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Jovens demais para morrer

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Em artigo no Observatório da Imprensa, o jornalista Luís-Sérgio Santos narra a trajetória do fotógrafo cearense Luciano Carneiro. Confira:

Robert Capa e Luciano Carneiro trilharam caminhos relativamente paralelos, guardadas a diversidade geopolítica. Ambos, romperam suas fronteiras e viraram cidadãos do mundo. O primeiro inspirou o outro e ambos morreram jovens, no ápice da fama. Luciano Carneiro foi o primeiro fotógrafo de guerra do Brasil como enviado especial da revista “O Cruzeiro” para a guerra da Coreia, em 1951. Robert Capa foi o grande inspirador do fotógrafo Luciano Carneiro.

Em muitos momentos Luciano refez os caminhos de Capa. Por exemplo, a cobertura de uma guerra. Capa inventou a cobertura do jornalismo de guerra. Foi o pioneiro e o mais ousado. Pagou com a própria vida em acidente frugal, sem combate. Do mesmo modo Luciano. Piloto, morreu em um acidente aéreo às vésperas do Natal de 1959, como passageiro, em um voo de Brasília ao Rio de Janeiro, no retorno de uma pauta também frugal, lúdica.

A relação subjetiva que Luciano estabeleceu com Capa é um dos capítulos mais instigantes da biografia que estou escrevendo sobre o fotógrafo de ‘O Cruzeiro’. Há um enorme atavismo, uma intertextualidade ou, sem firulas acadêmicas, uma imitação de Luciano como homenagem e como superação — freudianamente falando — deste em relação a Capa. O que permanece é a admiração e o respeito.

Luciano construiu uma carreira de pouco mais de dez anos no momento em que nascia o fotojornalismo no Brasil, sob o guarda chuva dos Diários Associados e dentre dele, da revista ‘O Cruzeiro’ — essa arrojada estratégia de integração nacional levada a efeito pelo visionário e destemido Assis Chateaubriand.

No final dos anos 1940, Luciano Carneiro era repórter e fotógrafo do jornal Correio do Ceará, em Fortaleza, veículo fundado em 1915 mas adquirido por Chateaubriand em 1937 passando a fazer parte da poderosa rede nacional Diários Associados.

Inquieto e fascinado pelo jornalismo, o jovem de pouco mais de 1,70m de altura largou faculdade de Direito do Ceará para se dedicar totalmente ao jornalismo e, perifericamente, aos seus esportes preferidos, a aviação e o xadrez. O amor pela aviação foi potencializado a partir da amizade com Hélio Guedes, empresário e também presidente do Aeroclube do Ceará. O amor pelo xadrez cresceu na medida em que cobria os campeonatos desses esporte nas galerias do Náutico Atlético Cearense. O batismo de fogo de Luciano na aviação foi um voo de Fortaleza a Parnaíba e daí a Teresina, quando, ao ousar em quebrar seu “recorde” de altitude, se perdeu; Ainda bem que estavam à bordo o próprio Guedes e o instrutor de Luciano, seu xará Luciano Magalhães.

Luciano caiu nas graças do “desassombrado” — na expressão de Flávio Damm — Chateaubriand quando ganhou um concurso instituído pela revista ‘O Cruzeiro’ para premiar os melhores pilotos do Brasil. Saiu sozinho de Fortaleza rumo ao Rio de Janeiro pilotando um pequeno avião, no início dos anos 1940 quando, finalmente se mudou para o Rio de Janeiro.

Na edição de 2 de julho de 1937, a revista ‘Life’ publicou a foto que marcaria o início da carreira de Robert Capa como repórter de guerra, ‘Falling Soldier’ [Soldado Caindo]. A foto, aberta no alto da página 19, ilustra o editorial ‘Death In Spain: The Civil War has Taken 500,00 Lives In One Year’ — [“Morte na Espanha: A Guerra Civil levou 500.000 vidas em um ano”].

Seguiam-se, até a página 25, muitas fotos da guerra civil espanhola com legendas escritas por Ernest Hemingway. Sob a foto do “Soldado caindo”, lê-se: “A câmera de Robert Capa pega um soldado espanhol no momento em que ele é derrubado por uma bala na cabeça em frente a Córdoba” A famosa foto foi feita no 5 de setembro de 1936 em Cerro Muriano, bairro espanhol com parte do seu território no município de Córdoba e outra parte no município de Obejo.

Publicada primeiramente na revista semanal francesa ‘Vu’ de 23 de setembro de 1936 somente no ano seguinte saiu na influente ‘Life’ ilustrando o texto de Hemingway sobre a fratricida guerra (1936 a 1939). Anos mais tarde instalou-se uma polêmica ruidosa sobre a veracidade daquela que é a mais celebrada foto de guerra. Uma entre outras polêmicas que se seguiriam.

A segunda guerra mundial ampliava a notoriedade e o arrojo de Capa colocando-o no front juntamente com os soldados do 16º Regimento de Infantaria das Forças Armadas americanas no decisivo desembarque na Easy Red, em Omaha Beach — nomes e códigos criados pelos americanos —, no norte da França, região da Normandia.

A ruidosa ação produziu fotos “ligeiramente fora de foco”. A cobertura de Capa saiu na edição de 19 de junho de 1944 de ‘Life’, cuja capa era um retrato em plano médio do general Dwight D. Eisenhower sentado olhando para a câmera, mãos sobre uma mesa de trabalho, bandeira nacional ao fundo, com uma caneta na mão simulando estar escrevendo — um clássico clichê.

O artigo “Beachheads of Normandy” — algo como a ocupação estratégica da Normandia ou, simplesmente, “a invasão da Normandia” — era ilustrado com o material de Robert Capa da página 25 à página 29 daquela edição. Das 108 fotos feitas por Capa somente 11 sobreviveram ao acidente que destruiu o material. Dessas 11 fotos, ‘Life’ publicou 10.

Quando morreu, na Indochina, Capa já era um dos sócios da Magnum — a pioneira agência cooperativa de fotógrafos que ele ajudou a fundar na ressaca do pós guerra — mas estava a serviço da ‘Life’, de onde formalmente se desligou em 1947 para iniciar a cooperativa. “Ele era um grande amigo e um grande e muito bravo fotógrafo”, disse Ernest Hemingway à revista ‘Life’. A capa da edição exibia uma ilustração colorida de um prosaico alce em primeiro plano, em um campo aberto, tendo ao fundo mais quatro similares, em atos diversos. Era a chamada a série “O mundo em que vivemos”, iniciada há 10 edições.Robert Capa certamente deveria estar no lugar daquela ilustração mas nunca se sabe as motivações de um editor e de um publisher.

As revistas são muito menos perecíveis que os jornais principalmente devido a qualidade do papel e do acabamento mas também pelo conteúdo na maioria das vezes mais conjuntural se contrapondo à factualidade que predomina nos jornais. A vida útil das revistas e a quantidade média de leitores por exemplar é potencialmente muito maior que a dos jornais.

‘Life’ influenciou definitivamente o fotojornalismo no mundo e, em especial, ‘O Cruzeiro’. A hipótese de que ‘Life’ fundou o fotojornalismo é consistente.

Foi o Henry Luce, quando comprou a revista em 1936, quem escreveu a hoje antológica “missão”, dando as diretrizes do método profissional e seus altivos objetivos: “Ver a vida; Para ver o mundo; para testemunhar grandes eventos… para ver coisas estranhas… para ver e se surpreender”.

A missão de ‘Life” se espraiou nos trópicos.

“O Luciano era mais revolucionário, era mais questionador, estabelecia um diálogo crítico com [o chefe de redação da ‘O Cruzeiro’] Leão Gondim”, relembra Flávio Damm. Ele conta que Luciano defendia um formato mais retangular da fotografia no layout da revista na perspectiva dos 45 graus da visão humana.

Contemporâneos de Luciano Carneiro em ‘O Cruzeiro’, como Flávio Damm, todos eles lembram que a revista proporcionava condições de trabalho excepcionais, sem restrições de ordem financeira tanto para aquisição de novas tecnologias gráficas e fotográficas quanto para viagens em grandes coberturas e reportagens especiais. “Nós tínhamos liberdade para fazer qualquer coisa”, lembra Damm. “O laboratório era impecável, os fotógrafos não tinham limitação para fotografar”, lembra Luiz Carlos Barreto que começou como repórter na revista mensal ‘A Cigarra’, também dos Diários Associados, e, em 1950 passou a integrar a equipe de ‘O Cruzeiro’ na cobertura da Copa do Mundo. Cobriu também as copas de 1954, 1958 e 1962.

Quando voltaram da cobertura da Copa de 1958 na Suécia — onde o Brasil ganhou seu primeiro título mundial no futebol —, Luiz Carlos Barreto e Luciano Carneiro, estavam inebriados com o sucesso da agência Magnum, uma cooperativa internacional de fotógrafos fundada um ano antes por quatro fotógrafos: Robert Capa, Henri Cartier-Bresson, George Rodger e David “Chim” Seymour todos ainda demasiado marcados pela brutalidade da guerra recém finda.

Os fotógrafos da Magnum elevados ao status de ícones principalmente para seus colegas mundo afora.

Exemplares da ‘Life’ passeavam pelas mãos da redação de ‘O Cruzeiro’, idem da sua similar francesa, a revista ‘Paris Match’. Era uma inspiração e também uma projeção constantes. Muitas pautas surgiam a partir dali e, em alguns casos, até mesmo versões locais de temas publicados.

Um outro fotógrafo de guerra, William Eugene Smith, cumpriu papel crucial nessa atividade cobrindo embates sangrentos em meio ao fogo cruzado. Vítima de disparos em confronto de guerra, Smith passou dois anos se submetendo a cirurgias para tentar recompor parte da caixa óssea facial.

“Se eles fizeram nós também poderíamos fazer”, conta Flávio Damm traduzindo o espectro que irradiou um “aventureirismo” sobre a redação de ‘O Cruzeiro’.
— A partir dessas referências criou-se um ‘aventureirismo”. Íamos para os lugares de peito aberto… não tínhamos limitação , não tínhamos medo.

Mostro, em capítulo específico da biografia de Luciano Carneiro, que de todos os “aventureiros” ele foi infinitamente o mais ousado. Como primeiro fotógrafo de guerra do jornalismo brasileiro pulou de paraquedas na Operação Tomahawk junto com as tropas americanas no chão arrasado da guerra da Coreia. É fato que Joel Silveira e Rubem Braga reportaram batalhas da segunda guerra na Itália junto às tropas da Força Expedicionária Brasileira — FEB. Mas o diferencial de Luciano Carneiro na guerra da Coreia é especialmente a fotografia a despeito de ele escrever seus próprios textos. Ele estava lá quando o fato aconteceu.

Vejamos este cronograma bem resumido de algumas coberturas de Luciano Carneiro:

1951: Cobriu a sanguinária guerra da Coreia (1950 e 1953)
1951: Formosa, China
1953: Cobriu a coroação da rainha Elizabeth II
1953: Reportagem em Canudos resgatando a memória Antônio Conselheiro
1954: Em abril, entrevista e fotografa na cidade do Cairo, Muhammad Naguib, presidente do Egito
1954: Cobre a Copa do Mundo de Futebol ao lado de Indalécio Wanderley e Luiz Carlos Barreto em equipe chefiada por David Nasser.
1954: Cobriu Chatô e o MASP itinerante, em Milão.
1954: Cobre o VII Festival Internacional do Filme, em Karlovy Vary, cidade balneária na Checoslováquia.
1955: Em abril, ‘O Cruzeiro’ publica reportagens de Luciano Carneiro na África com Albert Schweitzer que construiu uma vila para atender leprosos na África Equatorial Francesa, hoje Gabão.
1955: Correspondente de ‘O Cruzeiro’ na Europa, cobre o Festival de Cannes com atrizes como Sophia Loren, Grace Kelly, Gina Lollobrigida, Doris Day, Brigitte Bardot, Esther Williams, Zsa Zsa Gabor, Gene Kelly. Uma belíssima foto de Dominique Wilms ocupou página inteira, sangrada, na revista ‘O Cruzeiro’.
1955: Paris, cobre a exposição ‘Archives de France’
1956: Mais uma de suas reportagens com jangadeiros no Ceará com fotos raras, coloridas.
1959: Cobriu a expulsão de Fulgêncio Batista pela revolução cubana com Fidel Castro com fotos exclusivas e entrevista com Fulgêncio e com Fidel Castro no calor do primeiro dia da tomada de Havana. São fotos dramáticas.

Luciano cobriu a guerra da Coreia com a 25ª. Divisão de Infantaria Americana. Os voos saiam de uma base de apoio no Japão. “Luciano Carneiro, o jovem repórter cearense de ‘O Cruzeiro’, único correspondente de guerra sul-americano na Coreia, consegue um feito sensacional saltando de paraquedas atrás das linhas comunistas”, exaltou ‘O Cruzeiro’ anunciando a chegada de Luciano Carneiro à Coreia.

Preparando-se para a nova empreitada, o piloto Luciano tomou aulas de paraquedismo com o campeão sul americano Charles Astor, pioneiro do paraquedismo e da ginástica acrobática no Brasil e, logo, deu seu primeiro salto, sozinho. No segundo salto, a “maquininha Leica de perdigueiro” estava em punho “fixando cenas espetaculares em pleno espaço”.

Em fevereiro, Luciano seguiu para o Japão onde cumpriu as etapas de exigências para, finalmente, obter o credenciamento para ir ao front.

Na cobertura seguinte, na União Soviética, refez, de certo modo, sozinho, o roteiro escrito por John Steinbeck (texto) e Robert Capa (foto) mostrando o dia a dia no bloco durante a guerra fria e publicado no livro ‘A Russian Journal’ (1948).

Minha pesquisa mostra a influência de Capa em Luciano e a influência da revista ‘Life’ em ‘O Cruzeiro’. Num dado momentos, o desenho desta se apropria das dimensões da ‘Life’, em tipografia em enquadramento das imagens.

Robert Capa, o fotógrafo que sobreviveu a muitos tsunamis, morreu “afogado” em copo d’água, ao pisar em uma mina terrestre na Indochina, em 25 de maio de 1954. Suas pernas ficaram dilaceradas, as mãos firmes seguravam a câmera. Estava com 41 anos.

José Luciano Mota Carneiro, um repórter ‘globetrotter’, morreu em um acidente, a colisão de caças da aeronáutica que invadiram o espaço aéreo de um avião de passageiros Viscount da Vasp que o trazia de volta de uma cobertura em Brasília juntamente com outros 42 passageiros no dia 22 de dezembro de 1959. Estava com 33 anos.

Não chegou a ver seu segundo filho que nasceu em março de 1960 para fazer companhia a Tatiana, a primogênita do casal Luciano e Maria da Glória Stroebel Carneiro.

Luis Sérgio Santos é professor do Curso de Jornalismo da Universidade Federal do Ceará

Casa Amarela inscreve para curso de férias na área da fotografia

A Casa Amarela Eusélio Oliveira inscreve para curso de férias na área da fotografia. As inscrições serão abertas na próxima segunda-feira, 3, e devem ser feitas presencialmente, por ordem de chegada, a partir das 8 horas, na secretaria da

No ato da matrícula é necessário portar RG, CPF e fotografia 3×4. A taxa de matrícula é única, no valor de R$ 400,00 e a idade mínima é de 16 anos.

O curso tem uma carga horária de 60 h e duração média de seis semanas. As aulas terão início no dia 8 de janeiro, de terça a quinta-feira, das 14h30min às 17h30min.

SERVIÇO

*CAEO – Aveida da Universidade, 2591 – Benfica.

*Mais sobre o curso de fotografia da CAEO, clique aqui.

Vem aí o Fotofestival Solar 2018

O Fotofestival Solar 2018 ocupará, de 5 a 9 de dezembro, o Centro Dragão do Mar e a Escola Porto Iracema das Artes com atividades artísticas e formativas em torno da fotografia e suas transversalidade nas Artes e Culturas. Serão cinco exposições fotográficas, feira e lançamentos de livros, ciclo de cinema, projeções, debates, oficinas e múltiplas ações.

Nessa primeira edição do evento que será bienal, o tema é “ABISMO “, idealizado pelo fotógrafo cearense Tiago Santana, dando direito à realização do Ifoto, em parceria com a Secretaria da Cultura do Estado e o Instituto Dragão do Mar.

É nesse clima de envolvimentos que será lançado no dia 8 de dezembro,  às 20h30min, no Anfiteatro Dragão Solar, o nacional Prêmio Chico Albuquerque de Fotografia para três categorias, e outras surpresas mais.

DETALHE – Convidados do Ceará, Brasil e do mundo, entre fotógrafos, artistas, escritores e músicos, curadores e expositores, se unem ao público (estimado em torno de 50 mil pessoas no período de atividades) para a ampla programação do Fotofestival com atrações que seguem até março de 2019 (mais no site: www.solarfotofestival.com).

SERVIÇO

*Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura – Rua Dragão do Mar 81, Praia de Iracema. Fones – (85) 3488 8600 / (85) 3488 8608

*Escola Porto Iracema das Artes – Rua Dragão do Mar, 160 – Praia de Iracema. Fones – (85) 3219 – 5865 / (85) 3219 – 5842

*Acesso gratuito

*Horário – Das 9 até 0h

(Foto – Ilustrativa)

Festival Verbo Ver homenageia o fotógrafo Celso Oliveira

Celso Oliveira será homenageado no festival.

Tudo pronto para o Festival Verbo Ver, que tem como tema central “Por que fotografar?”. Acontecerá de 14 a 18 de novembro em Fortaleza, numa realização da Imagem Brasil, com apoio do Governo do Ceará, através da Secretaria da Cultura – Lei de Incentivo Estadual – Edital Mecenas, por meio da Enel Distribuição Ceará. A abertura ocorrerá às 19 horas, na sede da Imagem Brasil, no bairro Aldeota.

Ao longo dos cinco dias o festival terá também: três palestras no Museu da Fotografia; sete workshops, sendo cinco no Porto Iracema das Artes, um na Imagem Brasil Galeria e um no Cuca Jangurussu; três Rodas de Conversa, duas na Imagem Brasil e uma no Hotel Sonata de Iracema; uma Feira Fotográfica e uma Foto Festa na Praça dos Leões. Tudo gratuito.

Inscrições

Até o dia 10, o festival recebe inscrições para a Convocatória de Mostra Cearense, que tem como tema “Por que fotografar?” Serão selecionados 25 autores, cujos trabalhos serão exibidos durante o evento e vão compor o Catálogo impresso e virtual do Festival. As obras selecionadas também serão projetadas em telão em espaços públicos em Fortaleza e Sobral (Zona Norte). Desta coletiva, todos os participantes receberão cachê.

Os autores dos dois melhores trabalhos indicados pela comissão serão contemplados com passagens para a Colômbia onde poderão participar da programação da Bienal de Fotografia de Bogotá, em 2019. Será também concedida ajuda de custos para cada premiado.

Homenagem

O fotógrafo Celso Oliveira será homenageado no festival com uma exposição que marca a abertura oficial do evento, no dia 15 de novembro, às 19h30min.

O festival conta com a parceria do Festival de Fotografia de Porto Alegre – FestFoto POA, Museu da Fotografia de Fortaleza, IFOTO – Instituto da Fotografia, Mulheres da Imagem Ceará e da Rede de Produtores Culturais da Fotografia no Brasil.

*Mais sobre Celso aqui.

SERVIÇO

Mais Informações – (85) 3261-0525 e (85) 98212-8808. www.verboverfestival.com.br. E-mail:
festivalverbover@gmail.com. Facebook: verboverfestival. Instagram: @verbo_ver_festival

(Foto – Divulgação)

Museu da Fotografia inscreve para o curso “Fotografia de rua”

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O fotógrafo Thiago Braga, nome que dispensa comentários, volta a ministrar a Oficina de Fotografia de Rua. O curso, que ocorrerá nos dias 20 e 21 deste mês de outubro, a partir das 14 horas, no Museu da Fotografia, vai apresentar os conceitos que definem a fotografia de rua, assim como suas características, técnicas e um rápido histórico através da produção de grandes mestres da área.

O aluno terá a chance de exercitar em sala todo o seu aprendizado e depois praticar em aulas externas. É voltado para quem ama viajar, se interessa por fotografia e tem noções básicas de fotometria e do uso do equipamento.

Outros pré-requisitos: Domínio do manuseio de exposição, velocidade e ISO. Prioridade de abertura e de velocidade, e uso do anel de exposição. É recomendado a alunos que possuam câmera fotográfica, preferencialmente DSLR ou mirroless.

SERVIÇO

*Pré-inscrição – inscrição@museudafotografia.com.br

*Investimento – R$ 60,00.

Curso vai expor sobre Cianotipia. Já ouviu falar?

“Vivência de Cianotipia” é o nome do curso que a Imagem Brasil Galeria vai abri, a partir do próximo dia 15 de setembro, das 9 às 17 horas. O público-alvo é a comunidade em geral, artistas, artesões, educadores, fotógrafos e demais interessados, com idade a partir de 14 anos. Esse processo de impressão está inserido num território da fotografia onde diversos campos de conhecimento se encontram. Quando se trabalha com a técnica, aprende-se a alinhar e reunir os saberes da química, física, da natureza e pensamento crítico através do fazer fotográfico.

“O objetivo do encontro é apresentar a Cianotipia como parte da história da fotografia e seus diálogos com a arte contemporânea, bem como sua utilização como instrumento pedagógico no ensino das artes visuais e suas possíveis relações com outras áreas de conhecimento”, explica Yan Belém, educador que ministrará o certame.

Na Vivência, Yan Belém vai demonstrar como preparar as soluções fotossensíveis e como gerar um negativo digital (demonstração). Vai também dar noções de exposição solar e da preparação dos papéis para impressão. Os participantes vão experimentar as possibilidades de impressão com o emulsionamento e secagem dos papéis e/ou tecidos; exposição e revelação química; análise dos resultados; e os desdobramentos do processo em meio da arte contemporânea.

O Educador

Yan Belém é autor e educador na linguagem fotográfica. Tem formação técnica em Cenografia pela EtdUFPA e formação livre em fotografia através de oficinas e workshops que participou em diversos equipamentos culturais de referência no Pará e no Ceará. Atua em ações educativas desde 2012, com a difusão dos primórdios da fotografia em projetos de arte educação nas capitais e interiores do Brasil. Atualmente se dedica aos estudos e experimentações com técnicas de impressão do Século XIX, produzindo conteúdos distribuídos pela marca Azul Nostalgia. Seu trabalho de fotografia documental está presente em diversas exposições e publicações coletivas no Brasil, França e Argentina.

SERVIÇO

*Imagem Brasil Galeria – Rua Rocha Lima, 1707, Aldeota, Fortaleza. As vagas são limitadas.

*Mais Informações – (85) 3261-0525 e 99930-0173 (WApp). Facebook: ImagemBrasilGaleria.

Um tempo para fotografia e arte contemporânea

O pesquisador e fotógrafo Osmar Gonçalves vai ministrar, a partir de terça-feira, 28, o curso “Fotografia e Arte Contemporânea – Um a abordagem teórica”. Em pauta, a interlocução com autores como Walter Benjamin, VilémFlusser, Roland Barthes, Susan Sontag, Hans Belting e Didi Huberman, trazendo para a discussão aspectos da história da arte e da fotografia, aprofundando a reflexão sobre esses campos no contexto contemporâneo.

A atividade e estende até 2 de outubro, sempre às terças-feiras, na Imagem Brasil Galeria, que assim comemora o mês da fotografia.

SERVIÇO

*Mais Informações – (85) 3261-0525

imagembrasilgaleria@gmail.com

Oficina de fotografia de celular volta neste fim de semana

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O professor e fotógrafo Thiago Braga retorna neste fim de semana com a oficina Fotografia de Celular, a partir das 13 horas deste sábado (21), em aulas de campo no Mercado Central e no Mercado dos Peixes. O curso será encerrado no domingo (22).

Para participar, o interessado deverá realizar uma pré-inscrição, por meio do e-mail inscricao@museudafotografia.com.br e o investimento será de R$ 150.

(Foto: Arquivo)

Que tal programar um bate-papo sobre fotografia?

“O processo de construção da narrativa, os resultados e significados” é o tema da conversa com a fotógrafa Ana Póvoas, neste sábado, 21, às 10 horas, na Imagem Brasil Galeria.

Nessa ocasião, ela vai abrir a exposição “A Casa do Ser”, título também do livro que lançou, em agosto do ano passado, em Goiás.

Ana nasceu no Rio de Janeiro e mora há duas décadas em Pirenópolis (GO). É formada em Comunicação Social pela UFC, tendo residido em Fortaleza de 1984 a 1996.

(Foto – Divulgação)

Vila das Artes inscreve para curso de Direção de Fotografia

O Núcleo de Produção Digital da Escola Pública de Audiovisual da Vila das Artes abriu as inscrições, nesta quarta-feira, para o curso “Direção de Fotografia – A Iluminação e a Cor” com o premiado diretor de Fotografia, Alziro Barbosa. As inscrições seguem até o dia 1º de agosto e podem ser realizadas por meio da ficha de inscrição online. As inscrições são gratuitas.

Serão 25 vagas para o público-alvo, composto por técnicos de televisão, camera-man, iluminadores, diretores de fotografia, assistentes, fotógrafos e cineastas. A proposta do curso é trabalhar os aspectos teóricos e práticos dos conceitos estruturais da imagem, da luz e da cor, dentro do contexto da direção de fotografia.

Já as aulas, segundo a assessoria de imprensa da Vila das Artes, ocorrerão nesse equipamento municipal nos dias 6 e 7 de agosto, das 9 às 18 horas e no dia 8 de agosto, das 9 às 13 horas, totalizando 20 horas de curso.

Perfil

O facilitador Alziro Barbosa é diretor de Fotografia, com graduação e mestrado em uma das mais importantes faculdades de Direção de Fotografia do mundo, o Instituto de Cinema Russo – VGIK (1988 a 1994). Atua no mercado brasileiro desde 1995, realizando longas metragens, comerciais, séries para a TV, documentários e curtas.

Alziro foi premiado em diversos festivais nacionais e internacionais e tem quatro prêmios de melhor Direção de Fotografia pela Associação Brasileira de Cinematografia (ABC).

SERVIÇO

* Ficha de Inscrição aqui.

(Foto – Divulgação)

Fotógrafo Luizinho Ferreira comemora 40 anos com exposição

O fotógrafo Luizinho Ferreira lançará, dia 28, às 20 horas, no Centro Cultural Belchior, seu livro “Quando éramos felizes…nem tanto.” Com relatos e fotos de quem completou 40 anos de cliques.

“Nesse livro, misturo histórias vividas, perpassando um relato biográfico e momentos históricos do País e de algumas instituições do Ceará!, diz o autor.

A obra traz fatos do período entre 1977 a 1989.

(Foto – Paulo MOska)

Fotojornalista egípcio receberá Prêmio Mundial de Liberdade de Imprensa Unesco-Guillermo Cano

O fotojornalista egípcio Mahmoud Abu Zeid, também conhecido como Shawkan, foi selecionado por um júri internacional independente de profissionais de mídia como o laureado do Prêmio Mundial de Liberdade da Imprensa UNESCO-Guillermo Cano 2018.

Shawkan está na cadeia desde 14/08/2013, quando foi preso durante a cobertura de uma manifestação na Praça Rabaa Al-Adawiya, no Cairo. No início de 2017, o promotor de seu caso supostamente pediu a pena de morte. O Grupo de Trabalho das Nações Unidas sobre Detenções Arbitrárias qualificou sua prisão e detenção como arbitrárias e contrárias aos direitos e às liberdades garantidos pela Declaração Universal dos Direitos Humanos e pelo Pacto Internacional dos Direitos Civis e Políticos.

“A escolha de Mahmoud Abu Zeid presta homenagem à sua coragem, resistência e compromisso com a liberdade de expressão”, disse Maria Ressa, presidente do júri.

O Prêmio será concedido no dia 02/05/2018, por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que este ano será celebrado em Gana e cujo tema é “De olho no poder: mídia, justiça e o estado de direito”.

O Prêmio reconhece uma pessoa, uma organização ou uma instituição que tenha contribuído de maneira excepcional para a defesa ou para a promoção da liberdade de imprensa, especialmente diante do perigo. O Prêmio é nomeado em honra de Guillermo Cano Isaza, o jornalista colombiano que foi assassinado em frente aos escritórios de seu jornal, “El Espectador”, em Bogotá, Colômbia, em 17/12/1986.

Os laureados do Prêmio UNESCO-Guillermo Cano recebem 25 mil dólares. O Prêmio é patrocinado pela Fundação Guillermo Cano Isaza (Colômbia), pela Fundação Helsingin Sanomat (Finlândia) e pelo Namibia Media Trust.

Caso não consiga visualizar o e-mail, acesse este link.

A Arte da Fotografia

O Sindicato dos Jornalistas do Ceará (Sindjorce) está com inscrições abertas, até o dia 16 de fevereiro, para o Curso de Fotografia “Como construir um repertório visual”. Com 20 horas/aula, a formação será facilitada pela fotógrafa Nely Rosa, com aulas teóricas e práticas, às terças, quintas e sábados, a partir do dia 20 de fevereiro. São 30 vagas disponíveis para Jornalistas profissionais, estudantes e amadores, informa o site da entidade.

Segundo Nely Rosa, a ementa do curso contempla o conceito básico de fotografia, profundidade de campo, distância focal, regra dos terços, velocidade do obturador, abertura do diafragma, entre outros pontos. “Faremos uma breve introdução e conceito sobre o surgimento da fotografia, além de apresentar as principais noções práticas e teóricas sobre a linguagem fotográfica como expressão visual”.

O objetivo é explorar o potencial narrativo da linguagem fotográfica, tendo como base os elementos estéticos da fotografia brasileira e mundial. “Vamos estimular os alunos com exercícios narrativos e práticos como forma de aguçar a percepção visual”, completa Nely, que é graduada em Publicidade pela Universidade de Fortaleza (Unifor).

Sobre a facilitadora

Fotógrafa cearense desde 1990, Nely Rosa atua neste campo prestando serviços para instituições públicas e empresas privadas do Estado e de forma independente em eventos sociais e culturais. Trabalhou como fotógrafa do Gabinete da Prefeitura Municipal de Fortaleza. Em 2011 montou a Galeria Mestre Rosa, iniciativa que reúne obras da nova geração de fotógrafos e artistas visuais cearenses, além de seu próprio trabalho.

SERVIÇO

O investimento é R$ 100,00 para jornalista sindicalizado em dia e estudante pré-sindicalizado e R$ 200,00 para demais interessados. O pagamento da inscrição pode ser feito via depósito bancário na conta do Sindicato dos Jornalistas Profissionais no Ceará, Caixa Econômica Federal, agência 1559, conta corrente: 868-8; pelo link do PagSeguro (abaixo); e por cartão de crédito ou débito:
*Pagamento para sindicalizado em dia ou estudante: https://pag.ae/bhs91Gl
*Pagamento para demais interessados: https://pag.ae/bhs91X5

*O comprovante de depósito deve ser enviado para o e-mail do evento: secretaria@sindjorce.org.br ou para o Fax: 85 3272-2966.

(Foto – Evilázio Bezerra)

O POVO fatura Prêmio ABEAR de Fotojornalismo

Evilázio recebe prêmio das mãos de Daniel Fisher, diretor da Bombardier.

A Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) premiou os vencedores da quinta edição do Prêmio ABEAR de Jornalismo, que aconteceu no Grand Mercure São Paulo Ibirapuera. As matérias se destacaram nas categorias Cargas, Competitividade, Experiência de Voo, Inovação e Sustentabilidade e Fotojornalismo, categoria essa criada especialmente para celebração de 5 anos da Associação. A ABEAR também premiou a Imprensa Setorizada e o Prêmio Especial Imprensa Regional, para as reportagens publicadas em veículos de fora do eixo Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo, e vencedor do Grande Prêmio ABEAR.
 Foram 176 matérias inscritas, de 17 estados da federação incluindo Distrito Federal, número recorde de participação, e foram entregues R$ 57 mil em prêmios.

Os premiados em cada categoria receberam também, além do certificado, o troféu do Prêmio Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) de Jornalismo, em reconhecimento ao conjunto de seus trabalhos.

Confira os premiados na categoria Fotojornalismo: Evilázio Bezerra, do O POVO (Fortaleza -Ceará)
• Hebert Fabiano Monfre de Oliveira, site É MAIS QUE VOAR (Várzea Grande – São Paulo)
• Marcos Rogério Zanutto do Carmo, Jornal Folha de Londrina (Paraná)
• Paulo Henrique de Souza Paiva, jornal Diário de Pernambuco (Recife -Pernambuco)

(Foto – Adir Santos /Jornal NH)

O POVO fatura Prêmio ABEAR de Fotojornalismo

O Jornal O POVO faturou o V Prêmio de Jornalismo da Associação Brasileira das Empresas Aéreas (ABEAR) na categoria “Fotojornalismo”. O repórter fotográfico Evilázio Bezerra ganhou a parada com esta bela imagem que captou no saguão do Aeroporto Internacional Pinto Martins. O título “As bagagens que temos que carregar em nossas vidas”.

Confira, abaixo, as matérias vencedoras por categorias e os respectivos autores:

Cargas: o vencedor foi Paulo Eduardo Palma Beraldo, Blog De Olho no Campo, de São Paulo, com a matéria com o título “Com leve retomada da economia, transporte aéreo de cargas dá sinais de melhora em 2017”.

Competitividade: a vencedora foi Yohanna Lara Barros Pinheiro, jornal Diário do Nordeste/Fortaleza, com a matéria “Jericoacoara é marco para aviação regional do Estado”.

Experiência de voo: a vencedora foi Queila Ariadne Batista da Silva, Rádio Super Notícia (91,7 FM) de Belo Horizonte, com a matéria a “Vida que vem do céu”.

Imprensa Setorizada: o vencedor foi Fabio Steinberg, revista Viagens S/A, de São Paulo, com a matéria “Aviação Regional: decolagem anunciada”.

Regional: o vencedor foi Adair Santos, do jornal ABC Domingo, da cidade de Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul, com a matéria “Tragédias que aumentaram a segurança”.

Inovação e Sustentabilidade: a vencedora foi a jornalista Luciane Maria Viegas, da EPTV – Afiliada da Rede Globo em Campinas, com a Série especial “Plano de Voo” – os avanços na aviação militar e civil.

Na categoria Fotojornalismo os premiados são:
Evilásio Moreira Bezerra Filho, do jornal O POVO (Fortaleza -Ceará)
• Hebert Fabiano Monfre de Oliveira, site É MAIS QUE VOAR (Várzea Grande – São Paulo)
• Marcos Rogério Zanutto do Carmo, Jornal Folha de Londrina (Paraná)
• Paulo Henrique de Souza Paiva, jornal Diário de Pernambuco (Recife -Pernambuco)
• Paulo Martins Pinto, Jornal Folha de S. Paulo (São Paulo)

(Com Site da ABEAR)

Shopping Benfica abre exposição em homenagem ao repórter fotográfico Mauri Melo

A Galeria BenfiCarte, do Shoppping Benfica, vai abrir, a partir das 19 horas desta quarta-feira, a exposição “45 Anos de Fotojornalismo de Mauri Melo”.

Trata-se de uma homenagem ao querido Mauri Melo, repórter fotográfico do O POVO, um dos mais premiados no Estado.

Na exposição, 45 fotos tratando de flagrantes da política e do cotidiano, que se confundem com um pouco da história do Ceará.

Sem dúvida, uma boa oportunidade para as atuais gerações e amantes da fotografia conferirem a união do jornalismo com a sensibilidade.

Haverá coquetel.

Unesco e Nova Acrópole inscrevem para concurso de fotografias

Estão abertas, até o dia 30 deste mês, as inscrições paro O II Concurso de Fotografias “O Olhar do Pensador – Fotografando Ideias”, promovido pela Nova Acrópole em parceria com a Unesco. Fotógrafos amadores e profissionais de todo o Brasil podem concorrer. A ideia é mostrar, por meio da fotografia, imagens que possam traduzir pensamentos.

Neste ano, o tema que deverá inspirar o olhar dos fotógrafos é “O trabalho como ferramenta de transformação do ser humano e da sociedade”. As 20 melhores fotografias serão expostas em exposições a serem realizadas nos meses de novembro e dezembro em diversas capitais do País.

O objetivo é promover um exercício de reflexão e investigação sobre o valor do trabalho no processo de desenvolvimento das potencialidades humanas, mostrando como o trabalho pode contribuir para a transformação do ser humano e da sociedade. E é justamente a síntese dessas reflexões que devem estar retratadas nas fotografias.

Regulamento

O concurso “O Olhar do Pensador: fotografando ideias” é aberto a fotógrafos profissionais e amadores, maiores de 14 anos, de qualquer nacionalidade e que sejam residentes no Brasil. Cada participante poderá submeter até duas fotografias digitais, relacionadas ao tema “O trabalho como ferramenta de transformação do ser humano e da sociedade”.

Os três primeiros colocados receberão premiação em mochila para equipamento fotográfico Lowepro, modelo Fastpack 250.

A participação é gratuita. Basta enviar a ficha de inscrição disponível no site www.diamundialdafilosofia.com.br juntamente com a fotografia para o e-mail concurso@acropole.org.br. O resultado será divulgado em novembro pelo site do evento.

SERVIÇO

*Mais informações: www.diamundialdafilosofia.com.br

Livro sobre os Mestres da Cultura será lançado nesta quinta-feira

Silvia Furtado, Jarbas Oliveira, Dulce Aragão e Dora Freitas.

O Livro dos Metres da Cultura, de Dora Freitas e Sílvia Furtado, com fotos de Jarbas Oliveira, será lançado nesta quinta-feira, às 18h30min, na Fundação Waldemar Alcântara. O ato prestigiado pelo secretário da Cultura do Ceará, Fabiano Piúba. A publicação traz relatos, depoimentos e experiências dos mestres da cultura.

A publicação reúne perfis ilustrados dos 79 Mestres da Cultura, nomeados pelo Edital “Tesouros Vivos da Cultura” do Estado do Ceará, instituído por meio dalei nº 13.3351/2003. Na ocasião, haverá a apresentação do Boi do Mestre Zé Pio e do grupo Drama em Cena, da Mestra Ana Norberto, de Tianguá, aos convidados e à imprensa. Mestre Aldenir (Reisado), do Crato, também estará presente.

(Foto – Balada In)

Museu da Fotografia terá programação especial

O Museu da Fotografia Fortaleza (MFF) fará programação especial para comemorar o Dia Mundial da Fotografia (19 de agosto). Vai receber os amantes desse universo neste sábado. Além de liberação de entrada para o público durante todo o dia de funcionamento, o equipamento ofertará palestra gratuita.

Alexandre Siqueira, fotógrafo, artista visual e mestre em Arte e Tecnologia pela UFMG, é o convidado a dar palestra, a partir das 14 horas, sobre o tema “Fotografia, encontro e relações de trocas simbólicas”. Ele ainda debaterá com o público sobre o conceito da alteridade social na perspectiva fotográfica.

SERVIÇO

*Para garantir a vaga, as inscrições para a palestra serão realizadas através do link: http://bit.ly/2fvofrr. No dia, os inscritos deverão chegar com antecedência para a retirada da entrada da palestra na recepção do Museu, mediante apresentação do comprovante de inscrição da plataforma Sympla.

*Mais informações – (85) 3017-3661.

 

Curso “Fotografia na Palma da Mão” tem início neste fim de semana

O curso “Fotografia na Palma da Mão”, voltado para fotografia em aparelho celular, ministrado pelo diretor de Pesquisa e Intercâmbio do Ifoto e professor da Travessa da Imagem, Thiago Braga, tem início neste sábado (12), a partir das 14 horas, no Museu da Fotografia, no bairro Varjota.

O curso, que seguirá até este domingo (13), possui aulas expositivas e externas como manusear qualquer câmera de celular com facilidade e precisão, compreendendo o comportamento da luz.

As inscrições, no valor de R$ 100, ainda podem ser feitas pelo e-mail: educacao@museudafotografia.com.br