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Camilo deverá anunciar concessões do Estado até novembro, incluindo o Acquário

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A secretária do Desenvolvimento Econômico do Estado (SDE), Nicolle Barbosa, informou que até novembro o governador Camilo Santana deverá anunciar a lista de concessão de equipamentos de infraestrutura econômica, que inclui o Acquário e o Centro de Formação.

Nesta segunda-feira (10), uma terceira consultoria será avaliada pela SDE.

“Compre do Pequeno Negócio” – Sebrae recebe apoio da Fiec

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A diretoria da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec) também vestiu – até literalmente, a camisa do Movimento Compre do Pequeno Negócio. Em reunião da diretoria plena da entidade, o superintendente estadual do Sebrae, Joaquim Cartaxo, e o diretor técnico Alci Porto, apresentaram a presidentes de sindicatos da indústria o movimento que tem o objetivo de estimular a sociedade a consumir produtos e serviços fornecidos por micro e pequenas empresas.

Segundo o superintendente do Sebrae-CE, Joaquim Cartaxo, até o próximo dia 5 de outubro, data em que se comemora o Dia da Micro e da Pequena Empresa, uma série de ações voltadas para a sociedade em geral e para a melhoria das micro e pequenas empresas serão realizadas. “Queremos com esse movimento, mobilizar a sociedade para não abraçar a crise e também mostrar a importância dos pequenos negócios, que reúnem mais de 94% das empresas formais do país, geram 52% do total de empregos do Brasil e respondem por 27% do Produto Interno Bruto (PIB)”.

Para o presidente da Fiec, Beto Studart, o movimento Compre do Pequeno Negócio dará uma importante contribuição para o fortalecimento da economia. “As micro e pequenas empresas contribuem decisivamente para a economia cearense porque são a grande maioria do setor produtivo. A iniciativa do Sebrae fortalece junto aos cidadãos a importância de incentivarmos essas empresas de forma a gerar cada vez mais emprego e renda, com impacto direto na economia e na sociedade em geral”.

SERVIÇO

* Para saber mais informações sobre o movimento Compre do Pequeno Negócio e os motivos para priorizar as pequenas empresas em suas compras é só acessar o hotsite www.compredopequeno.com.br

BC entra em ação e dólar fecha em queda

“Depois de se aproximar de R$ 3,60 no pregão de ontem (6), a moeda norte-americana caiu pela primeira vez em seis sessões, com o aumento da atuação do Banco Central (BC) no mercado de câmbio. O dólar comercial fechou nesta sexta-feira (7) vendido a R$ 3,508, com queda de R$ 0,029 (-0,83%).

De manhã, a moeda chegou a operar em alta, mas a tendência reverteu-se nas horas seguintes. Na mínima do dia, por volta das 11h50, o dólar chegou a ser vendido a R$ 3,497. Durante a tarde, o ritmo de queda diminuiu, mas a moeda continuou em baixa. A divisa acumula alta de 2,44% em agosto e de 31,95% no ano.

A cotação passou a cair depois que o BC aumentou a atuação no mercado cambial. Hoje, a autoridade monetária leiloou 11 mil contratos de swap cambial, quase o dobro dos 6 mil contratos leiloados nos últimos dias. O swap cambial funciona como uma venda de dólares no mercado futuro e ajuda a segurar a cotação do dólar porque transfere a procura pela moeda norte-americana do presente para o futuro.

O dólar começou a subir desde que a equipe econômica anunciou, há duas semanas, a redução para 0,15% do Produto Interno Bruto (PIB, soma das riquezas produzidas no país) da meta de superávit primário (economia para pagar os juros da dívida pública). Segundo economistas ouvidos pela Agência Brasil, a possibilidade de o país perder o grau de investimento das agências de classificação de risco tem pressionado o câmbio.

A cotação caiu mesmo com dados que mostram a recuperação da economia dos Estados Unidos. Hoje, o governo americano informou que a criação de postos de trabalho fora do setor agrícola em julho fez o nível de emprego no país voltar aos níveis de 2008, antes do estouro da bolha imobiliária que resultou na crise econômica global.”

(Agência Brasil)

Presidente da Petrobras comemora resultados do balanço da estatal

“O presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, disse que ficou muito satisfeito com os resultados alcançados pela companhia no segundo trimestre deste ano, quando teve lucro líquido de R$ 531 milhões, em especial com o resultado operacional, que ocorreu dentro da política de transparência que a empresa vem desenvolvendo e a busca da previsibilidade no tratamento do seu planejamento tributário.

Ele destacou que foram feitos alguns lançamentos no balanço do segundo trimestre, que refletiram diretamente no resultado líquido da empresa. No primeiro semestre de 2015, a empresa registrou lucro líquido de R$ 5,9 bilhões, o que equivale a 43% de queda em relação ao mesmo período do ano anterior. Já de abril a junho, o lucro líquido de R$ 531 milhões representou queda de 90% na comparação ao mesmo trimestre de 2014.

Bendine explicou que um dos fatores não recorrentes que afetaram o resultado líquido foi a baixa contábil. Ele disse que a Petrobras tinha uma ação em curso relativa a pagamentos de IOF entre os anos 2007 e 2010. Ao todo, eram quatro processos e o de 2008 foi julgado. Segundo o presidente, não havia provisão para o julgamento e, diante da vantagem que a companhia conseguiria ao assumir esse pagamento, a opção foi pagar o tributo.

“Entendemos que a tese que defendíamos era frágil para dar uma continuidade nesse processo por via judicial. Conseguimos então um bom desconto. O valor dessa ação era de R$ 3,3 bilhões e conseguimos reduzir para R$ 1,6 bilhão, sendo que parte pagamos por caixa e o restante por compensação de prejuízo fiscal”, disse.”

(Agência Brasil)

Anatel cobra desburocratização das operadores nos bloqueios de celulares roubados

O bloqueio de celulares roubados pode ficar mais fácil a partir do fim deste mês. Hoje, para bloquear um aparelho roubado ou extraviado, o usuário precisa informar à operadora o Imei, número de registro de fábrica do equipamento. Esse número está na nota fiscal, mas muitos consumidores o desconhecem.

A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) deu prazo até o fim deste mês para que as operadoras façam o bloqueio apenas com o número do telefone roubado.

Em audiência pública na Comissão de Defesa do Consumidor que discutiu o aumento do roubo de celulares no País, o superintendente de Planejamento e Regulamento da Agência, José Bicalho, anunciou as melhorias no combate ao problema.

(Com Agências)

Taxa média do cheque especial sobe e do empréstimo pessoal fica estável

A taxa média de juros do cheque especial subiu 0,18 ponto percentual na apuração feita em agosto pela Fundação de Proteção de Defesa do Consumidor de São Paulo (Procon-SP). Os juros ficaram em 11,67% ao mês, percentual superior ao verificado em julho (11,49%). Das sete instituições bancárias pesquisadas, quatro elevaram as taxas na comparação com o mês anterior. Os juros médios para empréstimo pessoal se mantiveram em 6,23% ao mês.

A maior taxa no cheque especial é do Santander. O banco elevou a taxa de 13,74% ao mês, verificada em julho, para 14,24% ao mês, uma variação de 3,64%. Foi a maior alta neste mês. Em seguida, veio a Caixa Econômica Federal, com alta de 3,6%. A taxa passou de 9,99% ao mês para 10,35% ao mês.

O Bradesco e o Itaú também aumentaram as taxas para o cheque especial. No primeiro caso, houve variação de 0,36%, e a taxa subiu de 11,26% para 11,3% ao mês. No Itaú, os juros aumentaram de 11,29% para 11,63% ao mês. Os demais bancos mantiveram os juros do mês anterior para o cheque especial.

A melhor taxa para empréstimo pessoal é oferecida pela Caixa Econômica Federal (4,6%) e a mais alta é a do Santander (7,99%). Apenas o Banco do Brasil elevou a taxa nesta linha de crédito em agosto, passando de 5,46% para 5,5% ao mês, uma variação de 0,73% em relação a julho.

O levantamento foi feito no dia 3 de agosto nas seguintes instituições: Banco do Brasil, Bradesco, Caixa Econômica Federal, HSBC, Itaú, Safra e Santander. É considerada a taxa do empréstimo pessoal para o período de 12 meses e de 30 dias para cheque especial. Os dados coletados referem-se às taxas para máximas cobradas de cliente não preferenciais, independentemente do canal de contratação.

(Agência Brasil)

FIESP e FIRJAN dão aval a Michel Temer que apregoou união pela governabilidade do País

Nesta quinta-feira, os presidentes das federação das indústrias de São Paulo (FIESP) e do Rio de Janeiro (FIRJAN), divulgaram nota apoiando a pregação do vice-presidente da República e articulador político do governo federal, Michel Temer, por unidade em favor do País. Confira:

NOTA OFICIAL FIRJAN E FIESP EM PROL DA GOVERNABILIDADE DO PAÍS

A FIRJAN e a FIESP vêm a público manifestar seu apoio à proposta de união apresentada ontem pelo Vice-Presidente da República, Michel Temer. O momento é de responsabilidade, diálogo e ação para preservar a estabilidade institucional do Brasil.

A situação política e econômica é a mais aguda dos últimos vinte anos. É vital que todas as forças políticas se convençam da necessidade de trabalhar em prol da sociedade.

O Brasil não pode se permitir mais irresponsabilidades fiscais, tributárias ou administrativas e deve agir para manter o grau de investimento tão duramente conquistado, sob pena de colocar em risco a sobrevivência de milhares e milhares de empresas e milhões de empregos.

O povo brasileiro confiou os destinos do país a seus representantes. É hora de colocar de lado ambições pessoais ou partidárias e mirar o interesse maior do Brasil. É preciso que estes representantes cumpram seu mais nobre papel – agir em nome dos que os elegeram para defender pleitos legítimos e fundados no melhor interesse da Nação.

Ao mesmo tempo, é preciso que o governo faça sua parte: cortando suas próprias despesas; priorizando o investimento produtivo; deixando de sacrificar a sociedade com aumentos de impostos.

É fundamental ainda apoiar todas as iniciativas de combate à corrupção e punir exemplarmente todos os desvios devidamente comprovados.

É nesse sentido que a indústria brasileira se associa ao apelo de união para que o bom senso, o equilíbrio e o espírito público prevaleçam no Brasil.

* Paulo Skaf Eduardo,

 

Presidente da FIESP

* Eugenio Gouvêa Vieira, 

Presidente da FIRJAN

Poupança – Saques em julho foram maiores do que os depósitos

“O Banco Central (BC) informou hoje (6) que, em julho, os brasileiros retiraram da poupança R$ 2,453 bilhões a mais do que depositaram. Foi o pior resultado para o mês desde o início da série histórica do BC, em 1995, e o sétimo resultado negativo consecutivo da poupança este ano. No acumulado do ano, a captação da aplicação está negativa em R$ 40,9 bilhões.

Em julho, os saques na poupança somaram R$ 169,9 bilhões, superando os depósitos, que alcançaram R$ 167,4 bilhões. O valor total nas contas dos poupadores chegou a R$ 648,24 bilhões. O volume dos rendimentos creditados nas cadernetas dos investidores registrou R$ 4,138 bilhões.

Vários fatores têm contribuído para a fuga de recursos da poupança em 2015. Em primeiro lugar, a alta da Selic (taxa básica de juros da economia) – atualmente em 14,25% ao ano – tornou a poupança menos atraente que outras aplicações.

Segundo a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), a caderneta é mais vantajosa do que os fundos de investimento apenas quando as aplicações são inferiores a seis meses, apesar de a poupança ser isenta de Imposto de Renda e de taxas de administração.

A alta da inflação também contribuiu para a perda de atratividade da poupança. Nos últimos 12 meses, a caderneta rendeu 7,53%, equivalente à Taxa Referencial mais 6,17% ao ano. A inflação pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, no entanto, está em 8,89%, puxada pela alta de preços administrados, como combustíveis e energia.”

(Agência Brasi)

“Valdemort” e sua pauta-bomba

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Com o título “Caça à Presidência”, eis artigo do jornalista Plínio Bortolotti, que pode ser conferido no O POVO desta terça-feira. Ele fala das consequências nefastas que o País pode sofrer por conta da briga de Eduardo Cunha com o Governo Dilma. Confira:

O Brasil corre o risco de defrontar com medida desatinada do presidente da Câmara dos Deputados: favorecer a apresentação de proposta de impeachment da presidente, como forma de constranger Dilma Rousseff, desviando a atenção das denúncias que o perseguem.

Eduardo Cunha, apelidado de Valdemort (“aquele cujo nome não deve ser pronunciado”) pelos investigadores da Lava Jato, tem um tipo de personalidade que alguns chamam de “ousada”, mas que é apenas temerária. Ele não medirá consequências para proteger os interesses particulares dele e de seus devotos.

O caminho para isso é desaprovar as contas do governo Dilma (2014), devido às “pedaladas fiscais”: o atraso de repasse de verbas para bancos que pagam benefícios sociais, como Bolsa Família, seguro desemprego, entre outros, de modo a cumprir as metas fiscais.

Para chegar até Dilma, o Congresso precisa analisar contas do governo desde 2002, passando por FHC e Lula, que ainda não foram apreciadas (porém aprovadas pelo TCU). Esse primeiro obstáculo já foi removido: a Câmara aprovou urgência para julgar esses processos.

Se as contas de Dilma forem desaprovadas, a próxima manobra seria iniciar o processo de impeachment por “crime de responsabilidade”.

Ocorre que tais “pedaladas” foram prática comum nos governos, desde FHC. Também se valem dela governos estaduais e municipais. Certo é que não se pode admitir a continuidade de uma irregularidade por já ter sido praticada. Mas também é incoerente que uma medida costumeira, de repente, passe a ser criminalizada.

Portanto, ou se rejeitam todas as contas por padecerem do mesmo vício, ou se aprovam todas, ressalvando-se que “pedaladas” serão proibidas, daqui para frente.

Fora disso, ficará claro que não se trata de preservar a moralidade pública, mas de caça à Presidência – a qualquer preço – com a ajuda de nocentes (sem “i”) úteis.

PS. Valdemort é o principal vilão da saga Harry Potter, da britânica J.K. Rowling.

* Plínio Bortolotti

plinio@opovo.com.br 

Jornalista do O POVO.

Ginásio Paulo Sarasate entra na rota das PPPs

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O Ginásio Paulo Sarasate vai mesmo entrar na era das Parcerias Público-Privadas. Quem garante é o prefeito de Fortaleza, Roberto Cláudio (Pros).

Quanto ao Estádio Presidente Vargas, um jogo ainda sem data marcada. O secretário municipal dos Esportes, Márcio Torres, ainda não se manifestou sobre o tema.

Já o coordenador das Parcerias Público-Privadas de Fortaleza, Alexandre Pereira, vem tratando mais especificamente de parceiros para um processo de terceirização dos terminais de ônibus da Capital.

Copom aumenta projeção para preço da energia elétrica e botijão de gás

“O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) aumentou a projeção para o preço da tarifa de energia elétrica de 41% para 50,9%, este ano. A estimativa para o preço do botijão de gás também subiu, de 3% para 4,6%. A estimativa para o preço da gasolina ficou praticamente estável, ao passar de 9,1% para 9,2%.

A projeção para as tarifas de telefonia é que a queda seja de 3%, ante 4,4% previstos em junho. As estimativas constam da ata da última reunião do Copom, divulgada hoje (6). Para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados, o comitê projeta variação de 14,8% em 2015, ante 12,7% considerados na reunião do Copom de junho.

Em 2016, a projeção para o conjunto dos preços administrados por contrato e monitorados é 5,7%, ante 5,3% considerados na reunião do comitê de junho.”

(Agência Brasil.)

ABAD apresentará números de sua 35ª Convenção Nacional

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Nesta quinta-feira, ao meio-dia, o presidente da Associação Brasileira de Atacadistas e Distribuidores (ABAD), José do Egito, e o presidente da Associação Cearense dos Atacadistas e Distribuidores de Produtos Industrializados (ACAD), Jocélio Parente, darão coletiva na sala de imprensa – 1º andar – Sala 01, Portal B, do Centro de Eventos.

Eles vão apresentar os números obtidos pela 35ª Convenção Nacional dos Atacadistas e Distribuidores. Na agenda, número de inscritos, visitações, rodada de negócios, investimentos no evento da ABAD e na economia local, além da geração de empregos no período do evento.

Empresa de autopeças aderiu ao Programa de Proteção ao Emprego

“Cerca de 550 funcionários da empresa de autopeças Rassini Automotive, na cidade de São Bernardo do Campo, grande São Paulo, aderiram ontem (5) ao Programa de Proteção ao Emprego (PPE). Segundo a empresa, o acordo ainda precisa ser homologado no Ministério do Trabalho para entrar em vigor.

O Sindicato dos Metalúrgicos do ABC informou que a empresa é a primeira na região a aderir ao PPE, lançado há um mês. Com o programa, os trabalhadores terão redução de 15% tanto na jornada de trabalho quanto nos salários. As remunerações ganham complemento de metade dessa redução salarial (7,5%), com verba do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Criado por medida provisória, o programa permite a redução temporária da jornada de trabalho e de salário em até 30%, como forma de evitar demissões no período de queda na produtividade das empresas. A medida prevê que a União complemente metade da perda salarial por meio do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

As empresas que quiserem aderir ao PPE precisam se ajustar ao Indicador Líquido de Emprego, calculado com base nas demissões e admissões acumuladas nos últimos 12 meses, demonstrar regularidade fiscal, previdenciária e relativa ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

No caso da empresa Rassini, o acordo terá duração de quatro meses e garante estabilidade no emprego até 31 de janeiro do próximo ano. O programa poderá ser prorrogado por até oito meses.”

(Agência Brasil)

Antonio Balhmann assume área internacional do governo de olho na refinaria e ZPE

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O deputado federal licenciado Antônio Balhmann (Pros) está assumindo, nesta manhã de quinta-feira, o cargo de assessor de Assuntos Internacionais do Governo  O ato é presidido pelo governador Camilo Santana (PT).

Com longa experiência na área de atração de investimentos, Balhmann ele terá a missão de buscar parceiros para a refinaria e desatar os nós da Zona de Processamento de Exportação (ZPE).

 

Fortaleza ganhará um Mercado das Flores

Fortaleza ganhará um Mercado das Flores, empreendimento que deverá beneficiar produtores, comerciantes e consumidores de flores de todo o Estado. Financiado pela Agência de Desenvolvimento do Estado do Ceará (Adece), o projeto de construção será entregue nesta quinta-feira, nesta tarde de quinta-feira, à Secretaria de Agricultura , Pesca e Aquicultura (Seapa), órgão executor da obra.

O Mercado das Flores surgiu a partir de uma solicitação da Câmara Setorial da Floricultura do Ceará (CS Flores) e da Associação dos Produtores de Plantas e Flores Ornamentais do Ceará (Floresce). Será uma estrutura coberta de aproximadamente 1.225 metros quadrados (m²) de área total e ocupará espaços na Praça Joaquim Távora, na Avenida Pontes Vieira, entre as Ruas Capitão Gustavo, Fiscal Vieira e Antônio Furtado.

Para abrigar os comerciantes, o local contará com 39 lojas de 18 m² cada uma. De acordo com o projeto financiado pela Adece, o investimento para a concretização do mercado será de aproximadamente R$ 2 milhões.

Fortaleza terá ato público em defesa do Pré-Sal e da Petrobras

Vem aí a Frente Nacional em Defesa do Pré-Sal. A iniciativa envolve centrais sindicais e entidades ligadas à área da educação. Nesta quinta-feira, o presidente do Sindicato Apeoc, Anízio Melo, embarcou para Brasília, onde acompanhará a articulação dessa frente.

A ordem é pressionar contra o projeto de lei nº 131, do senador tucano José Serra, que tira da Petrobras a exclusividade da exploração do Pré-Sal.

De acordo com Anízio Melo já está acertado que, no próximo dia 11, em todas as Capitais, haverá ato público em defesa da Petrobras e do Pré-Sal.

Em Fortaleza, no dia 11, haverá uma passeata saindo da Praça da Faculdade de Direito da UFC, a partir da 14 horas, com destino à Praça da Gentilândia, onde haverá ato-show.

Caixa Econômica vai licitar 46% das lotéricas

“A Caixa inicia no dia 20 de agosto o processo de licitação de quase metade das lotéricas do País. O objetivo do banco é leiloar a licença de funcionamento de 6.104 pontos de atendimento, divididos em blocos de 500.

Ontem, foram publicadas as primeiras regras sobre a disputa. No dia 20, haverá um sorteio para definir quais serão as primeiras agências que serão licitadas.

O primeiro edital será lançado em 22 de outubro. Os pregões eletrônicos serão realizados nos próximos três anos (quatro por ano). Vence quem der o maior lance. Os valores mínimos variam de acordo com a lotérica e ainda não estão definidos. Os atuais donos de lotéricas poderão participar.

Uma das exigências é que os novos administradores sigam regras de padronização dos espaços, que devem ficar maiores. Com a licitação, algumas lotéricas mudam de lugar, mas o novo ponto terá de ficar dentro de uma região geográfica (como um bairro) definida pelo banco.

Os contratos terão 20 anos de duração e poderão ser prorrogados por igual período. Na maioria das unidades, o faturamento mensal varia entre R$ 13 mil e R$ 25 mil, mas há casos que ultrapassa R$ 60 mil.”

(Folhapress)

AFBNB se mobiliza contra PEC 87, que prevê corte de recursos dos fundos constitucionais

Da Coluna Vertical, no O POVO desta quinta-feira (6):

A Associação dos funcionários do Banco do Nordeste (AFBNB) iniciou, pelas capitais do Nordeste, uma mobilização da classe política com objetivo de derrubar a PEC 87. Segundo a presidente da entidade, Rita Josina, essa emenda constitucional, em tramitação no Congresso, corta 30% dos recursos dos fundos constitucionais do Norte, Nordeste e Centro-Oeste, o que acarretará graves prejuízos para essas regiões pobres do País.

A articulação envolve as assembleias legislativas e desaguará num seminário, de caráter nacional, que a AFBNB promoverá, dias 17 e 18, na Câmara dos Deputados. Nessa ação política, estão também as entidades representativas de instituições como o Banco da Amazõnia S/A.

O que se estranha, no momento, é a cúpula do BNB estar calada sobre o tema que, cá pra nós, se concretizado, transforma-se num atentado à luta pelo chamado desenvolvimento regional.

Câmara aprova PEC que ajusta salários na AGU

“A Câmara aprovou na madrugada desta quinta-feira (6) e em primeiro turno, por 445 votos a favor, 16 contra e seis abstenções, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) 443/09, que vincula os salários da Advocacia-Geral da União (AGU) ao subsídio dos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com a PEC, o vencimento do nível mais alto dessas carreiras equivalerá a 90,25% do subsídio mensal dos ministros.

O substitutivo aprovado em primeiro turno pela Câmara estende o benefício também às carreiras de delegados de Polícia Federal (PF) e de Polícia Civil e dos procuradores estaduais, do Distrito Federal e das Procuradorias Municipais de capitais e de cidades com mais de 500 mil habitantes. Esse foi o primeiro item da “pauta-bomba” analisado pela Casa e representou a primeira grande derrota do governo no segundo semestre. Integrantes da base afirmam, inclusive, que pretendem ingressar com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade (ADI) no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a aprovação da matéria. Até mesmo o PT apoiou amplamente a PEC.

Segundo o ministério do Planejamento, Nelson Barbosa, o impacto fiscal de aprovação somente dessa PEC, incluindo os delegados, seria de R$ 2,45 bilhões. “Pedi aos líderes que não votassem a PEC 443. Não é compatível com a situação econômico-fiscal do país. Não é razoável propor um aumento salarial que varia, no topo da carreira, de 35% a 59%. Essas carreiras já têm os maiores salários da administração pública federal”, disse o ministro.

Ainda de acordo com o texto apreciado pela Câmara, os subsídios dos chamados advogados públicos serão fixados em lei e haverá um escalonamento entre as várias classes salariais. A diferença salarial entre uma categoria e outra, dentro da AGU por exemplo, não poderá ser maior que 10% nem menor que 5%.

Atualmente, a Constituição, em seu artigo 37, inciso XI, já limita o subsídio das carreiras do Poder Judiciário, dos integrantes do Ministério Público, dos procuradores e dos defensores públicos a 90,25% do subsídio dos ministros do STF, mas não menciona as carreiras da AGU e das procuradorias estaduais e do DF.”

(Congresso em Foco)

O ajuste fiscal e os bancos

Em artigo enviado ao Blog, o secretário de Acolhimento aos Movimentos Sociais, Acrísio Sena, avalia que o ajuste fiscal sacrifica a população e favorece aos bancos. Confira:

Números do primeiro trimestre de 2015: o Itaú-Unibanco lucrou R$ 5,7 bilhões, 30% a mais que o mesmo período de 2014; o Bradesco R$ 4,2 bilhões, 23% a mais; e o lucro do Santander cresceu 32%. O Bradesco, segundo levantamento da consultoria Economática anunciou ter registrado lucro líquido contábil de R$ 4,473 bilhões no segundo trimestre de 2015. Considerando todos os bancos de capital aberto, o lucro deste banco neste segundo trimestre é o terceiro maior da história, atrás apenas dos resultados do Banco do Brasil, em 2013, e do Itaú Unibanco, em 2014.

Em 2014, não foi diferente. O Itaú lucrou R$ 20,6 bilhões, Bradesco – R$ 15,3 bilhões, Banco do Brasil – R$ 11,3 bilhões, Caixa – R$ 7,1 bilhões, Santander – R$ 5,8 bilhões. Somente com prestação de serviços e cobrança de taxas, os cinco maiores bancos arrecadaram R$ 104,1 bilhões, 10,9% a mais que o ano anterior. O valor deu para bancar, com folga, todos os gastos com os 451 mil bancários, que em 2014 custaram R$ 74,6 bilhões – somados salários, encargos, cursos e treinamentos.

Com o aumento da taxa de juros pelo Banco Central, quem vive do rentismo, ao contrário da maioria da população brasileira, está rindo de orelha a orelha. No entanto, fala-se em cortar gastos sociais e cobrar mais produtividade do trabalho em um país pobre, onde ainda há – mesmo com reconhecidos avanços – pessoas sem casa, saneamento, segurança, educação, saúde e mobilidade decentes.

O ajuste fiscal está impactado negativamente na vida da população e nos setores produtivos com a elevação do preço da gasolina, diesel e eletricidade. Essa é inclusive uma das causas da inflação estar mais alta. Tudo isso em favor da financeirização desenfreada da economia. Infelizmente, está se privilegiando o lucro fácil ao invés de quem produz e trabalha. O ajuste fiscal deveria acelerar uma reforma tributária que regulamente a lei da taxação de grandes fortunas, corrigir a tabela do imposto de renda e taxar o capital especulativo.

Um ajuste fiscal não objetiva somente equilibrar as contas públicas, mas consolidar uma política econômica que combine crescimento com distribuição de renda. O sacrifício maior deve ser de quem está ganhando com isso – como no caso dos bancos –, e não quem já vem acumulando perdas. Caso contrário, poderemos estar colocando no lixo um importante avanço na nossa história recente, em relação às condições de vida de milhões de trabalhadores brasileiros.