Blog do Eliomar

Categorias para Eleições 2018

Inácio Arruda promove neste sábado feijoada-adesão

O comitê do candidato a deputado federal Inácio Arruda (PCdoB) reunirá amigos, militantes, ativistas e simpatizantes de sua candidatura numa feijoada de confraternização. O encontro gastronômico-eleitoral acontecerá neste sábado, a partir das 12 horas, no Clube da Petrobras.

Inácio, bom lembrar, já foi senador e ocupava, até bem pouco tempo, o cargo de secretário da Ciência, Tecnologia e Educação Superior da gestão de Camilo Santana (PT).

SERVIÇO

*Clube da Petrobras – Avenida Dioguinho, 5530 – Praia do Futuro.

*Mais informações sobre convite pelo fone 32511324.

(Foto – Reprodução de TV)

O peso das redes sociais e a imposição do #EleNão

Com o título “O peso das redes sociais e a imposição do #EleNão”, eis artigo de Ítalo Coriolano, jornalista do O POVO. Ele analisa o peso das redes sociais no processo eleitoral deste ano e efeitos sobre Jair Bolsonaro (PSL), principalmente. Confira:

2018 deve entrar para a história como o ano em que as eleições no Brasil foram definidas pelo peso das redes sociais. Basta tomar como exemplo dois fenômenos: a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL), que chegou à liderança nas pesquisas com apenas 8 segundos de propaganda na TV, e o movimento #EleNão, que faz referência ao parlamentar e mobiliza milhares de pessoas. É no mundo virtual que as discussões entre eleitores estão se dando, que posições são tomadas, e que, muitas vezes, discórdias são aprofundadas.

No caso de Bolsonaro, uma legião de apoiadores criam vídeos, rebatem críticas, sobem hashtags, elaboram memes, impulsionando de forma inédita o nome do candidato. Na mesma medida, surgiu a campanha #EleNão. São artistas, movimentos sociais, ativistas das mais variadas organizações, pessoas comuns, políticos, todos atuando para fazer frente à força do bolsonarismo. Entretanto, diante da ânsia em conter a onda adversária, algumas pessoas têm exagerado. O episódio que concretiza a análise se refere à cantora Anitta. Internautas descobriram que ela seguia um eleitor de Bolsonaro, e passaram a pressioná-la para se posicionar claramente contra o candidato. Ela resistiu por algum tempo às críticas, mesmo sendo chantageada por admiradores, que ameaçavam deixar de ir aos seus shows e até desfazer fã-clubes.

Anitta chega a gravar vídeo alegando que não se envolveria com política, mas que jamais apoiaria candidato machista, homofóbico e racista, sem se referir a Bolsonaro. Não adiantou. Foi preciso outra cantora desafiá-la para que “aderisse” ao #EleNão. Mas Anitta acaba desafiando outras cantoras que também nunca se envolveram com política. Que por sua vez também passaram a ser pressionadas.

Algumas perguntas se impõem: vale a pena ter esse tipo de adesão forçada? Onde fica o direito das pessoas de não se envolverem diretamente em uma campanha? Não se deve mais respeitar a liberdade das pessoas quando decidem não participar de movimento A ou B? As pessoas se omitem de determinados processos por motivos que não cabe a nós ficar questionando.

Pagarão ou não um preço por isso. Podemos nos decepcionar com esse tipo de comportamento. Mas nada justifica agir com truculência contra quem pensa diferente de nós, ainda mais quando existem afinidades, quando sabemos que a pessoa está do mesmo lado nesse contexto de disputa.

*Ítalo Coriolano

coriolano@opovo.com.br

Jornalista do O POVO.

Ciro grava vídeos apregoando contra o ódio e criticando a polarização

O candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, gravou vídeos em que afirma que é preciso lutar contra o ódio e se apresenta como a antítese dos extremos.

A informação é da Coluna Painel, da Folha de S.Paulo, acrescentando que os filmes mencionam os nomes de Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL).

O material será distribuído nas redes sociais, mas a campanha estuda levá-lo à TV na próxima semana, a última antes da votação.

Depois de Alckmin e de Meirelles, a campanha de Ciro será a terceira a atacar diretamente a polarização PT x PSL. Além de se colocar como terceira via, ele fará gestos à população feminina na reta final da campanha.

(Foto – Reprodução de TV)

A Justiça Eleitoral e o voto cerceado

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Com o título “Voto cerceado”, eis artigo do advogado e professor universitário Marcelo Uchoa. Ele analisa a decisão da Justiça Eleitoral de barrar cerca de 3,5 milhões de títulos de eleitores a 10 dias do pleito. Confira:

Decidir se prefere julgar ou legislar é o maior problema do Judiciário brasileiro atualmente. Óbvio que o dilema afeta a aplicação da justiça. Não é fácil aceitar a decisão do STF, do último dia 26, de cancelar, a dez dias das eleições, cerca de 3,5 milhões de títulos de eleitores.

Quando define o direito de voto no art. 14, a Constituição não se refere a título de eleitor, muito menos a biometria, se refere a alistamento eleitoral e idade. Portanto, quem está dentro da idade e alistado eleitoralmente tem direito de votar. Não é razoável supor que alguém que tenha um título de eleitor na mão não esteja eleitoralmente alistado. O princípio mais importante em jogo não era o modelo de cadastramento a permitir a votação, se por papel ou biometria – o título por papel sequer já era necessário para votar, bastando ir-se à seção eleitoral correta, com documento de identificação oficial com foto. O princípio mais importante em discussão era a preservação do direito de voto, expressão maior da soberania popular num regime democrático.

Defender que alguém não possa votar por causa de uma irregularidade incidental é despropositado, inclusive porque é difícil precisar o quanto a população, sobretudo nas localidades mais distantes, teve acesso à informação de recadastramento eleitoral. O problema do Judiciário brasileiro é que ficou mecânico, com interpretações baseadas mais no acessório do que no principal. Existe, efetivamente, mais interesse em legislar do que encontrar a justiça.

É questionável sugerir que o STF tenha agido por motivação política na intenção de atingir uma candidatura específica pelo fato dos eleitores prejudicados serem maciçamente nordestinos. Porém, bem mais grave do que isso é considerar que, por causa de um detalhe, afrontou-se a dignidade cívico-eleitoral de 3,5 milhões de pessoas. Não de quaisquer pessoas, seguramente, as mais pobres, para quem a informação chega com maior dificuldade, ou sequer chega. É prova de que, no Brasil, há duas jurisdições em aplicação, uma que vale para alguns e outra, uma jurisdição de exceção, que vale para outros. Tem sido assim, seletivamente, a aplicação da justiça no país. Hoje, quem tem o direito de voto cerceado são os mais pobres. Amanhã, só o futuro dirá.

*Marcelo Uchôa

Advogado e professor Doutor de Direito da Unifor.

O debate, quatro opções e o eleitor

Da Coluna Política do O POVO, assinada, nesta sexta-feira, pelo jornalista Érico Firmo. Uma análise rápida e concisa do debate entre os governamentáveis, no qual Camilo Santana (PT) deu o ar da graça. Confira:

A grande expectativa para o debate promovido ontem pelo Grupo de Comunicação O POVO era pela participação de Camilo Santana (PT). Como era de se esperar, ele virou o alvo. E, conforme esperado, o enfoque principal foi segurança pública. Quando mais pressionado, ele ignorava os adversários e se dirigia diretamente ao público, à população. Estratégia de marketing pré-planejada.

General Theophilo (PSDB), também como esperado, atacou principalmente a segurança. Como Camilo fez por um lado, tentou desconstruir a imagem de sucesso do governo na educação. E, assim como o governador, apelou para a experiência da população, em contraponto à propaganda oficial.

Ailton Lopes (Psol) tratou de se diferenciar tanto de um quanto de outro. Fez a crítica mais ampla a Camilo. Por fim, chamou para o ato contra Jair Bolsonaro (PSL) neste sábado.

Por falar em Bolsonaro, Hélio Góis (PSL) tratou de nacionalizar o debate e se vincular ao candidato a presidente e, mais que isso, ao pensamento de direita. Questionou o socialismo de Ailton e afirmou até que o PSDB é de esquerda, enquanto o General se apresentava como centro.

Em síntese, o debate foi útil, sobretudo, por demonstrar com clareza os diferentes perfis de candidaturas.

(Foto – Mateus Dantas)

Ex-mulher acusa Bolsonaro de furtar cofre de banco, ocultar patrimônio e agir com desmedida agressividade”

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A revista Veja desta semana traz matéria com Ana Cristina Siqueira, ex-mulher de Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República. Ela  acusa o presidenciável de furtar um cofre de banco, ocultar patrimônio, receber pagamentos não declarados e agir com “desmedida agressividade”.

Em trechos da reportagem, Ana Cristina , após mais de dez anos juntos e um filho, resolveu se separar, mas o caso acabou na Justiça. Eles disputavam a guarda do filho, hoje com 20 anos, e ela alegava que seu ex-marido resistia a fazer uma partilha justa dos bens. Por isso, em abril de 2008, ela deu entrada com uma ação na 1ª Vara de Família do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro.

O processo, com mais de 500 páginas, ao qual VEJA teve acesso, contém uma série de incriminações mútuas que fazem parte do universo privado do ex-casal. Há, no entanto, acusações de Ana Cristina ao ex-marido que entram na esfera do interesse público porque contradizem a imagem que Bolsonaro construiu sobre si mesmo na campanha presidencial.

Agora, ela diz que as acusações que fez contra o ex-marido são fruto de excessos retóricos. Não é incomum que, em separações litigiosas, marido e mulher troquem acusações infundadas, destinadas a magoar ou tentar extrair alguma vantagem. Mas uma consulta ao processo e suas adjacências mostra que Ana Cristina não estava mentindo. O furto do cofre, por exemplo, realmente ocorreu. Em 26 de outubro de 2007, ela esteve na agência do Banco do Brasil e, misteriosamente, sua chave não abriu o cofre. Chamado ao local, um chaveiro destravou o equipamento, e Ana Cristina constatou que estava vazio. “Isso só pode ter sido coisa do meu ex-marido”, disse ela aos funcionários do banco. Um deles tentou acalmá-la, sem sucesso. “Ele pode tudo, e vocês têm medo dele”, respondeu ela. No mesmo dia, Ana Cristina registrou um boletim de ocorrência sobre o furto na 5ª Delegacia da Polícia Civil.

Outro lado

Ainda internado depois do atentado, Bolsonaro não quis se manifestar sobre as acusações da ex-mulher.

*Confira a íntegra na Veja aqui.

(Foto – Reprodução de TV)

Gafe do vice de Jair Bolsonaro repercute no Twitter

O general Hamilton Mourão é especialista em gafes.

Segundo a Coluna Radar, da Veja Online, a última do vice do candidato a presidente da República pelo PSL Jair Bolsonaro, em que critica o 13º salário – “jabuticaba brasileira”, está nos Trending Topics do Twitter.

A tag “vice de Bolsonaro” chegou a ocupar a terceira posição entre os assuntos mais comentados no Brasil.

Datafolha divulga pesquisa presidencial nesta sexta-feira

Nesta sexta-feira, sai pesquisa Datafolha sobre a disputa presidencial.

Salvo alguma mudança, entre ontem e hoje naturalmente não detectada (e a nova gafe do general Mourão pode ser um bom motivo), o Datafolha de hoje à noite não deve trazer alteração substancial no cenário já aparentemente consolidado — ou seja: Jair Bolsonaro (PSL) versus Fernando Haddad (PT).

Prefeito tucano faz campanha pró-Eunício Oliveira

O prefeito de Maracanaú, Firmo Camurça (PSDB), vem manifestando apoio à candidatura do senador Eunício Oliveira (MDB), que tenta a reeleição. Contudo, Eunício disputa uma vaga em chapa concorrente à coligação formada pelo partido de Camurça. No Ceará, a coligação formada por PSDB e Pros tem como candidatos ao Senado Dra. Mayra Pinheiro (PSDB) e Eduardo Girão (Pros). Nas redes sociais, no entanto, o Camurça tem feito referência aos “nossos senadores” em alusão a Eunício e Dra. Mayra.

O prefeito divulgou vídeo na última sexta-feira, 21, junto com o vereador de Maracanaú Raphael Pessoa (MDB), onde reforça os motivos para apoiar a reeleição do presidente do Senado. “Pelo trabalho, pelo compromisso, por tudo que Eunício de Oliveira está fazendo pelo nosso Maracanaú”, afirma na publicação.

Além disso, Camurça tem participado de atos de campanha com adesivos de Eunício e ao lado de bandeiras do candidato. O prefeito tem realizado caminhadas e ações junto do postulante a deputado federal Roberto Pessoa (PSDB) e de Fernanda Pessoa (PSDB), que tenta uma vaga na Assembleia Legislativa do Ceará.

A reportagem do O POVO tentou contato com Firmo Camurça para tratar o assunto, contudo não houve respostas nem do tucano nem da assessoria às ligações realizadas durante a manhã e a tarde de ontem.

O ex-senador Luiz Pontes (PSDB) informou que o apoio de Camurça a Eunício não é uma surpresa para o partido. “Ele já tinha dito que votaria no Eunício em função dele estar ajudando Maracanaú. (…) Eu tomei conhecimento disso antes das eleições”, disse em referência a quando era pré-candidato do partido tucano ao Senado. Ele ressalta ainda que não concorda com a postura adotada pelo prefeito. “O comprometimento devia ser as pessoas do partido estarem apoiando os seus candidatos”, defendeu.

Eduardo Girão, candidato ao Senado da coligação PSDB-Pros, que não está sendo apoiado por Firmo Camurça garantiu que não irá entrar em contato com os dirigentes tucanos para uma possível denúncia de infidelidade partidária. Para ele, o apoio do prefeito a Eunício é “resquício de uma velha política”.

Ainda assim, Girão afirmou que prefere olhar para a frente. “O mais importante para mim, é a aliança com o povo. (…) A população não é boba, ela percebe as incoerências”, declarou.

Procurada pelo O POVO, a assessoria de Eunício de Oliveira disse que o candidato está em campanha pelo interior e não poderia comentar. O candidato a deputado federal Roberto Pessoa, aliado de Firmo Camurça, disse não estar “fazendo comentários sobre nada”. “Estou na rua pedindo voto”, disse.

(O POVO – Repórter Luana Barros)

VAMOS NÓS – Essa situação não no surpreende. Por várias vezes, neste Blog e na coluna que assinamos no O POVO, informamos que Firmo iria apoiar Eunício Oliveira e endossar o General Theophilo para o Governo. O prefeito sempre informou sua posição e, nas idas e vindas para Brasília, sempre revelava que Eunício Oliveira lhe ajudava na liberação de verbas federais.

TRE proíbe campanha difamatória contra Danilo Forte

O desembargador Haroldo Máximo, vice-presidente e corregedor-geral do Tribunal Regional Eleitoral, concedeu liminar, nessa noite de quinta-feira, ao deputado federal Danilo Forte (PSDB) proibindo a divulgação de material de cunho difamatório contra o parlamentar. O material, apreendido pela Polícia Federal, era distribuído domingo último, em São Gonçalo Amarante, pelo candidato a deputado estadual João Mota (PSL). Danilo tem reduto eleitoral também nessa cidade da Região Metropolitana de Fortaleza.

Na decisão, Haroldo Máximo autoriza o Ministério Público Eleitoral a prosseguir investigações para saber a procedência e financiamento dessa campanha difamatória que acusava Danilo Forte de gestão irregular quando era presidente da Funasa.

“Há oito anos deixei o cargo e não tenho  nenhuma condenação”, diz o parlamentar, adiantando que chegou a ser homenageado pela Controladoria Geral da União (CGU) e reconhecido Ministério Público Federal por ter adotado medidas contra servidores por desvio de recursos em sua época, chegando a afastá-los servidores e abrindo processos administrativos.

(Foto – Agência Câmara)

General Mourão, o vice de Bolsonaro, diz que 13º salário é a jabuticaba brasileira” Bolsonaro repreende

O general Hamilton Mourão (PRTB), vice na chapa de Jair Bolsonaro (PSL) nas eleições presidenciais foi filmado criticando o 13º salário e o abono salarial de férias em uma palestra para lojistas em Uruguaiana (RS) na última terça-feira, 25.

No evento, promovido pela Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL) da Cidade, Mourão critica os benefícios trabalhistas quando passa ao tema da reforma trabalhista. “Temos algumas jabuticabas que a gente sabe que é uma mochila nas costas de todo empresário brasileiro. Jabuticabas brasileiras: 13º salário. Se a gente arrecada doze, como pagamos treze? É complicado”.

“O Brasil é o único lugar que a gente, quando entra em férias, ganha mais”, emenda, ao comentar sobre o abono salarial que concede, ao trabalhador, um terço do salário quando este entra em férias. “São coisas nossas, essa legislação sempre dita social, mas com o chapéu dos outros, não o do governo”, finalizou.

No começo da tarde dessa quinta-feira, na página oficial do Facebook, Jair Bolsonaro defendeu o 13º e ainda afirmou que criticá-lo “além de uma ofensa a quem trabalha” é sinal de “desconhecer a Constituição”. “O 13° salário do trabalhador está previsto no artigo 7° da Constituição em capítulo das cláusulas pétreas (não passível de ser suprimido sequer por proposta de emenda à Constituição)”, escreveu o candidato.

Procurada, a assessoria do candidato a vice confirmou a presença de Mourão no evento em Uruguaiana, mas disse que não vai comentar o caso no momento.

Na manhã desta quinta-feira, o candidato Geraldo Alckmin (PSDB) comentou as declarações do vice de Bolsonaro. “Eu não posso ser a favor, como disse o general Mourão, que 13º é jabuticaba brasileira. Não é possível achar que o trabalhador que sua a camisa, que trabalha e às vezes é explorado, não ter direito (ao benefício)”, disse.

A campanha tucana avalia se consegue incluir, já na propaganda que irá ao ar esta noite, o trecho em que Mourão dá as declarações. O vídeo foi repassado aos jornalistas pela assessoria do tucano Geraldo Alckmin.

(Agêncai Estado)

Bolsonaro não deve ter alta nesta sexta-feira

O candidato à Presidência da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, internado há 20 dias no Albert Einstein em São Paulo, não deverá sair nesta sexta-feira (28) do hospital, como chegou a ser cogitado por seus correligionários. A Polícia Federal (PF), responsável por sua segurança, não havia organizado esquema para acompanhar um eventual deslocamento do candidato. O partido de Bolsonaro chegou a divulgar extraoficialmente que ele viajaria hpje para o Rio de Janeiro.

Os médicos Antônio Luiz Macedo e Leandro Echenique assinaram um único boletim, às 16h dessa quinta-feira (27), em que afirmaram que os exames laboratoriais de Jair Bolsonaro estavam “estáveis” e ele continuava com boa evolução clínica, sem dor ou febre.

Jair Bolsonaro foi esfaqueado em 6 de setembro, durante ato público em Juiz de Fora (MG), por Adélio Bispo – detido em flagrante e levado para o presídio federal de Campo Grande (MS). Neste período, Jair Bolsonaro, que chegou ao hospital em choque devido a uma hemorragia interna, já sofreu duas cirurgias de emergência no intestino e terá de passar por uma mais completa daqui a cerca de dois meses.

(Agência Brasil)

Debate O POVO é encerrado com considerações finais

Camilo Santana destaca que o Ceará avançou, apesar da crise econômica no Brasil. Ressalta ações na saúde, na educação e na segurança pública.

General Theophilo diz que foi assaltado em plena Beira Mar e que a população sofre com a insegurança. Critica a falta de saúde e a violência.

Aílton Lopes afirma que o Ceará tem opção, que não governará para a elite. Critica parceria política da coligação de Camilo.

Hélio Góis critica a política pública da esquerda, que atende a uma agenda da minoria.

(Foto: Reprodução)

Hélio Góis defende redução da carga tributária

Hélio Góis afirma que Estado não produz nada e apenas arrecada. Diz que é preciso desinchar a máquina pública.

Camilo destaca investimentos em educação. Hélio Góis ressalta a importância da educação e diz que nada adianta ser o melhor entre os piores. Afirma que a educação não é o milagre que a esquerda prega.

General diz que revista IstoÉ aponta uma farsa nos índices da educação cearense. Hélio afirma que já havia denunciado antes. General aponta que falta motivação para o aluno estudar. Propõe um modelo de educação militar, com disciplina.

Aílton Lopes lamenta que Hélio Góis desconheça a política da saúde mental, pois centra o discurso da segurança pública. Hélio reconhece que a segurança é, de fato, o seu discurso.

(Foto: Reprodução)

Aílton Lopes diz que não dá para ter o governo dos ricos contra o governo dos pobres

Aílton Lopes diz que para gerar emprego e renda é preciso investir em economia solidária.

Hélio Góis critica o liberalismo proposto por Aílton Lopes, que sugere o fim do capitalismo. Aílton fala sobre escolas com 25 alunos em sala de aula e maior valorização do professor. Hélio diz que Psol não possui nada para colocar no lugar do capitalismo. Alega que o socialismo é um projeto de poder. Aílton critica que a proposta nacional do PSL é o fim do 13º salário. Alega que não dá para ter o governo dos ricos contra o governo dos pobres.

Camilo diz que Ceará é referência na geração do emprego. Aílton alega que essa geração não é do Camilo e que os 30 mil empregos são apenas 7% da fatia de desempregados. Camilo cita investimentos no turismo, na gastronomia e pólos para a geração de emprego.

General cita números de homicídios. Aílton afirma que campanha política não é consurso de falsa promessas. Diz que o Ceará é o estado que mais mata jovens, quando há quatro anos Camilo prometeu cuidar pessoalmente da segurança pública. Aílton diz que a questão da violência se combate com ações integradas.

(Foto: Reprodução)

General Theophilo centra no tema da segurança

General critica que Ceará não entrou em operação conjunta de estados, por alegar que PCC não operava no Estado.

Questionado por Aílton Lopes, General afirma que o PSDB não faz parte do Governo Temer, que era vice da Dilma, do PT. Aílton lembra que Tasso fez mea culpa. Critica Emenda 95, que prevê cortes na saúde nos próximos 20 anos. General diz que o PSDB apoia tudo a favor do trabalhador.

Hélio Góis diz que Alckmin é de esquerda e que General vota na esquerda. General afirma que PSDB é de centro. Hélio lembra que fica claro que é o candidato de Bolsonaro. General sorri e diz que foi desnecessário Hélio afirmar que é candidato do Bolsonaro, pois são do mesmo partido. Destaca investimentos do PSDB nas últimas décadas.

Camilo ressalta investimentos em recursos hídricos. General destaca a necessidade da transposição das águas do São Francisco, além da dessalinização. Camilo diz que sua prioridade é garantir água para a população.

(Foto: Reprodução)

Camilo é o primeiro a ser sabatinado

O governador Camilo Santana candidato à reeleição, é o primeiro a ser sabatinado entre os demais candidatos.

General Theophilo diz que população não se sente segura. Camilo afirma que o problema da segurança pública e nacional. General diz que já monitorou fronteiras e que o problema não é só a questão da entrada de drogas e armas.

Aílton Lopes insiste no tema da segurança pública e critica que a prisão não pode ser a oferta do Estado aos jovens. Camilo destaca os investimentos em educação.

Hélio Góis alega que Camilo faz parte do poder nacional e pergunta como é receber ordem de dentro do presídio. Camilo assegura que não recebe ordem de ninguém. Hélio diz que o PT estava há pouco no governo e a insegurança é culpa do PT. Camilo rebate que Ceará não investe em inteligência. Afirma que 14 estados conheceram o sistema do Ceará e ressalta investimentos.

(Foto: Reprodução)

Defensoria Pública dará plantão no sábado do #EleNão!

A Defensoria Pública do Ceará, por meio do seu Grupo de Ações Integradas de Apoio aos Eventos Promovidos por Movimentos Sociais (GAI), dará plantão neste sábado de manifestações contra a candidatura de Jair Bolsonaro (PSL) no Ceará.

As manifestações serão puxadas, a partir das 15 horas, pelo movimento “Mulheres Unidas Contra Bolsonaro”, que ocupará espaços na Praia de Iracema, em Fortaleza, bem como na Avenida Padre Cícero, em Juazeiro do Norte (Região do Cariri).

Durante a manifestação, uma equipe de defensores públicos estará identificada na ação por um colete verde e poderá realizar a defesa dos manifestantes com o objetivo garantir os direitos constitucionais da participação popular em atos públicos, assegurando a eles a assistência jurídica integral e gratuita.

SERVIÇO

*A Defensoria Pública disponibilizará durante a manifestação de Fortaleza o (85) 9 8878.8483.

(Foto – Agência Brasil)

E aí, concentrado para assistir ao debate dos candidatos a governador na TV O POVO?

Os candidatos ao governo do Ceará filiados a partidos com representação na Câmara dos Deputados participarão, nesta noite de quinta-feira, de debate organizado pelo Grupo de Comunicação O POVO. Transmitido pela TV O POVO, Rádio O POVO/CBN, Portal O POVO Online e pelas redes sociais do O POVO, que passará o streaming de vídeo e fará cobertura minuto a minuto, o evento começará às 21 horas, com previsão de se estender até 22h30min, com as presenças confirmadas de Camilo Santana (PT), General Teophilo (PSDB), Ailton Lopes (Psol) e Hélio Góis (PSL). A mediação será da jornlista Maísa Vasconcelos.

Será a primeira participação em debates de Camilo Santana, candidato à reeleição e líder nas pesquisas. Segundo o Ibope mais recente, o petista aparece com 69% das intenções de voto, seguido pelo General Teophilo, com 7%, Hélio Gois, 2%, e Ailton Lopes, a 1%. O modelo do debate privilegia a troca de ideias entre os candidatos, prevendo o mínimo de intervenção da mediadora, apenas como pergunta inicial de cada bloco. No restante do tempo, os candidatos debaterão entre si, diretamente e sem tema pré-definido.

Conforme acerto feito entre representantes do grupo e das quatro candidaturas participantes, haverá definição prévia de temas apenas para a pergunta que será apresentada pela produção. “Na fase em que os candidatos estarão debatendo entre eles, diretamente, será tema livre, a escolha deles próprios”, informa Guálter George, editor de Política e um dos coordenadores do debate.

Dentro do modelo acertado com as assessorias, o debate terá cinco blocos, em quatro dos quais um dos candidatos será colocado no centro do estúdio, em esquema de revezamento, para responder a perguntas formuladas pelos três adversários. “É debate na exata concepção do termo”, diz Guálter, “já que todos perguntarão e todos responderão, todos utilizando-se de tempo exatamente igual”.