Blog do Eliomar

Categorias para Eleições 2018

Cid Gomes: Só Ciro pode tirar o Brasil do impasse de ter que escolher entre a visão reacionária e a dúvida

O candidato ao Senado pelo PDT, Cid Gomes, defendeu o nome do seu irmão, Ciro Gomes, para a Presidência da República por ser o único, em sua avaliação, em condições de tirar o País da crise e afastar os fantasmas do radicalismo e da dúvida. Referiu-se à candidaturas de Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT).

“Só ele (Ciro) pode tirar o Brasil desse impasse de ter que escolher entre uma visão reacionária e dúvida”, disse, em clima de comício, no fim de semana, em Tamboril – a 301 km de Fortaleza, ao lado do deputado federal Leônidas Cristino e do deputado estadual Jeová Mota. Ambos postulam a reeleição .

Ciro Gomes emendou: “De um lado, o radicalismo, que não respeita as mulheres, não respeita as minorias, que não respeita aquilo que a humanidade conquistou ao longo de décadas e dias de luta. E do outro, a preocupação. O medo de novo de as nossas empresas públicas serem usadas para fazer a farra de muitos políticos que não enxergam na política uma forma de servir, e sim, de ser servido”.

(Foto – Divulgação)

Barbosinha diz que jovem tem vontade de estudar e de prestar concursos públicos

“Por muitos lugares que andei, encontrei jovens carentes com vontade de estudar e de prestar concursos. Também tenho origem em família humilde, estudei e hoje sou profissional concursado do Estado. Devemos lançar a oportunidade de cursinhos gratuitos preparatórios para concursos públicos”, disse Valdemiro Barbosa, o Barbosinha, presidente licenciado do Sindicato dos Agentes e Servidores do Sistema Penitenciário do Estado do Ceará (Sindasp/CE) e candidato a deputado estadual pelo Avante.

Em visita à feira livre do Parque Santa Rosa, bairro onde nasceu em Fortaleza, Barbosinha assegurou que, caso eleito, irá trabalhar projetos na área da educação, estimulando o jovem para o mercado de trabalho.

Barbosinha também apontou o sistema prisional como gargalo da problemática da segurança pública. Disse que há um déficit de quatro mil agentes penitenciários e ressaltou a necessidade da nomeação de todos os candidatos do cadastro de reservar e a retificação do edital do último concurso.

(Foto: Divulgação)

Turma da Marina Silva não vai jogar a toalha, diz João Saraiva

A candidata a presidente da República pela Rede, Marina Silva, despencou nas pesquisas eleitorais. O fato foi registrado nas últimas pesquisas feitas por organismos como Ibope e Datafolha.

Em Fortaleza, o candidato ao Senado pela Rede, João Saraiva, continua em campanha e garantindo que, mesmo com Marina em dificuldades, o partido não vai jogar a toalha.

O bolsonarismo existe?

Com o título “O bolsonarismo existe?”, eis artigo de Adriano Oliveira, cientista político. Ele faz uma avaliação entre o Lulis,o e o Bolsonarismo. Confira:

Não comparo, de modo algum, o bolsonarismo com o lulismo. Continuo a afirmar que o bolsonarismo é o antilulismo incipiente. O lulismo é uma manifestação do eleitorado que advém da memória positiva que os eleitores do Nordeste, em particular das classes C e D, têm para com os governos do ex-presidente Lula.

O lulismo tem raízes, memória e valores. As raízes do lulismo são advindas das eras Lula. Os eleitores que conviveram com o governo Lula lembram, como bem revelam pesquisas qualitativas, que “com Lula, o Estado bateu em minha porta”. As políticas sociais dos governos Lula possibilitaram inclusão social e gerou oportunidades. Por consequência, o lulismo criou raízes e estas ativam a memória dos eleitores quando escutam falar em Lula.

O lulismo foi desprezado por muito tempo. Muitos não acreditavam na sua existência e força. Certa vez, um colega cientista político, me indagou: O que é lulismo para você? Forneci a mesma explicação contida neste espaço. O lulismo foi desprezado por diversos atores. Muitos afirmavam que a saída de Lula da disputa presidencial fortaleceria os competidores Ciro e Marina.

Às vésperas do 2° turno da disputa presidencial, Haddad lidera no Nordeste. É possível que ele tenha votação semelhante às votações de Lula nesta região. E foi o lulismo que alavancou Haddad. Não foi a biografia do atual presidenciável do PT que o fez subir aceleradamente nas pesquisas. Pesquisas quantitativas revelam que grande parcela do eleitorado verbaliza o 13 quando perguntado qual número digitará na urna no dia da eleição. Portanto, não resta dúvida quanto à existência do lulismo no Nordeste.

O bolsonarismo não cresce no Nordeste em razão do lulismo. Em regiões tradicionalmente antilulista, como Centro-Oeste e Sudeste, Bolsonaro continua a ter fatia considerável do eleitorado. Nas classes A e B, inclusive, na região Nordeste, o bolsonarismo também é presente. E são nestes estratos econômicos que Haddad não tem desempenho robusto.

O bolsonarismo continua a ser uma manifestação incipiente contrária ao lulismo. O desempenho de Bolsonaro no Nordeste é um indicativo que oferta veracidade à minha tese. De modo algum posso afirmar que o bolsonarismo representa a concordância do eleitor com as ideias de Bolsonaro. Parcela dele, e esta é uma hipótese, opta por Bolsonaro por não desejar o PT de volta, e não por apoiar o fim do 13° salário, por exemplo.

*Adriano Oliveira

adrianopolitica@uol.com.br

cientista político e professor associado da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE).

Nova Câmara deve aumentar bancadas de esquerda e direita

A Câmara dos Deputados que sairá das urnas em outubro terá, além de um elevado índice de reeleição, nomes conhecidos na política brasileira, como deputados estaduais, senadores, ex-ministros, ex-prefeitos, ex-secretários e ex-parlamentares, ocupando as vagas dos que não tentaram ou não conseguiram renovar o mandato. As caras novas virão da escolha de policiais, evangélicos e celebridades ou da força do dinheiro e da relação de parentesco com oligarquias políticas.

 

A projeção foi feita pelo Departamento Intersindical de Assessoria Parlamentar (Diap), com base na estratégia dos partidos políticos de lançar nomes competitivos para disputar a Câmara dos Deputados. Para reforçar as bancadas de deputado federal, que definem os repasses do fundo partidário e o horário partidário, as legendas escalaram seus principais nomes para a Câmara e fizeram coligações competitivas.

Uma movimentação dos senadores indica, além de uma preocupação individual com a derrota na eleição majoritária, a estratégia dos partidos de reforçar a Câmara. Os senadores Aécio Neves (PSDB-MG), José Agripino Maia (DEM-RN), Gleisi Hoffmann (PT-PR), presidente nacional do PT, e Lídice da Mata (PSB-BA), por exemplo, disputam uma cadeira de deputado federal e tendem a puxar votos para suas legendas.

Nessa linha, o deputado estadual Marcelo Freixo (PSOL-RJ) concorre à Câmara, assim como o ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha (PT-SP), o ex-ministro da Cultura Marcelo Calero (PPS-RJ), o ex-ministro do Trabalho Manuel Dias (PDT-SC) e o ex-deputado federal Marcelo Itagiba (PPS-RJ).

Segundo levantamento preliminar, coordenado pelo analista político Antônio Augusto de Queiroz, diretor do Diap, a composição das bancadas não será muito diferente da atual. Conforme a análise, haverá um leve crescimento dos partidos de esquerda e de direita, acompanhado de uma discreta redução das legendas de centro.

O PT continuará tendo a maior bancada de deputados federais, com 55 a 65 integrantes, conforme o levantamento do Diap, seguido de MDB (44 a 50), PSDB (42 a 50), PP (40 a 48) e PSD (40 a 48). Em um segundo bloco, estão PR, DEM, PSB, PDT e PRB, com bancadas que devem ficar entre 20 e 40 deputados. PSL, PTB, Pros, PSC, PPS, PCdoB, Pode, PSOL e SD devem eleger entre dez e 20 deputados. Outros partidos não devem eleger mais do que dez parlamentares.

(Agência Brasil)

Acrísio Sena herda redutos políticos de Dedé Teixeira

O vereador Acrísio Sena (PT), candidato a deputado estadual, cumpriu agenda em Jaguaruana, Icapuí e outros municípios dessa região. Ele estava acompanhado pelo deputado estadual Dedé Teixeira, que está fora do pleito por decisão do TCU, mas que possui grande influência nessa banda do Estado.

Nessas localidades, Acrísio e Dedé foram recepcionados por lideranças políticas. Em Icapuí, houve carreata com parlamentares e líderes comunitários. Em Jaguaruana, a ex-prefeita Ana Teresa, acompanhada de vários vereadores, incluindo o presidente da Câmara, Inaldo Lima, também realizou reuniões para formalizar apoio a Acrísio Sena.

(Foto – Divulgação)

Eleições 2018 – A partir desta terça-feira, eleitor não pode ser preso ou detido

A partir de amanhã (2), a cinco dias das eleições, nenhum eleitor poderá ser preso ou detido exceto em casos de flagrante delito ou de sentença criminal condenatória por crime inafiançável por desrespeito a salvo-conduto. A orientação está na legislação e prevista no calendário eleitoral.

Também nesta terça-feira será o último dia para a verificação das assinaturas digitais do Sistema de Transporte de Arquivos da Urna Eletrônica, do Subsistema de Instalação e Segurança e da Solução JE-Connect instalados nos equipamentos da Justiça Eleitoral.

Essa verificação deve ser feita por representantes dos partidos políticos e das coligações, da Ordem dos Advogados do Brasil, do Ministério Público e das pessoas autorizadas em resolução específica a formalizar pedido ao juízo eleitoral

Amanhã também é o último dia para os tribunais regionais eleitorais divulgarem na internet os pontos de transmissão de dados que funcionarão em locais distintos daquele de funcionamento da junta eleitoral.

Eleições 2018 – Observadores da OEA já estao chegando ao Brasil para acompanhar o pleito

Alguns dos 48 especialistas de 18 nacionalidades da Missão de Observação Eleitoral da Organização dos Estados Americanos (MOE/OEA) para as eleições gerais do próximo domingo (7) já começaram a chegar ao país. A missão é liderada pela ex-presidente da Costa Rica Laura Chinchilla. É a primeira vez que a OEA acompanha uma eleição no Brasil.

Especialistas e observadores atuarão no Distrito Federal e em mais 12 estados – Bahia, Ceará, Maranhão, Pernambuco, Amazonas, Pará, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina. Haverá ainda um grupo que fará a observação das eleições fora do Brasil.

Em comunicado nas redes sociais, a coordenação da missão informou que os especialistas e observadores vão “fazer um registro detalhado e levantar toda a programação da grupo em território brasileiro”.

Em agosto, Laura Chinchila se reuniu com autoridades brasileiras para conversar sobre a missão. Segundo ela, o objetivo principal das missões de Observação Eleitoral da OEA é acompanhar os pleitos para estabelecer e compartilhar boas práticas e identificar áreas passíveis de melhoria, contribuindo dessa forma para o fortalecimento dos processos democráticos no hemisfério.

Os representantes da missão acompanharão a fase final da campanha eleitoral e o primeiro e segundo turnos da eleição.

Dados

O número de missões cresce progressivamente, assim como o de países que as solicitam, já tendo sido realizadas, desde 1962, mais de 240 missões em 28 dos 34 Estados-membros da OEA.

Para a realização de uma MOE/OEA, a Secretaria-Geral da organização e o país anfitrião celebram dois acordos que estabelecem as condições para que a missão possa realizar seu trabalho com independência e autonomia: o Acordo de Procedimentos para Observação Eleitoral, que, no caso do Brasil, foi assinado entre a OEA e o TSE em dezembro de 2017, e o Acordo de Privilégios e Imunidades, assinado pela chefe da MOE e pelo ministro Aloysio Nunes Ferreira.

Saiba mais

Ciro Gomes afirma que declarações de Bolsonaro deixam claro o anúncio de um golpe

A declaração do presidenciável Jair Bolsonaro (PSL) de que não aceitaria o resultado da disputa eleitoral, caso não saísse vitorioso, “deixou claro o anúncio de um golpe”, disse o candidato à Presidência pelo PDT, Ciro Gomes. O pedetista participou de evento com profissionais da área da saúde, ontem, na capital paulista.

Na última sexta-feira, 28, Bolsonaro disse em entrevista ao apresentador José Luiz Datena, do programa Brasil Urgente, da TV Bandeirantes, concedida do quarto do hospital Albert Einstein, onde se recuperou de um atentado a faca sofrido no início deste mês, que não poderia falar pelos comandantes militares, mas pelo que via nas ruas não aceitaria um resultado diferente da sua eleição. Ele ainda reiterou que a única possibilidade de vitória do PT viria pela “fraude”.

“Somando a fala de Bolsonaro com as declarações anteriores do vice, general (Hamilton) Mourão (do PRTB), sobre a criação de uma nova Constituição, e ‘juntando lé com cré’ percebemos a iminência de um golpe”, argumentou Ciro.

O candidato do PDT afirmou que os extremismos entre o PT e Bolsonaro vão levar o País a uma guerra civil, como na Venezuela.

Bolsonaro e Fernando Haddad (PT) permanecem na primeira e segunda colocação, respectivamente, nas pesquisas de intenção de voto para a Presidência. “Eu reagi, enquanto Haddad ficou calado”, alfinetou Ciro, novamente em referência às declarações de Bolsonaro.

Quanto às manifestações ocorridas no último sábado, contra o presidenciável do PSL, Ciro diz que “as mulheres brasileiras vão salvar o País desse precipício”, que seria uma eventual vitória de Bolsonaro. “Ele já foi derrotado graças ao valor da mulher brasileira”, acrescentou. Os protestos iniciados na internet com as hashtags #EleNão e #EleNunca foram promovidos pelo eleitorado feminino.

Na saída do evento, Ciro Gomes gravou vídeos para os seus eleitores e ressaltou que tem ficha limpa, além de condições de pacificar a família brasileira. “Esse extremismo é muito negativo”, enfatizou.

(Agência Estado/Foto – Reprodução de TV)

Os dias mais tensos de uma campanha tensa

Com o título “Os dias mais tensos de uma campanha tensa”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira:

São seis dias, a partir de hoje, para chegarmos ao esperado 7 de outubro, data em que milhões de nós iremos às urnas para o sagrado exercício cidadão do voto. Uma conquista do Brasil moderno e civilizado, que não pode ser submetida a qualquer risco, a despeito do desafio representado por estarmos experimentando uma das campanhas eleitorais mais confusas que nossa história já registrou.

Até pelo cenário caótico, polarizado e tenso, que a disputa pelo poder trouxe à realidade das ruas brasileiras, especialmente no tocante à eleição para presidência da República, os candidatos precisam assumir uma responsabilidade maior diante deste momento de reta final. O exemplo de cada um é fundamental para se ter garantido o ambiente de respeito às diferenças e aos diferentes que está na essência do espírito do que a democracia oferece e possibilita, na perspectiva de construção de uma sociedade que seja para todos, mais justa e melhor de se viver.

O ambiente eleitoral, inquietante por natureza devido ao seu caráter inevitavelmente incerto, age sob muita influência daqueles que têm o peso referencial de liderar pessoas, grupos, partidos, campanhas. Muito especialmente quando se vê integrado ao processo um fator com o potencial de instabilidade que apresentam hoje as ditas redes sociais, com seu controle difícil e o alcance quase ilimitado dos efeitos.

Os candidatos e todos aqueles cujas vozes de alguma forma ecoam um grau de oficialidade precisam, mais do que nunca, manter suas ações e palavras no limite do aceitável, mesmo que considerando-se que isso também implique no direito assegurado a eles de criticar adversários, ressaltar suas fraquezas, apontar seus defeitos e, enfim, fragilizar o outro como estratégia de se fortalecer. É do jogo.

O fim de semana passado foi exemplar, nesse sentido. O País assistiu, ao longo do sábado e domingo, manifestações de objetivos diversos, muitos deles ideologicamente conflitantes entre si, num conjunto total que em dois dias levou multidões às ruas sem o registro de maiores problemas. As diferenças foram ressaltadas e exemplarmente respeitadas, o que nos dá uma grande esperança de termos como saldo definitivo a contabilizar a reafirmação da democracia, defeitos que apresente à parte, como a única forma de o povo realmente assumir o controle do seu destino. Sem minimizar, claro, o fato de a campanha de 2018 se encaminhar aos registros históricos como uma das mais angustiantes já registradas no Brasil.

(Editorial do O POVO)

Candidatos ao Governo do Ceará entram na última semana da campanha eleitoral

Confira a agenda dos candidatos ao Governo nesta segunda-feira, a última semana de campanha eleitoral antes do domingo do voto:

AÍLTON LOPES (PSOL)

Realizará panfletagem na Estação de Trem, às 6h30min. Participará de bandeiraço no cruzamento das avenidas da Universidade e Treze de Maio, no Benfica, a partir das 16h30min. À noite, fará live pelo Facebook, às 21 horas.

CAMILO SANTANA (PT)

Às 7h30min, fará caminhada no bairro Genibaú, em Fortaleza. À noite, participa de evento no Comitê Central da campanha, no Cocó.

FRANCISCO GONZAGA (PSTU)

Não divulgou agenda

GENERAL THEOPHILO (PSDB)

Participará de carreata em Horizonte (RMF), a partir das 16 horas.

HÉLIO GOIS (PSL)

Não divulgou agenda.

“Mulheres de direita têm mais higiene”, diz filho de Bolsonaro

Após milhares de pessoas saírem às ruas contra Jair Bolsonaro (PSL) no sábado, a campanha do candidato do PSL organizou atos em favor do capitão da reserva nesse domingo. Ele não pode participar porque está se recuperando em casa da facada que levou no dia 6 de setembro. Na concentração da Avenida Paulista, no centro de São Paulo, seu filho, o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL), assumiu o seu lugar e discursou contra as mulheres que reprovam o seu pai. “As mulheres de direita são mais bonitas que as da esquerda. Elas não mostram os peitos nas ruas e nem defecam nas ruas. As mulheres de direita têm mais higiene”.

Também comparou seu pai ao presidente norte-americano, Donald Trump, e pediu para todos votarem de verde e amarelo. “Vai ser lindo. Vai ser como Trump no Estados Unidos”. E, como já virou praxe, questionou as pesquisas eleitorais que mostram que seu pai perde em todos os cenários de segundo turno, apesar de estar na frente no primeiro turno.

Os simpatizantes de Bolsonaro presentes ao ato bradavam que, se o deputado não vencer a eleição, é porque as urnas foram fraudadas. “Se ele não ganhar, vai ser roubado. Não vamos sair da rua se isso acontecer”, disse a empresária Helena Dias.

Já no fim da manifestação, uma forte chuva fez com que um grupo de manifestantes se abrigasse no vão livre do Masp. Lá, onde até pouco antes acontecia uma feira de artesanato, um grupo de jovens gritava “ele não” e palavras de ordem contra Bolsonaro. À princípio, os grupos se enfrentaram verbalmente, mas, antes que a PM pudesse interferir, alguns militantes trocaram socos e pontapés. A PM precisou “escoltar” um grupo que se posicionava contra Bolsonaro para fora do vão livre. Policiais afirmaram que não houve detenção.

Durante a manifestação pelo menos dois profissionais de imprensa foram agredidos com cabeçadas e empurrões enquanto tentavam filmar uma discussão entre militantes pró-Bolsonaro e pessoas que passavam pela Paulista.

Em Brasilia, a manifestação começou cedo e com mais de 10.000 veículos em uma carreata na Esplanada dos Ministérios.

(Veja/Foto – Folhapress)

Audic Mota faz grande caminhada em Morada Nova

As ruas do Centro de Morada Nova foram tomadas, no fim de semana, por grupos de apoiadores do candidato Audic Mota (PSB), que postula reeleição à Assembleia Legislativa.

Ao lado do prefeito Vanderley Nogueira, do ex-governador Franciné Girão, do presidente da SAAE, Edgar Amaral, dos vereadores Hilmar Sérgio, Rosemeire Monteiro e Teim Rodrigues, além de lideranças políticas e comunitárias, Audic Mota mobilizou o público e divulgou suas propostas.

O evento denominado “Esquenta 40000” surpreendeu os organizadores pela presença de público a prestigiar a caminhada e o comício.

(Fotos – Divulgação)

Eunício Oliveira vira centro de debate entre Ciro Gomes e Haddad

Um dos momentos de embate entre Ciro Gomes e Fernando Haddad, durante o debate da Record, envolveu o presidente do Congresso Nacional e candidato à reeleição ao Senado pelo MDB do Ceará, Eunício Oliveira.

Ciro Gomes disse que o PT reclama do golpe contra a ex-presidente Dilma Rousseff, mas se une ao MDB em alguns estados, incluindo o Ceará.

Haddad rebateu que o governador Camilo Santana construiu ampla aliança, incluindo o apoio de Eunício e também do próprio Ciro.

Ciro alegou que ele foi contra a aproximação de Camilo com Eunício, enquanto Haddad “foi lá e aceitou”.

O candidato do PT à Presidência da República alegou, então, que fez apenas uma visita ao presidente do Congresso Nacional, quando da sua passagem pelo Ceará.

(Foto: Reprodução)

Debate da Record foi o mais “quente” até o momento

Os candidatos Jair Bolsonato e Fernando Haddad foram os principais alvos do debate da Rede Record, encarrado na madrugada deste domingo (1º), sem a presença de Bolsonaro, que, segundo a assessoria, ainda estaria se recuperando da agressão a faca.

Enquanto Haddad teve que responder pelos 14 anos de governo do PT, Bolsonaro foi criticado por declarações antidemocráticas.

Confira o posicionamento dos candidatos no debate, por ordem alfabética:

General Theophilo percorre ruas de Fortaleza em carreata

O candidato ao Governo do Estado pelo PSDB, General Theophilo, participou neste domingo (30) de carreata pelas ruas de Fortaleza. “Estamos entusiasmados com a receptividade do povo e as expectativas são as melhores possíveis nesta reta final”, disse.

General afirmou que, nesta última semana de campanha, a agenda será intensificada com carreatas na Região Metropolitana de Fortaleza, além de visitas aos municípios do Cariri, Serra da Ibiapaba e litoral leste.

Entre apoiadores e candidatos à Assembleia Legislativa, participaram da carreata a candidata a vice-governadora do Estado, Emília Pessoa, e a candidata ao Senado, Dra.Mayra. O trajeto contemplou grandes avenidas da cidade, como Sebastião de Abreu, Washington Soares, Oliveira Paiva, Paulino Rocha, Silas Munguba, Carlos Amora, Gomes Brasil, finalizando na Fernandes Távora.

Nesta segunda-feira (1º), a agenda terá prosseguimento com Carreata no município de Horizonte, a partir das 16 horas.

(Foto: Divulgação)

Com Dedé Teixeira, Acrísio Sena recebe apoios em Fortim, Aracati, Icapuí e Jaguaruana

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Neste final de semana, o vereador de Fortaleza Acrísio Sena (PT), candidato a deputado estadual, cumpriu agenda em Fortim, Aracati, Icapuí e Jaguaruana. Ele estava acompanhado pelo deputado estadual Dedé Teixeira, que está fora do pleito, mas que possui grande influência na região. Nestas localidades, eles foram recepcionados por lideranças políticas.

Em Fortim, no sábado à tarde, houve reunião com o vereador Christian Chianca. Em Aracati, à noite, plenária com a vice-prefeita Denise Menezes e o vereador Valdy Menezes. Em Icapuí, domingo, houve café de manhã com parlamentares, como o vereador Kamundo, e líderes comunitários, seguido de carreata. Em Jaguaruana, a ex-prefeita Ana Teresa, acompanhada de sete vereadores, inclusive o presidente da Câmara, Inaldo Lima, também realizou reuniões para formalizar apoio a Acrísio Sena.

(Foto: Divulgação)

Pesquisa CNT/MDA: Bolsonaro e Haddad estão tecnicamente empatados

Levantamento da Confederação Nacional do Transporte (CNT) feito pelo instituto MDA, divulgado neste domingo, 30, mostra, pela primeira vez, um empate técnico entre os candidatos à Presidência Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Segundo a pesquisa, Bolsonaro tem 28,2% das intenções de voto e Haddad 25,2%.

Na sequência, aparecem Ciro Gomes (PDT), com 9,4%, e Geraldo Alckmin (PSDB), com 7,3%.

No segundo turno, Haddad venceria Bolsonaro por 42,7% a 37,3%. Bolsonaro perderia de Ciro e venceria Alckmin. Haddad aparece empatado tecnicamente com Ciro, e ambos venceriam Alckmin em um eventual segundo turno.

A pesquisa foi realizada na quinta, 27, e na sexta-feira. A margem de erro é de 2,2 pontos percentuais com 95% de nível de confiança.

Confira os números da intenção de voto estimulada para o 1º turno:

Jair Bolsonaro 28,2%
Fernando Haddad 25,2%
Ciro Gomes 9,4%
Geraldo Alckmin 7,3%
Marina Silva 2,6%
Henrique Meirelles 2%
João Amoêdo 2%
Álvaro Dias 1,7%
Cabo Daciolo 0,7%
Guilherme Boulos 0,4%
Vera 0,3%
João Goulart Filho 0,1%
José Maria Eymael 0,1%
Branco/Nulo 11,7%
Indecisos 8,3%

(O POVO Online)