Blog do Eliomar

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Aeroporto de Fortaleza em clima de São João

No saguão do aeroporto de Fortaleza, a Prefeitura de Maracanaú (Região Metropolitana de Fortaleza), está divulgando, com grupo tocando forró pé-de-serra, seu São João. Mas as principais atrações são cantores sertanejos, de pagode e do forró elétrico.

No próximo dia 16, por exemplo, será a vez do show de Luan Santana. Já no dia 21, na programação,a dupla Matheus e Kauan.

(Vídeo – Paulo MOska)

Tudo pronto para o Grande Arraiá Pé de Serra dos Bancários

O Sindicato dos Bancários do Ceará vai promover nesta sexta-feira, a partir das 20 horas, o “Grande Arraiá Pé de Serra do Botequim dos Bancários”. A festança, segundo o diretor Tomás de Aquino, promete muito arrasta pé, com direito a brincadeiras, quadrilha improvisada e comidas típicas.

A programação será aberta pela cantora Rose de Salles, que fará tributo à música de raiz nordestina, interpretando sucessos de Luiz Gonzaga, Elba Ramalho, Dominguinhos, Jackson do Pandeiro e Marinês, com direito a resgatar o xote e o baião. O show começa por volta das 20 horas, mas já a partir das 19h haverá música mecânica para animar os que forem chegando ao arraiá.

Após Rose de Salles, a quadrilha Lumiar de Santa Clara chega para fazer a festa, prometendo uma apresentação para encher os olhos e envolver os convidados.

Para encerrar a noite a alegria de Os Januários, com o xote tradicional, baião e o verdadeiro forró pé de serra aliado a novos arranjos com sonoridade própria, porém sem perder a identidade do ritmo. No repertório, os irmãos Nilsinho e Juninho Gomes homenageiam nomes da cultura popular como Gonzagão, Três do Nordeste, Trio Nordestino, Dominguinhos, Flávio José, Jackson do Pandeiro e outros.

Sorteio

Além de comidas típicas e bebidas a preço de custo, os bancários sindicalizados que se cadastrarem na entrada da festa concorrem ainda ao sorteio dos vales-conta, realizado entre as duas apresentações.

SERVIÇO

*Sindicato dos Bancários do Ceará – Rua 24 de Maio, 1289 – Centro de Fortaleza.

*Entrada gratuita.

*Mais Informações -(85) 3252-4266.

*Produção – O querido amigo Alexandre Maia (jovenstardesdedomingo@hotmail.com) e (85) 99914-0264 (TIM) Whatsapp.

Camilo e Onélia surpreendem no forró durante a Feirart

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Quem pensa que o governador Camilo Santana não possui jogo de cintura, certamente ficaria surpreso com o show de Camilo e Onélia Santana, nessa sexta-feira (17), durante a 55ª Feira de Artesanato do Ceará (Feirart), na Praça Luiza Távora, na Aldeota. Ao som de “todo tempo para mim é pouco”, Camilo e Onélia mostraram que são bons no forró.

A feira reúne mais de 200 artesãos expositores de 86 municípios. O evento, que será encerrado neste sábado (18), comemora o Dia do Artesão, celebrado neste domingo (19). A programação conta com oficinas para o público de areia colorida, fibra vegetal e argila, shows, além da entrega de equipamento de informática para entidade artesanal.

Samyra Show faz apresentação bem especial no Grand Shopping

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A cantora Samira Show vai se apresentar nesta quarta-feira, a partir das 18h30min, no estacionamento do Grand Shopping, em Messejana. Durante o evento, que será gratuito e com capacidade máxima limitada, serão arrecadados alimentos não perecíveis para doação.

Com 20 anos de estrada e participações importantes em algumas bandas do cenário forrozeiro, Samyra promete muitos sucessos da carreira em sua apresentação. Músicas como “Coração Apertado”, “O Mundo Girou”, “Alta Tensão”, “Chama Ela” e entre outros não ficarão de fora do repertório.

Uma tropa de fãs?

FORTALEZA, CE, BRASIL, 18-10-2016: Solange Almeida, cantora da banda Aviões do Forró, prestou depoimento na sede da Policia Federal, no bairro de Fátima. A primeira fase da operação "For All" foi deflagrada na manhã desta terça-feira pela Polícia Federal em conjunto com a Receita Federal (Foto: Aurélio Alves/ESPECIAL O POVO)

Um fato chamou a atenção quando Solange Almeida, da banda “Aviões do Forró”, deixava a sede da Polícia Federal, em Fortaleza, após depor na Operação For All: agentes federais que a acompanharam até o carro, tentavam barrar a visão da mídia para flashes.

DETALHE – Essa Operação investiga possíveis sonegações de impostos no mundo das bandas e seus shows no chamado forró de plástico.

(Foto – Aurélio Alves)

Bandas de forró – Hora de afinar o ritmo com o fisco

Com o título “Indústria do forró terá que se reorganizar”, eis o Editorial do O POVO desta quarta-feira. Aborda o caso da Operação For All que detectou sonegação de imposto de renda nos negócios de grandes bandas como Aviões do Forró. Essa indústria cultural terá que se reestruturar. Confira:

De grande relevância econômica, a indústria do entretenimento no Ceará tem nos shows de forró e similares um de seus principais eixos. Ao longo dos últimos 15 anos, esse setor alcançou um alto nível de profissionalização, superou os limites regionais e tornou o Ceará uma referência nacional no show business. Estão aí os casos da banda Aviões do Forró e Wesley Safadão como exemplares.

Porém, havia notórias evidências de que os empresários que atuam no ramo se moviam na penumbra da informalidade. Os shows, eventos e produtos relacionados ao forró, ao mesmo tempo em que geraram empregos e riqueza, se ancoraram em uma contabilidade criativa que, segundo as investigações oficiais, escondeu do fisco uma grande parte dos ganhos financeiros.

Os fatos vieram à tona a partir da deflagração pública da Operação For All, sob a responsabilidade da Polícia e da Receita Federal. No entanto, o que se viu ontem na primeira fase da Operação (sinal de que virão outras) foi apenas a consequência de quase quatro anos de investigações silenciosas.

A riqueza rápida ostentada por muitos que atuam no ramo já chamava a atenção. O setor é pródigo em situações que favorecem a sonegação e a lavagem de dinheiro. É facílimo controlar o movimento de vendas de uma loja de eletrodomésticos, mas é dificílimo controlar a bilheteria de um show de forró.

Assim como está acontecendo a partir da Lava Jato, o primeiro bom fruto da Operação For All será a reorganização administrativa, financeira e contábil do setor. Os riscos impõem uma conduta condizente com as leis brasileiras. O adequado é que os empresários que atuam nesse dinâmico ramo da economia modernizem suas práticas e evitem a ambição do dinheiro rápido e fácil.

Não há dúvidas de que a For All foi um duro golpe no setor. O prejuízo é grande não apenas por causa dos bloqueios de contas de pessoas jurídicas e físicas ou por causa do processo legal que certamente os alvos da investigação irão responder. Quem atua nessa área sabe que imagem positiva é fundamental. É muito provável que grandes players patrocinadores vão rever suas posições. É o preço a se pagar.

PF e Receita Federal realizam Operação “For All”

A Polícia Federal do Ceará cumpre, nesta manhã de terça-feira, com a participação de 260 homens, mandados de condução coercitiva e mandados de busca e apreensão em empresas ligadas a bandas de forró e entretenimento.

A operação, batizada de “For All”, investiga a sonegação de pelo menos R$ 500 milhões e é realizada em conjunto com a Receita Federal.

Os mandados estão sendo cumpridos em duas grandes produtoras de eventos do Ceará.Os nomes ainda não foram revelados, porque a investigação corre em segredo de justiça.

A PF informa que dará entrevista coletiva na tarde desta terça-feira.

Dona Zefinha abrirá o XII Festival Música da Ibiapaba

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O grupo Dona Zefinha vai abrir, às 21 horas do próximo sábado, o XII Festival Música na Ibiapaba. A apresentação ocorrerá no patamar da Igreja Matriz de Viçosa do Ceará. A banda residente em Itapipoca, encabeçada por Orlangelo Leal, levará para o público o show “Invocado que só”, baseado no livro-CD “Invocado – um jeito brasileiro de ser musical” do jornalista Flávio Paiva e produção musical de André Magalhães.

Com toda a programação gratuita, incluindo atividades formativas e shows, o XII Festival Música na Ibiapaba vai se estender até o próximo dia 30 em Viçosa do Ceará, em outras oito cidades da Região da Ibiapaba e em Sobral (Zona Norte). A realização é da Secretaria da Cultura do Estado (Secult), com a Fundação Educacional Silvestre Gomes.

(Foto – Divulgação)

Grupo “Cacimba de Aluá” fará giro pelos festões juninos do Nordeste

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Dilson Pinheiro, cantor, compositor, produtor cultural e apresentador de televisão, além de cabra da peste, está feliz.

O seu grupo “Cacimba de Aluá”, que toca o legítimo forró pé-de-serra, fechou uma série de participações em vários festões juninos pelo Nordeste.

A partir de junho, o grupo circulará, por exemplo, Pernambuco e Bahia, sob o comando da sanfona do mestre Fábio Duarte. Para Dilson, uma conquista, dentro de um cenário hoje tomado pelo chamado forró eletrônico.

E por falar em… forró

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Com o título “Precisamos falar de forró”, eis artigo do jornalista Henrique Araújo. Ele fala de forró, de preconceito e de conceitos. Confira:

Causa espanto que o forró ainda cause espanto. Quer dizer, não é que o gênero seja propriamente uma novidade. Se você tem entre zero e 100 anos, é morador de Fortaleza ou de quaisquer dos outros 183 municípios cearenses, anda de ônibus, a pé ou de carro, conhece o rico universo semântico das topiques e terminais, mas também o dos consultórios médicos e salões de beleza, certamente já ouviu um forró tocando. Se gostou ou desgostou, não interessa. Mas que ouviu, ouviu.

Causa espanto que, causando espanto, o forró, a despeito de sua onipresença entre nós, seja pronta e boçalmente classificado como um gênero musical cuja apreciação dispensa o sofisticado repertório estético envolvido na escuta de outros tipos de música, como o jazz, a clássica, o rock, o blues etc. A quem se põe a ouvir forró, diz o fiador da qualidade e árbitro da alta cultura, basta uma coisa: ter ouvidos. Desconfio de que, lá no coração quentinho das verdades cristalinas onde repousa a noção sacrossanta de bom-gosto, habita um elitismo mal-disfarçado.

Causa espanto ainda maior o fato de que, para muita gente – pretensos artistas ou apenas amigados da arte, gente que se sente artista por osmose apenas por frequentar um ambiente artístico –, a única relação possível que se possa estabelecer com um gênero musical popular como o forró seja a mediada pela ironia. Ou seja, eu estaria, sim, autorizado gostar dessa não chancelada por dez gatos-pingados, desde que, numa espécie de pedido de autorização prévio, eu desse uma piscadinha de olhos safadamente irônica, sinalizando que, embora tudo faça crer que eu esteja realmente gostando do que escuto, na verdade, eu não estou. E assim todos nós poderíamos dormir felizes com a nossa fulgurante bagagem cultural, cheia de livros lidos pela metade, discos apanhados no ar e diretores franceses conhecidos de ouvir falar.

É como se devêssemos nos ajoelhar no milho e pedir perdão, contritos, sempre que levarmos a sério um assunto que, em tese e segundo um cânone particular tão ortodoxo quanto o de qualquer igreja ou culto milenarista, não seja merecedor de dez linhas impressas num jornal tradicional como este em que escrevo agora. Entendem a gravidade desse raciocínio? É, na raiz, uma violência, real e simbólica.

Os xucros deseducados podem ouvir forró à vontade enquanto sacolejam num Parangaba-Papicu ou se divertem num posto de gasolina da Dom Luís. Afinal, eles não têm alternativa senão se submeter à penitência de curtir uma música que, na real, eles não curtiriam se tivessem a sorte de conhecer um som genuinamente qualificado. Como o blues, essa música que nasceu em bares frequentados por negros, desempregados e toda sorte de gente marginalizada. A nós, pessoas catequizadas nos manuais de etiqueta cool, só resta a melancolia cínica do consumo irônico do forró nas baladinhas descoladas da noite fortalezense. Lá, com a permissão que apenas nosso grupo social confere, dançamos forró sem nos perguntarmos por que diabos esse tipo de música está tocando.

Causa espanto que o forró ainda tenha que pedir licença e, de cabeça baixa, entrar pela porta do elevador de serviço no seleto condomínio dos que fazem a verdadeira cultura, essa que, apesar dos ares modernosos, ainda usa óculos de pince-nez, suspensório e se ressente a cada safadeza ou avião que estoura nos rádios.

“Quinteto do Violado” fará show em Fortaleza. Hora de homenagear Dominguinhos

quinteto

O Quinteto Violado realizará show em Fortaleza. Será na próxima sexta-feira, no Teatro Via Sul, com repertório que homenageará Dominguinhos. O show também contará com a participação do sanfoneiro Cezzinha, herdeiro musical de Dominguinhos, e do percussionista Raminho.

A apresentação faz parte da turnê nacional que vai percorrer 11 capitais brasileiras mostrando a obra de Dominguinhos e a versatilidade do Quinteto Violado, que também assina a direção musical do espetáculo.

O Quinteto

O grupo formado por Dudu Alves (teclados e voz), Marcelo Melo (violões e voz), Roberto Medeiros (bateria, percussão e voz), Ciano Alves (flautas e violão)e Sandro Lins (baixo) recebeu em 2014 o “Prêmio da Música Brasileira, como Melhor Grupo Regional do Brasil” pela quarta vez, e a indicação ao “GRAMMY LATIN 2014”, além de receber a “Ordem do Mérito Cultural” do MINC pela importante contribuição a música do Brasil.

O Quinteto Violado surgiu em Pernambuco em 1971. Desde a estreia, traçava um novo caminho para MPB com o estilo FREE Nordestino, onde se utilizam da influência da música do mundo sem perder a essência nordestina.

Instituto do Câncer do Ceará promove arraiá sob o ritmo da solidariedade

O Instituto do Câncer do Ceará vai realizar, no próximo dia 11, a partir das 20 horas, no Clube Náutico, o X Arraiá da Casa Vida, organismo que abriga pacientes em tratamento no ICC.

Os ingressos já estão à venda na sede do ICC e no Clube Náutico, ao preço de R$ 20,00. Entre as atrações, o grupo “Mastruz com Leite”.

SERVIÇO

Casa Vida – Rua Papi Júnior, 1048 – Rodolfo Teófilo
(85) 3288.4671 / 3288.4466

 

Petista reclama e Câmara revoga Dia do Forró proposto por "vereador do Safadão"

Foi derrubado pela Câmara Municipal o projeto do vereador Wellington Saboia (PSC) que instituía 6 de janeiro como dia oficial do Forró em Fortaleza. A proposta, aprovada nessa quarta-feira (15), foi arquivada nesta quinta-feira (16), após o ex-presidente da Casa, Acrísio Sena (PT), reivindicar paternidade da ideia. Segundo o petista, lei de sua autoria de março de 2011 já estabelece o dia 13 de dezembro como dia do Forró no Município.

A proposta de Wellington – vereador que ficou famoso após receber apoio do cantor Wesley Safadão em sua eleição e usar a alcunha de “vereador do Safadão” – fazia referência ao nascimento do compositor cearense Messias Holanda. Já a proposta do ex-presidente faz referência ao aniversário do sanfoneiro Luiz Gonzaga – data em que se comemora o dia nacional do Forró. Entre Messias e Gonzagão, prevaleceu o rei do baião, que nasceu em Pernambuco.

“O Dia Municipal do Forro já é lei desde 2011, em proposta de autoria nossa”, disse Acrísio em seu perfil no twitter. A mensagem foi endereçada ao perfil oficial da Câmara Municipal, bem como para uma série de veículos de imprensa da Capital.

Nas redes sociais, houve quem fizesse piada com a situação: “dia 13 de dezembro e 6 de janeiro ficam perto. É melhor emendar e fazer logo um mês todo do Forró”.

(O POVO Online)

Exposição no Palácio do Planalto presta homenagem a Luiz Gonzaga

Luiz Gonzaga, o “Rei do Baião” será homenageado nesta segunda-feira, no Palácio do Planalto. Isso, quando a presidente Dilma Rousseff fizer a entrega da Ordem do Mérito Cultura (OMC), edição de 2012. A cada edição da OMC uma personalidade é homenageada e Gonzagão, no ano do seu centenário de nascimento, não poderia passar em branco.

Paralelo a homenagens, haverá a exposição “O Imaginário do Rei – Visões sobre o Universo de Luiz Gonzaga”, que ocupará espaços no térreo do Palácio do Planalto. Esculturas, xilogravuras e até roupas relacionadas à vida e à obra do compositor popular e instrumentista estão entre os itens da exposição que será aberta nesta terça-feira.

A exposição, que terá também fotografias, CDs e livros sobre Luiz Gonzaga, vai até dia 5 de dezembro e tem entrada gratuita,  de segunda a sexta-feira, das 9 às 18 horas e, aos domingos, das 9h30min às 14h30min.

Cantor Diassis Martins é atração na Expoece 2011

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O cantor Diassis Martins é atração na abertura da Expoce 2011, a partir das 18 horas deste domingo, no Parque de Exposições da Secretaria do Desenvolvimento Agrário do Estado. Diassis é nome dos mais respeitados no Estado por difundir o forró pé-de-serra e tradições do povo nordestino.

EXPOECE

A previsão é de um público visitante de 270 mil pessoas durante os sete dias do evento e de um volume de negócios em torno de 12 milhões e 500 mil reais. Esses são alguns dados que demonstram a pujança da Expoece 2011, a exposição agropecuária de Fortaleza que chega à sua 57a edição e será aberta às 16 horas de domingo, dia 2.Tem também uma previsão de 1.800 animais para julgamento, 4.900 animais participantes, 550 expositores, 300 expositores de animais e 250 “stands” oficiais e privados. Quem expõe entusiasmado esses números é o presidente da Associação dos Criadores do Ceará, Paulo Hélder Braga, que ultimamente tem se dedicado com afinco à organização da Expoece ao lado da executiva da entidade Rejane Bastos.

Neste ano junto com a Expoece  acontecerá a Expobrasil – Exposição Nacional de Santa Inês e Anglonubiano com a realização de quatro leilões. Haverá a Feira Estadual da Agricultura Familiar e “shows” musicais com bandas de renome nacional, além de forró Pé de Serra e manifestações culturais, atividades que serão complementadas com parque de diversões, casa de mel, pesque e pague, casa de farinha/engenho, fazendinha, bodega, restaurantes e bares. A Expoece estará aberta à visitação pública durante toda a próxima semana no Parque de Exposições da Secretaria de Agricultura.