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Mercado financeiro espera por manutenção da Selic

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) reúne-se amanhã (18) e quarta-feira (19), na sede do órgão, em Brasília, para definir a taxa básica de juros, a Selic. As instituições financeiras consultadas pelo BC esperam pela manutenção da Selic em 6,5%. A informação consta do boletim Focus, publicado semanalmente com projeções de instituições para os principais indicadores econômicos.

Em suas três últimas reuniões, o Copom optou por manter a taxa nesse índice, depois de promover um ciclo de cortes que levou ao menor nível da história. Para o mercado financeiro, não deve haver alteração na Selic até o fim deste ano. Em 2019, a taxa deve subir e encerrar o período em 8% ao ano. Para 2020 e 2021, a estimativa é de 8,13% e 8%, respectivamente.

A Selic é o principal instrumento do BC para manter sob controle a inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), calculado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

(Agência Brasil)

UFC e Fiec fecham parceria para construção de foguete espacial

O reitor da Universidade Federal do Ceará, Henry Campos, e o presidente da Federação das Indústrias do Ceará, Beto Studart, vão assinar nesta terça-feira, às 9 horas, um convênio para construção de um foguete de propulsão híbrida denominado HERMES-1, que deverá ser lançado no Centro de Lançamento Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Parnamirim (RN). O ato ocorrerá na sede da federação.

Intitulada “Missão Dragão do Mar”, essa é uma parceria inédita no Brasil e, segundo a assessoria de imprensa da Fiec, prevê a participação dos alunos dos cursos técnicos em mecânica, automação, mecatrônica e soldagem do Senai do Ceará, sob a supervisão dos professores e especialistas técnicos da instituição.

Parceria técnica

A parceria entre o Senai do Ceará e a UFC, através do Grupo de Desenvolvimento Aeroespacial (GDAe) coordenado pelo professor Claus Wehmann, começou a ser detalhada no ano passado e prevê a interação e colaboração tecnológica entre as duas entidades, ficando a UFC responsável por todo o desenvolvimento de pesquisa e engenharia e o Senai pela execução e construção colaborativa de todas as peças para compor o foguete.

A ordem é desenvolver habilidades nos alunos participantes, preparando-os para ingressar no mercado de trabalho. Os estudantes estarão envolvidos em todas as etapas do projeto, desde a concepção até o lançamento do foguete.

(Foto – UFC)

Esclarecendo o mercado de fundos de investimentos imobiliários

Em artigo sobre mercado imobiliário, o consultor financeiro Fabiano Mapurunga, Mestre em Administração com ênfase em Finanças e MBA em Gestão Financeira e Controladoria, oferece dicas para ganhos com mais segurança. Confira:

O Mercado Imobiliário é um universo cheio de oportunidades, e por tanto traz uma gama de vários assuntos muito interessantes para tratarmos. Hoje procuraremos fazer uma abordagem específica em um ponto ainda pouco explorado neste mercado, talvez por falta de uma maior divulgação, e esclarecimento a respeito de seu funcionamento, e das possibilidades de rentabilidade e segurança que ele traz. Vamos falar hoje sobre Fundos de Investimentos Imobiliários (FII).

Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) na verdade são módulos de investimentos compostos por um grupo de investidores (condomínios fechados), que possuem o objetivo comum de obter lucro, através da alocação de capital em negócios imobiliários que podem ter as mais variadas atividades como: locações, arrendamentos, vendas de imóveis, dentre outras atividades que promovam rendimentos dentro deste universo. Os mais diferentes tipos de projetos imobiliários podem fazer parte destes fundos como: imóveis prontos, shoppings centers, hospitais, edifícios comerciais, etc.

É possível adquirir cotas de Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) através da participação em ofertas públicas oferecidas por um determinado fundo, ou mesmo você pode comprar cotas já de outros investidores, e ainda é possível negociar pelo Home Broker (É um sistema oferecido por várias companhias para conectar seus usuários ao pregão eletrônico no mercado de capitais).

OBSERVAÇÃO: Importante salientar que antes de qualquer investimento você deve conhecer qual o seu perfil de investidor (conservador, moderado ou arrojado), pois assim você fará uma escolha mais apropriada dos ativos que tenham mais as suas características pessoais e isso tenderá a lhe deixar mais contente com as possibilidades de Risco X Retorno, que o papel escolhido lhe trará.

Para entender melhor qual o tipo de investidor você é, procure fazer junto ao seu agente financeiro o seu API (Análise do Perfil do Investidor). É um questionário bem simples e rápido que vai dizer muito sobre suas características.

Em síntese existem ao menos duas formas de lucrar com os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII). São elas:

– Através da valorização das cotas;

– Pelo pagamento dos rendimentos.

Os Fundos de Investimentos Imobiliários (FII) são uma alternativa para quem tem como objetivo viver de renda e estar dentro do mercado imobiliário com um valor baixo inicial de investimento. A criação destes pelo governo federal, se deu em 1993, através da Lei No 8.668. As contas destes fundos constituem valores mobiliários, logo compete à CVM (Comissão de Valores Mobiliários), autorizar, disciplinar e fiscalizar a constituição, o funcionamento e a administração dos mesmos.

Cada Fundo de Investimento Imobiliário (FII), é representado nas corretoras, por um código composto por 4 letras, acrescido do número 11 no final, por exemplo temos, BBPO11 ou HGRE11. O código 11 não é exclusivo dos Fundos de Investimentos Imobiliários, ele pode ser usado em outros tipos como por exemplo: ETF (exchange traded fund) – Fundo negociado em bolsa.

Fazendo um parêntese importante em nossa explicação sobre fundos imobiliários, importante falar que nenhum tipo de fundo tem a garantia do FGC (Fundo Garantidor de Crédito). O FGC só garante os respectivos papeis:

– CDB (Certificado de Depósito Bancário);

– LCI (Letra de Crédito Imobiliário);

– LCA (Letra de Crédito Agrário);

– RDB (recibos de Depósitos Bancários);

– Letras de Câmbio;

– Letras Hipotecárias;

– Letras Imobiliárias.

Vantagens em se investir Fundos Imobiliários:

(+) Possibilidade de investir em grandes empreendimentos imobiliários de qualidade;

(+) Rendimento isento de imposto de renda;

(+) Investimento inicial baixo;

(+) Diversificação com poucos recursos.

Desvantagens de se investir em Fundos Imobiliários:

(-) Baixa Liquidez: Da mesma forma que investir diretamente em imóveis os FII apresentam um certo grau de iliquidez. Muitos FIIs são negociados diariamente, porém existem alguns que passam vários pregões sem que haja nenhum lance. Mesmo para aqueles fundos que possuem negociação diária, se o investidor possui um grande montante envolvido, pode ser que ele tenha que dar algum desconto na cota para que seja facilitada a venda.

(-) Tributação sobre Ganho de Capital: Existe uma tributação sobre a margem de valorização da cota, sendo assim, se o preço líquido de venda da mesma, for maior do que o de compra, haverá cobrança de imposto sobre a diferença.

(-) Risco de Execução: alguns fundos são constituídos com propósitos específicos de construir ou reformar um imóvel. Normalmente estes fundos têm um período de garantia de rendimentos durante as obras, mas as obras podem sofrer atrasos e o período de garantia pode não ser suficiente.

Antes de escolher um Fundo de Investimento Imobiliário (FII), o investidor precisa tomar algumas precauções importantes:

A) Procure conhecer as principais características de cada fundo. Quais são os ativos que o compõem pois um fundo pode ser composto por um único imóvel, por vários e pode ter outros ativos ligados a imóveis;

B) Importante verificar como se dará a distribuição dos dividendos. A maioria dos rendimentos são provenientes de alugueis, logo as distribuições tendem a ser mais estáveis durante os meses. Tem que se observar contratos a vencer e os que não foram renovados, bem como a taxa de vacância.

Vamos apontar quais os principais riscos de se investir em fundos de Investimentos Imobiliários (FII):

A) Risco de Perda do Valor Investido: A cota do fundo pode sofrer alguma desvalorização em decorrência de N fatores. Se houver necessidade de vender as

cotas por valor abaixo do comprado, haverá perda de capital. Importante salientar que a cota é descontada mensamente pelo valor dos dividendos pagos.

B) Risco de Vacância do imóvel (ou imóveis) que compõem o fundo: em caso de algum inquilino resolver deixar o imóvel, o rendimento da cota poderá ser inferior ao esperado, ou até nem ter naquele mês.

C) Risco de Inadimplência: existe a possibilidade de atrasos no pagamento dos alugueis por parte dos inquilinos, motivados pelo momento econômico e outras variáveis, e isso certamente poderá afetar a distribuição de rendimentos do FII

D) Risco de Crédito do Emissor: como os Fundos Imobiliários podem investir em ativos vinculados a imóveis, como LCI ou CRI, há o risco de crédito por parte do emissor destes papéis.

Detalhando mais alguns pontos:

1 – Investimento Mínimo – o valor mínimo para investimento é igual ao valor da negociação de 1 cota, somado aos custos de corretagem. Estamos falando de algo em torno de R$ 150,00.

2 – Praticidade – todas as tarefas relacionadas a administração ficam a cargo dos administradores do fundo, que são: procura de inquilinos, documentação, compra e venda dos imóveis, manutenção, impostos, etc. Importante verificar que as taxas administrativas cobrados por um FII são bem mais baixas do que as cobradas por uma imobiliária para cuidar dos seus imóveis.

3 – Atualização de Valores – como as cotas do FII são negociadas em Bolsas de Valores, você consegue ver sempre o valor atualizado dos seus investimentos, bem como acompanhar as ofertas de compra e venda durante os horários de negociações das Bolsas.

4 – Aportes Adicionais – o investidor pode adquirir livremente, novas cotas no mercado secundário, e assim ir aumentando, gradativamente o seu investimento em um determinado fundo.

5 – Fracionamento – Caso surja a necessidade de o investidor precisar de capital líquido para cobrir alguma despesa inesperada, ele não precisa vender todas as suas cotas. Basta vender parte do investimento.

6 – Rendimentos isentos – os rendimentos/ distribuição ficam isentos de imposto para pessoa física, desde que o fundo tenha pelo menos 50 cotistas, nenhum dos cotistas pode deter mais do que 10% do fundo

7 – Liquidação em D + 3 – ao vender um FII, o dinheiro será creditado na conta da sua corretora em 3 dais úteis, a exemplo do que acontece com a venda de ações.

Com estas explicações espero ter podido contribuir com o aumento do seu conhecimento sobre o mercado de Fundos de Investimentos Imobiliários (FII), e assim você possa ter mais essa alternativa em seu portfólio de investimentos, para melhorar a sua possibilidade de ter ganhos com mais segurança.

Fabiano Mapurunga

Diretor Executivo da Go Partners Consultoria em Finanças e Negócios. Mestre em Administração com ênfase em Finanças. MBA em Gestão de Negócios. MBA em Gestão Financeira e Controladoria. Professor Universitário

Geração de energia eólica já cresceu 17,8% em 2018

Nos sete primeiros meses de 2018, a geração de energia elétrica proveniente de geração eólica cresceu 17,8%, informou a Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE). Segundo boletim da CCEE, as usinas que utilizam os ventos como insumo para a produção de eletricidade somaram 4.470 megawatts (MW) médios entregues entre janeiro e julho, frente aos 3.793,9 MW médios gerados no mesmo período de 2017.

“A representatividade eólica em relação a toda energia gerada no período pelas usinas do Sistema alcançou 7% em 2018. Já a fonte hidráulica foi responsável por 74,5% do total e as usinas térmicas responderam por 18,1%”, diz o boletim.

Segundo a Câmara, atualmente 520 usinas eólicas estão em operação comercial no país. Até o final de julho, a capacidade instalada dessas usinas somou 13.240,10 MW, incremento de 17% frente aos 11.313,50 MW de capacidade das 446 unidades geradoras existentes em julho de 2017.

A Região Nordeste domina a produção de energia movida por ventos. Dos dez maiores produtores, oito estão no Nordeste. O Rio Grande do Norte se mantém como maior produtor de energia eólica no Brasil, com 1.244,8 MW médios de energia entregues nos primeiros sete meses de 2018. Na sequência, aparecem a Bahia com 1.094,8 MW médios produzidos, o Piauí com 576,9 MW médios, o Rio Grande do Sul com 569,9 MW médios, o Ceará, com 553,4 MW médios.

Os dados consolidados da Câmara ainda confirmam o estado do Rio Grande do Norte com a maior capacidade instalada, somando 3.592,25 MW, Em seguida aparecem Bahia, com 2.907,64 MW, Ceará com 2.249,06 MW, Rio Grande do Sul com 1.777,87 MW e Piauí, com 1.443,10 MW de capacidade”, segundo a CCEE.

(Agência Brasil)

Latam lança promoção para Fortaleza de voos nacionais e internacionais; confira preços

A companhia aérea Latam lançou promoção de voos nacionais e internacionais com origem em diversas capitais. Em Fortaleza, voos para Natal são vendidos a partir de R$ 99 o trecho com taxas inclusas. A informação é do site Mercado e Eventos.

Já da Capital para Miami e Orlando, nos Estados Unidos, os preços ficam em R$ 1.534 e R$ 2.028. Neste caso, o valor corresponde a ida e a volta e as taxas estão inclusas.

Preços de outros voos com saída de Fortaleza podem ser consultados no site da Latam.

(O POVO Online)

Ibef/Ceará divulga data do Prêmio Equilibrista

Já tem data o Prêmio Equilibrista, que chegará à sua oitava edição. O evento, com divulgação do homenageado, ocorrerá no dia 13 de novembro, às 19 horas, no Hotel Gran Marquise.

Idealizada pelo Instituto Brasileiro de Executivos de Finanças (Ibef), no Ceará, a premiação é considerada a mais importante homenagem a empresários que se destacam no mundo das finanças.

Caixa reduz de 9,5% para 8,5% de juros para imoveis

A Caixa Econômica Federal anunciou a redução de 0,75 ponto percentual nas taxas de juros do crédito imobiliário para aquisição de imóveis enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI). A redução vale para imóvel de até R$ 1,5 milhão. As taxas mínimas do SFI passarão de 9,5% ao ano para 8,75% ao ano. E a taxa máxima cai de 11% para 10,25% ao ano. As novas taxas começam a valer a partir do dia 24 deste mês.

A Caixa informou também que a partir de novembro oferecerá um novo serviço de avaliações de imóveis, disponibilizando laudo diretamente para pessoas físicas e jurídicas. Segundo o banco, o Caixa Avalia é uma plataforma que vai permitir a venda de avaliações pelo site com contratação 100% digital.

Reduções de juros

Em abril, a Caixa reduziu em até 1,25 ponto percentual as taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo (SBPE). O limite de cota de financiamento do imóvel usado subiu de 50% para 70%. A Caixa também retomou o financiamento de operações de interveniente quitante (imóveis com produção financiada por outros bancos) com cota de até 70%.

Em julho, o banco reduziu em média de 1 a 2 pontos percentuais ao ano as taxas do crédito imobiliário para pessoa jurídica. Em agosto, a Caixa promoveu uma redução de até 0,5 ponto percentual das taxas de juros do crédito imobiliário para operações com recursos do SBPE. O limite de cota de financiamento de imóveis usados para pessoa física subiu de 70% para 80%.

A Caixa tem R$ 85 bilhões disponíveis para o crédito habitacional este ano. No 1º semestre, foram contratados mais de R$ 40 bilhões. O banco tem cerca de 70% das operações para aquisição da casa própria.

Operado com recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), o SFH financia imóveis de até R$ 800 mil em todo o país, exceto para Rio de Janeiro, São Paulo, Minas Gerais e Distrito Federal, onde o teto corresponde a R$ 950 mil. Os imóveis residenciais acima dos limites do SFH, são enquadrados no SFI, que financia imóveis com recursos de poupança.

(Agencia Brasil)

Volume de serviços recua 2,2% de junho para julho, diz IBGE

O volume do setor de serviços caiu 2,2% em julho deste ano na comparação com o mês anterior. A queda veio depois do avanço de 4,8% de junho. O dado é da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A taxa também recuou na comparação com julho de 2017 (0,3%), no acumulado do ano (0,8%) e no acumulado de 12 meses (1%). Apesar da queda, no acumulado de 12 meses, os serviços apresentam uma trajetória de recuos cada vez mais moderados, que começou depois de abril de 2017, quando o setor caiu 5,1%.

A receita nominal caiu 0,5% na passagem de junho para julho, mas cresceu 3,7% na comparação com julho de 2017, 1,7% no acumulado do ano e 2,6% no acumulado de 12 meses.

Dos cinco segmentos de serviços pesquisados, apenas os serviços prestados às famílias tiveram crescimento no volume na passagem de junho para julho (3,1%). Entre os quatro segmentos em queda, destaca-se o de transportes e correio, que recuou 4%.

Os demais segmentos tiveram as seguintes quedas: serviços de informação e comunicação (2,2%), serviços profissionais, administrativos e complementares (1,1%) e outros serviços (3,2%).

(Agência Brasil)

Inflação de setembro sobe para 1,2%

O Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) registrou uma inflação de 1,2% em setembro, percentual bem superior ao 0,51% de agosto e ao 0,39% de setembro de 2017. Com isso, de acordo com a Fundação Getulio Vargas (FGV), o índice acumula taxas de inflação de 7,89% no ano e de 9,66% em 12 meses.

O avanço foi provocado pelos preços no atacado, medidos pelo Índice de Preços ao Produtor Amplo, que subiram 1,76% em setembro. Em agosto, a inflação havia sido de 0,64%.

A inflação do Índice de Preços ao Consumidor, que mede o varejo, caiu de 0,14% em agosto para 0,08% em setembro. Já o Índice Nacional de Custo da Construção passou de 0,46% para 0,16% no período.

O IGP-10 foi apurado em pesquisa feita entre 11 de agosto e 10 de setembro.

(Agência Brasil)

Preço do pão e massas já subiu 10% nos últimos dois meses no País

Desde julho, os preços de produtos à base de trigo, como massas alimentícias, pães e biscoitos, além da própria farinha de trigo, já aumentaram em até 10%, segundo estimativas de entidades que representam a indústria do setor no país. O percentual representa cerca de 40 vezes a variação da inflação média dos últimos dois meses, medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que subiu 0,24% entre julho e agosto.

A principal explicação para a inflação dos alimentos à base de trigo está na dependência externa que o Brasil tem do produto combinada com as recentes oscilações do dólar e do preço do produto no mercado internacional. O trigo é um dos poucos grãos que o Brasil tem que importar de outros países para abastecer o mercado doméstico.

Pelos dados mais recentes da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), o país deve produzir 5,2 milhões de toneladas de trigo em 2018 e comprar do exterior mais 6,3 milhões de toneladas, a maior parte oriunda da Argentina, seguida de países como Estados Unidos, Paraguai, Uruguai e Rússia.

Oscilação de preço

Economistas confirmam o cenário descrito pelos produtores do setor. “No caso do trigo, o Brasil importa mais da metade da demanda interna. Assim, maiores taxas de câmbios terão impacto direto sobre os mercados atacadista e varejista. Além disso, no primeiro semestre de 2018, os preços internacionais subiram, diante da menor oferta mundial. O Brasil também foi impactado pelos maiores preços na Argentina, diante das incertezas quanto ao tamanho da safra desta temporada”, explica o professor Lucílio Alves, pesquisador do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepe), ligado à Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz, da Universidade de São Paulo (USP).

O preço do trigo, que é um dos principais produtos negociados na Bolsa de Chicago (CME Group), nos EUA, chegou a atingir US$ 197,80 (R$ 819) por tonelada em agosto, o maior valor desde julho de 2015. Na parcial de setembro, o preço caiu um pouco, para US$ 181 (R$ 749,34), mas ainda bem superior à média do início do ano (US$ 158,91/ton em janeiro).

Além disso, como o preço internacional do produto é calculado em dólar, a desvalorização do real aumenta seu custo de importação. No ano, o dólar se valorizou ante ao real em 22,86%, no acumulado até agosto. Somente no mês passado, essa valorização foi de 8,45%.

(Com Agência Brasil)

Aumento das Taxas dos Alvarás – Prefeitura é alvo de ação do Sinduscon

Prefeito Roberto Cláudio e a polêmica dos alvarás.

A Prefeitura de Fortaleza tem até a próxima quarta-feira, 20, para se manifestar sobre os aumentos nas taxas de alvarás, previstos no novo Código Tributário Municipal. Dia em que encerra o prazo de 15 dias úteis determinado pela 4ª Vara da Fazenda Pública, em resposta ao pedido protocolado na Justiça pelo Sindicato das Construtoras do Ceará (Sinduscon-CE). A decisão é do último dia 4.

De acordo com o presidente do Sinduscon, André Montenegro, a medida visa conter os impactos do reajuste, que, segundo ele, chega a 800% sobre as taxas de alvarás de construção, sanitários e de funcionamento. “O setor produtivo não está conseguindo se sustentar com essa alta carga tributária. Foi necessário apelar para a Justiça, pois não houve diálogo por parte da Prefeitura”, explica, citando a ação ajuizada no último dia 30 de agosto.

Procurada, a Prefeitura informou que ainda não foi notificada e, por isso, não tem como prestar esclarecimentos sem ter acesso aos detalhes do pedido. A nova legislação entrou em vigor no último dia 31 e julho. Entre as mudanças questionadas, está a cobrança da taxa de licenciamento, que agora passa a ser anual e de acordo com o tamanho do estabelecimento. Antes, a taxa era cobrada somente ao abrir o empreendimento. O reajuste, explica Montenegro, recai sobre os produtos e serviços. “As empresas não estão conseguindo pagar tantos impostos e acabam falindo, demitindo funcionários ou repassando para o consumidor”, observa.

Com mais uma ação, passa de 100 o número de pedidos na Justiça contra o novo Código. A maioria foi movida por restaurantes da Capital, conforme recomendação jurídica da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel). De acordo com advogado da entidade, Rafael Albuquerque, as altas taxas têm afetado o crescimento do mercado e reduzido os investimentos na Capital.

“Estimamos uma mortalidade de 200 empresas do nosso setor em julho. As que não fecharam, deixaram de investir ou expandir o negócio após o reajuste”, informa. As ações movidas por bares e restaurantes aguardam o parecer da Justiça e não há previsão de reposta, explica o advogado.

Os demais pedidos foram do Sindicato dos Médicos do Ceará, Associação dos Lojistas do shopping RioMar Fortaleza (ALRSF) e Sindicato dos Salões de Barbeiros e de Cabeleireiros, Institutos de Beleza e Similares de Fortaleza (Sindibel). No caso dos lojistas do RioMar, a Justiça negou a liminar contra o aumento nas taxas de alvarás.

(O POVO – Bruna Damasceno)

STJ derruba liminar do TRF e manda prender empresários

Horas depois de ganhar liberdade na manhã da última quarta-feira (12), por ordem do desembargador federal Roberto Machado, do Tribunal Regional Federal da 5ª Região (TRF-5), o empresário Deusmar Queirós voltou a ser preso. Nesta quinta, 13, o fundador do Grupo Pague Menos e mais três ex-sócios dele – Ielton Barreto de Oliveira, Geraldo Gadelha Filho e Jerênimo Alves Bezerra – se apresentaram no presídio Irmã Imelda, em Aquiraz, na Região Metropolitana de Fortaleza. Os quatro foram condenados, em 2010, em três instâncias da Justiça por crime contra o sistema financeiro.

Na mesma quarta-feira (12) em que os quatro empresários ganharam liberdade, o ministro Felix Fischer, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), restabeleceu a ordem de prisão determinada por ele na semana passada. Fischer, em nome da “competência da corte”, derrubou uma decisão do desembargador federal Roberto Machado que havia ignorado uma determinação do próprio ministro.

Na terça-feira (11), Roberto Machado mandou que a Justiça Federal no Ceará libertasse Deusmar Queirós e os outros três presos atendendo um pedido da defesa. No entanto, a juíza Cinthia Menezes Brunetta, da 12ª Vara Federal, se negou a autorizar a soltura porque havia ordem contrária expedida pelo STJ. Machado ratificou a ordem liminar e Brunetta cumpriu a determinação, mas comunicou as sobre as decisões conflitantes que chegaram às suas mãos ao Superior Tribunal de Justiça.

Informado pela juíza e atendendo a uma reclamação feita pelo Ministério Público Federal, o ministro Felix Fischer mandou suspender a liminar concedida por Roberto Machado e revogou a liberdade de Deusmar, Ielton, Geraldo e Jerônimo. Fischer escreveu que Machado usurpou a “competência deste Tribunal, desconsiderou o decidido por esta Corte, transformando o writ (a ordem judicial, no caso o habeas corpus) em ‘segunda apelação’ em clara ofensa ao devido processo legal”.

O POVO apurou que a defesa de Deusmar Queirós está tentando que o empresário cumpra a condenação inicial em prisão domiciliar. A suposta falta de segurança no presídio Irmã Imelda seria a justificativa. Um juiz estadual da vara de execuções penais enviou ofício à Secretaria da Justiça e Cidadania (Sejus) pedindo informações sobre o risco da unidade prisional. O presídio federal mais próximo de Fortaleza está em Mossoró (RN), a 239,8 km, e é de segurança máxima.

Deusmar Queirós foi condenado a 9 anos e 2 meses de prisão em regime fechado. Enquanto Ielton Barreto, Geraldo Gadelha e Jerônimo Bezerra pegaram 5 anos e 10 meses. Entre os anos de 2001 e 2006, por meio das empresas Renda Corretora de Mercadorias S/C Ltda e da Pax Corretora de Valores e Câmbio Ltda, os quatro atuaram no mercado de valores imobiliários sem registro junto à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e teriam lucrado pelo menos R$ 2,8 milhões.

(O POVO Online / Repórter Demitri Túlio)

Fiscais da Receita Federal do Ceará promovem debate sobre Reforma Tributária Solidária

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A Associação Cerense dos Fiscais da Receita Federal do Brasil vai promover, no próximo dia 26, o seminário Reforma Tributária Solidária em Debate. O evento ocorrerá, a partir das 8h30min, no auditório do Ministério da Fazenda, no bairro Meireles.

A programação conta com painéis sobre o andamento da Reforma Tributária no Congresso e sobre a Reforma Tributária Solidária, apresentados respectivamente pelo presidente da Associação Nacional dos Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), Floriano Martins de Sá Neto, e pelo vice-presidente de Estudos e Assuntos Tributários da entidade, César Roxo Machado. Também participará do debate o diretor do Instituto de Justiça Fiscal, Marcelo Lettieri Siqueira.

O objetivo do seminário é promover o debate sobre o atual modelo tributário e as propostas para o desenvolvimento da sociedade de forma mais justa e solidária.

Confira a programação

8h30min – Credenciamento

8h45min – Abertura

9h15min – Apresentação dos Painéis

a) As Reformas Tributárias em Tramitação no Congresso
Floriano Martins de Sá Neto – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil e Presidente da ANFIP

b) A Reforma Tributária Solidária – Conjunturas, principais questões e conclusões do projeto Reforma Tributária Solidária
César Roxo Machado – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil – Vice-Presidente de Assuntos Tributários da ANFIP

c) As configurações finais da proposta da Reforma Tributária Solidária – nova distribuição da carga tributária, comparando-a com a atual
Marcelo Lettieri Siqueira – Auditor Fiscal da Receita Federal do Brasil – Diretor do Instituto de Justiça Fiscal

d) Outros painéis a confirmar

11h45min – Participação da plateia

12h30min – Encerramento

SERVIÇO

*Ministério da Fazenda – Rua Barão de Aracati, 909 – Meireles – Fortaleza.

Expo Market Condomínios 2018 – Inscrições já estão abertas

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Já estão abertas as inscrições para a Expo Market Condomínios 2018.

O evento é uma realização do Grupo de Comunicação O POVO e ocorrerá nos dias 19 e 20 de outubro, no Shopping RioMar Papicu. O objetivo é oferecer palestras, oficinas e ações que prometem melhorar a gestão de condomínios e, principalmente, aliviar a vida dos síndicos.

A previsão, nessa segunda edição da ExpoMarket Condomínios, é congregar cerca de dois mil participantes. Pelo menos.

SERVIÇO

*Inscrições – site expomarketcondominios.com.br

Dólar fecha a R$ 4,19 e bate novo recorde histórico

Nesta quinta-feira, o dólar fechou em alta e atingiu novo valor máximo na história em relação ao real. Os investidores monitoram a cena eleitoral e o movimento do câmbio dos demais países emergentes, após a Turquia aumentar os juros, tirando a pressão sobre a moeda do país. A informação é do Portal G1.

A moeda norte-americana subiu 1,1%, negociada a R$ 4,1952 na venda. Este é o maior valor de fechamento já registrado em relação ao real.

Antes disso, a maior cotação havia sido em 21 de janeiro de 2016, quando a moeda chegou a R$ 4,163.

Volume de vendas do varejo cai 0,5% de junho para julho

O volume de vendas do comércio varejista recuou 0,5% na passagem de junho para julho deste ano. Segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), essa é a terceira queda consecutiva do indicador, que acumula perda de 2,3% no período.

O volume de vendas também recuou 0,8% na média móvel trimestral e 1% na comparação com julho de 2017. Houve, no entanto, altas nos acumulados do ano (2,3%) e de 12 meses (3,2%).

Na comparação com junho deste ano, cinco das oito atividades varejistas pesquisadas tiveram queda, com destaque para os móveis e eletrodomésticos (-4,8%), outros artigos de uso pessoal e doméstico (-2,5%) e tecidos, vestuário e calçados (-1%). Também recuaram os segmentos de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (-2,7%) e livros, jornais, revistas e papelaria (-0,9%).

Por outro lado, três setores tiveram alta: hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,7%), combustíveis e lubrificantes (0,4%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (0,1%).

Varejo ampliado

No varejo ampliado, que também inclui a venda de materiais de construção e de veículos e peças, a queda de junho para julho chegou a 0,4%, resultado influenciado pelo desempenho negativo das vendas de veículos, motos e peças (-0,8%) e material de construção (-2,7%).

Nos outros tipos de comparação, no entanto, o varejo ampliado registrou alta: 3% na comparação com julho do ano passado, 5,4% no acumulado do ano e 6,5% no acumulado de 12 meses.

Receita nominal

A receita nominal do varejo avançou 0,2% na comparação com junho deste ano, 0,2% na média móvel trimestral, 2,9% na comparação com julho de 2017, 3,9% no acumulado do ano e 3,5% no acumulado de 12 meses.

Já a receita nominal do varejo ampliado recuou 0,6% na comparação com junho deste ano e 0,3% na média móvel trimestral, mas cresceu 5,9% na comparação com julho de 2017, 6,5% no acumulado do ano e 6,3% no acumulado de 12 meses.

(Agência Brasil)

Como empreender usando as novas tecnologias? Você está preparado?

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Com o título “Anywhere office: você está preparado?”, eis artigo do empreendedor e conferencista Victor Paiva, fundador da HIP Group e TEDxFortaleza. Ele aborda o desafio do empreendedorismo num mundo cada vez mais digital. Confira:

Empreender é um desafio diário, viver também é. Logo, apesar do medo, das incertezas e dos percalços, nossa geração tem grandes ferramentas para buscar riqueza, sem deixar de considerar o novo significado que essa palavra tem hoje. Riqueza não é mais o acúmulo desenfreado, mas sim, saúde financeira, liberdade e flexibilidade.

De acordo com o Fórum Econômico Mundial, a capacidade de resolver problemas de forma criativa é uma das habilidades mais requisitadas pelas empresas. Saímos então do ferramental, ou seja, “hard skills”, que serão dominadas logo, logo, pela inteligência artificial, e entramos nas “soft skills”, que são as habilidades e singularidades cuja importância será verdadeiramente determinante para o mercado, para a vida e para a trajetória pessoal de cada um.

Conceitos como “anywhere office”, que é trabalhar de qualquer lugar do mundo, utilizando internet, aplicativos de colaboração e comunicação em um smartphone, já são uma realidade irreversível, mas a liberdade de empreender ou de trabalhar remotamente não são sinônimos de perfeição e plenitude. Elas significam também exercitar diariamente habilidades como resiliência, inteligência emocional, autocontrole, autoresponsabilidade, empatia e outras.

Em um mundo onde decisões estão sendo tomadas por algoritmos e a tecnologia fazendo coisas sensacionais, a conexão humana é cada vez mais importante e é justamente ela quem vai nos diferenciar das máquinas.

“Story Empathy”, metodologia que criei e pela qual desenho meus processos criativos, se fundamenta em apresentar conteúdos que tragam significado para as pessoas, que são o centro de todo esforço que fazemos como humanidade. Tudo é feito por pessoas e para as pessoas, e quando sentimos que há gente como a gente por trás de um produto ou serviço, tudo ganha mais significado e valor.

Se empreender é arriscar acreditando no que se faz, precisamos cultivar essas habilidades que nos tornam mais humanos e compreender o que as pessoas querem, precisam e desejam para trazermos ao mundo inovações que tenham impacto de verdade, afinal, não se empreende mais apenas por dinheiro.

*Victo Paiva,

victor@hipgroup.com.br

Empreendedor e fundador da HIP Group e TEDxFortaleza..

Dólar abre nesta quinta-feira mantendo tendência de queda

A moeda norte-americana abriu o pregão de hoje (13) em baixa de 0,23%, cotada a R$ 4,1360 para venda. O dólar mantém a tendência de queda, após ultrapassar a barreira dos R$ 4,15 no começo da semana.

O Banco Central mantém a política tradicional de oferta de swaps cambial, sem anunciar leilões extraordinários para venda futura da moeda.

O Ibovespa, índice da B3, iniciou o dia em alta de 0,26% às 10h10, com 75.295 pontos.

(Agência Brasil)

PIS – Trabalhadores nascidos em setembro já podem sacar o abono salarial 2017

Trabalhadores da iniciativa privada nascidos em setembro e funcionários públicos com inscrição no Programa de Formação do Patrimônio do Servidor Público (Pasep) final 2 já podem sacar o abono salarial referente a 2017.

O recurso do Programa de Integração Social (PIS) e do Pasep está disponível a partir de hoje (13) até o dia 28 de junho de 2019.

Notas de Real

Dinheiro já poder recebido por trabalhadores na rede bancária (Arquivo/Marcello Casal Jr./Agência Brasil)
O pagamento do abono do PIS/Pasep ano-base 2017 começou no dia 26 de julho e a liberação do dinheiro para os trabalhadores é feito de acordo com o mês de nascimento ou o número final da inscrição, a depender do programa.

Conforme o calendário de pagamento, inscritos no Programa de Integração Social (PIS) e nascidos de julho a dezembro, recebem o benefício ainda este ano. Já os nascidos entre janeiro e junho, terão o recurso disponível para saque no ano que vem. No caso do Pasep, servidores com inscrição final 0 a 4 recebem os recursos este ano; de 5 a 9 apenas ano que vem.

A partir da liberação, o dinheiro ficará à disposição do trabalhador até 28 de junho de 2019, prazo final para o recebimento.

Telefones úteis ao trabalhador

Os empregados da iniciativa privada, vinculados ao PIS, sacam o dinheiro nas agências da Caixa Econômica Federal. Para saber se tem algo a receber, a consulta pode ser feita pessoalmente, pela internet ou no telefone 0800-726-0207.

Para os funcionários públicos vinculados ao Pasep, a referência é o Banco do Brasil, que também fornece informações pessoalmente, pela internet e pelo telefone 0800-729-0001.

O valor que cada trabalhador tem para sacar é proporcional ao número de meses trabalhados formalmente em 2017. Quem trabalhou o ano todo recebe o valor cheio, que equivale a um salário mínimo (R$ 954). Quem trabalhou por apenas 30 dias recebe o valor mínimo, que é R$ 80.

Além do tempo de serviço, para ter direito ao abono, o trabalhador já deveria estar inscrito no PIS/Pasep há pelo menos cinco anos e ter tido seus dados informados corretamente pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais).

O abono salarial do PIS/Pasep é um benefício pago anualmente com recursos provenientes do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), abastecido por depósito feitos pelos empregadores.

Além do abono salarial, o FAT custeia o programa Seguro-Desemprego e financia programas de desenvolvimento econômico. Os recursos do abono que não são sacados pelos trabalhadores no calendário estabelecido todos os anos retornam para o FAT, para serem usados nos demais programas.

Abono ano base 2016

Também está aberto, desde 26 de julho, o novo período para o pagamento do abono salarial ano-base 2016.

Quase 2 milhões de trabalhadores não retiraram os recursos no prazo, até 29 de junho deste ano, por isso foi aberto um novo período.

O valor chega a R$ 1,44 bilhão e ficará disponível para os trabalhadores que ainda não realizaram o saque até 28 de dezembro.

(Agência Brasil)

Senai e UFC acertam parceria para construção de foguete

Da Coluna do POVO Economia, de Neila Fontenele, no O POVO desta quinta-feira:

O Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai Ceará) e o Departamento de Engenharia Mecânica da Universidade Federal do Ceará (UFC) devem assinar convênio para a construção de um foguete de propulsão híbrida, denominado de Hermes-1.

O documento passará ainda pela análise do presidente da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (Fiec), Beto Studart, e deve ser assinado em breve. O projeto do Hermes-1 prevê o seu lançamento no Centro de Lançamento Barreira do Inferno (CLBI), localizado em Parnamirim (RN).

Comenta-se que o projeto é uma das meninas dos olhos do reitor da UFC, Henry Campos, e prevê a participação de alunos dos cursos técnicos em mecânica, automação, mecatrônica e soldagem, com a supervisão de professores e especialistas técnicos de ambas as instituições.

O diretor-regional do Senai-Ceará, Paulo André Holanda, conta que a parceria entre o Senai e a UFC, através do Grupo de Desenvolvimento Aeroespacial (GDAe), é coordenada pelo professor Claus Wehmann. O projeto ganhou o título de “Missão Dragão do Mar”.

(Foto – Fiec)