Blog do Eliomar

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Sindiônibus considera “irreal” um reajuste de 18% pedido por motoristas e cobradores

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O presidente do Sindiônibus, Dimas Barreira, avisa: a pedida de reajuste salarial de 18%, como querem motoristas e cobradores, é irreal. Ele adianta que o empresariado mantém a contraproposta de 4%.

Dimas afirma que há clima de crise no País, o que também foi sentido no ramo do transporte público de Fortaleza.

Nessa quarta-feira, Dimas Barreira estava numa reunião da Associação Nacional dos Transportes Urbanos (ANTU), em Brasília, analisando cenário de protestos de motoristas em alguns pontos do País.

Já os motoristas e cobradores prometem paralisações pontuais como forma de pressionar o empresariado.

Temer anunciará a meta fiscal 2017

O presidente interino da República, Michel Temer, deverá anunciar na tarde desta quinta-feira (7) a meta fiscal (economia que o governo promete fazer para pagar a dívida pública) da União para 2017, que lhe será entregue, por volta do meio-dia, pelo ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, no Palácio do Planalto.

A informação é do senador Wellington Fagundes (PR-MT), um dos participantes da reunião de Temer, nessa noite de quarta-feira, em Brasília, com a equipe econômica e parlamentares da Comissão de Orçamento do Congresso para tratar do assunto, e que não chegou a uma decisão.

Segundo o senador, a intenção de Temer é que o valor seja publicado no próximo sábado (9) e aprovado na próxima semana pelo Congresso.

(Com Agência Brasil)

Camilo quer R$ 700 milhões de compensação financeira da União

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O governador Camilo Santana, tendo ao lado o secretário da Fazenda, Mauro Filho, participará, a partir das 10 horas desta quinta-feira, em Brasília, de reunião com o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles. No encontro, outros 14 governadores do Norte e Nordeste, que cobrarão melhor tratamento em se tratando da rolagem de suas dívidas.

De acordo com Mauro Filho, o Estado do Ceará está equilibrado e em dia com as contas junto à União e quer ter contrapartida diante de um cenário onde o governo Temer sinaliza tratamento diferenciado para estados como Rio de Janeiro em situação de endividamento. Em termos de FPE, as perdas acumuladas para Estados dessas duas regiões poderão bater nos R$ 14 bilhões.

Mauro Filho disse, antes de embarcar nesta madrugada para Brasília, que o Ceará não vê com justo esse quadro e cobrará contrapartidas. Ele informou que a desoneração do IPI feita pelo governo federal só atendeu ao setor industrial paulista e acabou reduzindo repasses do Fundo de Participação dos Estados (FPE), no que o Ceará foi atingido.

A luta, de acordo com o secretário, é uma compensação de pelo menos R$ 700 milhões, o que o Ceará teria perdido por causa dessa desoneração.

Sobre reajuste para os servidores estaduais, repetiu o que o governador Camilo Santana havia dito: a conversa é com cada categoria. Ele reiterou que o Estado deu 10,67% linear para quem ganha salário mínimo e assegurou que o secretário da Segurança Pública e Defesa Social do Estado, Delci Teixeira, deve, em breve, divulgar a média salarial do pessoa da Polícia com relação ao Nordeste.

Indagado sobre a greve dos professores da Uece, informou que a categoria, comparando com os docentes da UFC, ganha muito melhor. Disse que espera a sensibilidade dos professores para a situação atual da crise.

E aí, empregador doméstico, já pagou o eSocial?

“O prazo para os empregadores domésticos pagarem o Documento de Arrecadação do eSocial (DAE) referente a junho termina nesta quinta-feira (7). O Simples Doméstico reúne em uma única guia as contribuições fiscais, trabalhistas e previdenciárias que devem ser recolhidas.

Para a emissão da guia unificada, o empregador deve acessar a página do eSocial na internet . Se não for recolhido no prazo, o empregador paga multa de 0,33% ao dia, limitada a 20% do total.

No último balanço da Receita Federal, 1.013.157 empregadores domésticos haviam emitido o Documento de Arrecadação eSocial (DAE) para pagamento do Simples Doméstico até as 10h de ontem (6). Desde a adoção do programa, foram cadastrados mais de 1,25 milhão de trabalhadores domésticos para mais de 1,18 milhão de empregadores – alguns empregadores contratam mais de um empregado.

No eSocial, o empregador recolhe, em documento único, a contribuição previdenciária, que varia de 8% a 11% da remuneração do trabalhador e paga 8% de contribuição patronal para a Previdência. A guia inclui 8% de Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), 0,8% de seguro contra acidentes de trabalho e 3,2% de indenização compensatória (multa do FGTS) e Imposto de Renda para quem recebe acima da faixa de isenção (R$ 1.903,98).”

(Agência Brasil)

Venda de veículos novos registra queda de 25% no semestre

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“O licenciamento de veículos novos, incluindo automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus, caiu 25,4% neste primeiro semestre. Entre janeiro e junho, foram 983,5 mil unidades licenciadas este ano. No mesmo período de 2015, foram vendidas 1,32 milhão. Os dados foram apresentados hoje (6), na capital paulista, pela Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea).

Em junho, foram vendidas 171,8 mil unidades, o que representa um aumento de 2,6% na comparação com as 167,5 mil unidades negociadas em maio. No entanto, houve queda de 19,2% em relação a junho do ano passado, quando a venda atingiu 212,5 mil unidades. Para o presidente da Anfavea, Antonio Megale, o desempenho segue ritmo estável, mas ainda preocupa.

“Os números de junho representam o segundo melhor mês do ano e confirmam a estabilidade de mercado dos últimos meses. A situação vivida pela indústria automobilística brasileira é preocupante, pois os patamares atuais são os mesmos de dez anos atrás”, afirmou Megale.

Segundo ele, o desempenho de junho poderia ter sido melhor, mas algumas eventualidades influenciaram negativamente os números. “É importante notar que tivemos feriados religiosos, as famosas festas juninas em diversas cidades e paralisações pontuais nos licenciamentos no estado de São Paulo em função de greves que impactaram o balanço do mês”.

(Agência Brasil)

IPTU 2016 – Sexta parcela vence nesta quinta-feira

Nesta quinta-feira, 7, vencerá a sexta parcela do IPTU 2016. Os boletos foram enviados às residências, por meio dos Correios, no início do mês de maio, contendo o código de barra referente a julho. O pagamento pode ser efetuado em bancos, casas lotéricas e Farmácias Pague Menos.

O contribuinte também tem a opção de imprimir o Documento de Arrecadação Municipal diretamente no site da Secretaria (www.sefin.fortaleza.ce.gov.br). No site, o cidadão tem acesso a todas informações sobre as parcelas do imposto (pagas e em aberto) e também pode optar pela impressão do boleto de parcela ou pela emissão do carnê. Na página, o contribuinte também encontra principais serviços, informações, tira-dúvidas e formulários relativos ao IPTU 2016.

Nos boletos do IPTU enviados aos contribuintes pela SEFIN constam ainda o código de barra referente ao mês de agosto, com o vencimento no quinto dia útil de cada mês. Caso o cidadão queira um atendimento presencial, pode procurar um dos postos da SEFIN em todas as Secretarias Regionais disponíveis no horário das 9 às 15 horas ou no Vapt Vupt da Messejana, das 8 às 17 horas.

Confira os endereços.

Secretaria Regional I

Rua Dom Jerônimo, 20 – Farias Brito

Telefone: (85) 3433.6898 / 3105.3739

Secretaria Regional II

Rua Juraci de Oliveira, 01 – Edson Queiroz

Telefone: (85) 3241.4843

Secretaria Regional III

Avenida Jovita Feitosa, 1264, na Parquelândia

Telefone: 3452.6384

Secretaria Regional IV

Avenida Dr. Silas Munguba, 3770 – Serrinha

Telefone: (85) 3131.7706

Secretaria Regional V

Rua Augusto dos Anjos, 2466 – Bom Sucesso

Telefone: (85) 3105.3081

Secretaria Regional VI

Rua Padre de Alencar, 789 – Messejana.

Telefone: (85) 3452.1812

Vapt Vupt

Avenda Jornalista Tomaz Coelho, 408, Messejana. Ao lado do terminal de ônibus da Messejana.

Telefone: (85) 3218.5238

SERVIÇO

*Em virtude da reforma do prédio sede da SEFIN, o atendimento no Centro está sendo realizado provisoriamente na SEFIN II – Rua General Bizerril, 730, próximo à praça dos Voluntários.

Oposição diz que não há acordo para votar renegociação da dívida dos estados

A reunião entre integrantes da oposição e da base aliada em torno do projeto de Lei que trata da renegociação das dívidas dos estados (PLP 257/16) acabou sem acordo. Líderes da oposição se reuniram nesta quarta-feira (6) com o relator da proposta, deputado Esperidião Amim (PP-SC), para tentar chegar a um acerto sobre pontos divergentes.

Nessa terça-feira (5), após um acordo com os integrantes da base aliada do governo do presidente em exercício Michel Temer, os partidos da oposição retiraram a obstrução e possibilitaram a aprovação de medidas provisórias que trancavam a pauta. Pelo acordo, os deputados decidiram se reunir com o relator do projeto para tentar chegar a um entendimento sobre pontos divergentes.

O principal ponto de controvérsia trata de contrapartida exigida dos estados para adesão ao novo refinanciamento, o que, para a oposição, geraria a possibilidade de retirada de direitos dos servidores. Líder da minoria, a deputada Jandira Fhegali (PCdoB-RJ) acusou o governo de tentar inserir no projeto de lei pontos que tramitam na proposta de emenda à Constituição (PEC 241/16), que limita os gastos públicos.

Pela proposta acertada com o governo, os estados conseguiram alongar a dívida em 20 anos, reduzindo o valor das parcelas. Os estados e o Distrito Federal terão carência de seis meses nas parcelas até dezembro.

A partir de janeiro, as prestações terão descontos, que serão progressivamente reduzidos até julho de 2018. O governo colocou condições para aceitar a renegociação, entre elas a reforma os regimes jurídicos dos servidores.

(Agência Brasil)

Saída de dólares no País supera entradas em juho

“As saídas de dólares no país superaram as entradas da moeda norte-americana no mês de junho em US$ 3,560 bilhões, de acordo com dados do Banco Central (BC), divulgados hoje (6). No mesmo mês do ano passado, o déficit ficou em US$ 4,694 bilhões.

No mês passado, o fluxo financeiro (investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações) foi responsável pelo saldo negativo de US$ 7,492 bilhões. Já o fluxo comercial (operações de câmbio relacionadas a exportações e importações) teve saldo positivo de US$ 3,932 bilhões.

De janeiro a 1º de julho, o saldo da balança comercial é negativo em US$ 10,841 bilhões, contra US$ 10,443 bilhões no mesmo período de dias úteis de 2015. Neste ano, até 1º de julho, o fluxo comercial ficou positivo em US$ 25,624 bilhões e o financeiro, negativo em US$ 36,465 bilhões.”

(Agência Brasil)

BC lucra R$ R$ 69,663 bi com operações de câmbio

“O Banco Central (BC) lucrou R$ 69,663 bilhões com operações de câmbio, chamadas de swap cambial, no primeiro semestre deste ano. No mesmo período de 2015, houve prejuízo de R$ 33,135 bilhões. Somente em junho, os ganhos foram de R$ 22,737 bilhões, depois das perdas registradas em maio (R$ 3,054 bilhões)

O BC faz dois tipos de operação: swap cambial tradicional e swap cambial reverso. O nome da operação é swap (troca, em inglês) porque o BC negocia contratos de troca de rendimento no mercado futuro.

No swap cambial tradicional, a autoridade monetária aposta que o dólar subirá mais que a taxa DI (taxa de depósito interbancário, ou seja, a cobrada em transações entre bancos). Os investidores apostam o contrário. No fim dos contratos, ocorre uma troca de rendimentos entre as duas partes. Quando o dólar sobe, o BC tem prejuízo e quando dólar cai, o Banco Central tem lucro.

No swap cambial reverso, o BC ganha a variação cambial do período e as instituições recebem a variação da taxa de juros.

Neste mês, o BC tem feito leilões de swap cambial reverso, o que na prática tem levado à redução do estoque das operações tradicionais. Isso porque uma operação anula a outra. Com as operações de swap reverso, o BC retira o excesso de dólares no mercado futuro e evita uma queda maior do dólar.

Os resultados do BC com essas operações são transferidos para os juros da dívida pública, aliviando as contas públicas quando os contratos de swap são favoráveis à autoridade monetária e precisando ser cobertos com as emissões de títulos públicos pelo Tesouro Nacional quando acontece o oposto.”

(Agência Brasil)

Fiscais federais agropecuários querem virar auditor

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Ulysses Thuller, Aluísio Nunes (C) e Simplício Lima.

O líder do Governo no Senado, Aloísio Nunes (PSDB/SP), recebeu, nesta quarta-feira, em Brasília, lideranças dos agentes federais agropecuários. Eles fazem corpo a corpo pela aprovação do projeto de lei que trata da mudança do nome da categoria para auditor fiscal federal agropecuário.

Aloísio Nunes prometeu esforços em favor da matéria que, de acordo com Simplício Lima, representante cearense na diretoria do sindicato nacional dos fiscais agropecuários federais, tem tudo para ser aprovada.

Os fiscais federais agropecuários lutam também pela recomposição salarial parcelada para agosto deste ano e janeiro de 2017.

Anuário do Ceará será lançado no próximo dia 18

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O Anuário do Ceará vai ser lançado no próximo dia 18, às 20 horas, durante evento no Alice’s Buffet. Neste ano, o capítulo especial é a história do ferro e do aço no Estado.

O anuário, um produto do Grupo de Comunicação O POVO, traz a assinatura dos jornalistas Fábio Campos (editor-geral) e Jocélio Leal (editor-executivo), ambos do O POVO.

Fiec promoverá fórum sobre empreendedorismo

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Beto Studart preside a entidade.

A Federação das Indústrias do Ceará vai promover nesta quarta-feira, das 14 às 18 horas, em seu auditório do 5° andar, o Fórum de Redes Colaborativas e Ecossistemas de Empreendedorismo, Sustentabilidade e Inovação.

O objetivo é apresentar experiências em redes colaborativas e debater modelos de arranjos. A entidade quer fomentar a colaboração para o fortalecimento do ambiente de negócios local.

Programação de palestras

– Gestão ecossistêmica da inovação: uma abordagem evolucionária para o desenvolvimento.
Palestrante: Laércio Ferreira – Sócio administrador da Catching Up – Doutor em Economia da Indústria e da Tecnologia pela UFRJ;

– MAPP: uma ferramenta de formação de rede colaborativa para a construção do futuro. Palestrante: Leonardo de Queiroz – Certificado em gestão da inovação pela Product Development and Management Association (PDMA) – Consultor do projeto Redes Colaborativas da FIEC;

– Critical elements for eco-retrofitting a conventional industrial park: social barriers to be overcome. Palestrante: Mônica Abreu – Bolsista de produtividade em pesquisa 1D do CNPq – Profa. Dra. Associada II da Universidade Federal do Ceará – UFC. Mediador: Samuel Façanha – Prof. Dr. Adjunto da Universidade Estadual do Ceará – UECE e Coordenador do Projeto Estruturante da RedeNIT-CE.

SERVIÇO

  • O evento é aberto e as inscrições podem ser feitas através do link aqui.

Temer terá encontro com presidentes de grandes indústrias na próxima sexta-feira

“Já são 58 os presidentes de grandes indústrias que confirmaram presença na reunião do Comitê de Líderes da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), que contará com a presença de Michel Temer e será realizado nesta sexta-feira, na sede da CNI, em Brasília.

Entre eles estão os presidentes da CNI, Robson Braga de Andrade, Horácio Lafer Piva, da Klabin, Pedro Passos, da Natura, Bernardo Gradin, da GranBio, José Rubens De La Rosa, da Marcopolo, Gilberto Peralta, da General Eletric no Brasil, Ricardo Pelegrini, da IBM, Paula Bellizia, da Microsoft, e Mauro Kern, da Embraer.

O evento ainda contará com o ministro da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, Gilberto Kassab, e com a presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Maria Silvia Bastos Marques.
A turma de empresários quer discutir com Temer marcos regulatórios, a propriedade industrial e, claro, pedir um reforço no financiamento à inovação.”

(Coluna Radar, da Veja Online)

Petrobras confirma envolvimento de 26 funcionários em fraudes

“A Petrobras, em comunicado encaminhado hoje (6) à Comissão de Valores Mobiliários (CVM), confirmou o envolvimento de 26 funcionários em fraudes em contratos de fornecimento de mão de obra terceirizada das empresas Hope Recursos Humanos e Personal Service Recursos Humanos e com o Benefício Farmácia. Até maio, os contratos ativos dessas duas empresas com a estatal somavam quase R$ 3 bilhões, tendo vencimentos entre 2016 e 2018.

Segundo a estatal, as investigações verificaram desvios de normas e procedimentos internos que constituem violações passíveis de punição. “As investigações apuraram o envolvimento de 26 pessoas e recomendaram sanções a 20 delas”, informa o comunicado da Petrobras, sem citar quais punições serão aplicadas.

O comunicado da estatal ocorreu em resposta a uma reportagem do Valor Econômico, que denunciou as irregularidades na edição de ontem (5).

A Petrobras acrescenta que concluirá esta semana as investigações da comissão interna de apuração sobre desvios em contratos de fornecimento de mão de obra e prestação de serviços das empresas Hope e Personal e sobre o Benefício Farmácia. “[A Petrobras] conduz, regularmente, apurações internas de denúncias, além de encaminhar os relatórios finais às autoridades competentes”, conclui a nota.”

(Agência Brasil)

Prefeitura de Fortaleza está com contas equilibradas, diz secretário de Finanças

04 de dezembro de 2015. A Prefeitura de Fortaleza realiza o primeiro sorteio de unidades habitacionais do Programa Minha Casa, Minha Vida, na Camara Municipal de Fortaleza. Na foto  o prefeito Roberto Claudio

Da Coluna Política desta quarta-feira no O POVO, assinada pelo jornalista Érico Firmo:

Na reunião de secretariado da Prefeitura de Fortaleza, realizada ontem, o secretário das Finanças, Jurandir Gurgel, apresentou balanço até o segundo bimestre de 2016.

Segundo ele, até aqui, é uma das quatro únicas capitais cujas contas estão equilibradas. As outras seriam Belo Horizonte (MG), Curitiba (PR) e Palmas (TO).

Aumentar impostos é jogar mais dinheiro da sociedade em um sistema falido

Com o título “Dinheiro do cidadão pelo ralo”, eis o Editorial do O POVO desta quarta-feira.  Bate duro na proposta do governo Temer de aumentar impostos. Confira:

Ao ser questionado por jornalistas sobre a criação de novos impostos, o ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, disse ontem que o governo “está considerando” a possibilidade. O ministro deu a declaração logo após reunião no Palácio do Planalto com o presidente em exercício Michel Temer. “Vamos divulgar as conclusões ainda nesta semana”, concluiu Meirelles sem oferecer mais detalhes.

Não foi a primeira vez que o ministro falou acerca da possibilidade de aumentar ou criar novos impostos. Em maio passado, Meirelles declarou que não era essa a intenção do governo “num primeiro momento”, mas que isso poderia ocorrer “em algum momento”. Porém, ressaltou que o possível novo imposto a ser criado teria caráter “temporário”.

Quando a fala do ministro é posta ao lado das recentes declarações do presidente Michel Temer, é sinal de que a medida está a caminho. Sem ser perguntado, o presidente disse na última segunda-feira que em “determinado momento” o governo irá tomar medidas impopulares. Imediatamente, o mercado passou a fazer a leitura de que será reeditado algo parecido com a CPMF, o imposto sobre a movimentação financeira.

O Brasil compõe a lista dos países com maior carga tributária do mundo. Não seria algo tão escandaloso se o retorno do dinheiro

desembolsado pelos cidadãos fosse satisfatório para a sociedade. Pelo contrário. Na lista de 30 países com maior carga tributária do planeta, o Brasil ocupa o último lugar no “Índice de Retorno e Bem-Estar Social” na pesquisa feita pelo Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação.

Portanto, o desafio não deveria ser colocar as contas públicas nos trilhos se apropriando do dinheiro que os cidadãos ganham para viver, mas, sim, promovendo reformas para que os impostos sejam usados de forma adequada, gerando qualidade na oferta dos serviços públicos e estabelecendo mecanismos para que a corrupção não privatize esses recursos.

Do jeito que o País se encontra, novos impostos (ou o aumento dos já existentes) podem até resolver um problema contábil dos governos, mas vão jogar mais dinheiro da sociedade em um sistema falido, corrupto e ineficiente.

Câmara debaterá a reestruturação do DNOCS

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DNOCS – Um poço de fisiologismo.

A Câmara dos Deputados promoverá nesta quarta-feira, a partir das 14h30min, em Brasília, uma audiência pública para debater a situação do Dnocs. Hora de discutir principalmente como vai o projeto de reestruturação de um órgão que continua um poço de fisiologismo.

Além de autoridades do governo federal e, em especial, do Ministério do Planejamento, onde dormita o projeto de restruturação da autarquia, participarão parlamentares do Nordeste e a diretoria da Associação dos Servidores do Dnocs (Assecas), que, tendo à frente seu dirigente, Roberto Morse, viajou na madrugada desta quarta-eira para o encontro.

A iniciativa dessa audiência pública é do deputado federal Chico Lopes (PCdoB), que presidente a Comissão de Legislação Participativa da Câmara.

Mais de 60% dos brasileiros não se preparam para a aposentadoria

Mais da metade dos brasileiros com vida economicamente ativa não se prepara para a aposentadoria, contando apenas com o benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) para quando parar de trabalhar. É o que revela pesquisa divulgada nesta terça-feira (5) pelo Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) Brasil.

O estudo indica que 74,1% dos trabalhadores contribuem de alguma forma para o INSS, seja como assalariado ou autônomo, mas, excluindo a previdência pública, seis a cada dez entrevistados disseram não fazer nenhum tipo de investimento visando a aposentadoria.

Para a economista-chefe do SPC, Marcela Kawaut, a pesquisa confirma uma impressão já corrente entre os especialistas: os brasileiros não se previnem contra a redução de renda que terão quando precisarem parar de trabalhar. “E quanto mais velhos, mais caros os planos de saúde e maior a propensão a ter problemas de saúde que necessitem remédios caros”, alerta.

Mais que a desinformação, contudo, o estudo revela que a falta de recursos é a principal razão para o brasileiro não se preparar para uma aposentadoria condizente com sua condição de vida atual.

Para 38,8% dos entrevistados, haverá uma queda no padrão de vida caso se aposentem. Outros 13,3% consideram que nunca poderão parar de trabalhar.

Dos entrevistados que responderam fazer algum tipo de reserva, além do INSS, para incrementar a renda ao se aposentar, 19,2% disseram colocar dinheiro na poupança. Apenas 6,2% das pessoas revelaram contribuir para algum programa de previdência privada, e 6,1% responderam investir em imóveis. O valor médio dessa reserva é de R$ 258,00 por mês.

(Agência Brasil)

Pedidos de recuperação judicial sobem mais de 100% no primeiro semestre

Os pedidos de falência no Brasil registraram alta de 26,5% no 1º semestre de 2016 em relação ao mesmo período de 2015. A pesquisa, feita pelo Serviço Central de Proteção ao Crédito (SCPC), também aponta que nos seis primeiros meses deste ano as falências decretadas subiram 11,3% em relação ao período equivalente do ano anterior.

Quanto aos pedidos de recuperação judicial e às recuperações judiciais deferidas, no acumulado do semestre seguiram tendência de alta, registrando 113,5% e 118,8%, respectivamente.

Os dados mostram a fraqueza da economia brasileira, mas, pelo menos em um primeiro momento, significam também mais trabalho para os escritórios de advocacia. Em evento sobre gestão de escritórios em junho, a advogada Thalita de Marco Vani, do Saeki Advogados, contou que os serviços de recuperação judicial e cobranças aumentou devido ao momento econômico. Para Fernando Augusto Fernandes, sócio do Fernando Fernandes Advogado, “a crise econômica gera demanda na advocacia e dificuldades nos recebimentos”.

*Do Consultor Jurídico, leia mais aqui.

Inflação para famílias com renda até 2,5 salários é de 9,52% em 12 meses

“O Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação dos preços da cesta de compras para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,57% em junho deste ano. A taxa é menor que a de maio (0,84%), segundo dados divulgados hoje (5) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O IPC-C1 acumula 5,28% no ano e 9,52% em 12 meses. As taxas registradas para famílias com renda até 2,5 salários mínimos são superiores à inflação média para todas as faixas de renda, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor – Brasil (IPC-BR).

Em junho deste ano, o IPC-BR teve taxa de 0,26%. Já no acumulado de 12 meses, o IPC-BR ficou em 8,54%.

A queda do IPC-C1 na passagem de maio para junho foi provocada por recuos em cinco das oito classes de despesa que compõem o índice: saúde e cuidados pessoais (a taxa passou de 1,71% em maio para 0,38% em junho), despesas diversas (de 4,31% para 0,40%), habitação (de 1,18% para 0,90%), vestuário (de 0,48% para 0,33%) e comunicação (de 0,22% para 0,18%).

Por outro lado, três grupos tiveram alta: alimentação (de 0,53% para 0,68%), transportes (de -0,40% para -0,01%) e educação, leitura e recreação (de 0,16% para 0,50%).”

(Agência Brasil)