Blog do Eliomar

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Aplicativo garante acompanhamento da apuração em tempo real

Já tem sua versão para 2018 o aplicativo da Justiça Eleitoral, campeão de downloads nas eleições de 2014. Por ele, o eleitor acompanha em tempo real a apuração do pleito. A expectativa é que novamente seja um recorde de acessos.

Neste ano, o aplicativo  rebatizado para “Resultados 2018”.

A ferramenta é gratuita e há previsão de que esteja disponível até o final de setembro para tablets e smartphones que operam com os sistemas Android e IOS.

(Com TSE)

Horário de Verão altera data para atender ao TSE

O horário de verão não vai começar no dia 28 de outubro como sempre ocorreu. Passou para 4 de novembro deste 2018. 

A mudança atende a um pedido do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), porque o segundo turno das eleições está marcado para o dia 28 de outubro (domingo) e a apuração dos votos poderia ser prejudicada devido à diferença de horário entre os Estados que têm horário de verão e os que não têm.

Com a mudança, o texto do Decreto n° 6.558/2008, que regulamenta o horário de verão em todo o país, teve que ser mexido. Agora, está escrito que: “Fica instituída a hora de verão a partir de zero hora do primeiro domingo do mês de novembro de cada ano, até zero hora do terceiro domingo do mês de fevereiro do ano subsequente, em parte do território nacional adiantada em sessenta minutos em relação a hora legal”.

Uma trincheira para derrotar Bolsonaro

Com o título “Quase todos, menos ele”, eis artigo de Fernando Costa, publicitário e sociólogo. “A trincheira inicial que deve ser defendida é o primeiro turno eleitoral e o objetivo é derrotar Jair Bolsonaro contra a vontade do mercado, da elite sonegadora e moralista, além de uma classe média apavorada”, diz o texto. Confira:

Se você nunca viu o filme O Ovo da Serpente, apresse-se em ver, porque ele está prestes a eclodir no seu colo. A elite financeira mais prepotente do mundo pariu a direita mais tacanha e bizarra que este País já viu. Feliz ou infelizmente, nós estamos vivos para ver, viver e combater esse retrocesso.

A trincheira inicial que deve ser defendida é o primeiro turno eleitoral e o objetivo é derrotar Jair Bolsonaro contra a vontade do mercado, da elite sonegadora e moralista, além de uma classe média apavorada.

Depois, seremos obrigados, mais uma vez, a nos entrincheirarmos em torno da combalida democracia brasileira, pois a crise institucional será agravada através da especulação financeira, e da ameaça de mais um golpe, desta vez com o auxílio tenebroso dos militares.

A matriz oficial das fake news já começou a operar contra os dois candidatos que podem impedir o fascismo de chegar ao poder. Primeiro, a tentativa de desconstrução de Ciro Gomes e logo mais o ataque final a Fernando Haddad, com o intuito de ligar a agressão a Bolsonaro ao PT, numa tentativa de repetir o caso do sequestro de Abílio Diniz na eleição de 1989. Mesmo com a declaração da Polícia Federal afirmando categoricamente que foi um ato isolado por parte do agressor, não fique surpreso quando as fake news forem lidas em tom alarmante pelo porta-voz global.

Por enquanto, a maior onda de combate ao fascismo partiu das mulheres brasileiras, sempre elas nos ensinando como sermos pessoas melhores, organizadas e organizando o movimento dentro das redes sociais.

Que esse combate seja ampliado no segundo turno, que promete ser um replay da disputa entre Lula e Collor, sem nunca nos esquecermos de que a história se repete, primeiro como farsa, depois como tragédia.

Para que a frase de Tasso de Castro não se torne mais uma vez realidade: “No Brasil, a democracia é um intervalo comercial”.

*Fernando Costa

fernando@vervecom.com.br

Sociólogo e publicitário.

Manifesto contra Bolsonaro já reúne mais de 180 mil apoiadores. Entre eles, Marina Lima

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Em apenas 24 horas de mobilização, 180 mil pessoas deixaram seu apoio ao manifesto Democracia Sim. Entre os signatários estão personalidades brasileiras ilustres como Gilberto Gil, Raí, Tereza Cristina, Bruno Mazzeo, Chico Whitaker, Marina Lima, Sergio Adorno, Maria Hermínia Tavares de Almeida, entre tantos outros. O manifesto Democracia Sim se diz apartidário e nasceu da articulação de um grupo de cidadãos com visões políticas diversas, mas alarmados diante dos riscos à democracia representados pela candidatura de Jair Bolsonaro à Presidência da República.

O principal objetivo do movimento é constituir uma contundente oposição a Bolsonaro, de forma a barrar a franca ameaça que sua eleição significaria à integridade das instituições democráticas e aos direitos básicos do cidadão definidos pela Constituição Federal

Logo após a divulgação do manifesto, o grande volume de adesões quase derrubou o site do movimento. A hashtag #democraciasim ficou entre os trending topics do Twitter, tendo sido citada mais de cinco mil vezes em apenas uma hora. E as buscas pela palavra “democracia” no Google também chegaram ao quarto lugar após o início das mobilizações.

*O manifesto e o formulário de assinatura estão disponíveis em www.democraciasim.com.br

Leia a íntegra do manifesto:

Pela Democracia, pelo Brasil

Somos diferentes. Temos trajetórias pessoais e públicas variadas. Votamos em pessoas e partidos diversos. Defendemos causas, ideias e projetos distintos para nosso país, muitas vezes antagônicos.
Mas temos em comum o compromisso com a democracia. Com a liberdade, a convivência plural e o respeito mútuo. E acreditamos no Brasil. Um Brasil formado por todos os seus cidadãos, ético, pacífico, dinâmico, livre de intolerância, preconceito e discriminação.

Como todos os brasileiros, sabemos da profundidade dos desafios que nos convocam nesse momento. Mas além deles, do imperativo de superar o colapso do nosso sistema político, que está na raiz das crises múltiplas que vivemos nos últimos anos e que nos trazem ao presente de frustração e descrença.

Mas sabemos também dos perigos de pretender responder a isso com concessões ao autoritarismo, à erosão das instituições democráticas ou à desconstrução da nossa herança humanista primordial.
Podemos divergir intensamente sobre os rumos das políticas econômicas, sociais ou ambientais, a qualidade deste ou daquele ator político, o acerto do nosso sistema legal nos mais variados temas e dos processos e decisões judiciais para sua aplicação. Nisso, estamos no terreno da democracia, da disputa legítima de ideias e projetos no debate público.

Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.

Conhecemos amplamente os resultados de processos históricos assim. Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade. Testemunhamos os ecos de experiências autoritárias pelo mundo, deflagradas pela expectativa de responder a crises ou superar impasses políticos, afundando seus países no isolamento, na violência e na ruína econômica. Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na História e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários.

Em momento de crise, é preciso ter a clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos.

Esta clareza nos move a esta manifestação conjunta, nesse momento do país. Para além de todas as diferenças, estivemos juntos na construção democrática no Brasil. E é preciso saber defendê-la assim agora.

É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós.

Prezamos a democracia. A democracia que provê abertura, inclusão e prosperidade aos povos que a cultivam com solidez no mundo. Que nos trouxe nos últimos 30 anos a estabilidade econômica, o início da superação de desigualdades históricas e a expansão sem precedentes da cidadania entre nós. Não são, certamente, poucos os desafios para avançar por dentro dela, mas sabemos ser sempre o único e mais promissor caminho, sem ovos de serpente ou ilusões armadas.

Por isso, estamos preparados para estar juntos na sua defesa em qualquer situação, e nos reunimos aqui no chamado para que novas vozes possam convergir nisso. E para que possamos, na soma da nossa pluralidade e diversidade, refazer as bases da política e cidadania compartilhadas e retomar o curso da sociedade vibrante, plena e exitosa que precisamos e podemos ser.

(Foto – Divulgação)

Sindifort e Intersindical vão reforçar ato em Fortaleza contra Bolsonaro

O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos de Fortaleza (Sindifort) e a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora divulgaram, nesta terça-feira, nota. Anuncia engajamento à manifestação “ELENÃO!” – contra Jair Bolsonaro, candidato do PSL à Presidência da República, que ocorrerá sábado que vem em Fortaleza. Confira o teor da nota:

CONTRA O FASCISMO E O AVANÇO DA EXTREMA DIREITA!

O Sindicato dos Servidores e Empregados Públicos do Município de Fortaleza (Sindifort) e a Intersindical – Central da Classe Trabalhadora vêm a público expressar seu repúdio ao fascismo e ao avanço do conservadorismo, da extrema direita e de qualquer candidatura que tenha como base os ataques às minorias e à classe trabalhadora.

Não toleramos posturas que sejam contrárias à democracia e à organização sindical e que façam apologia à violência e à tortura como “solução” para os problemas que vivemos. Não se pode aceitar que o trabalhador seja cada vez mais explorado, que a violência seja combatida com mais violência, que a discriminação e o racismo sejam cada vez mais aprofundados e que os direitos humanos continuem sendo atacados. Não aceitamos o desmantelo da Constituição, muito menos a ameaça de retorno aos tempos sombrios da ditadura militar!

Nossa luta é contra todos os retrocessos que já estamos presenciando: contra a terceirização, contra o congelamento de investimentos públicos, contra a reforma trabalhista e contra a reforma da Previdência! Lutamos por um país mais justo, com geração de empregos e trabalhadores valorizados, com aposentadoria digna e com direitos iguais e garantidos para todos e todas!

Por dias melhores para o Brasil, convocamos todos e todas a fazer parte do movimento #ELENÃO!

Neste sábado, dia 29 de setembro, o Sindifort e a Intersindical se reúnem a toda a população feminina de Fortaleza e do Ceará às 15 horas, na Praia dos Crushes (Praia de Iracema), para lutar contra o avanço do fascismo e pela garantia de nossos direitos.

Não aceitamos nenhum direito a menos!

*Sindifort – Intersindical – Central da Classe Trabalhadora.

Candidato do PSL ao Senado diz orar todo dia para que Bolsonaro ganhe logo no primeiro turno

O pastor Pedro Ribeiro, candidato do PSL ao Senado, afirma não entender o que houve com a pesquisa do Ibope. Ele diz que na primeira enquete aparecia com 7% e, agora, caiu para 3%. Indagado se não seri ao efeito Lula, com o ingresso de Fernando Haddad na disputa presidencial, preferiu lamentar a postura de muitos eleitores que acabam dando crédito a um líder que hoje é réu e está preso.

Por conta desse cenário, que afirma não ser bom para o País, o pastor Pedro Ribeiro garante estar orando diariamente para que seu candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL)m ganhe logo no primeiro turno.

General Theophilo registra a maior rejeição entre candidatos ao Governo

Na pesquisa do Ibope, divulgadas pela TV Verdes Mares nessa noite de segunda-feira, um dado: a maior rejeição entre os candidatos a Governador continua com o General Theophilo (PSDB), apoiado pelo senador Tasso Jereissati e pelo deputado estadual Capitão Wagner (Pros).

Ele registra 34%, seguido de Gonzaga (PST), com 33%, Aílton Lopes (PSOL), com 28%, Hélio Gois (PSL), com 27% e Camilo com 13%. A pesquisa entrevistou, de 18 a 24 deste mês de setembro 1.204 eleitores.

Pelo visto, ainda pesa o velho ranço contra generais. A ditadura continua no imaginário de muitos, mesmo sendo Theophilo uma pessoa preparada, como apregoam seus aliados.

DETALHE – Margem de erro: três pontos percentuais para mais ou para menos. Registro na Justiça Eleitoral: CE-09888/2018.

(Foto – Divulgação)

Camilo Santana tem aprovação de 58% da população

O governador Camilo Santana (PT) tem aprovação de 58% (ótimo e bom) da população, segundo pesquisa do Ibope, divulgada nessa noite de segunda-feira pela TV Verdes Mares.

Ele também registra 29% de regular e 9% de ruim/péssimo. Cinco por cento  dos 1.204 entrevistados não opinaram. O levantamento foi realizado de 18 a 24 deste mês de setembro.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais para mais ou para menos.

DETALHE – Registro na Justiça Eleitoral: CE-09888/2018.

Há futuro para a oposição no Ceará?

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A Coluna Política do O POVO, desta terça-feira, assinada pelo jornalista Érico Firmo, faz uma boa análise sobre o futuro das oposições no Ceará depois do pleito deste ano. Confira:

Nos 12 dias até a eleição, o papel que as pesquisas colocam para a oposição no Ceará é construir um futuro. Algum futuro. Salvo se os números estiverem errados de forma como nunca se viu no planeta, ou se houver uma hecatombe em menos de duas semanas, Camilo Santana deverá ser reeleito no primeiro turno. Isso era previsível. Uma coisa é a derrota, no primeiro turno que seja. Muito diferente é a oposição sair das urnas relegada a tamanho menor do que jamais teve.

Desde a redemocratização, a oposição nunca saiu tão pequena quanto indicam as pesquisas. Antes da eleição, Tasso Jereissati (PSDB) afirmou que não permitiria WO. Bom, falta de adversário não houve, mas a derrota se desenha um 7 a 1. Ou pior. No Ibope de ontem à noite, Camilo tinha 86% dos votos válidos. O General, 8%. Proporção de quase 11 para um. Um WO simbólico. Tasso também disse que nunca se sentiu tão só. Pode piorar.

O papel de Tasso

Tasso fará 70 anos em dezembro. Ao final do mandato de senador, terá 74. Para muitos políticos, é a flor da idade. Mas, para quem foi governador aos 39, é trajetória longeva. Em algumas ocasiões, ele já disse que não disputará outras eleições. Mudou de ideia várias vezes. Porém, se em 2018 mais uma vez ele foi cotado para concorrer a governador, essa hipótese será muito mais remota em 2022. Tasso ainda é símbolo para a oposição. Caso se retire de cena, não resta muita coisa.

*Confira mais aqui.

(Foto – Agência Senado)

MPF e PF vão investigar imagem de Lula em santinhos

A Procuradoria Regional Eleitoral do Rio e a Polícia Federal no estado vão investigar campanhas de candidatos fluminenses do PT que usam material com Lula. A informação é da Veja Online.

No panfleto apreendido, Lula aparece como presidenciável, apesar de seu registro ter sido negado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por estar inelegível.

O procurador regional eleitoral pediu à Polícia Federal a instauração de um inquérito criminal para investigar a conduta dos responsáveis pela impressão e distribuição dos panfletos de propaganda com o nome de Lula entre os candidatos.

VAMOS NÓS – Por aqui, isso vem acontecendo?

(Foto – Agência Brasil)

Justiça manda Google tirar do ar vídeo que usava montagem para associar Ciro a drogas

O candidato do PDT à Presidência, Ciro Gomes, obteve uma vitória contra o Google e o YouTube na Justiça Eleitoral. Segundo informa a Painel, da Folha de Paulo desta terça-feira, o ministro Sergio Silveira Banhos determinou que o provedor excluísse da internet vídeo que apresentava o pedetista como dependente químico.

O filme utilizava montagens para transformar uma foto de um cigarro comum em um cigarro de maconha. O ministro, na decisão, frisou o direito à liberdade de expressão, mas ressaltou que há limites. “Não se pode entender lícita a conduta de difundir fatos sabidamente inverídicos”, disse.

Ouvido pelo ministro antes da tomada de decisão, o Ministério Público Eleitoral se manifestou a favor do pedido de Ciro. “Conquanto a circulação de opiniões e críticas seja essencial para a configuração de um espaço público de debate e, consequentemente, ao Estado Democrático de Direito, a conformação das liberdades de informação e de expressão pressupõe a responsabilidade pelos eventuais excessos praticados”, disse o órgão em parecer. “A mídia por meio da qual é propagado factoide sabidamente inverídico, calunioso e difamatório, deve ser removida”, concluiu.

(Foto  Reprodução de TV)

Ibope/TV Verdes Mares – Camilo lidera e ganharia logo no primeiro turno

A TV Verdes Mares e o Ibope divulgaram, nesta noite de segunda-feira, durante o CE TV -2ª edição, mais uma pesquisa para o Governo e o Senado.

Governador 

Camilo Santana (PT) – 69%

General Theophilo (PSDB) – 7%

Hélio Góis – 2%

Aílton Lopes (PSOL) – 1%

Francisco Gonzaga (PSTU) – 1%

Brancos/Nulos – 13%

Não sabe/Não respondeu – 6%

Disputa para o Senado

Cid Gomes (PDT) – 64%

Eunício Oliveira (MDB) – 39%

Eduardo Girão (Pros) – 10%

Dra. Mayra (PSDB) – 9%

Pastor Pedro Ribeiro (PSL) – 3%

Pastor Simões (Psol) – 3%

João Saraiva (Rede) – 2%

Dr. Márcio Pinheiro (PSL) – 2%

Anna Karina (Psol) – 2%

Alexandre Barroso (PCO) – 1%

Magela (PSTU) – 1%

Robert Burns (PTC) – 1%

Bardawil: não pontuou

Brancos/nulos vaga 1: 12%

Brancos/nulos vaga 2: 21%

Não sabe, não respondeu: 29%

Período: 18 a 24 de setembro

Entrevistas: 1.204

Rejeição dos candidatos a Governador

General Theophilo – 34%

Gonzaga – 33%

Aílton Lopes – 28%

Hélio Gois – 27%

Camilo – 13%

*DETALHE – Camilo tem aprovação de 58% (otimo e bom); 29% de regular e 9% de ruim/péssimo e 5% não opinaram.

*DETALHE 2– Margem de erro: três pontos percentuais para mais ou para menos
Registro na Justiça Eleitoral: CE-09888/2018.

Ibope – Bolsonaro tem 28%; Haddad, 22% ; Ciro, 11%; Alckmin, 8%; e Marina, 5%

Saiu pesquisa Ibope nesta segunda-feira (24). É a mais recente pesquisa de intenção de voto na eleição presidencial, que ouviu 2.506 eleitores entre sábado (22) e domingo (23). O nível de confiança da pesquisa, encomendada pela TV Globo e O Estado de Sã Paulo, é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos.

Confira:

Jair Bolsonaro (PSL): 28%
Fernando Haddad (PT): 22%
Ciro Gomes (PDT): 11%
Geraldo Alckmin (PSDB): 8%
Marina Silva (Rede): 5%
João Amoêdo (Novo): 3%
Alvaro Dias (Podemos): 2%
Henrique Meirelles (MDB): 2%
Guilherme Boulos (PSOL): 1%
Cabo Daciolo (Patriota): 0%
Vera Lúcia (PSTU): 0%
João Goulart Filho (PPL): 0%
Eymael (DC): 0%
Branco/nulos: 12%
Não sabe/não respondeu: 6%

Rejeição

O Instituto também perguntou: “Dentre estes candidatos a Presidente da República, em qual o (a) sr. (a) não votaria de jeito nenhum? Mais algum? Algum outro?”. Neste levantamento, portanto, os entrevistados podem citar mais de um candidato. Por isso, os resultados somam mais de 100%.

Os resultados foram:

Bolsonaro: 46%
Haddad: 30%
Marina: 25%
Alckmin: 20%
Ciro: 18%
Meirelles: 11%
Cabo Daciolo: 11%
Eymael: 11%
Boulos: 11%
Vera: 10%
Alvaro Dias: 9%
Amoêdo: 9%
João Goulart Filho: 9%
Poderia votar em todos: 2%
Não sabe/não respondeu: 7%

Simulações de segundo turno

Haddad 43% x 37% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)

Ciro 46% x 35% Bolsonaro (branco/nulo: 15%; não sabe: 4%)

Alckmin 41% x 36% Bolsonaro (branco/nulo: 20%; não sabe: 4%)

Bolsonaro 39% x 39% Marina (branco/nulo: 19%; não sabe: 4%)

DETALHE – Registro no TSE: BR-06630/2018.

Você prevê dias sombrios para o Brasil?

Com o título “Prevejo dias sombrios” eis artigo de André Haguette, sociólogo e professor universitário. “A falta de renovação tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo leva à repetição da mesmice política”, diz o articulista em seu texto. Confira:

Prevejo dias sombrios até o final das eleições e nos meses seguintes; pergunto-me o que nos trouxe até semelhante impasse político. Uma resposta pelo menos verossímil somente pode ser buscada, em uma sociedade politicamente organizada, no escrutar das instituições que moldam o agir político. É que indivíduos não agem uns sobre os outros diretamente, mas por meio de instituições que orientam e cercam suas ações; boas instituições produzem boa política; instituições inadequadas resultam em tensões, desmandos, desespero e extremismos fundamentalistas e fascistas. Antecipo o acirramento dos extremismos com a chegada ao segundo turno de Jair Bolsonaro e Fernando Haddad, amarrado o eleitor numa verdadeira sinuca de bico apta a desencadear vultosos processos de cólera nos defensores de cada candidato.

Nossas instituições democráticas deixaram de produzir os frutos que de uma democracia sã se espera, a saber, uma diminuição progressiva das desigualdades sociais de todas as espécies, econômicas, sociais e culturais, provocando, em vez, o acirramento dos interesses de classes. Com efeito, de uma democracia embalada por instituições certeiras, espera-se uma constante melhora da condição social de seus membros, nas palavras de Tocqueville; espera-se progressos sociais, nas de Bernstein.

Ocorre que nosso possível avanço republicano é bloqueado por quatro institutos principais: o presidencialismo de coalizão ou de cooptação, a multiplicação de partidos políticos ocos, o baixíssimo grau de renovação da classe política e uma difusa, mas consistente, cultura política popular personalista, clientelista e messiânica. O presidencialismo de coalização obriga a alianças oportunistas, de balcão, sempre frágeis e não raramente corruptas, impedindo uma boa governança; esse presidencialismo manco foi substituído nos governos petistas por um presidencialismo de cooptação, que levou ao aparelhamento do estado e ao silêncio de movimentos sociais reivindicatórios e das análises acadêmicas críticas, tornando dispensáveis e até indesejáveis reformas profundas.

Nossos partidos são ocos, vazios de representação dos interesses da sociedade civil e de correligionários realmente engajados, bastando ver a solidão dos candidatos à Presidência, à exceção do petista. Sem consistência programática, enlameados na corrupção, nossos partidos se desmancham após as eleições constituindo bancadas de interesses corporativos. A falta de renovação tanto no Poder Executivo quanto no Legislativo leva à repetição da mesmice política. Lula seria candidato pela 6ª vez; Ciro e Marina; pela 3ª; Alckmin, pela segunda vez, vindo de longos mandatos estaduais, como o Haddad, que foi prefeito. Os partidos são movidos a personalismos familiares, cujos membros pulam de galho em galho nas árvores dos cargos e dos poderes.

Somando a isso tudo uma cultura política messiânica generalizada num eleitorado voltado para interesses individuais, familísticos e corporativos, não surpreende essa onda de terror eleitoral, esse choque de classe e os extremismos da direita (Bolsonaro) e do PT. Prevejo dias sombrios, a classe média alta exalando ódios incontroláveis e os petistas fanatizados. Um choque está por vir e não sei o que dele poderá resultar de positivo para o bem comum.

André Haguette

Eleições 2018 – Cerca de 2 milhões de mesários serão mobilizados em todo o País

As Eleições 2018 devem mobilizar cerca de dois milhões de mesários em todo país, sendo que a metade deles se ofereceu para o trabalho de maneira voluntária. O mesário é o representante da Justiça Eleitoral na seção de votação. Cabe a ele receber e identificar os eleitores – seja pela verificação de documentos e coleta de assinaturas ou pela verificação biométrica –, compor as mesas de votos e justificativas, fiscalizar e desempenhar tarefas logísticas e de organização da seção para a qual foi designado. A informação é da assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral.

Para atuar como mesário, o escolhido recebe treinamentos específicos e orientações de técnicos da Justiça Eleitoral, que o prepara para atuar no dia das eleições. A cada eleição, a Justiça Eleitoral convoca eleitores maiores de 18 anos e em situação regular para atuar no dia da votação.

A convocação exclui candidatos e seus parentes, ainda que por afinidade, até o segundo grau, e seu cônjuge; membros de diretórios de partidos políticos, desde que exerçam função executiva; autoridades, agentes policiais e funcionários no desempenho de funções de confiança do Executivo; e funcionários do serviço eleitoral.

O eleitor que atua como mesário, além de contribuir para a realização das eleições, tem direito à dispensa do serviço pelo dobro de dias e ao desempate em concursos da Justiça Eleitoral, quando prevista essa possibilidade no edital.

Cid Gomes vira o candidato ao Senado preferido do empresariado

Depois de Prisco Bezerra – primeiro suplente, que doou R$ 1 milhão para a campanha do companheiro Cid Gomes (PDT) rumo ao Senado, eis que mais empresários também seguiram essa mesma cartilha.

O empresário Pio Rodrigues, por exemplo, doou R$ 20 mil e o irmão, Clóvis Rolim Júnior, doou R$ 30 mil.

Pelo visto, Cid, em alta nas pesquisas eleitorais é, também, o preferido do empresariado.

(Foto – Balada In)

Termina na quinta-feira prazo para quem quer tirar segunda via do título de eleitor

Termina nesta quinta-feira (27) o prazo para o eleitor solicitar a segunda via do título no cartório eleitoral da zona onde está cadastrado. O documento não é o único aceito no pleito de outubro e o eleitor pode se apresentar com outros, desde que seja oficial com foto, como a carteira de identidade, carteira de trabalho, carteira de motorista ou passaporte.

Para solicitar a segunda via do título, o eleitor deve estar em dia com a Justiça Eleitoral, ou seja, não poderá ter débitos pendentes, como multas por ausência às urnas ou aos trabalhos eleitorais, como o de mesário, ou ainda ter recebido multas em razão de violação de dispositivos do Código Eleitoral (Lei 4.737/1965), da Lei das Eleições (Lei 9.504/1997) e leis conexas. Multas devem ser pagas por meio de Guia de Recolhimento da União (GRU) emitida pelo cartório eleitoral e podem variar de R$ 1 a R$ 35,14.

Título digital

Eleitores que estiverem com a situação regular também podem optar pela versão digital do título de eleitor que pode ser obtida gratuitamente por meio do aplicativo e-Título, disponível para smartphones gratuitamente nas lojas virtuais Apple Store e Google Play. O e-Título também serve como documento de identificação do eleitor caso ele já tenha feito o recadastramento biométrico. Isso porque a versão digital será baixada com foto, o que dispensa a apresentação de outro documento de identificação no momento do voto.

Pelo aplicativo é possível saber o local de votação e, por meio de ferramentas de geolocalização, até sua seção eleitoral. Além disso, ele também oferece serviços como a emissão de certidões de quitação eleitoral e negativa de crimes eleitorais.

O local de votação também pode ser conhecido com uma pesquisa simples no portal do TSE, por meio da seção Serviços ao eleitor “Título de eleitor”, título e local de votação. A consulta pode ser feita pelo nome do eleitor ou número do título, data de nascimento e nome da mãe. Os eleitores que perderam o prazo final do alistamento, no dia 9 de maio, não poderão votar nas Eleições de 2018. Essa foi a data limite para requererem inscrição eleitoral, transferência de domicílio, alteração de título eleitoral ou transferência para seção eleitoral especial (eleitores com deficiência ou mobilidade reduzida).

(Agência Brasil)

Justiça Eleitoral vai realizar 25 pleitos modulares pelo País

Em 2018, juntamente com as Eleições Gerais em âmbito nacional e estadual, ocorrerão também Eleições Modulares pelo país, compostas por 21 pleitos municipais, três plebiscitos e uma eleição distrital que consiste na escolha do Conselho Distrital do Arquipélago de Fernando de Noronha, em Pernambuco. Para a Justiça Eleitoral, isso significa a preparação de cinco tipos distintos de eleições, o que exigiu a modulação do sistema da urna eletrônica pela Secretaria da Tecnologia da Informação (STI) do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Para atender tal demanda, a STI desenvolveu o Programa de Múltiplas Eleições, que permite a programação da urna eletrônica com composições que variam conforme as exigências de cada votação. A informação é da assessoria de imprensa do Tribunal Superior Eleitoral.

No primeiro turno de votação, em 7 de outubro, além das escolhas comuns a todos os brasileiros – presidente, governador, dois cargos de senador, deputado federal e deputado estadual/distrital –, os moradores de Fernando de Noronha também definirão os nomes dos sete membros que integrarão o Conselho Distrital, órgão consultivo e de fiscalização local, cuja existência é prevista na Constituição de Pernambuco. No caso, os eleitores votarão para os seis cargos disponíveis nas eleições gerais e, por último, escolherão os representantes do conselho. Será a primeira vez que a votação será realizada em conjunto em uma mesma urna. Anteriormente, a escolha do conselho ocorria em urna específica para essa finalidade.

Nos municípios de Petrópolis (RJ), Augusto Severo (RN) e Fortaleza do Taboão (TO), os eleitores participarão de plebiscitos no primeiro turno. Em Petrópolis, irão decidir se as charretes conhecidas como vitórias, que ficam em frente ao Museu Imperial para realização de passeios turísticos, poderão continuar com a atividade utilizando tração animal. Os outros plebiscitos decidirão sobre mudanças nos nomes das cidades. Augusto Severo pode ter o nome alterado para Campo Grande e Fortaleza do Taboão pode passar a ser chamada Tabocão. A exemplo da ordem de votação em Fernando de Noronha, também nessas cidades a votação quanto ao plebiscito ficará por último, após o eleitor digitar seus votos em relação aos cargos em disputa.

Em 28 de outubro, data prevista para o segundo turno, as Eleições Modulares acontecerão em 21 municípios que terão votações suplementares para escolha de novos prefeitos e vice-prefeitos. Serão escolhidos os chefes do Executivo municipal de cidades no Amazonas (Anamã e Novo Airão), Ceará (Aracoiaba e Croatá), Goiás (Turvelândia, Planaltina, Davinópolis, Divinópolis de Goiás e Serranópolis), Maranhão (Bacabal), Mato Grosso (Planalto da Serra), Rio de Janeiro (Aperibé, Iguaba Grande, Laje do Muriaé e Mangaratiba), Rio Grande do Sul (Alpestre), Santa Catarina (Vidal Ramos) e São Paulo (Araras, Rincão, Monte Azul Paulista e Monguaguá).

A modulação do sistema da urna eletrônica permitiu a composição de todas as variantes exigidas para o atendimento das especificidades de cada pleito. Por isso, a Justiça Eleitoral pôde suplantar as dificuldades técnicas e logísticas que existiam anteriormente.

Bolsonaro desafia estratégias tradicionais de campanha

Com o título “Bolsonaro desafia estratégias tradicionais de campanha”, eis artigo de Wagner Mendes, jornalista do O POVO. “O deputado federal conseguiu, através das redes sociais, reunir uma legião de seguidores que concorda com o seu pensamento. Para isso, não precisou de entrevistas na televisão, muito menos de caciques eleitorais nas regiões do País”, escreve o articulista. Confira:

Jair Bolsonaro (PSL), presidenciável que lidera todas as pesquisas de intenção de voto à sucessão de Michel Temer (MDB), desafia, até o momento, a receita tradicional para se vencer uma eleição ao Executivo no Brasil.

O capitão reformado não tem tempo de televisão, apoio de partido político com capilaridade eleitoral, palanque nos estados nem dinheiro para investimento em propagandas de difusão das ideias.

No desenho tradicional, o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, estaria com vaga garantida no segundo turno. É a candidatura que detém maior tempo na propaganda de rádio e televisão e tem dinheiro para investimento na campanha. O ex-governador de São Paulo conseguiu reunir a maior quantidade de partidos em torno da sua campanha e mostrava sinais de fortalecimento.

Tudo conduzia para o crescimento da empreitada tucana na campanha, assim como ocorreu nos últimos seis pleitos com vitória ou participação no segundo turno. Faltando duas semanas para o dia da votação, no entanto, a enorme quantidade de tempo de propaganda de Alckmin ainda não surtiu efeito. Enquanto isso, Bolsonaro se apresenta com uma candidatura competitiva filiado ao nanico PSL, que nem em sonho imaginava eleger tão cedo um presidente da República.

O deputado federal conseguiu, através das redes sociais, reunir uma legião de seguidores que concorda com o seu pensamento. Para isso, não precisou de entrevistas na televisão, muito menos de caciques eleitorais nas regiões do País.

São as correntes de WhatsApp, os vídeos no YouTube e as postagens no Facebook que popularizaram a imagem do polêmico parlamentar. A mídia tradicional acabou dando maior espaço nas últimas semanas ao candidato pela condição de presidenciável. A imagem do deputado carioca, no entanto, já se fazia conhecida sem o braço das concessões públicas.

Retomando o que ocorreu em 2014 com Marina Silva (Rede), quando chegou a liderar com folga as pesquisas de intenção de voto após o acidente com Eduardo Campos, a situação do candidato do PSL ainda não é confortável. Tudo pode acontecer em menos de duas semanas.

Caso Bolsonaro consiga ir ao segundo turno (mesmo caso não vença a eleição) já poderemos considerar que os velhos métodos para se vencer uma eleição ao Palácio do Planalto podem de fato ser substituídos por novas fórmulas.

*Wagner Mendes,

Jornalista do O POVO.

Campanha de Eunício no rádio consegue sincronia com horário real

Com a estratégia de passar para o ouvinte a sensação que o programa Eunício 151, no horário eleitoral, é ao vivo, a equipe de campanha de rádio do candidato à reeleição ao Senado tem conseguido a sincronia da gravação com o horário real.

Comandada pelo publicitário e jornalista baiano Xiko Mello, a propaganda eleitoral no rádio chega, inclusive, a entrevistar o próprio candidato, anunciando o horário gravado no tempo real.

Segundo integrantes da equipe de rádio, o esforço para a sincronia da gravação com o horário real é tirar o sentimento de frieza da mensagem gravada.

(Foto: Arquivo)