT-MS, Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda, e Marcos Atchabahian, presidente Conselho da Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), representando as 148 mil revendas em todo o Brasil.

Shows

O encontro contará com grandes shows que animarão o evento durante esses dias. Na quinta-feira, 13, Marcos Lessa, trazendo uma noite com MPB. Já na sexta-feira, 14, o luau sertanejo será conduzido pelos cantores Luiz Marcelo & Gabriel e, no sábado, 15, será a vez do humor, que não pode faltar, com Alex Nogueira, ganhador do quadro “Quem chega lá”, no “Domingão do Faustão”, e da cantora Kátia Cilene, levando muito forró ao arraiá do Nordeste.

Já consultou o site da Receita para saber se sua restituição do Imposto de Renda saiu?

186 1

A Receita Federal abriu nesta segunda-feira, 10, a consulta ao primeiro lote de restituição do Imposto de Renda Pessoa Física 2019. Cerca de 2,55 milhões de contribuintes que declararam Imposto de Renda neste ano vão receber dinheiro do Fisco.

Ao todo, serão desembolsados R$ 4,99 bilhões do lote deste ano. A Receita também pagará R$ 109,6 milhões a 20.087 mil contribuintes que fizeram a declaração entre 2008 e 2018, mas estavam na malha fina. Considerando os lotes residuais e o pagamento de 2019, o total gasto com as restituições chegará a R$ 5,1 bilhões para 2.573.186 contribuintes.

SERVIÇO

A lista com os nomes está disponível no site da Receita na internet. A consulta também pode ser feita pelo Receitafone, no número 146. A Receita oferece ainda aplicativo para tablets e smartphones, que permite o acompanhamento das restituições.

(Com Agência Brasil)

Estimativa do crescimento do PIB cai pela 15ª seguida e fica em 1%

A estimativa do mercado financeiro para o crescimento da economia neste ano chegou a 1%, após 15 reduções consecutivas. É o que mostra o boletim Focus, resultado de pesquisa do Banco Central (BC) a instituições financeiras, divulgado às segundas-feiras.

A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – desta vez foi reduzida de 1,13% para 1%.

A expectativa das instituições financeiras é que a economia tenha crescimento maior em 2020, entretanto, a previsão para o próximo ano foi reduzida de 2,50% para 2,23%. A previsão para 2021 e 2022 permanece em 2,50%.

Inflação

A estimativa de inflação, calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), caiu de 4,03% para 3,89% este ano, foi mantida em 4% para 2020 e em 3,75% para 2021 e 2022.

Na última sexta-feira, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) desacelerou em maio, ao variar 0,13%, 0,44 ponto percentual abaixo da taxa de abril (0,57%). Esse foi o menor resultado para maio desde 2006 (0,10%). A variação acumulada no ano ficou em 2,22% e em 12 meses chegou a 4,66%.

A meta de inflação de 2019, definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), é de 4,25%, com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

A estimativa para 2020 está no centro da meta: 4%. Essa meta tem intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo.

Para 2021, o centro da meta é 3,75%, também com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual. O CMN ainda não definiu a meta de inflação para 2022.

Taxa básica de juros

Para controlar a inflação, o BC usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic. Para o mercado financeiro, a Selic deve permanecer no seu mínimo histórico de 6,50% ao ano até o fim de 2019.

Para o fim de 2020, a projeção caiu de 7,25% ao ano para 7%. Para o fim de 2021, a previsão passou de 8% ao ano para 7,50% e para o final de 2022, segue em 7,50% ao ano.

A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada nas negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic).

A manutenção da Selic este ano, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação.

Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação.

Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Dólar

A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar permanece em R$ 3,80 no fim de 2019 e de 2020.

(Agência Brasil)

Coronel da PM do Ceará lança livro de economia

O coronel PM Vandesvaldo Carvalho lança na manhã da próxima sexta-feira (14), na Associação dos Oficiais Militares da Reserva e Reformados PM/BM do Estado do Ceará (Aorece), no bairro Joaquim Távora, o livro Vetor de Finanças Pessoais.

Carvalho é graduado em Ciências Contábeis, pela Universidade Estadual do Ceará (Uece), e se destacou na Polícia do Ceará na promoção da cidadania e planejamento estratégico.

No fim de fevereiro, Vandesvaldo Carvalho foi nomeado superintendente no Ceará da Secretaria de Coordenação e Governança do Patrimônio da União, da Secretaria Especial de Desestatização e Desinvestimento do Ministério da Economia.