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AFBNB mobiliza parlamentares e entidades da sociedade civil em defesa dos fundos constitucionais

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Rita Josina comanda a entidade.

A Associação dos Funcionários do Banco do Nordeste do Brasil (AFBNB) está mobilizando trabalhadores, entidades da sociedade civil e parlamentares da Região Nordeste. O objetivo é pressionar pela manutenção do veto 22/2018, referente a artigo da Lei 13.682/2018. O veto diz respeito à utilização de recursos dos fundos constitucionais, como o Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), para equalizar as taxas de juros das aplicações do BNDES em investimentos nas regiões Norte e Nordeste.

A mobilização, segundo a assessoria de imprnes ada AFBNB, está sendo realizada devido à previsão de que a matéria ainda pode ser votada nesta semana no âmbito do Congresso Nacional.

No entendimento da entidade, utilizar o FNE para subvencionar aplicações de recursos por parte do BNDES em projetos de infraestrutura resultaria em retirar verbas que seriam destinados para aplicação em outras atividades produtivas no Nordeste, onde a maioria mini, micro e pequenos empreendimentos rurais e urbanos necessitam de crédito adequado à sua realidade para gerar emprego e renda.

(Foto – Reprodução de Youtube)

Editorial do O POVO – “Gás de cozinha: cuidado especial”

Com o título “Gás de cozinha: cuidado especial”, eis o Editorial do O POVO desta quarta-feira:

Os consumidores de gás de cozinha receberam, ontem, uma notícia nada agradável: o reajuste de 6,5% no preço do bujão de 13 kg, que estava, até então, no valor já aflitivo de R$ 75,00 e que passará para cerca de R$ 80,00 a R$ 82,00. Como se sabe, a revisão do preço do Gás Liquefeito de Petróleo (GLP) para consumo residencial é realizada periodicamente pela Petrobras. Por ser um item básico do consumo popular, cada acréscimo no preço do produto traz repercussões sociais inegáveis.

Na verdade, o reajuste será de 8,5% para as distribuidoras, que o repassarão aos consumidores num valor um pouco mais baixo. Nem assim, o impacto será desprezível no bolso já murcho da população. E vem sendo assim desde que o governo Michel Temer mudou a política de preços da Petrobras, atrelando-o ao mercado internacional do petróleo, tão logo a ex-presidente Dilma Rousseff foi retirada do poder por um impeachment. Até então, tanto os preços dos combustíveis – e do gás de cozinha – não estavam atrelados à flutuação internacional do barril de petróleo. Contudo, a Petrobras vinha reclamando que isso lhe causava grandes prejuízos.

Se a nova política de preços iniciada durante a gestão da estatal, por seu ex-presidente Pedro Parente, resolvia o problema da empresa, o mesmo não acontecia com os da população. Desde então, cresceu o número de brasileiros que voltaram a usar lenha ou carvão vegetal para cozinhar, tendo de fazer uma opção entre comprar a comida ou o botijão de gás. O Datafolha já havia constatado, em pesquisa, que dois terços dos brasileiros consideram que a alta do gás de cozinha compromete muito o orçamento familiar.

O fato de a Petrobras não ser, constitutivamente, uma empresa privada (voltada, unicamente, para dar lucro aos acionistas privados) é que lhe faculta a possibilidade de atuar, simultaneamente, como agente de equilíbrio social, numa sociedade profundamente desigual. Isto é, desenvolver uma gestão em que o superávit obtido em produtos mais lucrativos de sua cadeia produtiva possa bancar as responsabilidades sociais para com os segmentos mais frágeis da população, para os quais o gás de cozinha é um item indispensável no seu cotidiano. Afinal de contas, a estatal é um patrimônio do povo brasileiro.

A “política energética nacional” recomenda que o botijão de uso doméstico seja vendido “a preços diferenciados e inferiores” – disse a própria Petrobras quando teve de fazer uma retificação na política de Pedro Parente, após a greve dos caminhoneiros, em maio deste ano. Levar em conta esses fatores concretos que incidem sobre o cotidiano de milhões de pessoas não pode estar fora de alcance do radar de uma empresa ligada umbilicalmente ao destino do Brasil.

(Editorial do O POVO)

Tudo pronto para o Prêmio Condomínios 2018

A Associação das Administradoras e Condomínios do Estado do Ceará (Adconce) promoverá, no próximo dia 27, no Restaurante Coco Bambu, o Prêmio Condomínios 2018. A comenda reconhece os melhores empreendimentos e profissionais do setor.

Segundo a entidade, o objetivo é valorizar ainda mais esse segmento, que vem movimentando a economia, uma vez que, no Ceará, existem aproximadamente 6,5 mil condomínios e empregando de 30 a 40 mil pessoas direta e indiretamente.

(Foto – Ilustrativa)

Inflação para famílias de renda baixa sobe para 0,53%

O Índice de Preços ao Consumidor-Classe 1 (IPC-C1), que mede a variação da cesta de compras para famílias com renda até 2,5 salários mínimos, registrou inflação de 0,53% em outubro. A taxa é superior ao 0,2% de setembro, de acordo com dados divulgados hoje (6),no Rio de Janeiro, pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). Com o resultado, o indicador acumula inflação de 4,09% no ano e de 4,28% nos últimos 12 meses.

O IPC-C1 de outubro também foi superior ao Índice de Preços ao Consumidor-Brasil (IPC-BR), que mede a inflação para todas as faixas de renda e que ficou em 0,48% no mês. O acumulado pelo IPC-BR nos últimos 12 meses ficou acima do IPC-C1 (4,8%).

De setembro para outubro, seis das oito classes de despesa componentes do índice apresentaram acréscimo em suas taxas de variação: alimentação ( passou de 0,1% para 1,17%), transportes (de 0,35% para 0,71%), saúde e cuidados pessoais (de 0,17% para 0,38%), vestuário (de 0,62% para 0,73%), educação, leitura e recreação (de 0,23% para 0,37%) e comunicação (de 0,08% para 0,12%).

Por outro lado, tiveram queda os grupos habitação (de 0,22% para -0,11%) e despesas diversas (de 0,04% para -0,03%).

(Agência Brasil)

Ministério do Trabalho divulga nota pelos seus 80 anos de existência

O Ministério do Trabalho comemora 88 anos de existência neste mês. O órgão já se antecipou à festa e divulgou a seguinte nota:

Nota Pública

O Ministério do Trabalho, criado com o espírito revolucionário de harmonizar as relações entre capital e trabalho em favor do progresso do Brasil, completa 88 anos de existência no próximo dia 26 de novembro e se mantém desde sempre como a casa materna dos maiores anseios da classe trabalhadora e do empresariado moderno, que, unidos, buscam o melhor para todos os brasileiros.

O futuro do trabalho e suas múltiplas e complexas relações precisam de um ambiente institucional adequado para a sua compatibilização produtiva, e o Ministério do Trabalho, que recebeu profundas melhorias nos últimos meses, é seguramente capaz de coordenar as forças produtivas no melhor caminho a ser trilhado pela Nação Brasileira, na efetivação do comando constitucional de buscar o pleno emprego e a melhoria da qualidade de vida dos brasileiros.

*Ministério do Trabalho.

Banco Central avisa: diminuíram as incertezas para a economia

Após as eleições, o Banco Central destacou que diminuíram as incertezas para a economia brasileira, com redução de preços de ativos, como o dólar. A afirmação consta na ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC), divulgada hoje (6), em Brasília. Na última semana, o comitê decidiu manter a taxa básica de juros, a Selic, em 6,5% ao ano.

“Essa diminuição de incertezas contribuiu para redução do grau de assimetria no balanço de riscos para a inflação. Não obstante essa melhora, os membros do Copom concluíram que os riscos altistas para a inflação seguem com maior peso em seu balanço de riscos”, diz a ata.

No “balanço de riscos”, o Copom considera que o nível de ociosidade elevado da economia pode reduzir a inflação. Por outro lado, “uma frustração das expectativas sobre a continuidade das reformas e ajustes necessários na economia brasileira” pode elevar a inflação. “Esse risco se intensifica no caso de deterioração do cenário externo para economias emergentes [como o Brasil]”, acrescentou.

Conjuntura

Na ata, o Copom avaliou ainda que a conjuntura recomenda flexibilidade para a condução da política monetária (definição da taxa Selic). Por isso, optou por não sinalizar qual será seu próximo passo em relação à Selic.

“Os membros do Copom reforçaram a importância de enfatizar seu compromisso de conduzir a política monetária visando manter a trajetória da inflação em linha com as metas. Isso requer a flexibilidade para ajustar gradualmente a condução da política monetária quando e se houver necessidade”, destaca.

Segundo a ata, a inflação acumulada em 12 meses deve subir e atingir seu pico por volta do segundo trimestre de 2019. “A partir de então, a inflação acumulada em 12 meses deverá recuar ao longo do resto de 2019, em direção à meta”, acrescenta. A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Cotação do dólar

O Copom também avaliou o repasse da variação da cotação do dólar para os preços da economia. De acordo com a ata, “com exceção de alguns preços administrados, o nível de repasse tem se mostrado contido”.

“[Os membros do Copom] ponderaram, entretanto, que a intensidade do repasse de movimentos no câmbio para a inflação depende de vários fatores, como, por exemplo, o nível de ociosidade da economia e da ancoragem das expectativas de inflação”, diz a ata.

O Copom é formado pelos diretores e presidente do BC, Ilan Goldfajn. Eles são os responsáveis por definir a taxa Selic. Essa taxa é o principal instrumento do BC para alcançar a meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação. A manutenção da taxa básica de juros indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

(Agência Brasil)

Ceará é o maior exportador de água de coco do País

O Ceará é o maior exportador de água de coco, suco de acerola e de maracujá do Brasil. A informação consta no Estudo Setorial de Bebidas, elaborado pelo Centro Internacional de Negócios da Federação das Indústrias do Estado (Fiec), referente aos meses de janeiro a setembro de 2018.

A primeira bebida, derivada do coco, é responsável por mais da metade (57,7%) do total vendido ao exterior pelo Estado, contabilizando, de janeiro a outubro deste ano, US$ 25,7 milhões. Já o suco de acerola vem em seguida com US$ 8,2 milhões exportados, enquanto na quinta posição está a bebida extraída do maracujá, com US$ 608,8 milhões.

No geral, o Ceará exportou US$ 44,6 milhões de janeiro a setembro de 2018. Esse valor, mesmo expressivo, é ainda menor do que o registrado no ano passado, quando fora vendido US$ 58,4 milhões. As importações chegaram a marca de US$ 6,6 milhões.

A Holanda mais do que dobrou as compras das bebidas cearenses, passando de US$ 2,9 milhões para US$ 5,9 milhões entre 2017 e 2018. O Ceará exporta para o país europeu mais da metade do seu suco de acerola. Os Estados Unidos, assim como em 2017, são o principal destino das bebidas produzidas no estado, totalizando US$ 28,1 milhões.

Petrobras registra lucro líquido de R$ 6,6 bi no terceiro trimestre

A Petrobras fechou o terceiro trimestre do ano com um lucro líquido de R$ 6,6 bilhões, resultado 371% superior aos R$ 266 milhões obtidos no mesmo período no ano passado.

Com o resultado, a estatal encerra os primeiros nove meses do ano com um lucro líquido de R$ 23,6 bilhões, crescimento de 371% em relação a igual período de 2017.

O resultado reflete maiores margens na comercialização de derivados no mercado interno e o aumento das exportações, além da alta do preço do barril do óleo no mercado externo e da depreciação do real frente ao dólar.

(Agência Brasil)

American Air Lines encomenda 15 jatos da Embraer ao preço de US$ 795 milhões

A Empresa Brasileira de Aeronáutica (Embraer) anunciou hoje (5) que assinou um pedido da American Airlines Inc. para 15 jatos E175 com 76 assentos. O valor do contrato é de US$ 705 milhões e será incluído na carteira de pedidos firmes da empresa brasileira do quarto trimestre de 2018. As entregas começarão em 2020. Somados os contratos anteriores do mesmo modelo de aeronave, a companhia americana encomendou um total de 104 jatos E175 desde 2013.

A Embraer informou que a American Airlines selecionou a subsidiária Envoy para operar as 15 aeronaves. Serão 12 assentos de primeira classe e 64 de classe econômica. “O novo pedido mostra o valor que as companhias aéreas seguem depositando no nosso bem sucedido jato E175”, disse o diretor de Marketing e Vendas para a América do Norte da Embraer Aviação Comercial, Charlie Hills.

Segundo a empresa brasileira, incluindo este novo contrato, foram vendidos mais de 435 jatos do modelo E175 para companhias aéreas na América do Norte desde janeiro de 2013, obtendo mais de 80% do total de pedidos no segmento de jatos de até 76 assentos.

Venda

A Embraer e a Boeing anunciaram acordo no início de julho deste ano pelo qual a empresa estadunidense ficará com 80% do setor de aviação comercial da Embraer. A União, que mantém na empresa brasileira privatizada em 1994 uma ação de tipo especial, conhecida como golden share, detém poder para barrar a operação. O presidente eleito Jair Bolsonaro disse, em entrevista coletiva na semana passada, que deve avalizar o acordo.

(Agência Brasil)

SindiConfecções/CE entrega a Comenda Beni Veras

Alcy Poto o flash ao lado do prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (PDT).

O Sindicato da Indústria de Confecções do Ceará vai entregar, nesta terça-feira, durante solenidade marcada para as 19 horas, no auditório da Federação das Indústrias do Estado, a Comenda Beni Veras.

Quatro personalidades serão agraciadas com essa homenagem que reconhece o trabalho e apoio de lideranças de segmentos da sociedade ao segmento.

Entre homenageados, o diretor técnico do Sebrae, Alcy Porto, considerado a mola-mestra do organismo no Estado, e o presidente da Fiec, Beto Studart.

*Quem foi Beni Veras aqui.

(Foto – Sebrae/CE)

Petrobrás reajusta preço do gás de cozinha na refinaria em 8,5%

Os preços do gás liquefeito de petróleo de uso residencial (GLP-P13) – gás de cozinha de 13 quilogramas – estarão 8,5% mais caros a partir de amanhã (6). De acordo com a Petrobras, na média nacional, o preço de venda nas refinarias da companhia, sem tributos, será equivalente a R$ 25,07. Desde janeiro, quando passou a ter reajustes trimestrais, a alta acumulada do produto é de R$ 0,69 ou 2,8%.

Para seguir a metodologia atual, a Petrobras aplicou, este ano, reduções nos preços em janeiro e abril e uma elevação em julho. O preço representa um ajuste de R$ 1,97 em relação aos R$ 23,10 em vigor desde julho. Segundo a companhia, os motivos para a alteração dos preços foi a desvalorização do real frente ao dólar e as elevações nas cotações internacionais do GLP. “A referência continua a ser a média dos preços do propano e butano comercializados no mercado europeu, acrescida da margem de 5%”, apontou.

Conforme a Petrobras, “o objetivo da metodologia é suavizar os impactos derivados da transferência da volatilidade externa para os preços domésticos”. A estatal informou que o mecanismo leva em consideração a necessidade de praticar preços para o produto com referência no mercado internacional e a Resolução 4/2005 do Conselho Nacional de Política Energética.

A resolução “reconhece como de interesse para a política energética nacional a comercialização, por produtor ou importador, de gás liquefeito de petróleo (GLP), destinado exclusivamente a uso doméstico em recipientes transportáveis de capacidade de até 13kg, a preços diferenciados e inferiores aos praticados para os demais usos ou acondicionados em recipientes de outras capacidades”.

(Agência Brasil)

Mercado financeiro reduz estimativa da inflação para este ano

A estimativa de instituições financeiras para a inflação neste ano caiu pela segunda vez seguida. De acordo com pesquisa do Banco Central (BC), divulgada nesta segunda-feira (5), o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deve ficar em 4,40%. Na semana passada, a projeção estava em 4,43%.

Para 2019, a projeção da inflação permanece em 4,22%. Também não houve alteração na estimativa para 2020: 4%. Para 2021, passou de 3,95% para 3,97%.

A meta de inflação, que deve ser perseguida pelo BC, é 4,5% este ano. Essa meta tem limite inferior de 3% e superior de 6%. Para 2019, a meta é 4,25% com intervalo de tolerância entre 2,75% e 5,75%.

Já para 2020, a meta é 4% e 2021, 3,75%, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para os dois anos (2,5% a 5,5% e 2,25% a 5,25%, respectivamente).

Taxa básica de juros

Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,5% ao ano. De acordo com o mercado financeiro, a Selic deve permanecer em 6,5% ao ano até o fim de 2018. Para 2019, a expectativa é de aumento da taxa básica, terminando o período em 8% ao ano e permanecendo nesse patamar em 2020 e 2021.

Quando o Comitê de Política Monetária (Copom) aumenta a Selic, a meta é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação.

A manutenção da taxa básica de juros, como prevê o mercado financeiro este ano, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação.

Crescimento econômico

As instituições financeiras mantiveram a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), soma de todos os bens e serviços produzidos no país, em 1,36%, em 2018, e em 2,50% nos próximos três anos.

Câmbio

A expectativa para a cotação do dólar passou de R$ 3,71 para R$ 3,70 no fim deste ano, e permanece em R$ 3,80 para o término de 2019.

(Agência Brasil)

Camilo e uma agenda em busca de parceiros internacionais

O governador Camilo Santana (PT receberá nesta segunda-feira, às 15 horas, no Palácio da Abolição, o embaixador da Coréia do Sul, Chan Woo Kim. A visita é oficial, mas dando direito a boas conversas sobre parcerias.

Nesta terça-feira, Camilo levará a delegação coreana para uma visita ao Complexo Industria e Portuário do Pecém., em São Gonçalo do Amarante (Região Metropolitana de Fortaleza). Nesse roteiro, a Companhia Siderúrgica do Pecém (CSP) e a Zona de Processamento das Exportações (ZPE) com nova área aguardando investidores.

Falando em busca por parcerias, Camilo Santana embarca na quarta-feira à noite para o eixo Holanda-França-Espanha. Até dia 15 próximo, agenda com rodada de negócios, encontro com cúpula da KLM-Air France e acordo de cooperação com o Governo da Catalunha.

Declarações de Bolsonaro sobre política externa preocupam diplomatas

A declaração do presidente eleito Jair Bolsonaro de que pretende romper laços diplomáticos com países com governos de esquerda e de fechar a embaixada brasileira em Cuba foi recebida com preocupação entre os diplomatas.

“Qual o negócio que podemos fazer com Cuba? Vamos falar de direitos humanos? Foi acertado há quatro anos, quando Dilma era presidente, que se alguém pedisse exílio – no Brasil, como os médicos cubanos – seria extraditado. Dá para manter relações diplomáticas com um país que trata os seus dessa maneira?”, afirmou o presidente eleito, em entrevista ao jornal Correio Braziliense e à televisão Rede Vida.

O ex-embaixador Rubens Ricupero classifica o fechamento da embaixada brasileira em Cuba como um retrocesso para os tempos de Guerra Fria. “É uma volta ao espírito da Guerra Fria que acabou há mais de 30 anos. A Guerra Fria terminou com a queda do Muro de Berlim e o fim do comunismo. Naquela época é que havia esse tipo de atitude. A política externa brasileira sempre teve como princípio a universalidade nas relações. Nós procuramos ter relações com todos os países, qualquer que seja a orientação de cada um. É um imperativo da convivência entre as nações”, afirmou o diplomata.

O ex-embaixador Rubens Barbosa ressalta que o Brasil tem interesses comerciais com Cuba e defende que as relações diplomáticas sejam avaliadas com base no interesse brasileiro. “O Brasil tem uma tendência a ter relações com todos os países e, no caso de Cuba, nós temos interesses lá. Exportamos para Cuba e fazemos investimentos lá. Cuba tem uma dívida para com o Brasil, então a gente precisa colocar as relações do Brasil com Cuba e com todos os outros países dentro de um interesse maior do Brasil. Pegando o caso de Cuba, nós temos interesse em receber o dinheiro que o Brasil emprestou”, disse.

Em relação ao alinhamento político com os Estados Unidos, Ricupero aponta para um componente ideológico. “Os Estados Unidos têm interesses diferentes dos interesses brasileiros, em muitas coisas eles são até concorrentes do Brasil. Em comércio, por exemplo, em soja, em carne, carne bovina, carne suína, carne de frango, os EUA competem com o Brasil pelos mercados de fora. Então uma atitude como essa, de alinhar-se aos EUA é uma atitude ideológica”, pontua.

Entre as declarações de Bolsonaro com relação à política externa, a afirmação de que “a China quer comprar o Brasil” também gerou repercussão no meio diplomático por causa da importante relação comercial entre os países, sendo a China hoje o maior mercado para as exportações brasileiras.

Em entrevista para o canal de televisão norte-americano Fox News, na sexta-feira (2), Sérgio Amaral, embaixador brasileiro em Washington enfatizou a importância da relação entre os dois países.

“A China tem muitos investimentos no Brasil e tornou-se o parceiro comercial mais importante. Mas a diferença na relação entre China e Brasil em comparação com a que a China tem com outros países é, que sempre que dizemos algo, eles aceitam. Isso depende de nós e nós temos de decidir que tipo de política queremos ter com a China. Não tem razão para não continuarmos mantendo isso”, afirmou Amaral.

(Agência Brasil)

Alguns caminhos para melhorar a rentabilidade da sua empresa

Em artigo sobre rentabilidade e ascensão empresarial, o consultor financeiro Fabiano Mapurunga, Mestre em Administração com ênfase em Finanças, aponta estratégias de crescimento. Confira:

Quantos empresários já não tiveram a impressão de que estão fazendo todo o possível para melhorar o resultado financeiro da sua empresa, mas que, por algum motivo, não conseguem descobrir o(s) motivo(s) de não estarem conseguindo? Mesmo com tudo aparentemente andando como deveria: marca bem conhecida, cadeia de fornecimento devidamente em ordem, fluxo de vendas contínuo e, muitas vezes, até crescente. Mas mesmo assim, sua rentabilidade não avança.

Começam a apontar situações desconexas, sem uma estratégica de crescimento com bases fundamentais, enfim fazem de tudo, menos corrigir o problema na fonte. Vamos propor alguns caminhos a serem tomados para lhes apoiar, a fazer a sua curva de rentabilidade começar a ganhar ascensão.

A – VOCÊ REALMENTE CONHECE O SEU MERCADO?

Não há como ser o melhor ou mesmo otimizar custos, se pra você o seu mercado é qualquer um. Isso é muito amplo, e ninguém consegue atender de maneira ordenada e produtiva a todos, pois se gasta muita energia, pra não dizer dinheiro, ao não se conhecer realmente quem é o seu público alvo.

Existem várias técnicas que você pode adotar para conhecer quem realmente é o seu cliente, e uma das mais eficazes é a pesquisa de mercado, onde você pode saber onde se localiza seu cliente, quais os gostos que ele tem, quanto ele pode pagar pelo seu produto, dentre outras informações de bastante relevância para se montar um planejamento eficaz.

É muito importante também, que você entenda a dinâmica do seu mercado. Quais as políticas de preços vigentes, quais os melhores fornecedores, quais são as melhores praças para venda, etc.

B – AGORA VAMOS SEGMENTAR SEU PÚBLICO

Após você ter conhecido seu mercado, e entendido sua dinâmica, vamos buscar quem é o foco da sua empresa. Utilizemos o seguinte exemplo: Após a leitura dos relatórios provenientes da sua pesquisa de mercado, você percebeu que seu produto recebeu melhor aceitação por homens entre 18 e 25 anos, solteiros, universitários e que ainda não possuem residência própria. Com isso conseguimos estipular critérios importantíssimos para trabalharmos nossas políticas de marketing, de forma mais eficaz, ou seja, não poderemos fazer nenhuma campanha para um público que fuja a esses delimitadores que encontramos. Assim a campanha será muito mais objetiva e produtiva, e você terá mais percepção de que o custo-benefício foi compensador. Sem este nível mínimo de foco, você acabará gastando muito para conquistar um número bem reduzido de pessoas.

C – VAMOS VER O QUE SE PODE FAZER NAS VENDAS PARA MELHORAR A RENTABILIDADE DO SEU
NEGÓCIO

Estas situações que serão expostas, são uma constante em vários negócios e você poderá se ver, facilmente, em algumas delas:

CENÁRIO 1 – VENDAS ELEVADAS E BOAS MARGENS DE LUCRO

Situação muito agradável e perseguida por todos, mas vai aqui um alerta, não fique completamente confortável porque é aí que podem começar a vir os problemas. Tenha sempre um trabalho contínuo voltado para reduzir suas despesas, investir em treinamento, atrair e fidelizar seus clientes. Busque sempre estar criando situações de melhorias para seus colaboradores.

CENÁRIO 2 – VENDAS ELEVADAS E PEQUENAS MARGENS DE LUCROS

Procure entender se você não está vendendo seu produto barato demais, ao ponto de não estar cobrindo seus custos. Nesta situação reveja seu preço e o aumente, você poderá com isso perder alguns clientes, mas é melhor assim do que está operando no vermelho.

Outra situação possível é que você não está com a informação correta dos seus custos de produção, por isso será melhor você fazer uma nova apuração, antes que ele continue depredando a sua margem de lucro. Provavelmente você terá que rever todo seu processo produtivo, e ver onde podem ser cortados alguns custos.

CENÁRIO 3 – VENDAS EM BAIXA E BOAS MARGENS DE LUCROS

Esta é uma situação bem perigosa porque essa empresa terá a tendência de centralizar seus resultados nas mãos de um número pequeno de clientes, o que a deixa muito exposta às intemperes do mercado. Um cliente que seja, deixando de comprar, poderá afetar todo a sua operação.

É fato que seu preço pode estar fora da curva convencional, e isso pode estar afastando os clientes. Procure ver como o mercado está praticando o preço para o seu produto, e procure o equilíbrio com este.

Considere também em suas analises a possibilidade de você não estar fazendo nenhuma ação de marketing para mudar a sua curva de vendas. Veja quando foi a última vez que você abriu para promoções, quais estratégias de fidelização você tem usado, etc.

CENÁRIO 4 – VENDAS EM BAIXA E BAIXAS MARGENS DE LUCROS

Seguramente esta é a situação que ninguém quer enfrentar. É um somatório de situações desfavoráveis, que requerem uma atenção múltipla para sua resolução: baixo investimento por parte da empresa, produtos não possuem boa qualidade, funcionários desmotivados, ações de marketing ineficientes, ou mesmo, não possui nenhuma ação de marketing, etc.

Importante rever todas as dicas anteriores, e fazer uma análise precisa de todas as fraquezas que a empresa apresenta para se estruturar melhoramentos. Podem ser muitos itens a serem melhorados, por isso construa uma lista de prioridades e vá implantando as melhoras.

D – REDUÇÃO DE CUSTOS

Instintivamente esse é o primeiro ponto a ser pensado para se fazer uma melhora na rentabilidade da empresa, e também acaba se tornando a mais segura. Vejamos bem que, ao elevarmos os preços para tentar aumentar a rentabilidade, corremos um sério risco de perder uma boa fatia de nossos clientes, e aí pode ser o momento em que a concorrência dê “xeque-mate” em seu negócio.

Reavaliar seus custos deve estar dentro de sua rotina gerencial, e deve se dar tanto em momentos de alta como de baixa do seu negócio. Assim você vai construir uma filosofia que o ajudará a fazer a manutenção em seu ciclo de eficiência.

Com esse constante trabalho de redução de custos você acabará ganhando uma boa vantagem competitiva frente a seus concorrentes.

Vamos abordar dois pontos em que você poderá fazer uma reavaliação de seus custos:

1 – REVEJA SUA CADEIA DE FORNECIMENTO

É comum estarmos comprando de um mesmo fornecedor por muito tempo, e nunca paramos para rever prazos e preços. O tempo vai passando e como não renegociamos mais, isso acaba depredando a margem de lucro. Ninguém está dizendo que será fácil ligar para todos os fornecedores e renegociar prazos e preços, mas é uma tarefa muito necessária.

2 – AVALIE SUA ESTRUTURA DE PESSOAL

Analise a produção da sua equipe, e veja quem realmente está valendo a pena e aqueles a quem já foram dadas todas as chances. Não se pode bancar a improdutividade de ninguém. Sua empresa não suportará.

Muita cautela na distribuição e no corte de benefícios, pois você poderá estar desagradando àqueles funcionários que realmente fazem a diferença em seu negócio.

Não adianta construir um pacote com muitos benefícios aparentes. Veja quais benefícios realmente fazem a diferença na vida de seus funcionários e invista neles.

Esses foram apenas alguns caminhos possíveis para que você consiga encontrar o ponto certo para melhorar a rentabilidade da sua empresa. Espero tê-los ajudado.

Fabiano Mapurunga

Diretor Executivo da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Administração com ênfase em Finanças. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria. Professor Universitário

Maduro diz que sanções dos EUA são “dementes” e encurralam empresários

O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, chamou nessa sexta-feira (2) como “dementes, loucas e esquizofrênicas” as sanções dos Estados Unidos (EUA) contra o seu país e afirmou que elas prejudicam o setor privado e “encurralam” os empresários.

“Se alguém está sendo prejudicado pelas sanções criminosas e loucas que, de vez em quando, o governo dos Estados Unidos toma contra a Venezuela, é o setor privados, são os empresários”, disse Maduro em rede obrigatória de rádio e televisão.

O presidente venezuelano acrescentou que essas decisões do governo americano afetam o povo da Venezuela, porque quando o Estado vai pagar os remédios e alimentos de que o país necessita, não pode fazê-lo por essa perseguição “criminosa”.

“Temos que inventar mil atalhos para pagar e trazer o remédio, mas às vezes demora mais que o normal e temos que comprá-lo mais caro, pois, se um remédio te custa US$ 1, com esses atalhos, acaba pagando US$ 5”, afirmou.

Além disso, ele voltou a responsabilizar o deputado opositor Julio Borges, exilado na Colômbia, e os “vende-pátria”” pelas decisões que os EUA tomam contra a Venezuela.

O presidente venezuelano comentou, além disso, que talvez o governo de Donald Trump “torne a situação um pouquinho mais difícil”, mas garantiu que a Venezuela não vai se render.

O pronunciamento de Maduro ocorre um dia depois que o governo Trump anunciou sanções sobre as transações “ilícitas” do governo da Venezuela, relacionadas com o setor do ouro.

Trump estabeleceu sanções ainda à principal empresa estatal, Petróleos da Venezuela (PDVSA) e a vários altos funcionários do governo de Maduro.

(Agência Brasil com Agência EFE)

Ivo firma parceria de combate à extrema pobreza

O prefeito de Sobral, Ivo Gomes (PDT), firmou parceria com o Banco do Nordeste, nessa quinta-feira (1º), para parcerias de desenvolvimento de projetos de combate à extrema pobreza no município da Região Norte do Estado, a 222 quilômetros de Fortaleza.

Entre as políticas firmadas estão a implementação de programa de transferência de renda e de nano crédito (pequenas linhas de crédito), além de investimentos em ações de desenvolvimento econômico na área rural e implantação de fontes de energia renováveis, em especial, a solar.

(Foto: Divulgação)

Servidores de Fortaleza antecipam debate sobre campanha salarial 2019

A campanha salarial dos servidores da Prefeitura de Fortaleza já começou.

O Sindicato dos Trabalhadores e Empregados Públicos de Fortaleza (Sindifort) fechou com o economista Aécio Oliveira (Caen/UFC), que vai elaborar estudos sobre o quadro financeiro nacional da inflação e perspectivas acerca de percentuais de aumento.

A ideia da entidade é antecipar a discussão sobre tema, sempre polêmico, para que o prefeito Roberto Cláudio se posicione antes de janeiro, a data-base da categoria, informa a direção do Sindifort.

(Foto – Sindifort)

De quais reformas precisamos?

Em artigo no O POVO desta sexta-feira, a conselheira Soraia Victor, do TCE, ressalta que o Brasil somente retomará o caminho do crescimento se o governo adotar medidas de reequilíbrio das contas públicas. Confira:

Passado o período de eleições, o novo Presidente da República iniciará sua gestão com uma pauta complexa de desafios a serem vencidos: o ajuste fiscal e as antipáticas, contudo, necessárias, reformas previdenciária, trabalhista
e tributária.

É consenso entre os economistas que o Brasil somente retomará o caminho do crescimento se o governo adotar medidas de reequilíbrio das contas públicas.

Contudo, as ditas “medidas de austeridade”, como enxugamento da máquina pública, congelamento de salário dos servidores públicos, privatizações e aumento de tributos são polêmicas e soam negativamente, principalmente, para o funcionalismo público.

Muitos servidores reclamam que os gastos com pessoal são elevados, mas são os primeiros que não querem pagar uma maior alíquota contributiva e abominam qualquer impacto negativo em seu regime previdenciário. Muito se reclama que o valor da aposentadoria é baixo, mas não consideram “baixo” o tempo de contribuição ou mesmo a pouca idade para se aposentar, por compreender que são pequenas filigranas jurídicas, frente a tudo que já serviu.

Nesse cenário, muitos não querem ser prejudicados, a nível individual. E, assim, não abrem mão do que consideram seu “direito fundamental inalienável” ou sua “prerrogativa como garantia da ordem pública”. Por outro lado, todos defendem ser a favor da pátria e de uma Nação unida, sem, entretanto, perder a oportunidade de estender a mão para receber mais benefícios.

Talvez mais alienado esteja quando não se consegue ceder em função da evolução coletiva, por considerar que isso prejudicaria seus próprios direitos individuais.

Indaga-se: qual classe de servidores está disposta a alterar o regime previdenciário? Quais dos juízes, conselheiros e membros do Ministério Público aceitam perder benefícios? Quem da iniciativa privada concorda em pagar mais impostos?

Na busca de sempre ter razão, falta razão ao implemento das reformas.

Em tempos de reformas, a maior reforma, é a de consciência.

Soraia Victor, conselheira do Tribunal de Contas do Estado

BNB fecha outubro com R$ 23,2 bilhões contratados com verbas do FNE

O Banco do Nordeste fechou o mês de outubro com R$ 23,2 bilhões contratados com recursos do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE). O resultado representa recorde histórico e crescimento de 90% em relação ao mesmo período de 2017, quando o Banco havia fechado R$ 12,2 bilhões em financiamentos no Nordeste, além do norte de Minas Gerais e do Espírito Santo.

As informações foram divulgadas pelo presidente do BNB, Romildo Rolim, nesta tarde de quinta-feira, em Fortaleza. “Nossa meta de aplicação do FNE até dezembro é de R$ 30 bilhões e estamos muito confiantes que alcançaremos esse resultado antes da data prevista. Temos mais R$ 10 bilhões em tramitação nas esteiras negociais e técnicas, em projetos que deram entrada nesse segundo semestre”, afirmou o presidente. Ele também destacou que o Banco já tem aprovado diversas cartas consultas para grandes operações que serão efetivadas a partir de janeiro de 2019.

Dos R$ 23,2 bilhões efetivados até o momento, cerca de R$ 12 bilhões estão distribuídos em operações nos setores de comércio, serviços, industrial, rural e agroindustrial. Os investimentos em infraestrutura somam R$ 11,3 bilhões, em iniciativas que contemplam empreendimentos de energia, aeroportos, água e saneamento localizados em quase todos os estados da área de atuação do Banco.

Microcrédito

O crescimento na procura por crédito também foi observado na área do microcrédito. Pequenos empreendedores urbanos atendidos pelo programa Crediamigo, especialmente no mercado informal, obtiveram R$ 7,2 bilhões em recursos, o que constitui aumento de 12% em relação ao ano passado.

Mesmo crescimento foi observado no atendimento da área rural, pois o Agroamigo contratou R$ 2,1 bilhões.

Micro e Pequena Empresa

Outubro, mês da MPE no Brasil, marcou o alcance da marca de R$ 2 bilhões em operações de investimento e capital de giro para as micro e pequenas empresas.

Esse valor é 10% maior que o registrado no mesmo período do ano passado. A expectativa é fechar o ano com aporte superior a R$ 2,5 bilhões no segmento.

Regularização de dívidas rurais

No âmbito das leis 13.340/2016 e 13.606/2018, o BNB regularizou, de janeiro de 2017 a outubro de 2018, cerca de R$ 10,5 bilhões em dívidas rurais. Os benefícios dos dispositivos legais, que já contemplaram mais de 1,2 milhão de pessoas, permanecem vigentes até o final de dezembro, com descontos que podem chegar a 95% do valor dos empréstimos.

Mais de 90% das renegociações foram efetivadas com miniprodutores rurais, incluindo beneficiários do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).