Blog do Eliomar

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Audic Mota e Zé Airton fazem dobradinha em Caucaia

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, Audic Mota (PSB ), foi recebido, no espaço Riviera, em Caucaia (Região Metropolitana de Fortaleza), em ato de campanha. No ato, esteve acompanhado do deputado federal José Airton (PT), que postula reeleição.

Os dois mantiveram um encontro com lideranças políticas, comunitárias e moradores. Presentes o prefeito de Pacoti, Kiko Sampaio, e o ex-deputado federal Eudes Xavier (PT).

(Foto – Divulgação)

A eleição presidencial e algumas candidaturas

Com o título “A eleição presidencial e algumas candidaturas”, eis artigo de Pedro Henrique Antero, cientista político e professor universitário. Ele faz um apanhado interessante sobre o cenário dessa peleja que, a partir da propaganda eleitoral gratuita, sábado, invadirá nossos lares. Confira:

Não creio que temos bons candidatos para a Presidência da República, no pleito que se avizinha. Alguns são de esquerda, levados simplesmente pela ideologia que se tornou moda a partir dos anos 60. Ciro é um deles que tem mudado constantemente de partido, em busca do figurino mais adequado para o momento. Outros são radicais de esquerda, pertencentes ao Psol e ao PCdoB, e que apenas cumprem tabela da democracia, recomendada pelo italiano comunista Antonio Gramsci. O objetivo desses, na verdade, é a tomada do poder e a posterior implantação da ditadura socialista.

Os candidatos do PT e do MDB, embora não possamos considerá-los partícipes do submundo da corrupção que se alastrou pelo País nos últimos quinze anos, fazem parte dos partidos que constituíram a coligação governamental por longos anos, destruíram a ética política e ameaçaram a democracia.

O centro do tabuleiro ideológico, por sua vez, está representado, principalmente, por Geraldo Alckmin e Alvaro Dias. O primeiro, homem honrado, desperta a confiança de muitos. Entretanto, sua candidatura está apoiada pelos partidos do “centrão”, que vislumbraram, até hoje, tão somente a fruição do poder político.

O segundo centrista, Alvaro Dias, tem apresentado propostas de real importância para o País. Sua experiência de governador e sua ação no Senado da República podem dar ao eleitor a confiança necessária para a solução dos dois principais problemas do País: a retomada do desenvolvimento e o combate efetivo contra a corrupção.

A direita tem um único representante que é Jair Bolsonaro. Capitão do Exército e deputado federal por muitas legislaturas, tem um discurso forte contra a esquerda e a corrupção. Seu temperamento impetuoso, porém, deixa dúvidas quanto à condução de suas ações na Presidência da República. Há um receio de que os conflitos possam ultrapassar os limites da paz democrática, pois suas reações no Congresso e na mídia demonstraram, por vezes, um descontrole conceitual e verbal.

A eleição presidencial de outubro próximo impõe ao eleitor uma atenção especial. Todos devem estar advertidos de que a democracia somente subsistirá se os três poderes da República alterarem suas condutas. A Suprema Corte, em particular, terá que repor a venda em seus olhos e evitar que os assuntos sejam deliberados em razão de amizade, simpatia e ideologia.

*Pedro Henrique Chaves Antero

phantero@gmail.com

Professor de Ciências Políticas.

Elmano de Freitas inaugura comitê sem a presença de Camilo Santana

A campanha de reeleição do deputado estadual Elmano Freitas (PT) terá uma festiva etapa nesta quinta-feira, a partir das 18 horas: o ato de inauguração do seu comitê, que fica na Avenida da Universidade, 2068, no bairro Benfica.

Já a partir desta sexta-feira, Elmano estará divulgando suas propostas de trabalho no programa eleitoral de rádio e tevê, além de intensificar caminhadas, panfletagens, encontros e plenárias em Fortaleza e Interior do Ceará.

DETALHE – A inauguração não vai contar com a presença do governador Camilo Santana que, nesse horário, estará participando de um comício na cidade de Russas.

(Foto – ALCE)

Geraldo Alckmin e General Theophilo sofrem de um mesmo problema

General Theophilo e Alckmin e a necessidade de maior exposição.

Se o General Thoephilo, candidato do PSDB ao Governo, sofre por não ser muito conhecido do cearense, eis que Geraldo Alckmin, candidato a presidente da República pelos tucanos, não escapa desse mesmo problema.

Embora tenha governado São Paulo duas vezes, padece do desconhecimento de boa parte dos brasileiros sobre ele, segundo informação da Coluna Radar, da Veja Online.

A cúpula da campanha do PSDB identificou que, fora do Sudeste, o eleitor tem quase nenhuma informação sobre o desempenho de Alckmin à frente do maior estado do País. Por essas e outras, virá muito investimento na propaganda eleitoral gratuita.

Horário Gratuito começa nesta sexta-feira. Confira a ordem dos candidatos a presidente

A propaganda eleitoral gratuita começa a ser divulgada no rádio e televisão para todo o país nesta sexta-feira (31). Durante o primeiro turno, o conteúdo político será veiculado até 4 de outubro, três dias antes de os eleitores comparecerem às urnas. No total, serão 35 dias de propaganda – dez a menos que antes da aprovação da Reforma Eleitoral de 2015 (Lei 13.165/2015).

Em casos em que haja segundo turno, a veiculação será retomada no dia 12 de outubro, ou seja, na primeira sexta-feira após o primeiro turno. Serão mais 15 dias até o dia 26 de outubro – dois dias antes dos eleitores voltarem às urnas.

A definição quanto aos dias de exibição das campanhas leva em conta o cargo em disputa. Os programas dos presidenciáveis irão ao ar às terças-feiras, quintas e aos sábados. No rádio, das 7h às 7h12min30seg e das 12h às 12h12min30seg. Na televisão, das 13h às 13h12min20seg e das 20h30 às 20h42min30seg. Nestes mesmos dias, serão transmitidas as propagandas dos candidatos a deputado federal. Já a publicidade dos que concorrem aos governos estaduais e do Distrito Federal, bem como ao Senado e a deputado estadual e distrital será exibida às segundas-feiras, quartas e sextas. Nos domingos, não haverá propaganda eleitoral.

Juntos, os programas dos candidatos à Presidência da República ocuparão dois blocos de 12 minutos e 30 segundos cada, totalizando 25 minutos a cada dia de exibição. Mesmo tempo destinado à propaganda do conjunto de candidatos a deputado federal. Os que concorrem aos cargos de governadores dividirão 18 minutos de campanha no rádio e na TV. Tempo igual ao destinado aos candidatos a deputados estaduais e distritais. Já os que concorrem ao Senado aparecerão em dois blocos de 7 minutos cada.

Segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), 28.306 pessoas registraram suas candidaturas. São 13 candidatos presidenciais; 199 concorrentes ao cargo de governador; 353 aspirantes ao Senado; 8.346 candidatos ao cargo de deputado federal; 17.512 a deputado estadual; 963 a deputado distrital e 353 ao Senado – que, este ano, renovará dois terços dos atuais senadores. Ou seja, 54 candidatos serão eleitos.

No último dia 23, o TSE apresentou o tempo que caberá a cada candidato ao Palácio do Planalto na campanha de TV e rádio. A divisão do tempo de TV e rádio é feita conforme o tamanho das bancadas na Câmara dos Deputados dos partidos que compõem a coligação de cada candidato. Por este critério, oito das 13 candidaturas homologadas terão direito a menos de 30 segundos por bloco do horário eleitoral.

Além da aparição em bloco, os candidatos também fazem jus a divulgar propagandas de 30 segundos ao longo da programação das emissoras de rádio e TV. A quantidade de inserções das peças publicitárias eleitorais obedece ao mesmo critério de divisão do horário eleitoral, ou seja, a representatividade da coligação na Câmara.

Veja a ordem de aparição dos candidatos no primeiro dia de veiculação do horário eleitoral, o tempo em cada bloco e o total de inserções ao longo dos 35 dias de campanha em rádio e TV:

1- Marina Silva, coligação Unidos para Transformar o Brasil (Rede e PV): 21 segundos no horário eleitoral e 29 inserções;

2- Cabo Daciolo (Patriota): oito segundos no horário eleitoral e 11 inserções;

3- Eymael (Democracia Cristã): oito segundos no horário eleitoral e 12 inserções;

4- Henrique Meirelles, coligação Essa é a Solução (MDB e PHS): um minuto e 55 segundos no horário eleitoral e 151 inserções;

5- Ciro Gomes, coligação Brasil Soberano (PDT e Avante): 38 segundos no horário eleitoral e 51 inserções;

6- Guilherme Boulos, coligação Vamos sem Medo de Mudar o Brasil (PSOL e PCB): 13 segundos e 17 inserções;

7- Geraldo Alckmin, coligação Para Unir o Brasil (PRB, PP, PTB, PR, PPS, DEM, PSDB, PSD e Solidariedade): cinco minutos e 32 segundos no horário eleitoral e 434 inserções;

8- Vera Lúcia (PSTU): cinco segundos no horário eleitoral e sete inserções;

9- Lula, coligação O Povo Feliz De Novo (PT, PCdoB e Pros): dois minutos e 23 segundos no horário eleitoral e 189 inserções;

10- João Amoêdo (Partido Novo): cinco segundos e oito inserções diárias;

11- Alvaro Dias, coligação Mudança de Verdade (Pode, PSC, PTC e PRP): 40 segundos no horário eleitoral e 53 inserções;

12- Jair Bolsonaro, coligação Brasil Acima de Tudo, Deus Acima de Todos (PSL e PRTB): oito segundos no horário eleitoral e 11 inserções e

13- João Goulart Filho (PPL): cinco segundos no horário eleitoral e sete inserções.

(Agência Brasil)

General Theophilo cumpre agenda de campanha em Aracati

Na rota do Litoral Leste.

O candidato a governador pelo PSDB-PROS, General Theophilo, faz campanha, nesta manhã de quinta-feira, em Aracati (Litoral Leste). Na agenda dele, caminhada pelas principais ruas do município e entrevista à Rádio Canoa FM.

Depois, ele retorna para Fortaleza onde, a partir das 20 horas, terá encontro com grupo de médicos oftalmologistas no Edifício Harmony Medical Center, onde vai expor sua plataforma na área da saúde. Nesse encontro, Dra. Mayra, candidata ao Senado pelos tucanos.

(Foto – Divulgação)

Ciro vai reforçar campanha no Nordeste

Em estratégia para arregimentar eleitores, Ciro Gomes (PDT) e sua candidata a vice, Kátia Abreu (PDT-TO), dividiram as agendas. Segundo informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta quinta-feira, até próximo o dia 15, a senadora vai percorrer regiões de São Paulo, Rio e Minas.

Já o presidenciável, por sua vez, reforçará reduto no qual já é conhecido: o Nordeste.

Nas últimas semanas, Ciro havia investido na estratégia oposta, visitando colégios eleitorais em que ainda é pouco conhecido. Foi a São Paulo e ao Centro-Oeste.

(Foto – Reprodução de TV)

Geraldo Alckmin foi quem mais arrecadou até agora, informa TSE

Duas semanas após o início oficial da campanha eleitoral, oito dos 13 candidatos à Presidência da República declararam ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que arrecadaram R$ 71,5 milhões. O maior volume – 60,9% – é do tucano Geraldo Alckmin, que informou ter recebido R$ 43,4 milhões da direção nacional do PSDB. A menor arrecadação declarada, até o fechamento desta reportagem, foi a do candidato João Goulart Filho (PPL): R$ 1.800 de financiamento coletivo e gasto de R$ 157,10 com taxa de administração.

Segundo dados disponíveis no portal do TSE, até este momento a campanha do PSDB não informou despesas eleitorais. O teto de gastos estabelecido pelo TSE, no primeiro turno de cada campanha presidencial, é de R$ 70 milhões.

O candidato do MDB, Henrique Meirelles, informou uma doação própria de R$ 20 milhões e gastos de R$ 50 mil, com o impulsionamento de conteúdos na internet. Meirelles declarou um patrimônio total de R$ 377, 5 milhões.

Horário eleitoral

A candidata Marina Silva arrecadou R$ 5,6 milhões, sendo a maior parte (R$ 5,8 milhões) repassada pela direção nacional do partido. Pouco mais de R$ 171 mil são de financiamento coletivo e R$ 15 mil de doação individual.

Do total arrecadado, a campanha aplicou R$ 1,5 milhão na produção dos programas para o horário eleitoral gratuito nas emissoras de rádio e televisão. Também pagou quase R$ 13 mil da taxa de administração do financiamento coletivo e R$ 1.100 do aluguel de equipamentos de informática.

Doação individual

O Podemos transferiu R$ 3,2 milhões para a campanha do candidato Alvaro Dias, que arrecadou mais R$ 510 mil de doações individuais. A maior parte foi doada pelo professor Oriovisto Guimarães, empresário do setor de educação que disputa uma cadeira no Senado pelo Paraná. À Justiça Eleitoral, Guimarães declarou um patrimônio de R$ 240 milhões.

A campanha de Dias destinou a totalidade da verba repassada pelo Pode para a produção do programa de televisão do candidato. O candidato tem direito a 40 segundos em cada bloco da propaganda eleitoral gratuita e 53 inserções. O horário eleitoral dos presidenciáveis vai ao ar às terças-feiras, às quintas-feiras e aos sábados.

Fundo de campanha

O candidato João Amoêdo (Novo) arrecadou R$ 495 mil, sendo R$ 308 mil de financiamento coletivo, R$ 143 de doações individuais e R$ 43,9 mil repassados pelo partido. Amoêdo gastou cerca de R$ 200 mil com impressão de material de campanha, transporte, aluguel de bens móveis (exceto carros), taxa de administração do financiamento coletivo e locação de imóvel.

O presidenciável Ciro Gomes (PDT) declarou R$ 53,6 mil de financiamento coletivo e o pagamento de R$ 2,3 mil de taxa de administração. A candidata Vera Lúcia (PSTU) informou que o partido repassou R$ 50 mil para a campanha, sendo R$ 27,4 mil usados para a produção de material impresso.

Neste ano, a principal fonte de financiamento das campanhas eleitorais é o fundo de R$ 1,7 bilhão criado para essa finalidade. Até agora, 34 partidos políticos já tiveram os recursos liberados pelo TSE. O partido Novo decidiu não utilizar os recursos do Fundo Especial de Financiamento de Campanha (FEFC).

(Agência Brasil)

O que os candidatos ao Governo do Ceará vão dizer na propaganda eleitoral gratuita?

Nesta véspera do início da propaganda eleitoral gratuita, candidatos ao Governo do Estado divergem sobre a melhor estratégia para a nova etapa da campanha.

Líder das pesquisas de intenção de voto, Camilo Santana (PT), que disputa a reeleição, afirmou por meio da assessoria que deve manter o mesmo ritmo adotado até agora. Com 6 minutos e 18 segundos de propaganda, o dobro de tempo de todos os demais candidatos somados, o petista “vai mostrar o que foi realizado nesses quatro anos” de gestão.

Segundo o governador, “tudo que o Ceará avançou nesse tempo e o que precisa ser melhorado” vão servir de norte tanto para as peças televisivas e radiofônicas quanto para a próxima etapa da campanha.

Determinado por lei, o tempo do horário eleitoral se distribui entre os postulantes segundo critérios de representação parlamentar.

Amanhã, quando a propaganda começar na televisão, Francisco Gonzaga (PSTU) terá nove segundos para inaugurar a queda de braço entre os candidatos. Na sequência, também na casa de um dígito, vem Mikaelton Carantino (PCO), com 9 segundos. Nome do PSL, Hélio Gois contará com 10 segundos.

Entre as candidaturas nanicas, Ailton Lopes (Psol) lidera no quesito exposição, com 17 segundos.

Segue-se então Camilo, ocupando metade do tempo do bloco de 12 minutos e 25 segundos, e o tucano General Theophilo, com a segunda maior cota entre os adversários do governador: 1 minuto e 55 segundos.

Um dos coordenadores da campanha do General Tehophilo, o ex-governador Lúcio Alcântara (PSDB) afirma que, a partir de agora, o desafio é torná-lo mais conhecido. “O horário eleitoral permite tornar esse conhecimento mais rápido. Essa é a vantagem. E tem que ser aproveitada da melhor forma com a boa qualidade de conteúdo”, respondeu.

Candidato do presidenciável Jair Bolsonaro no Estado, Hélio Gois (PSL) diz que, apesar de parcos dez segundos, considera essa porção suficiente para que o eleitor saiba “quem é ou não é de bem”.

(O POVO -Repórter Henrique Araújo)

Jair Bolsonaro bate recorde no Facebook com entrevista ao Jornal Nacional

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A entrevista do candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, ao Jornal Nacional, da Globo, motivou o maior engajamento deste ano em sua página no Facebook.

Na segunda-feira (27), foram 112.002 curtidas, reações, comentários e compartilhamentos, enquanto na terça (28) foram 1.077.913 de interações – maior engajamento diário da página do candidato desde janeiro de 2017 e primeiro dia com volume de interações superior a um milhão.

Entre as 19 horas de terça e as 7 horas de quarta, Bolsonaro mobilizou 1.368.500 publicações no Twitter. É o recorde se comparado aos outros compromissos televisivos de campanha até aqui.

O levantamento é da FGV DAAP e foi divulgado pela Veja Online.

(Foto – Reprodução de TV)

Problema da pobreza no Brasil é a interferência do Estado, diz João Amoêdo

Candidato à Presidência da República pelo Novo, João Amoêdo, defendeu ontem uma menor interferência do Estado como forma do desenvolvimento da economia brasileira. Em passagem por Fortaleza para divulgar as propostas de campanha, ele argumentou que a pobreza é consequência da ingerência estatal nos rumos sociais e econômicos do País.

“O grande problema da pobreza no Brasil é devido à interferência do Estado. O Estado brasileiro tem sido um grande concentrador de renda e vem dificultando que as pessoas consigam empreender.”

O candidato chegou ao Ceará fazendo críticas ao ex-presidente Lula. Declarado o candidato mais rico entre os 13 postulantes, Amoêdo argumentou que o discurso adotado pelo petista, de ser oriundo das classes menos abastadas, não funciona, porque hoje o candidato está preso por acusações de corrupção. O patrimônio alto, justifica, é resultado de muito trabalho e sucesso, na iniciativa privada.

Questionado sobre privatizações e o combate à corrupção na relação das empresas privadas com os contratos públicos, Amoêdo afirmou que não haverá indicação política para essas empresas que serão vendidas, como Caixa Econômica e Banco do Brasil, e que por isso não haverá contrapartidas.

“Na medida em que você transfere isso para a iniciativa privada, você diminui o poder dessas pessoas, deixa de ter indicação política e o ente público não vai mais perder dinheiro com isso. Tudo isso vai contribuir para ter menos corrupção. Se existir corrupção, quem paga a conta é o acionista daquela empresa, e não os cidadãos brasileiros”, respondeu.

(O POVO – Repórter Wagner Mendes/Foto – Novo)

Quem errou, paga pelo erro – afirma Alckmin sobre tucanos corruptos

O candidato do PSDB à Presidência da República, Geraldo Alckmin, foi o terceiro entrevistado pelo Jornal Nacional, na noite desta quarta-feira (29), na série com os candidatos ao Palácio do Planalto melhores colocados na última pesquisa Datafolha. Os jornalistas William Bonner e Renata Vasconcellos foram os entrevistadores. Nessa terça-feira, o entrevistado foi Jair Bolsonaro. Na segunda-feira (27), Ciro Gomes (PDT) abriu a série. Nesta quinta-feira (30), Marina Silva encerra as entrevistas.

Alckmin iniciou a entrevista tendo que explicar a questão da corrupção que envolve tucanos denunciados pela Lava Jato. O candidato afirmou que o PSDB não transforma réu em vítima e que Aécio Neves não foi condenado. Sobre Eduardo Azeredo, Alckmin acredita que o ex-governador mineiro irá pedir o desligamento do partido.

“A sociedade quer que as investigações ocorram, transparência e quem for condenado que pague pelos erros”, ressaltou.

Bonner levantou a questão das obras do Rodoanel, quando o ex-secretário do Governo Alckmin, Laurence Casagrande, foi denunciado pela Lava Jato. Alckmin acredita na inocência. do ex-secretário.

Bonner e Renata Vasconcellos questionaram os índices favoráveis em São Paulo, sobre o combate à violência, diante da expansão do PCC a partir do maior estado brasileiro. Alckmin apontou que a raiz da violência é o tráfico de drogas e o tráfico de armas, funções do governo federal. Disse que, caso eleito, irá endurecer leis, dará maior repressão ao tráfico e acabará com saídas de presos como benefício.

Sobre as obras de mobilidade não entregues em seu governo, como a linha do metrô e Rodoanel, Alckmin afirmou que o Rodoanel foi entregue em parte, enquanto as estações de metrô foram ampliadas.

(Foto: Reprodução)

TSE pode julgar na sexta-feira o registro de candidatura de Lula

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) deve convocar para a próxima sexta-feira (31) uma sessão extraordinária da Corte para analisar os últimos pedidos de registros de candidaturas para a presidência da República nas eleições de outubro. A motivação é o início da propaganda eleitoral no rádio e na televisão para o cargo, que começará no dia seguinte.

Na sessão, pode ser julgado o pedido de registro do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No entanto, a pauta de julgamentos ainda não foi confirmada.

Lula está preso desde 7 de abril na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, em função de sua condenação a 12 anos e um mês de prisão na ação penal do caso do triplex em Guarujá (SP).

Em tese, o ex-presidente estaria enquadrado no artigo da Lei da Ficha Limpa que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados. No entanto, o pedido de registro e a possível inelegibilidade precisam ser analisados pelo TSE até 17 de setembro.

(Agência Brasil)

Bolsonaro diz ao TSE que ser réu não o impede de disputar eleição

O deputado e candidato à Presidência da República Jair Bolsonaro (PSL-RJ) enviou hoje (29) sua defesa contra a manifestação de um advogado que pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que negasse o registro do candidato, por ser réu em ações penais em curso no Supremo Tribunal Federal (STF). Para o político, isso em nada o impede de concorrer e mesmo de assumir o cargo, caso vença a eleição.

O advogado Rodrigo Phanardzis Âncora da Luz, autor da notícia de inelegibilidade, argumentou ao TSE que a Constituição prevê o afastamento do presidente por 180 dias caso ele se torne réu, motivo pelo qual alguém que já tenha esse status jurídico não poderia assumir a Presidência, se eleito.

A argumentação tem como base decisão do STF, de dezembro de 2016, quando o plenário da Corte definiu que réus não podem substituir o presidente caso figurem na linha sucessória.

Para a defesa de Bolsonaro, o mesmo entendimento não poderia ser aplicado ao vencedor de uma eleição majoritária, pois este se encontra coberto pela “expressão máxima da soberania popular”, diferentemente daqueles que eventualmente figurem na linha sucessória. E, por essa razão, argumenta a defesa que para o afastamento do presidente é necessário um complexo processo de anuência pela Câmara dos Deputados e pelo próprio Supremo.

“Aplicar o afastamento de antemão, a candidatos, significa a criação de uma inelegibilidade fora do âmbito legal, além de ferir o princípio da legalidade e da presunção da inocência, pode afetar todo o processo eleitoral, criando mais insegurança jurídica”, argumenta a defesa de Bolsonaro.

A defesa ressaltou ainda que os crimes dos quais o deputado é acusado no STF – injúria e apologia ao estupro – não estão incluídos no rol previsto pela Lei da Ficha Limpa, e que, mesmo condenado, ele não se tornaria inelegível.

Bolsonaro é alvo ainda de uma segunda notícia de inelegibilidade protocolada por outro advogado, sob o argumento de que o candidato violou a legislação eleitoral ao pedir votos em um templo religioso no Rio de Janeiro.

O vice-procurador-geral-eleitoral Humberto Jacques somente dará seu parecer em ambos os casos após as manifestações da defesa. O relator do registro de candidatura de Bolsonaro é o ministro Napoleão Nunes Maia.

A previsão é de que o TSE julgue todos os pedidos de registro de candidatura até o dia 17 de setembro. Até o momento, nove já foram aprovados: Vera Lúcia (PSTU); Cabo Daciolo (Patriota); Guilherme Boulos (PSOL); João Amoêdo (Novo); Marina Silva (Rede); Ciro Gomes (PDT); Álvaro Dias (Podemos); Henrique Meirelles (MDB) e João Goulart Filho (PPL). Faltam Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Eymael (DC); Geraldo Alckmin (PSDB) e Jair Bolsonaro (PSL).

(Agência Brasil)

Candidato Gonzaga, do PSTU, vai abrir a propaganda eleitoral gratuita nesta sexta-feira

A propaganda eleitoral gratuita do rádio e da TV no Ceará, será aberta, nesta sexta-feira, com Francisco Gonzaga, candidato a governador pelo PSTU. Confira demais postulantes, conforme ordem liberada pelo Tribunal Regional Eleitoral pós-sorteio:

Para o cargo de governador seguem a ordem do primeiro dia de programa e os tempos:

1º – Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU) – Francisco das Chagas Gonzaga: 9″;

2º – Partido da Causa Operária (PCO) – José Mikaelton Carantino Costa: 9″;

3º – Partido Social Liberal (PSL) – Hélio Góis Ferreira Neto: 10″;

4ª – FRENTE DE ESQUERDA SOCIALISTA (PSOL/PCB) – Ailton Lopes (PSOL): 17″;

5ª – POR UM CEARÁ CADA VEZ MAIS FORTE (PT / PDT / PP / PSB / PR / PTB / DEM / PC do B / PPS / PRP / PV / PMN / PPL / PATRI / PRTB / PMB) – Camilo Sobreira Santana (PT): 6’18”;

6ª – TÁ NA HORA DE MUDAR (PSDB / PROS) – Guilherme Cals Theophilo Gaspar de Oliveira (PSDB): 1’55”.

TSE autoriza flexibilização do horário eleitoral e beneficia Bolsonaro e Marina Silva

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu autorizar uma espécie de flexibilização no horário eleitoral da propaganda de candidatos à Presidência da República, anunciou na noite desta terça-feira, 28, a presidente da Corte Eleitoral, ministra Rosa Weber. A flexibilização vale apenas para os oito presidenciáveis que terão direito a menos de 30 segundos por bloco, que terão de fazer um acordo entre si sobre a compensação de tempo. A informação é da Veja Online.

O horário eleitoral começa a ser veiculado nesta sexta-feira, 31. A publicidade dos presidenciáveis por blocos será exibida às terças, quintas e sábados.

A proposta de acumulação de tempo foi apresentada pelo Instituto Brasileiro de Direito Eleitoral (Ibrade), que defende a possibilidade de os partidos com pouco espaço no horário eleitoral “juntar” os poucos segundos a que tem direito por bloco diário para acumular um tempo de 30 segundos.

Ou seja: um candidato que tem apenas 5 segundos por bloco poderia abrir mão de aparecer cinco vezes no horário eleitoral com o objetivo de acumular tempo e, na sexta oportunidade, ser veiculada uma propaganda partidária de 30 segundos (ao invés de seis peças diárias de 5 segundos cada). “Proponho o acolhimento em parte das sugestões apresentadas, deixando a cargo dos partidos e coligações a realização de um acordo de compensação de tempo”, disse Rosa Weber.

Dos 13 postulantes ao Palácio do Planalto, oito terão menos de 30 segundos por bloco de propaganda eleitoral, entre eles Marina Silva (Rede), que terá direito a dois blocos (um pela tarde, outro à noite na TV) de 21 segundos cada. O candidato do PSL à Presidência, Jair Bolsonaro, por sua vez, terá direito a dois blocos diários de oito segundos cada.

Além de Marina e Bolsonaro, terão menos de 30 segundos outros seis candidatos: Cabo Daciolo (Patriota), Guilherme Boulos (PSOL), João Amoêdo (Novo), João Goulart Filho (PPL), José Maria Eymael (Democracia Cristã) e Vera Lúcia Pereira da Silva Salgado (PSTU).

No enfrentamento com a Globo, Bolsonaro se deu bem

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Rivais de Jair Bolsonaro (PSL) monitoraram a reação de eleitores que simpatizam com ele à entrevista no Jornal Nacional, da Globo. Segundo informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta quarta-feira, as pesquisas qualitativas mostraram que o clima de enfrentamento no estúdio foi aplaudido, e que as falas sobre o chamado kit gay e a defesa de uma polícia letal foram os pontos altos.

Analistas da XP enviaram relatório a investidores ainda nessa terça (28). “[Ele] Não só sobreviveu, como conseguiu defender pontos de seu programa”, assinalaram no texto.

Os publicitários que avaliaram as pesquisas qualitativas ressaltam que Bolsonaro acertou ao ironizar a imprensa escrevendo na mão esquerda uma cola absolutamente legível com as palavras “Deus”, “família” e “Brasil” para exibir durante a entrevista ao JN.

Com o gesto, o presidenciável fez graça do noticiário que registrou que ele havia anotado temas a serem explorados no último debate na TV. Entre os dele, a zombaria fez sucesso.

(Foto – Reprodução de TV)

Vereador dos Progressistas declara voto a Salmito nas redes sociais

Com a segunda maior bancada da Assembleia Legislativa do Ceará, atualmente com sete parlamentares, os Progressistas (antigo PP) perderam uma liderança forte em Fortaleza, diante do anúncio nas redes sociais do vereador Dr. Eron Moreira à candidatura de Salmito Filho, do PDT. Para a Câmara Federal, Dr. Eron anunciou o voto para o correligionário Antonio José.

Com quase 8,1 mil votos em Fortaleza, na última eleição, o médico-oftalmologista Eron afirma que o apoio a Salmito fortalece o projeto político no Ceará.

(Foto: Divulgação)

TSE nega pedido para obrigar cobertura de Lula em telejornais

Por 6 votos a 1, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu nessa terça-feira (28) negar pedido feito pelo PT para que as emissoras de televisão façam a cobertura da campanha presidencial do partido.

O TSE julgou o recurso da coligação O Povo Feliz de Novo, composta pelo PT, PCdoB e PROS, que tem o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva como candidato à presidência e o ex-prefeito de São Paulo Fernando Haddad como vice.

Antes da decisão desa terça-feira, o ministro Sergio Banhos tinha rejeitado o mesmo pedido de forma individual.

Lula está preso desde 7 de abril na sede da Superintendência da Polícia Federal (PF) em Curitiba, em função de sua condenação a 12 anos e um mês de prisão na ação penal do caso do triplex em Guarujá (SP). Para o PT, como candidato registrado no TSE, Lula tem direito de participar da cobertura jornalística das eleições.

Em tese, o ex-presidente estaria enquadrado no artigo da Lei da Ficha Limpa que impede a candidatura de condenados por órgãos colegiados. No entanto, o pedido de registro e a possível inelegibilidade precisam ser analisados pelo TSE até 17 de setembro.

De acordo com o PT, a TV Globo, Band, Record e SBT devem dar igualdade de condição a todos os candidatos por funcionarem por meio de concessões públicas. Segundo a legenda, Lula está liderando as pesquisas de opinião e também deve ter espaço destinado à cobertura jornalística dos atos de campanha.

Ao julgar o recurso, por 6 votos a 1, o colegiado seguiu voto de Banhos e entendeu que as emissoras não estão descumprindo as regras legais que impedem a concessão de tratamento privilegiado a candidatos no rádio e na televisão.

Segundo o ministro, “circunstâncias pessoais” impedem a cobertura jornalística da campanha do ex-presidente. Ele afirmou que “não há agenda a ser divulgada” por Lula. O entendimento foi acompanhado pelos ministros Luís Roberto Barroso, Tarcísio Vieira, Edson Fachin, Rosa Weber e Jorge Mussi.

(Agência Brasil)