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Bolsonaro desafia estratégias tradicionais de campanha

Com o título “Bolsonaro desafia estratégias tradicionais de campanha”, eis artigo de Wagner Mendes, jornalista do O POVO. “O deputado federal conseguiu, através das redes sociais, reunir uma legião de seguidores que concorda com o seu pensamento. Para isso, não precisou de entrevistas na televisão, muito menos de caciques eleitorais nas regiões do País”, escreve o articulista. Confira:

Jair Bolsonaro (PSL), presidenciável que lidera todas as pesquisas de intenção de voto à sucessão de Michel Temer (MDB), desafia, até o momento, a receita tradicional para se vencer uma eleição ao Executivo no Brasil.

O capitão reformado não tem tempo de televisão, apoio de partido político com capilaridade eleitoral, palanque nos estados nem dinheiro para investimento em propagandas de difusão das ideias.

No desenho tradicional, o candidato do PSDB, Geraldo Alckmin, estaria com vaga garantida no segundo turno. É a candidatura que detém maior tempo na propaganda de rádio e televisão e tem dinheiro para investimento na campanha. O ex-governador de São Paulo conseguiu reunir a maior quantidade de partidos em torno da sua campanha e mostrava sinais de fortalecimento.

Tudo conduzia para o crescimento da empreitada tucana na campanha, assim como ocorreu nos últimos seis pleitos com vitória ou participação no segundo turno. Faltando duas semanas para o dia da votação, no entanto, a enorme quantidade de tempo de propaganda de Alckmin ainda não surtiu efeito. Enquanto isso, Bolsonaro se apresenta com uma candidatura competitiva filiado ao nanico PSL, que nem em sonho imaginava eleger tão cedo um presidente da República.

O deputado federal conseguiu, através das redes sociais, reunir uma legião de seguidores que concorda com o seu pensamento. Para isso, não precisou de entrevistas na televisão, muito menos de caciques eleitorais nas regiões do País.

São as correntes de WhatsApp, os vídeos no YouTube e as postagens no Facebook que popularizaram a imagem do polêmico parlamentar. A mídia tradicional acabou dando maior espaço nas últimas semanas ao candidato pela condição de presidenciável. A imagem do deputado carioca, no entanto, já se fazia conhecida sem o braço das concessões públicas.

Retomando o que ocorreu em 2014 com Marina Silva (Rede), quando chegou a liderar com folga as pesquisas de intenção de voto após o acidente com Eduardo Campos, a situação do candidato do PSL ainda não é confortável. Tudo pode acontecer em menos de duas semanas.

Caso Bolsonaro consiga ir ao segundo turno (mesmo caso não vença a eleição) já poderemos considerar que os velhos métodos para se vencer uma eleição ao Palácio do Planalto podem de fato ser substituídos por novas fórmulas.

*Wagner Mendes,

Jornalista do O POVO.

Campanha de Eunício no rádio consegue sincronia com horário real

Com a estratégia de passar para o ouvinte a sensação que o programa Eunício 151, no horário eleitoral, é ao vivo, a equipe de campanha de rádio do candidato à reeleição ao Senado tem conseguido a sincronia da gravação com o horário real.

Comandada pelo publicitário e jornalista baiano Xiko Mello, a propaganda eleitoral no rádio chega, inclusive, a entrevistar o próprio candidato, anunciando o horário gravado no tempo real.

Segundo integrantes da equipe de rádio, o esforço para a sincronia da gravação com o horário real é tirar o sentimento de frieza da mensagem gravada.

(Foto: Arquivo)

TRE anuncia locais exclusivos para justificativa do voto

O Tribunal Regional Eleitoral do Ceará disponibilizará no próximo dia 7 de outubro, 1º turno das Eleições 2018, 27 urnas exclusivas para justificativa de votos dos eleitores, em 16 locais, na capital e nos municípios de Aracati, Aquiraz (Porto das Dunas), Caucaia, São Gonçalo do Amarante (Pecém), Sobral, Juazeiro do Norte e Jijoca de Jericoacoara. A informação é da assessoria de imprensa do órgão.

O TRE priorizou os locais de maior circulação dos eleitores que estejam de passagem pelo Ceará, no dia das eleições, mas esclarece: a justificativa do voto pode ser feita pelo eleitor que esteja fora do seu domicílio eleitoral em qualquer seção de votação instalada em todo o Estado do Ceará.

Fortaleza

Em Fortaleza, as urnas exclusivas de justificativa funcionarão na Praia do Futuro, na Avenida Beira-Mar, na Praia de Iracema, no Ideal Clube, no Aeroporto Pinto Martins e nos Terminais Rodoviários João Tomé e do Antônio Bezerra. Veja, no site do TRE-CE, a relação completa dos locais exclusivos para justificativa.

Para justificar o voto, o eleitor deverá levar a qualquer seção eleitoral, fora do seu domicílio, o formulário de justificativa (formato PDF), disponível no site do TRE-CE, preenchido com o número do título e um documento oficial de identidade.

e-Título

Uma novidade este ano é o aplicativo e-Título, que além de substituir o documento na hora de votar, pode auxiliar os eleitores que vão justificar o voto. Para consultar os locais onde funcionam mesas receptoras de justificativa, basta ter no celular a versão mais recente do aplicativo, disponível para iPhone (iOS), smartphones (Android) e tablets.

SERVIÇO

*Mais Informações –  (85) 3453-3855 / 3856.

(Foto – Divulgação)

Camilo é uma “pedra preciosa”, diz Cid Gomes durante ato em Marco

“O Camilo é uma pedra preciosa. É um jovem talentoso, competente e humilde. O Ceará deve muito ao Camilo por esses três anos e meio que ele está à frente do estado”, disse, neste fim de semana de campanha, na cidade do Marco (Zona Norte), o candidato ao Senado pelo PDT, Cid Gomes.

Cid, ao lado de Camilo Santana e da vice-governadora Izolda Cela, aproveitou e pediu votos para o irmão. “O Ciro é a oportunidade da gente colocar no lugar mais importante do Brasil, que é a presidência do Brasil, uma pessoa que conhece o Ceará é que quer com o seu trabalho fazer com que os cearense tenham uma vida melhor”.

 

Camilo Santana destacou as ações realizadas em seu governo e que beneficiaram não só o município, mas todo o Ceará. “Nós ampliamos o programa de carteira popular para carro e o motociclista que tira carteira de motorista recebe o capacete de graça. Nós vamos voltar com o Cartão Mais Infância, pois identificamos que mais de 60 mil mães no Ceará ainda vivem em dificuldades para dar uma alimentação necessária e uma vida melhor para seus filhos”, disse.

(Foto – Divulgação)

Em clima de show de Alceu Valença, simpatizantes de Ciro marcam presença e protestam contra Bolsonaro

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Se depender dos que foram ao show gratuito do cantor Alceu Valença, nessa noite de domingo, no estacionamento do RioMar Papicu, em Fortaleza, o candidato Ciro Gomes (PDT) ganhará a disputa no Ceará. Pelo menos é o que se pode interpretar de dois atos ali registrados: um contra Bolsonaro…”Ele não!!” Os atos ocorreram após o show. Alceu não se pronunciou.

E um outro a favor de Ciro Gomes.

De qualquer forma, pelas pesquisas eleitorais, Jair Bolsonaro (PSL) continua mantendo a liderança (33%), seguido de Fernando Haddad (PT), com 23%. Ciro Gomes (PDT) vem em terceiro, com 10%, de acordo com a BTG pactual divulgada nesta segunda-feira.

Pesquisa BTG Pactual: Bolsonaro, 33%; Haddad 23%; e Ciro, 10%

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Se a eleição fosse hoje, Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT) estariam no segundo turno, segundo pesquisa feita pelo BTG Pactual nos dias 22 e 23 deste mês. Na estimulada, Bolsonaro registrou 33%, Haddad, 23%, Ciro, 10%, Alckmin, 8%; Marina 5%, seguindo-se Amoêdo com 3%, Meirelles, 3%, Alvaro Dias, 2%, Outros, 1%. Há 7% que não votariam em ninguém. Brancos e nulos deu 2% e 0% não respondeu.

Por esse cenário, Ciro, que se distancia de Haddad, está empatado tecnicamente com Alckmin que, por sua vez, empata com Marina Silva.

Segundo turno

Num cenário de segundo turno entre Bolsonaro e Haddad, o candidato do PSL ganha: 44% a 40%. Com Ciro Gomes, Bolsonaro ficaria com 41% enquanto o pedetista marcaria 43%. Com Alckmin, Bolsonaro teria 41% e o tucano,40%.

Contra Marina Silva, o postulante do PSL obteria 46% e a candidata da Rede ficaria com 34%.

DETALHE – O Instituto FSB Pesquisa entrevistou, por telefone, 2.000 eleitores com idade a partir de 16 anos em todas as regiões do País. A margem de erro no total da amostra é de 2 pontos percentuais, com confiança de 95%.

Editorial do O POVO e um apelo ao bom-senso

Com o título “Um apelo ao bom-senso”, eis o Editorial do O POVO desta segunda-feira. Aborda este momento de eleições no País. Confira:

A menos de duas semanas para o fim do primeiro turno das eleições, é natural que a pressão se eleve mais ainda na corrida presidencial e os postulantes intensifiquem as críticas, seja nas ruas, seja nos debates televisivos.

Nesta reta final, porém, cabe ao eleitor deixar de lado o componente passional, que tem sido frequentemente acionado pelos candidatos, sobretudo num ambiente de polarização política, e passe a cobrar de si e de seus pares uma desapaixonada reflexão sobre nomes e propostas.

A partir de agora, é preciso que haja um apelo ao bom-senso não somente por se tratar de uma disputa na qual um dos lados vem dando mostras de desapreço à democracia, fato condenado pelo O POVO neste espaço nas duas últimas edições.

Mas porque estas são eleições especialíssimas. As primeiras sem financiamento empresarial de campanha e após quatro anos de exposição diária de um esquema orgânico de corrupção a implicar igualmente os setores públicos e privados.

Em condições normais, o País teria a oportunidade agora de repensar práticas e fracassos de modelos políticos e econômicos que pautaram a vida pública brasileira no derradeiro quadriênio.

A divisão radical, no entanto, sequestrou a pauta das eleições, deslocando o seu eixo para um debate apaixonado entre falanges em rota de colisão.

Ao eleitor interessado no futuro do País, restou o desamparo em meio a um clima de Fla-Flu na esteira do qual as tentativas de discutir medidas reais para os impasses da nação se frustram continuamente diante do vazio de propostas.

Daí o apelo. Não somente à sensatez, mas a que o pouco tempo que ainda há até o dia 7 de outubro possa ser mais bem aproveitado pelos presidenciáveis, que dedicariam seus últimos atos de campanha não ao vale-tudo pelo voto e à exacerbação das diferenças político-partidárias.

É hora de um último chamamento à temperança como mediadora social e à racionalidade como ingrediente indispensável da interlocução entre contrários. Que se estabeleça desde já um clima de civilidade e compromisso em face das graves dificuldades que o Brasil atravessa.

É mais que o destino de partidos que está em jogo neste momento. São os próximos dez ou 20 anos, no correr dos quais todos nós, eleitores convictos ou desolados, teremos de conviver com escolhas feitas no calor da hora.

(Editorial do O POVO)

Artistas e personalidades assinam manifesto contra Bolsonaro

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Um grupo com centenas de personalidades, incluindo muitos notáveis de áreas como artes e negócios, lançou neste domingo um manifesto contra a candidatura de Jair Bolsonaro, do PSL, à Presidência da República.

Até o início da madrugada, mais de 300 nomes subscreviam o texto. Entre eles estão o oncologista Drauzio Varella; o músico Caetano Veloso; a historiadora Lilia Schwarcz; o empresário Guilherme Leal; os atores Wagner Moura, Camila Pitanga, Alice Braga e Fernanda Torres; a socióloga Maria Alice Setubal; a editora Marisa Moreira Salles; a ex-jogadora de vôlei Ana Moser; o publicitário Washington Olivetto; o cineasta Walter Salles; entre outros. Nem todos eles confirmaram o apoio em suas redes sociais ou declarações públicas.

No artigo do movimento, denominado “Democracia sim”, o grupo não recomenda voto em nenhum outro candidato, mas é enfático ao citar que “a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial”.

Diz o artigo: “Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade (…). Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários”.

Leia abaixo a íntegra do documento, disponível no site Democracia Sim (acesse aqui).

Pela Democracia, pelo Brasil

Somos diferentes. Temos trajetórias pessoais e públicas variadas. Votamos em pessoas e partidos diversos. Defendemos causas, ideias e projetos distintos para nosso país, muitas vezes antagônicos.

Mas temos em comum o compromisso com a democracia. Com a liberdade, a convivência plural e o respeito mútuo. E acreditamos no Brasil. Um Brasil formado por todos os seus cidadãos, ético, pacífico, dinâmico, livre de intolerância, preconceito e discriminação.

Como todos os brasileiros e brasileiras sabemos da profundidade dos desafios que nos convocam nesse momento. Mais além deles, do imperativo de superar o colapso do nosso sistema político, que está na raiz das crises múltiplas que vivemos nos últimos anos e que nos trazem ao presente de frustração e descrença.

Mas sabemos também dos perigos de pretender responder a isso com concessões ao autoritarismo, à erosão das instituições democráticas ou à desconstrução da nossa herança humanista primordial.

Podemos divergir intensamente sobre os rumos das políticas econômicas, sociais ou ambientais, a qualidade deste ou daquele ator político, o acerto do nosso sistema legal nos mais variados temas e dos processos e decisões judiciais para sua aplicação. Nisso, estamos no terreno da democracia, da disputa legítima de ideias e projetos no debate público.

Quando, no entanto, nos deparamos com projetos que negam a existência de um passado autoritário no Brasil, flertam explicitamente com conceitos como a produção de nova Constituição sem delegação popular, a manipulação do número de juízes nas cortes superiores ou recurso a autogolpes presidenciais, acumulam declarações francamente xenofóbicas e discriminatórias contra setores diversos da sociedade, refutam textualmente o princípio da proteção de minorias contra o arbítrio e lamentam o fato das forças do Estado terem historicamente matado menos dissidentes do que deveriam, temos a consciência inequívoca de estarmos lidando com algo maior, e anterior a todo dissenso democrático.

Conhecemos amplamente os resultados de processos históricos assim. Tivemos em Jânio e Collor outros pretensos heróis da pátria, aventureiros eleitos como supostos redentores da ética e da limpeza política, para nos levar ao desastre. Conhecemos 20 anos de sombras sob a ditadura, iniciados com o respaldo de não poucos atores na sociedade. Testemunhamos os ecos de experiências autoritárias pelo mundo, deflagradas pela expectativa de responder a crises ou superar impasses políticos, afundando seus países no isolamento, na violência e na ruína econômica. Nunca é demais lembrar, líderes fascistas, nazistas e diversos outros regimes autocráticos na história e no presente foram originalmente eleitos, com a promessa de resgatar a autoestima e a credibilidade de suas nações, antes de subordiná-las aos mais variados desmandos autoritários.

Em momento de crise, é preciso ter a clareza máxima da responsabilidade histórica das escolhas que fazemos.

Esta clareza nos move a esta manifestação conjunta, nesse momento do país. Para além de todas as diferenças, estivemos juntos na construção democrática no Brasil. E é preciso saber defendê-la assim agora.

É preciso dizer, mais que uma escolha política, a candidatura de Jair Bolsonaro representa uma ameaça franca ao nosso patrimônio civilizatório primordial. É preciso recusar sua normalização, e somar forças na defesa da liberdade, da tolerância e do destino coletivo entre nós.

Prezamos a democracia. A democracia que provê abertura, inclusão e prosperidade aos povos que a cultivam com solidez no mundo. Que nos trouxe nos últimos 30 anos a estabilidade econômica, o início da superação de desigualdades históricas e a expansão sem precedentes da cidadania entre nós. Não são, certamente, poucos os desafios para avançar por dentro dela, mas sabemos ser sempre o único e mais promissor caminho, sem ovos de serpente ou ilusões armadas.

Por isso, estamos preparados para estar juntos na sua defesa em qualquer situação, e nos reunimos aqui no chamado para que novas vozes possam convergir nisso. E para que possamos, na soma da nossa pluralidade e diversidade, refazer as bases da política e cidadania compartilhadas e retomar o curso da sociedade vibrante, plena e exitosa que precisamos e podemos ser.

Barbosinha critica abandono das unidades prisionais no Interior

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Agentes penitenciários lotados em unidades prisionais do Cariri cearense ouviram, nesse fim de semana, as propostas do representante sindical licenciado, Valdemiro Barbosa, o Barbosinha, candidato a deputado estadual.

Ele criticou o abandono das unidades prisionais e a desvalorização profissional. A falta de armamento, viaturas, colete balístico e escudo tático foram outras reclamações da categoria.

Diante do baixo efeito, o candidato defendeu a nomeação imediata de todos os integrantes do cadastro de reserva, além da retificação do edital do último concurso para agente, possibilitando o ingresso dos candidatos remanescentes.

Segundo Barbosinha, há um déficit de quatro mil servidores penitenciários.

(Foto: Divulgação)

Audic e Bismarck promovem grande caminhada em Tauá

Vários grupos de eleitores tomaram as principais ruas do Centro da cidade de Tauá (Região dos Inhamuns) nesse fim de semana. Os candidatos a deputado estadual, Audic Mota (PSB), e a federal, Eduardo Bismarck (PDT), mobilizaram a militância em uma caminhada, com concentração no Parque Cidade, em direção à Pracinha Seu Castro, no bairro Bezerra e Souza.

A animação do grupo arrebatou pessoas de vários pontos da cidade. Audic e Eduardo foram prestigiados pelas principais lideranças políticas do município.

(Foto – Divulgação)

Camilo realiza carreata na Serra da Ibiapaba

O governador Camilo Santana, candidato à reeleição pelo PT, participou neste domingo (23) de carreata na Serra da Ibiapaba, na companhia do ex-governador Cid Gomes, candidato ao Senado pelo PDT, e do presidente do Legislativo de Fortaleza, Salmito, candidato a deputado estadual pelo PDT.

“Nossa carreata na Serra da Ibiapaba foi linda! Só tenho a agradecer a presença e o carinho de sempre”, comentou Camilo, que depois esteve à frente de reunião com agentes comunitários de saúde e endemias.

“Esses momentos são muito importantes para conversarmos sobre as ações que estão dando certo e sobre o que precisamos avançar ainda mais”, disse o candidato à reeleição ao Palácio da Abolição.

(Fotos: Divulgação)

Tasso: “Estamos na luta contra o maior acordo e ‘esquemão’ já montados no Ceará”

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O senador Tasso Jereissati (PSDB) defendeu neste final de semana, em Sobral, a eleição do General Theophilo (PSDB) ao Governo “como forma resolver o caos do Ceará”.

“Estamos na luta contra o maior acordo e esquemão já montados no Ceará. São 24 partidos, força do Estado, máquina do governo Temer, Camilo. Tudo isso com o objetivo de eliminar qualquer possibilidade de alternativa para o povo. Mas nós fizemos questão de formar um grupo de resistência com o General Theophilo, um grande cearense, com grande experiência e autoridade, que vem para enfrentar esse caos que o Ceará está passando na segurança, e com a Dra. Mayra, uma médica respeitada e conhecida, para levar dignidade ao Senado”, disse.

O General Theophilo criticou as obras “faraônicas” do atual governo e afirmou que as prioridades do Estado são outras. “É preciso repensar essas obras e investir dinheiro em outras frentes, como segurança, saúde e educação. A nossa campanha está pautada na vontade do povo. Estamos acreditando que as pessoas querem mudança justamente para acabar com essas oligarquias que dominam o nosso Estado há mais de 12 anos”.

Candidata ao Senado, Dra. Mayra disse que lutará não somente pela saúde, mas também pela educação de qualidade e geração de empregos. “Nos comprometemos logo no primeiro ano de mandato a visitar os 184 municípios, conversando com as pessoas e, em cada um deles, começando a construir um legado”, explicou.

(Foto: Divulgação)

Bolsonaro passa bem e tem dreno retirado do abdome

O candidato à presidência da República Jair Bolsonaro passa bem e teve retirado hoje (23) o dreno que havia sido colocado há três dias em seu abdome. Segundo boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, devido à boa aceitação da dieta pastosa e recuperação dos movimentos intestinais, hoje Bolsonaro passou a receber uma dieta leve.

“O paciente apresenta boa evolução clínica, permanece sem dor, sem febre ou outros sinais de infecção. Não tem disfunções orgânicas e os exames laboratoriais estão estáveis. O dreno colocado no seu abdome há três dias foi retirado hoje pela equipe da radiologia intervencionista”, diz o boletim. O hospital informou ainda que estão sendo mantidas as medidas de prevenção contra trombose venosa, estão sendo realizados exercícios respiratórios de fortalecimento muscular e períodos de caminhada fora do quarto.

Na última quinta-feira (20), o candidato passou por um procedimento para drenagem de líquido que estava ao lado do intestino. Após constatarem febre de 37,7 ºC, os médicos fizeram uma tomografia de tórax e abdômen e os exames mostraram uma “pequena coleção de líquido ao lado do intestino”.

Bolsonaro recebeu uma facada durante ato de campanha no dia 6 de setembro, em Juiz de Fora (MG). Após ter sido atendido na Santa Casa da cidade, onde chegou a passar por uma cirurgia, ele foi transferido, a pedido da família, para o Hospital Albert Einstein, na capital paulista, na manhã do dia 7.

(Agência Brasil)

Tempos de defender a democracia

Da Coluna Valdemar Menezes, no O POVO deste domingo (23):

Daqui a duas semanas o Brasil vai às urnas na tentativa de salvar a democracia fortemente ameaçada desde que certos segmentos da elite nacional (alentados por interesses externos), voltaram mais uma vez a tumultuar o jogo democrático, como tem sido constante na história do País. Embora haja sinais concretos (reconhecidos no Exterior) de que vivemos um processo eleitoral anormal, não há outro caminho senão insistir no único jogo possível: o de tentar assegurar a livre expressão da vontade popular nas urnas para recuperar e assegurar a plenitude democrática. O regime vem demonstrando pouco apreço a essa vontade do povo, visto que viciou o jogo eleitoral impedindo de modo totalmente contestável (no Brasil e no Exterior) a candidatura Lula desejada pela maioria social, segundo os institutos de opinião. Suas manobras para produzir um resultado favorável a seus planos (candidatura Alckmin) não deram certo, até agora, graças à resistência do povo brasileiro que começa a sufragar cada vez mais o substituto do líder natural.

O jogo irresponsável dos velhos feiticeiros abriu a porta para o fascismo, através da figura de um ex-capitão, identificado como uma espécie de 4º cavaleiro do Apocalipse e seu séquito de obscurantismo, violência e barbárie. Desenha-se um cenário em que segmentos da elite estão dispostos a abraçá-lo, em última instância, como opção a um governo progressista, tal como o fez a elite alemã com Hitler. Como é muito desgastante essa alternativa (basta ver as advertências da revista The Economist sobre o dano que isso acarretaria para o futuro do Brasil e da América Latina), promovem agora um lance de desespero, tentando atrair Ciro Gomes – a quem detestam – para sua órbita. Isso a despeito de o ex-ministro não dar nenhuma sinalização de que se subordinará à artimanha.

Até 7 de outubro, há um chamamento às forças democráticas para que estejam alertas e vigilantes a qualquer tipo de armadilha que possa comprometer as eleições ou tirar do páreo as forças populares. É preciso não ceder a provocações de qualquer ordem e garantir um pleito pacífico: única maneira de resolver civilizadamente o atual impasse político. Teme-se pelo futuro da democracia em vista da movimentação de certos segmentos militares nos bastidores políticos. Nenhuma democracia aceita isso. No entanto, os militares brasileiros têm um histórico nesse sentido, a última vez foi em 1964.

A partir deste sábado, candidatos só podem ser presos em flagrante

A partir deste sábado (22), candidatos a cargos eletivos nas eleições de outubro não poderão ser presos, a menos que seja em flagrante. A Lei Eleitoral veda prisões nos 15 dias anteriores à eleição. Após o primeiro turno, no dia 7 de outubro, a restrição valerá apenas para os candidatos que forem disputar o segundo turno.

A Lei Eleitoral também proíbe a prisão de eleitores, mas somente cinco dias antes do pleito, ou seja, a partir de 2 de outubro, os eleitores só podem ser presos em flagrante ou para cumprir sentença condenatória por crime inafiançável. A regra vale até 48 horas após a votação.

O Artigo 236 do Código Eleitoral diz que: “Nenhuma autoridade poderá, desde cinco dias antes e até 48 horas depois do encerramento da eleição, prender ou deter qualquer eleitor, salvo em flagrante delito ou em virtude de sentença criminal condenatória por crime inafiançável, ou, ainda, por desrespeito a salvo-conduto”.

O juiz eleitoral ou até o presidente da mesa receptora de votos pode expedir a salvaguarda em favor do eleitor que sofrer qualquer tipo de violência na sua liberdade de votar, ou pelo fato de já haver votado. Quem desrespeitar essa garantia pode ser preso por até cinco dias.

Neste sábado deve ser divulgado o quadro geral de percursos e horários programados para o transporte de eleitores para o primeiro e eventual segundo turnos de votação.

Hoje é o último dia para os partidos políticos, as coligações, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), o Ministério Público e as pessoas autorizadas em resolução específica impugnarem os programas a serem utilizados nas eleições de 2018, por meio de petição fundamentada.

(Agência Brasil)

Camilo participa de passeio ciclístico pelas avenidas de Fortaleza

Uma das cidades com melhor sistema de ciclovias e ciclofaixas do Brasil, Fortaleza recebeu neste sábado (22) o passeio ciclístico pelas candidaturas Ciro Presidente, Camilo Governador e Cid Senador.

O passeio teve a coordenação do prefeito Roberto Cláudio e reuniu ainda um grande número de candidatos à Câmara Federal e à Assembleia Legislativa do Ceará. Salmito Filho (PDT), candidato a deputado estadual, destacou a conquista do fortalezense na mobilidade urbana.

O passeio teve início na avenida Beira Mar e terminou no Comitê Central, na avenida Sebastião de Abreu.

(Fotos: Divulgação)

Eleições 2018 – Seis governadores podem ganhar logo no primeiro turno. Na lista, Camilo

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A exatos 15 dias do primeiro turno das eleições deste ano, dez candidatos a governador têm chances de serem eleitos já nesta primeira fase da disputa, sendo que seis deles já ocupam o governo e buscam a reeleição. O levantamento foi
realizado pelo UOL com base nas pesquisas mais recentes divulgadas pelos institutos Ibope (para cada estado) e Datafolha (fez apenas em São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Distrito Federal e Pernambuco). Além da intenção de votos total, foram analisados os percentuais de votos válidos.

Os seis governadores que lideram com folga as pesquisas e podem ser reeleitos
são: Renan Filho (MDB), em Alagoas; Rui Costa (PT), na Bahia; Camilo Santana (PT) no Ceará; Flávio Dino (PCdoB), no Maranhão; Wellington Dias (PT), no Piauí; e Mauro Carlesse (PHS), no Tocantins.

Os outros candidatos que sairiam vitoriosos já em 7 de outubro, segundo as pesquisas, são Renato Casagrande, no Pará; Ratinho Júnior (PSD), no Paraná; e Ronaldo Caiado (DEM), em Goiás.

Nesse cenário, o Nordeste é a região que mais concentra candidatos que podem ser eleitos já no primeiro turno – são eles Renan Filho, Rui Costa, Camilo, Dino e Dias.

Em todo o Brasil, 20 dos atuais 27 governadores buscam um segundo mandato, mas só metade deles aparece na frente nas pesquisas e despontam com boas chances de continuar no poder –alguns enfrentam dificuldades até em alcançar votos suficientes para chegar ao segundo turno.

*Confira a íntegra da reportagem aqui.

Uma eleição protagonizada por dois ausentes

Em artigo no O POVO deste sábado (22), a jornalista Letícia Alves ressalta que Lula e Bolsonaro, embora afastados presencialmente da campanha, seguem protagonizando a disputa eleitoral. Confira:

“Me aguardem. Primeiro turno, hein, pessoal?”, disse Jair Bolsonaro enquanto dava novos passos à recuperação da facada sofrida no início do mês. O vídeo com a declaração do presidenciável foi gravado quinta-feira, 20, no Hospital Albert Einstein, onde ele segue internado. Líder das pesquisas de intenção de voto, o candidato do PSL pode ser o primeiro presidente brasileiro – ao menos desde a redemocratização – a ser eleito sem participar da maior parte da sua campanha de rua.

O outro nome com potencial para este feito inédito era o de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que está preso em Curitiba, condenado por corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Antes de ter a candidatura indeferida, ele ocupava o primeiro lugar nas pesquisas – isso sem participar pessoalmente de nenhum debate, entrevista, comício ou outro ato político.

Embora afastados presencialmente da campanha, os dois seguem protagonizando a disputa, e a substituição do ex-presidente por Fernando Haddad (PT) não muda isso: o ex-prefeito de São Paulo fala por Lula e só fala do Lula, na esperança de absorver todos os votos do líder petista. Quem vota em Haddad é, também, quem sonha, de certa forma, em ter o governo Lula de volta.

Gostemos disto ou não, esta será uma eleição de Bolsonaro versus Lula, simbólica e objetivamente. Isso não significa que somente um dos dois possa vencer, é claro. É a polarização entre eles que tem dado o tom da campanha, mas ela também tem gerado uma busca, por parte da população, de um candidato que fuja dos tais “extremos”.

Esse cenário tem gerado uma disputa paralela entre os candidatos que querem ser vistos como uma “terceira via” possível. Quem larga na frente com essa estratégia é Ciro Gomes (PDT), que no início da campanha preocupou-se mais em ser o candidato da esquerda para herdar os votos de Lula. Já Geraldo Alckmin (PSDB) tem atacado igualmente o PT e o Bolsonaro, encarnando o bom e velho papel que as redes sociais batizaram de “isentão”.

Não digo que eles podem ser classificados tranquilamente como a opção “moderada” nem mesmo afirmo que aqueles dois primeiros, os líderes nas pesquisas, são extremistas. Acredito que nesta eleição dos inéditos, protagonizada por dois ausentes, a população não está interessada em quem quer manter seu lugar em cima do muro. Finalmente temos uma eleição movida a ideologias, seja isto bom ou não.

Letícia Alves, jornalista do O POVO

Twitter tem 48 horas para fornecer dados de perfis ofensivos a Jair Bolsonaro

O ministro Carlos Horbach, do Tribunal Superior Eleitoral, quer que o Twitter repasse dados de 16 usuários da plataforma digital comemoraram o ataque contra o candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, no dia 6 de setembro, em um ato de campanha em Juiz de Fora (MG). O TSE já havia determinado a retirada do conteúdo postado na rede social. A informação é do site Consultor Jurídico.

Na decisão, o ministro negou recurso do Twitter e deu prazo de 48 horas para que a empresa forneça as informações, sob pena de aplicação de multa diária de 50 mil reais e a possibilidade de responder pelo crime de desobediência a uma determinação da Justiça Eleitoral.

“A identificação do número de IP da conexão usada para realização do cadastro inicial dos perfis em que veiculadas as postagens e dados apresentados e os dados cadastrais dos responsáveis pelos perfis em que aparecem tais postagens são imprescindíveis à instrução do feito e necessários ante a eventual responsabilização dos usuários em eventual decisão de mérito pela procedência do pedido, não havendo contradição a ser sanada”, disse.

As postagens ofensivas propagam e incentivam ataques à integridade do candidato que variam em “Bolsonaro foi esfaqueado e não morreu, drogaaaa!”, “a facada do bolsonaro é uma estratégia para gerar comoção” e “vamos amigas orem pra ele morrer enquanto é tempo #OrePorBolsonaro”.

Em nota, a advogada do candidato, Karina Kufa, afirmou que “essa decisão foi importante para que o Twitter venha a colaborar com a justiça eleitoral na prevenção e punição de atos ilegais, os quais não devem ser relevados, ainda mais considerando a gravidade desse caso”.

Pedido de Identificação

A coligação de Bolsonaro foi ao TSE para questionar a veiculação dessas mensagens e identificar quem foram os autores das publicações. Em parecer favorável ao pedido da chapa do candidato do PSL, o Ministério Público Eleitoral destacou que o pedido também poderá levar a se propor ações de crime contra a honra ou eleitorais contra os responsáveis pelas mensagens.

(Foto – Reprodução de TV)