Blog do Eliomar

Categorias para Eleições 2018

É importante eleitor saber como Bolsonaro votou, diz TSE

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O ministro do Tribunal Superior Eleitoral, Sérgio Silveira Banhos, negou um pedido de direito de resposta do candidato a presidente Jair Bolsonaro (PSL) contra a campanha de seu adversário, Fernando Haddad (PT). Bolsonaro argumentava que o petista estava utilizando frases e posicionamento seus fora de contexto.

A reclamação da defesa de Bolsonaro era contra propaganda do PT que estaria “maculando a honra e proferindo mentiras contra o candidato”. A lista apresenta votos do candidato do PSL contra direitos dos trabalhadores, proteção às pessoas com deficiência, direitos de empregadas domésticas e o programa “Bolsa Família”, por exemplo.

A Procuradoria-Geral Eleitoral se manifestou a favor do pedido de resposta de Bolsonaro.

A campanha de Haddad disse que os anúncios tinham o intuito de “divulgar posicionamento adotado pelo candidato opositor, o que faz parte do debate eleitoral”, negando irregularidade.

(Com Portal Uol)

O que será da democracia brasileira?

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Com o título “O que será da democracia brasileira?”, eis artigo de Marcelo Uchoa, professor e doutor em Direito da Unifor. Ele questiona como Bolsonaro conseguiu a façanha de estar na disputa presidencial e chega a observar: “Uma resposta plausível para a pergunta é que instituições políticas e sociais, como legislativo, judiciário, executivo, partidos políticos e imprensa, apenas para citar algumas, falharam no cumprimento de seus papeis.” Confira:

Após a eleição do presidente Donald Trump nos Estados Unidos a pergunta sobre se a democracia será realmente capaz de se perpetuar passou a ser seriamente conjecturada. A vitória de um personagem assumidamente avesso a valores democráticos num país que se tornou espelho para a democracia ocidental (não pelo fato de ser a democracia ideal, mas pelo fato de conseguir persistir no tempo) foi mote para bons estudos sobre o tema, caso de Como as democracias morrem, dos professores de Harvard, Steven Levitsky e Daniel Ziblatt, e Como a democracia chega ao fim, de David Runciman, professor da Universidade de Cambridge, publicados no Brasil, respectivamente, pelas editoras Zahar e Todavia.

Nenhum dos dois estudos apresenta uma resposta à questão-chave formulada, mas ambos reconhecem que a vida de uma democracia depende, essencialmente, da crença do tecido social no próprio sistema como melhor modelo para si. Não existe um padrão uniforme de democracia para todas as nações, uma vez que elementos culturais, políticos e sociais diferem de país a país, mas o modelo em aplicação precisa ser efetivamente reconhecido pela correspondente sociedade como válido e legítimo.

Para que uma democracia vingue, as instituições de poder precisam conhecer bem seus papeis, prerrogativas e limites. Saber vencer e saber perder em processos eleitorais são qualidades fundamentas a quem disputa, assim como também o são a maturidade de certas instituições sociais, como partidos políticos, imprensa, etc., para a contenção do ranço político sistêmico e a permanência da crença nas instituições como pilares fundamentais à sustentação democrática.

O fenômeno do fake news é um atentado contra o bom jogo. Divulgação de mentiras, instilação do medo, evocação do desrespeito às instituições políticas e sociais são debilidades diametralmente opostas à ideia democrática, mas as consequências do fenômeno podem ser minimizadas, desde que o poder público, por exemplo, através da Justiça, ou da sociedade civil, na figura da imprensa, saibam fazer sua parte no esquadro democrático, moderando o equilíbrio social e garantindo a divulgação de informações de conteúdo honesto. Não se pode, todavia, ignorar a influência da internet na vida presente, muito menos a situação, há anos alertada pelo filósofo Umberto Eco, de que a massificação das redes sociais deu voz a uma legião de imbecis – considerando que o filósofo partiu deste plano para o outro sem vivenciar que alguns dos que ganharam voz via internet obteriam forças para alcançar literalmente o poder, a começar pelo próprio Donald Trump nos Estados Unidos.

Trazendo a discussão para o Brasil, é possível claramente identificar na candidatura de Jair Bolsonaro sinais insofismáveis de antidemocratismo e propensão para o autoritarismo: adoção de discurso político de desqualificação adversária pautado em mentiras, considerando-lhe como inimigo a ser eliminado, a fim de instilar a violência de partidários; colocação em xeque da legitimidade do processo eleitoral, tudo fazendo para desidratar a crença nas instituições, especialmente nos poderes constituídos; ataque deliberado às minorias e maiorias historicamente discriminadas, procurando estimular o ódio sistêmico; não respeito mínimo às regras do jogo democrático, por exemplo, escapando de debates e se escondendo atrás de fake kews, possivelmente financiados, segundo denúncias, por verbas ilícitas de caixa 2.

Mas, afinal de contas, como é que uma pessoa dessas, com tantos atributos negativos, pode chegar à presidência da República através do voto popular? A situação no Brasil é mais espantosa que nos Estados Unidos, porque lá Donald Trump figurou como outsider da política, um supostamente bem-sucedido empresário do país, custasse o que custasse sua “bem-sucedida” carreira, que, teoricamente, jamais participara diretamente da vida política (apesar de que a iniciativa privada norte-americana, assim como a brasileira, jamais prescindiu de lobbies e representação política). No Brasil, ao contrário, Jair Bolsonaro, em que pese a imensa capacidade de captação econômica (à parte as denúncias de Caixa 2 é um ex-militar escorado na vida política há quase trinta anos, que sequer esconde a intenção de manter boa parte da família sustentada no sistema.

Uma resposta plausível para a pergunta é que instituições políticas e sociais, como legislativo, judiciário, executivo, partidos políticos e imprensa, apenas para citar algumas, falharam no cumprimento de seus papeis. Partidos falharam ao não saber perder e questionar o resultado de eleições legítimas em 2014, dando azo para que movimentações de rua financiadas por setores econômicos interessados em subverter a agenda social do governo, direcionados pela ode do imperialismo internacional, se inflamassem, falhando, também, ao promoverem ações políticas insidiosas no parlamento, buscando unicamente a desestabilização do governo legítimo – perderam o norte. Destroçado o legislativo, a Justiça, que deveria garantir o equilíbrio entre as instituições de poder, permitiu a quebra da normalidade institucional ao avalizar o impeachment fraudulento de 2016, proposto contra a chefe do executivo federal (nesse âmbito, até mesmo a Ordem dos Advogados do Brasil capitulou à chantagem legislativo-partidária), calando-se, posteriormente, face o temor de ser censurado pela grande plateia do teatro midiático nacional, diante dos arroubos promovidos por integrantes isolados de seu poderoso sistema (judiciário e ministério público), situação que vem persistindo até as presentes eleições, sendo vistos pululando seletividade judicial de um lado, e, de outro, complacência com retórica explosivamente antipolítica e ações eleitorais assombrosamente dolosas – as instituições de poder perderam o centro. Por fim, falhou também a imprensa, monopolizada por grandes grupos econômicos, cuja ação, durante anos a fio, se deu em permissividade, porque não dizer cooperação, com a promoção e divulgação de notícias desonestas, igualando-se, no ideário da sociedade, aos mesmos fake news que busca, agora, desesperadamente, tolher – as instituições sociais perderam o sul. Nesta complexa seara não seria razoável afirmar que o executivo também não tenha tido culpa no cartório. Lógico que teve, sobretudo porque permitiu que querosene se convertesse em incêndio, mas seus equívocos foram menos por ação, mais por omissão no desiderato do desastre.
Enfim, o que pode acontecer com a democracia brasileira se o candidato Jair Bolsonoro vier a vencer? Há, certamente, mais perguntas do que respostas na cabeça de qualquer um que reflita sobre essa questão, o que naturalmente não é bom sinal. Qualquer coisa, desde a caça arbitrária aos adversários até o fechamento do Congresso Nacional, segundo já propalado pelo candidato, ou o ataque ao STF, consoante explicitado pelo herdeiro deputado federal, tudo dali se pode esperar, porque nada, absolutamente nada, vindo de si é possível prever. Eis uma prova de que a democracia brasileira está à beira do precipício, o futuro da nação é imprevisível caso o candidato se sobressaia vitorioso.
A esperança, porém, é de que isso não aconteça. Que siga mantida, no futuro, a possibilidade de continuar-se refletindo sobre o tema, resultando-se na abstração de melhores definições sobre os papéis das instituições reais, civis e de poder. “Para que nossa esperança seja mais que a vingança, seja sempre um caminho que se deixa de herança”, como diria Ivan Lins. Em outros termos, para que os erros sirvam de aprendizado e suplantados por acertos em benefício da democracia. Uma democracia que não seja medida apenas pelo tempo de continuidade do modelo institucional, mas, sobretudo, pelos resultados materiais que logre efetivamente a promover em favor do conjunto da população, sobretudo de seus segmentos mais sofridos. É preciso acreditar nisso, é preciso lutar por isso.

Marcelo Ribeiro Uchôa
Advogado e Professor Doutor de Direito da Universidade de Fortaleza/UNIFOR

Bolsonaro unirá o Brasil?

Com o título “Bolsonaro unirá o Brasil?”, eis artigo do jornalista Hélio Gurovitz. No texto ele diz; “O discurso que desperta paixões, escandaliza e faz sucesso eleitoral não funcionará se ele quiser governar num clima de paz para todos os brasileiros, inclusive os derrotados.” Confira:

Em condições normais, as declarações do deputado Eduardo Bolsonaro dizendo que bastam “um cabo e um soldado” para fechar o Supremo Tribunal Federal (STF) seriam tomadas pelo que foram: uma figura de linguagem sem cabimento, um exagero retórico, uma piada de péssimo gosto, um arroubo infeliz. Ele pediu desculpas, o pai pediu desculpas, todos se retrataram.

Em condições normais, o caso se encerraria aí. Mas não vivemos condições normais. Quatro ministros do STF, entre eles o presidente Dias Toffoli, viram a público repudiar a manifestação, revelada num vídeo gravado em julho. A reação desproporcionai só se justifica pelo clima de apreensão ante o compromisso de um futuro governo de Jair Bolsonaro com as instituições democráticas.

Não é a primeira vez, nem provavelmente será a última, que palavras descabidas sobre essas instituições saem do grupo mais próximo a Bolsonaro. No mesmo domingo em que veio à tona o arroubo de Eduardo, seu pai fez à distância um discurso em que trata o partido rival de “gangue”, chama o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva de “cachaceiro de Curitiba”, ameaça o adversário, Fernando Haddad, de “apodrecer na cadeia”, diz que a polícia fará “valer a lei no lombo” da “petralhada” e coisas do tipo.

Nada que espante quem se acostumou a acompanhar as declarações de Bolsonaro nas últimas décadas. Mais preocupante, em seu discurso, foi a ameaça velada à imprensa e ao jornal Folha de S.Paulo, que publicou uma denúncia contra sua campanha no WhatsApp semana passada. “Vocês não terão mais verba publicitária do governo”, disse. “Imprensa livre, parabéns. Imprensa vendida, meus pêsames.”

Nesse ponto, Bolsonaro não inventou nada. A divisão da imprensa em duas alas – uma que “merece” a liberdade; outra que “merece” punição – é um item clássico dos discursos autoritários, a começar pela ditadura na Venezuela, que parece obcecar os brasileiros nesta eleição.

O uso da publicidade do Estado para agradar “publicações amigas” e punir a imprensa que incomoda tabém é tática conhecida. No Brasil, quem a aperfeiçoou e a levou a um nível de sofisticação inédito foi o PT, que Bolsonaro tanto critica, financiando com verbas públicas uma rede de blogs e o noticiário paralelo tecendo loas a Lula e ao partido.

Enquanto isso, a imprensa profissional sobreviveu, pois, ao contrário do que prega a lenda que circula pelas redes sociais, não depende de verbas do Estado. Não fosse o jornalismo profissional, não teria havido as duas principais denúncias de corrupção que resultaram na prisão de Lula: o caso do triplex no Guarujá foi revelado pelo jornal O Globo; o do sítio em Atibaia, pela Folha de S.Paulo.

Isso não significa que a imprensa seja infalível. A própria denúncia contra a campanha de Bolsonaro está apoiada em evidências frágeis. Outros veículos dificilmente publicariam uma reportagem naqueles termos. As investigações se encarregarão de desvendar a realidade.

Divergências e atritos desse tipo estão na natureza do trabalho jornalístico num regime de liberdades. A “mídia” que age como um bloco, onde jornalistas seguem orientações de cima qual marionetes, só existe na fantasia conspiratória da propaganda a serviço de interesses políticos.

A competição feroz pode conduzir a erros, corrigidos à medida que a cobertura evolui. A possibilidade de erros é intrínseca à liberdade. Na imagem do juiz Warren Burger, da Suprema Corte americana, a Constituição não determina que a imprensa seja boa, mas que seja livre. Para fiscalizar os poderes. Quem quer jornalismo sempre acanhado, dócil e submisso são candidatos a autocratas. Numa democracia, funciona de outro jeito.

Não há, por enquanto, nenhum sinal de que as frases de Bolsonaro resultarão em algo além daquilo a que se destinam: inflamar a massa de eleitores que o apoia cegamente. Mas é importante que, depois de domingo, ele entenda que o jogo mudará.

Bolsonaro não será mais um candidato que corre por fora da raia da política bem-comportada e precisa escandalizar para despertar a paixão e simpatia em seus eleitores. Ocupará o principal cargo no Executivo da República. Será o presidente de todos os brasileiros, inclusive os cerca de 40% que, segundo as pesquisas, não votarão nele e não deixarão de discordar dele quando acabarem as eleições.

Ou bem ele demonstra estar à altura das instituições democráticas – entre elas, STF e imprensa –, ou bem respeita a liturgia do cargo para conseguir unificar e governar todo o país, ou então o Brasil viverá um clima de divisão na sociedade e tensão política sem precedente, cujo resultado ninguém pode crer que será positivo.

*Hélio Gurovitz,

Jornalista e colunista da Época e  Estado de S. Paulo.

*Leia mais sobre o tema no O POVO aqui.

Camilo reúne parlamentares eleitos e pede empenho na campanha pró-Haddad

Cerca de 40 deputados estaduais e federais eleitos – e alguns não reeleitos, participaram, nesta manhã de terça-feira, de um café da manhã com o governador Camilo Santana (PT).

No encontro, o chefe do executivo estadual apresentou seus agradecimento pelo apoio à sua reeleição e, também , pediu empenho de todos na campanha de segundo turno pró-Fernando Haddad no Estado.

Com o governador, estavam ainda o senador eleito Cid Gomes (PDT) e José Guimarães (PT), coordenador estadual da campanha de Hadad no Ceará.

Camilo conclui assim agenda de reuniões com parlamentares. Nessa segunda-feira, ele recebeu um grupo de vereadores de Fortaleza com esse mesmo objetivo. A ordem é derrotar Bolsonaro.

*Entre os parlamentares não reeleito que compareceram: Chico Lopes (PCdoB), Antonio Balhmann (PDT), Odorico Monteiro (PSB), Mário Hélio (Patriota), Tomas Holanda (PPS) e Ferreira Aragão (PDT).

(Foto – Divulgação)

Cid apoia Haddad, mas evita atos de campanha com medo da vaia dos “babacas”

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Depois daquela sua cobrança pública por mea culpa do PT, o senador eleito Cid Gomes (PDT) não quer saber de eventos pró-Haddad que contem com a militância petista.

Em entrevista à jornalista Naiana Gomes, no O POVO desta terça-feira, Cid deu o porquê: “Quero evitar a possibilidade de vaia, o que já aconteceu.”

Na prática, quer evitar confronto com os “babacas” do PT.

(Foto – O POVO)

Carlos Lupi confirma apoio crítico a Haddad. Mas nada de subir no palanque

O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, reiterou, no O POVO desta terça-feira, o “apoio crítico” ao candidato a presidente da República pelo PT, Fernando Haddad.

“Vamos votar no Haddad, mas a direção não vai se envolver na coordenação de campanha”, disse Lupi para a jornalista Naiana Gomes.

Com isso, o dirigente pedetista reforça a tese de que o partido já pensa longe: em 2022. Com Ciro Gomes voltando a disputar a Presidência. Embora o ex-ministro tenha dito que essa foi sua última vez nesse tipo de peleja.

(Foto – Paulo MOska)

Sucessão de falas radicais do clã Bolsonaro ajuda articulação pró-Haddad

A sucessão de falas radicais do clã Bolsonaro (PSL) deu tração à tentativa do PT de organizar uma frente a favor de Fernando Haddad (PT) na reta final da eleição. É o que informa a Coluna Painel, da Folha de S.Paulo desta terça-feira.

Depois de Eduardo Bolsonaro tecer comentários sobre o fechamento do STF, e Jair, o patriarca, insinuar perseguição a opositores em discurso na av. Paulista, ala do PSDB decidiu discutir a elaboração de um manifesto. Um aliado dos petistas resumiu: com seus rompantes, os Bolsonaro vão construir a aliança que Haddad não conseguiu.

O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso participa das discussões sobre o documento em defesa do Estado Democrático de Direito. Haddad telefonou para ele nessa segunda-feira (22). O PT também previa um telefonema ao ex-governador Geraldo Alckmin (PSDB).

Ministros do Supremo que já estavam estupefatos com a fala de Eduardo Bolsonaro também manifestaram incômodo com os termos do discurso de Jair Bolsonaro. “Até aqui, seguiram a regra do jogo. Se usarem o poder para perseguir adversários, usaremos mecanismos legais”, disse um integrante da corte.

Camilo Santana: “O próximo presidente, independente de quem seja, terá que exercitar o diálogo”

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O governador Camilo Santana (PT) afirmou, nesta terça-feira, em entrevista à Rede CBN, que o próximo presidente, seja quem for, terá que exercitar o diálogo. “O Brasil não cabe mais viver com ódio ou intolerância!”, disse o chefe do executivo cearense, lembrando que, na sua primeira eleição, obteve 53% dos votos e agora chegou a quase 80% de sufrágios porque apostou no diálogo e no respeito aos adversários.

Camilo reiterou que votará em Haddad porque só consegue enxergar no petista condições para que se tenha um Brasil sem intolerância e em paz. Chegou a criticar, como fez o senador eleito Cid Gomes (PDT): O PT cometeu erros e era importante ter reconhecido que houve erros”.

Sobre Jair Bolsonaro, disse que chegou a ficar assustado com declaração do postulante do PSL avisando que não trataria bem governador que não fosse seu aliado.

“Aqui no Ceará sempre tratei todos os 184 prefeitos com respeito, liberando obras..” Camilo observou que o próximo presidente precisa e deve agir com diálogo e adotando postura institucional e republicana. “O próximo presidente tem que respeitar as urnas!”, acentuou.

(Foto – Fabio Lima)

O discurso da vitória de Jair Bolsonaro

Se vencer mesmo a eleição no próximo domingo, conforme indicam as pesquisas, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, pretende fazer um discurso de conciliação na noite da vitória — como é de praxe.

Mas, em nenhum momento, vai citar o PT ou chamar seus dirigentes para conversar, informa o jornalista Lauro Jardim, colunista do O Globo.

(Foto – Reprodução de TV)

Ciro chega sexta-feira só para votar em Haddad?

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Da Coluna Eliomar de Lima, no O POVO desta terça-feira (23):

O ex-ministro Ciro Gomes desembarcará em Fortaleza na sexta-feira (26), após curta temporada de descanso na Europa. Não se sabe ainda se terá recobrado o ânimo para se engajar nos últimos atos da campanha pró-Fernando Haddad, mas espera-se que tenha amenizado sua frustração com relação ao PT.

Ciro chegou a acreditar na hipótese de que poderia ser o candidato, no segundo turno, apoiado pelos petistas e tendo Fernando Haddad como vice, o que queria o governador Camilo Santana e até o ex-governador baiano Jaques Wagner (PT).

Mesmo distante da campanha, acabou deixando por aqui seu recado aos companheiros não só pela arribação aeroportuária, mas via seu irmão, Cid Gomes. Ou alguém está convicto de que o senador eleito falou cobrando mea culpa do petismo sem conversar antes com o mano mais velho?

Grupo de empresários que soma 32% do PIB nacional anuncia apoio a Jair Bolsonaro

Empresários das áreas química, automobilística, têxtil, de maquinário, construção civil, aço e siderurgia prestaram apoio, nessa segunda-feira (22), ao candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro. O grupo de dez empresários liderado pelo deputado federal Onix Lorenzoni (DEM-RS), apontado como possível futuro ministro da Casa Civil, assinou um manifesto em favor do presidenciável.

“Os setores industriais que representam 32% do PIB industrial e geram 30 milhões de empregos diretos e indiretos e R$ 250 bilhões em pagamento de impostos colocam-se a favor do diálogo com o candidato Jair Messias Bolsonaro (PSL) na Presidência da República para encontrar caminhos para a retomada do desenvolvimento da indústria, crescimento do país e geração de empregos”, diz o texto.

Em uma foto postada na conta de Bolsonaro no Twitter e na página dele no Facebook, o candidato agradece o apoio. Os empresários seguram a carta compromisso, firmada na casa do presidenciável, na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.

“Hoje me reuni com muitos empresários de diversos setores do Brasil! Deixo o registro de uma destas produtivas reuniões. Vamos juntos livrar o Brasil das garras ideológicas da esquerda”, diz o texto postado nas redes sociais.

Participantes

Estiveram presentes no encontro os representantes Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), da Associação Brasileira de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), da Associação de Comércio Exterior do Brasil (AEB), Associação Nacional de Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), da Associação Brasileira da Indústria Têxtil e de Confecção (Abit), Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC), do Instituto Aço Brasil e da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan).

Os executivos em destaque na foto, postado nas redes sociais, são Fernando Figueiredo (Abiquim), Marco Polo de Mello Lopes e Sergio Leite de Andrade (Aço Brasil), José Augusto de Castro (AEB), Sérgio Leite de Andrade (Usiminas/Aço Brasil), Cristiano Buarque Franco Neto (Firjan) e Fernando Pimentel (Abit).

O presidente executivo do Instituto Aço Brasil, Mello Lopes, elogiou o estado de saúde do candidato do PSL, que há 45 dias levou uma facada no abdômen. “Prazer em vê-lo com saúde”, disse Mello Lopes. Bolsonaro respondeu: “Passei maus momentos, mas eles se deram mal”.

(Com Agência Brasil)

Ciro chega sexta-feira só para votar em Haddad?

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O ex-ministro Ciro Gomes desembarcará em Fortaleza na próxima sexta-feira, após curta temporada de descanso na Europa. Não se sabe ainda se terá recobrado o ânimo para se engajar nos últimos atos da campanha pró-Fernando Haddad, mas espera-se que tenha amenizado sua frustração com relação ao PT.

Ciro chegou a acreditar na hipótese de que poderia ser o candidato, no segundo turno, apoiado pelos petistas e tendo Fernando Haddad como vice, o que queria o governador Camilo Santana e até o ex-governador baiano Jaques Wagner (PT).

Mesmo distante da campanha, acabou deixando por aqui seu recado aos companheiros não só pela arribação aeroportuária, mas via seu irmão, Cid Gomes.

Ou alguém está convicto de que o senador eleito falou cobrando mea culpa do petismo sem conversar antes com o mano mais velho?

(Foto – Facebook)

Temer pede que ministros passem informações para a transição de governo

O presidente Michel Temer disse, nessa segunda-feira (22), que a transição entre o seu governo e o próximo, será “muito tranquila”. Em reunião com alguns de seus principais ministros, no Palácio do Planalto, ele afirmou que várias áreas do governo já prepararam os dados para apresentarem ao governo eleito, que será conhecido no próximo domingo (28).

O presidente reiterou que o ministro-chefe da Casa Civil, Eliseu Padilha será o coordenador do processo e centralizará a transição. “Nós faremos uma transição muito tranquila. Essa transição já está sendo equacionada, muitos dados já foram formatados pelas várias áreas de governo. Mas eu pretendo centralizar esta transição na figura do chefe da casa civil, Eliseu Padilha”.

Além de Padilha, participaram da reunião o ministro da Fazenda, Eduardo Guardia; de Minas e Energia, Moreira Franco; de Direitos Humanos, Gustavo do Vale Rocha; da Secretaria-Geral da Presidência da República, Ronaldo Fonseca, e Carlos Marun, da Secretaria de Governo.

Temer determinou a todos os integrantes do seu governo repassem as informações de suas áreas para Padilha, para não prejudicar o novo governo. “Eu acho que se falarmos muito esparsamente pode ocorrer algum equívoco que será prejudicial para o novo governo. Peço para todos aqueles que aqui estão […] que ao dialogarem tragam o diálogo para o ministro-chefe da Casa Civil. Essa centralização que estou determinando é fundamental para que haja um diálogo muito produtivo entre quem chega e quem sai”.

Enquanto o novo presidente da República não é conhecido, o governo atual discute internamente a transição. A partir de amanhã (23) Padilha fará reuniões com os outros ministros para verificar a produção de dados para apresentar à equipe do novo governo.

O processo de transição não será conduzido no Palácio do Planalto. Ocorrerá no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), localizado a seis quilômetros da Praça dos Três Poderes.

(Agência Brasil)

Globo ainda aguarda resposta de Bolsonaro para o debate

Apesar do candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, já ter decido não participar dos debates presidenciais, a Rede Globo ainda não foi avisada oficialmente. A informação é da Coluna Radar, da Online.

Caso Bolsonaro confirme à emissora que não irá mesmo debater, uma possibilidade é fazer uma sabatina com Fernando Haddad.

A outra opção é não ter qualquer programação com os candidatos.

Marina anuncia apoio crítico a Haddad

A candidata da Rede à Presidência da República no primeiro turno, a ex-ministra Marina Silva informou, nesta segunda-feira (22), que dará “voto crítico” ao candidato do PT, Fernando Haddad. Após o primeiro turno, a Rede Sustentabilidade já havia recomendado aos filiados que não votassem em Jair Bolsonaro (PSL).

Ao embasar seu apoio, Marina afirmou que votará em Haddad porque este “não prega a extinção dos direitos”, nem a repressão aos movimentos. “A política democrática deve estar fortemente aliançada no respeito à Constituição e às instituições, exercida em um ambiente de cultura de paz e não violência”, disse.

“Outro motivo importante para a definição e declaração de meu voto é a minha consciência cristã, valor central em minha vida. Muitos parecem esquecer, mas Jesus foi severo em palavras e duro em atitudes com os que têm dificuldade de entender o mandamento máximo do amor.”, completou.

Críticas

Em texto divulgado pelas redes sociais, Marina ressaltou que a frente democrática e progressista defendida por Fernando Haddad não se mostrou capaz de inspirar uma aliança ou mesmo uma composição política. A ex-ministra destacou que alianças só são viáveis “em um ambiente de confiança em que, diante de inaceitáveis e inegáveis erros, a crítica é livre e a autocrítica é sincera.”

“Mantém o jogo do faz de conta do desespero eleitoral, segue firme no universo do marketing, sem que o candidato inspire-se na gravidade do momento para virar a própria mesa, fazer uma autocrítica corajosa e tentar ser o eixo de uma alternativa democrática verdadeira”, argumentou.

Por outro lado, Marina Silva criticou o projeto defendido por Jair Bolsonaro, que, segundo ela, “atenta contra o interesse da sociedade e o futuro do país”, além de promover “a incitação sistemática ao ódio, à violência, à discriminação”.

“[Há] risco imediato para três princípios fundamentais da minha prática política: primeiro, promete desmontar a estrutura de proteção ambiental conquistada ao longo de décadas, por gerações de ambientalistas, fazendo uso de argumentos grotescos, tecnicamente insustentáveis e desinformados. Chega ao absurdo de anunciar a incorporação do Ministério do Meio Ambiente ao Ministério da Agricultura”, afirmou. “É melhor prevenir. Crimes de lesa-humanidade não têm como se possa reparar”, completou.

Oposição democrática

Apesar de criticar os dois candidatos e assegurar que se manterá em “oposição, independentemente de quem seja o próximo presidente do Brasil”, Marina disse que seu posicionamento é “simbólico”, já que obteve votação inexpressiva no primeiro turno da eleição presidencial.

“Cada um de nós tem, em sua consciência, os valores que definem seu voto. Sei que, com apenas 1% de votação no primeiro turno, a importância de minha manifestação, numa lógica eleitoral restrita, é puramente simbólica. Mas é meu dever ético e político fazê-la”, afirmou.

“Darei um voto crítico e farei oposição democrática a uma pessoa que, ‘pelo menos’, e ainda bem, não prega a extinção dos direitos dos índios, a discriminação das minorias, a repressão aos movimentos, o aviltamento ainda maior das mulheres, negros e pobres, o fim da base legal e das estruturas da proteção ambiental, que é o professor Fernando Haddad”, concluiu.

Haddad

Após a divulgação do apoio deMarina, o presidenciável Fernando Haddad usou o Twitter para agradecer à ex-adversária.

“O voto de Marina Silva me honra por tudo que ela representa e pelas causas que defende. Nossa convivência como ministros foi extremamente produtiva e até hoje compartilhamos amizades de brasileiros devotados à causa pública. Esse reencontro democrático me enche de orgulho”, afirmou Haddad.

(Agência Brasil)

Bolsonaro passará por uma terceira cirurgia em dezembro

O vice é o General Mourão.

Um mês e meio após o ataque que sofreu, o candidato do PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, prepara-se para, em dezembro, ser submetido à terceira cirurgia, desde que levou uma facada, no início de setembro, durante ato de campanha em Juiz de Fora, Minas Gerais. Será uma operação para restabelecer o trânsito intestinal, abrindo a incisão, na qual ele levou 35 pontos, e retirando a colostomia – uma espécie de bolsa que funciona como intestino externo.

Os detalhes da terceira cirurgia foram revelados em reportagem especial levada ao ar pela TV Record. A equipe da emissora acompanhou o exame médico, na semana passada, e conversou com especialistas. Segundo os jornalistas , a recuperação após a operação é de uma semana a 10 dias.

Bolsonaro foi esfaqueado pelo mineiro Adélio Bispo Oliveira, que está preso em Campo Grande.

Na reportagem da Record, o candidato aparece sorrindo. “Tô me sentindo muito bem em casa e bem tratado”, afirmou o candidato, que fez duas cirurgias: a primeira, a laparoscopia, para estancar a hemorragia e a segunda, para a colostomia.

Nas redes sociais, ele comemorou hoje (22) à tarde o número de mais de 2 milhões de seguidores no Youtube.

(Agência Brasil)

Eleições 2018 – Ibope divulga pesquisa nesta terça; Datafolha, na quinta

Na próxima quinta-feira, o Datafolha vai divulgar a terceira pesquisa de intenção de voto para o segundo turno das eleições presidenciais. O levantamento foi encomendado pela Folha de S. Paulo e TV Globo. Já o Ibope divulgará sua segunda pesquisa para este segundo turno nesta terça, 23.

Fernando Haddad (PT) e Jair Bolsonaro (PSL) disputam a Presidência. No segundo turno, o militar da reserva obteve 46,03% dos votos válidos, enquanto o petista teve 29,28%. A votação para o segundo turno acontecerá n próximo domingo, 28.

(Com Agências)

“Eu já adverti o garoto!”, avisa Bolsonaro, após fala do filho sobre o Supremo

O candidato a presidente da República pelo PSL, Jair Bolsonaro, afirmou nesta segunda-feira (22) que o filho Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) errou e já foi advertido pelas declarações que vieram à tona neste
domingo (21) sobre a possibilidade de “fechar o STF” (Supremo Tribunal Federal). A informação é do Portal Uol.

Em entrevista ao SBT, gravada pela manhã, o candidato ao Palácio do Planalto buscou se distanciar da fala do filho, seu colega na Câmara dos Deputados, dizendo que a responsabilidade é do “garoto”. Eduardo tem 34 anos e foi eleito
para o segundo mandato como deputado com a maior votação da história.

“Eu já adverti o garoto. É meu filho. A responsabilidade é dele. Ele já se desculpou. Isso [o vídeo] aconteceu há quatro meses. Ele aceitou responder a uma pergunta que não tinha nem pé, nem cabeça, e resolveu levar para o lado desse absurdo aí”,

As declarações feitas em uma aula para concursos públicos em julho provocaram reações no meio jurídico e entre ministros do Supremo. O decano, Celso de Mello, chamou a fala de ‘inconsequente e golpista”. Sem citar Eduardo nominalmente, o ministro do STF, Alexandre de Moraes, disse nesta segunda que as declarações do deputado são
“absolutamente irresponsáveis” e defendeu que a Procuradoria-Geral da República abra uma investigação contra o parlamentar por crime tipificado na lei de segurança nacional.

Nesta segunda, ele reconsiderou sua posição. “Até fui pesado com o garoto, né?

‘Quem fala isso, tem que buscar um psiquiatra’. E ele já assumiu a responsabilidade, repito, se desculpou. E no que depender de nós, obviamente, essa é uma página virada na história”, declarou. “Repito: o garoto errou, foi advertido, e vamos tocar o barco”, pediu Bolsonaro.

 

“Violência no Brasil já passou da linha do absurdo!” diz Bolsonaro

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O candidato pelo PSL à Presidência da República, Jair Bolsonaro, recebeu hoje (22) o ministro do Tribunal Superior do Trabalho (TST), Ives Gandra da Silva Martins Filho. O encontro ocorre às vésperas do segundo turno, no momento em que há uma tensa discussão em torno do comentário do deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do candidato, sobre o fechamento do Supremo Tribunal Federal (STF).

Ontem (21), ao comentar a hipótese, Bolsonaro foi categórico em sua afirmação. “Se alguém falou em fechar o STF, precisa consultar psiquiatra.” Apesar da negativa, a polêmica permanece. A expectativa é que o presidente do Supremo, Dias Tóffoli, manifeste-se em nome dos 11 ministros da instituição.

Nas redes sociais, o candidato preferiu concentrar a atenção no combate à violência. Segundo ele, todas as instituições têm de trabalhar em prol das demandas da sociedade. Bolsonaro disse que a “violência no Brasil já passou da linha do absurdo”. “Com uma presidência, o Congresso e demais órgãos públicos atendendo essa demanda da população, sem dúvida, todos ganharíamos.”‬

“A violência no Brasil já passou da linha do absurdo há muito tempo e, quanto mais recuamos, mais os criminosos avançam, e eles sabem disso. Leis, normas e diretrizes colocam cada dia o cidadão mais vulnerável a quem quer praticar um crime”, diz o candidato em um post fixo no Twitter, também reproduzido no Facebook.

Sem entrar em detalhes, o candidato defendeu mudanças nas ações de defesa dos direitos humanos. “Somente transformando a cultura da defesa de direitos humanos que defende somente o direito de quem não era para ter tal representatividade excessiva é que iniciaremos o verdadeiro desenvolvimento social e econômico em nosso país.”

Otimismo

Logo cedo, Bolsonaro demonstrou otimismo em relação à possibilidade de vitória no próximo domingo (28). Nas redes sociais, ele aproveitou para criticar, de forma indireta, os partidos que usam vermelho como cor oficial.

“Estamos iniciando a última semana a caminho de, se Deus quiser, nossa nova Independência! Vamos tirar o Brasil do vermelho e devolvê-lo aos brasileiros.”

Mercosul

O candidato do PSL afirmou ter conversado, por telefone, com o presidente do Paraguai, Mario Abdo. Em um Twitter, reproduzido na conta de Bolsonaro, Abdo agradece a conversa e disse que ambos falaram sobre o fortalecimento das relações entre Brasil e Paraguai.

Depois do primeiro turno turno das eleições, Bolsonaro conversou com o presidente da Argentina, Mauricio Macri. Assessores de Macri elogiaram o diálogo, informando que havia confiança do governo argentino nos avanços do Brasil.

(Agência Brasil)