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Feirão de Recuperação de Crédito da CDL Fortaleza oferece descontos de até 90%

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Vem aí mais um Feirão de Recuperação de Crédito promovido pela CDL de Fortaleza. Será no período de 26 deste mês a 20 de dezembro. A partir de segunda-feira, portanto, um balcão de negociação atenderá à clientela na CDL Fortaleza, no período das 8 às 17 horas.

De acordo com a entidade, a ordem é tirar muitos do cadastro negativado em órgãos como o SPC Brasil e, claro, ter condições de comprar de olho no Natal.

O fortalezense inadimplente terá a oportunidade de renegociar os débitos com até 90% de desconto em empresas dos segmentos financeiro, varejo e de segurança, adianta a gerente de Negócios e Relacionamentos da CDL, Isabel Martins.

Empresas participantes

As empresas participantes deste feirão são: Fortbrasil, Sapataria Nova, Casa Pio, C. Rolim, Corpvs Segurança e Lojas Bethset. Cada uma delas está com uma proposta de recuperação de crédito. A administradora de cartões de crédito FortBrasil vai ofertar desconto de até 85% e parcelamento em até 18 vezes, para atrasos a partir de 66 dias, e a Corpvs Segurança vai ofertar até 80% de desconto nos encargos e juros, mas em casos específicos, o desconto poderá chegar até 100% nos juros.

No segmento do varejo, a Sapataria Nova estará aberta a negociação de desconto de até 90% sobre os juros de acordo com o vencimento do débito; a Casa Pio e C. Rolim vão abater de 20% a 60% nos juros nos débitos que estão de 60 a 365 dias de atraso e de 50% a 90% nos juros, em débitos em mais de 365 dias de atraso; e a Bethset vai promover descontos de 30% a 70% nos juros das dívidas com 60 a 365 dias de atraso e de 90% a 100% nos juros, nas dívidas acima de 365 dias.

Exigência

Para efetuar a recuperação de crédito nas empresas participantes, o inadimplente deverá estar com um documento válido com foto (CNH, Carteira de Identidade ou Profissional) e CPF.

SERVIÇO

*CDL de Fortaleza – Rua 25 de Março, 882 – Centro.

*Mais informações – (85) 3464.5506.

Prévia da inflação oficial de novembro fica em 0,19%, diz IBGE

A prévia da inflação oficial, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – 15 (IPCA-15), ficou em 0,19% em novembro. A taxa, divulgada hoje (23) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é inferior às observadas em outubro deste ano (0,58%) e em novembro do ano passado (0,32%).

O IPCA-15 acumula taxas de inflação de 4,03% no ano e de 4,39% em 12 meses.

Efeitos

A queda da taxa na prévia de novembro foi puxada principalmente pelos grupos de despesa habitação e saúde e cuidados pessoais. Os itens de habitação tiveram uma deflação (queda de preços) de 0,13%, influenciada pela redução de preços de 1,46% da energia elétrica e de 0,37% no gás de botijão.

Já os custos com saúde e cuidados pessoais recuaram 0,35% por conta da queda de preços de 0,28% dos produtos farmacêuticos e de 2,56% nos itens de higiene pessoal. Paralelamente, os alimentos, que subiram 0,54% na prévia de novembro, evitaram um recuo maior da taxa. Com uma alta de preços de 50,76%, o tomate foi o grande vilão da cesta de compras. Também tiveram altas expressivas a batata-inglesa (17,97%) e a cebola (10,01%).

(Agência Brasil)

Ceará fecha outubro com 3.669 novos empregos formais

O Estado do Ceará terminou o mês de outubro com saldo positivo de 3.669 empregos formais. O dado é do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) e foi divulgado pela assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho nessa quarta-feira. O número representa crescimento de 0,32%, em relação a setembro. Foram 34.025 admissões e 30.356 desligamentos durante o período.

O setor com melhor desempenho no mês foi o de Serviços, que teve geração de 1.477 novos postos de trabalho. Os segmentos de Indústria de Transformação, com 1.281 vagas, e Comércio, com 512 novos empregos, aparecem em seguida.

Desempenho nacional

Mantendo a tendência de crescimento, o mês de outubro foi de alta em número de empregos formais no Brasil, de acordo com o Caged. O país fechou o período com saldo positivo de 57.733 postos de trabalho formais, o que representa um acréscimo de +0,15%, em relação a setembro.

Foram 1.279.502 admissões e 1.221.769 desligamentos. Entre janeiro e outubro, houve crescimento de 790.579 empregos – uma variação positiva de +2,09%. O saldo acumulado deste ano é o melhor desde 2015. Nos últimos 12 meses, foram gerados mais 444.483 postos de trabalho (alta de +1,16%).

Houve aumento no número de empregos em 23 das 27 unidades federativas, em quatro das cinco regiões – com estabilidade no Centro-Oeste. O crescimento foi registrado em seis dos oito setores econômicos. O melhor desempenho foi em Comércio, com saldo de 34.133 postos de trabalho (alta de +0,38%). O segundo setor com resultado mais expressivo foi o de Serviços, com geração de 28.759 empregos formais. O segmento teve aumento de +0,17% em relação ao mês anterior.

O setor de Indústria de Transformação, com 7.048 vínculos, foi o terceiro em desempenho em outubro. O número corresponde a aumento de +0,10% em relação a setembro. Também apresentaram crescimento no número de postos de trabalho os setores de Construção Civil (560 empregos); Extrativa Mineral (377 vínculos); e Serviços Industriais de Utilidade Pública – SIUP (268). Apenas os setores de Agropecuária e Administração Pública tiveram queda (-13.059 e -353 postos, respectivamente).

Pela série histórica do Caged, a Agropecuária apresenta saldo menor em outubro devido à sazonalidade. Especificamente em 2018, houve uma antecipação da safra de cana-de-açúcar, levando o setor a contratar mais nos meses de agosto e setembro. Quando somados os dados desse bimestre, o resultado deste ano é bem superior ao de 2017. No ano passado, o período entre setembro e outubro teve 110.991 contratações no setor. Em 2018, foram 195.069 empregos a mais (+75,75%).

Brasileiros acreditam em inflação de 5,6% nos próximos 12 meses

A expectativa de inflação dos consumidores brasileiros para os 12 meses seguintes ficou em 5,6%, segundo pesquisa de novembro da Fundação Getulio Vargas (FGV). A taxa é ligeiramente inferior à registrada na pesquisa de outubro (5,7%).

O indicador é calculado com base em entrevista com consumidores, a quem é feita a seguinte pergunta: na sua opinião, de quanto será a inflação brasileira nos próximos 12 meses?

De acordo com a coordenadora da Sondagem do Consumidor da FGV, Viviane Seda Bittencourt, os consumidores têm mantido projeções para a inflação cada vez mais parecidas com as de especialistas de mercado. Isso pode ser explicado, pelo menos em parte, pela desaceleração da inflação de itens importantes da cesta de consumo, como os combustíveis e a energia elétrica.

(Agência Brasil)

Definidos nomes dos presidentes da Caixa, Banco do Brasil e Ipea

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A equipe econômica do governo do presidente eleito, Jair Bolsonaro, definiu os nomes para presidir o Banco do Brasil, a Caixa Econômica Federal e o Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Há pouco, o futuro ministro da economia, Paulo Guedes, divulgou uma nota confirmando a indicação dos três nomes.

Para o Banco do Brasil, foi escolhido o professor da Fundação Getulio Vargas (FGV) Rubem de Freitas Novaes, que é doutor em economia pela Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, a mesma instituição em que Paulo Guedes concluiu seu doutorado. Novaes também já foi diretor do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), professor da Fundação Getúlio Vargas e presidente do Sebrae.

A Caixa Econômica Federal será presidida pelo economista Pedro Guimarães. Ele é PhD em Economia pela Universidade de Rochester, com especialização em privatizações, tem mais de 20 anos de experiência no mercado financeiro, com passagem por diversas instituições – como banco Bozano, Simonsen, banco BTG Pacutal e banco Brasil Plural.

Já o Ipea será comandado por Carlos Von Doellinger, economista da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), que integra a equipe de transição de governo. Pesquisador aposentado do Ipea e economista da UFRJ, von Doellinger foi Secretário do Tesouro Nacional e presidiu o Banco do Estado do Rio de Janeiro (Banerj).

(Agência Brasil)

Prêmio Universitário Empreendedor será entregue nesta sexta-feira

O Centro de Empreendedorismo da Universidade Federal do Ceará, em parceria com a Fundação de Apoio a Serviços Técnicos, Ensino e Fomento a Pesquisas (Astef), vai entregar, às 18 horas desta sexta-feira, durante solenidade no auditório da Federação das Indústrias do Ceará (Fiec), o Prêmio Universitário Empreendedor.

Serão conhecidos os vencedores das quatro categorias que compõem o prêmio: Melhor Empreendimento Ativo, Melhor Projeto de Empreendimento, Melhor TCC sobre Empreendedorismo e Melhor Empreendimento de Impacto Social.

Entre os prêmios, a serem concedidos por empresas parceiras do projeto, estão bolsas de estudo, cursos, capacitações e consultorias. No total, houve 54 trabalhos inscritos, dos quais 26 foram selecionados como finalistas, oriundos de 14 faculdades de 10 cidades cearenses. No dia do evento, serão anunciados os 12 melhores trabalhos (3 de cada categoria). De acordo com a organização, a seleção foi feita por 11 avaliadores do chamado ecossistema empreendedor.

Haverá ainda palestras com o tema “Empreendedorismo nas universidades e qual o papel das mesmas para desenvolver o ecossistema de empreendedorismo no Estado do Ceará”, proferidas por convidados do setor produtivo.

SERVIÇO

*Mais informações podem ser obtidas na fanpage do CEMP no Facebook (www.facebook.com/cempufc), no perfil @cempufc no Instagram ou pelo e-mail premiocemp@gmail.com.

*Prêmio Universitário Empreendedor – (85) 98832 7401.

Senac do Shopping RioMar Papicu consolida-se como ponto de aprendizado

Inaugurada há menos de uma semana, a unidade do Senac do Shopping RioMar Papicu, em Fortaleza, já é um sucesso. Com vários cursos que fomentam não só a criatividade, mas o empreendedorismo, a unidade caiu na simpatia do público.

Para falar sobre essa nova unidade, a reportagem do Blog conversou com Raquel Cajé, a gerente. Quem confere a fala dessa moça, fica com uma vontade danada de se matricular.

Confiança do empresário da indústria é a mais alta em oito anos

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) alcançou 63,2 pontos em novembro de 2018, o maior valor para o índice desde setembro de 2010, quando registrou 63,3 pontos. Os dados foram divulgados hoje (22) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI).

Com a alta de 9,5 pontos registrada em novembro na comparação com outubro, o índice está 9 pontos acima da média histórica, que é de 54,2 pontos. Os indicadores variam de zero a cem pontos. Quanto mais acima dos 50 pontos, maior e mais disseminada é a confiança dos empresários.

Segundo a CNI, o aumento da confiança é generalizado entre os setores. O ICEI alcançou 65,7 pontos na indústria extrativa, ficou em 63,8 pontos na indústria de transformação e atingiu 60,7 pontos na construção. A confiança é maior nas grandes empresas, segmento em que o ICEI subiu para 63,9 pontos em novembro. Nas pequenas empresas, o índice ficou em 61,9 pontos e, nas médias, em 63 pontos.

“Conhecidos os resultados das eleições, há expectativas muito positivas em relação às mudanças que virão e às reformas que podem estimular o crescimento econômico e melhorar o ambiente de negócios”, afirma o gerente-executivo de Política Econômica da CNI, Flávio Castelo Branco, em nota. Ele explica que a recuperação da confiança é importante para a economia por indica maior disposição para investir, tomar riscos, contratar trabalhadores e comprar mais matérias-primas.

A pesquisa foi feita entre 1º e 14 de novembro com 2.692 empresas, das quais 1.068 são de pequeno porte, 1.015 são médias e 609 são de grande porte.

(Agência Brasil)

Banco Central simplifica recolhimento obrigatório e liber R$ 2,7 bilhões

O Banco Central (BC) simplificou as regras dos recolhimentos compulsórios e, com isso, liberou no mercado R$ 2,7 bilhões. As alterações produzirão efeitos no final do ano. O compulsório é a parcela dos depósitos que os bancos são obrigados a manter em uma conta no BC e representa uma das ferramentas da autoridade monetária para regular a quantidade de dinheiro em circulação na economia.

Em nota, o banco informou hoje (22) que fez ajustes nos recolhimentos compulsórios sobre depósitos à vista (dinheiro disponível para saque pelo cliente a qualquer momento) e a prazo (quando o dinheiro fica parado no banco, rendendo por determinado período).

“As mudanças estão no âmbito do pilar Crédito mais Barato da Agenda BC+ [formada por medidas para tornar o crédito mais barato, aumentar a educação financeira, modernizar a legislação e tornar o sistema financeiro mais eficiente] e fazem parte do trabalho de simplificação das regras do recolhimento compulsório, permitindo uma redução dos custos para o sistema financeiro”, diz o BC.

Segundo BC, foram editadas duas circulares que consolidaram regras antes dispersas em 17 documentos. Foi antecipado para dezembro de 2018 o fim de deduções nos compulsórios que acabariam no final de 2019. Para compensar as alterações nas deduções, a alíquota sobre recursos a prazo foi reduzida de 34% para 33% e a sobre recursos à vista de 25% para 21%, gerando uma liberação residual da ordem de 0,6% do recolhimento total (R$ 435,906 bilhões).

Além disso, acrescenta o BC, foram atualizados os valores de algumas deduções como as baseadas no nível I do Patrimônio de Referência das instituições financeiras nos recolhimentos sobre recursos a prazo e como as que incidem sobre os valores médios do recolhimento compulsório sobre recursos à vista (sobe de R$ 200 milhões para R$ 500 milhões).

De acordo com o BC, as alterações nos compulsórios sobre recursos à vista e a prazo fazem com que oito instituições de menor porte passem a não ter mais obrigatoriedade desses recolhimentos. Ainda segundo o BC, diminui também a exigência mínima diária de cumprimento da exigibilidade de 80% para 65% sobre os montantes de exigibilidade sobre recursos à vista, permitindo maior flexibilidade aos bancos e garantindo melhores condições de funcionamento do mercado monetário.

(Agência Brasil)

Primeira parcela do 13º salário deve ser paga até dia 30

Termina no próximo dia 30 (sexta-feira) o prazo para o pagamento da primeira parcela do 13º salário de 2018. Nas localidades onde for feriado, como o Distrito Federal (que comemora o Dia do Evangélico), a gratificação deve ser paga até o dia 29. A data limite para a segunda parcela é 20 de dezembro. A informação é da assessoria de imprensa do Ministério do Trabalho.

Para este ano, a previsão é de que 84,5 milhões de pessoas recebam o 13º salário, segundo o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese). São 48,7 milhões de trabalhadores ativos e 35,8 milhões de aposentados e pensionistas. A instituição estima que R$ 211,2 bilhões sejam injetados na economia (R$ 139 milhões dos empregados formais ativos). O valor médio do benefício é de R$ 2.320 por pessoa.

O 13º salário tem natureza de gratificação (gratificação natalina) e está previsto na Lei 4.749/1965. A determinação é de que o benefício seja pago em duas vezes e que a primeira parcela seja quitada entre 1º de fevereiro e 30 de novembro.

Quem recebe

Todo trabalhador que atuou por 15 dias ou mais durante o ano – e que não tenha sido demitido por justa causa – tem direito à gratificação. Quem se desligou da empresa deve receber pagamento proporcional ao período trabalhado.

Com a modernização trabalhista, é proibido que convenção e/ou acordo coletivo de trabalho suprimam ou reduzam o 13º salário. Para os contratos intermitentes, o empregado recebe também o proporcional, mas ao final de cada prestação de serviço.

Atraso

Quem não receber a primeira parcela até a data limite deve procurar as Superintendências do Trabalho ou as Gerências do Trabalho para fazer a reclamação. Outra opção é buscar orientação no sindicato de cada categoria. A empresa que não fizer o pagamento no prazo pode ser autuada por um auditor-fiscal do Ministério do Trabalho e pagar multa pela infração.

O pagamento da primeira parcela pode ocorrer também por solicitação do próprio trabalhador, por ocasião das férias. Neste caso, o empregado deve fazer o requerimento por escrito ao empregador até janeiro do mesmo ano.

Economia brasileira cresce 1% no terceiro trimestre, aponta FGV

A economia brasileira cresceu 1% do segundo para o terceiro trimestre deste ano. A informação é do Monitor do PIB (Produto Interno Bruto, que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país), da Fundação Getulio Vargas (FGV). De acordo com a pesquisa, divulgada hoje no Rio de Janeiro, o PIB se expandiu 1,7% na comparação com o terceiro trimestre do ano passado, e acumula alta de 1,6% em 12 meses.

Considerando-se apenas setembro, houve avanços de 0,4% na comparação com agosto deste ano e de 1,1% em relação a setembro de 2017.

O crescimento de 1% do segundo para o terceiro trimestre foi seguido pelos três grandes setores produtivos: serviços (0,7%), indústria (0,7%) e agropecuária (2,4%). Entre os segmentos da indústria, a maior alta foi anotada na construção (1,5%). Também teve crescimento a indústria da transformação (0,7%). No entanto, tiveram queda a indústria extrativa mineral (-0,7%) e a geração de eletricidade (-0,4%).

Entre os serviços, as maiores altas foram observadas nos segmentos de transportes (2,5%) e comércio (1,3%). Apenas o setor de outros serviços teve queda, de 0,1%.

Demanda

Sob a ótica da demanda, a alta foi puxada principalmente pela formação bruta de capital fixo, que são os investimentos. O setor cresceu 7% de um trimestre para outro. O consumo das famílias também aumentou, mas de forma mais moderada: 0,7%. O consumo do governo, por outro lado, caiu 0,1%.

No setor externo, observou-se um avanço de 8,6% nas exportações entre o segundo e o terceiro trimestre. As importações, no entanto, tiveram um crescimento mais expressivo no período: 11%.

(Agência Brasil)

ZPE do Ceará – Edital de ampliação sai ainda neste ano

O edital de licitação para o setor II da Zona de Processamento de Exportação do Ceará (ZPE-CE), no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (Cipp), entre Caucaia e São Gonçalo do Amarante (Região Metropolitana de Fortaleza), deve sair ainda neste ano. Com 154 hectares, o espaço vai receber dentre outros segmentos, empresas do setor do granito.

A equipe da Port of Rotterdam, administradora do porto de Roterdã, na Holanda, que recentemente firmou parceira com o Governo do Estado na administração do Porto do Pecém já está no Ceará. “A aproximação para o desenvolvimento industrial da área é uma preocupação que temos pela capacidade que eles têm de agregar neste processo”, diz César Ribeiro, titular da SDE.

Ele diz que a parceria já tem se refletido na prospecção de negócios. Além do setor de granito, está em estágio avançado de negociação a atração de uma empresa do setor de energia.

No próximo dia 11 também deve ser lançado o novo desenho da Adece. As 28 câmaras setoriais passarão a ser 21. “Foram criadas novas câmaras, outras foram fundidas em uma maior com câmaras temáticas”, afirma Eduardo Neves.

(O POVO/Foto – Fiec)

BNB assina Carta Aberta pelos Direitos Humanos

O presidente do Banco do Nordeste, Romildo Rolim, assinou, nessa quarta-feira, em Brasília, a “Carta Aberta – Empresas pelos Direitos Humanos”, documento do Estado Brasileiro que expressa o firme compromisso das empresas signatárias na defesa e promoção dos direitos fundamentais da pessoa humana. A informação é da assessoria de imprensa do banco, adiantando que estavam presentes o presidente da República em exercício, Rodrigo Maia; o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Dias Tofolli; a Procuradora-Geral da República, Raquel Dodge, e o presidente em exercício da Câmara, Fábio Ramalho.

A assinatura se inseriu na solenidade de entrega do Prêmio Direitos Humanos 2018, bem como nas comemorações dos 70 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos.

O Banco do Nordeste também atende aos princípios do Pacto Global, iniciativa desenvolvida pela Organização das Nações Unidas (ONU), com o objetivo de mobilizar a comunidade empresarial internacional para a adoção, em suas práticas de negócios, de valores fundamentais nas áreas de direitos humanos, relações de trabalho, proteção ambiental e combate à corrupção.

A Carta

O documento denominado “Carta Aberta” trata de temas ligados à economia, relações trabalhistas, relações de consumo, cadeia produtiva, desenvolvimento regional e nacional sustentável, além de outros assuntos. Entre os principais compromissos estão:

1. Adotar política/programa de Direitos Humanos e integrá-los em todas as áreas da empresa;

2. Implementar atividades educativas em Direitos Humanos para sua força de trabalho e colaboradores;

3. Promover ações de valorização do trabalho de afrodescendentes, de pessoas com deficiência física ou sensorial, de mulheres, de pessoas idosas, de defensores de Direitos Humanos, ambientalistas e comunicadores sociais;

4. Adotar política de comunicação, fiscalização e sanção direcionada a seus colaboradores para a preservação dos Direitos Humanos e a prevenção de práticas reprovadas;

5. Promover ampla divulgação, tanto corporativa quanto na área de atuação, de canais públicos de denúncias de ofensas a Direitos Humanos (Disque 100, Ligue 180);

6. Realizar periodicamente auditorias (due diligence) em matéria de Direitos Humanos, aferindo o impacto real e potencial de suas atividades, prestando contas sobre tais impactos por meio, inclusive, de publicação de relatórios.

(Foto – Divulgação)

Sindicalistas fazem ato de protesto contra extinção do Ministério do Trabalho

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O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort) e a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora promoveram, nesta manhã de quinta-feira, 22, ato em defesa do Ministério do Trabalho (MT) e contra a reforma da Previdência.

A manifestação ocorreu em frente a sede da Superintendência Regional do Trabalho (Centro) e contou com o engajamento de várias entidades sindicais.

(Foto – Jaqueline Lima)

Petrobras – Eunício anuncia que colocará em pauta cessão onerosa na próxima semana

Para o presidente do Congresso Nacional, senador Eunício Oliveira (MDB-CE), o projeto de revisão do contrato de cessão onerosa da Petrobras poderá ir à pauta na próxima semana, com a expectativa do texto ser aprovado sem emendas, como forma de evitar o retorno da proposta à Câmara Federal.

O anúncio do senador cearense foi feito logo após reunião com os governadores do Nordeste, que solicitaram que o leilão do excedente de petróleo seja dividido com Estados e municípios.

Reforma Tributária – Relator da matéria debaterá projeto com equipe de Bolsonaro

O relator da reforma tributária e deputado federal, Luiz Carlos Hauly (PSDB-PR), disse nesta quarta-feira (21) que vai se reunir com a equipe de transição do novo governo para ajustar alterações no projeto em tramitação no Congresso Nacional. Hauly esteve hoje no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB) para tratar do tema com equipe econômica do presidente eleito, Jair Bolsonaro.

De acordo com o parlamentar, o projeto prevê a criação de um Imposto sobre Valor Agregado (IVA), que substituiria nove tributos da base de consumo: PIS, Pasep, Cofins, IPI, ICMS estadual, ISS municipal, Cide, salário-educação e IOF. A ideia é simplificar e desburocratizar a cobrança, com isso combater a sonegação.

“Disse [ao Bolsonaro] que o ambiente é 100% favorável à aprovação, nesse ano ainda, da criação do IVA. É a reforma econômica mais importante que deve ser feita”, contou Hauly ao deixar o CCBB.

Como é uma proposta de emenda constitucional, a matéria só pode ser votada se a intervenção federal na segurança pública no estado do Rio de Janeiro, prevista para durar até 31 de dezembro, for suspensa. Durante a vigência de intervenção, não é possível modificar a Constituição.

A alíquota a ser cobrada deverá ser definida posteriormente, por lei complementar. Além da agregação de tributos, a emenda deve definir o tempo de transição, que segundo Hauly, deve ser de um ano para teste do modelo de cobrança eletrônico, cinco de transição e mais o tempo de transição da mudança de origem para destino, no caso de estados e municípios.

Questionado sobre a possibilidade de a reforma prever a criação de um imposto sobre movimentação financeira, Hauly disse que isso é uma decisão da equipe de transição e que o projeto é focado no IVA.

(Agência Brasil)

Dólar fecha em alta cotado a R$ 3,79

A moeda norte-americana encerrou o pregão de hoje (21) em alta de 0,72%, cotada a R$ 3,7901 para venda. O dólar mantém a tendência de valorização na semana, após fechar a segunda-feira (19) também em alta, de 0,69%. A semana será marcada pela baixa liquidez da moeda, em virtude do feriado de ontem (20), Dia da Consciência Negra, e de amanhã (22) no mercado norte-americano, pelo Dia de Ação de Graças. O Banco Central manteve a política tradicional de swaps cambial, sem leilões extraordinários de venda futura do dólar.

O índice B3, da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), fechou em queda de 0,72%, com 87.268 pontos. Os papéis das grandes companhias, chamados de blue chip, também acompanharam a tendência de desvalorização no pregão de hoje. Registraram queda as ações da Petrobras (-3,27%), da Vale (-1,82%) e do Bradesco (-1%), além das do Itaú, que tiveram forte desvalorização de 34,22%.

(Agência Brasil)

Estado paga 13º salário dos servidores no dia 21 de dezembro

Os cerca de 140 mil servidores ativos, inativos e pensionistas do Estado vão receber a segunda parcela do 13º salário (50% restante) no dia 21 de dezembro próximo. Anunciou, nesta tarde de quarta-feira, em sua página no Facebook,o governador Camilo Santana (PT). A folha é da ordem de R$ 396 milhões.

Camilo adiantou que esse valor, mais o pagamento das folhas de dezembro e janeiro dos servidores, o que dá cerca de R$ 1.649 bilhão, sua administração estará injetando na economia cearense cerca de R$ 2,045 bilhões.

*Em vídeo, Camilo divulgou, sem dúvida, uma boa-nova em meio a um País com a maioria esmagadora dos Estados com salário em atraso e sem garantir o 13º do seu pessoal:

Anuncio a todos os servidores públicos estaduais do Ceará a data do pagamento da 2a parcela do décimo-terceiro salário, rigorosamente em dia, como temos feito todos os anos. Esse é o meu compromisso: manter as finanças do Estado equilibradas, mesmo diante da crise que toma conta do país, para cumprir com todas as nossas obrigações e fazer cada vez mais investimentos para melhorar a vida dos cearenses. 

Brasil criou 790 mil postos de trabalho neste ano, anuncia Temer

O Brasil criou mais de 57 mil postos de trabalho com carteira assinada em outubro, totalizando 790 mil vagas neste ano, informou o presidente da República, Michel Temer, em sua conta no Twitter. O presidente adiantou, em cerca de meia-hora, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), divulgado todos os meses pelo Ministério do Trabalho.

De acordo com o presidente, os dados mostram crescimento acumulado de 2,09% na criação de empregos nos dez primeiros meses de 2018, em relação ao mesmo período do ano passado. Segundo Temer, os resultados indicam a recuperação da economia.

“Recebi a informação de que criamos mais de 57 mil novas vagas de empregos formais em outubro. No acumulado do ano, são mais de 790 mil, um crescimento de 2,09%. Isso significa que o Brasil está no rumo certo”, escreveu Temer no Twitter.

(Agência Brasil)

Aeroportos vão taxar obras de arte pelo peso e não pelo valor

O ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Valter Casimiro Silveira, determinou: os aeroportos brasileiros não poderão cobrar impostos para armazenar obras de arte pautados no valor das peças. A partir de agora, as taxas serão, obrigatoriamente, baseadas no peso da peça.

Em abril deste ano, as concessionárias que administram os aeroportos de Cumbica, em Guarulhos (São Paulo), e do Galeão, no Rio de Janeiro – dois dos maiores do país – adotaram o regime de taxação pautado no preço das obras de arte. Museus e galerias teriam, então, que desembolsar quantias exorbitantes para trazer as peças para o Brasil, dificultando a realização de diversas exposições.

A Pinacoteca do Estado de São Paulo, por exemplo, para organizar a exposição Mulheres Radicais – Arte Latino-Americana, 1960-1985, gastaria cerca de 56.000 reais se a taxa cobrada fosse pelo valor das obras — em vez de 1.079 reais pela determinação agora em vigor.

A resolução foi divulgada nesta quarta-feira, 21, no Diário Oficial da União. Ela fixa, como diretriz de política pública setorial, a interpretação do termo “cívico-cultural” como sendo referente a obras de arte, instrumentos musicais e outras cargas que entram no Brasil sob regime de admissão temporária, destinadas a eventos de caráter cívico ou cultural.

(Com Estadão Conteúdo/Foto Ilustrativa)