Blog do Eliomar

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Senado italiano pode votar plano de austeridade

“Em meio às incertezas políticas e econômicas, o Senado da Itália examina e pode votar ainda hoje (11) o plano de austeridade elaborado pelo governo. Para a execução das propostas, é necessário que a Câmara dos Deputados também analise e aprove as medidas. A estimativa é que amanhã (12) os deputados italianos discutam o assunto. Paralelamente, o país discute o processo de sucessão instaurado a partir da renúncia do primeiro-ministro Silvio Berlusconi.

Os analistas italianos apostam em quatro nomes para a disputa. O senador vitalício italiano Mario Monti, de 68 anos, aparece como um dos candidatos fortes para ocupar o cargo. A designação do substituto de Berlusconi ficará a cargo do presidente da Itália,  Giorgio Napolitano. O substituto comandará o governo de transição, pois em fevereiro de 2012 há eleições no país.

Também está cotado o deputado Giuliano Amato, de 73 anos, que foi primeiro-ministro em duas ocasiões e pertence ao Partido Democrata de Esquerda – o principal da oposição, mas é respeitado também pelos grupos políticos de direita. Como terceiro nome aparece o atual secretário de Estado e candidato à Presidência da República derrotado em 2006, Gianni Letta, de 76 anos.

Porém, para Berlusconi o candidato ideal para sucedê-lo é o jurista Angelino Alfano, de 41 anos. O ex-ministro da Justiça e integrante do Partido do Povo da Liberdade (PDL) – que é o de Berlusconi – ficou conhecido por defender a lei que imuniza juridicamente o primeiro-ministro.”

(Rádio Fança, RFI, e agência pública de notícias de Portugal, Lusa)

Cai desigualdade entre municípios cearenses, diz Ipea

“A desigualdade na distribuição de renda no estado do Ceará, nos últimos 30 anos, caiu mais que a média brasileira. Enquanto a redução no Ceará foi de 38,6%, no Brasil 22,8%. Os dados são do estudo Evolução da desigualdade no rendimento domiciliar per capita nos municípios brasileiros, feito pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e divulgado ontem. O índice de Gini, que mede a desigualdade, caiu de 0,17 (em 1980) para 0,11 (em 2010). Quanto mais baixo o índice, melhor a distribuição de renda.

O assessor técnico da presidência do Ipea, André Calixtre, informa que o Estado apresentou um dos menores índices mas tem muito que avançar. Entre os estados brasileiros a Paraíba (0,11) possui o menor grau de desigualdade e Roraima (0,19) tem o maior. Nos últimos 30 anos, Paraíba (-47,9%) apresentou a maior queda no índice de Gini, enquanto Roraima (22,8%) teve a mais alta elevação no grau de desigualdade no rendimento domiciliar per capita médio dos município.

Calixtre faz questão de ressaltar que desigualdade não quer dizer pobreza e nem igualdade riqueza. Destaca que São Paulo, o mais rico do Brasil tem uma desigualdade maior entre os municípios do que o Ceará, um dos estados mais pobres. Também chama a atenção para o fato da desigualdade entre cidades ser menor que a desigualdade entre indivíduos. “Com esse estudo a gente quer frisar que houve, fundamentalmente nas décadas de 90 e 2000, crescimento da renda real com redução da desigualdade entre os municípios brasileiros.

Entre as regiões os destaques são para o Nordeste e Centro Oeste. Em 30 anos, a Região Nordeste foi a que registrou a maior queda no grau de desigualdade no rendimento domiciliar per capita médio dos municípios (39,3%). E a Região Norte, segundo o Ipea, apresentou a menor redução no índice de Gini (14,9%). Mas atualmente, o menor índice de Gini encontra-se na região Centro Oeste (0,12), enquanto o maior é de responsabilidade da região Norte (0,18).

O levantamento feito com base nos censos demográficos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) constatou que houve melhoras em quase todas as unidades da Federação, com exceção do Amapá e de Roraima que tiveram as desigualdades aumentadas em 14,8% e 22,8%, respectivamente.

O estudo do Ipea, porém, não identifica as causas das variações. “São inúmeros fatores, desde a elaboração da Constituição Federal de 1988 que promoveu descentralização dos recursos, até o padrão de crescimento da região”, afirma Calixtre. “O comunicado apenas constata o processo, mas não olha os determinantes”, completou.

“Existe uma tendência de desconcentração no País, há uma difusão para outras regiões”, afirmou Calixtre. A Região Norte, por outro lado, teve a menor queda, de 0,215 para 0,183 no mesmo período. No Sudeste, a diferença caiu de 0,234 em 1980 para 0,173. No Sul, de 0,193 para 0,136 e no Centro-Oeste, de 0,191 para 0,119.

As unidades da federação com menores graus de desigualdade no rendimento domiciliar per capita médio dos municípios são Paraíba, Ceará, Rondônia, Rio Grande do Norte, Mato Grosso do Sul e Goiás, todos com 0,11 em 2010. O Estado de São Paulo reduziu o índice de 0,18 em 1980 para,12 em 2010.”

(O POVO)

Mantega: Brasil não terá "década perdida"

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“O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (10) que, apesar da baixa perspectiva de crescimento mundial em função da crise internacional, o Brasil não terá uma “década perdida”.

A expressão foi usada ontem (9) pela diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Christine Lagarde, ao alertar para o risco de uma “década perdida” para a economia global caso as nações não se unam e trabalhem juntas.

“Claro que é possível que os países avançados tenham uma década perdida, mas garanto aos senhores que o Brasil não vai ter uma década perdida por que temos as condições de reagir a essa crise, de neutralizar os resultado dessa crise sobre o Brasil”, disse ao discursar em evento no Palácio do Planalto.

Mantega disse que o agravamento da crise internacional exige o fortalecimento da economia brasileira “como um todo” e que para que o país possa ter êxito nessa “empreitada” é necessário um trabalho incessante do governo, do Congresso, aprovando leis e medidas, e da sociedade. “É preciso que sempre estejamos tomando medidas para o fortalecimento da economia brasileira e, sobretudo, que mantenhamos uma situação fiscal sólida”, explicou.

O ministro comentou ainda que é possível perceber que “estamos diante de uma crise de difícil solução” que afeta, sobretudo, os países avançados e que cada vez mais países entram na mira dos problemas. Mantega, no entanto, avaliou que eles conseguirão amenizar essa situação.

“Acho que eles vão acabar resolvendo, amenizando essa situação, mas também devemos estar preparados para que tenhamos problemas de baixo crescimento mundial ao longo de muitos anos”, explicou.”

(Agência Brasil)

Presidente da Fecomércio apoia luta contra sonegação mas vê Sefaz ausente contra comércio informal

Com o títuloComércio ilegal”, eis um posicionamento do presidente da Federação do Comércio do Ceará´(Fecomércio), Luiz Gastão, sobre o caso da operação divulgada pela Sefaz e que diz respeito ao combate à sonegação fiscal:

O presidente da Fecomércio, Luiz Gastão Bittencourt, concorda com a ação enérgica do Governo sobre os sonegadores, pois a empresa que sonega leva vantagem sobre a que paga seus impostos. Mas Gastão questiona a Secretaria da Fazenda pela ausência de fiscalização junto ao comércio informal que se instalou, assustadoramente, nas ruas do centro de Fortaleza provocando queda no faturamento e até o fechamento de várias lojas.

Há exatamente um ano a Fecomércio entregou um documento à Sefaz relatando os pontos críticos da cidade em relação à informalidade, ao mesmo tempo em que solicitou uma fiscalização idêntica ao que a Sefaz realiza junto às empresas do comércio. “Infelizmente a Secretaria não tomou providências e o problema da informalidade se agravou o que acarretará um prejuízo ainda maior para o comércio formal e para a população que se deparará com o centro de Fortaleza intransitável para as compras de Natal”, declara Luiz Gastão.

“Sabemos que a fiscalização relativa à ocupação do espaço urbano é da alçada do município, mas se o Governo fosse eficaz no combate à sonegação fiscal junto ao comércio informal, teríamos com certeza um cenário bem diferente ao que estamos convivendo hoje em Fortaleza”, afirma Luiz Gastão.

* Luiz Gastão Bittencourt

Presidente da Fecomércio.

Governadores deixam de lado FNE e defendem rateio justo dos royalties do pré-sal

A reunião do Conselho Deliberativo da Sudene, que ocorreu nesta quinta-feira, no Recife, deveria ter como ponto de pauta principal a discussão de nova regras para o fundo constitucional do Nordeste. O tema, no entanto, acabou em segundo plano. O debate girou em torno da necessidade de democratizar a distribuição dos royalties do pré-sal.
Puxando pelo governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), os cinco governadores presentes ao encontro foram unânimes na tese de que o Congresso e as unidades federativas precisam discutir uma distribuição ideal e que beneficie todos sem exceção. Definiram posição contra Rio, São Paulo e Espírito Santo, que alegam maior fatias por serem estados produtores.

O governador do Piauí, Wilson Martins (PSB), por exemplo, sugeriu aos demais gestores a realizar uma mobilização no Nordeste, nas esferas estaduais e municipais – a exemplo do que ocorre hoje no Rio de Janeiro. O socialista cravou que a movimentação deve apressar e ocorre até o dia 20 deste mês, dias antes da votação do projeto no Senado.

Eduardo Campos pediu agilidade nas discussões do pré-sal e cobrou que o assunto não ‘judicialize’, podendo acarretar em atrasos nos benefícios que os royalties poderão gerar aos Estados.”

FNE

Sobre as discussões para oficalização do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), o governador do Piauí, Wilson Martins (PSB), inflamou a conversa ao exigir, do Governo Federal, mais respeito no trato com os Estados nordestinos. Ele citou como exemplo a fácil liberação para a construção do Rodoanel, ao custo de R$ 2 bilhões, para São Paulo.

[youtube]http://www.youtube.com/watch?v=zQDjyzQbMZw&feature=player_embedded[/youtube]

(Com Folha de Pernambuco Online)

IBGE – Vendas no varejo voltam a crescer em setembro

“O volume das vendas do comércio varejista brasileiro aumentou 0,6% em volume de agosto para setembro deste ano. O dado foi divulgado hoje (10) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e mostra que o setor se recupera da queda de 0,4%, registrada na passagem de julho para agosto, segundo a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC).

Assim como as vendas, a receita nominal do varejo cresceu. Em setembro, foi registrado o 18º aumento consecutivo, de 1,1% em relação a agosto. No mês anterior, a alta havia sido de 0,3%.

Na comparação com setembro de 2010, o aumento do volume de vendas chegou a 5,3%, influenciado pelo crescimento de 16,5% do setor de móveis. Já no acumulado entre janeiro e setembro, houve expansão de 7%. O indicador também cresceu 7,7% quando se analisam os dados dos últimos 12 meses encerrados em setembro. A receita nominal aumentou 11,1%, em relação a setembro de 2010; 12,1%, no acumulado do ano; e 12,8%, em 12 meses.

Entre as dez atividades analisadas pelo IBGE, sete tiveram expansão no volume de vendas na passagem de agosto para setembro. Os destaques são o aumento de 2,2% nos artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria; de 1,7% em veículos, motos, partes e peças; e de 1,6% em tecidos, vestuário e calçados. Apresentaram queda as vendas dos setores de equipamento e material para escritório, informático e comunicação (5%); livros, jornais, revistas e papelarias (2,5%); além de combustíveis e lubrificantes (1,1%).

Na comparação trimestral, o IBGE revela um crescimento menor da taxa. No segundo trimestre do ano, houve aumento de 6,2%, ante 7,8% no segundo trimestre. O resultado menor no período de julho a setembro reflete diminuição das taxas de nove das dez atividades pesquisadas. A maior redução foi a do setor de veículos motos, parte e peças, cuja taxa passou de 18%, no segundo trimestre, para 4,9%, no terceiro, além de tecidos, vestuário e calçados, de 6,3% para 1%. O único aumento foi registrado no setor de combustíveis e lubrificantes, de 0,1% para 0,4%. ”

(Agência Brasil)

Falta autoridade para resolver o problema do Centro, diz Pio Rodrigues

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Está faltando autoridade para resolver o quadro de confusão que se registra hoje no Centro de Fortaleza. Afirma o ex-presidente da CDL Fortaleza e coordenador da Ação Novo Centro, Pio Rodrigues. Ele diz que não é contra a permanência de camelôs no Centro, desde que a Prefeitura determine regras.

Juros cobrados em outubro são os mais baixos desde 1995

“O consumidor pagou os menores juros da história em outubro ao pedir dinheiro emprestado ou crédito na praça para comprar o carro novo ou trocar a geladeira da casa. Praticamente todas as taxas diminuíram no mês passado, como mostra uma pesquisa da Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgada nesta quinta-feira (10).

Entre agosto e setembro, a taxa de juros média passou de 6,69% ao mês (117,5% ao ano) para 6,6% (115,3% ao ano). Em uma conta simples, equivale a dizer que quem pegou R$ 100 de crédito no país no mês passado, pagaria sobre esse valor quase R$ 6,60 só de juros. Um mês antes, era mais de R$ 6,70 pelo empréstimo.

Das sete linhas de crédito ao consumidor pesquisadas, quatro têm as menores taxas já vistas. Isso significa que, apesar de os juros básicos do país ainda estarem altos (a Selic está em 11,5% ao ano), bancos, financeiras e o comércio em geral têm baixado o custo do dinheiro para manter os negócios funcionando.

O CDC (Crédito Direto ao Consumidor) oferecido por bancos ficou no menor valor da história, 2,16% ao mês (29,23% ao ano), assim como o comércio, com 5,44% ao mês (88,83% ao ano).

O mesmo ocorreu com os empréstimos de financeiras e de bancos, que cobraram taxas de 8,76% ao mês (173,92% ao ano) e 4,31% ao mês (65,92% ao ano), respectivamente.

A medalha de ouro do crédito caro continuou com o cartão de crédito, que mantém a mesma taxa de 10,69% ao mês (238,30% ao ano) pelo menos desde fevereiro de 2010.

Apesar de também ter ficado menor entre agosto e setembro, o cheque especial cobra a segunda maior taxa entre as modalidades de crédito. Os juros somam 8,21% ao mês (157,76% ao ano) em outubro/2011.

De acordo com o economista e coordenador de estudos da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, estas reduções podem ser atribuídas a quatro fatores: o bom momento que passa a economia brasileira, mesmo com a pequena redução da atividade econômica, e a maior oferta de crédito.

– O ritmo dos empréstimos cresceu 21,9% em 12 meses e atinge hoje quase metade [48,4%] do PIB [Produto Interno Bruto, a soma das riquezas do país], há maior competição no sistema financeiro e queda da taxa básica de juros Selic em outubro.

Oliveira diz que as taxas de juros devem voltar a cair nos próximos meses por causa das prováveis reduções da taxa básica de juros nas próximas reuniões do BC no fim deste mês e em 2012.”

(R7.com)

Ministro da Pesca diz que setor vai "surpreender"

“O ministro da Pesca e Aquicultura, Luiz Sérgio, disse que o setor vai “surpreender” na geração de renda, emprego e divisas para o Brasil, depois de ficar muitos anos “sem referência”.

“A pesca esteve fora da pauta do governo federal, os empresários da área resistiram a um longo período de abandono, mas agora o horizonte é muito promissor”, disse aos participantes da feira internacional Aquapescabrasil, que ocorre em Itajaí (SC).

Luiz Sérgio está, dede ontem (9), no litoral catarinense onde cumpre agenda hoje (10). O ministro lembrou que foi a criação do Ministério da Pesca, em 2009, que deu identidade ao setor.

O ministro assina hoje uma ordem de serviço para a construção do Mercado Público de Itajaí e anuncia a legalização da atividade de criação de ostras e mexilhões em Santa Catarina, que vai permitir aos produtores adquirir linha de financiamento no Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Ele disse que com essa medida, alguns produtores já disseram que vão quadruplicar as produções.

Segundo o prefeito de Itajaí, Jandir Bellini, até amanhã (11), o município será o centro das atenções da cadeia logística da pesca e da aquicultura por sediar a segunda edição da Aquapescabrasil. A feira promove produtos, serviços, tecnologias e equipamentos, além de fomentar pautas de importância para a política e desenvolvimento da esfera pesqueira. Outro objetivo da feira é formar grandes parcerias entre as indústrias de outros países com o Brasil.”

(Agência Brasil)

VAMOS NÓS – torcemos mesmo para que esse setor, em condições de gerar muito emprego d qualidade e renda, surpreenda. Aqui no Ceará, por enquanto, o secretário da Pesca e Aquicultura, Flávio Bezerra, só fala de construir a sede da pasta. O empresariado do segmento teme que a área pesqueira morra na praia.

Mallory inaugura ampliação de fábrica em Maranguape

O governador Cid Gomes (PSB) participa, a partir das 10 horas desta quinta-feira, em Maranguape (Região Metropolitana de Fortaleza), da inauguração da ampliação das unidades fabris da Mallory. Com a ampliação, serão acrescentados à fábrica mais 20 mil m² de área construída, incluindo o centro administrativo, que será entregue até o final do ano, segundo a assessoria do grupo. Essa ampliação promete aumentar em 65% a capacidade fabril da Mallory, com um espaço no centro de distribuição para armazenar mais de 15 mil pallets.

As novas instalações fazem parte do plano estratégico do Grupo Taurus de investir, no Brasil, um total de U$ 30 milhões até 2013. Além dos investimentos na área fabril o plano contempla investimentos na área de Tecnologia da Informação, desenvolvimento de novos produtos e novas linhas de negócios garantindo ao consumidor brasileiro o acesso ao que há de melhor em eletroportáteis.

Banco PanAmericano teria camuflado doação para campanha de Dilma Russeff

“O banco PanAmericano doou R$ 300 mil para o diretório nacional do PT em maio do ano passado, poucos meses antes do início da campanha que levou a presidente Dilma Rousseff ao Planalto.

A contribuição foi contabilizada regularmente pelo partido, mas foi feita de maneira dissimulada pelo banco, que usou empresa com a qual tinha relações comerciais para fazer o repasse e disfarçar a origem do dinheiro.

A doação foi feita poucas semanas depois do início das investigações do Banco Central que apontaram fraudes nas operações do PanAmericano e mais tarde revelaram um rombo de R$ 4,3 bilhões na sua contabilidade.”

(Folha)

Rio promove ato público contra projeto que redistribui royalties do petróleo

“Um ato público organizado pelo governo do estado do Rio, com o apoio da prefeitura da capital e de outras prefeituras do interior, além de entidades da sociedade civil, promete reunir hoje (10) milhares de pessoas contra o projeto de lei do senador Vital do Rego (PMDB-PB), que revê a distribuição dos royalties do petróleo, retirando recursos dos estados produtores em benefício de todas as unidades do país.

A concentração começará às 15h, na Igreja da Candelária, e a passeata seguirá pela Avenida Rio Branco, no centro da cidade, até a Cinelândia, tradicional palco de manifestações políticas. Com isso, o trânsito sofrerá alterações, pois diversas ruas do centro serão bloqueadas para veículos. A estimativa dos organizadores é que pelo menos 50 mil pessoas participem, podendo chegar a 100 mil.

Para garantir o grande número de manifestantes, as repartições estaduais e municipais vão liberar os funcionários mais cedo. Prefeituras do interior, principalmente dos municípios que recebem repasses provenientes do petróleo, decretaram ponto facultativo e alugaram ônibus para levar os manifestantes até a capital.

Parte do comércio também deverá fechar mais cedo, liberando os empregados que quiserem participar do ato público. Serviços públicos de transporte, como trem, barcas e metrô, não vão cobrar tarifa em determinados horários. Um palco montado na Cinelândia deverá receber, além de políticos locais, artistas e músicos, que vão se encarregar de garantir animação aos participantes.

Se o projeto aprovado no Senado passar pela Câmara dos Deputados, o Rio de Janeiro, maior estado produtor de petróleo, poderá ter prejuízos de até R$ 3,3 bilhões já no próximo ano, segundo números apresentados durante visita feita pelo governador Sergio Cabral à presidenta Dilma Rousseff em outubro.

A subsecretária estadual de Desenvolvimento e Energia do Rio, Renata Cavalcanti, considerou que a possível mudança na distribuição dos royalties poderá causar problemas graves no futuro. “É um processo de longo prazo que vai se refletir nas próximas gerações. Isso poderá ser uma perda permanente, com o agravante de que a produção de petróleo é algo que vai diminuindo. Os campos que estão hoje em produção têm vida útil de até 20 anos. O impacto estadual será muito sério, pois os royalties são usados para pagar a dívida com a União e para o Fundo do Meio Ambiente, utilizado principalmente em saneamento”, avaliou Renata.

A prefeita de Campos dos Goytacazes e ex-governadora do Rio Rosinha Garotinho classificou a possível perda de parte dos recursos provenientes da exploração do petróleo como geradora de verdadeiro caos social na região norte do estado, onde se concentra a produção. Ela deverá participar do ato público.

“Nós vamos perder 70% do orçamento. No ano que vem, eu perderia em torno de R$ 500 milhões. Isso significa uma quebradeira não só no município de Campos, mas em toda a região. Nós vivemos hoje, em grande parte, dos royalties. Se fosse fazer políticas públicas apenas com verbas obrigatórias enviadas pelo governo federal e mais o que se arrecada na nossa região, não teríamos como manter o investimento que hoje é feito na cidade, que ficaria pelo avesso”, disse Rosinha. Só este ano, Campos arrecadou R$ 1 bilhão em royalties e teve participação especial proveniente do petróleo.”

(Agência Brasil)

A Sudene ainda existe. E faz reunião nesta 5ª feira

Representantes dos 11 estados da área de atuação da Sudene (Superintendência de Desenvolvimento do Nordeste) estarão presentes, nesta quinta-feira, a partir das 9 horas, na 13ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo (Condel). O encontro será aberto pelo ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra, e ocorrerá na sede da autarquia, no Recife.

Cinco governadores já confirmaram presença: Jaques Wagner (PT/Bahia), Eduardo Campos (PSB/Pernambuco), Wilson Martins (PT/Piauí), Rosalba Ciarlini (DEM/Rio Grande do Norte) e Ricardo Coutinho (PSB/Paraíba).

As diretrizes e prioridades do Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE) e do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE) para 2012 estão entre os assuntos da reunião, segundo informou para o Blog o presidente do Banco do Nordeste do Brasil, Jurandir Santiago.

Dilma não gostou da fala de Lupi avisando que só saia da pasta abatido a bala

“A presidente Dilma Rousseff não gostou nem um pouco do tom ameaçador do ministro do Trabalho, Carlos Lupi, que na terça-feira, 8, disse “duvidar” que ela o demitisse e que ele não sairá do cargo “nem na reforma ministerial”, marcada para o início do ano, quando deverão deixar seus cargos todos os candidatos que estão no primeiro escalão do governo.

Dilma incumbiu a ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffman, de transmitir a sua insatisfação a ele. Gleisi disse a Luppi que “houve excesso” na fala dele no dia anterior e que “ele e todos os ministros deste governo sabem que quem nomeia e quem demite é a presidenta da República”.

Lupi havia dito também que só à força deixaria o ministério. “Não saio do cargo. Daqui ninguém me tira. Só se for abatido a bala. E tem que ser bala de grosso calibre porque eu sou pesado”, disse.

Clima de estresse

O recado a Lupi foi dado pessoalmente por Gleisi, antes de ele participar com a ministra de uma reunião para discutir a instalação de ponto eletrônico na Esplanada. A reunião estava marcada para 11h30. A ministra Gleisi conversou com Luppi a portas fechadas, em seu gabinete, no quarto andar do Planalto, e avisou do descontentamento da presidente Dilma com o episódio. Gleisi ressalvou, no entanto, que acreditava que tudo foi feito, em meio a um “clima de estresse” por causa das denúncias que ele está sofrendo.

Uma retração do ministro Luppi está sendo aguardada pelo Planalto, para que ele amenize e esclareça as declarações dada s ontem.

Dilma estava irritada com as declarações. Mas limitou-se a reclamar para seus assessores diretos, já que o governo enfrenta uma importante votação no Congresso, considerada fundamental pela própria presidente, que é a aprovação da DRU, a Desvinculação de Receitas Orçamentárias da União. A DRU dá ao governo a liberdade para usar como quiser 20% das receitas da União.

A presidente não pretende tomar nenhuma atitude neste momento contra o ministro e continua lhe dando crédito em relação às denúncias, reconhecendo que não apareceu nada diretamente contra ele.

O Planalto comemorou a primeira votação da DRU, que deu vitória ao governo na madrugada desta quarta-feira, com 369 vagas. Mas, a presidente também sabe que ainda há a votação dos destaques, o que será retomado na tarde desta quarta-feira. E ainda será preciso votar o segundo turno na Câmara e os dois turnos da emenda constitucional no Senado – isso significa que precisa dos votos do PDT.”

Shopping Grão-Pará é apresentado para o mercado de Fortaleza

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A Calila Participações, sob comando de Joana Jereissati, apresentou, durante almoço nesta quarta-feira, no Lô Restaurante (Praia de Iracema), em Fortaleza, o novo empreendimento do grupo, por meio da Jereissati Centros Comerciais: o Shopping Grão-Pará, já em construção na cidade de Belém. O evento reuniu imprensa, empresários e convidados especiais.

Joana Jereissati comemora a expansão do grupo para outros Estados. O Shopping Grão-Pará terá um investimento de R$ 170 milhões e contará com 225 lojas. A previsão de inauguração é para o último trimestre de 2013.

DETALHE – A apresentação do projeto ficou a cargo de Gerardo Jereissati, da Imobiliária Jereissati.

DETALHE 2 – Antes da apresentação houve um talk-show com a participação da jornalista Joyce Pascowitch. Ela foi entrevistada pela jornalista paraense Úrsula Vidal.

* Veja vídeo sobre o futuro empreendimento de Belém aqui.

MPE e Sefaz denunciam R$ 183 milhões sonegados no Ceará

“Um montante total de R$ 183 milhões em crimes de sonegação fiscal foram denunciados, nesta quarta-feira, 9, pelo Ministério Público do Estado do Ceará após Operação Nacional de Combate à Sonegação Fiscal – 2011, coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC). A ação foi deflagrada no Ceará e em mais 21 estados brasileiros.

Segundo o promotor de Justiça Nelson Gespeira, as denúncias envolvem 17 empresas e 26 pessoas ligadas a diversos setores atuantes em todo o Estado. Além disso, foram formulados pedidos de sequestro de bens móveis e imóveis dos denunciados, a fim de garantir o ressarcimento aos cofres públicos.

No Ceará, a campanha pretende conscientizar o consumidor sobre a importância de se exigir a nota fiscal. Cerca de 200 auditores fiscais participam da operação, realizando fiscalizações preventivas em shoppings, estabelecimentos comerciais, além de distribuição de cartilhas e panfletos de caráter educativos.”

(POVO Online)

IBGE – Safra de outubro será 6,8% maior do que a de 2010

“A safra brasileira de grãos em outubro deve chegar a 159,7 milhões de toneladas, 6,8% superior à safra recorde de 2010 (149,6 milhões de toneladas) e 0,2% maior que a estimativa de setembro. É o que prevê a décima estimativa da safra nacional de cereais, leguminosas e oleaginosas divulgada hoje (9) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. (IBGE).

A área a ser colhida em 2011, de 48,6 milhões de hectares, apresenta acréscimo de 4,6% comparado a 2010. O arroz, o milho e a soja, que são as três principais culturas (representam 90,6% da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas) respondem por 82,4% da área a ser colhida com variações de 1,7%, 3,5% e 3,2%, respectivamente. No que se refere à produção, mostram, nessa ordem, acréscimos de 19%, 0,6% e 9,2%.

O IBGE também realizou, em outubro, o primeiro prognóstico de área e produção para a safra de 2012, estimada em 157,5 milhões de toneladas, 1,4% inferior à de 2011. Porém, a área ser colhida (49,5 milhões de hectares) cresce 1,7%.

O Sul do país permanece em primeiro lugar entre as regiões que mais produzem (67,1 milhões de toneladas), seguido pelo Centro-Oeste (56,0 milhões de toneladas), Sudeste (17,4 milhões de toneladas), Nordeste (14,9 milhões de toneladas) e o Norte (4,3 milhões de toneladas). Na comparação com 2010, houve incremento em todas as regiões: Norte, 7,8%; Nordeste, 26,2%; Sudeste, 1,9%; Sul, 4,6%; e Centro-Oeste, 6,7%.

O Paraná lidera a produção nacional de grãos, com participação de 19,7%, seguido pelo Mato Grosso, com 19,5%, e o Rio Grande do Sul, com 18,3%.

Dentre os 25 produtos selecionados, 16 apresentam variação positiva na estimativa de produção em relação ao ano anterior, com destaque para o algodão herbáceo em caroço com variação de 72,6%.”

 (Agência Brasil)

Grupo Jereissati apresenta novo shopping

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Joana, seu pai, Tasso, e sua mãe, Renata Jereissati.

Sob comando de Joana Jereissati, a Calila Participações, por meio da Jereissati Centros Comerciais, vai apresentar, nesta quarta-feira, durante almoço no “Lô Restaurante”, o projeto do Shopping Grão-Pará.

O empreendimento será construido em Belém e a apresentação ocorrerá para a imprensa e alguns convidados. Serão investidos R$ 170 milhões no shopping que terá 225 lojas. A previsão de inauguração é para o último trimestre de 2013.

DETALHE – Em maio deste ano, a Calila Participações deu início às obras do Shopping Bosque dos Ipês, em Campo Grande (MTS) e que será inaugurado em novembro de 2012.

PGJ e Sefaz vão divulgar resultados de operação de combate à sonegação

A procuradora-geral de Justiça, Socorro França, e o secretário da Fazenda, Mauro Filho, vão apresentar, durante coletiva às 11 horas desta quarta-feira, na sede da PGJ, o resultado da Operação Nacional Contra a Sonegação Fiscal em termos de Ceará.

Essa operação, coordenada pelo Grupo Nacional de Combate às Organizações Criminosas (GNCOC), foi deflagrada dia 20 de outubro e envolveu ações simultâneas dos Ministérios Públicos Estaduais e das Secretarias das Fazendas em 21 Estados e no Distrito Federal.

Durante a opração, foram identificadas fraudes fiscais em empresas de vários ramos de atividade. Esta foi a primeira vez que o Estado do Ceará participou de tal investigação.